Your SlideShare is downloading. ×
Acompanhamento do Crescimento e do          Desenvolvimento Infantil
Ações prioritárias para Atenção Básica Promoção do aleitamento materno Acompanhamento do crescimento e do  desenvolvimen...
CARTÃO DA CRIANÇA                    Elaborado em 1984 pelo Programa                    de Atenção Integral à Saúde da    ...
Fundamentos de Importância para a Prática Clínica
O crescimento pós-natalEvolução Elevada → até os 2 anos                                Período de                        ...
Fatores que influenciam ocrescimento Potencial genético + condições de vida   Fatores intrínsecos     genéticos, metabó...
Fatores de risco para o crescimento:   Baixo peso ao nascer   Baixa escolaridade materna   Idades maternas extremas (<1...
Medidas Antropométricas                          ESTATURA     PESO
Relação peso/idade
Destravar a balançaVerificar se a balança estácalibrada                                Girar levemente o calibrador até qu...
Quando calibrada,             travar a balança.                                       Despir a criança com o              ...
Mover os cursores sobre                            a escala numérica:                            - primeiro o maior para  ...
travar a balança                   realizar a leitura
fazer a anotação do peso na ficha do                SISVAN/prontuário                                       retirar a cria...
Ganho ponderal nos dois primeiro anos de vida1º trimestre                 700 g/mês2º trimestre                 600 g/mês3...
Registro de Peso/Idade Curvas de crescimento Peso/Idade MENINAS de 0 a 6 anos                Traçado de Peso ou Curva da C...
Interpretação da curva decrescimentoa) Na primeira medição:   observar a posição do peso em relação aos pontos de corte  ...
Estatura È a medida fiel do crescimento da criança. A desnutrição é retratada com a “medição da altura da criança, ou sej...
Relação altura/idade Ao nascer: 49 cm = meninas 50 cm = meninos
Cálculo do peso:        P=nx2+8N = idade em anos ( 2 a 12 anos)
Cálculo da altura:    Altura = n x 5 + 80N = idade em anos ( 2 a 12 anos)
Tempo de vida    Ganho Estatural1º mês           4 cm2º e 3º mês      3 cm4º ao 9º mês     2 cm10º ao 18º mês   1 cm10º - ...
Estimativa da estatura       Estimativa da estatura       Ao nascer                aprox. 50 cm       1 ano               ...
Medidas Antropométricas  PERÍMETRO CEFÁLICO: ≈ 34 cm ao nascer  PERÍMETRO TORÁCICO: ≈ 32 cm ao nascer  PERÍMETRO ABDOMI...
Perímetro cefálico Ate 1 ano de idade é realizado a verificação do perímetro cefálico. Que é utilizado com objetivo de ve...
Perímetro torácico A característica dessa medida consiste na mudança de sua relação com o perímetro cefálico.      Idade ...
Fundamentos e Princípios para a Prática Clínica
Conceitos DESENVOLVIMENTO  Refere-se a uma transformação complexa, contínua,   dinâmica e progressiva, que inclui, além ...
Conceitos DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL  É o processo de humanização que inter-relaciona   aspectos biológicos, psíquicos...
O atraso de uma dessas habilidadespor si só não significanecessariamente um problemapatológico já que entendemos quecada s...
Uso da Ficha deAcompanhamentodo DesenvolvimentoP = PresenteA = AusenteNV = Não Verificado
Poderá ser observado, e anotado no prontuário o acompanhamento do DNPMda criança, ou seja: Se sorri espontaneamente no 2°...
Ao se aplicar a ficha, algumas das seguintes situações podemocorrer: presença das respostas esperadas para a idade.    A...
Atendimento sistematizado à criança de zero a dois              anos de idade, de forma a acompanhar periodicamente o seu ...
Metas Acompanhar 100% das crianças, residentes na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde - UBS; Realizar atendim...
Objetivos específicos   Diminuir o índice de morbi-mortalidade infantil   Prevenir doenças evitáveis na infância   Aume...
Organização do atendimentoA - Equipe Básica:     Pediatra, enfermeiro e auxiliar de enfermagem.B - Equipe de Apoio:     ...
