Emergências Psiquiátricas

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Aula Psiquiatria: Emergências Psiquiátricas

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  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Endocardite Infecciosa
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
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  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Endocardite Infecciosa
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Endocardite Infecciosa
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • A Endocardite Infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, sendo sua lesão característica uma vegetação composta por plaquetas, fibrina, microorganismos e células inflamatórias que pode envolver válvulas cardíacas, defeito do septo, cordoalhas tendíneas ou parede endocárdica. Antigamente, a classificação aguda e subaguda era feita com base na sobrevida do paciente, sendo a aguda aquela que evoluia com a morte até 6 semanas após o início dos sintomas e subaguda a que ocorria após 6 semanas. Hoje em dia, essa classificação é determinada pelo desenvolvimento dos sintomas, sendo rápido na aguda e insidioso na subaguda.
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
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  • Então temos uma paciente que chega ao seu consultório... É a última paciente a ser atendida. Ela está há mais de 5 horas esperando e dizendo para todos que se não for atendida logo irá processá-lo. Você pede que ela entre, e lá está ela. É Joana, 35 anos e advogada. Sua queixa principal é uma febre baixa de início há 3 semanas, emagrecimento de mais ou menos 3 kg e sudorese... Você começa a pensar nas causas de Febre de Origem Indeterminada, inicia o exame físico completo e prontamente identifica: um supro cardíaco sistólico de 3+ em 6 em foco mitral, nódulos pequenos e dolorosos nas superfícies palmares dos dedos das mãos e, quando você vai determinar a existência de palidez cutâneo-mucosa surpreende-se com a visualização dessas petéquias conjuntivais. Após finalizado o exame físico você lava as mãos, vai até seu prontuário e começa a descrevê-lo detalhadamente, enquanto Joana o olha com um semblante curioso tentando decifrar o que você está escrevendo ao lado de uma sigla com as iniciais HD. Qual a sua principal hipótese diagnóstica?
  • Emergências Psiquiátricas

    1. 1. Neurologia/Psiquiatria SISTEMA PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETO RESIDÊNCIA MÉDICA EM CLÍNICA MÉDICA BELÉM – PA 2009 Edienny Viana Lobato R1 – Clínica Médica
    2. 2. Caso Clínico I
    3. 3. <ul><li>Homem de 32 anos, </li></ul><ul><ul><li>Trazido ao PS por policiais, apresentando: </li></ul></ul><ul><ul><li>Intensa agitação psicomotora </li></ul></ul><ul><ul><li>Ameaçando agredir o médico que o atende </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual a abordagem inicial? </li></ul></ul>
    4. 4. <ul><ul><li>A) Impor energicamente limites ao comportamento inadequado </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Abordá-lo com assuntos amenos com a finalidade de formar vínculo e ganhar sua confiança </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Sedação com benzodiazepínicos por via intramuscular </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Contenção química com haloperidol por via endovenosa </li></ul></ul><ul><ul><li>E) Contenção física para possibilitar o exame clínico e psiquiátrico </li></ul></ul>
    5. 5. Emergências Psiquiátricas Agitação Psicomotora
    6. 6. <ul><ul><li>Situações de risco iminente para o paciente ou outrém </li></ul></ul><ul><ul><li>Causas: transtorno psiquiátrico ou crise psicológica </li></ul></ul><ul><ul><li>Necessitam intervenção imediata da equipe de emergência </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Evitar desfechos indesejáveis </li></ul></ul></ul>Emergências Psiquiátricas Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    7. 7. <ul><ul><li>Estado de agitação física e psíquica: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>inquietação, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>movimentação excessiva, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>reatividade aumentada a estímulos externos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>agressividade verbal ou física </li></ul></ul></ul>Agitação Psicomotora Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    8. 8. Agitação Psicomotora Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 PRINCIPAIS CAUSAS DE AGITAÇÃO PSICOMOTORA <ul><li>Delirium </li></ul><ul><li>Intoxicação alcoólica aguda </li></ul><ul><li>Surto psicótico </li></ul><ul><li>Intoxicação por cocaína/psicoestimulantes </li></ul><ul><li>Hipóxia / dispnéia aguda </li></ul><ul><li>Reação aguda ao estresse </li></ul><ul><li>TCE </li></ul><ul><li>Episódio conversivo dissociativo </li></ul><ul><li>Dor intensa </li></ul><ul><li>Crise aguda de ansiedade / ataque de pânico </li></ul><ul><li>Retardo mental </li></ul><ul><li>Crise epiléptica parcial </li></ul><ul><li>Mania ou depressão </li></ul><ul><li>Transtorno de personalidade </li></ul>
