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Nee e respostas educativas
 

Nee e respostas educativas

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  • Hoje em dia vivemos numa sociedade de trabalho exaustivo e frenético, fazemos tudo e mais alguma coisa, andamos sempre a correr de um lado para o outro, mas precisamos de romper com o ciclo da invisibilidade e de nos ir lembrando que há pessoas que não andam, não vêem, não ouvem, não falam, não caminham ou simplesmente não se mexem e que podem estar sozinhas a precisar de um simples sorriso. Por isso:
    1- NUNCA se esqueça que essas pessoas existem e têm direitos e deveres como todos os cidadãos!
    2- Respeite suas particularidades, potenciais e formas de se relacionar no mundo.
    3- Trate-as com naturalidade na medida das suas diferenças.
    4- Não as discrimine nem as idolatre. As pessoas com deficiência não são heroínas e nem coitadinhas.
    5- Lute pela inclusão dessas pessoas, e não pelo assistencialismo caridoso e totalmente ineficaz.
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  • A Educação Especial inserem-se todos os alunos que, quer por deficiência física, motora ou mental, ou por problemas cognitivos e de aprendizagem, não conseguem acompanhar o ensino regular e por isso têm que ter uma “Educação Especial”, sendo inseridos nas Necessidades Educativas Especiais.
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  • É exatamente isto! Bom trabalho
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  • fantástica síntese e clarificação do Dec.Lei 3/2008. Todos os parceiros na elaboração de um PEI deveriam consultar este documento.
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    Nee e respostas educativas Nee e respostas educativas Presentation Transcript

    • Educação Especial, AGP 2010
    • REFERENCIAÇÃO E AVALIAÇÃO DECRIANÇAS/JOVENS COM NEE
    • O que são Necessidades Educativas Especiais?Uma criança tem necessidades educativas especiais quando a sua problemática nãolhe permite atingir, da mesma forma que os outros, aquilo que lhe é ensinadonormalmente na escola ou jardim-de-infância.Podem tratar-se de dificuldades/ problemas:• apenas numa área da aprendizagem ou em todas as áreas;• com início precoce e detectáveis logo no princípio da escolaridade ou até antes, oucom início mais tardio;• contínuas e de evolução crónica (NEE Permanentes) ou situações surgidas em certomomento, como reacção a uma situação perturbadora vivida pela criança (NEETemporárias);• associadas ou não a outros problemas psicológicos, problemas familiares ou problemassociais;• com uma inteligência normal (como é o caso nas dificuldades específicas daaprendizagem) ou associadas a uma deficiência mental;• com graus de dificuldade muito variados, desde problemas de desenvolvimentograves e que se detectam precocemente, até dificuldades ligeiras que só sereconhecem tardiamente e interferem pouco no percurso escolar da criança.
    • O que são Necessidades Educativas Especiais? Quais as causas das NEE’s?São muito variadas e podem associar-se entre si:• Deficiência mental de grau variado (as deficiências ligeiras são muitas vezes sódetectadas após o início da escolaridade).• Atrasos de linguagem ou problemas de articulação.• Dificuldades específicas de aprendizagem, limitadas a uma só área: a leitura (dislexia),a escrita (disgrafia e disortografia) ou o cálculo (discalculia). Estas situações estão ligadasa problemas do funcionamento do sistema nervoso e existe muitas vezes uma tendênciafamiliar para o seu aparecimento.• Problemas emocionais e do comportamento, por exemplo um bloqueio intelectualcausado por ansiedade ou depressão ou uma perturbação de hiperactividade queimpede a criança de se concentrar e realizar as tarefas.• Problemas familiares que perturbam a criança e interferem na sua disponibilidade paraa aprendizagem.• Problemas sócio-culturais com pertencer a uma cultura diferente, a um grupo étnicominoritário, a um meio social adverso.• Problemas de visão ou audição que, se são ligeiros, podem ter passado despercebidosaté então.
    • PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAISIdentificar no seio do grupo/ turma as crianças que apresentam possíveis necessidades educativas especiais Avaliação abrangente e fundamentada Observação Avaliação diagnóstica Recolha de informação relevante Conhecimento das características das fases de desenvolvimento infantil e dos sinais de alerta
    • IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS COM PROBLEMAS DE DESENVOLVIMENTOApresentam alterações no desenvolvimento considerado esperado para a suaidade cronológica, em várias áreas: Comunicação/ linguagem/ fala; Aprendizagem (leitura, escrita, cálculo, promoção cognitiva,…); Mobilidade (motricidade global e motricidade fina); Autonomia/ independência pessoal; Auto-cuidados (higiene, vestuário, alimentação); Relacionamento interpessoal/ socialização/ comportamento.
    • IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS COM PROBLEMAS DE DESENVOLVIMENTO SINAIS DE ALERTA * Aos 3 anos de idade:• Anda sistematicamente em pontas.• Mantém flapping dos braços quando excitado. Este comportamento pode ser normal até esta idade,desde que seja isolado e não associado a outras estereotipias, mas deve desaparecer a partir dos trêsanos.• Não parece compreender o que lhe dizem, não junta duas palavras.• Não usa funcionalmente os objectos e não tenta fazer algo construtivo ou criativo.• Não tenta interagir com os outros, não socializa, não mostra, não partilha, não pede.• Não usa o gesto como suporte da comunicação no caso de dificuldades na expressão verbal.• Não mostra autonomia em vestir-se, em alimentar-se e na sua higiene.• Não faz comparações, não mostra noção de tamanho ou forma, não seria por cores ou dimensão.* NOTA: estes indicadores surgem cumulativamente, podendo apresentar três ou mais com diferentes graus de gravidade
    • IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS COM PROBLEMAS DE DESENVOLVIMENTO Dos 4 aos 6 anos de idade:• Hiperactivo e agitado, ou distraído e com dificuldades de concentração, que não vai melhorando aolongo deste período (podem ser indicadores de Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção, senão houver um aumento progressivo do tempo de atenção).• Comportamento muito difícil, opositivo e desafiante que não é controlável pelos pais.• Problemas de interacção social, associados ou não a comportamentos repetitivos e estereotipados edificuldades na comunicação e empatia (podem ser sinal de Perturbação do Espectro do Autismo ouSíndrome de Asperger).• Linguagem incompreensível aos quatro anos, não conseguindo descrever uma figura, ou comsubstituições fonéticas e erros articulatórios presentes aos cinco ou seis anos (necessitam avaliação eintervenção).• Com dificuldade na aprendizagem das letras ou que na escola (aos sete anos) não aprende a ler (podeter uma Dislexia).• Suspeita de défices auditivos e visuais mais ligeiros que devem sempre ser vigiados e detectados,sobretudo em crianças com problemas do desenvolvimento.• Problemas de equilíbrio, motricidade (global e fina) pouco desenvolvida.• Problemas na orientação espacial e temporal.• Não mostra autonomia em vestir-se, em alimentar-se e na sua higiene.• Por volta dos 5 anos não faz contagens pelo menos até 15.• Por volta dos 6 anos não reconhece números nem letras, nem conhece o seu primeiro nome.• Muita dificuldade em compreender e aplicar conceitos como: ordenação, seriação, formação deconjuntos, tamanho, dimensão, forma.• Não compreender o jogo simbólico.
