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M-Learning-Aplicação nos Cursos de Graduação
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M-Learning-Aplicação nos Cursos de Graduação

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Palestra proferida por Nicolau André de Miguel, no Conecta 2011.

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Transcript

  • 1. M-Learning -Aplicação nos Cursos de Graduação Prof. Nicolau André de Miguel
  • 2. <ul><li>OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO: </li></ul><ul><li>AS OPORTUNIDADES DOS NOVOS RECURSOS TECNOLÓGICOS </li></ul><ul><li>OS PRINCIPAIS DESAFIOS PARA EXPLORAÇÃO DESSES RECURSOS </li></ul><ul><li>. ESTRATEGIA INSTITUCIONAL </li></ul><ul><li>. DESENVOLVIMENTO DOS PROFESSORES </li></ul><ul><li>. ESTILOS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS </li></ul><ul><li>. ATIVIDADES DE ENSINO APRENDIZAGEM </li></ul>
  • 3. “ É FREQUENTE AS PESSOAS SE LAMENTAREM – E OS FATOS O COMPROVAM – DE QUE UNS POUCOS SAEM DA ESCOLA COM INSTRUÇÃO SÓLIDA, ENQUANTO A MAIORIA SAI APENAS COM UM VERNIZ SUPERFICIAL. SÃO DUAS AS CAUSAS: OU AS ESCOLAS, NEGLICENCIANDO AS COISAS MAIS CONSISTENTES, PREOCUPAM-SE COM AS SUPERFICIAIS E FRÍVOLAS, OU OS ALUNOS ESQUECEM O QUE APRENDERAM PORQUE TIVERAM CONTATO RÁPIDO COM MUITAS MATERIAS, SEM NELAS SE DETER. ESTE SEGUNDO DEFEITO É TÃO COMUM QUE SÃO POUCOS QUE DELE NÃO SE QUEIXAM. DE FATO, SE A MEMORIA LOGO NOS PUSESSE À DISPOSIÇÃO TUDO O QUE ALGUMA COISA LEMOS, OUVIMOS OU NOS CHAMOU A ATENÇÃO, COMO SERÍAMOS ERUDITOS, NÓS, A QUEM NÃO FALTARAM INÚMERAS OCASIÕES PARA EXPERIENCIAS. MAS COMO O QUE ACONTECE É BEM DIFERENTE, ESTAMOS A PEGAR ÁGUA COM PENEIRA.” COMENIUS(1592-1670). Didática Magna.
  • 4. APLICAÇÃO M-LEARNING
  • 5. APLICAÇÃO M-LEARNING
  • 6. APLICAÇÃO M-LEARNING
  • 7. Para Pierre Lévy “o saber não é nada além do que as pessoas sabem”, mas saber disso não é suficiente, é preciso compreender que “ninguém sabe tudo”, mas ao mesmo tempo “todos sabem alguma coisa” e o conhecimento completo não se encontra fechado na cabeça de ninguém, mas “todo o saber está na humanidade”, que é a grande coletividade. Estes são os princípios que fundamentam o pensamento da inteligência coletiva de Pierre Lévy: Cada um sabe… Nunca se sabe… Todo o saber está na humanidade. INTELIGENCIA COLETIVA
  • 8. CICLO DA APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL EXPERIENCIA REFLEXÃO CONCEITUALIZAÇÃO APLICAÇÃO Exercicios Workshop Pós trabalho Coaching Simulações Webcast Jogos, etc Discussões Avaliações Feedback Modelos &amp; Ferramentas Estudos de Casos Apresentações E-Learning Sala de Aula/Distancia
  • 9. Kolb&apos;s learning styles Reflective Observation Watching Concrete Experience Feeling Active Experimentation Doing Abstract Conceptualisation Thinking Processing Continuum how we do things Perception Continuum how we think about things Assimilating (think and watch) AC/RO Diverging (feel and watch) CE/RO Converging (think and do) AC/AE Accommodating (feel and do) CE/AE © concept david kolb, adaptation and design alan chapman 2005-06, based on Kolb&apos;s learning styles , 1984
