Your SlideShare is downloading. ×
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
2ª Edição
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

2ª Edição

1,259

Published on

Published in: Education, Technology, Business
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,259
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
5
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Edição Trimestral Abril de 2011 Equipa Técnica: Professores: Ana Bela Farias Carla Esmerado Fernando Cordeiro Luciana Henriques Coordenação: Prof. Rosário Agra Preço: 1 SoproNEST A EDIÇÃO :Actualidade Desportiva - Pág. 2Projecto Energias Renováveis foi Uma sociedade democrática requer, maistema de Carnaval - Pág. 4 E D ITOR I AL que qualquer outra, um esforço para construir valores partilhados pelos seus N um momento de indefinições e mudanças bruscas, onde quase nada é sentido como seguro, a educação (e a cidadãos e não pode deixar de ensinar às novas gerações princípios de auto- governança ou correrá o risco de vir a dizer escola) tem que se assumir como o verda- como Byron “Os espinhos que me feriram deiro motor da transformação da socieda- foram produzidos pelo arbusto que plantei”. de, porque, como disse Mandela, ela é “a O progresso do país terá que assentar numSemana da Leitura no Agrupamento arma mais poderosa que você pode usar modelo económico que valorize as pessoas- Pág. 8 para mudar o mundo”. e a sua formação para uma cidadania activa Nem sempre é fácil distinguir, entre as e responsável. tarefas que são atribuídas à escola, aque- las que lhe são verdadeiramente imputá- O jornal escolar, que agora sai do prelo, veis. Deve a Escola ensinar ou educar? reflecte o dinamismo do trabalho desenvol- Deve privilegiar conhecimentos ou atitu- vido nas diversas escolas do Agrupamento. des? Reiteramos o apelo para que toda a comuni- Inquestionável é que a Escola não obterá dade educativa acarinhe e participe nesteProtocolos C.E.F. - Pág. 16 sucesso se os seus alunos não se projecto que se constitui como uma janela tornarem competentes na leitura, na de oportunidade para dar a conhecer as escrita e na Matemática, e com uma sólida boas práticas do Agrupamento. formação em História, ciências, literatura e A nossa orientação, o nosso objectivo é a línguas estrangeiras. Não alcançará melhoria contínua que se ancora no concei- sucesso se não ensinar aos alunos o valor to de “escola aprendente” que vemos como social do trabalho, a importância da condição da melhoria da nossa Instituição. honestidade, da bondade, da Todos os que participam na vida escolarVisitas de Estudo - Da escola à vida responsabilidade pessoal, da curiosidade devem estar receptivos ao saber e reflectirreal - Pág. 26 intelectual e do empreendedorismo. sobre as suas práticas, a quantidade e qua- A Escola deve ainda ajudar a desenvolver lidade do seu contributo e envidar os melho- nos alunos uma “inteligência versátil”, uma res esforços para a consecução dos objecti- atitude crítica e responsável, o respeito vos no Projecto Educativo. pela diversidade cultural e pelo mundo em Por fim, uma palavra de estímulo, agradeci- que vivem, para que se possa continuar a mento e apreço para todos aqueles que dizer como o Padre António Vieira que “A tornaram possível esta edição do nosso boa educação é moeda de ouro, em toda Catavento.Foi já publicado o resultado da parte tem valor”, e porque “Educar malAvaliação Externa - Pág. 32 um homem é dissipar capitais e preparar dores e perdas à sociedade”(Voltaire). A Direcção.
  • 2. Pá g in a 2 E d i ç ã o T r i m e s tr a l MEGASPRINTER FASE DE ESCOLAS O “MegaSprinter” da Escola Básica n.º2 de Aguada de uma primeira etapa (intra- finais. Os alunos apurados por Cima realizou-se no dia 9 de turma), tendo sido apurados, escalão/sexo irão participar na Fevereiro de 2011 nos Cam- por turma, um aluno com o terceira etapa do MegaSprinter pos de Jogos da Escola e no melhor tempo na corrida de – a Fase Regional, a realizar no espaço envolvente ao edifício velocidade, as melhores mar- dia 16 de Março de 2011 na escolar. Contou com a presen- cas no salto em comprimento, Pista de Atletismo da Universi- ça de 259 participantes de no lançamento do peso e os dade de Aveiro (excepto a ambos os sexos, representan- alunos com o maior número prova de lançamento do peso do todas as turmas da escola, de voltas em dez minutos ao que só se realiza a nível de e de todas as Escolas do campo de jogos, para partici- Escola). Os alunos demonstra- 1ºCEB do Agrupamento, além parem nesta segunda etapa. ram-se bastante empenhados da assistência de outros alu- Nesta segunda etapa, as pro- e motivados para participar. nos, acompanhados pelos vas foram realizadas simulta- seus professores. A actividade neamente e nos diversos realizou-se das 9:00h às escalões foram realizadas 13:10h. Esta actividade teve eliminatórias, meias-finais e C O R TA M A T O D I S T R I TA L E M V A G O S frio e muita lama os nossos perador banho quente nos A nossa Escola participou, no bravos alunos lá foram reali- balneários do Pavilhão da passado dia 16 de Fevereiro, zando as suas provas, com LAAC. no Corta-Mato Distrital da muito empenho e espírito de Apesar das condições climaté- EAE de Aveiro/Estarreja, reali- sacrifício! Na última prova, ricas adversas, os alunos tive- zado em Vagos. caiu uma tromba de água e de ram um bom desempenho, À saída da nossa Escola raiava conseguindo classificar a nos- granizo, que nos deixou a o sol, mas, qual foi o nosso sa Escola em 4º lugar no Esca- todos encharcados, pelo que, espanto, à chegada a Vagos, lão de Infantis A femininos. no final, arrepiámos caminho o céu cinzento não agourava Parabéns a todos! em direcção a Aguada de nada de bom. Assim, entre Cima, para um justo e retem- uns pingos de chuva, algum C O M PA L A I R F A S E D E E S C O L A Realizou-se no dia 14 de Janeiro de 2011, nos Campos Exteriores da Escola Básica n.º2 de Aguada de Cima, o Torneio de Basquetebol 3x3 CompalAir da nossa Escola, contando com a presença de 168 participantes de ambos os anos e sexos (entre jogado- res e árbitros), além da assis- tência de outros alunos. A actividade realizou-se das 9:00h às 13:10h. As equipas vencedoras irão representar a nossa Escola no Torneio Com- palAir 3x3, a realizar em Ana- dia, no dia 21 de Fevereiro de 2011.
  • 3. Pá g in a 3 SEMANA DA SEGURANÇA NA INTERNET que lhes permitiram debater com os alunos temas como o A semana de 7 a 13 de Fevereiro foi dedicada, pelo Projecto “Cyberbullying”, “Redes Sociais” e “Utilização segura de correioSeguraNet, à Segurança na Internet. Subordinada ao lema “É electrónico”.mais que um jogo. É a tua vida.”, apelou-se ao envolvimentodas escolas, para reforçar o tema da Segurança na Internet. A Biblioteca Escolar, com o objectivo de promover a literaciaNeste âmbito, nos dias 7 e 8 de Fevereiro 2011, realizaram-se digital, tem trabalhado em articulação com o Projecto Segura-na Biblioteca da Escola Básica nº 2 de Aguada de Cima, sessões Net, nomeadamente na dinamização de sessões informativasde sensibilização sobre o uso da Internet e dos telemóveis, junto dos alunos e no apoio à participação nos desafios mensaisintitulada “Comunicar em Segurança”, destinada aos alunos do propostos pelo projecto. Neste projecto estão envolvidos 222º ciclo. Estas sessões foram dinamizadas pela Comissão de professores, 3 equipas de Encarregados de Educação e 79 equi-Segurança da Escola, em cooperação com a Escola Segura e a pas de alunos dos 2º e 3º ciclos.Fundação PT (Portugal Telecom), inseridas nas actividades doProjecto SeguraNet.As sessões, que contaram com a presença dos formadoresCabo António Alves, Cabo Horácio Santos e Cabo AlfredoAlmeida, agentes do destacamento do posto da GNR de Águe-da, visaram alertar e reforçar questões sobre a utilização res-ponsável das redes sociais, telemóveis, bem como para a formade actuar perante determinadas situações de perigo que envol-vam os meios informáticos e as telecomunicações. Os alunosdemonstraram muito interesse e estiveram bastante interven-tivos, o que levou a uma grande interacção entre estes e osagentes, permitindo o esclarecimento de muitas situaçõesvivenciadas quer pelos alunos, quer por alguns dos seus fami-liares.Aos Directores de Turma do 3º ciclo foram enviados recursosSIMULACRO PA R A T E S TA R A SEGURANÇA movendo a aquisição de com- mas. O incêndio foi extinto, petências para a protecção e depois do início do sinal de autoprotecção. alarme, em dez minutos e qua- O alerta de incêndio foi dado tro segundos. Passados doze às 11h46m da passada sexta- minutos e vinte e cinco segun- feira, dia 11 de Março. Os dos todos os alunos se encon- O que parecia um incêndio no alunos que aqui estudam, travam nas respectivas salas de nosso estabelecimento de acompanhados dos respecti- aula. “A ensino apenas se tratou de vos professores, e restante Após avaliação do exercício de um simulacro, realizado pela evacuação, pode concluir-se desconfiança é comunidade educativa, Comissão de Segurança da demoraram dois minutos e que, de uma maneira geral, o a mãe da Escola, no âmbito do Plano de dezanove segundos a saírem simulacro decorreu de forma segurança Actividades para o ano lectivo satisfatória, salientando-se o do edifício. Depois de toda a 2010/2011, e que serviu para facto de a maioria da comuni- comunidade educativa se avaliar os meios técnicos dis- dade educativa estar identifi- concentrar e estar em segu- cada com o plano de evacua- poníveis e a capacidade de rança no ponto de reunião Provérbio ção. resposta dos mesmos, permi- (campos de jogos exteriores), tindo detectar as falhas e procedeu-se à verificação dos melhorar alguns aspectos alunos junto de todas as tur- identificados anteriormente como menos positivos e para assim dar cumprimento de todas as regras de segurança no futuro. A Comissão tem realizado estas acções tam- bém com o objectivo de ins- crever a educação em Protec- ção Civil como factor de for- mação cívica dos jovens, pro-
  • 4. Pá g in a 4 E d i ç ã o T r i m e s tr a l C A R NAVA L . . . Os meninos do Jardim de Infância e da EB de Aguada de Baixo participaram no desfile de Carnaval organizado pela Câmara Municipal de Águeda. Baseados no tema “Energias Renováveis”, fantasiaram-se de moinhos de vento. CANÇÃO: “ Energias ” É tão boa e não faz mal. REFRÃO: Energia hídrica, Viva a energia, Eólica e solar, Viva a energia, Mais a biomassa Viva a energia do Carnaval, Para os resíduos renovar. Porque a energia, Na nossa Escola Porque a energia, Andamos a pesquisar, Porque a energia, Para no futuro O Planeta melhorar. ENERGIAS RENOVÁVEI S
  • 5. Pá g in a 5...NO JI E NA EB DE BARRÔ...NA EB1 DE A G UA D A DE CIMANo dia 4 de Março, os alunos da Escola nº 1 deAguada de Cima, juntamente com os alunos doPré-Escolar e Sala de Apoio da Lomba e os alu-nos do Pré-Escolar e utentes da LAAC, fizeram ojá usual desfile carnavalesco pelas ruas da vila.Teve também a participação da Fanfarra daEscola nº2 de Aguada de Cima. Este ano o temaera a Saúde e as Energias Renováveis. Estavaum lindo dia de sol e a maioria dos pais e encar-regados de educação dos alunos, assim comoos seus familiares e amigos, não quiseram dei-xar de marcar presença nesta comemoraçãotão animada.
