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  • 1. REVISÃO DE GEOGRAFIA 2º ANO
  • 2. As transformações econômicas mundiais ocorridas nas últimas décadas, sobretudo no pós segunda guerra mundial, são fundamentais para entendermos as dinâmicas de poder estabelecidas pelo grande capital e, também, pelas grandes corporações transnacionais. Além delas, não podemos deixar de mencionar a importância crescente das instituições supranacionais, que atuam como verdadeiros agentes neste jogo de interesses, como por exemplo, o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial, entre outro
  • 3. Entre as vantagens da criação de blocos econômicos para os países integrantes estão: a expansão das trocas comerciais entre os países integrantes; a redução ou isenção de taxas alfandegárias para determinados produtos; o estímulo à estruturação de cadeias produtivas intra-blocos; a transferência de tecnologia; a criação de um fórum de discussões entre países membros para tratar de assuntos não apenas econômicos; o fortalecimento dos países membros em negociações internacionais extra- bloco.
  • 4. Veremos abaixo uma relação dos principais blocos econômicos da atualidade e suas características NAFTA Fazem parte do NAFTA ( Tratado Norte-Americano de Livre Comércio ) os seguintes países: Estados Unidos, México e Canadá. Começou a funcionar no início de 1994 e oferece aos países membros vantagens no acesso aos mercados dos países. Estabeleceu o fim das barreiras alfandegárias, regras comerciais em comum, proteção comercial e padrões e leis financeiras. Não é uma zona livre de comércio, porém reduziu tarifas de aproximadamente 20 mil produtos
  • 5. UNIÃO EUROPEIA A União Europeia ( UE ) foi oficializada no ano de 1992, através do Tratado de Maastricht. Este bloco é formado pelos seguintes países : Alemanha, França, Reino Unido, Irlanda, Holanda (Países Baixos), Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha, Portugal, Luxemburgo, Grécia, Áustria, Finlândia e Suécia. Este bloco possui uma moeda única que é o EURO, um sistema financeiro e bancário comum. Os cidadãos dos países membros são também cidadãos da União Europeia e, portanto, podem circular e estabelecer residência livremente pelos países da União Europeia. A União Europeia também possui políticas trabalhistas, de defesa, de combate ao crime e de imigração em comum. A UE possui os seguintes órgãos : Comissão Europeia, Parlamento Europeu e Conselho de Ministros.
  • 6. NAFTA Fazem parte do NAFTA ( Tratado Norte-Americano de Livre Comércio ) os seguintes países: Estados Unidos, México e Canadá. Começou a funcionar no início de 1994 e oferece aos países membros vantagens no acesso aos mercados dos países. Estabeleceu o fim das barreiras alfandegárias, regras comerciais em comum, proteção comercial e padrões e leis financeiras. Não é uma zona livre de comércio, porém reduziu tarifas de aproximadamente 20 mil produtos.
  • 7. MERCOSUL O Mercosul ( Mercado Comum do Sul ) foi oficialmente estabelecido em março de 1991. É formado pelos seguintes países da América do Sul : Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Futuramente, estuda-se a entrada de novos membros, como o Chile e a Bolívia. O objetivo principal do Mercosul é eliminar as barreiras comerciais entre os países, aumentando o comércio entre eles. Outro objetivo é estabelecer tarifa zero entre os países e num futuro próximo, uma moeda única.
  • 8. aspectos que motivam o agrupamento dos países em blocos econômicos 1.Possibilidade de fortalecer a economia dos países participantes pelo estabelecimento de relações comerciais privilegiadas entre os países membros dos blocos econômicos. 2. Possibilidade de ampliar o intercâmbio entre mercadorias, capitais e serviços. 3. Possibilidade de fortalecimento nas relações com países fora do bloco no mercado internacional
  • 9. G8 Países membros - Estados Unidos - Japão - Alemanha - Reino Unido - França - Itália - Canadá - Rússia
  • 10. Reuniões do G8 Desde 1975, um grupo de chefes de estado e diplomatas das sete mais ricas e industrializadas nações democráticas do mundo se reúne todos os anos para discutir grandes questões econômicas e políticas.
  • 11. Embora sempre entrem na pauta uma série de preocupações domésticas de cada integrante, boa parte do debate é marcada por temas que dizem respeito à comunidade internacional como um todo. Com a acentuação da globalização, observada especialmente a partir de meados dos anos 90, estas reuniões ganharam cada vez mais importância.
  • 12. Atraem os olhos de toda a imprensa mundial, bem como um considerável número de manifestações contrárias às ações das grandes potências. Entenda quem são e sobre o que conversam os membros do G8.
  • 13. O que se discute nestes encontros? Embora o G8 tenha sido pensado para debater temas essencialmente econômicos, as discussões políticas passaram a fazer parte da pauta das reuniões já no fim dos anos 70.
