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V Encontro Nacional de Bibliotecários de IES e V Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares - Cristina palhares
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V Encontro Nacional de Bibliotecários de IES e V Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares - Cristina palhares

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  • 1. Redes sociaise colaborativasem bibliotecasde ensinoescolare superior Cristina Palhares
  • 2. HISTÓRICO/CONCEITO REDES SOCIAIS  Conceito fundamentado a partir da Sociologia e da Antropologia, no final do séc. XX.  Está relacionado às relações representadas por agrupamentos de pessoas, de diferentes grupos sociais, étnicos, religiosos, culturais etc., no âmbito nacional e internacional.
  • 3. Aplicado e desenvolvido nos campos da Antropologia, Biologia, Ciências da Comunicação, Economia, Geografia, Ciência da informação, Psicologia social, Serviço social, entre outros.
  • 4. CARACTERÍSTICAS E ESTRUTURA  Agrupamento por semelhanças e interesses, estabelecendo relações de amizade, acadêmicas e profissionais.  Desenvolvem-se e modificam-se através da inserção de novos integrantes; de acordo com eventos do cotidiano social, político, econômico etc. e do compartilhamento de conteúdos.  Estrutura não linear, descentralizada, dinâmica e auto- organizável.  Disponibiliza ferramentas capazes de promover a interação e o compartilhamento de conteúdos entre os participantes, em tempo real ou não.
  • 5. PERFIL DO USUÁRIO CONTEMPORÂNEO  Conhece, aprecia e faz uso das TICs na vida pessoal, profissional e acadêmica;  Dinâmicos, ansiosos e interativos;  São das gerações que migraram para as novas TICs e/ou que nasceram a partir da metade da década de 1990, sob a forte influência da Web. .
  • 6. USO DA REDES SOCIAIS E COLABORATIVAS EM B.U. e ESCOLARES - Perfis personalizados; - Utilização de ferramentas que promovam o compartilhamento de conteúdos dinâmicos e sucintos; - Promoção do diálogo e a troca de informações e diálogos entre os participantes das redes sociais; - Uso das ferramentas para divulgação de informações, serviços e produtos das unidades informacionais; - Aproveitamento dos perfis dos usuários para traçar as políticas de DSI da unidade de informação; FOCO: maior aproximação com as novas gerações
  • 7. Fonte: http://goo.gl/1mb7I2
  • 8. DSI na WEB (RS/C) A prática profissional, especialmente na DSI em RSC, não deve ser conservadora, sim democrática. Não deve compactuar com a censura, não cerceia o direito de acesso à informação, que deve ser de forma justa e exata, levando ao internauta, por meio do compartilhamento de conteúdos produzidos na Web, o conteúdo informativo selecionado e analisado criticamente, no sentido de informar e não de introjetar múltiplas opiniões no leitor.
  • 9. DIREITOS AUTORIAS NA WEB A tecnologia é veloz comparada à evolução das sociedades, porque primeiro são projetadas e implantadas, “depois vem a cultura e a ética de uso da mesma de modo a manter protegidos os direitos e garantias fundamentais”. Segundo Guimarães & Molina (Org. ), 2008, p.95), o “Direito vem atrás de tudo, pois só quando são definidos os valores éticos a serem protegidos é que pode ser feita uma norma, que irá traduzir e impor isto dentro de uma linguagem legislativa para determinar o padrão de comportamento social e juridicamente adequado.”
  • 10. No BRASIL Direito autoral, direitos autorais ou direitos de autor são as denominações dadas pela área do Direito para indicar a autoria de obras artísticas, literárias e científicas.  Não havia nenhuma lei específica sobre o assunto até a Idade Média,  As necessidades sobre esta questão são pensadas a partir da invenção da prensa de Gutenberg;  Na Convenção de Berna, Tratado Internacional que começa a vigorar a partir de 1886, onde 117 países, incluindo o Brasil, assinam este documento;  Cada país tem a sua própria lei Dos Direitos Autorais, levando em consideração a ampla divulgação cultural e científica das obras;  Obras literárias, em caráter específico com o objetivo voltado ao Ensino, podem ser reproduzidas;  Roma, em 1928, assinado um novo decreto que proteção aos direitos do autor, incluindo os DIREITOS MORAIS do autor; No Brasil, o 1º Código Penal da República, Capítulo V: “Dos crimes contra a propriedade literária, artística, industrial e comercial”.
