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Articulação de saberes no currículo escolar. desafios da contemporaneidade
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Articulação de saberes no currículo escolar. desafios da contemporaneidade

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Palestra proferida por Edméa Santos, no Cenecta 2011.

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Articulação de saberes no currículo escolar. desafios da contemporaneidade Articulação de saberes no currículo escolar. desafios da contemporaneidade Presentation Transcript

  • Articulação de saberes no currículo escolar. Desafios da contemporaneidade. Edméa Santos PROPED/UERJ Líder do GPDOC – Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura www.docenciaonline.pro.br Email: [email_address] (21) 9139-3437
  •   Um cidadão comum fotografou a cidade no momento da tragédia, produziu um vídeo com o material fotográfico e o fez circular na rede através do repositório de imagens e rede social Youtube. Este vídeo chamou nossa atenção também pelo fato do autor, Rodrigo, deixar a sua assinatura na forma do seu endereço eletrônico ( [email_address] ), demarcando assim não só a autoria do artefato, como também deixando o canal de comunicação aberto com seus possíveis interlocutores. Aqui temos um exemplo concreto de que os praticantes na e da cibercultura entendem a “liberação do pólo da emissão” para além da lógica da difusão da informação, mas também como possibilidade concreta de comunicação em rede.   Fonte: http://www.youtube.com/watch ?v=BD8ZNQ9YqLM  
  • Mobilidade
    • A evolução dos computadores, dos dispositivos e das conexões móveis que se comunicam em rede e a convergência de mídias, o cérebro movimenta-se juntamente com a atividade corporal em movimento nas cidades (Santaella, 2007). Mobilidade é uma das palavras-chave da cibercultura atual. Por outro lado, não é uma noção nova. Lemos (2008) nos apresenta pelo menos três tipos de mobilidade:
      • a mobilidade física/espacial (locomoção, transportes);
      • a mobilidade cognitiva/imaginária (pensamentos, sonhos, religião);
      • a mobilidade virtual/informacional (dispositivos móveis, mídias locativas).
  • Mídias Sociais
    • Mídias sociais são interfaces ou conjuntos de interfaces integradas que estruturam a comunicação síncrona e assíncrona entre praticantes geograficamente dispersos. “Interface” é um termo que, na informática e na cibercultura, ganha o sentido de dispositivo para encontro de duas ou mais faces em atitude comunicacional, dialógica ou polifônica. A interface está para a cibercultura como espaço online de encontro e de comunicação entre duas ou mais faces. Forma-se assim um híbrido entre objetos técnicos e seres humanos em processos de comunicação e de construção de conhecimentos. Com isso, os praticantes se encontram não só para compartilhar suas autorias, como, também – e, sobretudo –, para criar vínculos sociais e afetivos pelas mais diferentes razões objetivas e subjetivas. (Santos, 2011).
  • Wikimapeiros
    • A concepção teórica do projeto sustenta-se nos seguintes princípios:
    •  
    • Conhecimento local – os praticantes da comunidade são os conteudistas, assim valoriza-se as experiências culturais dos moradores, garantindo suas autorias e conhecimentos genuínos;
    • Atores sociais – os jovens convidados para participar do projeto, vivem situações de aprendizagem e de inclusão social. Os “wikismapeiros” como são chamados, vivenciam processos de inclusão digital para além do acesso aos meios materiais. A noção de autoria é bastante presente na proposta, pois os atores contam as histórias do lugar, reconhecendo o território, redescobrindo assim, a comunidade em sua diversidade.
    • Capacitação de lideranças – os jovens são orientados a desenvolver ações formativas na comunidade, incentivando que outros moradores da toda comunidade se apropriem dos recursos de mobilidade e da cartografia digital , podendo, quiçá, colaborar efetivamente com o mapeamento das comunidades.
    • Uso de ferramentas virtuais e aplicativos móveis – são elementos estruturantes do projeto. Com os usos dos meios, são autores de textos, imagens, informações autorizam-se como moradores da comunidade, dando visibilidade as suas autorias, bem como, também as suas localizações geográficas no mapa da cidade.
  • “ Para além dos muros da escola”
    • Cena 1- "professor solicita tarefa do auto-retrato" - http://www.youtube.com/watch ?v=qnV7q9Uj9bA& feature = related
    • Cena 2 - "cena no laboratório de informática - autoria do aluno com celular" -
    • http://www.youtube.com/watch ?v=YVAvDG8Ae8g& feature = related
    • O aluno cria seu “auto-retrato”, atividade proposta pelo professor, protagonista da narrativa, utilizando o celular para registrar seu cotidiano de forma autoral e singular.
    •  
      • Que outras situações de aprendizagens poderão ser promovidas com as mídias móveis na escola e nas cidades?
      • Que tal compartilharmos outras experiências com uso da mobilidade?
      • Como você pensa em desenvolver situações de aprendizagem que lancem mão dos potenciais da mobilidade?
      • Que tal aproveitar os debates online para cocriarmos um “banco” de atividades e projetos didáticos que utilizem dispositivos móveis?