    9. 9. Agitação Psicomotora: Abordagem inicial <ul><ul><li>Avaliar o risco de agressividade física na situação (proteção da equipe e paciente) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sinais de risco: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agressividade verbal </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Punhos e dentes cerrados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Movimentação excessiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tendência a aproximação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Inclinação em direção ao interlocutor </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Volume de voz demasiadamente elevado </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Presença de alucinações </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    10. 10. Agitação Psicomotora: Abordagem inicial <ul><ul><li>Restrição física </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Somente quando estritamente necessário </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Executada por equipe treinada de 5 indivíduos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mínimo tempo possível </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Medicar adequadamente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Relatar no prontuário as condições que levaram a contenção do paciente </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    11. 11. Agitação Psicomotora: Abordagem inicial Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 MEDICAÇÕES UTILIZADAS PARA CONTENÇÃO QUÍMICA DE QUADROS DE AGITAÇÃO INTENSA Haloperidol 5mg IM Repetir a cada 1h SN, máx. de 80mg/dia. Risco de síndrome neuroléptica maligna e distonia aguda Olanzapina 10 mg IM Repetir a cada 2h SN, máx. de 30 mg/dia Ziprasidona 20 mg IM Repetir com metade da dose a cada 2h SN, máx. de 40mg/dia. Risco de arritmias. Midazolam 15mg IM Repetir uma vez apenas após 1 hora. Risco de depressão respiratória.
    12. 12. Agitação Psicomotora: Diagnóstico <ul><ul><li>Dados sobre a história clínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Exame físico e neurológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Excluir síndromes mentais orgânicas ou delirium </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    13. 13. Caso Clínico II
    14. 14. <ul><li>Homem de 23 anos: Levado ao PS apresentando comportamento inadequado há 10 dias </li></ul><ul><ul><li>Mostra-se logorréico, agitado, não dorme e quase não se alimenta </li></ul></ul><ul><ul><li>Afirma ter projetos para resolver problemas que afetam a humanidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Há dois anos: Episódio de tristeza, desânimo, não queria sair de casa durante 4 meses </li></ul></ul><ul><ul><li>Nega uso de drogas ou tratamento prévio </li></ul></ul>
    15. 15. <ul><li>Surto psicótico e apesar da negativa do paciente não se pode descartar uma intoxicação exógena </li></ul><ul><li>Descompensação esquizofrênica </li></ul><ul><li>Fase maníaca de um transtorno bipolar </li></ul><ul><li>Quadro psicogênico de natureza dissociativa </li></ul><ul><li>Quadro depressivo com sintomas psicóticos </li></ul>
    16. 16. Causas de Agitação Psicomotora Crise Aguda de Ansiedade Crise Conversiva Dissociativa Surto psicótico e mania Transtorno de personalidade Juízo preservado (ausência de delírio) Baixo risco de agressividade Queixas comuns: falta de ar, palpitações, dor ou aperto no peito, cefaléia, tonturas... Diagnóstico de exclusão. Agitação rara Ansiedade transformada em sintomas: amnésia, esturpor, distúrbio do movimento e sensação (conversivo) Alteração do juízo (delírios) e/ou da sensopercepção (alucinações). Comportamento agressivo Estratégias primitivas de defesa do ego com agressividade, negação ou manipulação ao causar culpa ou pena no interlocutor Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    17. 17. Crise Aguda de Ansiedade <ul><ul><li>Juízo preservado (ausência de delírio) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ataque de pânico: risco de vida iminente </li></ul></ul><ul><ul><li>Queixas comuns: falta de ar, medo de morrer, dor ou aperto no peito, palpitações, cefaléia, tontura e formigamento no corpo </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico diferencial: patologias cardiopulmonares agudas </li></ul></ul><ul><ul><li>Formas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>paroxística </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>desencadeada por drogas, exposição fóbica ou situação estressante </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    18. 18. Crise Aguda de Ansiedade <ul><ul><li>Tratamento: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ansiolíticos (Benzodiazepínicos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Observação até melhora do quadro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Medicação para um ou dois dias </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acompanhamento ambulatorial </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 Ansiolíticos Diazepam 10 mg VO Alprazolam 1 mg VO Clonazepam 1 – 2 mg VO Lorazepam 2 mg VO
