1CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DA PARÓQUIA DESÃO CIPRIANO DE PAÇOS DE BRANDÃOPor: CARLOS VARELA                            OS...
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20Este Fernandus Brandiaz, que o Pde.Correia, em os 900 Anos de P.B. colocacomo 1º donatário desta freguesia de Paços de B...
21Veja-se como se refere «Frei.António Brandão» na «Monarchia Lusitana» aosBrandões :
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30 BRANDILIZ – Testamento referente ao «Monastéri Morariae», confirmadopor, Osório Brandiliz, geda brandiliz, odario brand...
31BRANDON – BLANDILA - Documento do Livro Preto da Sé de Coimbra– Dp.Ch. XCIII – 967 – É a primeira vez em que é mencionad...
32BRANDIA - «Karta de Tarouquela» - Confirmação por «Brandia test»,referente ao Mosteiro de Grijó (Baio-Ferrado, Doc.128 d...
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Contributo para a história da paróquia de são cipriano (1)

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Contributo para a história da paróquia de são cipriano (1)

  1. 1. 1CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DA PARÓQUIA DESÃO CIPRIANO DE PAÇOS DE BRANDÃOPor: CARLOS VARELA OS BRANDÕES IEm artigos anteriores dediquei-me a explanar assuntos, que de qualquermaneira nos ajudam a compreender melhor as origens desta Paróquia de SãoCipriano de Paços de Brandão. Embora no que se relaciona com São Salvadorde Grijó, concretamente no “Livro das Campainhas, e aos Fidalgos Naturais deGrijó, tivesse abordado os que usavam no seu nome “BRANDÃO”, vou tentarmais uma vez, deixar transcritas, algumas notas acerca deste apelido ou nome,já em uso nos séculos X e XI.Porque na nossa Paróquia o assunto teve um tratamento que muito deixa adesejar, principalmente se for analisado através dos conceitos a que a Histórianos obriga, leva-me, e nunca é demais relembrar, a introduzir este artigo com adivulgação de documentos da “DIPLOMATA ET CHARTAE”, em que se podeverificar que o ano de 1095 seria de todo improvável para que o Conde D.Henrique fizesse qualquer tipo de transacção, a favor de um fidalgo ou de uma,instituição religiosa, primeiro, sem que tal ficasse registado e avalisado peloseu primo Raimundo em representação do sogro de ambos, Afonso; segundo,,porque desde o ano de 1094 até final de 1096, foi Raimundo e Urraca, que emrepresentação de Afonso, validavam tais actos. Não obstante, ainda em 1097aparece só o «Rex Adefonsi», pelo menos em um documento, a validar taisactos, e só a partir deste ano de 1097 é que se encontra Henrique e Teresa, aefectuá-lo, ainda em representação de Afonso.Julgo que a prova documental, que aqui vou apresentar, sirva, de uma vez portodas, para justificar a razão pela qual tenho procurado, que se altere o que setomou por verdadeiro, e, que induz o leitor num tremendo erro histórico, e queas entidades institucionais, desta Paróquia, resolvam proceder às respectivasrectificações, para que quando se forem consultar «sites» ou outros meios decomunicação, em que tal está expresso, o leitor não encontre coisas de talmaneira inaceitáveis, como o ano de 1095, como vem referido nos “900 Anosde P.B.”, e saiba da verdade acerca do fidalgo ou fidalgos, que desde pelomenos o século X, já usavam no seu nome ou apelido,«Brandon», «Brandiaz»,etc., e que deram origem ao «Brandão».
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  19. 19. 19 II FERNANDO BRANDÃOA primeira questão que se coloca é a de se saber a ascendência de um tal«FERNÃNDUS BRÃDIAZ», que confirma documento do Mosteiro de Lorvão em1131, que se anexa:
  20. 20. 20Este Fernandus Brandiaz, que o Pde.Correia, em os 900 Anos de P.B. colocacomo 1º donatário desta freguesia de Paços de Brandão, vai ser objecto, nesteartigo, de um tratamento muito especial, passando depois às origens dosBrandões em terras que se vieram a denominar por Condado Portucalense.