Calendário Recomendado pelo Ministério da Saúde:Consulta da 1ª semana de vida, entre o 3º e o 7º dia - Visita domiciliar
Etapas da Puericultura: Pesar e medir a criança, inclusive o PC/PT; Registrar no Cartão da Criança (posse da mãe ou resp...
Aspectos importantes Local de atendimento privado para consulta; Manter o local arejado, observando temperatura; Ter a ...
 Explicar tudo o que está fazendo a mãe; Respeitar as crenças, procurando explicações    científicas;   Usar linguagem ...
 Deixar a mãe relatar as queixas e tirar as dúvidas,  sempre anotando na ficha de acompanhamento; Manter bom funcionamen...
1.   Abertura da Folha Geral de Atendimento (F.G.A), e     número de prontuário;2.   Registrar na F.G.A:•    Data;•    Sin...
Dados Subjetivos – (S)• Condições de nascimento (CN)- tipo de parto, a termo ou pré-termo (meses ou  semanas);- peso ao na...
• Dieta Alimentar (DA):- amamentação: seio exclusivo, misto ou mamadeira  (tipo de leite e quantas ao dia).- Em crianças m...
• Sono  se dorme bem e que tipo de acomodações;• Umbigo  como realiza a limpeza e a condição da  cicatrização;• Queixa p...
Fatores de risco RISCO AMBIENTAL: ausência de saneamento básico, tipo de  moradia, morador distante da UBS; perda materna...
Dicas para se obter uma história completa: Fazer a mãe e a família se sentirem bem-vindos. Ajudá-los a se sentirem à von...
Dados Objetivos (O)       • Exame físico do bebê  Anotar todos os achados seguindo o roteiro e DNPM – (utilizar a avaliaçã...
Plano de cuidado (PC)•   Orientações: sobre alimentação para a idade, higiene,    vacinas e retornos mensais, acomodação d...
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Puericultura
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Puericultura

62,852

Published on

Published in: Health & Medicine
46 Comments
113 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
62,852
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
46
Likes
113
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Puericultura"

  1. 1. Acompanhamento do Crescimento e do Desenvolvimento Infantil
  2. 2. Ações prioritárias para Atenção Básica Promoção do aleitamento materno Acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento Imunizações Prevenção e controle das doenças diarréicas Prevenção e controle das infecções respiratórias agudas
  3. 3. CARTÃO DA CRIANÇA Elaborado em 1984 pelo Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança (PAISC/MS) para o acompanhamento individual de crianças nas unidades de saúde e para o diagnóstico presumível de desnutrição energético-proteica. A mãe ou responsável deve ser muito bem orientada para compreender as informações contidas no Cartão da Criança. O peso da criança e os marcos do desenvolvimento devem ser anotados neste Cartão, que fica com a mãe ou responsável.
  4. 4. Fundamentos de Importância para a Prática Clínica
  5. 5. O crescimento pós-natalEvolução Elevada → até os 2 anos Período de grande Declínio gradativo e pronunciado → até 5 anos vulnerabilidade Constante (5 a 6 cm/ano) - a partir do 5º ano Estirão da adolescência - 11 anos (meninas) e 13 anos (meninos)
  6. 6. Fatores que influenciam ocrescimento Potencial genético + condições de vida  Fatores intrínsecos  genéticos, metabólicos e malformações, muitas vezes correlacionados, ou seja, podem ser geneticamente determinadas  > 5 anos  Fatores extrínsecos  alimentação, a saúde, a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança  < 5 anos
  7. 7. Fatores de risco para o crescimento: Baixo peso ao nascer Baixa escolaridade materna Idades maternas extremas (<19 anos e >35 anos) Gemelaridade Intervalo intergestacional curto (inferior a dois anos) Criança indesejada Desmame precoce Mortalidade em crianças menores de 5 anos na família Condições inadequadas de moradia Baixa renda Desestruturação familiar
  8. 8. Medidas Antropométricas ESTATURA PESO
  9. 9. Relação peso/idade
