A Produção da Informação
Raul Apovian Kayata
Fabio
Vitor
Bruno
Felipe
Sociedade em Rede
Agenda
1. Introdução
2. Sociedade em Rede
3. Paradigma Tecnológico
4. Economia da informação em rede
5. ...
Introdução
Fonte: http://www.law.harvard.edu/faculty/directory/10071/Benkler
Yochai Benkler é professor de estudos jurídic...
Introdução
O livro A Riqueza das Redes, está dividido
em três partes, que são:
 Economia da informação de rede
 A econom...
 Princípio militar
 Começou a ser adotada comercialmente
em 1988
 Adotada por universidades e colégios
 Popularizada n...
Sociedade em Rede
“O que a sociedade em rede é atualmente, não pode
ser decidido fora da observação
empírica da organizaçã...
Evolução
 Foco na produção de bens de consumo (ênfase
em comercialização);
 Início da globalização da informação com a
i...
Evolução
 Poucos produtores e muitos consumidores de
informação
 Grandes Barreiras de entrada
 Economia industrial cami...
Sociedade em Rede
Regime Autoritário
Sites censurados
“The Golden Shield Project”
Mídias sociais internas
Sociedade em Rede
Regime Democrático
Mídia independente do Estado
Busca da audiência
Mitigação da diversidade
Imparcia...
Sociedade em Rede
“Conjunto de práticas que os
membros da sociedade usam
para se comunicar sobre
assuntos que eles entend...
Sociedade em Rede
Dependente do sistema de meios de
comunicação global/local
A Nova Esfera Pública
Mass self-communicati...
Sociedade em Rede
Veículos da Esfera Pública
Paradigma Tecnológico
Sociedade x Tecnologia
Sociedade dá forma a tecnologia
Benefícios do novo sistema
Aparelhos tecno...
Paradigma Tecnológico
Comportamento das redes
Rede fazia parte da vida privada
Redes tecnológicas > Históricas
Rede glo...
Economia da informação em rede
x
Bem rival Bem não-rival
Economia da informação em rede
“Sistema de produção,
distribuição e consumos de bens de
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Economia da informação em rede
Pré digital – Fontes de informação muito
estreitas ( consumidores passivos )
Economia dig...
Economia da informação em rede
Avanço tecnológico propiciou a
economia digital
Fácil acesso aos bens tangíveis
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Produtividade
Aumento da produtividade
Produção de bens não rivais
Limitação da produtiv...
Economia da informação em rede
Economia da informação em rede
Fonte: http://www.law.harvard.edu/faculty/directory/10071/Benkler
A economia digital propic...
Economia da informação em rede
As ondas de protestos ocorridos no começo do mês de
julho referente ao aumento das passagen...
Economia da informação em rede
Exemplo da mudança entre a era pré digital e a economia digital
Benkler usou como exemplo ...
“Isaac Newton”
 Para produzir a informação de hoje, é necessário ter acesso
a informação de ontem.
Economia da informação...
A economia da produção social
Produção de conteúdo
Antes:
Alto custo (Capital
Centralizado)
Consumidores X
Produtores
De...
A economia da produção social
Caso NASA
Disponibilizou imagens de marte on-line para mapeamento
colaborativo.
Fonte: http:...
A economia da produção social
Alguns exemplos:
A economia da produção social
Ameaça aos mercados tradicionais:
• P2P
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Aberto (open-source)
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A produção social:
 É potencializada pela internet
 Em alguns contextos é mais eficiente q...
Estratégia de produção de informação
De onde a informação vem?
Agentes de mercado Agentes de não mercado
 Empresas  Gove...
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Proteção da informação
Propriedade intelectual
Direitos autorais
Patentes
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Minimização Custo/
Aquisição Benefício
Domínio
Público
Intrafirmas Troca / Partilha
Exclusão com base
legal
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Estratégia de produção de informação
 Maximizadores Românticos (Domínio Público)
 Mickey (Intrafirmas)
 RCA (Troca/Part...
 Scholarly Lawyers (Domínio Público)
 Know-How (Intrafirmas)
 Redes de aprendizagem (Troca/Partilha)
Mercado de não exc...
 José Lattes (Domínio Público)
 Los Alamos (Intrafirmas)
 Redes de Compartilhamento ( Troca/Partilha)
Não mercado de nã...
Estratégia de produção de informação
IBM (International Business Machines)
Estratégia de produção de informação
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(Caso IBM)
Catedral e o Bazar
A História do Linux
Criado em 1992 por Linus Torvalds – “A pessoa que entende e conserta o
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Catedral e o Bazar
A História do Linux
Catedral e o Bazar
Porque o Linux é gratuito?