  • 6. Pá g in a 6 E d i ç ã o T r i m e s tr a l A C T I V I DA DE S DIVERSAS… NO 1º CICLO Máscara, Câmara...Acção! Festejar os Reis na E.B. Entrega de prémios 1 de Aguada de Cima A Porto Editora lançou o desafio “Máscara, Câmara… Acção!”. O objectivo era fantasiar o No dia 6 de Janeiro a Escola E.B. Alfa, a personagem dos manuais de Matemáti- 1 de Aguada de Cima festejou o Dia de Reis. A turma do 2º e 3º E ca e Estudo do Meio dos alunos do 1º Ano. As foi ensaiada pelo professor de turmas do 1º A e 1º B da EB1 de Aguada de Música das AEC e foi cantar os Cima puseram mãos à obra e a imaginação a Reis às restantes turmas da No dia 22 de Março os alunos da turma trabalhar e o resultado foi este. escola. dos 3º e 4º G e a professora Júlia Esca- da, da EB 1 de Aguada de Cima, deslo- caram-se à Biblioteca do Agrupamento Dia Mundial da Água - EB 1 Aguada de Cima para receberem os prémios dos concur- sos em que participaram. A professora bibliotecária Carla Esmerado e a escri- tora Maria Helena Pires entregaram o Livro “10 Meses de Histórias” por a turma ter obtido o 1º Lugar no Concur- so “Postais de Natal” e o Livro “Anedotas de Animais Ilustradas” por terem obtido o 1º Lugar no Concurso “Marcadores de S. Valentim”. NA COZINHA… “BOLO DE VINAGRE”
  • 7. Pá g in a 7 MAIS ACONTECIMENTOS … NO JIReunião de Pais e FilhosAnimais que Hibernam na nossa Terra foi o livro construído pelo grupo e ilustrado individual-mente por cada criança. Na reunião de Pais e Filhos ofereceram o mesmo e partilharam as infor-mações recolhidas e seleccionadas. Jardim de Infância de BarrôA Ciência no Jardim de Infância de BarrôMaterial Necessário: EB DE BELAZAIMA 1 ovo VinagreA N O S S A H O R TA B I O L Ó G I C A :OS FEIJÕES PRETOS O DIA DO PAI J I D E A G UA D A D E B A I X O O Dia do Pai foi celebrado, neste Jardim de Infância, com a vinda dos pais à escola. Participaram em várias actividades (barro, jogos, lanche) preparadas pela educadora, assisten- te, animadora e as próprias crianças. Foi muito divertido e muito gratificante constatar a presença de quase todos os pais e ver a alegria dos filhos…
  • 8. Pá g in a 8 E d i ç ã o T r i m e s tr a l SEMANA DA LEITURA NO AGRUPAMENTO À semelhança dos anos Aos alunos do pré-escolar e do anteriores, a Biblioteca 1º ciclo foi proporcionado o Escolar promoveu a Sema- contacto com a escritora Maria na da Leitura no Agrupa- Helena Pires, na Biblioteca mento durante a semana Municipal, para apresentação de 21 a 25 de Março, com do livro “O Cantaautor”. o objectivo de valorizar a Também os alunos do 5º ano leitura. puderam assistir à apresentação do livro na B.E. Semana da Leitura na Biblioteca Escolar ndo a qua tar-no s Todos b om con a! tão ol N Os io Foi mãe ve a à esc ha tór i min ma his u Conseguimos Turma 16- B da EB de Barrô Através DA Leitura TEr CultuRa “A leitura engrandece a alma.” Voltaire
  • 9. Pá g in a 9 JARDIM/SALA DE Na quinta-feira, dia 24, a APOIO DA LOMBA Biblioteca Escolar da E.B. nº 2 recebeu a comunidade No âmbito do programa educativa para algumas “Semana da Leitura”, pais declamações feitas por alu- e avós deslocaram-se à nos, pessoal docente e não escola da Lomba para docente, leituras em línguas deliciarem os alunos com a diferentes (ucraniano e leitura e recitação de poe- francês) e assistir à entrega mas. dos prémios aos vencedores dos concursos promovidos pela Biblioteca Escolar no Esta iniciativa terminou âmbito da comemoração do com a entrega de uma Natal e do Dia de S. Valen- pequena lembrança, tim. por parte dos alunos, aos respectivos pais e avós, simbolizando o seu agradecimento. No dia 25, promoveu-se um “Intercâmbio de Leituras”: Foi com muito orgulho que uma avó leu os poemas do seu livro da terceira classe aos seus netos e restantes alunos. à peça “Era uma vez… um Dragão”, no Cine-Teatro S. Pedro, em Águeda, no âmbito da Semana do Teatro. A partir do texto de António Manuel Couto Viana (1950), em cena, com produção da Com.Cenas, a história de três amigos que, em tempos já muito antigos, procuram um “Era uma vez… um Dragão” lugar na floresta para descan- Na manhã do dia 21 de Março sar. Enquanto descansam, os alunos, professores e auxi- aguarda-os uma grande lição, liares da EB1 de Aguada de entre partidas e valentias, Cima, Pré-Escolar e Sala de poderá mesmo surgir um Apoio da Lomba foram assistir Dragão. Uma das actividades em que os alunos, professo- res e auxiliares da Escola EB 1 de Aguada de Cima participaram para comemorar a Semana da Lei- tura – 21 a 25 de Março - foi assistir ao lança- mento do livro “Cantaautor”, da escritora Maria Helena Pires. Esta acção decorreu na BibliotecaMunicipal Manuel Alegre, em Águeda. Os alunos e os professoresforam convidados pela escritora a interagir e aparticipar, lendo e cantando. Para alguns alunosfoi também uma oportunidade de conhecer aBiblioteca. Fomos muito bem recebidos e foi-nosfeita uma visita guiada. Todos os alunos vieramde lá encantados.