    19. 19. Crise Conversiva Dissociativa <ul><ul><li>Perda parcial ou completa nas funções integradas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>memória, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>consciência, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>identidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>sensações e controle dos movimentos corporais </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Etiologia: Psicogênica </li></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    20. 20. Crise Conversiva Dissociativa <ul><ul><li>Dissociação : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Perda da unidade psíquica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ausência de causa orgânica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplos: amnésias localizadas e temporárias, estados de transe, esturpor. </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005 Consciência Memória Identidade
    21. 21. Crise Conversiva Dissociativa <ul><ul><li>Conversão : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Transposição de um conflito psíquico em sintomas somáticos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Geral: Sistema neuromuscular voluntário (paralisias) ou sensório-perceptivo (anestesias) </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    22. 22. Crise Conversiva Dissociativa <ul><ul><li>Quadros Clínicos : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Amnésia dissociativa : perda de memória para acontecimentos recentes, física ou emocionalmente traumáticos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estupor dissociativo : Estado de ausência de movimentos voluntários. O paciente permanece deitado, não fala nem se movimenta, entretando percebe-se que não está dormindo ou inconsciente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Transtornos motores dissociativos: Perda da capacidade de mover completa ou parcialmente um ou mais membros do corpo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Anestesia e perda sensorial: Exclusão de percepções táteis, dolorosas e térmicas de segmentos corporais </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    23. 23. Crise Conversiva Dissociativa <ul><ul><li>Tratamento </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ansiolíticos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Psicoterapia </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005 Ansiolíticos Diazepam: 5-10 mg VO (dose única) Bromazepam: 3 a 6 mg VO (dose única)
    24. 24. Síndromes Psicóticas <ul><ul><li>Mudanças no comportamento: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agitação psicomotora </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Presença de delírios </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alucinações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Discurso incompreensível </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Sintomas produtivos : alucinações e delírios </li></ul></ul><ul><ul><li>Sintomas negativos : apatia intensa, afeto embotado, pensamento concreto com pouca capacidade de abstração, déficit cognitivo </li></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    25. 25. Síndromes Psicóticas <ul><ul><li>Tratamento: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Antipsicóticos de primeira geração: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Bloqueiam os receptores D2 da dopamina </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Eficazes no tratamento de alucinações e delírios </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Efeitos colaterais: Sintomas parkinsonianos e aumento da prolactina </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Antipsicóticos atípicos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Atuam em outros sítios da dopamina </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Menos efeitos parkinsonianos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Mais eficazes para sintomas negativos </li></ul></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    26. 