  21. 21. 21Veja-se como se refere «Frei.António Brandão» na «Monarchia Lusitana» aosBrandões :
  22. 22. 22Passemos, de seguida, ao que nos dizem, sobre o mesmo Fernando Brandão,os Nobiliários:
  23. 23. 23ARCHIVO HERALDICO-GENEALOGICO - visconde de Sanches de baenaBRANDÃO – Há sido vulgarmente julgada esta família como oriunda deInglaterra; porém de uns títulos conservados entre papeis que fora do padre fr.José da Cruz, reformador do Cartório da Nobreza, consta ser a mesma famíliaoriginária da Normandia, de onde passaram a Portugal com o conde D.Henrique dois irmãos chamados um Charles ou Carlos Brandão, e o segundoFernão Brandão, que viveram junto ao mosteiro de Grijó, em umas casas quedepois foram cognominadas com o nome de paço dos Brandões, e jazem osditos irmãos sepultados no mesmo mosteiro, tendo na sepultura um letreirolatino, que vertido em português diz: Aqui jazem os cavaleiros Brandões. Nãoconsta que o primeiro tivesse descendentes, porém do segundo são tantos,quantos são os que hoje se apelidam, Brandões em Lisboa, Porto, Évora,Coimbra, Castelo Branco, Viana, e outras muitas terras onde se estenderam.As suas armas estão no livro da armaria da Torre do Tombo, e são: em campoazul cinco brandões acesos de oiro, postos em santor; timbre três dos referidosbrandões atados em roquete, com uma fita azul.»Ainda se refere aos Brandões de Duarte Brandão, de João Brandão Sanchez,e, aos de Buarcos, que procedem de Duarte Brandão, contudo só nos vamosdedicar aos referenciados em primeiro lugar.PEDATURA LUSITANA – CRISTÓVÃO ALÃO DE MORAISTÍTULO DE BRANDÕESO Conde D. Pedro no seu livro não faz título particular dos Brandões, e só falaneles por razão de algumas mulheres com quem casaram: e diz que MayorRoiz Durão filha de Ruy Diaz Durão e neta de Diogo Gil valente o que morreuna batalha de Ourique casara com Garcia Miz. Brandão e houveram Pº. Garcia= João Garcia = Fernão Garcia, e Gil Garcia que todos foram cavaleiros deuma lança = Diz mais o Conde D. Pedro que D. Enxamea Diaz filha do mesmoDiogo Gls. Valente casara com Fr.do Gls. Cavaleiro da Terra de Sousa, ehouvera a D. Thereza mulher de Martim Brandão o Velho.«Querem alguns que os Brandões tenham sua origem de Inglaterra, aonde hápoucos tempos viveu Carlos Brandão Duque de Suffloc, que casou com Mariafilha de Henrique 7º daquela coroa…»
  24. 24. 24NOBILIÁRIO DE FAMILIAS DE PORTUGAL – FELGUEIRAS GAYOFelgueiras Gayo, começa por nos apresentar no título de BRANDOENS, umprimeiro capítulo sobre os Brandoins antigos, como se segue: Cap. 1ºN. 1 – GRACIA MARTINS BRANDÃO – CASOU COM d. Mayor Rz de urrofilha de Ruy Dias de urro e D. Tereja Fernandes (Conde D. Pedro ttº 44 fls 270)Filhos: Pedro Garcia = João Garcia = Fernão Garcia = Gil Garcia (todosCavaleiros de uma lança e pouca fazenda). Cap. 2ºN 1 – MARTIM BRANDÃO (Conde D. Pº. ttº 44 fls 276) que pode ser o que vai§ 1 N 2 foi chamado o velho casado com D. Tareja Fernandes filha