  • 10. Características Pessoais dos Estilos de Aprendizagem Segundo Kolb. Fonte: BERNDT e NAGELSCHMIDT (1997) Estilo DIVERGENTE Capacidade de imaginação. Procura ver o todo e não as partes. Orientado para as pessoas. Emocional / Sentimentos. Provavelmente inclinado para o estudo das letras e das artes. Influenciado pelos colegas. Estilo ASSIMILADOR Modelos teóricos e abstratos (Não está interessado no uso prático das descobertas teóricas). Muito orientado para a realização de objetivos. Planejador sistemático. Estilo CONVERGENTE Raciocínio dedutivo. Aplicação prática de idéias. Apresenta apenas uma resposta correta para cada problema. Orientado para objetos concretos e não pessoais. Interesses pouco amplos. Geralmente procura estudar ciências físicas Muito orientado para a realização de objetivos Estilo ACOMODADOR Adaptável. Aprende através de ensaio e erro. Confia em outras pessoas para que lhe forneçam a informação de que necessita. Sente-se muito à vontade no relacionamento com outras pessoas. Existem ocasiões em que aparece como pessoa impaciente, que quer forçar para que as coisas aconteçam como deseja. Interessado por campos técnicos e eminentemente práticos. Influenciado pelos colegas.
  • 11. Características das pessoas segundo a tipologia VARK Fonte: Rodriguez (2006) VISUAL Têm preferências por imagens, quadros, diagramas, círculos, setas e transparências. AUDITIVO Têm preferências por exposições verbais, conferências, discussões e tudo o que envolver escutar LEITURA/ESCRITA Têm preferências por tudo que tenha a ver com ler e escrever SINESTÉSICO Têm Preferências por aquilo que o envolve em experiências e prática (simulações do real)
  • 12. Princípios da Teoria da Andragogia - KNOWLES 1. Necessidade de conhecer os adultos necessitam reconhecer a necessidade de conhecimento e que a prática de tal conhecimento em suas atividades será determinante para seu comprometimento com sua aprendizagem 2 Autoconceito de aprendiz os adultos reconhecem a responsabilidade de suas próprias decisões em suas próprias vidas 3 O papel da experiência os adultos vivenciam mais e diferentes experiências educacionais que os jovens 4 Prontidão para aprender os adultos são mais propensos a aprender coisas que devem saber e aplicar para enfrentar situações reais em suas vidas 5 Orientação para aprendizagem os adultos são mais centrados na vida, problemas, tarefas e em seus direcionamentos de aprendizagem 6 Motivação os adultos são receptivos a alguns estímulos externos como alto salário, melhor emprego, promoção; porém, os elementos motivadores mais fortes são os internos como qualidade de vida, melhoria da satisfação no trabalho e auto-estima
  • 13. TAXONOMIA DE BLOOM REVISADA Categorias Descrição Verbos LEMBRAR Recordar informações Reconhecer, recitar, listar, descrever, nomear, encontrar, mostrar, rotular COMPREENDER Explanar idéias ou conceitos Interpretar, traduzir, explicar descrever, resumir, demonstrar, sumarizar, parafrasear, classificar, explanar. APLICAR Utilizar informações em outras situações similares Implementar, utilizar, executar, calcular, concluir, aplicar, experimentar, ilustrar, demonstrar, solucionar ANALISAR Desdobrar informações em partes para explorar entendimentos e relações Comparar, organizar, interrogar, encontrar, relacionar, agrupar, investigar, classificar, estruturar, categorizar AVALIAR Justificar uma decisão ou um curso de ação Criticar, verificar, experimentar, julgar, decidir, discutir, disputar, escolher CRIAR Gerar novas idéias, produtos ou meios de ver as coisas Planejar, construir, produzir, inventar, projetar, reprojetar, consolidar, predizer, combinar, criar