  • 14. Questões macroeconômicas sempre estiveram presentes, como o comércio internacional, as relações entre as nações ricas e os países em desenvolvimento e os rumos da globalização. No entanto, conversas sobre energia, terrorismo e problemas ambientais também se tornaram recorrentes.
  • 15. Com o abertura da agenda ocorrida nos últimos anos, os líderes das potências têm debatido ainda sobre trabalho, comunicação e tecnologia, segurança, direitos humanos, educação e saúde. O grupo chegou, inclusive, a propor programas para combater a Aids e a estudar maneiras de aliviar a dívida externa das nações subdesenvolvidas.
  • 16. O último assunto a concentrar as atenções dos integrantes do G8 é a redução da emissão de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global.
  • 17. - O cumprimento das resoluções costuma ser maior no que diz respeito a acordos sobre comércio e energia.
  • 18. - O G8 não tem poder para garantir que todas as suas decisões sejam colocadas em prática; - Seus líderes podem definir metas e elaborar políticas, mas o cumprimento dos projetos ali formulados é voluntário; - As decisões extraídas das reuniões do G8 têm o poder de influenciar outras organizações mundiais, que, frequentemente, reveem suas ações baseadas nas discussões do grupo;
  • 19. Em janeiro de 1994, passaram a vigorar o Acordo Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), entre os Estados Unidos, o Canadá e o México, que formaram um bloco econômico, eliminando barreiras alfandegárias no comércio recíproco. Esse acordo foi contestado na América Latina e também nos Estados Unidos, sobretudo em relação ao México.
  • 20. Tais como: não haveria aumento das exportações porque a moeda mexicana tem valor menor, enquanto a renda mexicana é mais baixa que nos outros dois países; – ocorreria exportação de empregos para o México com a transferência de empresas norte-americanas atraídas pelos baixos salários daquele país;
  • 21. – haveria aumento do desemprego nos Estados Unidos e redução nos salários dos operários norte-americanos; – a eliminação de barreiras abre caminho para a integração econômica, incluindo a integração no uso de mão-de-obra (atração de imigrantes mexicanos para os Estados Unidos constituiria grave problema social).
  • 22. Qual o objetivo da formação de blocos econômicos num mundo globalizado?
  • 23. A formação de blocos econômicos tem por objetivo criar condições para dinamizar e intensificar a economia num mundo globalizado. Em todas as modalidades de blocos econômicos, o intuito é a redução e/ou eliminação das tarifas ou impostos de importação e exportação entre os países membros.
  • 24. Na tentativa de expansão do mercado consumidor, as nações visam integrar a blocos econômicos que flexibilizem as relações comerciais em escala internacional. Os acordos têm o propósito de estabelecer tratados para uniformizar as ações fiscais em termos de diminuição ou isenção de impostos sobre as mercadorias e os serviços comercializados entre os países membros.
  • 25. Conforme suas características, os blocos econômicos podem ser classificados da seguinte forma:
  • 26. Zona de livre comércio – acordos comerciais de redução ou eliminação das tarifas alfandegárias entre os países membros do bloco. Exemplo: Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA).
  • 27. União aduaneira – além de reduzir ou eliminar as tarifas comercias entre os países integrantes do bloco, regulamenta o comércio com as nações que não pertencem ao bloco através da TEC (Tarifa Externa Comum). Exemplo: Mercado Comum do Sul (MERCOSUL)
  • 28. Mercado comum – proporciona ainda a livre circulação de capitais, serviços e pessoas no interior do bloco. Exemplo: União Europeia (UE).
  • 29. União econômica e monetária – evolução do mercado comum. Os países adotam a mesma política de desenvolvimento e uma moeda única. É o atual estágio da União Europeia.
  • 30. O G-20 é a união dos países em desenvolvimento. Ele foi criado em 2003, pouco antes da V Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC). Primeiramente, o grupo era chamado de G- 33, mas teve seu nome substituído por G-22. A denominação decretou-se na reunião de cúpula do Grupo dos Sete (G7) que, atualmente é G8. A reunião que decidiu o nome de G20 foi realizada em 1999, na cidade de Colônia, na Alemanha.
  • 31. Os Ministros de Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais formam essa grande cúpula do G-20. Lá, pensam em modelos que visam o desenvolvimento econômico sustentável. De acordo com a Secretaria de Assuntos Internacionais, organizadora de todos os eventos do G-20, no Brasil e no exterior, o grupo representa 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.
  • 32. Os países que fazem parte do G-20 são: Brasil, Argentina, Arábia Saudita, México, China, Índia, Austrália, Indonésia, Coreia do Sul, África do Sul e a Turquia. Do Grupo dos Sete, mais a Rússia, G8: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Japão e a Rússia. Lembrando que não existe nenhuma exigência formal para as nações que desejem se integrar ao grupo. Porém, o número de componentes deve ser fixo, para a maior eficiência do agrupamento.