26. Transtorno Bipolar do Humor <ul><ul><ul><li>Episódios de Mania: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Exaltação do humor </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Euforia </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Hiperatividade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Diminuição da necessidade de sono </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Agressividade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Irritabilidade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Depressão </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Normalidade </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    27. 27. Transtorno Bipolar do Humor <ul><ul><ul><li>Mania Grave (raro): </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Delírios de grandeza e poder </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Delírios de perseguição </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Alucinações </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quadros maníacos: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Início súbito </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Rápida progressão dos sintomas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tratamento de escolha: Sais de lítio (Carbolitium) </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    28. 28. Surto Psicótico e Mania <ul><ul><li>Episódios Psicóticos/Mania Agudos: Agitação psicomotora e agressividade </li></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005 Neurolépticos Típicos Injetáveis (IM) Nome /Marca Apresentação (mg) Dose Clorpromazina (Amplictil) 25mg/mL (5 amp) 1 amp até de 4/4h Haloperidol (Haldol) 5mg/mL (1 amp) 1 amp até de 4/4h Levomepromazina (Neozine) 25mg/mL (5 amp) 1 amp até de 4/4h Zuclopentixol Acuphase (Clopixol) 50mg/mL (1 amp) 50 – 150mg/mL
    29. 29. Surto Psicótico e Mania <ul><ul><li>Tratamento: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Preferência: Antipsicóticos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agitação extrema e agressividade física: esquema injetável após contenção física </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação da psiquiatria para decisão sobre internação ou alta </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 Medicação Antipsicótica Oral Medicação Frequência/Dose máxima Efeitos Colaterais Haloperidol 5mg 1 a 4x/dia até 40mg/dia Acatisia, distonia Clorpromazina 100 mg 1 a 4x/dia até 600mg/dia Hipotensão, sedação* Risperidona 2 mg 1 a 3x/dia até 8mg/dia Acatisia Olanzapina 10 mg 1 a 3x/dia até 30mg/dia *Sedação excessiva
    30. 30. Transtorno de Personalidade <ul><ul><li>“ Pacientes-problema” </li></ul></ul><ul><ul><li>Não são diagnosticados no PS  Suspeita clínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Quadro clínico: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estretégias primitivas de defesa do ego (agressividade, negação ou manipulação) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Evitar o confronto </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecer a necessidade de ajuda pelo paciente </li></ul></ul><ul><ul><li>Limites devem ser claros e firmes – não agressivos </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    31. 31. Caso Clínico III
    32. 32. <ul><li>Homem de 55 anos, alcoolista crônico, é trazido ao PS pelo resgate, pois estava pendurado em torre de transmissão de TV </li></ul><ul><li>Exame psíquico: Humor deprimido, choro fácil, desesperança, sentimentos de culpa </li></ul><ul><li>Ao ser indagado sobre o motivo de estar na torre de transmissão, refere desejo de ‘dar cabo a vida’ </li></ul><ul><li>O que fazer? </li></ul>
    33. 33. <ul><li>Diazepam, orientação para parar de beber, encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, orientação para parar de beber, encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, diazepam e encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, diazepam e internação hospitalar </li></ul><ul><li>Psicoterapia breve para alívio momentâneo dos sintomas, orientá-lo a parar de beber e internação hospitalar </li></ul>
    34. 34. Tentativa e Risco de Suicídio
    35. 35. Tentativa e Risco de Suicídio <ul><ul><li>Tentativa de suicídio: sinal de alarme </li></ul></ul><ul><ul><li>15-25% repetem a tentativa no ano seguinte </li></ul></ul><ul><ul><li>10% conseguem se matar nos próximos 10 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Obter um número considerável de informações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estabelecer um vínculo </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    36. 36. Tentativa e Risco de Suicídio Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005 Perguntas sobre ideação e risco de suicídio Tem obtido prazer nas coisas que tem realizado? Sente-se útil na vida que está levando? Sente que a vida perdeu o sentido? Tem esperança de que as coisas vão melhorar? Pensou que seria melhor morrer? Tem pensamentos de por fim à própria vida? São idéias passageiras ou persistentes? Pensou em como se mataria? Já tentou fazer algum preparativo ou chegou a fazê-lo? É capaz de se proteger e retornar para a próxima consulta? Tem esperança de ser ajudado?
