Fotos Das Feiras De BeléM

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Este trabalho desenvolvido pelos acadêmicos mostra fotos de algumas feiras da grande Belém, bem como, juntamente, com as fotos um texto explicativo mostrando nuançes da cultura paraense, no que diz respeito a lugares turisticos e gastronomia.

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Fotos Das Feiras De BeléM

  1. 1. <ul><li>EDEMIR </li></ul><ul><li>LUCILEIDE </li></ul><ul><li>MARIA BENEDITA </li></ul><ul><li>PATRÍCIA VENTURA </li></ul>
  2. 2. Mercado do Ver-o-Peso é um dos pontos turísticos mais importantes da cidade de Belém. Situado na confluência dos Rios Guamá e Pará, região conhecida como Baía de Guajará, o mercado faz parte de um complexo arquitetônico que compreende uma área de 35 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas, entre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, a Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira.
  3. 3. Vista parcial da feira do Ver- o- peso, com mercado de ferro (peixe) ao fundo, foto atual tirada em princípio de maio de 2009. O nome &quot;Ver-o-Peso&quot; tem sua origem no período colonial, quando funcionava a Casa do Haver-o-Peso aonde a mercadoria vinda do interior eram pesados e cobrados os impostos devidos à Coroa Portuguesa.
  4. 4. Na feira do Ver- o- peso se encontra 1420 barracas, distribuídas por 20 setores, onde trabalham cinco mil feirantes e circulam, diariamente, 50 mil pessoas (dados da Secretaria Municipal de Economia - SECON). Dados publicados em 23/02/2009.
  5. 5. Na Feira do Açaí, por exemplo, é possível apreciar o fruto, cuja bebida é a base da alimentação dos paraenses
  6. 6.  
  7. 7. Açaí Açaí ou juçara é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, é um alimento muito importante na dieta dos habitantes do Pará, onde seu consumo remonta aos tempos pré-coloniais .
  8. 9. O tucupi é um líquido, extraído da raiz da mandioca. Seu preparo envolve a forma artesanal cultivada pelos índios da região. Deve ser cozido demoradamente antes de ser consumido, pois cru é venenoso. Ingrediente indispensável no tacacá e no Pato no tucupi.
  9. 10. Camarão Salgado Muito utilizado na culinária brasileira, compõe pratos de origem indígena, como o tacacá, pratos baianos como o vatapá e o carurú, largamente comercializado no Maranhão e aqui mostrado na feira do Ver- o- peso.
  10. 11. Bastante presente nos pratos paraenses está no tacacá, no pato no tucupi, estimula o apetite, tem efeito diurético, pode baixar a pressão arterial, produz bom funcionamento do organismo, estimula os sucos gástricos facilitando a digestão, utilizado na fabricação de cosméticos para atenuar o envelhecimento, servindo também como matéria - prima básica para uma pomada afrodisíaca para uso feminino. http://www.sandrafayad.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=755011
  11. 12. Preparado com o tucupi (extraído da mandioca), camarões secos, goma (mingau feito com uma massa fina e branca, resultado da lavagem da mandioca ralada) e jambú (considerado como afrodisíaco). O tacacá é servido em cuias, acompanhado ou não com molho de pimenta, e é encontrado geralmente nas esquinas de Belém, em barracas das famosas “tacacazeiras”. É um prato originário dos índios.
  12. 13. Maniçoba espécie de comida com influência indígena, feita com uma erva chamada maniva.
  13. 14. Maniva moída O trabalho de desfolhagem da maniva é feito no próprio porto da Feira do Açai e depois beneficiado na Feira do Ver-O-Peso.
  14. 15. Maniçoba é um dos pratos da culinária brasileira , de origem indígena. O seu preparo é feito com as folhas da maniva / mandioca moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana.
  15. 16. As principais polpas, de maior relevância no mercado, são as de frutas tropicais como abacaxi, acerola, cupuaçu, bacuri, goiaba, graviola, muruci, manga, maracujá, dentre outras, que resultam em produtos de grande aceitação. Isso por que por meio deles é possível o preparo de, por exemplo, sucos, sorvetes e doces, atendendo as necessidades que vão desde donas de casa a restaurantes e indústrias de doces e sorvetes.
  16. 17. O Pirarucu á um peixe exclusivo da Bacia Amazônica e característico das águas calmas de suas várzeas, de grande porte, seus espécimes podem atingir até três metros de comprimento e 250 quilos, embora a legislação defina o tamanho mínimo da captura, a fiscalização é dificultada pelo fato do peixe ser comercializado principalmente salgado em mantas, impedindo assim a avaliação precisa do tamanho do animal.
  17. 18. Retarde o envelhecimento comendo uma castanha por dia, segundo estudos indicam que a Castanha do Pará contém uma substância que eleva o teor de selênio no sangue combatendo os radicais livres.
  18. 19. Barraca da Carmelita (Feira do Ver-o-peso) Existem variedades de frutas regionais Paraenses: Cupuaçu, Bacuri, tapereba, murucí, araçá, tucumã, bacaba, açaí, uxi, pupunha, castanha-do-pará, biribá, jambo. entre outras.  
  19. 20. Pedra do Peixe (Ver-o-peso) Cerca de algumas toneladas de peixe desembarcam diariamente na Pedra do Peixe vindo do baixo amazonas, Marajó e da costa paraense.
  20. 21. Feira do Barreiro Localizada na Pedro Álvares Cabral, às proximidades do canal São Benedito, conta com diversidade e variedade alimentícia, bem como a venda de roupas e acessórios, é uma feira periférica de Belém, muito farta e com preços acessíveis, encontra-se desde o açaí, até o charque e o pirarucu.
  21. 22. Charque acebolado. Dizem que no Sul é charque, no Nordeste carne de sol, mas, independente do nome, o prato é bom demais, compondo a maravilhosa culinária brasileira, admirado por paraenses, nordestinhos e gaúchos.
  22. 23. A pupunha é uma palmeira nativa da região Amazônica e que é consumida na forma de frutos e de palmito, o consumo dos frutos da pupunheira, cozidos em água e sal, é tradicional na região Amazônica, embora a produção venha de plantas nativas, mas suficientes para atender à demanda local.
  23. 24. Complexo da Feira 25 O novo espaço possui 48 lojas um depósito, dois banheiros públicos e 34 boxes (20, para venda de carne, porco, frango e camarão, mais 16 boxes de hortifruti e seis de refeições). Endereço: Feira da 25 de Setembro – Avenida 25 de Setembro, entre as travessas das Mercês e Antônio Baena
  24. 25. Estrutura interna em concreto dos boxes da feira da 25
  25. 26. Outra visão panorâmica da feira da 25
  26. 27. Setor onde vende o peixe na feira da 25

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