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  • Prof. Níssia, achei excelente o material divulgado pela senhora. Faz tempo que procuro informações sobre fluxograma e a sua apostila consolida diversas fontes facilitando o entendimento e o uso desta importante ferramenta de mapeamento de processo.
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  • 1. ENGENHARIA DE MÉTODOS I – Parte II UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROF. NÍSSIA BERGIANTE 1° SEMESTRE/2013 NISSIABERGIANTE@ID.UFF.BR SL. 447 PV
  • 2. PARTE 1 PARTE 2 (Diagram by Prof. Arnoldo Hax. Photograph courtesy of Jon Sepúlveda, stock.xchng.) MIT Opencourseware, 2005
  • 3. PAPEL E CONTRIBUIÇÃO DA FUNÇÃO PRODUÇÃO
  • 4. PDCA
  • 5. DEFINIÇÃO DO PDCA http://www.empresasedinheiro.com/ciclo-pdca/
  • 6. DEFINIÇÃO DO PDCA PLAN – Identificar o problema • • • • Identificar o problema a ser examinado; Formular o problema claramente; Estabelecer objetivos/metas mensuráveis; Identificar stakeholders e comunicar ações. PLAN – Analisar o problema • Dividir o sistema em processos individuais e mapear o processo. • Levantar possíveis causas do problema. • Coletar e analisar dados para validar a causa raiz. • Formular hipóteses • Verificar ou revisar o problema inicialmente estabelecido. © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 7. DEFINIÇÃO DO PDCA PLAN – FERRAMENTAS • Observação direta do processo. • Mapeamento do processo • Fluxograma • Diagrama de Causa e Efeito • Análise Pareto © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 8. DEFINIÇÃO DO PDCA DO – Desenvolver soluções • Estabelecer critérios de sucesso experimental. • Desenhar o experimento para testar hipóteses. • Ganhar o apoio e o suporte do stakeholder para a solução escolhida. DO – Implementar a solução • Implementar o experimento/solução em um projeto piloto © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 9. DEFINIÇÃO DO PDCA DO – FERRAMENTAS • Planejamento de experimentos. • Treinamento on the job. • Comunicação e gerenciamento de stakeholders. © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 10. DEFINIÇÃO DO PDCA CHECK – Avaliar os resultados • Agrupar/analisar os dados da solução. • Validar as hipóteses. • Comparar resultados (planejados x executados) CHECK – Alcançar o objetivo desejado. • Verificar a continuidade ou não do problema. • Se SIM, vá para o ACT; • Se NÃO, volte ao planejamento e revise hipótese/problema/solução estabelecidos a © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 11. DEFINIÇÃO DO PDCA CHECK – FERRAMENTAS • Observação direta do processo. • Análise gráfica. • Gráficos de controle. • Indicadores de desempenho © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 12. DEFINIÇÃO DO PDCA ACT – Implementar a solução revisada •Identificar mudanças e necessidades de treinamento para a aplicação completa da solução •Comunicar os resultados. •Planejar o monitoramento contínuo da solução. •Melhoria contínua. •Observar outras possíveis oportunidades de melhoria. •Padronização dos procedimentos implementados. © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 13. DEFINIÇÃO DO PDCA ACT – FERRAMENTAS • Mapeamento do novo processo. • Padronização das atividades e dos processos. • Treinamento. © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 14. DEFINIÇÃO DO PDCA © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 15. DEFINIÇÃO DO PDCA © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT
  • 16. DIAGRAMA DE FLUXO DE PROCESSO FLUXOGRAMA
  • 17. FLUXOGRAMA O fluxograma dá uma compreensão detalhada das partes do processo em que algum tipo de fluxo ocorre. O fluxograma destaca áreas problemáticas, onde não existe nenhum procedimento para lidar com um conjunto particular de circunstâncias. Slack et al (2008)
  • 18. FLUXOGRAMA “Os fluxogramas devem garantir que todos os diferentes estágios nos processos realizados em uma empresa sejam incluídos no processo de melhoramento e que sigam uma seqüência lógica. O ato de registrar cada estágio do processo rapidamente faz aflorar fluxos pobres.” Slack et al (2008)
  • 19. FLUXOGRAMA “O sistema completo ou processo de se executar um trabalho deve ser estudado globalmente antes que se tente efetuar uma investigação detalhada de uma operação específica nesse processo. Este estudo geral incluirá, na maioria dos casos, uma análise de cada um dos passos que compõem o processo” Barnes (1977)
  • 20. FLUXOGRAMA Vantagens do Uso dos Fluxogramas:  Promove o entendimento de um processo;  Facilita a identificação das deficiências pela fácil visualização dos passos do processo;  Provê um modo de treinar os empregados;  Descreve as relações cliente - fornecedor.
