Os três campos de batalha parte 2 - NA IGREJA

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Aula ministrada em 22/10/2013 - Na Igreja Evangélica Sem Fronteiras por Eduardo Paixão - Escola Bíblica (Lição extraída do livro Os três campos de batalha - Francis Frangipane)

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  • 1. Os três campos de Batalha Espiritual Texto base: João 17:1-23 A GUERRA ESPIRITUAL NA MENTE, NA IGREJA E NAS REGIÕES CELESTIAIS
  • 2. INTRODUÇÃO  As outras igrejas de nossa cidade e nossos irmãos da igreja local não são inimigos nossos. Precisamos aprender a guerrear contra as ilusões e a disputa, os medos e a inveja mandados do inferno para nos dividir. Se Jesus está eternamente orando por nossa unidade, precisamos reconhecer que satanás está continuamente lutando contra ela. O diabo sabe que, quando nos tornamos um em Cristo, e por meio dEle, um com os outros, é só uma questão de tempo para a igreja edificada em Jesus avançar e destruir o império do inferno!
  • 3. PREPARE-SE PARA A GUERRA  Seu amor está crescendo e se tornando mais suave, mais brilhante, mais ousado e mais visível?  Ou está ficando mais discriminador, mais calculista, menos sensível e menos disponível?  Essa questão é importante, porque seu cristianismo só é real se seu amor for real.  A diminuição perceptível da sua capacidade de amar é evidência de que a fortaleza do esfriamento do amor está se enraizando dentro de você.
  • 4. PREPARE-SE PARA A GUERRA 1) Proteja-se contra a falta de perdão! “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” (Mateus 24:12)
  • 5. COMPREENDENDO A GUERRA  Uma área importante da guerra espiritual que tem se levantado contra a Igreja é na esfera de relacionamentos. Satanás sabe que uma igreja dividida contra si mesma não permanecerá. Não há unidade espiritual e nenhuma vitória duradoura sem amor. O amor é a paixão pela unidade. A amargura por outro lado, caracteriza-se por uma notável falta de amor. O esfriamento do amor é uma fortaleza demoníaca. Em nossa geração, esse fenômeno está se tornando cada vez mais comum. Ele desativa o poder da oração e incapacita o fluxo de cura e alcance.
  • 6. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA  Na verdade, onde há falta de perdão persistente e endurecido, numa pessoa ou na igreja, é aberta uma grande brecha e satanás terá livre acesso a torturar esse indivíduo (isso pode ocorrer de diversas maneiras, através das lutas, das portas fechadas, da opressão na mente, através da depressão entre outras)  Vejamos Mateus 18:32-35.  As escrituras advertem que uma pequena raiz de amargura na vida de um indivíduo pode brotar e contaminar a muitos (Hebreus 12:15)
  • 7. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA A amargura é um sintoma clássico da fortaleza do esfriamento do amor. Para vencer esse mal você deve se arrepender dessa atitude e perdoar a quem o magoou. Essa experiência dolorosa foi permitida por Deus para ensiná-lo a amar seus inimigos. S e você ainda não perdoou alguém que o feriu, você não passou no teste. Felizmente é um teste, e não o exame final, por isso ainda há tempo de se arrepender e agradecer a Deus pela oportunidade de crescer no seu amor.
  • 8. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA 2) Amor sem compromisso não é amor! (Lucas 10:27) Que fique bem claro: Não existe amor sem compromisso! A medida do seu amor está na profundidade de seu compromisso.
  • 9. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA Todos nós necessitamos de pessoas comprometidas conosco individualmente, pessoas que sabem que não somos perfeitos, mas nos amam de qualquer maneira. A manifestação do Reino de Deus não virá sem o comprometimento das pessoas umas com as outras para alcançar plenitude de Deus. Se Cristo nos aceita ainda imperfeitos, nós também precisamos aceitar uns aos outros. Muitas pessoas se escandalizarão com pequenas faltas e fraquezas humanas. Essas coisas pequenas são rapidamente transformadas pelo inimigo em grandes problemas. Como são frágeis as desculpas que as pessoas usam para justificar seu afastamento dos outros! Na realidade, esses problemas em geral com uma igreja ou pastor, são uma cortina de fumaça que mascara a falta de amor.
  • 10. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA As pessoas que tem a realidade do Reino de Deus são aquelas que superaram os obstáculos das falhas umas das outras. Ajudam-se mutuamente a se transformarem naquilo que Deus os chamou para ser: O CORPO VIVO DE CRISTO. Lembre-se: o objetivo de destruir a fortaleza do esfriamento do amor é ver revelada a unidade do Corpo de Cristo. Isso é um desafio, mas se persistir, você descobrirá a altura e a profundidade, o comprimento e a largura do amor de Jesus. Você será preenchido e inundado com o próprio Deus!
  • 11. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA 3) O Dom do Discernimento O Espírito falará em sonhos, visões e palavras proféticas, mas muito do que será revelado virá de fato, a partir de nossa capacidade de perceber corretamente. As escrituras dizem que Jesus “percebia em seu Espírito” o pensamento dos homens. Isso também ocorrerá conosco, mas para nos movermos no discernimento Divino, nossa visão da vida precisa ser purificada de reações e pensamentos humanos. O verdadeiro discernimento não começará enquanto não crucificarmos nossos instintos de julgamento. Leva muitos meses, geralmente anos, para desarraigar os hábitos de pensamento que não foram plantados no solo divino da fé e do amor pelas pessoas. Precisamos encontrar o coração de Cristo. “E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. (João 12:47)
  • 12. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA Quando nossa percepção se torna semelhante a de Cristo e o coração dos homens nos é revelado, não podemos reagir com um espírito crítico. Além disso, precisamos conhecer nossas fraquezas, porque se formos cegos aos nosso próprio pecados, na verdade não nos moveremos em amor, nós nos tornaremos ameaça ao Corpo de Cristo. Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. (Mateus 7:1-5)
  • 13. II - O CAMPO DE BATALHA: NA IGREJA O arrependimento é a remoção das “vigas” de nossos olhos, é o verdadeiro começo para enxergar claramente. Jesus ordenou que não julgássemos. A mesma mão eterna que escreveu a lei do Reino nas tábuas da antiga aliança hoje escreve a lei do Reino em nosso coração. Sua ordem de “não julgar” é tão imutável e definitiva quanto os dez mandamentos. Ainda é Deus ordenando. Lembre-se: Não é julgando que ajudamos, mas vendo claramente! Jesus comparou o ato de mostrar ao individuo seus próprios pecados com o ato de remover o cisco dos olhos. Os olhos são a parte mais sensível do corpo humano. Como tirar o cisco do olho de alguém? Com muito cuidado! É preciso conquistar a confiança desse indivíduo, isso significa demostrar atitude que não condena automaticamente. Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. (João 7:24)
  • 14. CONCLUSÃO Deus será duro quando precisar ser, e seremos firmes quando ele nos disser para ser, mas debaixo de nossa firmeza deve haver um rio de amor subterrâneo esperando para jorrar. Quando você adota o amor de Deus e passa a ser diligente nele, está destruindo a fortaleza do esfriamento do amor e se torna apto a liberar perdão em qualquer situação, pois lhe foi concedido o dom discernimento e através dessa experiência aprende a não mais julgar. O OBJETIVO É A UNIDADE, NÃO A GUERRA.