  • 10. Pá g in a 10 E d i ç ã o T r i m e s tr a l TRABALHOS DE ALUNOS POEMAS A árvore Aventura Acreditar Amor Ó árvore, Aventura, aventura, Tal como um nó fino, árvore do meu viver energia memorável acredito no destino. Amor é a cor do sol, você aí em cima meu coração vai à luta, é a cor do teu sorriso. que estás tu a ver? coragem renovável! Tal com o uma flor, afinal tem tantas cores acredito no amor. quais serão as que eu preciso? Vejo poluição, Aventura, aventura, o mar salgado poluído, espírito aventureiro, Tal como a paz, Quero pintar o amor, vejo um foguetão, com coragem e ternura acredito no que sou capaz! mas não sei se vou ficar, completamente destruído… dá-se a volta ao mundo inteiro. com os teus olhos brilhantes Tal como a nação, ou com o horizonte do mar. Ó árvore, ó arvore Aventura, aventura, acredito no meu coração. o que achas que vão dizer, vou para o mato acampar, O amor é confuso, os anjos lá de cima, de noite olho as estrelas Tal como um fonte, é preciso mergulhar, anjos do meu haver? pois elas me fazem sonhar. acredito no horizonte. num sono profundo, Dirão o seguinte: para o poder imaginar. o homem destruiu, Aventura, aventura, Tal como uma criança, ameaçou, poluiu, tenho de vos dizer acredito na esperança. merece lugar no inferno! que tudo o que percorri é necessário ver: Tal como um clarão, Ó árvore, ó árvore, acredito no perdão. gostei de conversar contigo, Vi catástrofes naturais, mas não vou para o inferno vi serras, Tal como sou, se tu não fores comigo. vales imortais acredito na gente, que vos digo, que por mim passou. Ó árvore, ó árvore… foi demais! Isto tudo para provar, Débora Rodrigues—6ºE que em muito eu estou a acreditar! A MÁQUINA DE CALCULAR A pedido da professora Lucinda Castro, de Matemática, realizei um trabalho sobre máquinas de calcular. Para realizar este trabalho, tive que fazer uma pesquisa que acabou por ser inte- ressante, não só para a realização deste trabalho, mas também para o meu conhecimento geral. Acabei por descobrir a origem da máquina de calcular, qual foi o seu principal uso, assim como o nome do inventor deste utensílio que tanto jeito veio dar a todo o tipo de cálcu- los. Actualmente, a máquina de calcular usa-se com naturalidade e foi sempre assim que eu me habituei a usá-la, pois, quando nasci, ela já tinha um uso comum e vulgar em todo o tipo de cálculos. No entanto, descobri que nem sempre assim foi. Inicialmente, o seu uso devia-se a simples curiosidade, não tendo nenhuma aplicação prática. Em 1617, Napier inventou um mecanismo chamado “Ossos de Napier”, feito em osso, no qual os números eram estampados e, quando combinados apropriadamente, podiam realizar a multiplicação. Mais tarde, quando o filósofo alemão Leibniz inventou a primeira máquina de calcular, não imaginou que esta se aperfeiçoaria de tal modo que obteríamos as máquinas sofisticadas que temos hoje, capazes de enumeras operações. Actualmente, o seu uso é indispensável, ajudando em muitas áreas, evitando a perda de horas a realizar cálculos e reduzindo a percentagem de erros. Aconselho todos os leitores a fazerem uma pesquisa pelo “mundo dos cálculos”, pois garanto que descobrirão coisas interessantes sobre a origem, o aspecto inicial e o uso dado às máqui- nas de calcular, desde a sua origem. Márcia Morgado, 5ºA, nº12
  • 11. Pá g in a 11 UM ESTUDO NA ESCOLA As variáveis em estudo: Histograma da altura dos alunos: Diagrama de Extremos e Quartis da Altura dos Alunos: Conclusão: A altura média dos alunos é de 1.56m, verificamos que a média da envergadura é de 1.52m, e a média do número do sapato é aproximadamente 38. Ficha técnica Estudo efectuado pelos alunos do 8º ano da Escola Básica N.º 2 de Aguada de Cima, ao longo do mês de Janeiro de 2011. A popula- ção em estudo é constituída pelos 382 alunos que frequentam a escola. A amostra representativa corresponde a um total de 25 entrevistas realizadas de forma aleatória. Trabalho realizado por: Inês Oliveira, Leonardo Valente e Vanessa Azevedo - 8ºAMÁQUINAS DE CALCULAR NO PASSADOInvestigação dos alunos do 5ºAOs alunos do quinto ano devem ser estimulados a interro-gar-se sobre aquilo que os rodeia. Neste caso as máquinasde calcular que manipulam.É importante que neste nível etário compreendam quetudo o que existe resulta do trabalho e do esforço deoutros que viveram antes de nós e aos quais devemos res-peito e admiração.Estas personagens que eles investigam servem de modelospara o futuro dos nossos alunos. Os trabalhos resultaramde um modo geral muito bons.A exposição tem como finalidade o reconhecimento doesforço realizado com muita dignidade pelos alunos e ele-var o nível de auto estima dos alunos .
  • 12. Pá g in a 12 E d i ç ã o T r i m e s tr a l ENERGIAS RENOVÁVEIS o Chã a do im za ela d eB EB Crucigrama É a energia que podemos obter através… 1- da água, por exemplo, nas barragens. 2- do calor do interior da Terra. 3- do movimento das ondas. 4- do movimento da água do mar. 5- do vento. 6- de matéria de origem vegetal ou animal, podendo ser reaproveitada como fonte de calor. 7- do Sol. 2º e 3º E, E.B. 1 de Aguada de Cima
  • 13. Pá g in a 13
  • 14. Pá g in a 14 E d i ç ã o T r i m e s tr a l SURVEYLANG tências de compreensão oral, A nossa escola foi convidada a leitura e escrita. participar no novo projecto de avaliação internacional, Foram seleccionados 25 alu- lançado pela Comissão Euro- nos do 9.º ano de escolarida- peia: o Indicador Europeu de para participarem na ses- sobre as Competências Lin- são de avaliação de Francês. guísticas. Neste estudo, atra- Esta sessão terá lugar no dia vés de um teste de avaliação, 23 de Fevereiro, no turno da os alunos serão avaliados manhã. relativamente às suas compe- CAMPEONATO DE JOGOS MATEMÁTICOS O Agrupamento de Escolas de Aguada de Cima esteve presente, pelo quinto ano consecutivo, na sétima edição do Campeonato Nacional dos Jogos Matemáticos que decorreu na sexta-feira, dia 18 de Março, no Instituto Superior de Engenharia, em Lisboa. O Agrupamento fez-se representar por nove alunos, três de cada ciclo de escolaridade, tendo estes, à semelhança de anos anteriores, revelado uma boa prestação. O L I M P Í A DAS DE QUÍMICA JÚNIOR A Escola Básica N.º2 de Aguada de Cima participou, pelo quarto ano consecuti- vo, nas Olimpíadas de Química Júnior, que decorreram no sábado, 2 de Abril. Deslocaram-se ao Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecno- logia da Universidade Coimbra, seis alunos do 9º ano de escolaridade, consti- tuindo duas equipas, onde realizaram as provas (teórica e prática). Os alunos foram acompanhados por dois docentes de Ciências Físico-Químicas. É de salientar o excelente comportamento e enorme entusiasmo que os alunos demonstraram. SUPERTMATIK Realizou-se a eliminatória (fase de escolas) do Concurso Supertmatik, no Agrupamento, nas variantes de Cálculo Mental e Língua Portuguesa. Os alunos empenharam-se bastante e a motivação foi notó- ria. Os vencedores terão, agora, oportunidade de participar na fase nacional online.
  • 15. Pá g in a 15 REDE MAT E D I Z 3… TUDO EM REDENo dia 2 de Março, a Escola Básica n.º 2 de oportunidade de os motivar para a discipli- Escola acompanhados/guiados pelosAguada de Cima foi uma das Escolas dina- na e de trabalhar a mesma de uma forma formandos do curso CEF. Salienta-semizadoras das actividades REDEmat diferente. também a intervenção da Biblioteca(destinada a alunos do 2º e 3º ciclos) e A actividade teve a excelente colaboração Escolar que continua a colaborar comDiz3 (destinada a alunos do 1ºciclo), inte- dos alunos do Curso de Educação e Forma- este tipo de iniciativas.gradas no Projecto Pmate da Universidade ção, de Instalação e Operação de Sistemasde Aveiro. Informáticos, assim como das professorasParticiparam na actividade cerca de 350 das Tecnologias de Informação e Comunica-alunos, sendo que 80 eram alunos prove- ção, na sua organização e realização, cujonientes das Escolas do 1º ciclo do Agrupa- papel foi fundamental para a sua concreti-mento. zação.Com esta actividade foram trabalhadas Tendo em conta uma articulação comvárias competências gerais e específicas outras disciplinas/áreas, neste caso, Histó-da disciplina de matemática. Os alunos ria, os alunos do 1ºciclo assistiram a umempenharam-se e tentaram responder às filme (do Charlie Chaplin) e visitaram aquestões mostrando interesse. Foi umaP L A N O DA MA T EM ÁTI C A II E NOVOS PROGRAMAS DEMATEMÁTICAPela análise dos resultados, é O Reajustamento do Programa de ligados à gestão curricular e àpossível falar-se de evolução nas Matemática do Ensino Básico foi avaliação.aprendizagens da Matemática uma das acções definidas no PAM No ano lectivo transacto, ano emdos alunos, em todos os três e que resultou de um processo de que se iniciou a generalização dociclos do Ensino Básico, durante o reestruturação dos programas em NPMEB a todas as escolas, estive-ano lectivo transacto. vigor desde 1991, para os adequar ram envolvidos no PM II cerca deO Plano da Matemática II (PM II) ao Currículo Nacional do Ensino 570 000 alunos em todo o país,visa dar continuidade ao Plano de Básico. dos quais mais de 135 000 benefi-Acção da Matemática (PAM) a Este reajustamento, agora desig- ciaram da implementação doque a escola se candidatou. No nado por Novo Programa de NPMEB no 1.º, 3.º, 5.º e 7º ano deâmbito do projecto, o Conselho Matemática do Ensino Básico escolaridade.Pedagógico aprovou a atribuição (NPMEB), consistiu na elaboração No presente ano lectivo o NPMEBde 45 minutos adicionais de de um documento único que está a ser implementado em todasmatemática (Oferta de Escola), engloba, para cada um dos ciclos as escolas do país, no 2.º, 4.º, 6.º epara o 6º e 8º anos. No ano lecti- do Ensino Básico, os objectivos, os 8º ano de escolaridade.vo transacto, estendeu-se ao 1º temas matemáticos, as orienta-ciclo, por proposta do grupo disci- ções metodológicas e aspectosplinar. Fonte: Página da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento CurricularD A TA S A NÃO ESQUECER Provas de Aferição Testes Intermédios Consulta este site: 1º e 2º Ciclos: http://www.gave.min-edu.pt/ Língua Portuguesa - 6 de Maio 1º Ciclo: Língua Portuguesa - 3 de Junho Matemática - 11 Maio Matemática - 8 de Junho 3º Ciclo: Exames Nacionais (1ª fase) 8º ano - Matemática - 11 de Maio Língua Portuguesa- 20 de Junho 9ºano - Matemática - 17 de Maio Matemática - 22 de Junho 9º ano - C. Físico Química - 19 de Maio