  • 14. <ul><li>PLANEJAMENTO INSTRUCIONAL (KRUSE, 2007) </li></ul><ul><li>ANÁLISE: nesta fase o profissional define o propósito e a audiência do curso. </li></ul><ul><li>“ DESIGN” ou planejamento: é a fase em que o profissional define se compra o programa educacional ou se o desenvolve com recursos próprios. </li></ul><ul><li>DESENVOLVIMENTO: nesta fase o profissional prepara ou realiza ajustes do curso conforme o planejado na fase anterior. </li></ul><ul><li>4. IMPLEMENTAÇÃO: é a fase na qual o curso fica disponibilizado aos aprendizes. </li></ul><ul><li>5. AVALIAÇÃO: é a fase na qual o curso é revisto sob o ponto de vista de realização dos objetivos educacionais propostos. </li></ul>
  • 15. <ul><li>O desenvolvimento de um curso que utilize o m-learning deve considerar em sua elaboração: </li></ul><ul><li>Simplicidade </li></ul><ul><li>Permissão para que os aprendizes determinem o conteúdo a ser entregue em seu aparelho </li></ul><ul><li>Conteúdo com foco </li></ul><ul><li>Leitura básica em função do tamanho da tela do aparelho </li></ul><ul><li>Utilização de palavras chave, ilustrações e áudio; </li></ul><ul><li>Consistência </li></ul><ul><li>Link ou index para iniciar o programa </li></ul><ul><li>Suporte para outras atividades de aprendizagem mais completas. </li></ul>
  • 16. <ul><li>O MUNDO VIRTUAL </li></ul><ul><li>COMPLEXO </li></ul><ul><li>RÁPIDAS MUDANÇAS </li></ul><ul><li>INVESTIMENTOS CONTÍNUOS </li></ul><ul><li>MÚLTIPLAS PLATAFORMAS </li></ul><ul><li>LENTA ASSIMILAÇÃO DAS EVOLUÇÕES </li></ul><ul><li>SEM FRONTEIRAS </li></ul><ul><li>- REPOSITORIO DE IMENSO SABER </li></ul>
  • 17. <ul><li>Quando em ambiente mobile os estudantes devem ser capazes de: </li></ul><ul><li>Estudar os materiais dos cursos </li></ul><ul><li>Realizar anotações </li></ul><ul><li>Descrever as tarefas designadas </li></ul><ul><li>Acessar os Foruns para leituras </li></ul><ul><li>Acess Foruns para submeter contribuições </li></ul><ul><li>Enviar e-mails para estudantes parceiros </li></ul><ul><li>Receber e-mails de estudantes parceiros </li></ul><ul><li>Submeter tarefas por e-mails incluindo documentos </li></ul><ul><li>Receber tarefas corrigidas e comentadas pelo tutor/professor/mentor </li></ul>
  • 18. <ul><li>ALGUMAS CONSIDERAÇÕES PARA DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>O GOVERNO DEVE INCLUIR NO CURRÍCULO DOS CURSOS DE MESTRADO </li></ul><ul><li>E DOUTORADO UM MÓDULO DE DIDÁTICA DE ENSINO SUPERIOR </li></ul><ul><li>AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (IES) DEVEM MANTER UM PORTFOLIO </li></ul><ul><li>DE CURSOS VOLTADOS AO DESENVOLVIMENTO DO PROFESSOR </li></ul><ul><li>AS TECNOLOGIAS ESTÃO PRESENTES EM TODAS AÇÕES E NECESSITAM </li></ul><ul><li>SER CONSIDERADA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM </li></ul><ul><li>AS IES DEVEM SER MAIS PROATIVAS NA ADOÇÃO DE INOVAÇÕES EM </li></ul><ul><li>PROCESSOS DE APRENDIZAGEM </li></ul><ul><li>OS CURSOS DEVEM AGREGAR AS ATIVIDADES DE M-LEARNING AMPLIANDO </li></ul><ul><li>AS ATIVIDADES DE ENSINO E APRENDIZAGEM OBEDECENDO SEUS PRINCIPIOS </li></ul><ul><li>AS IES DEVEM ENSINAR SEUS ALUNOS A SE TORNAREM VERDADEIROS </li></ul><ul><li>APRENDIZES </li></ul>
  • 19. &nbsp;

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