  • 21. FLUXOGRAMA Vantagens do Uso dos Fluxogramas:  Permite o rápido entendimento de qualquer alteração que se proponha nos sistemas existentes, por mostrar claramente as modificações introduzidas;  Permite a visão sistêmica de um processo;
  • 22. FLUXOGRAMA Possibilidades de melhoria:  Certas operações podem ser eliminadas;  Parte de uma operação pode ser eliminada;  Operações podem ser combinadas;  Um melhor trajeto pode ser seguido;  Máquinas mais econômicas podem ser empregadas;  Esperas entre operações podem ser eliminadas; Barnes (1977)
  • 23. FLUXOGRAMA O gráfico de fluxo de processo pode mostrar a sequência de atividades de uma pessoa ou então os passos a que é submetido o material. O gráfico de OPERAÇÃO pode ser do tipo Homem ou do tipo Produto, e os dois não devem ser combinados. Barnes (1977)
  • 24. FLUXOGRAMA Definiremos 2 tipos de Fluxogramas: 1 – FLUXOGRAMA DE INFORMAÇÃO: Descreve, sistematicamente, os passos de um processo buscando, em um primeiro momento, promover o entendimento deste. Mostra, portanto, o fluxo de informações que podem ser melhoradas pela adição de símbolos de diagramas que identificam as decisões e as conseqüências destas. Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 25. FLUXOGRAMA Símbolos Utilizados FLUXOGRAMA DE INFORMAÇÃO: Início / Fim Conectores: Passos do Processo Passo do Processo Pags. Diferentes Não Decisão Mesma Pag. Sim Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 26. NÍVEIS DO FLUXOGRAMA DE INFORMAÇÃO Macro Micro Mini Tipo de Produto Tamanho da Embalagem Início Início Execução Programação Tamanho Correto? Não Definir Novo Tamanho Não Execução Correto? Retrabalho Sim Despacho Sim Controle Embalagem Endereço Correto? Fim Corrigir Fim Distribuição Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 27. EXEMPLO - FLUXOGRAMA DE INFORMAÇÃO Início A Coletar de Insumos Tipo de Controle Traçar o Plano Assinar o Plano Tipo de Ação Fazer as Cópias Reescrever o Plano Submeter ao Controle Não Distribuir Fim OK? Sim A Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 28. FLUXOGRAMA 2 – FLUXOGRAMA DE OPERAÇÃO: 2.1 – Fluxograma de Material: Registra-se aquilo que se verifica com os materiais / informações envolvidos no processo produtivo em estudo. São indicados os pontos em que os materiais entram no processo e, a seguir, as operações, transportes, inspeções, atrasos e estocagens, as quais estes ficam sujeitos. 2.2 – Fluxograma de Operador: Descreve as atividades exercidas pelo homem à medida que este desempenha as tarefas. OBS: A atividade de estocagem não aparece neste tipo de diagrama. Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 29. FLUXOGRAMA Em 1947 a American Society of Mechanical Engineers (ASME) introduziu, como padrão, cinco símbolos. Uma organização pode concluir que, para as suas necessidades, é necessário o uso de uma simbologia especial. Barnes (1977) afirma que a experiência mostra que onde os mestres e supervisores tomam parte ativa no desenvolvimento de melhores métodos, é desejável se utilizar do menor número possível de símbolos e gráficos, de construção simples e fácil entendimento.
