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Shakespeares meméticos, a Tradução Intersemiótica nas redes sociais do novo século
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Shakespeares meméticos, a Tradução Intersemiótica nas redes sociais do novo século

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Apresentação dos dois primeiros capítulos da tese de doutorado, orientada pela professora doutora Elizabeth Ramos, como requisito para a aprovação no exame de mudança de nível (de mestrado para …

Apresentação dos dois primeiros capítulos da tese de doutorado, orientada pela professora doutora Elizabeth Ramos, como requisito para a aprovação no exame de mudança de nível (de mestrado para doutorado) em Letras e Linguística do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFBA.

P.S.: Boa parte da minha pesquisa, seguindo o caminho natural do amadurecimento dos estudos, foi modificada, mas a apresentação serve como fonte de referências e reflexões.

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  • 1. TÍTULO SHAKESPEARES MEMÉTICOS A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO DATA PESQUISADOR 04/10/2010 ERNESTO DINIZ / UFBAquinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 2. “ TITANIA: “And the ‘mazed world, by their increase, now knows not which is which.” A Midsummer’s Night Dream Act II, Scene I 2quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 3. PINTURA Joseph Noel Paton THE RECONCILIATION OF OBERON AND TITANIA 1847 3quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 4. PROBLEMAS 4quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 5. PROBLEMAS COMO A TRADUÇÃO E A LITERATURA SE APRESENTAM HOJE? 1 5quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 6. PROBLEMAS TRADUÇÃO É CÓPIA? 2 6quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 7. PROBLEMAS QUAIS AS RELAÇÕES ENTRE TRADUÇÃO, LITERATURA e TECNOLOGIA? 3 7quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 8. QUADRINHOS Anthony Del Col, Connor McCreery, Andy B. KILL SHAKESPEARE www.killshakespeare.com 8quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 9. QUADRINHOS Hamlet, edição #5, página 13 HAMLET VÊ O FANTASMA DE SEU PAI 9quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 10. HIPÓTESES 10quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 11. HIPÓTESES AS ALTERAÇÕES SOCIAIS E TECNOLÓGICAS ALTERAM A ABORDAGEM SOBRE A LITERATURA E SUA DISTRIBUIÇÃO 1 11quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 12. “ “O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação, em um ciclo de retroalimentação cumulativo entre inovação e seu uso.” MANUEL CASTELLS In: “Sociedade em rede”, p.69. 12quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 13. HIPÓTESES ESSAS ALTERAÇÕES RECONFIGURAM OS PAPÉIS DE AUTOR, LEITOR E TRADUTOR 2 13quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 14. “ “Apropriando-se dos hipertextos, das multimídias interativas, das realidades virtuais, dos programas de inteligência ou vida artificial, de sistemas de informação interativos, intelectuais coletivos exploram semióticas mutantes. No Espaço do saber, o logocentrismo do Território já não tem vigência.” PIERRE LÉVY In: “A inteligência coletiva”, p.146. 14quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 15. HIPÓTESES A TECNOLOGIA PODE SERVIR COMO MEIO DE REAPROXIMAÇÃO DA LITERATURA E DE INCENTIVO AO IMPULSO TRADUTÓRIO 3 15quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 16. CINEMA Dirigido por Baz Luhrmann ROMEO + JULIET Capa do DVD, 1996 16quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 17. OBJETIVOS 17quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 18. OBJETIVOS APROFUNDAR AS REFLEXÕES SOBRE A CRIAÇÃO E DIFUSÃO DE TRADUÇÕES DAS PEÇAS DE SHAKESPEARE NAS REDES SOCIAIS 1 18quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 19. “ “O texto inconsciente já está tecido de traços puros, (…) constituído por arquivos que são sempre já transcrições. Estampas originárias. Tudo começa pela reprodução. (…) O apelo do suplemento é aqui originário e escava aquilo que se reconstitui mais tarde como o presente. O suplemento, aquilo que parece acrescentar-se como um pleno a um pleno, é também aquilo que supre.” JACQUES DERRIDA In: “A escritura e a diferença”, p.200. 19quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 20. OBJETIVOS ANALISAR COMO A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA TRABALHA COMO SUPLEMENTO DO TEXTO 2 20quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 21. ANIME Dirigido por Fumitoshi Oizaki ROMEO x JULIET Imagem de divulgação, 2007 21quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 22. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS 22quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 23. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 23quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 24. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA 24quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 25. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA OS TELEVISÃO SE POPULARIZOU NA DÉCADA DE 50 OS CELULARES SE POPULARIZARAM NA DÉCADA DE 90 A INTERNET SE POPULARIZOU NO ANO 2000 25quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 26. 1700 HÁ GERAÇÕES A LINGUAGEM SE DESENVOLVEU 300 HÁ GERAÇÕES SURGIU A ESCRITA OS TELEVISÃO SE POPULARIZOU NA DÉCADA DE 50 OS CELULARES SE POPULARIZARAM NA DÉCADA DE 90 A INTERNET SE POPULARIZOU NO ANO 2000 26quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 27. Revista VEJA INFOGRÁFICO: EM RITMO ELETRIZANTE Edição Especial Tecnologia, Setembro 2008 27quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 28. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 28quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 29. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 29quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 30. Boomers Geração X Geração Y Diversidade como causa Aceita a diversidade Vive a diversidade Idealismo Pragmatismo/Cinismo Otimista/Realista Autodeterminação Autoconfiança Auto invenção Foco em movimento de massa Rejeita o que não funciona Recria as regras Instituições Desconfia de instituições Instituições são irrelevantes TV Internet Mobile Tecnologia distante Tecnologia para consumo Tecnologia onipresente Foco em tarefa Foco em experiência Multitudo TV/Rua/Vizinhança TV/VCR/DVD Celular/iPod/Game/Social 1945 a 1965 1966 a 1979 1980 a 1994 Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC 30quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 31. Geração Z Vive a diversidade Realista/Ativista Onisciência Recria as regras Instituições são irrelevantes Touchscreens Tecnologia para viver Tudo que interessa Smartphone/iPad/Apps/Social/Geolocalização 1995 a 2000 Fonte: Apresentação do planner Keid Sammour, da agência CUBOCC 31quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 32. A ERA DAS REVOLUÇÕES ] POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 96% DA GERAÇÃO Y PARTICIPA DAS REDES SOCIAIS AS GERAÇÕES Y E Z CONSIDERAM O EMAIL ULTRAPASSADO 90 TRILHÕES DE EMAILS FORAM ENVIADOS PELA INTERNET EM 2009 SÃO ENVIADOS, POR DIA, 27,3 MILHÕES DE TUÍTES O FACEBOOK POSSUI 400 MILHÕES DE USUÁRIOS 1 BILHÃO DE VÍDEOS SÃO ASSISTIDOS POR DIA NO YOUTUBE Fonte: Vídeo “The State of the Internet” (disponível em www.vimeo.com/9641036) 32quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 33. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 2 O ETERNO RETORNO (TRENDING) 33quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 34. “ “A errância pós-moderna é aquela mesma que pode permitir lançar uma ponte entre o mundo contemporâneo e os valores tradicionais. (...) O ‘eu’ tem uma infinidade de facetas, assim como a sociedade é uma sucessão de potencialidades.” MICHEL MAFFESOLI In: “Sobre o nomadismo”, p.112-113. 34quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 35. A ERA DAS REVOLUÇÕES POR MINUTO UM CENÁRIO TRADUTÓRIO COMPLEXO 1 BOOMERS, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y, GERAÇÃO Z 2 O ETERNO RETORNO (TRENDING) 3 TECNOLOGIA E LITERATURAS GLOBAIS 35quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 36. TEATRO Grupo Teatro Vivo (Londres) SUPERMARKET SHAKESPEARE Setembro de 2010 36quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 37. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 37quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 38. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 38quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 39. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 39quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 40. “ “Com o agigantamento crescente dos meios de comunicação, no século XX, foram também crescendo as dificuldades para se estabelecer distinções claras entre o popular, o erudito e o massivo.” LUCIA SANTAELLA In: “Culturas e artes do pós humano”, p.52. 40quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 41. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 AUTOR-LEITOR-TRADUTOR Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 41quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 42. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA 1 A REDE COMO PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO 2 O CARÁTER MULTIMÍDIA E MULTISENSORIAL DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 AUTOR-LEITOR-TRADUTOR Gráfico contido no artigo “Scaffolds for building everyday creativity” de Elizabeth B.-N. Sanders (2006) 4 PASSADO-PRESENTE-FUTURO 42quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 43. SOMOS TODOS TRADUTORES E O MUNDO É UM PALCO 43quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 44. “ “Por seu caráter de transmutação de signo em signo, qualquer pensamento é necessariamente tradução.” JULIO PLAZA In: “Tradução intersemiótica”, p.18. 44quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 45. SOMOS TODOS TRADUTORES E O MUNDO É UM PALCO SHAKESPEARE NAS REDES SOCIAIS EXEMPLOS 45quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 46. YOUTUBE 1 46quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 47. Pesquisa no Youtube pela palavra “shakespeare” 74.600 VÍDEOS EM 25/09/2010 YOUTUBE 1 47quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 48. Criado por DaveMcDevitt FAST HAMLET Tempo: 41s YOUTUBE 1 48quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 49. “ “O escriptor moderno nasce ao mesmo tempo que seu texto; não é, de forma alguma, dotado de um ser que precedesse ou excedesse a sua escritura, não é em nada o sujeito de que o seu livro fosse predicado; outro tempo não há senão o da enunciação, e todo texto é escrito eternamente aqui e agora.” ROLAND BARTHES In: “O rumor da língua”, p.61. 49quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 50. Rompendo barreiras, misturando mídias e reterritorializando o texto SHAKESPEARE+ TWITTER SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 50quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 51. JULIETA passeia pelo século XXI SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 51quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 52. SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 52quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 53. JULIETA vive no século XXI SITE+TWITTER+YOUTUBE TWITTER 2 53quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 54. SITE+TWITTER+YOUTUBE TWITTER 2 54quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 55. Vídeo do canal “94Juliet” JULIET1 Tempo: 1m48s SITE+TWITTER+YOUTUBE 2 55quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 56. SUBVERTENDO AS FERRAMENTAS ROMEO AND JULIET ARE NOW FRIENDS FACEBOOK 3 56quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 57. FACEBOOK 3 57quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 58. “ “Milhares de cópias quase indênticas de carros, livros e jornais são produzidas. Esse carros e livros não são copiados novamente, eles competem por nossa atenção e, se provarem sua popularidade, então novas cópias são feitas a partir do mesmo modelo. (...) Esse é um sistema ‘copie as instruções’ e não ‘copie o modelo’.” SUSAN BLACKMORE In: “The Third Replicator” (online em opinionator.blogs.nytimes.com/2010/08/22/the-third-replicator). 58quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 59. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA ENTENDER A TECNOLOGIA 59quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 60. A CULTURA DO SÉCULO XXI A VIRADA PARTICIPATIVA ENTENDER A TECNOLOGIA COMPORTAMENTOS LINGUAGENS 60quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 61. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 61quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 62. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 62quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 63. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 2 TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E SEMIÓTICA APLICADA 63quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 64. EIXOS DE ANÁLISE LIMITANDO O INFINITO 1 SEMIÓTICA CULTURAL, MEMÉTICA E CIBERCULTURA 2 TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA E SEMIÓTICA APLICADA 64quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 65. APPS Playshakespeare.com e Readle ‘SHAKESPEARE PRO’ PARA IPAD Todas as obras e informações em um aplicativo 65quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 66. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 66quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 67. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL 67quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 68. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA 68quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 69. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA HENRY JENKINS: 3 NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS 69quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 70. A PESQUISA CONTINUA EXPLORANDO O INFINITO 1 MICHAEL D. BRISTOL: SHAKESPEARE COMO COMMODITY CULTURAL MARJORIE GARBER: 2 SHAKESPEARE E A CULTURA MODERNA HENRY JENKINS: 3 NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS 70quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 71. FOTO E TEATRO Bando de Teatro Olodum (Vila Velha) SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO Foto de Ernesto Diniz, 02/02/2007 71quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 72. MUITO OBRIGADO ELIZABETH RAMOS, CAROL CUSTODIO, ANTONIA LEMOS E A TODOS OS QUE ME ACOMPANHAM NA FELICIDADE DE SER PESQUISADORquinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 73. REFERÊNCIAS EVEN-ZOHAR, Itamar. Polysystem studies. In: Poetics today, volume 11, número 1. Tel Aviv: Porter Institute, 1990. FISH, Stanley. Is there a text in this class?. Cambridge, Harvard University Press, 1980. FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. ADORNO, Theodor. Indústria Cultural e Sociedade. Trad. Julia Elisabeth Levy. São São Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Martins Fontes, 2007. Paulo: Editora Paz e Terra, 2002. GARBER, Marjorie. Shakespeare And Modern Culture. Flórida: Anchor, 2009. BARBOSA, Ricardo. Experiência estética e racionalidade comunicativa. In: Comunicação e experiência estética. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. GENETTE, Gérard. Palimpsests: Literature in the Second Degree. Translated by Channa Newman and Claude Doubinsky. London: University of Nebraska Press, 1997. BARTHES, Roland. A aventura seimológica. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2001. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade.Trad. Tomaz Tadeu da Silva. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. ______, Roland. O rumor da língua. Trad. Mario Laranjeira. São Paulo: Martins Fontes, 2004. HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BENJAMIM, Walter. A obra de arte no tempo de suas técnicas de reprodução. In: Sociologia da Arte, IV. Rio de Janeiro, Zahar, 1969. HUNTCHEON, Linda. A theory of adaptation. Nova Yorque: Routledge, 2006. BLACKMORE, Susan. The meme machine. Oxford: Oxford University Press, 1999. JAKOBSON, Roman. On linguistic aspects of translation. In: Jakobson, R., Selected Writings. 2. Word and Language. The Hague: Mouton, 1971, p. 260–266. BLOOM, Harold. Shakespeare: a invenção do humano. Trad: José Roberto O’Shea. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. LEVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. ______, Harold. O Cânone Ocidental. Trad.: Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, ______, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. 2010. MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo: vagabundagens pós-modernas. Trad. Marcos BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. São Paulo: Editora Ática, 1996. de Castro. Rio de Janeiro: Record, 2001. BRYSSON, Bill. Shakespeare: o mundo é um palco: biografia. Trad. José Rubens MORIN, Edgar. Cultura de Massas no Século XX: Neurose. Trad. Maura Ribeiro Sardinha. Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. CAMPOS, Haroldo de. Da transcriação: poética e semiótica da operação tradutora. IN: ______, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2007. OLIVEIRA, A.C. e SANTELLA, L. (orgs). Semiótica da literatura, São Paulo: Educ/Cadernos PUC, 1987. OTTONI, Paulo. Tradução Manifesta. Campinas: Editora UNICAMP, 2005. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Trad.: Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Paz PAZ, Octavio. Traducción: literatura y literalidad. Barcelona: Tusquets Editor, 1971. e Terra, 1999. PLAZA, Julio. Arte e Interatividade: autor-obra-recepção. Revista de Pós-graduação, COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Trad. Cleonice Paes Barreto Mourão. Belo CPG, Instituto de Artes. Disponível em: <www.cap.eca.usp.br/ars2/ Horizonte: Editora UFMG, 2001. arteeinteratividade.pdf>. Consultado em: 10 abril de 2010. DELEUZE, Gilles. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1998. ______, Julio. Tradução Intersemiótica. São Paulo: Editora Perspectiva, 2003.  DERRIDA, Jacques. A escritura e diferença. São Paulo: Perspectiva, 1979. RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. ______, Jacques. Torres de Babel. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. SAMOYAULT, Tiphaine. A Intertextualidade. Trad. Sandra Nitrini. São Paulo: Editora Hucitec, 2008. DINIZ, Thais F. N. Literatura e Cinema: da semiótica à tradução cultural. Ouro Preto: Ed. UFOP, 1999. SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano. São Paulo: Paulus, 2003. ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. Trad.: Pérola de Carvalho. São Paulo: TOROP, Peeter. Translation as translating as culture. Disponível em: <http:// Perspectiva, 2006. semiotics.nured.uowm.gr/pdfs/TRANSLATION_TOROP.pdf>. Consultado em 30 de maio de 2010.quinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 74. ERNESTO DINIZ DOUTORANDO EM LÍNGUA E CULTURA NO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA DA UFBA email ernesto@intersemiotica.com twitter @ernestodiniz www ernestodiniz.comquinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 75. www.intersemiotica.comquinta-feira, 16 de junho de 2011
  • 76. TÍTULO SHAKESPEARES MEMÉTICOS A TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA NAS REDES SOCIAIS DO NOVO SÉCULO DATA PESQUISADOR 04/10/2010 ERNESTO DINIZ / UFBAquinta-feira, 16 de junho de 2011