  • 16. Pá g in a 16 E d i ç ã o T r i m e s tr a l O PONTO ELECTRÃO…NA NOSSA ESCOLA materiais que pudessem ser deposita- dos no ponto electrão. A Escola, com o apoio da Junta de Freguesia de Aguada de Cima, também se ofereceu para ir a casa dos Encarregados de Educação que tivessem equipamentos de grande dimensão e que não os pudessem des- locar. A escola conseguiu superar os objectivos deste projecto, tendo reuni- do muitos equipamentos em fim de vida. A recolha dos REEE decorreu do dia 8 ao dia 28 de Fevereiro. A turma Cristiana Guimarães CEF-IOSI participou nessa recolha, COM AJUDA DE TODOS, OS REEE fazendo uma triagem do equipamento informático e electrónico arrecadado na PASSARAM À HISTÓRIA! Curso de Educação e Formação nossa Escola. Os alunos testaram o “Instalação e Operação de Sistemas funcionamento de torres, monitores, Informáticos” teclados, televisões, etc. O material em bom estado foi guardado novamente na arrecadação e o material danificado foi depositado no ponto electrão. Todos os alunos, funcionários, professores, ou seja, todas as pessoas podiam colaborar neste projecto, tra- zendo electrodomésticos, lâmpadas, equipamentos informáticos ou outros Os protocolos assinados PROTOCOLOS CEF E os estágios à vista Têm que ser atinados Para gritarem: “conquista!”. Muitas felicidades A escola vos quer desejar Proporcionou-vos amizades Deu-vos “pernas para andar”. Com No passado dia 29 de Março, numa cerimónia realizada na Biblioteca Escolar, foram assinados os Esperança (no) protocolos entre as empresas e a escola, com vista à operacionalização da Formação em Contexto de Trabalho para os alunos dos Cursos CEF. Estiveram presentes no acto alunos, encarregados de educação, professores e empresários. Futuro
  • 17. Pá g in a 17 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃORESTRUTURAÇÃO DA SALA 35No âmbito da Componente de Formação Tecnológica do curso IOSI, foi “Nunca é tardefeita uma reestruturação da sala 35 de Informática. Esta actividade foi demais para ser oefectuada no decurso das aulas técnicas, pelo que pudemos por em prá- que você poderiatica os conhecimentos adquiridos, bem como adquirir novos conheci- ter sido."mentos. Foi, assim, uma experiência merecedora do nosso esforço, umavez que os objectivos foram atingidos! (George Eliot) Tiago OliveiraPREVENÇÃO E COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÉNERO: O NAMORO No dia 15 de Fevereiro, pelas 14:10, realizou-se na biblioteca escolar uma palestra sobre a “Prevenção e combate à violência de género: o namoro”. Esta palestra foi organizada pela instituição “Cáritas Diocesana de Aveiro”. Nesse dia, fizemos um jogo que consistia em dois grupos: o do “sim” e o do “não”. As dina- mizadoras faziam-nos perguntas e nós tínha- mos de nos deslocar para o grupo que preten- díamos. Depois vimos uma apresentação em Power- Point sobre uma rapariga que se tinha apaixo- nado, mas essa paixão tornou-se obsessão. Ela andava sempre atrás dele, chantageava-o, até “Em geral chama- que um dia ele conseguiu dizer “basta” e termi- mos destino às nou o namoro. Mais tarde, ela reconheceu o asneiras que come- problema e acabou por ser internada. temos." Esta palestra foi muito importante, pois consistiu em alertar os jovens e prevenir casos de violência, cujos sinais se verificam desde muito cedo. (Arthur Schopenhauer) Ivan CastroP A L E S T R A “ O R I E N TA Ç Ã O V O C A C I O N A L EPROFISSIONAL” No dia 25 de Fevereiro, pelas 14h10, realizou-se na biblioteca da Escola Básica Nº 2 de Aguada de Cima uma palestra sobre “Orientação Vocacional e Profissional”. Esta foi dinamizada pelo Sr. Eng. Bruno Santos (Engenheiro de Informática), que nos falou um pouco sobre o seu percurso ao longo da sua carreira profis- sional, bem como sobre o seu trabalho em fusão nuclear. Também nos deu conselhos na área da informáti- ca e sugestões mais específicas para a realização das nossas Provas de Avaliação Final (PAF’s). No final, foram esclarecidas todas as nossas dúvidas… Tatiana Silva
  • 18. Pá g in a 18 E d i ç ã o T r i m e s tr a l VIVER UM PROJECTO, CONSTRUIR UMA VIDA Vive em sociedade Investe no teu futuro Todos diferentes, todos iguais... Valoriza a vida Encontra um rumo Removendo obstáculos Todos diferentes, todos iguais, para mim significa, que nem todos temos a mesma opinião. Une esforços Que nem sempre reagimos da mesma maneira. Muda atitudes Que não temos a mesma maneira de pensar. Que nem todos têm a mesma cor, alguns são brancos e outros escuros. Partilha conhecimentos São diferentes por fora, mas por dentro são iguais. Respeita as diferenças Outras oportunidades Junta experiências Ana Sofia Vieira 5ºA Estabelece amizades Contribui para um mundo melhor Transforma opiniões Ostenta a verdade CLUBE “DAR ARTE AOS AFECTOS” Constrói ideais É um espaço onde a dinâmica de grupos e a realização pessoal serão prevalecidas e um local de Ouve! agradável convívio. Está direccionado para os alunos com um Currículo Específico Individual. Não te deixes ir abaixo Encontra-se em actividade desde o dia 1 de Março. Sorri Torna – te independente Retribui com o teu valor Horário de funcionamento: Terças-Feiras das 13.20 às 14.10 Ultrapassa dificuldades Dor Instrui – te Amizade Refaz a tua história Respeito Utilizando os conhecimentos Amor Mostra o teu valor Revolta Aprende a amar Tristeza Egoísmo Vive em paz Integrado Alegria Dotado Ódio Acredita em ti. Saudade Angústia Fúria Alunos do Projecto: “Viver um Projecto, Esperança Construir uma Vida” Carinho Ternura Orgulho Solidão
  • 19. Pá g in a 19Lançar Pontes… Falar de Nós Vamos Construir Sandy e Junior Composição: Feio / Dena Sei que ainda sou criança Tenho muito que aprender Mas quero ser criança quando eu crescer O nosso mundo é um brinquedo Com pecinhas para unir Ele será todo teu, se tu pensares assim RefrãoPara quem ainda não me conhece, eu a cores, a Pontes, uma simpática Vamos construir uma ponte em nóssou o Lançar Pontes Falar de Nós. tartaruga que veio para me ajudar. Vamos construir, p’ra ligar o teu coração ao meuTenho 4 anos e vim para esta escola Mas ainda há mais… um dia andavapara ajudar os meninos. Porque é isso eu a fazer umas pesquisas online, a Com o amor que existe em nós!que eu gosto de fazer. Ajudo os meni- actualizar-me para trabalhar com os E tu que és gente grandenos a perceber a importância da meninos, quando descobri umaescola, a aprender a respeitar os música que fala de mim e do que eu Também podes aprenderoutros para também serem respeita- vim fazer a esta escola. Falei com os Que amar é importante p’ro meu mundo e para o teudos, e até, a fazer actividades giras e meninos e decidimos que podia ser odiferentes das que nós pensamos que nosso Hino. Quem canta esta música Mas eu tenho a esperançaa escola tem. E sabem…eu gosto de são a Sandy e o Júnior, que agora, De tu seres meu amigoestar aqui! são gente grande, mas cantaram esta música pela primeira vez quan- De voltares a ser criança, p’ra poderes brincar comigoNesta minha jornada, tenho umacompanheira, uma mascote ao vivo e do eram crianças como nós. Quem Refrão compôs a música foi o Feio e a Dena. Nomes estranhos, não? São nomes Tudo o que se sonha brasileiros e a letra também era. Com amor se pode conseguir Então decidimos adaptar algumas palavras para cantarmos melhor. Por que tudo é assim (é assim), é assim (é assim) Vamos aprender? E nós vivemos muito mais felizes!PERCURSO CURRICULAR ALTERNATIVO A disciplina de TIC também A turma do 6º F não se esque- deu uma “mãozinha” na ela-Os alunos do 6ºF participa- ceu de comemorar esta época boração dos cartões de identi-ram, activamente, na recolha festiva que se avizinha. Assim, ficação.de tampas de plástico e de como forma de relembrar osrolhas de cortiça, demons- bons velhos costumes, os Ora digam lá, os cestos,trando grande interesse e alunos, com a ajuda do pro- depois de concluídos, até quepreocupação pelas questões fessor Alcides, na disciplina de ficaram um espectáculo!ambientais. A turma elaborou Artes Manuais, decidiram A turma do 6ºF deseja atambém um “slogan” alusivo construir cestos em verga, todos:à poupança de energia, que empregando a arte da cesta- “Uma Santa e Feliz Páscoa!”será, posteriormente, distri- ria.buído pelos interruptores da No seu interior colocou-seescola. palha ou algodão para prote- Rentabiliza a luz solar ger os coloridos e famosos e energia vais poupar! ovos da Páscoa. Se o ambiente queres ajudar, E que trabalheira deu arranjarOs interruptores deves desligar e pintar os ovos, pois estes são verdadeiros!