  • 30. FLUXOGRAMA Símbolos Utilizados FLUXOGRAMA DE PROCESSO: Operação, Tarefa ou Atividade Movimento de Materiais, Informações ou Pessoas de um lugar para outro Inspeção, Verificação ou Exame de Materiais / Informação / Pessoas Pausa, Atraso no Processo Estocagem, Estoque de Materiais, Arquivo de Informações ou Fila de Pessoas Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 31. SÍMBOLOS - FLUXOGRAMA
  • 32. EXEMPLO - FLUXOGRAMA
  • 33. EXEMPLO - FLUXOGRAMA
  • 34. EXEMPLO - FLUXOGRAMA
  • 35. EXEMPLO – FLUXOGRAMA DE PROCESSO Embalagem Farinha (plástico) Fita (D. Benta) (adesiva) Bobina Esteira Rolo de fita Marcar a validade Até a empacotadeira Cortar fita do rolo Empacotar 1 Kg Retificar o peso do saco Através da esteira Empacotar pardo de de 10 Kg Lacrar o fardo e colocá-lo na esteira Marcar validade no fardo e contá-lo, através da esteira Recontar os fardos Empilhar Para o setor de armazenamento Setor de armazenamento Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 36. FLUXOGRAMA DE PROCESSO - VERTICAL
  • 37. TIPOS DE FLUXOGRAMA UTILIZADOS EM OPERAÇÕES INDUSTRIAIS
  • 38. ROTEIRO – FLUXOGRAMA O ideal é compreender como as coisas são realmente feitas e não como estão descritas em manuais ou divulgadas pela chefia. É preciso uma aproximação às unidades organizacionais a fim de levantar todos os passos que envolvem o trabalho (desde o início até o fim).
  • 39. ROTEIRO – FLUXOGRAMA 1. Comunicar – promover o entendimento e o envolvimento das pessoas certas; 2. Estabelecer o nível – inicie pelo nível macro; 3. Observar o processo atual; 4. Decidir a forma do fluxograma; 5. Definir o nível de detalhamento.
  • 40. ROTEIRO – FLUXOGRAMA Construindo um Fluxograma: 1. Defina o processo a ser analisado; 2. Registre os passos, atividades e decisões; 3. Organize a seqüência dos passos do processo; 4. Desenhe o fluxograma usando a simbologia adequada; 5. Faça um teste de consistência no fluxograma concluído. Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 41. ROTEIRO – FLUXOGRAMA Simbologia de um Fluxograma: 1. Sempre de cima para baixo; 2. A linha do sim (decisão) segue a direção do fluxo; 3. É possível realizar a numeração dos símbolos usados; 4. Ter cuidado com o cruzamento das linhas que compõem o fluxo. Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 42. ROTEIRO – FLUXOGRAMA Coleta de Dados: 1. Em que consiste o seu trabalho? 2. De quem recebe o trabalho? 3. Para quem passa o trabalho após terminar sua parte? 4. Envia documentos/formulários para quem? 5. Recebe documentos/formulários para quem? 6. Quantas unidades de trabalho faz por dia; 7. Quanto tempo gasta para realizar o seu trabalho? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 43. FLUXOGRAMA DOS PASSOS PARA O ESTUDO DO MÉTODO Slack (1997)
  • 44. ANÁLISE DO FLUXOGRAMA Passo 1 - Examine cada passo do processo: Quais os Gargalos? Quais os Passos pobremente definidos? Quais as Seqüências ineficazes? Demoras? Passo 2 - Examine cada símbolo de decisão: Este passo pode ser eliminado? Passo 3 - Examine cada retorno para retrabalho: Pode ser encurtado ou pode ser eliminado? Passo 4 - Examine cada símbolo de atividade: O passo agrega valor ao cliente? Diagnosticar: Morosidade; Desperdício de recursos; Erros. Dificuldade de Controle Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 45. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Operação: 1. Pode a operação ser eliminada por: a) Uso de um material diferente? b) Mudança no desenho da peça? 2. Pode a operação ser combinada com alguma outra atividade, de modo a reduzir o custo de produção unitário? 3. Será significante uma mudança na seqüência de operações? 4. Pode a operação ser realizada mais economicamente, através do uso de diferentes: a) Equipamentos? b) Ferramentas e acessórios? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 46. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Operação: 1. Está o equipamento sendo operado apropriadamente? 2. Estão sendo utilizados os materiais mais econômicos? 3. Pode algo ser feito para reduzir as perdas e produtos defeituosos? 