  • 33. O Mercado Comum do Sul ( Mercosul ) foi criado em 26/03/1991 com a assinatura do Tratado de Assunção no Paraguai. Os membros deste importante bloco econômico da América do Sul são os seguintes países: Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai (suspenso temporariamente do bloco e função da deposição do ex-presidente Fernando Lugo em junho de 2012) e Venezuela. A suspensão do Paraguai irá até abril de 2013, quando ocorrerão eleições no país.
  • 34. No ano de 1995, foi instalada a zona de livre comércio entre os países membros. A partir deste ano, cerca de 90% das mercadorias produzidas nos países membros podem ser comercializadas sem tarifas comerciais. Alguns produtos não entraram neste acordo e possuem tarifação especial por serem considerados estratégicos ou por aguardarem legislação comercial específica.
  • 35. Em julho de 1999, um importante passo foi dado no sentido de integração econômica entre os países membros. Estabelece-se um plano de uniformização de taxas de juros, índice de déficit e taxas de inflação. Futuramente, há planos para a adoção de uma moeda única, a exemplo do fez o Mercado Comum Europeu.
  • 36. Espera-se que o Mercosul supere suas dificuldades e comece a funcionar plenamente e possibilite a entrada de novos parceiros da América do Sul. Esta integração econômica, bem sucedida, aumentaria o desenvolvimento econômico nos países membros, além de facilitar as relações comerciais entre o Mercosul e outros blocos econômicos, como o NAFTA e a União Européia.
  • 37. O mapa anterior apresenta os blocos: I Nafta, IIMERCOSUL, III União Europeia e IVCEI.
  • 38. A ONU Um dos principais propósitos das Nações Unidas – e parte central de seu mandato – e manter a paz e a segurança internacionais. Desde sua criação, em 1945, a ONU tem sido frequentemente chamada para que disputas não se transformassem em guerras, para que opositores se sentassem à mesa de negociações ou para restaurar a paz após a guerra.
  • 39. Uma agência da ONU é UNICEF que entre outras atribuições (Fundo das nações Unidas para a infância e juventude), se trata de uma agência direcionada aos problemas decorrentes do desrespeito dos direitos das crianças.
  • 40. OMC organização internacional que dispõe, atualmente, de mais de 150 países membros, envolvidos com as questões de comércio internacional, tem como seu principal objetivo da organização é normatizar e ampliar o comércio internacional
  • 41. Através das décadas, a ONU ajudou a acabar com diversos conflitos, normalmente via resoluções do Conselho de Segurança, o órgão principal das Nações Unidas nesta esfera.
  • 42. A Organização tem trabalhado vigorosamente para fortalecer sua capacidade de administrar e sustentar as operações e, deste modo, contribuir para sua mais importante função: manter a segurança internacional e a paz mundial.
  • 43. Antes do início da guerra no Iraque, em março de 2003, EUA e Grã- Bretanha convenceram o mundo de que seu objetivo era eliminar as armas de destruição em massa. Mas Tony Blair fez recentemente comentários que sugerem que o objetivo principal da operação era o de depor Saddam Hussein.
  • 44. Sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, forças americanas e britânicas invadiram o Iraque, a partir da fronteira com o Kwait, em 20 de março de 2003. Menos de um mês depois, as forças de coalizão tomam Bagdá, mas não encontram o presidente Saddam Hussein.
  • 45. Em 1948, foi criado o Estado de Israel, mas a ONU não assegurou a criação do Estado Palestino. Então, em 1948 e 49 teve a primeira guerra. De lá para cá, Israel tem ocupado mais territórios da Palestina, como as regiões de Gaza e Cisjordânia. Esse conflito tem se intensificado, principalmente, porque Israel não cumpre nenhuma das resoluções da ONU referentes à questão Palestina. E Israel não cumpre nenhuma das promessas feitas nos Acordos de Paz de 1993 e 1994.
  • 46. O funcionamento de organizações mundiais como a ONU é de fundamental importância na medida em que não existe um Estado Mundial para regular e fiscalizar as relações entre os países. Mesmo que a ONU não possa, em última análise, obrigar um Estado Nacional a uma determinada ação, suas deliberações têm merecido atenção e respeito pela maior parte dos seus Estados-Membro
  • 47. A exceção fica por conta dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo em que são o seu principal financiador, arcando com 25% de seu orçamento, têm desrespeitado importantes decisões do Conselho de Segurança da ONU, órgão do qual são um dos cinco membros permanentes. Talvez o mais significativo exemplo seja a invasão do Iraque em 2003, frontalmente contrária à resolução do Conselho.