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PRECITYE- BRASIL

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PRESENTACION ENCUENTRO REGIONAL PRECITYE …

PRESENTACION ENCUENTRO REGIONAL PRECITYE

Montevideo, diciembre del 2009

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  • 1. Nilza L. Venturini Zampieri ENCUENTRO PRECITYE - EMPRENDEDORES INGENIERIA
  • 2. Produzir mudanças necessárias para melhoria da qualidade do ensino de engenharia no Brasil, contribuindo decididamente para a formação de profissionais cada vez mais qualificados e capacitados que levem o desenvolvimento e tecnologia a todos os pontos do país pelos benefícios que a engenharia pode proporcionar a toda população. Missão
  • 3. Objetivos <ul><li>promover trocas de informações sobre as atividades e problemas de interesse comum, sobre as idéias ou planos que possam resultar em melhoramento geral da administração, do ensino, da pesquisa e da extensão; </li></ul><ul><li>promover a cooperação entre seus associados e órgãos externos, públicos ou privados, e comunidade acadêmica em assuntos de seu interesse; </li></ul><ul><li>promover o apoio na obtenção de fundos e financiamento para o ensino, a pesquisa científica e tecnológica e a extensão, para o melhoramento de laboratórios, bibliotecas, métodos de ensino e outros; </li></ul><ul><li>promover medidas que objetivem a especialização e aperfeiçoamento do pessoal docente, de engenheiros e de técnicos; </li></ul><ul><li>promover a melhoria das condições do estudante de engenharia, visando a sua plena formação profissional de forma crítica e reflexiva; </li></ul><ul><li>promover o intercâmbio com as indústrias e empresas interessadas em programas de ensino de engenharia; </li></ul><ul><li>promover o intercâmbio com as entidades governamentais e não governamentais </li></ul><ul><li>promover a colaboração com outras entidades interessadas nos programas de ensino de engenharia, nos de pesquisa e de extensão </li></ul><ul><li>celebrar convênios, acordos, contratos ou ajustes com entidades públicas ou privadas, nacionais ou internacionais para a consecução dos objetivos da entidade; </li></ul><ul><li>promover cursos periódicos no âmbito do interesse dos seus associados que possibilitem o aprimoramento e atualização da Educação em Engenharia. </li></ul>
  • 4. Promover o intercâmbio com outras Entidades/Associações de engenharia, a nível nacional e internacional, com os Ministérios e órgãos vinculados ao ensino, Atribuições e Exercício Profissional de Engenharia, na busca de uma efetiva troca de experiências e conhecimentos, cooperando no planejamento do desenvolvimento do ensino de engenharia e coordenando informações e levantando dados sobre o mercado de trabalho e as necessidades imediatas e futuras do país. Atividades
  • 5. Escolas de Engenharia a partir de 1950 Até 1960: 80% das Escolas de Engenharia Públicas. Década de 50: criadas ~3 escolas a cada 2 anos Décadas 60/70: Criadas ~9 escolas a cada 2 anos. Privadas passam de 20% para mais de 50% do total de Escolas. Anos 80: “ Década perdida”. criadas 3 escolas a cada 2 anos Década de 90: criadas ~8 escolas / ano A partir de 2000: criadas ~25 escolas / ano. Privadas passam de 80% do total
  • 6. Crescimento do Nº de cursos de Engenharia 1933 1º Lei Profissão: 31 cursos 1945: fim 2ª guerra 1946: fim era Vargas 48 cursos Gov Juscelino: 56: 88 cursos 60: 99 cursos Lei 5194/66 Regula Profissão 146 cursos Res 218/73 Atividades Modalidades 235 cursos Res 48/76 Curric Min Res 50/76 Ênfases 261 cursos 1985 Nova Republica 381 cursos 1995: Gov FHC 1996: Nova LDB 525 cursos 1996/2008 96 cursos por ano 1966/1995 12 cursos/ano 33/66: 3,5 cursos /ano
  • 7. Crescimento do Nº de Cursos de Engenharia no Brasil Público X Privado Até 1946 + 90% Publ Público Privado 2008 Publ: ~35% Priv: ~65% 2005 Publ: ~40% Priv: ~60% 1998/1999 publ = priv 1995 Publ: ~55% Priv: ~45% 1946 a 1954 ~70% Publ 1956 a 1960 Era JK ~74% Publ 1966 a 1995 Publ ~65% a ~55%