 Foi desenvolvido sem a intenção de ganhar dinheiro e sim de fazer
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Licença GPL
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2. ESTUDAR como o programa funciona e adap...
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Relação Linux e GNU
 GNU foi criado em 1984 por
Richard Stallman (Inteligência
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É construido a partir de Linux,
baseado em Debian
Mais de 20 milhões de
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Sotware duas...
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Vantagens de se usar software livre
1. Redução de custo com obtenção da licença
2. Liberdade de modific...
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A Catedral e o Bazar
Livro escrito por Eric Raymond (1998)
que mostra a diferença entre dois
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A diferença entre a Catedral e o Bazar
O Pinguim e o Leviatã
O mercado da música
Em 2007 a banda Radiohead fez
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Yochai Benkler. The Wealth of Networks: How Social Production Transforms
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Trabalho realizado pelos alunos do Centro Universitário da FEI, na disciplina Sistema de informação - NPA810, ministrado pelo professor Mateus Cozer.

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  • O Softlivre fi criado sobre a ideia das 4 liberdades
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  • Sistemas de informação

    1. 1. A Produção da Informação Raul Apovian Kayata Fabio Vitor Bruno Felipe
    2. 2. Sociedade em Rede Agenda 1. Introdução 2. Sociedade em Rede 3. Paradigma Tecnológico 4. Economia da informação em rede 5. A economia da produção social 6. Estratégia de produção de informação 7. Catedral e o Bazar 8. O Pinguim e o Leviatã 9. Referências
    3. 3. Introdução Fonte: http://www.law.harvard.edu/faculty/directory/10071/Benkler Yochai Benkler é professor de estudos jurídicos empresariais da Berkman, Harvard e codiretor do Centro Berkman para Internet e Sociedade. Entre seus principais livros, estão “O Pinguim e o Leviatã - O triunfo da cooperação sobre o auto interesse”(2011) e “A Riqueza das Redes: Como a produção social transforma mercados e liberdade” (Yale University Press 2006), livro no qual ganhou o prêmios acadêmicos da Associação Americana de Ciências Politicas, Associação Sociologica Americana e o prêmio McGannon pela relevancia socila e ética nas comunicações.
    4. 4. Introdução O livro A Riqueza das Redes, está dividido em três partes, que são:  Economia da informação de rede  A economia política da propriedade e bens comuns  Políticas da Liberdade em um momento de transformação O foco da apresentação será o livro “A Riqueza das Redes”, no qual ele relata as principais mudanças no modo da produção de informações ao longo dos últimos anos, como o surgimento de plataformas colaborativas como o Wikipedia e o Linux, suas limitantes e perspectivas para o futuro. Riqueza das redes
    5. 5.  Princípio militar  Começou a ser adotada comercialmente em 1988  Adotada por universidades e colégios  Popularizada no começo da década de 90 O começo da internet Introdução
    6. 6. Sociedade em Rede “O que a sociedade em rede é atualmente, não pode ser decidido fora da observação empírica da organização social e das práticas que dão corpo à lógica da rede.” Castells
    7. 7. Evolução  Foco na produção de bens de consumo (ênfase em comercialização);  Início da globalização da informação com a implantação da imprensa (jornal, radio, etc.);  Elevado custo inicial bem como gestão industrial;  Concentração de poder de produção de informação levando a distorções.  Imaterial, não rival (Bem Público);  Cada consumidor vira produtor de informação;  Baixo custo Inicial (contribuição dos usuários);  Descentralização da estrutura de capital para distribuição da informação;  Barreira desarticulada pela Lei de Moore (domínio público). Revolução Industrial Revolução da Informação Sociedade em Rede
    8. 8. Evolução  Poucos produtores e muitos consumidores de informação  Grandes Barreiras de entrada  Economia industrial caminha em paralelo com a evolução tecnológica.  Advento da Internet  Os consumidores podem interagir com a informação e podem produzi-las a um custo baixo.  Poucas barreiras de entrada Sociedade na era Industrial Sociedade Interconectada Sociedade em Rede
    9. 9. Sociedade em Rede Regime Autoritário Sites censurados “The Golden Shield Project” Mídias sociais internas
    10. 10. Sociedade em Rede Regime Democrático Mídia independente do Estado Busca da audiência Mitigação da diversidade Imparcialidade duvidosa por motivos financeiros
    11. 11. Sociedade em Rede “Conjunto de práticas que os membros da sociedade usam para se comunicar sobre assuntos que eles entendem ser de interesse público e potencialmente requerem uma ação coletiva ou reconhecimento”(Benkler, p.177) Esfera Pública
    12. 12. Sociedade em Rede Dependente do sistema de meios de comunicação global/local A Nova Esfera Pública Mass self-communication Redes de comunicações horizontais Comunicação multimodal
    13. 13. Sociedade em Rede Veículos da Esfera Pública
    14. 14. Paradigma Tecnológico Sociedade x Tecnologia Sociedade dá forma a tecnologia Benefícios do novo sistema Aparelhos tecnológicos Tecnologia é necessária mas insuficiente
    15. 15. Paradigma Tecnológico Comportamento das redes Rede fazia parte da vida privada Redes tecnológicas > Históricas Rede global Organizações grandes e verticais Antes da internet Pós internet Capacidade ou não de comunicação
    16. 16. Economia da informação em rede x Bem rival Bem não-rival
    17. 17. Economia da informação em rede “Sistema de produção, distribuição e consumos de bens de informação caracterizado pela ação individual descentralizada.”