    • SINAIS DE ALERTA * Crianças em idade escolar: Comunicação/ linguagem/ fala:• Linguagem incompreensível, com substituições fonéticas e erros articulatórios presentes aos cinco ouseis anos (necessitam avaliação e intervenção).• Ao longo do percurso escolar os problemas persistem: vocabulário pobre e erros de concordância quenão deveriam acontecer na sua idade, discurso pouco coerente ou mal estruturado; Aprendizagem (leitura, escrita, cálculo, promoção cognitiva,…):• Dificuldade em compreender o que lhe é dito ou em lembrar o que lhe acabaram de dizer;• Dificuldade em ler, escrever e fazer números e contas quando as outras crianças da mesma idade já oconseguem fazer (pode ser indicador de Perturbação Específica de Aprendizagem);• Dificuldade em distinguir a esquerda da direita, trocar a ordem de letras, palavras e números ouescrevê-los “em espelho”;• Dificuldade em coordenar os movimentos por exemplo a correr, a andar, a apertar os botões ou a ataros sapatos; perder com frequência material escolar ou outros objectos;• Dificuldade em compreender conceitos de tempo (como ontem, hoje e amanhã) ou de espaço (aqui,acolá; à frente/ atrás,…);• Muita dificuldade em compreender e aplicar conceitos como: ordenação, seriação, formação deconjuntos, tamanho, dimensão, forma.• Não compreender o jogo simbólico.* NOTA: estes indicadores surgem cumulativamente, podendo apresentar três ou mais com diferentes graus de gravidade
    • SINAIS DE ALERTA * Crianças em idade escolar: Mobilidade (motricidade global e motricidade fina):• Problemas de equilíbrio;• Motricidade (global e fina) pouco desenvolvida: dificuldade em correr, saltar, pontapear uma bola,pintar dentro de contornos, fazer grafismos,…; Autonomia/ independência pessoal:• Excessiva dependência das figuras cuidadoras em tarefas que são apropriadas à sua idade, como porexemplo: Responsabilidade pela sua higiene pessoal; Fazer os trabalhos de casa; Saber que tem de estudar para um teste; Saber dar um recado; Saber fazer a cama; Pôr a mesa;• Dificuldade em realizar as tarefas escolares sem o acompanhamento/ orientação constante de umadulto;• Dificuldade em gerir as rotinas diárias (não tem noção temporal, não reconhece a sequência dasactividades diárias, não gere o tempo de realização das actividades,…)
    • SINAIS DE ALERTA *Crianças em idade escolar: Auto-cuidados (higiene, vestuário, alimentação):• Não mostra autonomia em vestir-se, em alimentar-se e na sua higiene; Relacionamento interpessoal/ socialização/ comportamento:• Hiperactivo e agitado, ou distraído e com dificuldades de concentração, que não vai melhorando aolongo deste período (podem ser indicadores de Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção,se não houver um aumento progressivo do tempo de atenção);• Comportamento muito difícil, opositivo e desafiante que não é controlável pelos adultos;• Problemas de interacção social, associados ou não a comportamentos repetitivos e estereotipados edificuldades na comunicação e empatia (podem ser sinal de Perturbação do Espectro do Autismo ouSíndrome de Asperger).
    • PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS OBSERVAÇÃO DIRECTA E Registo dos comportamentos; INDIRECTA Registo dos incidentes significativos;Educador/ docente titular de turma  Análise processual (relatórios, percurso escolar, RECOLHA DE antecedentes familiares,…); INFORMAÇÃO RELEVANTE  Entrevista informal aos pais/ encarregados de educação (antecedentes familiares, problemas àEducador/ docente titular de turma nascença,…);  Avaliação dos desempenhos académicos e AVALIAÇÃO sociais através do uso de instrumentos e técnicas DIAGNÓSTICA formais e informais.Educador/ docente titular de turma  A avaliação tem como objectivo a recolha de AVALIAÇÃO informações que permita: PEDAGÓGICA - verificar se se está perante uma situação de ESPECIALIZADA necessidades educativas especiais; - sugerir qual o encaminhamento mais adequado;Docente de Educação Especial
    • PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAISConfirmação das alterações no Solicitar uma avaliação especializada:desenvolvimento/ dificuldades dacriança/ aluno Encaminhamento para a Consulta deCrianças com perturbação do Desenvolvimento:desenvolvimento psico-motor, (A Consulta de Desenvolvimento tem como objectivocomportamental e emocional avaliar e orientar terapêutica e educacionalmente os recém-nascidos, crianças e adolescentes com perturbação de desenvolvimento.)Crianças com problemas dedesenvolvimento e dificuldades Encaminhamento para os SPOde aprendizagemCrianças com problemas dedesenvolvimento ao nível da Encaminhamento para a Terapia da Falacomunicação/ linguagem/ fala edeglutiçãoCrianças com indícios denecessidades educativas Referenciaçãoespeciais permanentes