  • 11. Creative Commons  Organização não governamental, localizada em São Francisco, EUA, voltada para a expansão de obras criativas através de licenças que permitam a cópia e o compartilhamento de conteúdos com menos restrições que os conteúdos protegidos por copyright.  A ONG criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons para a disponibilização dos conteúdos na Web.
  • 12. Licenças Creative Commons
  • 13. ÉTICA PROFISSIONAL Ética profissional = Deontologia (teoria do Dever) = razão prática e liberdade (KANT); princípios e regras de conduta = Código de Ética Profissional = conjunto de normas que regem moralmente os profissionais de determinada área.
  • 14. Código de Ética Profissional do Bibliotecário Aprovado pela Resolução CFB 327/86
  • 15. S e ç ã o I Dos Objetivos Art. 1o – O Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar normas de conduta para os profissionais em Biblioteconomia, quando no desempenho da função. Seção II  Dos Deveres e Obrigações Art. 2o – Os deveres do profissional de Biblioteconomia compreendem, além do exercício de suas atividades:  a) dignificar através de seus atos a profissão tendo em vista a elevação moral, ética e profissional da classe;  b) observar os ditames da ciência e da técnica, servindo ao poder público, à iniciativa privada e à sociedade em geral;  c) respeitar leis e normas estabelecidas para o exercício da profissão;  d) respeitar as atividades de seus colegas e de outros profissionais;  e) colaborar eficientemente com a Pátria, o Poder Público e a Cultura. Art. 4o – A conduta do Bibliotecário em relação aos colegas deve ser pautada nos princípios de consideração, apreço e solidariedade, em consonância com os postulados da Classe.
  • 16. O que é um comportamento profissional e socialmente aceito?
  • 17. E T I Q U E T A “A etiqueta não se reduz a mero repertório do que devemos ou não fazer. É preciso que os gestos e palavras considerados belos adquiram um sentido cerimonial, tomem a forma de um ritual quase religioso. É preciso que as boas maneiras, esta redução da ética a uma estética, do bom ao belo, se enraízem numa política: que a conduta valorizada seja um sacrifício prestado a um senhor, a um príncipe que governa não só o Estado como os atos dos seus membros de maior destaque.” (RIBEIRO, 1983, p. 23).
  • 18. O QUE É ETIQUETA  A etiqueta não é apenas um conjunto de regras para o convívio social, mas também tem em sua essência a preocupação com o outro, com as necessidades do outro . Ou seja, o respeito pelo outro;  Antes, o comportamento era padronizado e imposto pelas classes dominantes;  Formalismo e as regras eram impostas às classes menos favorecidas financeiramente;  A contracultura influenciou diretamente no comportamento social;
  • 19. DÉCADA DE 90: MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS DEVIDO À GLOBALIZAÇÃO E À EXPANSÃO DAS REDES TECNOLÓGICAS  Inclusão e complexidade nas relações sociais;  Individualidade, infantilização e isolamento;  Falta de parâmetros e limites;  Valores e educação: regras de civilidade.
  • 20. O R I G E M  Conjunto de normas de conduta social, segundo Houaiss (2001);  Surge na Itália e França, nos séculos XIV e XV;  Significa a adoção de regras para a convivência social, nivelando os direitos e deveres de todos;  Leonardo daVinci: séc. XV, convivência à mesa;  Em 1530, é lançado o best seller ‘Manual de etiqueta”, de Erasmo de Roterdã, para crianças.
  • 21. I T Á L I A  Surgem as primeiras regras de etiqueta no Renascimento;  Forte ligação com o Humanismo;  Valorização do nível cultural,  Ideais gregos, onde os indivíduos eram reconhecidos como nobres pelo nível de educação, refinamento, desempenho, variados conhecimentos, como arte, música, medicina, filosofia entre outros.
  • 22. F R A N Ç A  Desenvolve o seu modelo de etiqueta, incorporando um lado artificial e fútil,  Importante é dar visibilidade às hierarquias de poder, aos nobres apenas;  Etiqueta da teatralidade, da representação;  Códigos rígidos, o que reflete símbolos de poder;  Etiqueta da aparência e apenas usada pelos nobres.