  • 20. Pá g in a 20 E d i ç ã o T r i m e s tr a l UMA ESCOLA COM MÚSICA... Clube da Fanfarra Fazer No dia 4 de Março, o Clube da Fanfarra participou no desfile de Carnaval pro- Rita - 6ºD, 11-Mariana Santiago - 6ºE, 9- Rafael Lopes - 6ºF e 5-Filipe - 6ºF. As movido pela escola Nº 1 de Aguada de próximas actuações serão no dia 16 de Animação Cima e LAAC, tendo percorrido as prin- cipais artérias por onde o Corso Carna- Abril, sábado, na Feira dos “Saberes e Sabores” em Águeda, no dia 30 de Abril valesco passou. Foi uma tarde de ale- (Sábado), na abertura da Festa das gria e entusiasmo para estes alunos. Almas da Areosa e 6 de Maio, também Nas Fica expresso o desejo de participar, na Festa das Almas, dia dedicado às para além deste evento, noutros even- crianças e no dia 9 de Maio no encontro tos da freguesia, abrindo, mais uma vez, Interescolar de alunos de EMRC. Festas; as portas do Agrupamento à comunida- de onde está integrado. Os alunos participantes foram: 7-Biatriz Animar; Duarte - 5ºA, 2-Ana Alves - 5º B, 16- Marcia Rocha - 5º C, 12-João Pedro - 5ºC, 9-Inês Almeida - 5ºD, 2-Catarina - Rir; 6ºB, 3-Carina - 6ºB, 8-Diogo - 6ºB, 10- João Santiago - 6ºB, 14-Martim - 6ºC, 5- Diogo - 6ºC, 9-Jessica - 6ºD, 2-Barbara - 6ºD, 1-Carolina - 6ºD, 8-Elza - 6ºD, 17- Retribuir Ana Sofia - 6ºD, 15-Paulo - 6ºD, 18-Ana Alegria! Clube Com Cordas – Guitarra No passado dia 25 de Feverei- ro, os alunos que frequentam Assim, os alunos puderam o Clube "Com Cordas" - Gui- contactar mais de perto com tarra participaram numa ses- as potencialidades da tecnolo- são extraordinária promovida gia ao serviço da música e pelo professor Bruno Pinho, perceber que, por vezes, é da Escola de Música da LAAC, muito fácil executar a arte dos intitulada "Exploração das sons. A receita passa pelo sonoridades da guitarra eléc- motivar e experimentar. O trica", em articulação com a resultado depois vai apare- Secção Cultural da LAAC. cendo com persistência. ANIMAÇÃO DE RUA Decorreram no passado dia 27 de Janeiro, na sala de alunos da nossa escola, entre as 12.30h e as 14.00h, algumas actividades sobre “Animação de rua”, para alunos principian- tes. Foi uma oportunidade para os nossos discentes experimentarem e vivenciarem activi- dades singulares, como malabarismo, equilibrismo, pratos chineses, entre outras execu- ções circenses. Estas tiveram como objectivo, despertar nos alunos a motivação para a sua aprendizagem e prática, verificando-se uma participação massiva por parte dos mesmos. Agradece-se a disponibilidade e colaboração do professor Ângelo, ficando a aguardar pela realização de outra acção idêntica numa próxima oportunidade.
  • 21. Pá g in a 21CLUBE MULTIFUNCIONALSomos jovens divertidosCom vontade de ajudar. Quem somos?Os mais desprotegidosNós queremos bem tratar. Somos um grupo de alunos do 5º, 6º, 7º e 8º anosA “feira anti crise” começou O que fazemos?Fundos a angariar … trabalhos feitos por nós, feiras, peças de teatro, bolinhos e muitoAinda não terminou mais…A nossa vontade de dar. O que nos move?Fizemos bolinhos folhados A vontade de ajudar…Que com rapidez vendemos O que queremos fazer?Colares, pulseiras e nós dadosUns com os outros aprendemos. Queremos ajudar quem precisa. Queremos criar. Onde queremos chegar?Com artigos feitos por nós Onde nos deixarem ir…Outra feira quisemos fazerFazer ouvir a nossa vozÉ assim que queremos ser. AJUDA...NÓS JÁ ESTAMOS A AJUDAREsta foi a “feira solidária” PARTICIPA…NÓS JÁ ESTAMOS A PARTICIPARConseguimos algum dinheiro AJUDA-NOS A AJUDARA nossa preocupação diáriaÉ por mais algum no “mealheiro”.Com esta angariação Os alunos, no âmbito do Clube Multifuncional, já organizaram duasProdutos vamos comprar feiras, nos dias 3 de Janeiro e 31 deE é de todo o coração Março, a que chamaram, respectiva- SQue oferecemos a quem precisar. mente, Feira “anti- crise” e Feira ONa Escola Alerta participámos “Solidária”. Têm como objectivoCom muito empenho e dedicação principal angariar fundos para ajudar LCom a ajuda do Professor Luís contámos pessoas que possam ter necessida-Para cumprir nossa missão. de. IÀ LAAC queremos ir Uma outra actividade, foi a participa- ção no Concurso “Escola Alerta”, DVisitar os mais idososIremos sempre a sorrir com a apresentação de um filme, sendo os alunos, simultaneamente, A autores e actores...Seremos muito carinhosos. RQueremos contribuirQueremos ajudar IQueremos fazer sorrirQueremos participar. E DASSISTENTES OPERACIONAIS: Aum contributo para o Engenheiro Nelson Pereira D Quem quiser contribuir E Tem que ser do fundo do coração Para ajudar o Nelson A recuperar a visão Aqui estamos hoje A pedir a vossa contribuição Para ajudar o nosso jovem A recuperar a visão Toda esta comunidade está a ajudar …Força Nelson Que a tua vida vai Melhorar! Maria Alice Martins
  • 22. Pá g in a 22 E d i ç ã o T r i m e s tr a l PROJECTO ECO-ESCOLAS
  • 23. Pá g in a 23PROJECTO DA SAÚDE E E D U C A Ç Ã O S E X UA L Novidades O logótipo do Projecto da Educação para a Saúde, novinho em folha… O que fizemos Atitudes promotoras de saúde – recolha de medicamentos - decorreu ao longo do 2º período. No entanto, como os hábitos se devem manter, podes continuar a colocar os teus medicamentos no contentor do átrio principal da escola! Sessão para os professores do Agrupamento sobre “Potencial educativo do riso e do humor” O que acharam os professores: - "Exemplos muito concretos e práticos... de fácil implementação na nossa prática lectiva." -"A utilização de instrumentos diferentes e inovadores na prática do ensino." "A descontracção da formação que, por momentos, nos permitiu fez pensar em nós próprios e adquirir ferramentas úteis na prática lectiva." - "Por momentos senti-me com vontade de rir, esquecendo os problemas que aparecem no dia a dia. " - "Os momentos de relaxamento e descontracção proporcionados aos formandos no decorrer da acção. " O que pretendemos fazer com muita envolvência da comunidade Colheita de sangue no AEAC - dia 20 de Maio - Dia do Agrupamento O que pretendemos fazer com muita envolvência da comunidade Feira das Plantas, com vista à comemoração do Dia da Mãe Mais uma vez, relembramos que o Gabinete do Aluno, a funcionar na sala 8, está disponível para que coloques as tuas dúvidas sobre temas que te preocupam ou que despertam a tua curiosidade...E não te preocupes, tudo o que disseres é confidencial. Também podem colocar questões ou esclarecer dúvidas através do seguinte e-mail: gabaluno.aeac@gmail.com ... e como muitas das actividades estão a ser desenvolvidas em conjunto com o Programa Eco- Escolas, a imagem dessa parceria aparece em muitos locais da Escola Básica nº 2...
  • 24. Pá g in a 24 E d i ç ã o T r i m e s tr a l ÁREA DE PROJECTO TURMA A DO 6ºANO TURMA D DO 7ºANO A turma D do 7ºano, juntamente com a professo- ra Maria do Céu Gomes, organizou uma exposição A turma do 6ºA, relacionada com o tema “A destruição dos Ocea- durante este período, nos”. empenhou-se bastan- O entusiasmo demonstrado te nas aulas de Área de Projecto. Foram pelos alunos foi grande. A assim, constituídos quatro grupos de trabalho, dentro das exposição esteve aberta à temáticas: “A evolução dos meios de transporte”; “A moda de comunidade escolar e houve Paris a Lisboa” e “Pintores, pinturas e modelos”. grande adesão de visitantes. TURMA B DO 8º ANO A turma B do 8º ano, preocupada com a violência em meio escolar, organizou uma exposição subor- dinada a esse tema. A orientação esteve a cargo da professora Maria do Céu Gomes. A mesma pode ser visitada no átrio da nossa Escola. EXPOSIÇÃO DE INSECTOS No mês de Janeiro realizou-se uma exposição de trabalhos executados pelas turmas B e C do nono ano, no âmbito da disciplina de EDUCAÇÃO VISUAL. Os trabalhos expostos foram o resultado de um exercício de recriação de formas desen- volvido a partir da observação do “modelo origi- nal” e inserido numa unidade de trabalho que teve como Área de Exploração a ESCULTURA. "Os poderosos podem matar uma, duas ou até três A P RI M AV E R A . .. rosas. Mas jamais poderão deter a primavera." (Che Guevara) A articulação é uma constante nas actividades do Agrupamento, formal ou informal … mas, a verdade é que acontece… Deste modo, com a chegada da Primavera, o jardim da EB n.º2 floriu. Os responsáveis foram os alunos do e 7º e 8º ano, que , nas aulas de Educação Visual, realizaram traba- lhos com materiais reciclados...