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Em que consiste?  A referenciação consiste na comunicação/ formalização de situações que possam indiciar a existência de necessidades educativas especiais de carácter permanente.  Em termos gerais, a referenciação deve espelhar o conjunto de preocupações relativas à criança ou jovem referenciado. Quem pode fazer? Pais/ Educador/ Conselho de Órgão de Técnicos queencarregados docente titular Turma/ director Gestão do intervêm com ade educação de turma de turma Agrupamento criança/ jovem
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Como?A referenciação é feita aos Órgãos de Gestão do Agrupamento, mediante opreenchimento de um documento (formulário de referenciação) onde se explicitemas razões que levaram a referenciar a situação e se anexe toda a documentação(relatórios pedagógico, médico, psicológico, se existirem) considerada relevantepara o processo de avaliação.Processo de AvaliaçãoO Órgão de Gestão solicita ao Grupo de Educação Especial e ao Serviço dePsicologia e Orientação um relatório técnico-pedagógico conjunto, com oscontributos dos restantes intervenientes no processo, onde sejam identificadas, noscasos em que tal se justifique, as razões que determinam as necessidades educativasespeciais do aluno e a sua tipologia, designadamente as condições de saúde,doença ou incapacidade (avaliação por referência à CIF)
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Fases do Processo de Avaliação1. Realização de uma reunião prévia entre a psicóloga dos SPO e o (s) docente (s) deeducação especial designado (s) para a avaliação a fim de analisarem o formuláriode referenciação e o processo individual do aluno;2. Realização de reuniões de trabalho entre os intervenientes no processo, paralevantamento das potencialidades e dificuldades do aluno que justificaram a suareferenciação:  no pré-escolar e 1º ciclo: reunião entre docente titular de turma, docente (s) deeducação especial, psicóloga dos SPO, outros técnicos (terapeuta da fala,…);  nos 2º e 3º ciclos: reunião entre conselho de turma, docente (s) de educaçãoespecial, psicóloga dos SPO, outros técnicos (terapeuta da fala,…);3. Realização de uma reunião entre o (s) docente de educação especial e apsicóloga dos SPO para preenchimento de uma cheeklist, com base na avaliação porreferência à Classificação Internacional de Funcionalidade, e elaboração do relatóriotécnico-pedagógico (assinado apenas pelo docente de educação especial,psicóloga dos SPO e terapeuta da fala).
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Tomada de decisão Relatório técnico-pedagógicoSe for um caso de NEEP Se não for um caso de NEEP Aplicação do encaminhamento do aluno para os apoios disponibilizados pela escola queDecreto-Lei nº 03/ 08, melhor se adeqúem à sua condição específica. de 7 de Janeiro
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Aluno com NEEP Aluno sem NEEP Educação Especial Outros Apoios Educativos DL nº 3/2008 de 7 Janeiro Alunos com NEE de carácter permanente Alunos com NEE de carácter temporário Problemas de baixa frequência Problemas de alta frequência e alta-intensidade e baixa-intensidadeMaioria dos problemas têm uma etiologia Geralmente são alunos que chegam à escolabiológica, inata ou congénita (surdez, cegueira, pouco familiarizados com competências eautismo, paralisia cerebral, Síndrome Down, défice requisitos associados aos padrões culturaiscognitivo,...) exigidos pela educação formal Na Escola Na Escola Exigem mais recursos e meios adicionais para Necessitam de uma pedagogia diferenciada, apoiar as NEE (medidas educativas, DEE, ajudas propostas curriculares alternativas (PCA, CEF,…) técnicas,…)Prevalência baixa (cerca de 1,8% da população escolar) Prevalência elevada
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃO Elaboração do Programa Educativo Individual- Na educação pré-escolar e no 1º ciclo, é feito, conjuntamente e obrigatoriamente,pelo docente do grupo ou turma, pelo docente de educação especial, pelosencarregados de educação e sempre que se considere necessário por outrostécnicos envolvidos na avaliação (psicóloga, médicos, terapeutas), sendo submetidoà aprovação do conselho pedagógico e homologado pelo Órgão de Gestão.- Nos 2º e 3º ciclos e no ensino secundário, é feito, conjuntamente eobrigatoriamente, pelo director de turma, pelo docente de educação especial, pelosencarregados de educação e sempre que se considere necessário por outrostécnicos envolvidos na avaliação (psicóloga, médicos, terapeutas), sendo submetidoà aprovação do conselho pedagógico e homologado pelo Órgão de Gestão. Coordenação do PEI- O coordenador do PEI é o educador/ docente titular do grupo-turma/ diretor deturma.