4. Está o trabalho programado em tamanho de lotes econômicos? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 47. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Transporte : 1. Podem as distâncias a percorrer ser reduzidas por uma mudança no layout da fábrica? 2. Podem as quantidades transportadas de uma só vez ser aumentadas, a fim de reduzir os custos de manipulação por unidade? 3. Será econômico substituir métodos manuais por métodos mecânicos, ou vice-versa? 4. São os materiais carregados e descarregados nos locais corretos? 5. Podem os meios de despacho ser aperfeiçoados? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 48. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Transporte : 6. Está sendo utilizado o tipo mais eficiente de equipamento mecanizado? 7. Está o equipamento sendo operado na velocidade correta? 8. Pode a manipulação ser feita mais facilmente pelo uso de containers, prateleiras e bandejas de desenho apropriado? 9. Pode uma operação, como pintura, ser realizada enquanto o material está sendo transportado? 10. Pode ser utilizada mão-de-obra mais barata, para manipular e transportar os materiais? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 49. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Estocagem: 1. Pode a entrega de materiais ser programada, a fim de eliminar ou reduzir o tempo de estocagem? 2. São as estocagens causadas pelas quantidades muito grandes dos pedidos? 3. São os materiais estocados nos locais mais convenientes? 4. São os materiais estocados de modo a minimizar a quebra, deterioração e furto? 5. Permite o layout do depósito que os materiais entregues ou recebidos sejam empilhados ou descarregados sem dificuldade? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 50. CHECK-LIST DO FLUXOGRAMA Teste da Atividade de Estocagem: 6. Podem o número ou a extensão de estoques ser diminuídos por: 6. Estabelecimento de melhores programas de Produção? 7. Providenciar corredores mais largos ou de maior número deles? 8. Aumento da capacidade de produção da fábrica? 9. Combinação de determinadas atividades? 10.Desempenho de mais de uma atividade em um determinado local? 7. Perde-se o tempo devido à transferência freqüente de tarefas? 8. Os empregados se atrasam devido ao fato das instruções não serem liberadas a tempo, ou porque os equipamentos de Produção, tais como homens, máquinas e materiais não estão disponíveis quando necessários? Fonte: Notas de aula prof. Gilson Lima
  • 51. Exercício Fonte: Peinado e Graemi (2004)
  • 52. Exercício Fonte: Peinado e Graemi (2004)
  • 53. Exercício Fonte: Peinado e Graemi (2004)
  • 54. Exercício Fonte: Peinado e Graemi (2004)
  • 55. Exercício Fonte: Peinado e Graemi (2004)
  • 56. Dinâmica organizacional. Administração da Produção
  • 57. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •A administração da produção trata da maneira pela qual as organizações produzem bens e serviços. •A função de produção (função produção) representa a reunião de recursos destinados à produção de bens e serviços na organização. Qualquer organização possui uma função produção porque produz algum tipo de bens e/ou serviço. Entretanto, nem todos os tipos de organização, denominam a função produção por esse nome.
  • 58. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •A função de produção (função produção) deve usar de forma eficaz seus recursos para produzir os bens e serviços de maneira que satisfaça seus consumidores. Deve ser criativa, inovadora, para introduzir formas novas e melhoradas de produção. •Se a produção puder fazer isso proporcionara à organização meios de sobrevivência a longo prazo, dando-lhe vantagem competitiva no mercado.
  • 59. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •A função de produção (função produção) http://www.slideshare.net/danieljp/unidade-2-conceitos-funes-e-objetivos-do-sp
  • 60. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: Qualquer operação produz bens ou serviços ou um misto dos dois; e faz isso por um processo de transformação  usar recursos (inputs) para mudar o estado ou condição de algo para produzir saídas (outputs).