  10. 10. Destravar a balançaVerificar se a balança estácalibrada Girar levemente o calibrador até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados
  11. 11. Quando calibrada, travar a balança. Despir a criança com o auxílio da mãe. Destravar a balança, mantendo a criança parada oColocar a criança sentada ou deitada máximo possível no centro do prato, de modo a nessa posição distribuir o peso igualmente;
  12. 12. Mover os cursores sobre a escala numérica: - primeiro o maior para os quilosDepois o menor para os gramas Até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados
  13. 13. travar a balança realizar a leitura
  14. 14. fazer a anotação do peso na ficha do SISVAN/prontuário retirar a criança e retornar os cursores ao zero na escala numérica;marcar o peso no Cartão da Criança
  15. 15. Ganho ponderal nos dois primeiro anos de vida1º trimestre 700 g/mês2º trimestre 600 g/mês3º trimestre 500 g/mês4º trimestre 400 g/mês1º trimestre do 2º ano 200 g/mês2º trimestre do 2º ano 180 g/mês
  16. 16. Registro de Peso/Idade Curvas de crescimento Peso/Idade MENINAS de 0 a 6 anos Traçado de Peso ou Curva da Criança Sobrepeso FAIXA DE NORMALIDADE NUTRICIONAL situação de risco ou alerta nutricional PESO MUITO BAIXO PARA A IDADE
  17. 17. Interpretação da curva decrescimentoa) Na primeira medição:  observar a posição do peso em relação aos pontos de corte superior e inferior  > P 97: Sobrepeso;  P 97 e P 3: Faixa de normalidade nutricional;  P 10 e P 3: Risco nutricional;  P 3 e P 0,1: Peso Baixo;  < P 0,1: Peso Muito Baixo.b) Nas medições seguintes:  observar a posição e também o sentido do traçado da curva de crescimento da criança Ver: Condutas recomendadas para algumas situações de crescimento da criança com até 6 anos de idade
  18. 18. Estatura È a medida fiel do crescimento da criança. A desnutrição é retratada com a “medição da altura da criança, ou seja, uma lentidão no crescimento da criança pode indicar um inicio de desnutrição.
  19. 19. Relação altura/idade Ao nascer: 49 cm = meninas 50 cm = meninos
  20. 20. Cálculo do peso: P=nx2+8N = idade em anos ( 2 a 12 anos)
  21. 21. Cálculo da altura: Altura = n x 5 + 80N = idade em anos ( 2 a 12 anos)
  22. 22. Tempo de vida Ganho Estatural1º mês 4 cm2º e 3º mês 3 cm4º ao 9º mês 2 cm10º ao 18º mês 1 cm10º - 24º mês 0,7 cm/mês
  23. 23. Estimativa da estatura Estimativa da estatura Ao nascer aprox. 50 cm 1 ano aprox. 75 cm 2 anos aprox. 82 cm 3 anos aprox. 91 cm 4 anos aprox. 1 metro
  24. 24. Medidas Antropométricas  PERÍMETRO CEFÁLICO: ≈ 34 cm ao nascer  PERÍMETRO TORÁCICO: ≈ 32 cm ao nascer  PERÍMETRO ABDOMINAL
  25. 25. Perímetro cefálico Ate 1 ano de idade é realizado a verificação do perímetro cefálico. Que é utilizado com objetivo de verificar se existe alguma anormalidade cerebral. PC= altura/2 + 10
  26. 26. Perímetro torácico A característica dessa medida consiste na mudança de sua relação com o perímetro cefálico. Idade Relação entre PC e PT Até 6 meses PC > PT 6 meses PC = PT Acima de 6 meses PC < PT
  27. 27. Fundamentos e Princípios para a Prática Clínica
  28. 28. Conceitos DESENVOLVIMENTO  Refere-se a uma transformação complexa, contínua, dinâmica e progressiva, que inclui, além do crescimento, a maturação, a aprendizagem e os aspectos psíquicos e sociais
  29. 29. Conceitos DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL  É o processo de humanização que inter-relaciona aspectos biológicos, psíquicos, cognitivos, ambientais, socioeconômicos e culturais, mediante o qual a criança vai adquirindo maior capacidade para mover-se, coordenar, sentir, pensar e interagir com os outros e o meio que a rodeia;  Em síntese, é o que lhe permitirá incorporar-se, de forma ativa e transformadora, à sociedade em que vive
  30. 30. O atraso de uma dessas habilidadespor si só não significanecessariamente um problemapatológico já que entendemos quecada ser humano se desenvolve apartir de suas possibilidades e domeio em que está inserido.A criança deverá ser sempre vistacomo um todo e em relação comseu ambiente, pais e família.