    • PROCESSO DE REFERENCIAÇÃOAcompanhamento e avaliação do PEIO PEI deve ser revisto a qualquer momento e, obrigatoriamente, no final de cadanível de educação e ensino e no fim de cada ciclo do ensino básico.A avaliação da implementação das medidas educativas deve assumir carácter decontinuidade, sendo obrigatória pelo menos em cada um dos momentos deavaliação sumativa interna da escola.No final de cada ano lectivo deve ser elaborado um relatório circunstanciado dosresultados obtidos pelo aluno com a aplicação do PEI. Deve explicitar a existência danecessidade de o aluno continuar a beneficiar das medidas de apoio, proporalterações necessárias ao PEI e é parte integrante do processo individual do aluno,devendo ser anexado ao PEI.Este relatório é elaborado, conjuntamente, pelo docente titular do grupo-turma/director de turma, pelo docente de educação especial, pelo psicólogo e pelosdocentes e técnicos que acompanham o desenvolvimento do processo educativodo aluno.
    • NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS E RESPOSTAS EDUCATIVASApresentação sumária do Decreto-Lei nº 3/ 2008, de 7 de Janeiro
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRODefine os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinosbásico e secundário;Visa a criação de condições para a adequação do processo educativo àsnecessidades educativas dos alunos com deficiências ou incapacidades;Define como objectivos da educação especial a inclusão educativa e social, o acessoe o sucesso educativos, a autonomia, a estabilidade emocional, bem como apromoção da igualdade de oportunidades, a preparação para o prosseguimento deestudos ou para uma adequada preparação para a vida profissional;
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIROCircunscreve a população alvo da educação especial aos alunos com limitaçõessignificativas ao nível da actividade e participação num ou vários domíniosde vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácterpermanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível dacomunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, dorelacionamento interpessoal e da participação social.Estabelece o Programa Educativo Individual (PEI), o qual fixa e fundamenta osapoios especializados e as formas de avaliação.Introduz o Plano Individual de Transição (PIT) no caso dos jovens cujasnecessidades educativas os impeçam de adquirir as aprendizagens e competênciasdefinidas no currículo comum.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRODefine o serviço docente e não docente em Educação Especial, delimitando ascompetências dos docentes de Educação Especial.Prevê a criação de uma rede de escolas de referência para o ensino bilingue dealunos surdos e de uma rede de escolas de referência para o ensino de alunos cegose com baixa visão, definindo as suas funções.Prevê a possibilidade de criação de unidades de ensino estruturado para aeducação de alunos com perturbações do espectro do autismo e de unidades deapoio especializado para a educação de alunos com multideficiência e surdocegueiracongénita.Prevê a possibilidade de os agrupamentos desenvolverem parcerias com instituiçõesparticulares de solidariedade social e com centros de recursos especializados.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIROEstabelece como medidas educativas de educação especial: a) apoio pedagógico personalizado (artº 17º); O reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos níveis da organização, do espaço e das actividades O estímulo e reforço das Apoio prestado pelo educador de infância, competências e aptidões pelo professor da turma ou de disciplina envolvidas na aprendizagem A antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos leccionados no seio do grupo ou da turma Apoio prestado pelo educador de infância, O reforço e desenvolvimento pelo professor da turma ou de disciplina de competências específicas ou professor de educação especial
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO a) apoio pedagógico personalizado (artº 17º); O reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos níveis da organização, do espaço e das actividades (pelo docente titular de turma/ pelos docentes das disciplinas) Ao nível da organização:- O aluno deve ser integrado numa turma reduzida para que lhe seja efectivamente proporcionado um apoio pedagógicopersonalizado, condição para alcançar o sucesso escolar desejado. Ao nível do espaço:- Na sala de aula o aluno deve ocupar um lugar que lhe permita boa audição e visualização do quadro facilitador daatenção/concentração, preferencialmente, na primeira fila, próximo do professor e longe da janela, ou seja, em localonde ele tenha menor probabilidade de se distrair. Ao nível das actividades: Pedagogia diferenciada na sala de aula:- Elaboração de materiais específicos que ajudem o aluno a superar as suas dificuldades;- Adequação das actividades ao ritmo/ estilo de aprendizagem do aluno;- Organização de diferentes modalidades de trabalho (individual, pequeno grupo, pares), de acordo com ascaracterísticas dos alunos;- Maior frequência das interacções verbais;- Valorização do espírito de iniciativa;- Valorização da participação empenhada na realização das tarefas propostas nas aulas;- Valorização e incentivo do trabalho de casa;- Reforço positivo;- Esclarecimento de dúvidas.