  • 61. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: http://www.slideshare.net/danieljp/unidade-2-conceitos-funes-e-objetivos-do-sp
  • 62. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores INPUTS Instalações Pessoal Recursos de entrada de transformação Processo de Transformação OUTPUTS Consumidores
  • 63. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO http://pt.scribd.com/doc/51274331/3/Modelo-de-Transformacao
  • 64. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO: são os que agem sobre os recursos transformados. RECURSOS TRANSFORMADOS: aqueles tratados, transformados ou convertidos em alguma forma;
  • 65. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: RECURSOS TRANSFORMADOS: geralmente são um composto de : • Materiais: manufaturas (transformação física), empresa de encomendas (geográfica), estocagem/varejo (mudam a posse ); • Informações: contadores, empresas de pesquisa de mercado, bibliotecas, arquivos etc. • Consumidores: cabeleireiros, cirurgiões plásticos (prop. físicas), hotéis (estocagem), empresas de ônibus (localização), hospitais (prop. fisiológicas), serviços de entretenimento (transf. psicológica);
  • 66. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO http://www.slideshare.net/carllos.souza/gpii-aula-ii-slackcaptulo-ii-sistemas
  • 67. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO: • Instalações: prédios, equipamentos, terreno e tecnologia do processo de produto; • Funcionários: os que operam, mantém, planejam e administram a produção.
  • 68. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: SAÍDAS DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO: • Os outputs e o propósito do processo de transformação são bens físicos e/ou serviços, e estes, geralmente são vistos como diferentes em vários sentidos.
  • 69. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: CARACTERÍSTICAS (DIFERENÇAS) ENTRE SAÍDAS DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO: AS • Tangibilidade: Características que podem ser fisicamente percebidas através da visão, audição, tato,paladar ou olfato. Serviço x Bens físicos Conserto de um automóvel X Pasta de dente • Estocabilidade: Perecibilidade -- Grau em que um produto pode ser armazenado. Enlatados x Poltrona do avião;
  • 70. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO •MODELO DE TRANSFORMAÇÃO: CARACTERÍSTICAS (DIFERENÇAS) ENTRE SAÍDAS DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO: AS • Transportabilidade: automóveis x serviço de saúde; • Simultaneidade: timing de produção e consumo. Serviço: na hora da compra e Bens: produção antes da compra. • Contato com o consumidor: bens: baixo nível de contato; • Qualidade: qualidade é julgada pelo bem. O serviço depende do modo pelo qual ele é entregue e pelo resultado em si.
  • 71. Produtividade industrial. Tipos de operações de produção
  • 72. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • Embora as operações sejam similares entre si na forma de transformar inputs em outputs de bens e serviços, apresentam diferenças em quatro aspectos importantes:  Volume de output;  Variedade de output;  Variação de demanda do output; Grau de visibilidade (contato com o consumidor) envolvido na produção do output.
  • 73. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • DIMENSÃO VOLUME:  Grau de repetição das tarefas;  Em função da repetição – especialização de tarefas;  Isso possibilita a sistematização do trabalho pela qual procedimentos-padrões estão estabelecidos em um manual;  Possível especialização dos equipamentos;  Obtenção de custos unitários baixos devido a diluição dos custos fixos de produção. Ex. : McDonald’s
  • 74. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • DIMENSÃO VARIEDADE:  Relativamente flexível;  A variedade do serviço oferecido permite atender bem as necessidades do consumidor;  Custos maiores; Ex. : Taxi X ônibus
  • 75. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • DIMENSÃO VARIAÇÃO:  Variação nos níveis de demanda;  A operação deve mudar sua capacidade de acordo com a demanda;  Ao flexibilizar as atividades, é necessário prever o nível de demanda;  Necessário nivelar a demanda: previsão. Ex. : Hotel resort x Hotel na rede rodoviária
  • 76. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • DIMENSÃO VISIBILIDADE:  Significa quanto das atividades de uma operação é percebido pelo consumidor, ou quanto da operação é exposto aos consumidores;  As operações de processamento de consumidores possuem uma proporção de suas atividades visíveis aos clientes maior do que a maioria das operações de processamento de materiais. Ex. : Loja de material de construção (baixo grau de tolerância à espera) x Loja de roupas pela Internet
  • 77. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO • OPERAÇÕES MISTAS:  Algumas operações possuem microoperações de alto e de baixo contato dentro da mesma macrooperação enfatizando a diferença do grau de contato com o consumidor; Aeroporto: •Linha de frente  funcionários que atendem a fila de passageiros; comissários que servem comidas/bebidas; •Retaguarda da operação: operações noturnas. Grau de contato com o consumidor transporte de bagagem;
  • 78. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO •IMPLICAÇÕES DOS 4 Vs DA PRODUÇÃO:  Todas as quatro dimensões possuem implicações para o custo de criação de produtos e serviços;  Alto volume, baixa variedade, baixa variação e baixa visibilidade (contato) ajudam a manter os custos de processamento baixos;  Baixo volume, alta variedade, alta variação e alta visibilidade com o consumidor geralmente acarretam algum tipo de penalidade em custo para a produção.