de FernãoGlz Cavaleiro da terra de Sousa, e sua mulher D. Examea Dias a que «morreo»a Bespa filha de Diogo Glz no § 32 dos Freitas c. g. ttº de Freitas § 32 N 3. Cap. 3ºN - MARTIM BRANDÃO (Conde D. Pº ttº 44 fl 270) que igualmente pode sero dº § 1 N 2 casou com D. Berengeira Dias filha de Diogo Gil do Avellal no ttºde Avelares § 1 N------ c.g. Cap. 4ºN 1 – PEDRO MARTINS BRANDÃO (Conde D. Pº ttº 44 fls 270) casou com D.Urraca Pires filha de Pedro Bool, e sua mulher Sancha Rz filha de Ruy GomesColmeiro, e sua mulher D. Urraca Fernandes filha de Fernão Glz da Azambujattº de Azambujas § 1. BRANDOENSN 1 – o Primeiro de que temos notícia é Carelos Brandão que passou a esteReino no tempo do Conde Henrique e jaz enterrado no Mosteiro de Grijó:tomou o Apelido de Brandão por assistir no Passo de Brandão: era o dºCarelos Brandão Fidalgo Inglês.Filho:- Martim BrandãoN 2 – MARTIM BRANDÃO, filho de Carelos Brandão N 1.Filho: Fernão Martins Brandão
  25. 25. 25N 3 – FERNÃO MARTINS BRANDÃO, filho de Martim Brandão N 2 foi Sr. Docastelo de Arronches por mercê do Rei D. Pedro 1º, e Regedor de Évora e Aiodo Rei D. Fernando, parece faltar aqui alguma geração pela muita distânciaque vai do Conde Henrique a D. Pº 1º que vão mais de 208 anos: deu o Rei D.Pedro certas herdades em Montemor-o-Novo e, Morgado a que chamarão aSilveira.Filho: Lopo Fernandes Brandão.RECORDAR – 900 ANOS DE PAÇOS DE BRANDÃO – PADREJOAQUIM CORREIA DA ROCHAPorque se trata da única Monografia publicada sobre Paços de Brandão, nãodeixa de ser curioso o que lá se encontra, página 134, diz-nos o seguinte:«No campo de S. Mamede, não longe do Castelo de Guimarães, a batalha foivitoriosa, dada a presença dos cavaleiros da Terra de Sta. Maria. Entre eles, estava oNobre Fernando Brandão. O dia I de Portugal, nesse 24 de Junho de 1128, foicomemorado condignamente, aqui na Torre com fachos luminosos, e, no torreirofrente ao palácio, com torneio digno de registo. Mas talvez seja oportuno transcreveras conclusões a que chegou MANSO DE LIMA (Jacinto Leitão).: “Os Brandões vieramda Normandia, o que se prova por certas semelhanças entre as armas dos Brandonsnormandos e dos Brandões”. Isto se lê em Famílias de Portugal, Tomo VII…»«Os Brandões vieram da Normandia – e não da Inglaterra (os Brandons de Suflok) ouda Irlanda (os Brendan) – o que se prova por certas semelhanças entre as armas dosBrandons normandos e dos Brandões.Fernão Brandão passou a Portugal com seu irmão Carlos Brandão no tempo doConde D. Henrique. Em Junho de 1131 aparece como testemunha num documento denomeação feita por Paio Gonçalves ao Mosteiro de Lorvão, documento este que écitado na Monarquia Lusitana.Carlos Brandão viveu em Rio meão, e Manso de Lima pouco mais acrescenta sobreele. Fernão Brandão casou e teve dois filhos: Martims Fernandes Brandão, que foiAlcaide-Mor de Évora no tempo de D. Sancho I, casou com D. Sancha Pais e tevedescendência; e Pedro Fernandes Brandão.»