- Acompanhamento/ apoio individualizado na realização de testes;- Estabelecer sempre de forma clara os critérios e objectivos dos trabalhos, verificando se o aluno compreendeu e se nãoexistem dúvidas.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO a) apoio pedagógico personalizado (artº 17º); O estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas na aprendizagem (pelo docente titular de turma/ pelos docentes das disciplinas)- Realização de actividades de leitura extra-aula;- Biblioteca de turma com ajuda, por parte do professor, na escolha de obras da biblioteca escolar, decomplexidade progressiva;- Realização de actividades de escrita variada;- Controle da organização do caderno diário;- Fazer exercícios de estimulação da atenção/ concentração e da memória; a) apoio pedagógico personalizado (artº 17º); A antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos leccionados no seio do grupo ou da turma (pelo docente titular de turma/ pelos docentes das disciplinas)Este item pode ser trabalhado nas aulas de Estudo Acompanhado/ Apoio ao Estudo, incidindo nasdisciplinas em que o aluno revele mais dificuldades.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO a) apoio pedagógico personalizado (artº 17º); O reforço e desenvolvimento de competências específicas (pelo docente de educação especial)- Competências específicas ao nível: Da Promoção Cognitiva; Do Desenvolvimento Psicomotor (ex.: lateralidade, esquema corporal, organização temporal e espacial,…); Da Motricidade (Global e Fina); Da Leitura e da Escrita (ex.: competências fonológicas, correspondência grafema↔fonema, competências deortografia,…); Da Linguagem/ Comunicação (ex.: Sistema Alternativo/ Aumentativo de Comunicação,…); Da Socialização e Interacção Pessoal (ex.: competências de relação interpessoal, identificação e gestão dasemoções, …); Da Independência Pessoal/ Autonomia (Alimentação, Higiene, Vestuário, Vida diária); De Métodos de Estudo (ex.: métodos e técnicas de estudo, gestão do tempo de estudo, estruturação ememorização dos conteúdos leccionados).
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO b) Adequações curriculares individuais (artº 18º); Têm como padrão o currículo comum e não põem em causa a aquisição das competências terminais de ciclo/ as competências essenciais das disciplinas Podem consistir na introdução de áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum (ex.: braille) A adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue Introdução de objectivos e conteúdos intermédios em função das competências terminais de ciclo ou de curso Dispensa das actividades que se revelem de difícil execução em função da incapacidade do aluno e quando o recurso a tecnologias de apoio não é suficiente para colmatar as necessidades educativas
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO b) Adequações curriculares individuais (artº 18º); Introdução de objectivos e conteúdos intermédiosEste item pode ser aplicado das seguintes maneiras:- Introdução de conteúdos e objectivos de anos anteriores que sirvam como pré-requisitos para osconteúdos/ objectivos actuais, e que ainda não tenham sido adquiridos;- Subdividir um objectivo ou conteúdo, de modo a facilitar a aprendizagem faseada; b) Adequações curriculares individuais (artº 18º); Introdução de áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comumAs adequações curriculares podem consistir na introdução de áreas curriculares específicas que nãofaçam parte da estrutura curricular comum, nomeadamente leitura e escrita em Braille, orientação emobilidade; treino de visão e a actividade motora adaptada, entre outras.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO b) Adequações curriculares individuais (artº 18º); A adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingueA adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue consiste na introdução de áreascurriculares específicas para a primeira língua (L1), segunda língua (L2) e terceira língua (L3):a) A língua gestual portuguesa (L1), do pré-escolar ao ensino secundário;b) O português segunda língua (L2) do pré-escolar ao ensino secundário;c) A introdução de uma língua estrangeira escrita (L3) do 3.