  31. 31. Uso da Ficha deAcompanhamentodo DesenvolvimentoP = PresenteA = AusenteNV = Não Verificado
  32. 32. Poderá ser observado, e anotado no prontuário o acompanhamento do DNPMda criança, ou seja: Se sorri espontaneamente no 2° mês, Se a criança apresenta lalação ou balbucio e rola no berço no 3° mês; O sorriso social deve estar presente entre o final do 2° mês e início do 3° (revela acuidade visual e capacidade de comunicação); Ao final do 4° mês de vida todas as crianças nascidas de termo estarão conseguindo firmar a cabeça de modo completo, pega objetos e os leva à boca; Em torno do 4° e 5° mês, firma os ombros e dorso no 5° mês,; Senta-se com apoio a partir do 6° mês; Ao final de 9 meses a criança nascida de termo já deve ficar sentada sem apoio com a cabeça e o tronco erétil; Põe-se de pé apoiada no 11° ou 12° mês; Aos 18 meses já deve estar andando sozinha.
  33. 33. Ao se aplicar a ficha, algumas das seguintes situações podemocorrer: presença das respostas esperadas para a idade.  A criança está se desenvolvendo bem e o profissional de saúde deve seguir o calendário de consulta; falha em alcançar algum marco do desenvolvimento para a idade  Antecipar a consulta seguinte;  investigar a situação ambiental da criança, relação com a mãe, oferta de estímulos.  Sugere-se orientar a mãe para brincar e conversar com a criança durante os cuidados diários; persistência do atraso por mais de duas consultas (ou ausência do “marco” no último quadro sombreado).  Se verificado, encaminhar a criança para referência ou serviço de maior complexidade.
  34. 34. Atendimento sistematizado à criança de zero a dois anos de idade, de forma a acompanhar periodicamente o seu crescimento e desenvolvimento,com orientações para o período e avaliação do grau de risco.
  35. 35. Metas Acompanhar 100% das crianças, residentes na área de abrangência da Unidade Básica de Saúde - UBS; Realizar atendimento de puericultura a 100% das crianças, com prioridade para as menores de 2 anos, da área de abrangência da UBS; Garantir consultas médicas ou de enfermagem, de rotina ou eventuais para as crianças residentes na área de abrangência;
  36. 36. Objetivos específicos Diminuir o índice de morbi-mortalidade infantil Prevenir doenças evitáveis na infância Aumentar cobertura vacinal Realizar calendário de atendimento da criança no município Proporcionar assistência diferenciada e vigilância sobre o recém nascido e outras Estimular o aleitamento materno Proporcionar um sistema de vigilância e combate à desnutrição infantil Promover a intersetorialidade. Encaminhar para consulta médica a qualquer agravo e/ou alteração
  37. 37. Organização do atendimentoA - Equipe Básica:  Pediatra, enfermeiro e auxiliar de enfermagem.B - Equipe de Apoio:  Profissionais de Saúde Mental, Saúde Bucal e outros especialistas quando necessário.C - Fluxo de Atendimento:  A captação da criança deve ser o mais precoce possívelD – Agendamento  Conforme calendário propostoE – Controle dos faltosos  controle de crianças faltosas (mais de 30 dias), através de visita domiciliária, objetivando verificar motivo do não comparecimento, enfatizar importância do controle periódico da criança e oferecer agendamento de nova consulta
  38. 38. Calendário Recomendado pelo Ministério da Saúde:Consulta da 1ª semana de vida, entre o 3º e o 7º dia - Visita domiciliar
  39. 39. Etapas da Puericultura: Pesar e medir a criança, inclusive o PC/PT; Registrar no Cartão da Criança (posse da mãe ou responsável) e também no prontuário; Verificar e orientar quanto ao calendário de vacinação, cuidados gerais e higiene; Acompanhar o desenvolvimento psicomotor, social e psíquico da criança; Anotar no cartão da criança intercorrências patológicas ou eventos de saúde importantes; Estimular o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida; Orientar a alimentação complementar apropriada após os 6 meses; Verificar e estimular a atividade física regular, principalmente para crianças acima de 4 anos.