  • 8. Crescimento do Nº de Cursos de Engenharia no Brasil Público X Privado
  • 9. Total de Engenheiros formados anualmente (2001 a 2007) Projeções: 2008  35.000 2009  38.000
  • 10. FONTE: matéria da Revista Veja de 11 de novembro de 2009 Mercado de Trabalho do Engenheiro
  • 11. Listagem das Modalidades (~50) TRADICIONAIS (15 / 766) Elétrica-224 Civil-220 Mecânica-130 Química-79 Industrial-37 Agrícola-23 Metalúrgica-13 Minas-13 Agrimensura-10 Cartográfica-6 Têxtil-5 Naval-3 Fundição-1 Geológica-1 Fortfic/Construção-1 NOVAS TECNOL (19 / 312) Computação-80 Controle Automação-66 Telecomunicações-47 Materiais-29 Petróleo-24 Mecatrônica-23 Eletrônica-17 Aeronáutica-5 Automação-5 Sistemas-4 Comunicações-2 Plásticos-2 Redes Comunicações-2 Aeroespacial-1 Computacional-1 Eletrotécnica-1 Física-1 Informação-1 Teleinformática-1 SAÚDE/AMBIENTAL (12 / 303) Ambiental-131 Alimentos-78 Florestal-44 Sanitária-15 Pesca-14 Bioprocessos-8 Energia -3 Hídrica-3 Bioenergética-2 Segurança-2 Bioengenharia-1 Bioquímica-1 Florestas Tropicais-1 GESTÃO (4 / 320) Produção-317 Agronegócios-1 Gestão-1 Processos de Produção-1
  • 12. Produção científica <ul><li>O Brasil implementou , nas últimas décadas, políticas para o desenvolvimento da capacidade de pesquisa científica nacional. </li></ul><ul><ul><li>Produção Científica : 1,8% da produção científica indexada mundial </li></ul></ul><ul><ul><li>Pós-Graduação em Engenharia:309 Programas com 440 cursos (Capes, 2008): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>136 Doutorados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>258 cursos de Mestrado Acadêmico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>46 Mestrados Profissionais </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Número de mestres e doutores( Capes, 2007); </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>~35000 mestres/ano </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>~11000 doutores/ ano </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>(~16% em engenharia) </li></ul></ul></ul>
  • 13. Políticas adotadas <ul><li>Nos últimos anos o País vem adotando iniciativas importantes para corrigir as distorções, fomentando a integração entre a academia e as empresas . </li></ul><ul><ul><ul><li>Reforma da Educação Superior (LDB, 1996) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretrizes Curriculares Nacionais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fundos Setoriais/ Fundo Verde e Amarelo (1999) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Plano Nacional de Pós-Graduação 2005-2010 (2004) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (2004) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lei da Inovação (2004/2005) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lei do Bem (2005) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>iNova Engenharia (2005) </li></ul></ul></ul>
  • 14. Inovação e desenvolvimento <ul><li>No mesmo período, junto com o apoio à pesquisa , o Brasil não adotou políticas voltadas a promover a transformação do conhecimento científico gerado em inovações capazes de gerar riqueza para o País. </li></ul><ul><ul><li>Patentes: 0,06% das patentes depositadas pelo mundo no escritório americano de patentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>23 % de cientistas brasileiros (menos de 20 mil) desenvolvem pesquisas em laboratórios industriais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Coréia do Sul – 54% (94 mil) </li></ul></ul><ul><ul><li>Estados Unidos – 80% ( 790 mil) </li></ul></ul>