  • 25. Pá g in a 25E SE DE REPENTE… CONCURSO VISÃO JÚNIORE SE DE REPENTE...OS LIVROS VOASSEM...Certo dia, ocorreu um grande vendaval lá para os lados da Península Ibérica. Foi umaventania tal que levou os livros pelo ar. Eles voaram, voaram até longínquas terrascheias de fantasia, de encanto, de histórias inimagináveis.As suas folhas pareciam asas que ao serem desfolhadas, nos transportam no nossoimaginário como se fossem o tapete de Aladino.As letras, com tanta ventania, foram caindo, rodopiando e misturando-se umas comoutras. Já meias tontas com tanta volta, decidiram dar as mãos umas às outras ejuntaram-se num canto de um livro maior, para conversarem.Reflectiram sobre tudo o que viam nas suas viagens atribuladas no meio dos vendavais:casas que tinham pernas e caminhavam, seres humanos que voavam pelos céus azuis, e, por incrível que pareça, pássaros que, por maisque tentassem voar, não conseguiam.Ficaram tão abismadas com o que viram que, rodopiando sem parar, escreveram a história daquela terra e outras mais.Para quem quiser ler estas histórias, não tem que procurá-las somente nas prateleiras das grandes bibliotecas. Terá que as encontrar emtodos os cantinhos da imaginação. Esta foi a história da Turma: G do 3º e 4º ano da Escola E.B.1 de Aguada de Cima com a professora Júlia Escada e que foi publicada no site www.aeiou.visao.pt/juniorE S E D E R E P E N T E . . . A S Á R V O R E S FA L A S S E M . . . Se as árvores falassem, elas teriam, com certeza, muito para dizer às pessoas. Algumas pediriam que não as cortassem, outras pediriam aos seres humanos para pouparem papel, pois assim muitas seriam também poupadas. Haveria árvores a queixarem-se que os seus donos não as regam e por conseguinte gritariam: " Dêem-me água por favor!"As árvores dos parques e dos jardins avisariam os meninos que poderiam brincar com elas, mas sem estragar os seus ramos, sem destruir os ninhos dos passarinhos, que nelas construíram, na altura da Primavera. Se as árvores falassem, elas explicariam o porquê da sua existência, a sua grande importância para a vida humana no nosso Planeta. Por isso é que de vez em quandoouvimos dizer ao Homem: "O que seria de nós sem as árvores!"Se elas falassem, uma das medidas que tomariam de imediato era a deformar uma espécie de "Força da Natureza" de modo a assustar e castigar todos aqueles que estragassem, cortassem ou pusessem o fogoàs florestas, a qualquer bosque, parque natural ou jardim. O castigo seria uma espécie de missão comunitária: obrigar a tratar das árvorestodas que existissem na sua zona de residência, para eles perceberem e entenderem que é dever do Homem proteger e preservar asárvores.Seria realmente muito bonito poder dialogar com as árvores, pois assim expor os seus problemas e poderíamos ajudá-las de forma avemo-las sempre felizes.Seria tão bonito ver as árvores a cantar, a dançar com os meninos no recreio da escola, a contar histórias sobre a sua vida ou as suasaventuras quando os meninos estivessem sentados junto ao seus troncos à sombra a fazer um piquenique.Temos a certeza que se as árvores falassem, não haveria tanta poluição no mundo, elas conseguiriam descrever as suas dores, dizer oquanto é doloroso e, por vezes, até mortal o facto de respirar o fumo das chaminés das fábricas, dos escapes dos carros, dos incêndios...Seria tão lindo, tão agradável se as árvores falassem... História da turma F do 3º e 4º ano da Escola E.B.1 de Aguada de Cima do professor Carlos Mira e que foi publicada no site www.aeiou.visao.pt/junior
  • 26. Pá g in a 26 E d i ç ã o T r i m e s tr a l CEF E 9º ANO VI - P O R T OS I TA S DE ESTUDO No dia 1 de Fevereiro realizou-se, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, uma visita de estudo ao Porto, para assistir à peça de teatro “Auto da Barca do Inferno”, onde participaram os alunos dos dois cursos CEF e os alunos do 9º ano. A partida da escola teve início por volta das 09:15 com chegada à ponte D. Luís pelas 10:30. Na ponte D. Luís tirá- mos algumas fotografias e observámos a estrutura da ponte. Seguimos a viagem com rumo a Perafita. Ao chegarmos, ainda faltava algum tempo para o teatro começar, pelo que esperámos até que pudéssemos entrar. O teatro começou pelas 13:00. Todos achámos o teatro muito engraçado, as personagens eram divertidas e sabiam interpretar bem o seu papel. Por volta das 15:00, fomos almoçar ao NorteShopping, passeámos pelas lojas e alguns alunos compraram o que lhes agradou. Cerca das 16:10 regressámos à escola, com chegada às 17:30. E assim foi a nossa visita de estudo ao Porto! Daniela Veiga 8º ANO - PORTO No dia 15 de Fevereiro, nós, alunos do 8º ano da Escola Básica N.º 2 de Aguada de Cima participámos numa Visita de Estudo ao Porto, acompanhados pelas professoras de Matemática e pela professora de Língua Portu- guesa, no intuito de ver a peça de teatro Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett, e visitar o Palácio da Bolsa. Saímos da escola por volta das 8h30 e chegámos à Companhia de Teatro “o Sonho” às 10h. Outras escolas, por serem mais de perto, anteciparam-se, tendo ficado com os lugares da frente e nós ocupámos os últimos luga- res do auditório. Não que isso fosse um problema quanto à visualização da peça, mas claro que os primeiros lugares são melhores. O motivo pelo qual fomos ver esta peça de teatro era percebermos melhor o seu desenrolar e alguns pormenores que nos podiam ter escapado na leitura da mesma, pois Falar a Verdade a Mentir faz parte dos conteúdos a leccionar na disciplina de Língua Portuguesa, no 8º ano. O espectáculo foi hilariante, com direito a interacção entre o elenco e o público. Os actores foram fantásticos nas suas representações e o público estabeleceu uma relação muito forte com as personagens Joaquina e José Félix. Com certeza que vermos a representação da peça nos ajudou a entender certos pormenores que nos tinham passado apenas com a sua leitura. Todos adoraram! Estávamos em pleno Inverno e ainda apanhámos alguma chuva a sair do Teatro. Como já eram 13h, dirigimo-nos ao Mar Shopping para almoçar. Os alunos conviveram durante algum tempo e, já todos reunidos ao pé do autocarro, seguimos viagem para o Palácio da Bolsa. O Palácio da Bolsa do Porto começou a ser construído em Outubro de 1842, em consequência do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou, temporariamente, os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre. Com uma mistura de estilos arquitectónicos, o edifício apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista e arquitectura toscana. Tivemos direito a guia, durante a visita, que nos foi explicando as funções de cada uma das salas e simultaneamente nos descrevia as características relacionadas com a sua decoração e arquitectura. Todos ficámos deslumbrados com o interior do Palácio, principalmente com o Salão Árabe. Ao fim da tarde, regressámos à escola já todos exaustos depois de muito convívio e muitas fotografias tiradas. Foi um dia muito bem pas- sado! Ana Teresa Pinho, 8º B “… na visita em geral gostei muito da ligação que fizeram entre o Palácio e a disciplina” - Inês Oliveira, 8º A “Gostei muito desta visita, e ainda mais o Palácio, não é muito comum ver Palácios tão antigos, tão bonitos e em bom estado como o Palácio da Bolsa” - Mariana Ferreira, 8º A “O Palácio da Bolsa parecia bastante rico, foi bastante bom ver um edifício como aquele. Adorei a visita; devia haver visitas assim mais vezes” - Carolina Castro, 8ºB 9º ANO - BIOCANT E CIMPOR No dia 10 de Março de 2011 os alunos do 9ªano de escolaridade fizeram uma visita de estudo ao Biocant em Cantanhede e Cimpor em Souselas. Partiram de manhã às 9 horas e chegaram ao Biocant por volta das 10 horas. Lá, os alunos puderam realizar algumas experiências relacionadas com a lactase e a sua actividade sobre a lactose e em que condições esta actuava melhor. De seguida, os alunos foram almoçar à praia da Tocha, podendo desfrutar de uma maravilhosa paisagem. Às 14 horas, saíram da praia e foram visitar a fábrica de cimento de Souselas, Cimpor, em que puderam ver a pedreira de onde era extraído os minerais e outros materiais para fabricar o cimento. Depois, viram a sala de controlo da produção de cimento em que se verificava por exemplo as quantidades de dióxido de carbono libertadas para a atmosfera. Por fim, viram o laboratório onde se testava a qualidade do cimento e onde lhes mostraram clínquer. De regresso à escola, pararam na Mealhada para lanchar , seguindo depois para a escola onde chegaram por volta das 17h20min. Os alunos acharam que foi uma experiência gratificante. Andreia Henriques, Catarina Costa e Tatiana Santos (9ºC)