    18. 18. Economia da informação em rede Pré digital – Fontes de informação muito estreitas ( consumidores passivos ) Economia digital – Fontes de informação descentralizadas ( pessoas se tornam ativos na criação )
    19. 19. Economia da informação em rede Avanço tecnológico propiciou a economia digital Fácil acesso aos bens tangíveis Redes sociais e veículos de distribuição Importância do avanço tecnológico
    20. 20. Economia da informação em rede Produtividade Aumento da produtividade Produção de bens não rivais Limitação da produtividade devido à criação das patentes
    21. 21. Economia da informação em rede
    22. 22. Economia da informação em rede Fonte: http://www.law.harvard.edu/faculty/directory/10071/Benkler A economia digital propicia: Sociedade se torna um agente ativo na criação/inovação Maior quantidade de fontes de informação Aumento da autonomia individual Aumento do julgamento crítico
    23. 23. Economia da informação em rede As ondas de protestos ocorridos no começo do mês de julho referente ao aumento das passagens dos ônibus – MPL ( Movimento passe livre ) Exemplo da economia digital na sociedade
    24. 24. Economia da informação em rede Exemplo da mudança entre a era pré digital e a economia digital Benkler usou como exemplo os jogos online multiplayer, forma de plataforma colaborativa onde há a interação entre pessoas ao redor do mundo, ocorrendo uma intensa troca de informações entre os usuários. Second Life : 99% dos objetos criados pelos próprios usuários.
    25. 25. “Isaac Newton”  Para produzir a informação de hoje, é necessário ter acesso a informação de ontem. Economia da informação em rede “Se eu pude ver mais longe é porque estou sobre o ombro de gigantes”
    26. 26. A economia da produção social Produção de conteúdo Antes: Alto custo (Capital Centralizado) Consumidores X Produtores Depois: Alto custo (Descentralização do capital) Consumidores = Produtores Transição
    27. 27. A economia da produção social Caso NASA Disponibilizou imagens de marte on-line para mapeamento colaborativo. Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/marte/esp_marte_23.htm Resultado mais rápido e em nível similar ao trabalho de PhD’s
    28. 28. A economia da produção social Alguns exemplos:
    29. 29. A economia da produção social Ameaça aos mercados tradicionais: • P2P • Softwares Aberto (open-source) • Skype • Wikipedia • Grandes gravadoras • Microsoft • Empresas de Telecomunicação • Enciclopédias tradicionais Fonte das imagens: Googler imagens X X X X
    30. 30. A economia da produção social A produção social:  É potencializada pela internet  Em alguns contextos é mais eficiente que o mercado tradicional  Sustentável e crescendo rapidamente  Ameaça e é ameaçada por:  Propriedade intelectual, empresas de telecomunicação, leis que envolvem a nova era da comunicação digital, política tradicional.
