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Características da população agrícola Características da população agrícola Presentation Transcript

  • Características da população agrícola A agricultura portuguesa
  • A população activa agrícola tem vindo a diminuir
    • As principais causas são:
    • A modernização da agricultura
    • A atracção exercida pelos outros sectores de actividade
    • Êxodo agrícola
  • Êxodo agrícola
    • Transferência de mão - de – obra agrícola para outros sectores permanecendo nas áreas rurais
  • Estrutura etária
    • A população agrícola está muito envelhecida.
    • As mulheres representam menos de um quarto do total , o que não significa que não trabalhem na agricultura , apenas que o fazem sem registo oficial.
  • Nível de instrução
    • O nível de instrução dos agricultores é ainda relativamente baixo.
    • A transmissão de conhecimentos de pai para filho apresenta-se ainda como principal modo de formação.
    • Só uma pequena parte dos agricultores recebe formação profissional
  • A falta de formação profissional é um entrave ao desenvolvimento da agricultura no que diz respeito à adesão a inovações e adaptação ás normas comunitárias de produção e comercialização .
  • Formação profissional dos agricultores 1999
    • É fundamental promover a formação e qualificação profissional e incentivar a fixação de jovens agricultores.
    • A percentagem de mulheres na população agrícola é pouco significativa mas ,o seu papel tem sido valorizado nos últimos anos.
    Mão – de – obra afecta à agricultura em 2002
  • Pluriactividade e pluri - rendimento Actividade principal dos agricultores
    • Na maioria dos casos , a agricultura surge como actividade secundária relativamente ao trabalho noutros sectores como a indústria , a construção civil, o comércio , o turismo, o artesanato.
  • Pluriactividade Prática em simultâneo , do trabalho na agricultura e noutras actividades . Pluri-rendimento Acumulação de rendimentos provenientes da agricultura e de outras actividades
  • Actualmente as famílias rurais tendem a ser multifuncionais, incorporam diversas actividades e funções , criando complementos ao rendimento. A competitividade da agricultura portuguesa depende do aproveitamento de oportunidades de mercado e de criar e valorizar multifuncionalidades como o turismo rural, ecoturismo , gastronomia, artesanato…
  • Deficiências na agricultura portuguesa Solos com fraca aptidão agrícola Explorações de pequena dimensão Envelhecimento da população Abandono das terras agrícolas Baixos níveis de qualificação Fraca apetência dos agricultores para produção florestal Fraca ligação da produção florestal à industria Limitações na receptividade à inovação e modernização
  • Problemas estruturais da agricultura portuguesa
    • Níveis de rendimento e produtividade
    • Dependência externa
    • A utilização do solo
  • Dependência externa A quantidade de produtos importada é maior do que a quantidade exportada. Os produtos que exportamos têm um custo inferior ao dos que importamos. gera Défice em termos de produção agrícola gera Défice na balança comercial
    • A livre circulação de mercadorias no espaço da União Europeia facilita a importação de produtos mesmo daqueles em que somos auto-suficientes.
    • Alguns produtos de outros países da União Europeia são mais competitivos porque beneficiam de sistemas de produção mais modernos e de redes de distribuição mais eficientes.
    • As facilidades de transporte ,a agressividade do marketing , a globalização da economia e a melhoria do nível de vida dos portugueses favorecem a importação de produtos de outras regiões do mundo.
  • Níveis de rendimento e produtividade
    • Produtividade
    Relação entre a quantidade produzida e a mão – de – obra utilizada é medida em VAP ( valor acrescentado bruto por /UTA , unidade de trabalho anual) A produtividade depende entre outros factores da aplicação de novas tecnologias da formação profissional dos agricultores e do grau de mecanização.
  • Factores que explicam os fracos níveis de rendimento e produtividade Fraca mecanização Condições meteorológicas desfavoráveis Baixo nível de instrução dos agricultores Predomínio de técnicas tradicionais Fraca mecanização Uso deficiente de pesticidas e adubos Fragmentação excessiva da propriedade Elevados custos de produção Desajustamento das culturas à aptidão dos solos
  • A utilização do solo
    • Em Portugal ,a utilização dos solos nem sempre respeita a sua aptidão
  • No entanto a percentagem de solos ocupados pela agricultura é bastante superior à ocupada pela floresta.
    • Em Portugal mais de metade dos solos têm uma boa aptidão florestal e apenas um quarto são aptos para a agricultura.
    • A escolha das culturas é feita muitas vezes sem estudo prévio que permitiria uma maior adequação entre a aptidão e ouso dos solos
  • Aplicação deficiente dos sistemas de produção
    • No sistema extensivo a utilização do pousio absoluto sem o recurso às culturas forrageiras ou pastagens artificiais, facilita a erosão dos solos.
  • A prática da monocultura Empobrece e esgota os solos A excessiva mecanização Contribui para a compactação dos solos
    • A utilização excessiva ou deficiente de fertilizantes químicos e pesticidas degrada e polui os solos e diminui a sua fertilidade.
  • Mais de 35% da área do País , sobretudo no Interior e no Sul apresenta tendência para a desertificação FIM Trabalho realizado por: Prof. Adelaide Pereira