  26. 26. 26Dictionaire – historique et héraldique – de la noblessefrançaise - par : d. mailhol –( paris 1896)-Tome secondEm face aquilo que os nossos estudiosos em heráldica e nobiliarquia,principalmente dos séculos XVIII e XIX, nos dizem sobre as origens dosBrandões, resolvi consultar uma das melhores obras, de igual período, editadasem França, para saber se haveria alguma referência a algum nobre, queusasse no seu apelido ou nome, a denominação de «BLANDON». Tal apelidoou nome não aparece referenciado, contudo denominações como «Brande»,«Brandt» ou «Brandin» são descritas na obra consultada. É pois com atranscrição dessas referências, que vou deixar ao dispor do leitor deste artigo,para que confronte o que lá se encontra com aquilo que os nossos «cronistas»nos dizem.BRANDE – Família nobre de origem belga, residente em França – Século XIX. «Famille noble d´origine belge, résidente en France..»«Armes: Ecartelé: aux 1 et 4, d´argent fretté de sable: aux 2 et 3, d´hermine à deuxfasces d´azur.»«Devise: Spes in Deo»REPRESENTAN ACTUEL:«BRANDE (Hector-Marie-Louis ) – reconnu comme noble en France avec les titres demessire et d´écuyer, par jugement du tribunal de 1er. Instance de Boulogne-sur-Mer du21 avril 1891; marié á Marguerite-Armande-Hervin-Marie de Meautis, dont unne filleunique: Mercédès-Yvonne-Marqguetite, née à Boulogne-sur-Mer le 22 Juillet 1881.Residence: Paris, 14, rue de Thann; Versailles (en été), 1, rue de Solférino.BRAND – Família originária dos Países Baixos, com existência em Françacerca de 1500. «BRANDT – Originaire des Pays-Bas. La fillation de cette famille remonte à Gérard de Brandt, seigneur de lacampe, qui épousa Anna de Vargelot dont il eut postérité; il existait vers 1500.Au septiéme degré, nous trouvons Alexandre-François-Ignace de Brandt, chevalier,seigneur de Marconne, Piequenhein, etc. Cornelle reforme du régiment Royal-Cravate,il fut crée par le pape, comte palatin, patrice romain, et chevalier de l´Eperon d´or, àcause de l´alliance de son pére avec l´illustre maison de Tolomey, originaire d´Italie; etcrée par lettres patentes du roi du mois de mars 1758, comte de Brandt: il èpousa , porcontrat passé à Arras le 2 septembre 1752, Jeannes-Catherine Mathon, dont il eutplusieurs enfants.ARMES: Bazur, à trois flammes d´argent, passees 2 et 1.»
  27. 27. 27BRANDIN DE SAINT – LAURENS – Família originária da Normandia eremonta ao século XV.«Cette famille est originaire de Normandie et remonte au XVe. siécle.Elle a donné plusieurs officier, un brigadier des gardes du corps mort en 1754; deschevalliers de Saint-Louis, deux conseillers à la cour des aides et un conseiller auparlement de Normandie.Gustave Brandin de Saint-Laurens, fourrierdes logis du roi accompagna Charles X àCherbourg en 1830 et y reçut de lui la croix de Saint-Louis. Il a eu deux fils: Henri-Aymé et Jean-Gaston. Le seul héritier du nom: Gustave Brandin de Saint-Laurens, filsde Henri-Aymé, est mort sans avoir été marié.Armes: Bazur à la flame d´argent accompagnée de trois molettes d´éperon de méme,2 en chefe t 1 en pointe.Supports: Deux chevaux.Devise: Deo regique.»FOUCHER DE BRANDOIS – Família nobre de Poitou, barões de Brandois, onome de Foucher é conhecido desde o século X.«Famille noble du Poitou, divisée plusieurs branches: celle des seigneurs desHerbiers, celle des seigneurs de Thénies, enfin celle des barons de Brandois, qui estdevenue l´ainée par l´extinction des autres.Le nom du Foucher est connu dés le X siécle. Il y eut un Foucher qui partit pour laprimère croisade.Cette famille a fourni plusieurs officiers des armées du roi, des chevaliers de l´ordremilitaire de Saint-Louis et de Saint-Michael.Armes: De sable, au lion d´argent.»Os brandões na Inglaterra (brandon, duke of suffolk)Consultando-se diversos livros de Nobiliarquia Inglesa / Irlandesa, encontra-sereferenciado um tal Charles Brandon, Duke of Suffolk, que descendia deBrandon, Duke of Suffolk, tendo esta família na origem William Brandon, noséculo XV, desconhecendo-se a data do seu nascimento e origens.O Charles Brandon, era uma personagem importante na coroa inglesa, bastao título que ostenta, para se perceber tal. Foi casado com Maria, filha deHenrique VII e viúva do rei de França, Luís XII.