  • Duas soluções. Muitas possibilidades, novas arranjos curriculares. autoria interatividade convergência colaboração mobilidade hipertextualidade
  • Uma narrativa para refletirmos juntos Boa noite, Eu sou José, estudante do curso de Tecnologia Hoje na aula de matemática as 20:20 fui constrangido em sala de aula pelo professor João. O mesmo interrompeu a aula para, na frente de todos os alunos me indagar sobre um convite que eu teria feito para o e-mail dele para ser meu "amigo" no Facebook. Me falou que ele tinha apenas 3 grupos de pessoas que aceitaria que chamassem ele de amigo. A mulher dele, a família e as filhas, e me perguntou se eu era mulher dele, se eu era da família e se eu era esposa dele. Enquanto toda a sala ria de mim, respondi não para as 3 perguntas. Aí me pediu que encarecidamente, retirasse o pedido do e-mail dele. Expliquei para ele que quando criei a conta no Facebook, o site pediu meu e-mail e saiu convidando todos os meus contatos do Hotmail (ele está em meus contatos do hotmail porque já foi meu professor em outra disciplina). Ele disse que era mentira. Expliquei novamente e novamente ele disse que não era assim e que eu não sabia operar a ferramenta. Indagou indignado que eu adicionei ele no Facebook (que fique aqui bem claro que não fiz de forma proposital, até porque o professor João seria uma das últimas pessoas na Terra com quem eu gostaria de manter uma amizade). Falou que Orkut, Facebook e MSN ele não usava, e tecnólogo nenhum deveria usar. Que ele só usa a internet para pesquisa e estudo. Ele não contente de me ver cabisbaixo e "amuado" no meu canto, ainda fez mais piadinhas no final da aula sobre o Facebook, dizendo que colocaria questões práticas na prova, como por exemplo contabilizar a quantidade de piolhos da cabeça de uma pessoa ou como evitar convites do Facebook, e depois me perguntou na frente da turma: - José, quantas vezes você pretende fazer a matéria? (ele falou isso porque repeti a matéria Física com ele) Eu gostaria de saber dos caros colegas o que pode ser feito nesse caso, porque é um absurdo que isso aconteça. Um aluno não pode repetir matéria que o professor faz questão de falar para todos os colegas. Um aluno não pode enviar um convite de "amizade" acidentalmente para um professor, que tem que ser constrangido em sala. Detalhe, o e-mail dele da instituição, não foi e-mail pessoal. E mesmo que um aluno mande propositalmente, bastava clicar no link anti-spam que ele não receberia mais convite meu, nem de ninguém, já que ele não quer ter amigos. Não precisava me humilhar na frente dos alunos. Por isso faço um apelo a todos os coordenadores de curso: Nossa instituição carece de profissionais mais éticos e psicologicamente saudáveis. Além de um processo cível que vou abrir contra o professor, gostaria de saber que medida administrativa da instituição eu poderia tomar para evitar que mais alunos passem a humilhação que passei hoje e para que eu possa fazer a matéria sem sofrer nenhum tipo de retaliação. Segue em anexo um arquivo que comprova que eu já possuia o e-mail dele no Hotmail, que o Facebook possui um sistema de importação de e-mails automático, e que na mensagem enviada pelo Facebook para os contatos, existe um link para não receber mais e-mail, e mais um link para rejeitar o convite caso queira.
  • QUAL O PAPEL DO CURRÍCULO?
  • Idéias sobre currículo, caminhos e descaminhos de um labirinto “ São um conjunto de disciplinas. As instituições seguem orientações do MEC procurando adaptar a sua realidade local”. “ Conjunto de habilidade que devem ser adquiridas através de disciplinas teórico-prática”. “ Currículo é um ‘documento’ onde a escola expressa a sua proposta educativa.É a grade curricular com as suas ementas.” “ Conjunto de normas que caracterizam a organização de uma proposta pedagógica. São os objetivos, as metas, a direção do processo ensino-aprendizagem”.
  • Dimensões do Currículo OFICIAL Leis, decretos Diretrizes, propostas: LDB, Diretrizes, PCNs, RCNs. AÇÃO Relação entre sujeitos e o conhecimento. OCULTO Ideologia manifestada em rituais, práticas, gestos corporais, organização espacial, a distribuição do tempo, padrões de recompensa e castigo. crise crise crise crise
  • Teorias do Currículo Tomaz Tadeu Teorias Pós-criticas Identidade, diferença, subjetividade, significação e discurso, saber-poder, representação, cultura, gênero, etnia, raça, sexualidade, multiculturalismo. Teorias Tradicionais Ensino, aprendizagem, avaliação, metodologia, didática, organização, planejamento, eficiência, objetivos. Teorias Críticas Ideologia, reprodução cultural e social, poder, classe social, capitalismo, conscientização, emancipação, currículo oculto, resistência.
  • Articulação dos saberes Multidisciplinaridade Pluridisciplinaridade Interdisciplinaridade produção coletiva!!
  • Tranversalidade Ciência e Tecnologia Diversidade Sociedade Cidadania espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E espaço A espaço B espaço C espaço D espaço E
  • “ O método não precede a experiência. Apresenta-se ao final , talvez, para uma próxima viagem”. Edgar Morin Edméa Santos PROPED/UERJ Líder do GPDOC – Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura www.docenciaonline.pro.br Email: [email_address] (21) 9139-3437