  • 79. TIPOS DE OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO •IMPLICAÇÕES DOS 4 Vs DA PRODUÇÃO:
  • 80. Projeto de Processos
  • 81. PROJETO  O objetivo da atividade de projeto é prover produtos, serviços e processos a fim de satisfazer às necessidades dos consumidores;  A atividade de projeto aplica-se tanto a produtos (ou serviços) como a sistemas (chamados processos)  A atividade de projeto é em si mesma um processo de transformação;  O projeto começa com um conceito e termina na tradução desse conceito em uma especificação de algo que pode ser produzido.
  • 82. PROJETO Projeto de Produto:  Projetos esteticamente agradáveis atendendo ou excedendo a expectativa do consumidor;  Produtos confiáveis durante o tempo de vida útil e que desempenhem bem suas funções;  Projetos que possam ser fabricados de forma fácil e rápida.
  • 83. PROJETO Projeto de Serviço:  Serviço que os clientes percebam como algo que atende as suas expectativas;  Serviço dentro do conjunto de capacitações da operação produtiva;  Serviço prestado a um custo razoável.
  • 84. PROJETO Projeto de Processo:  A maneira de projetar o processo que fabrica o produto ou serviço terá um impacto significativo na habilidade da produção em atender às necessidades dos consumidores;  Um processo implantado no local errado, com capacidade insuficiente, com arranjo físico confuso ou desordenado, com tecnologia inadequada, ou com pessoal incapaz não pode satisfazer consumidores porque pode não desempenhar eficiente ou eficazmente.
  • 85. Inter-relação entre projetos de produtos/serviços e processos.  É um erro considerar que o projeto de produtos e serviços devem ser gerenciados de maneira separada do projeto dos processos que os produzem.  Não se deve envolver uma organização no projeto detalhado de um produto ou serviço sem alguma consideração sobre o modo como deve ser produzido.
  • 86. Inter-relação entre projetos de produtos/serviços e processos.
  • 87. A atividade do projeto evolui da concepção à especificação
  • 88. Um “pequeno” ( )
  • 89. Bruno Rondani (2009) Open innovation
  • 90. Open innovation  Material Inovação Aberta de Bruno Rondani Bruno Rondani (2009) (2009) :
  • 91. Open innovation  Material Inovação Aberta de Bruno Rondani Bruno Rondani (2009) (2009) :
  • 92. Bruno Rondani (2009) Open innovation
  • 93. Open innovation Bruno Rondani (2009)
  • 94. Bruno Rondani (2009) Open innovation
  • 95. Bruno Rondani (2009) Open innovation
  • 96. Fecha ( )
  • 97. EFEITO DO VOLUME E VARIEDADE A relação Volume x Variedade influencia os projetos em diferentes aspectos, tais como: Localização Padronização de Serviços Escolha da Tecnologia dos Processos Natureza do arranjo físico e fluxo. Baixo volume  Alta variedade Alto volume  Baixa variedade
  • 98. EFEITO DO VOLUME E VARIEDADE
  • 99. PROJETO DE PROCESSOS – TIPOS DE PROCESSOS A posição de um operação no continuum “volume – variedade” determina a abordagem geral para gerenciar os processos, ou seja, determinam os tipos de projetos de processos. VOLUME Processo de projeto Processos de jobbing Processos em lotes ou bateladas Processos de produção em massa Processos contínuos VARIEDADE
  • 100. PROJETO DE PROCESSOS – TIPOS DE PROCESSOS Cada tipo de processo em manufatura implica uma forma diferente de organizar as atividades das operações com diferentes características de volume e variedade.