º ciclo do ensino básico ao ensinosecundário. b) Adequações curriculares individuais (artº 18º); Dispensa de actividades que se revelem de impossível execução em função da incapacidade do alunoAs adequações curriculares individuais podem traduzir-se na dispensa das actividades que se revelem dedifícil execução em função da incapacidade do aluno, só sendo aplicáveis quando se verifique que orecurso a tecnologias de apoio não é suficiente para colmatar as necessidades educativas resultantes daincapacidade.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO c) Adequações no processo de matrícula (artº 19º); Os alunos com NEE’s gozam de condições especiais de matrícula, podendo frequentar a escola independentemente da sua área de residência Podem beneficiar de adiamento da matrícula no 1º ano de escolaridade obrigatória, por um ano, não renovável Nos 2º e 3º ciclos e no ensino secundário a matrícula pode ser feita por disciplinas, desde que assegurada a sequencialidade do regime educativo comum Os alunos surdos, cegos ou com baixa visão, com perturbações do espectro do autismo e com multideficiência podem matricular-se em escolas com unidades especializadas de referência, independentemente da sua área de residência
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO d) Adequações no processo de avaliação(artº 20º); As adequações podem consistir: - na alteração do tipo de provas; - na alteração dos instrumentos de avaliação e certificação; - na alteração à forma e meio de comunicação; - na alteração à periodicidade, duração e local das provas Os alunos com currículo específico individual não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar nem ao processo de avaliação do regime comum
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO d) Adequações no processo de avaliação(artº 20º); - alteração do tipo de provas; Realização de fichas/ testes diferenciados, adequados ao seu nível de competências. Reduzir o número de questões ou simplificar a terminologia ou conceitos. Nas fichas, os textos apresentados poderão ser numerados de cinco em cinco linhas, na margemesquerda e os números deverão estar ligeiramente afastados do texto; as questões deverão fazerreferência à linha ou às linhas a reler para encontrar ou auxiliar a resposta à questão. Sempre que possível, as fichas deverão ter questões de escolha múltipla, exercícios decorrespondência ou exercícios de preenchimento de lacunas, questões de resposta curta. As questões formuladas deverão ser de estrutura familiar (anteriormente trabalhadas nas aulas eutilizadas nas fichas formativas). Nas produções textuais, deve limitar-se o número de linhas e/ ou fornecer uma lista de palavras e/ou expressões de enriquecimento vocabular.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO d) Adequações no processo de avaliação(artº 20º); - alteração dos instrumentos de avaliação e certificação; Modificar a graduação de avaliação ou avaliar segundo outros parâmetros. Maior peso da avaliação prática em detrimento da avaliação escrita (ex.: o aluno pode não realizarfichas/ testes escritos). Maior peso da avaliação formativa, realçando as aquisições efectuadas (ex.: valorização dascompetências que o aluno vai adquirindo). Não penalização dos erros ortográficos, de construção frásica e sintáctica, de pontuação ocorridosem virtude de o aluno ser portador de Perturbação Específica da Linguagem (dislexia, disortografia,disgrafia). Não penalização dos erros de procedimentos matemáticos (troca de sinais, algarismos…) ocorridosem virtude do aluno ser portador de Perturbação Específica da Linguagem (discalculia). Privilegiar a evolução do seu comportamento adaptativo escolar. No final de cada período a avaliação é quantitativa, de acordo com os critérios aprovados emConselho Pedagógico.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO d) Adequações no processo de avaliação(artº 20º); - alteração à forma e meio de comunicação; Valorização da oralidade. Deverá ser dada ênfase às actividades de desenvolvimento da linguagem oral e escrita. Dar ao aluno a oportunidade de lhe lerem o teste/ ficha ou de o aluno poder preparar o textopreviamente à resolução da ficha/ teste. Simplificar as orientações escritas, reduzindo as palavras e numerando os passos da tarefa. Os professores deverão supervisionar a compreensão das questões por parte do aluno. Utilização do reforço positivo e estimular para a realização de trabalho autónomo.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO d) Adequações no processo de avaliação(artº 20º); - alteração à periodicidade, duração e local das provas; Maior periodicidade na recolha de elementos de avaliação; Permitir que o aluno realize as fichas/ testes num grupo reduzido ou noutro local (sala de apoio); Permitir que o aluno realize as fichas/ testes por um período mais longo de tempo; Permitir que o aluno realize novamente a mesma ficha, dando-lhe a oportunidade de melhorar osresultados. Permitir mais tempo para a conclusão das tarefas.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO e) currículo específico individual (artº 21º); Substitui as competências definidas para cada nível de educação e ensino Pressupõe alterações significativas no currículo comum: - introdução, substituição e/ ou eliminação de objectivos e conteúdos Inclui conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social do aluno Dá prioridade ao desenvolvimento de actividades de cariz funcional centradas nos contextos de vida, à comunicação e à organização do processo de transição para a vida pós-escolar