  • 27. Pá g in a 271º CICLO - CENTRO BIOMASSA bém para produzir matéria orgânica cies de animais: porcos, ovelhas, patos para adubar as culturas. e um cavalo. Visitámos o laboratório onde se fazem Durante a viagem, vimos, ao longe, as as análises e o estudo dos diferentes torres eólicas e alguns painéis solares tipos de materiais utilizados neste cen- em casas de habitação. tro. Esta visita foi bastante positiva porque Também podemos ver e manusear as nos ajudou a perceber melhor aquilo diversas espécies de resíduos florestais que a Energia da Biomassa nos pode No dia quinze de Março, a nossa escola e o que se produz a partir delas: peletes fornecer. Também nos levou a reflectir foi ao Centro de Biomassa para a Energia e briquetes, que são usadas para produ- sobre a importância da selecção dos (CBE), a Miranda do Corvo, uma vez que zir energia. resíduos para, no futuro, termos um o tema do nosso projecto são as Dirigimo-nos, de seguida, a um grande planeta mais limpo e saudável. “Energias Renováveis”, mais precisa- pavilhão, onde se encontravam algumas mente a Energia da Biomassa. máquinas de transformação e secagem Escola Básica de Aguada de Baixo Assim que chegámos, dirigimo-nos a dos restos florestais, com os quais eram . uma sala onde a Doutora Ana Cláudia feitos os peletes e os briquetes. nos explicou o significado da palavra No final da visita, almoçámos e ainda Biomassa. De seguida, vimos um filme tivemos oportunidade de ver o Parque que nos mostrou algumas imagens eluci- Biológica da Lousã e as várias oficinas dativas da limpeza das matas e como são de artesanato onde os oleiros trabalha- aproveitados todos os resíduos resultan- vam o barro, os cesteiros trabalhavam tes dessa limpeza. Também nos foi infor- peças em vime e ainda havia outros a mado que os resíduos de algumas cria- trabalhar a tapeçaria e o calçado. A ções de animais, assim como os resíduos maioria dos trabalhadores destas ofici- domésticos, são aproveitados para o nas eram pessoas portadoras de defi- fabrico de vários tipos de energia e tam- ciência. No parque havia algumas espé-7º ANO - EXPLORATÓRIO E E.M.R.C. - VISITA A TEMPLOSMUSEU MACHADO DE CASTRO No dia 17 de Março do corrente ano, os alunos de Educação Moral Religiosa Católi-"No dia 17 de Março, as turmas de sétimo ano da nossa ca foram a Lisboa visitar: Templo Hindúescola realizaram uma viagem de estudo a Coimbra com as (Hinduísmo), Mesquita (Islamismo) e Sina-professoras de Ciências-Naturais, Ciências Físico-Químicas e goga (Judaísmo)História. Durante a parte da manhã, visitaram o Exploratório “Saímos da Escola às 07h, seguindo até aoonde realizaram várias experiências. O almoço no Parque Templo Hindú, onde ouvimos um poucoVerde foi bastante animado promovendo o contacto directo sobre esta Religião. com a natureza. À tarde, foi a vez A seguir visitámos a Mesquita onde vimos o local de culto dos muçul- da visita ao museu. Fomos todos manos e aprendemos algo sobre os princípios básicos do Islamismo. à descoberta do Criptopórtico da Após o almoço, no Centro Comercial Vasco da Gama, visitámos a antiga cidade romana de Aemi- Sinagoga onde os rapazes tiveram de tapar a cabeça com “Kippá” e nium. Na viagem de regresso era onde ouvimos um pouco da história do Judaísmo em Portugal. grande o cansaço, mas muitas as Por fim, regressámos à Escola com uma avaliação positiva da visita.” recordações de um dia bem pas- Alunos 9º ano. sado".8º ANO - G R U TA S DA MOEDA E AO CONVENTO DE CRISTONo dia 18 de Março, logo pela manhã, os das várias serras que constituem esta área. plários. Foialunos do 8º ano de escolaridade, rumaram a A paisagem deste maciço é composta por fundada emSul, em direcção a Fátima. A 2km de Fátima rochas calcárias que com a acção dos agen- 1162 pelo Grão-visitámos as Grutas da Moeda. As Grutas da tes erosivos dão origem a polgês, algares, Mestre dosMoeda enquanto referência geológica inseri- campos de lápias e grutas. Templários, D.das no Maciço Calcário Estremenho, são uma Tivemos ainda oportunidade de observar Gualdin Pais,das maiores atracções turísticas. Estas grutas uma exposição sobre rochas e minerais exis- que emde rocha calcária apresentam um conjunto de tentes no mundo inteiro. “pessoa” nos proporcionou momentos hila-figuras cársicas de grande beleza que nos Como estava um bonito dia de sol fizemos riantes através de uma animação ondeproporcionou sensações únicas no mundo um piquenique no parque de merendas das alguns de nós foram ordenados cavaleiros dasubterrâneo, composto por 12 galerias natu- grutas. ordem de Cristo. Para finalizar a visita obser-rais. No período da tarde seguimos em direcção a vámos a famosa janela do Capítulo, perce-De seguida visitámos o Centro de Interpreta- Tomar para visitar o Convento de Cristo. bendo a sua simbologia.ção científico-ambiental das mesmas grutas. Neste convento tivemos o privilégio de ter Apesar da hora tardia da chegada, o balançoAtravés do visionamento de um filme com- uma visita guiada onde nos foi explicado, da visita foi extremamente positivo e enri-preendemos alguns fenómenos geológicos que esta obra pertenceu à ordem dos Tem- quecedor. (Turma- 8ºC)
  • 28. Pá g in a 28 E d i ç ã o T r i m e s tr a l O PAPEL DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO A escola deixou de visar apenas a trans- projecto educativo e do plano anual de - em reuniões com o Director para tratar missão de conhecimentos para privilegiar o actividades. assuntos relacionados com a vida da esco- desenvolvimento de: la. Conscientes agora que estamos da impor- - capacidades e aptidões dos alunos; tância dos Pais e Encarregados de Educa- Está ainda prevista, no artigo 85.º do - atitudes de autonomia pessoal e de soli- ção para a vida da Escola como um todo e Regulamento Interno do Agrupamento de dariedade. especificamente para o percurso escolar Aguada de Cima, por adopção do previsto de cada um dos nossos filhos importa no artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 115- Mas, para que essa finalidade se cumpra, é encontrar a melhor forma para os pais A/98, a constituição dos Conselhos de necessário aproximar a escola do meio alcançarem tais objectivos. Turma, onde os pais se fazem representar familiar e social em que a criança e o ado- por 2 elementos. Ora, parece-nos que a lescente vivem, já que aos pais e encarre- Para além da educação e participação na existência de tal órgão poderá ser mais gados de educação cabe um papel decisivo formação dos filhos encarada de uma for- bem aproveitada, trazendo estes elemen- nesse desenvolvimento. É-lhes pedido que: ma que consideremos tradicional e que tos para a esfera dos órgãos da Associação acompanhem regularmente as actividades basicamente se manifesta na interacção de Pais. Na estrutura actual e no modo de dos seus educandos: entre ambos fora do contexto escolar, os funcionamento que tem vindo a ser - incentivando-os na realização das tarefas pais e encarregados de educação têm o desenvolvido há evidentes perdas na rela- escolares, direito e a obrigação, em nosso entender, ção entre aquele órgão e os demais do de participar no processo educativo dos - consultando com eles cadernos e dos- agrupamento, com prejuízos evidentes no seus filhos de forma activa e dentro do siers; conhecimento e avaliação das situações e próprio contexto escolar. - os ajudem a desenvolver hábitos de tra- propostas para a sua resolução. Há, em Esta participação pode assumir, essencial- nosso entender, que criar mecanismos de balho e atitudes de cooperação nomeada- mente, duas formas distintas: aproximação entre o Conselho de Turma e mente: assiduidade, pontualidade e cum- primento atempado das suas obrigações - individualmente, enquanto encarregado os demais órgãos da Escola, no que res- escolares, respeito pelo trabalho dos cole- de educação de um aluno de determinada peita à coordenação e participação por gas e disponibilidade para a entreajuda; escola, parte dos pais e encarregados de educa- - sigam atentamente as informações forne- -enquanto membro de uma associação de ção nos diferentes órgãos de gestão em cidas pela escola, no que se refere a: activi- pais e encarregados de educação. que se encontram representados. dades desenvolvidas pela escola, faltas dos No 1.º caso, os pais e encarregados de Fica lançado o repto. educandos, resultados da avaliação contí- educação podem intervir directamente: nua, outras comunicações; - contactando com o director de turma, no O Presidente da Associação de Pais - contactem com os directores de turma, período reservado ao atendimento de pais Luís Herculano Pinho para trocar opiniões sobre aspectos rela- e encarregados de educação, em qualquer cionados com: a integração na vida escolar momento do processo educativo, dos seus educandos, o processo de apren- - participando em actividades promovidas A Associação de Pais e Encarregados dizagem; pela escola, de Educação da Escola n.º 2 de Agua- - facilitem contactos e pesquisa de infor- - acompanhando e participando activa- da de Cima deseja a todos (alunos, mações fora da escola quando os alunos: mente no percurso escolar do seu educan- professores, funcionários e pais) uma para isso forem solicitados pelos professo- do, designadamente quanto ao processo res, manifestem o desejo de o fazer; de avaliação. Páscoa feliz. - conheçam os planos de estudo e sua No 2.º caso, os pais e encarregados de organização, de modo a poderem orientar educação, podem manter contactos com a os seus filhos na tomada de decisões sobre escola em diversas modalidades e momen- as alternativas que o percurso escolar vai tos: Texto escrito pelas regras anteriores ao acordo oferecendo, nas suas diferentes etapas; - através da integração nos seguintes ortográfico - colaborem na vida da escola, conhecendo órgãos: Conselho Geral do Agrupamento, e participando no desenvolvimento do Conselho Pedagógico do Agrupamento, APROXIMA-SE O DIA DA MÃE... Antes a criança chore que a mãe suspire DIA DA MÃE Não há onde o filho fique bem como no colo da mãe. 1DEMAIO Nenhum filho é inocente quando sua mãe o crê culpado.