    31. 31. Estratégia de produção de informação De onde a informação vem? Agentes de mercado Agentes de não mercado  Empresas  Governo  Universidades/Instituições
    32. 32. Estrategia de produção de informação Proteção da informação Propriedade intelectual Direitos autorais Patentes Da Ineficiência estática para eficiência dinâmica
    33. 33. Minimização Custo/ Aquisição Benefício Domínio Público Intrafirmas Troca / Partilha Exclusão com base legal (vende informação com base em copyright) 1. Romantic Maximizers (autores, compositores, Paulo Coelho) 2. Mickey (Disney) 3. GE (pequeno número de empresas detêm patentes de bloqueio) Mercado de não exclusão (gera receita pelos serviços gerados) 4. Scholarly Lawyers (desenvolvedores de software que desenvolvem o software e fazem dinheiro ao personalizar- lo a um determinado cliente) 5. Know- How (Gerdau, IBM) 6. Redes de Aprendizagem (Promon) Não Mercado de não exclusão (são financiados) 7. José Lattes (acadêmicos que escrevem artigos para a fama) 8. Los Alamos (produzir Valiosos bens públicos) 9. Redes de compartilhamento limitada (USP) Estratégia de produção de informação
    34. 34. Estratégia de produção de informação  Maximizadores Românticos (Domínio Público)  Mickey (Intrafirmas)  RCA (Troca/Partilha) Exclusão com base legal Exemplos: Autores, compositores e escritores Exemplos: Pessoas criativas trabalhando sobre seu próprio acervo Exemplos: Pequenos grupos de empresas detém grande parte das patentes
    35. 35.  Scholarly Lawyers (Domínio Público)  Know-How (Intrafirmas)  Redes de aprendizagem (Troca/Partilha) Mercado de não exclusao Exemplos: Doutores ou advogados que publicam em jornais em busca de renome Exemplos: Inovação como prioridade Exemplos: Compartilhamento de informações com organizações, sem fins lucrativos diretos Estratégia de produção de informação
    36. 36.  José Lattes (Domínio Público)  Los Alamos (Intrafirmas)  Redes de Compartilhamento ( Troca/Partilha) Não mercado de não exclusao Exemplos: Acadêmicos, autores ou artistas que preferem a notoriedade ao lucro Exemplos: Dependência de acervo por algumas organizações de não mercado Exemplos: Acadêmicos que compartilham informação Estratégia de produção de informação
    37. 37. Estratégia de produção de informação IBM (International Business Machines)
    38. 38. Estratégia de produção de informação Patentes x Software Livre (Caso IBM)
    39. 39. Catedral e o Bazar A História do Linux Criado em 1992 por Linus Torvalds – “A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que a caracterizou.”
    40. 40. Catedral e o Bazar A História do Linux
    41. 41. Catedral e o Bazar Porque o Linux é gratuito?  Foi desenvolvido sem a intenção de ganhar dinheiro e sim de fazer um sistema para uso pessoal que atendesse suas necessidade.  Busca de reconhecimento.  Seu desenvolvimento depende de ajuda coletiva dos usuários, ou seja Linus coordena os esforços de um grupo para a melhoria do sistema.  Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema melhor.
    42. 42. Catedral e o Bazar Licença GPL 1. EXECUTAR o programa independente do propósito 2. ESTUDAR como o programa funciona e adaptá-lo as suas necessidades 3. DISTRIBUIR cópias, tanto gratuitas quanto pagas 4. MELHORAR o programa e liberar suas atualizações O Linux está sobre a licença GPL que baseia-se em 4 liberdades:
    43. 43. Catedral e o Bazar Relação Linux e GNU  GNU foi criado em 1984 por Richard Stallman (Inteligência Artificial – MIT) com o objetivo de sistema operacional totalmente livre, com o padrão Unix.  Linux em si é só um kernel e somente com isso não é usável (“núcleo” e serve de comunicador entre o usuário e o computador).  Linus começa a usar os programas da GNU para fazer seu sistema.  Com o uso de variantes do sistema GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.  Devido a esses fatos os programadores começam a usar o termo GNU/Linux.
    44. 44. Catedral e o Bazar Ubuntu É construido a partir de Linux, baseado em Debian Mais de 20 milhões de usuários Sotware duas vezes ao ano sem custo Seguro, fácil acessibilidade e internacional
    45. 45. Catedral e o Bazar Vantagens de se usar software livre 1. Redução de custo com obtenção da licença 2. Liberdade de modificação 3. Disponibilidade do aplicativo 4. Velocidade de correção 5. Segurança
    46. 46. Catedral e o Bazar A Catedral e o Bazar Livro escrito por Eric Raymond (1998) que mostra a diferença entre dois estilos diferente de desenvolvimento de software. A catedral (software convencional) e o Bazar (software livre) Exemplos: Catedral – Windows Bazar – GNU/Linux
    47. 47. Catedral e o Bazar A diferença entre a Catedral e o Bazar
    48. 48. O Pinguim e o Leviatã O mercado da música Em 2007 a banda Radiohead fez o álbum In Rainbows com venda online e permitiu que seus fãs pagassem o que achavam justo pelo download. Foram pagos de 5 a 15 dólares em 67% dos downloads. Com o sucesso dos downloads o CD atingiu o primeiro lugar nas paradas dos EUA e teve mais de 100 mil cópias vendidas.
    49. 49. Referências Yochai Benkler. The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom (Yale Press 2006). Pp. 35-59 ; 91-133; 176-272. CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 617 p. (A Era da informação : economia. sociedade e cultura; v. 1) ISBN 8521903294. Pp. 49-110. RAYMOND, Eric Steven. A catedral e o bazar. The Linux Logic Home Page, v.12 Yochai Benkler. The Penguin and the Leviathan: The Triumph of Cooperation Over Self-interest (Crown Business, 2011). Pp. 200-236 http://www.law.harvard.edu/faculty/directory/10071/Benkler

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