  40. 40. Aspectos importantes Local de atendimento privado para consulta; Manter o local arejado, observando temperatura; Ter a mão ficha de acompanhamento com anotações anteriores; Respeitar o horário agendado; Troca do lençol do colchonete e da balança sempre na presença da mãe; Lavagem das mãos também na presença da mãe; Criança totalmente despida para dados exatos; Deixar a mãe participar, tirar a roupa do bebê, segurá-la para medir por exemplo;
  41. 41.  Explicar tudo o que está fazendo a mãe; Respeitar as crenças, procurando explicações científicas; Usar linguagem de fácil compreensão para orientações; Não sobrecarregar a mãe de informações; Observar as mudanças que ocorrerem em cada mês, elogiando a mãe; Ter brinquedos laváveis para distrair a criança; Interromper a consulta se for necessário amamentar ou acalmar a criança;
  42. 42.  Deixar a mãe relatar as queixas e tirar as dúvidas, sempre anotando na ficha de acompanhamento; Manter bom funcionamento de aparelhos; Saber ouvir, mostrar-se receptivo, relacionar-se com a criança e a família; Observar carteira vacina e teste do pezinho.
  43. 43. 1. Abertura da Folha Geral de Atendimento (F.G.A), e número de prontuário;2. Registrar na F.G.A:• Data;• Sinais vitais;• Medidas Antropométricas;
  44. 44. Dados Subjetivos – (S)• Condições de nascimento (CN)- tipo de parto, a termo ou pré-termo (meses ou semanas);- peso ao nascer, APGAR no 1º e 5º minuto;- quem fez o parto;- se apresentou problemas ao nascer e o que foi feito;
  45. 45. • Dieta Alimentar (DA):- amamentação: seio exclusivo, misto ou mamadeira (tipo de leite e quantas ao dia).- Em crianças maiores de 6 anos pesquisar outros alimentos;• Eliminações:- se o intestino funciona bem ou não,- características das fezes e urina,- gases e cólicas;
  46. 46. • Sono  se dorme bem e que tipo de acomodações;• Umbigo  como realiza a limpeza e a condição da cicatrização;• Queixa principal (Q.P)  se estiver doente, febre, diarréia, resfriado, dor de ouvido, coriza (cor), vômitos ou refluxo e/ou sem queixas;
  47. 47. Fatores de risco RISCO AMBIENTAL: ausência de saneamento básico, tipo de moradia, morador distante da UBS; perda materna RISCO SOCIOECONÔMICO: desemprego, ausência de escolaridade materna, área social de risco, idade materna, parto fora de ambiente hospitalar, nº de filhos vivos e mortos > = 5 anos; mãe portadora de alguma patologia e/ou deficiência mental, renda familiar RISCO NUTRICIONAL: desmame precoce, aleitamento misto, introdução precoce de alimentos inadequados para idade; desnutrição RISCO BIOLÓGICO: baixo peso ao nascer, prematuridade, patologia com internação após alta materna, malformação congênita, gemelaridade.
  48. 48. Dicas para se obter uma história completa: Fazer a mãe e a família se sentirem bem-vindos. Ajudá-los a se sentirem à vontade ao explicar porque as perguntas são importantes. Conversar com eles em privacidade. Fazer perguntas de maneira respeitosa, gentil e interessada. Ouvir atentamente a todas as respostas. Verificar os registros da mãe na clínica, se disponíveis, e pedir para ver seus registros de casa, se ela os trouxe. Fazer todas perguntas sobre os sinais e os sintomas para decidir quais são as necessidades ou problemas.
  49. 49. Dados Objetivos (O) • Exame físico do bebê Anotar todos os achados seguindo o roteiro e DNPM – (utilizar a avaliação de reflexos)
  50. 50. Plano de cuidado (PC)• Orientações: sobre alimentação para a idade, higiene, vacinas e retornos mensais, acomodação da criança;• Encaminhamentos: S/N – consulta medica, vacinação, outros. OBS:Todos os dados devem ser anotados na caderneta da criança.

×