  • 15. Leis de Incentivo à Inovação no Brasil Lei nº 10.973/2004 Art. 1 o Esta Lei estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do País, nos termos dos arts. 218 e 219 da Constituição. Art. 3o A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e as respectivas agências de fomento poderão estimular e apoiar a constituição de alianças estratégicas e o desenvolvimento de projetos de cooperação envolvendo empresas nacionais, ICT e organizações de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa e desenvolvimento, que objetivem a geração de produtos e processos inovadores. Dez estados brasileiros já possuem suas Leis da Inovação
  • 16. Políticas adotadas <ul><ul><li>iNOVA Engenharia - – propostas para a modernização da educação em engenharia no Brasil (CNI, SENAI,IEL, ABENGE,CNPq, Capes, FINEP, outros) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Editais FINEP 2005: 40 milhões de reais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Propostas de integração dos cursos de engenharia com ensino médio </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Propostas de Laboratórios de Inovação – IES de engenharia e empresas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Propostas 2008 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Programa para Capacitação de Docentes para Cursos de Engenharia – CAPDOCENG </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>BrasilTEC – Governo, Industria, Centros Geradores de Conhecimento, Sociedade em Geral </li></ul></ul></ul></ul>
  • 17. Alguns Resultados Fonte: www.anprotec.org.br Crescimento acelerado do número de Incubadoras e Parques
  • 18. Alguns Resultados Parques Tecnológicos: 74 25 em operação 17 em implantação 32 em projeto 520 empresas Receita ca. R$ 1,7 bi/ano <ul><li>33 mil empregos diretos </li></ul><ul><ul><li>Alta qualificação </li></ul></ul><ul><li>Investimento acumulado </li></ul><ul><ul><li>R$ 430 mi, que inclui </li></ul></ul>Impostos gerados R$ 400 mi/ano 1/3 finalistas Prêmio FINEP 2004‐2007
  • 19. Distribuição das Incubadoras e Parques Fonte: www.anprotec.org.br
  • 20. Números em 2007 ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologia Avançada ~400 incubadoras com 6300 empresas vinculadas (2800 incubadas, 2000 associadas, 1500 graduadas) >40% dos colaboradores com nível superior 64% de municípios com menos de 1 milhão e mais de 300 mil hab. de hab. possuem uma incubadora e/ou parque >40 Parques em desenvolvimento (incubadoras +parques) 33000 postos de trabalho direto 73% das incubadoras ligadas a uma universidade 40% de universidades públicas 10 Parques Tecnológicos em operação Fonte: www.anprotec.org.br Taxa de mortalidade das empresas < 20% Todos os Municípios com mais de 1 milhão de habitantes possuem uma incubadora e/ou parque
  • 21. Programas Universitários sobre Educação Empreendedora <ul><li>Disciplinas de empreendedorismo </li></ul><ul><li>Empresa Júnior </li></ul><ul><li>Programa Baja/Brasil </li></ul><ul><li>Programa Eficiência Energética </li></ul><ul><li>Desafio SEBRAE </li></ul><ul><li>Junior Achievement </li></ul><ul><li>Hotel de projetos </li></ul><ul><li>Escola de empreendedores </li></ul><ul><li>Semanas Acadêmicas </li></ul><ul><li>Crea Juniors </li></ul>
  • 22. Equipe do Brasil <ul><li>Conselho Executivo: </li></ul><ul><li>João Sérgio Cordeiro – Universidade Federal de São Carlos </li></ul><ul><li>Sílvia Costa Dutra – Universidade do Vale do Rio dos Sinos </li></ul><ul><li>Equipe Técnica: </li></ul><ul><li>Nilza Luiza Venturini Zampieri – Universidade Federal de Santa Maria – Coordenadora do Brasil </li></ul><ul><li>Vanderli Fava de Oliveira – Universidade Federal de Juiz de Fora </li></ul><ul><li>Luiz Paulo Mendonça Brandão – Instituto Militar de Engenharia </li></ul><ul><li>Benedito Guimarães Aguiar Neto – Universidade Federal de Campina Grande </li></ul><ul><li>Carlos Eduardo Negrão Bizzotto – Universidade Regional de Blumenau </li></ul><ul><li>Marcondes Moreira de Araujo – Ministério da Ciência e Tecnologia </li></ul>
  • 23. Parcerias Estratégicas

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