  • 29. Pá g in a 29 C U R I O S I DA D E S P A S S A T E M P O SA HISTÓRIA DO XADREZ OU O REI ATÓNITO Conta a lenda que o jogo do sivamente, duplicando cada xadrez foi inventado por um vez o número de grãos até à brâmane Hindu. O Rei, última casa. maravilhado com o invento, O pedido feito pareceu mui- quis manifestar o seu agra- to fácil de satisfazer. Na decimento, solicitando ao realidade isto não acontece inventor que fixasse ele pois o total de grãos exigi- próprio a sua recompensa. dos era de 18 446 744 073 Este pediu um grão de trigo 709 551 615, o que não pela primeira casa, dois existia nos celeiros de todo grãos pela segunda, quatro o reino. pela terceira e assim suces-ILUSÕES ÓPTICASDIZ AS CORES E NÃO O QUE ESTÁ ESCRITO QUAL DOS CÍRCULOS CENTRAIS É Amarelo Verde Vermelho MAIOR? Azul Rosa Branco Laranja Preto Castanho Cinzento Verde Vermelho E UM QUADRADO? OS LADOS SÃO SEGMENTOS DE RECTA? AS LINHAS HORIZONTAIS SÃO RECTAS PARALELAS?FAZ O TEUCATAVENTO...
  • 30. Pá g in a 30 E d i ç ã o T r i m e s tr a l 1 de Abril – Dia das Mentiras Sabes qual é a origem do dia “das mentiras” – Dia 1 de Abril? Segundo rezam as histórias, talvez a origem do “Dia das Mentiras” tenha surgido aquando da introdução do calendário gregoriano em 1564(oficialmente adoptado em 15 de Outubro de 1582 por decreto Papal). Até então o equinócio da Primavera marcava o início dos anos, que se comemorava entre o 25 de Março e o 1 de Abril. Um rei francês de nome Charles IX resolveu adoptar o novo calendário com o início do ano a 1 de Janeiro, só que devido à pouca divulgação a que alguns eram votados e à muita resistência à mudança de outros, os adeptos do novo calendário troçavam de quem não sabia ou não queria e convidavam-nos para festas que não existiam e a quem prega- vam muitas partidas. Para gozo particular, acabavam por lhes chamar “Tolos de Abril”. Outra possível origem pode ser dada ao Deus nór- dico do Fogo Loki (ou Loke), irmão de sangue de Odin e que é normalmente associado às maldades e aos ladrões, Loki é o senhor dos truques, da trapaça e da magia. E porque dia 1 de Abril é o Dia das Mentiras, aqui vão alguns provérbios para completares: A mentira tem __________ curtas. A mentira corre mais que a ___________. A mentira só dura enquanto a verdade não __________. A mentira é como a _______________: nunca vem só. Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um ___________. Mente com quantos __________ tem na boca. Foge de _________ que muito mente. “GOOGOLS” … O QUE SERÁ?... A palavra Googol foi inventada pelo sobrinho de 9 anos do Dr. Kasner, que lhe pediu para pensar num nome para um número muito grande - 1 seguido de cem zeros! Ele tinha a certeza de que este número era finito , portanto tinha de ter um nome. O seu sobrinho inventou também um nome para um número ainda maior – Googolplex! Um Googolplex é muito maior do que um googol, mas é ainda um número finito, como o inventor do seu nome depressa reconheceu . Ele sugeriu que um googolplex deveria ser o 1 seguido de tantos zeros quantos os que conseguíssemos escrever até ficarmos cansados! Esta é a descrição do que acontece, de facto, se tentássemos escrever um googolplex. Um googolplex é um numero finito com tantos zeros depois do 1 que esse número de zeros é um googol. Um googolplex é muito maior do que um googol, mesmo ainda maior do que um googol de vezes um googol, que é igual a 1 seguido de 200 zeros, enquanto que um googolplex é 1 com um googol de zeros. Para teres uma ideia da dimensão deste número, não terias espaço para o escrever, mesmo que fosses até à estrela mais longínqua, contornando todas as nebulosas e colocando zeros em cada centímetro do caminho!! (adaptado de Mathematics and the Imagination – Kasner and Newman) Googol: 10100 ou 1 seguido de 100 zeros 100 Googolplex: 1010 , ou 10 googol, ou 1 seguido de um googol de zeros Um Googol: 1 oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo oooooooooo Demora tanto tempo a escrever números deste tamanho que necessitamos desesperadamente de algo que lhes encurte o tamanho! – Os expoentes vêm em nosso auxílio! - Algumas pessoas espertas repararam que os números acabados em zeros (e não só) poderiam ser facilmente escritos usando expoentes. Por exemplo 100 = 102, porque 10x10 =100 , 1000 = 103 porque 10x10x10 =1000... É espantoso! Em segundos um expoente transforma um googol em 10 100. VAMOS CALCULAR POTÊNCIAS... Outra forma de calcular potências Pitágoras descobriu que existe outra forma de calcular potências: através da soma de números ímpares. Ele descobriu que n2 é igual a soma dos n primeiros números naturais ímpares. Exemplos: 52 = 1+3+5+7+9 = 25 2 7 = 1+3+5+7+9+11+13= 49 Agora, experimenta outros números e vê se se confirma…
  • 31. Pá g in a 31Na sala do Pedrito os alunos estão sentados por filas e essas filas têm todas o mes-mo número de lugares. Todos os lugares da sala estão ocupados.O Francisco tem: dois alunos sentados à sua frente; um aluno sentado atrás de si; dois alunos sentados à sua direita;e três alunos sentados à sua esquerda.Quantos alunos há na sala do Pedrito ?
  • 32. Agrupam ento de Escolas deAguada de CimaMorada:Rua do Engenho Nº 5093750—049 AGUADA DE CIMAMail:info@eps-aguada-cima.rcts.pthttp://www.eps-aguada-cima.rcts.pt A A VA L I A Ç Ã O E X T E R NA DO A G R U PA M E N T OTel: 234 666800Fax: 234 667630 A Lei n.º31/2002, de 20 de Dezembro, aprovou contem cinco capítulos – Introdução, Caracteri- o sistema de avaliação dos estabelecimentos zação do Agrupamento, Conclusões da avaliação de educação pré-escolar e dos ensinos básico e por domínio, Avaliação por factor, e Considera- secundário, definindo orientações gerais para ções finais. Em todos os domínios foi atribuída a a auto-avaliação externa. menção de BOM. O programa de avaliação externa das escolas, Aponta nas considerações finais como pontos pretende constituir, numa perspectiva reflexi- fortes: Qualidade de formação proporcionadaEndereços relacionados: va, participada e de aperfeiçoamento contí- pelo curso de educação e formação de Serralha- nuo, um contributo relevante para o desenvol- ria Mecânica, ilustrada pela elevada procura porhttp://www.be- vimento organizacional e para a melhoria da parte dos alunos, a oferta de estágios dasaguadadecima.blogspot.com qualidade das aprendizagens e dos resultados empresas e pelo grau de empregabilidade;http://www.EcoAEAC.blogspot.com dos alunos. Diversificação da oferta educativa, que tem Os instrumentos de avaliação externa, e por permitido dar resposta a grupos de alunos quehttp://cefiosiaeac.blogspot.com consequência os seus resultados, pretendem não apresentam sucesso no currículo regular;http://pesaeac.blogspot.com/ ser um apoio útil na selecção das áreas a tra- Política de inclusão, com impacto na integração balhar pela escola. de minorias e na redução do abandono escolar; O quadro de referência da avaliação externa Procedimentos de articulação curricular com utilizada pela Inspecção-Geral da Educação impacto na sequencialidade das aprendizagens e que se baseia em experiências nacionais e no processo de avaliação; Participação da Asso- internacionais contempla cinco domínios: ciação e Comissões de Pais e Encarregados de Resultados; Prestação do serviço educativo; Educação, com reflexo no apoio à realização das Organização e gestão escolar; Liderança; Capa- actividades educativas e na resolução de situa- cidade de auto-regulação e melhoria da escola. ções problemáticas; Significativa rede de parce- A avaliação externa ao nosso Agrupamento rias e protocolos, com incidência na melhoria e iniciou-se com a comunicação da data da visita diversidade da oferta educativa e integração de dos avaliadores, a disponibilização de informa- alunos. ção detalhada sobre o processo de avaliação e Os pontos fracos foram objecto de reflexão GIAE online o pedido de envio de documentação. pelas estruturas pedagógicas e de direcção e A equipa inspectiva era composta por dois incorporados no Plano de Melhoria (alguns inspectores e um avaliador externo à IGE deles já diagnosticados neste documento em (docente do ensino superior). A equipa visitou resultado da Avaliação Interna da responsabili- o Agrupamento durante três dias (25, 26 e 29 dade do Observatório da Qualidade das Práti- de Novembro), iniciando a actividade com uma cas). cerimónia de apresentação do Agrupamento, A avaliação externa veio complementar a auto- feita pela direcção na presença de represen- avaliação e resultou numa oportunidade de tantes da comunidade educativa de que desta- melhoria para o Agrupamento, constituindo o “Crescimento camos a Vereadora da Educação da Câmara seu relatório um instrumento de reflexão e deSustentado: Eu, a minha Municipal de Águeda, Dra. Elsa Corga. debate. Escola e o Mundo” A equipa inspectiva recolheu dados por análise Ao identificar pontos fortes e pontos fracos, documental e por observação directa comple- bem como oportunidades e constrangimentos, a mentados pelos obtidos com a audição, atra- avaliação externa ofereceu elementos para o vés de entrevistas em painel, de vários actores aperfeiçoamento do Plano de Melhoria e de internos e externos do Agrupamento: alunos, desenvolvimento do Agrupamento, em articula- pais, docentes, pessoal não docente, autarcas ção com a administração educativa e com a e outros parceiros do Agrupamento. comunidade em que se insere. O relatório final de avaliação do Agrupamento pode ser consultado na página Web da IGE,

×