  • 101. PROCESSOS DO TIPO PROJETO Lidam com produtos discretos; longo tempo produzir/construir; baixo volume; alta variedade. para O período de tempo para fazer o produto ou serviço é relativamente longo, como é o intervalo entre a conclusão de cada produto ou serviço. Cada trabalho tem inicio, e fim bem definidos e os recursos transformadores que fazem o produto são organizados de forma individualizada. Ex.: grandes projetos – navio, edifício, túnel, viaduto, etc.
  • 102. PROCESSOS DO TIPO JOBBING Lidam com variedade muito alta e baixos volumes. No jobbing a produção dos produtos envolve o compartilhamento dos recursos; baixo volume (produzem mais itens que o tipo anterior mas com baixo grau de repetição); alta variedade. Ex.: técnicos especializados, restauradores de móveis, alfaiates (por encomenda), gráfica (ingressos para determinados eventos), etc.
  • 103. PROCESSOS DO TIPO LOTES OU BATELADAS Parecem com o jobbing mas os processos em lotes não tem o mesmo grau de variedade daqueles. Como o nome indica, cada vez que um processo em lotes produz um produto, é produzido mais do que um produto. Assim cada parte da operação tem períodos em que está se repetindo, pelo menos enquanto o lote ou batelada está sendo processada. O que vai diferenciá-lo melhor do jobbing é o tamanho do lote. Ex.: produção de alimentos congelados; peças de roupas.
  • 104. PROCESSOS DO TIPO MASSA São os que produzem bens em alto volume e variedade relativamente estreita. Lidam com atividades repetitivas; produtos padronizados; Ex.: Fábrica de bebidas, produção de CDs, bens duráveis... Montadoras de automóveis: ainda que haja variedade no sentido do tamanho do motor, cor, equipamentos extras, essas variantes não afetam o processo básico de produção.
  • 105. PROCESSOS DO TIPO CONTÍNUOS Produz volumes ainda maiores que o tipo anterior; Variedade menor que o tipo anterior; Operam por períodos de tempo muito mais longos; operam de modo contínuo (24 horas/dia); capital intensivo (utilização de equipamentos). Produtos inseparáveis produzidos em fluxo ininterrupto. A operação tem que suprir os produtos sem uma parada. Ex.: refinarias de petróleo, siderúrgicas, fábrica de papéis, hidroelétricas, etc.
  • 106. TIPOS DE PROCESSOS EM OPERAÇÕES DE SERVIÇOS http://ocw.mit.edu/index.htm
  • 107. TIPOS DE PROCESSOS EM OPERAÇÕES DE SERVIÇOS FONTE: http://www.si.lopesgazzani.com.br/docentes/katia/AULA7ADM.pdf
  • 108. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. SLACK, N. CHAMBERS, S.; JOHNSTON R. Administração da Produção. Tradução Maria Teresa Correia de Oliveira. Revisão Técnica Henrique Luiz Corrêa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. http://www.fdc.org.br/pt/pesquisa/inovacao/cri/Documents/Natura_bruno _rondoni.pdf MIT Opencourseware, http://ocw.mit.edu/index.htm http://www.si.lopesgazzani.com.br/docentes/katia/AULA7ADM.pdf http://www.slideshare.net/danieljp/unidade-2-conceitos-funes-e-objetivosdo-sp © Steve Vasovsk and Jeremy Weinste n – ESD.60 Lean/Six Sigma Systems, LFM, MIT BARNES, Ralph Mosser. Estudo de movimentos e de tempos: projeto e medida do trabalho. 6 ed. São Paulo: Edgar Blücher, 1977. http://xa.yimg.com/kq/groups/19698351/598514251/name/ADM06++T%C3%A9cnicas+de+Mapeamento+de+Processos.pdf
  • 109. Layout industrial e movimentação de materiais. Arranjo Físico industrial