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO e) currículo específico individual (artº 21º); REGIME DE AVALIAÇÃO- Os alunos que seguem um currículo específico individual estão sujeitos a critérios de avaliaçãodiferentes dos restantes alunos do ensino básico.- A avaliação destes alunos deverá ser feita numa perspectiva de controlo da evolução dasaprendizagens e das aquisições funcionais que forem sendo adquiridas, tentando promover umaorientação clara quanto ao desenvolvimento do currículo e do percurso escolar dos alunos.- Relativamente às provas de aferição e às provas de exame, estes alunos não as realizam.- Os alunos são avaliados formativamente ao longo do ano lectivo, utilizando-se para o efeito todosos recursos que os docentes considerem úteis.- No final de cada período lectivo será feita uma avaliação das competências inscritas no respectivoCurrículo Específico Individual. Será ainda elaborada uma apreciação descritiva dos alunos focando oaproveitamento, o comportamento, a assiduidade e pontualidade e o empenhamento.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO e) currículo específico individual (artº 21º); REGIME DE AVALIAÇÃO Para os alunos do pré-escolar, a avaliação será qualitativa e acompanhada de uma síntesedescritiva nas áreas de aprendizagem previstas no PEI; esta avaliação é feita conjuntamente pelodocente de educação especial e o educador titular de turma. Para os alunos do 1º ciclo, a avaliação será qualitativa e acompanhada de uma síntese descritivanas disciplinas/ áreas curriculares previstas no PEI; esta avaliação é feita conjuntamente pelo docente deeducação especial e o docente titular de turma. Para os alunos dos 2º e 3º ciclos, a avaliação será quantitativa nas áreas curriculares e qualitativanas áreas curriculares não disciplinares (Área de Projecto e Formação Cívica) previstas no PEI,acompanhadas de uma síntese descritiva; esta avaliação é feita conjuntamente pelo docente deeducação especial e os docentes responsáveis pelas áreas que o aluno frequenta. Para todos os alunos, a avaliação será qualitativa e acompanhada de uma síntese descritiva emtodas as áreas curriculares (que não fazem parte da estrutura curricular comum) de que o alunobeneficia, previstos no PEI; esta avaliação é feita pelo docente de educação especial e por técnicos/docentes responsáveis pelos vários apoios que o aluno frequenta. Para os alunos que frequentam uma área pré-profissional (Instituições/ Escola), a avaliaçãoserá feita mediante o preenchimento de uma grelha de competências definidas no início do ano lectivo;este preenchimento é feito conjuntamente pelo docente de educação especial e o técnico responsávelpelo acompanhamento do aluno.
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIRO f) Tecnologias de apoio (artº 22º); Dispositivos facilitadores (adaptados ou não) que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno Manuais/ livros/ Equipamento Software didácticomateriais impressos informático/ máquina de escrever Sistema alternativo e aumentativo de Aparelho auditivo/ Cadeira de rodas comunicação óculos/ lupa
    • APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO DECRETO-LEI Nº 3/ 2008, DE 7 DE JANEIROdocentes de educação especial (artº 28º) Reforço e desenvolvimento de competências específicas Áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum (ex.: braille) Adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue Desenvolvimento de conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social do aluno, de actividades de cariz funcional centradas nos contextos de vida, a comunicação e a organização do processo de transição para a vida pós-escolar Apoio à utilização de materiais didácticos adaptados e tecnologias de apoio Orientar e assegurar o desenvolvimento dos currículos específicos individuais
    • Consulta bibliográfica:- Decreto-Lei nº 3/ 08, de 7 de Janeiro;- Mónica Pinto, Vigilância do desenvolvimento psicomotor e sinais dealarme, s.d.- http://www.insight.pt/desenvolvimentocriancas.htm
    • “Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração.O essencial é invisível para os olhos.” O Pequeno Príncipe, Antoine de Sant-Exupéry Obrigada pela vossa atenção!