  • 23. CONTEMPORÂNEO  A partir dos anos 60 surgem mudanças, os códigos burgueses são desprezados;  A ética do cotidiano nasce dos comportamentos sociais;  Como se comportar socialmente na atualidade mediatizada e tecnológica;  Surgem novas classes sociais, principalmente proveniente do poder econômico e que dá aos indivíduos o pertencimento em todos os setores, buscam-se novas maneiras das pessoas apresentarem-se, relacionarem-se e conviverem em grupos distintos;  É necessário prestar atenção no outro e preocupar-se com ele, porque ele não conhece as regras de determinado grupo social que antes ele não fazia parte;  É preciso enxergar o Mundo, o Meio ambiente e compreender todas as mudanças decorrentes das novas economias.
  • 24. Regras para o compartilhamento de conteúdos em Redes Sociais  Análise criteriosa do conteúdo que será compartilhado nas redes sociais;  Direcione os conteúdos às pessoas, grupos ou empresas de acordo com as temáticas de interesse dos mesmos;  Certifique-se de respeitar os direitos autorais e praticar e promover o uso adequado de conteúdo;  Proteja as informações confidenciais e proprietárias;  Os perfis empresariais não são para compartilhar pontos de vista pessoais, a menos que reforcem os valores da marca e feitos de acordo com as diretrizes e o código de conduta;  Represente o que deve representar, evite qualquer julgamento de valor moral.
  • 25. ETIQUETA NA WEB Segundo Helena Duncan, dona do blog etiquetanaweb.com, as pessoas costumam pensar que a Web é um anonimato, portanto não necessários os “códigos de educação, bom senso e ética, os mesmos que nos regem, ou deveriam nos reger on e offline. “
  • 26. CONSIDERAÇÕES FINAIS O conhecimento sobre culturas, religiões, direitos humanos, profissões, entre outros, estabelece o vínculo de consciência e as ações praticadas por um indivíduo, seja no âmbito social, familiar ou profissional. Desta forma, o indivíduo age de acordo com as regras e os preceitos estabelecidos pelo diferentes grupos e, portanto, nas redes sociais terá condições de fazer ponderações antes de disseminar qualquer tipo de conteúdo.
  • 27. Bibliografia  1. AGUIAR, G. A. Análise do uso das ferramentas de redes sociais em bibliotecas universitárias estaduais paulistas. Prezi. Disponível em: < http://prezi.com/anah1-xyqzc5/analise-do- uso-das-ferramentas-de-redes-sociais-em-bibliotecas-universitarias-estaduais-paulistas/>. Acesso em: 05 ago. 2013.  2 BARROS, M. et al. A busca e o uso da Informação nas organizações.Perspectivas em Ciência da Informação, v.13, n.1, p. 166-183, jan./abr. 2008. Disponível em: < http://w.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/169/386>. Acesso em: 10 out. 2009.  2.BLATTMANN & SILVA. Colaboração e interação na Web 2.0 e Biblioteca 2.0. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis,v. 12, n. 2, p. 195-215, jul./dez., 2007.  3.CASTELLS, M. O fim do milênio. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003. (A era da informação: economia, sociedade e cultura, 3v.).  4.CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Código de ética profissional. Disponível em: <http://repositorio.cfb.org.br/bitstream/123456789/233/1/Resolucao_327-86.pdf.>. Acesso em: 22 fev. 2011.  5.DIAS, E. W.; NAVES, M. M. L.; MOURA, M. A. O usuário pesquisadore a análise de assunto. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 6, n. 2, p. 205-221, 2001. Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n.1, p. 20-29, jul./dez. 2009. Disponível em: < http://goo.gl/5lDhI>. Acesso em: 2 out. 2009.  6.DUNCAN, H. Bom senso e ética devem ser os mesmos on e off line. Blog Etiqueta na Web. Disponível em: < http://goo.gl/MJY5u>. Acesso em: 07 set. 2012.  7.EIRÃO, Thiago Gomes. Disseminação seletiva da informação: uma abordagem. RevistaDigital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 1, p. 20-29, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://goo.gl/QaHEB>. Acesso em: 22 fev. 2011.  8.FONSECA, J. S. da, GARCIA, J. C. R. Responsabilidadeética e social do profissional da informação. 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