    37. 37. Tentativa e Risco de Suicídio Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 FATORES DE RISCO SOCIODEMOGRÁFICOS E CLÍNICOS PARA SUICÍDIO Sexo Masculino Doença crônica / incapacitante Idade entre 14 e 40 anos ou acima de 65 Depressão / Alcoolismo Separados ou divorciados Tentativa pregressa Desempregados ou aposentados Instabilidade familiar / isolamento social Moradores de áreas urbanas Transtornos de personalidade
    38. 38. Tentativa e Risco de Suicídio <ul><ul><li>Tratamento </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Internação psiquiátrica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Adesão baixa ao tratamento ambulatorial </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Psicoterapia </li></ul></ul></ul>Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. 2005
    39. 39. Caso Clínico IV
    40. 40. <ul><li>Paciente esquizofrênico, em tratamento prolongado recebendo múltiplos medicamentos, apresenta: </li></ul><ul><ul><li>Febre alta, rigidez muscular, sudorese </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração de consciência com confusão mental e instabilidade dos níveis pressóricos </li></ul></ul><ul><ul><li>Exames complementares: Elevação de CPK </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico provável? </li></ul></ul>
    41. 41. <ul><li>Uso oportunístico de cocaína (“overdose”) </li></ul><ul><li>B) Intoxicação por anticolinérgicos </li></ul><ul><li>C) Síndrome de abstinência a drogas </li></ul><ul><li>D) Síndrome neuroléptica maligna </li></ul><ul><li>E) Ingestão recente de ‘ecstasy’ </li></ul>
    42. 42. Catatonia, Síndrome Neuroléptica Maligna e Síndrome Serotoninérgica
    43. 43. Catatonia, Síndrome Neuroléptica Maligna e Síndrome Serotoninérgica Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 Catatonia Síndrome Neuroléptica Maligna Síndrome Serotoninérgica Fenômeno motor e comportamental Imobilidade ou extrema hipoatividade Lentificação motora, mutismo, negativismo Posturas bizarras, ecolalia, ecopraxia Emergência: Bloqueador dopaminérgico Tétrade: Alteração da consciência, febre alta, rigidez muscular severa, instabilidade autonômica Aumento da atividade serotoninérgica do SNC – Uso de IMAO + inib. recaptação de serotonina, tricíclicos... Alterações autonômicas
    44. 44. Catatonia <ul><ul><li>1º passo: Investigação de causas etiológicas orgânicas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exames metabólicos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>EEG (Excluir mal não convulsivo) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Imagem: TC ou RNM </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Punção lombar (causas infecciocas) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Conduta: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Primar pelo suporte e tratamento de complicações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lorazepam 8-24mg/dia até 7 dias </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Refratários: ECT – 12 sessões (2-3x/semana) </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    45. 45. Síndrome Neuroléptica Maligna <ul><ul><li>Reação idiossincrática ao uso de antipsicóticos </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tétrade: Alteração da consciência, febre alta, rigidez muscular severa, instabilidade autonômica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CPK > 1000 UI/L – indicador de gravidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nível de consciência </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sinais vitais (PA e FC), hidratação, hipertermia e diurese </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Diferencial: Infecções do SNC </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    46. 46. Síndrome Neuroléptica Maligna <ul><ul><li>Conduta: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Suspensão imediata do agente causador </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Hidratação parenteral profusa (rabdomiólise) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Monitoramento respiratório (necessidade de VM), cardiovascular (antiarrítmicos, marcapasso) e temperatura (cobertores frios, lavagem gástrica com água gelada) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Heparina: Elevado risco de TVP </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agitação psicomotora: Benzodazepínicos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tratamento específico: Bromocriptina (2,5mg VO 8/8h) e Dantrolene (0,25 a 2mg/Kg EV 6-12h) – Prolongar até 10 dias após a resolução do quadro </li></ul></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009