  28. 28. 28Esta família de “BRANDON” é de origem inglesa e não há registos de quetenha passado à Península Ibérica.DUARTE BRANDÃO – Segundo o que nos relata Felgueiras Gayo, no seu“Nobiliário” – Tomo Sétimo, página 61, este Duarte Brandão «que era daAlhandra como diz uma memória que vi e alguns fazem filho de Ruy Barba eneto de Fernão Mz Alardo no ttº de barbas § 1 N 4 foi para Inglaterra fugindo aseu Pai com Henrique Brandão onde dizendo ao Rei que era Hebreu sebaptizou e foi seu padrinho o Rei pelo que se chamou Duarte e tomou o apelidode Brandão do dº Henrique Brandão que era embaixador da corte de Inglaterrade que foi criado»,De Inglaterra passou a Portugal no tempo de D. Afonso V, por quem foinaturalizado em 1479, confirmado por D. João II em 1485 e por D. Manuel em1497.ARMAS: Em campo azul, dois dragões de oiro batalhantes com os pescoços erabos repassados armados de sanguinho .TIMBRE: Os mesmos dragões, há quem diga que é meio cavalo- marinho.D. João II deu-lhe o senhorio de Buarcos. As suas armas foram assinadas pelorei Inglês Duarte V, em memória de um desafio que Duarte Brandão teve evenceu com um fidalgo Inglês, perante o mesmo rei, e pelos serviços que lhefizera na guerra contra França. Duarte Brandão foi cavaleiro da Jarreteira,capitão das ilhas de Granache, e de tanta estima, que estando na comitiva dorei de Inglaterra quando este se avistou com o de França, comeu com eles àmesa..
  29. 29. 29 III OS BRANDÕES DE ORIGEM PORTUGUESABRANDILUNI – Documento referente à Igreja de Águas sanctas, étestemunhado entre outros, por «anagildus brandiluni» - Dp.Ch. LVI , ano de906.
  30. 30. 30 BRANDILIZ – Testamento referente ao «Monastéri Morariae», confirmadopor, Osório Brandiliz, geda brandiliz, odario brandiliz – Dp.Ch. LVI – 946
  31. 31. 31BRANDON – BLANDILA - Documento do Livro Preto da Sé de Coimbra– Dp.Ch. XCIII – 967 – É a primeira vez em que é mencionado o nomeBRANDON e BLANDILA.BLANDO – Livro das Doações do Mosteiro de Paço de Sousa. Confirmaçãopor «Trutesendo testi.Blando». Dp.Ch. CCXXVI – 1015
  32. 32. 32BRANDIA - «Karta de Tarouquela» - Confirmação por «Brandia test»,referente ao Mosteiro de Grijó (Baio-Ferrado, Doc.128 de 1079, 12 Abril). –Dp.Ch. DLXVI – 1079.BRANDIRIGU – Documento referente ao Mosteiro de Arouca, em que nosaparece como testemunha «Brandirigu test». Dp. Ch. DCCXII – 1088
  33. 33. 33FERNÃO BRANDON (1109 – 1131) – Em 1109, Documentos MedievaisPortugueses, t. III, doc. 324, aparece este «Brandon» referenciado emSouselas (Coimbra) e em 1131 confirma documento do Mosteiro de Lorvão,como já foi assinalado no cap.II. Não se encontram documentos que possamdemonstrar a sua origem Francesa, Normanda, Inglesa ou Irlandesa, e,também se prova a inexistência de qualquer documento de que em 1094 ou1095, o Conde D. Henrique lhe tivesse doado esta terra de Paços. Pelocontrário a sua ascendência é bem «portuguesa», de fidalgos oriundos de«Terras da Maia», como se pode comprovar, (por todos aqueles que seinteressem por estes assuntos), consultando o livro, OS BRANDÕES –Origens e Varonia (938 – 1663), de M. Antonino Fernandes – Porto –Novembro de 2007.(1)(1) – Para os interessados em adquirem o livro, informo que o mesmo seencontrava à venda na LIVRARIA DO GUARDA – MOR – LISBOA, através doseu site na internet, Telefone: 213940716 às 3ª feiras, das 14,00 h às 17,00horas. – FAX: 213940716

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