    47. 47. Síndrome Serotoninérgica <ul><ul><li>Sintomas abruptos (24 horas) </li></ul></ul><ul><ul><li>Hiper-reatividade muscular: tremores, hiper-reflexia, mioclonias </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 CRITÉRIOS DE HUNTER Clonias espontâneas Espasmos clônicos indutíveis associados a agitação e diaforese Clonias oculares com agitação e diaforese Tremor e hiper-reflexia Hipertonia Temperatura > 38 o C com clonias oculares e espasmos clônicos indutíveis
    48. 49. Síndrome Serotoninérgica <ul><ul><li>Uso de antagonistas serotoninérgicos é controverso (Ciproheptadina 12mg/dia) </li></ul></ul><ul><ul><li>Resolução em 24 horas após descontinuação das medicações </li></ul></ul>Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Clínicas, 2009 Manejo da Síndrome Serotoninérgica Descontinuação de todos os agentes serotoninérgicos Suporte clínico até normalização dos sinais vitais Sedação com benzodiazepínicos em caso de agitação Administração de antagonistas serotoninérgicos Avaliar necessidade de reintrodução de agentes serotoninérgicos após melhora
    49. 50. Casos Clínicos
    50. 51. <ul><li>Homem de 32 anos, </li></ul><ul><ul><li>Trazido ao PS por policiais, apresentando: </li></ul></ul><ul><ul><li>Intensa agitação psicomotora </li></ul></ul><ul><ul><li>Ameaçando agredir o médico que o atende </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual a abordagem inicial? </li></ul></ul>
    51. 52. <ul><ul><li>A) Impor energicamente limites ao comportamento inadequado </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Abordá-lo com assuntos amenos com a finalidade de formar vínculo e ganhar sua confiança </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Sedação com benzodiazepínicos por via intramuscular </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Contenção química com haloperidol por via endovenosa </li></ul></ul><ul><ul><li>E) Contenção física para possibilitar o exame clínico e psiquiátrico </li></ul></ul>
    52. 53. <ul><li>Homem de 23 anos: Levado ao PS apresentando comportamento inadequado há 10 dias </li></ul><ul><ul><li>Mostra-se logorréico, agitado, não dorme e quase não se alimenta </li></ul></ul><ul><ul><li>Afirma ter projetos para resolver problemas que afetam a humanidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Há dois anos: Episódio de tristeza, desânimo, não queria sair de casa durante 4 meses </li></ul></ul><ul><ul><li>Nega uso de drogas ou tratamento prévio </li></ul></ul>
    53. 54. <ul><li>Surto psicótico e apesar da negativa do paciente não se pode descartar uma intoxicação exógena </li></ul><ul><li>Descompensação esquizofrênica </li></ul><ul><li>Fase maníaca de um transtorno bipolar </li></ul><ul><li>Quadro psicogênico de natureza dissociativa </li></ul><ul><li>Quadro depressivo com sintomas psicóticos </li></ul>
    54. 55. <ul><li>Homem de 55 anos, alcoolista crônico, é trazido ao PS pelo resgate, pois estava pendurado em torre de transmissão de TV </li></ul><ul><li>Exame psíquico: Humor deprimido, choro fácil, desesperança, sentimentos de culpa </li></ul><ul><li>Ao ser indagado sobre o motivo de estar na torre de transmissão, refere desejo de ‘dar cabo a vida’ </li></ul><ul><li>O que fazer? </li></ul>
    55. 56. <ul><li>Diazepam, orientação para parar de beber, encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, orientação para parar de beber, encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, diazepam e encaminhar ao ambulatório </li></ul><ul><li>Antidepressivos, diazepam e internação hospitalar </li></ul><ul><li>Psicoterapia breve para alívio momentâneo dos sintomas, orientá-lo a parar de beber e internação hospitalar </li></ul>
    56. 57. <ul><li>Paciente esquizofrênico, em tratamento prolongado recebendo múltiplos medicamentos, apresenta: </li></ul><ul><ul><li>Febre alta, rigidez muscular, sudorese </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração de consciência com confusão mental e instabilidade dos níveis pressóricos </li></ul></ul><ul><ul><li>Exames complementares: Elevação de CPK </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico provável? </li></ul></ul>
    57. 58. <ul><li>Uso oportunístico de cocaína (“overdose”) </li></ul><ul><li>B) Intoxicação por anticolinérgicos </li></ul><ul><li>C) Síndrome de abstinência a drogas </li></ul><ul><li>D) Síndrome neuroléptica maligna </li></ul><ul><li>E) Ingestão recente de ‘ecstasy’ </li></ul>
    58. 59. Bibliografia Mansur, C.; Galucci, J. Emergências Psiquiátricas em Emergências Clínicas, Manole, 2009 Mari, J., Razzouk, D. Psiquiatria. Manole, 2005

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