1. avaliação estado nutricional

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Curso de nutrição para enfermeiros - XIII Congresso Anual da APNEP

1. avaliação estado nutricional

  1. 1. XIII CONGRESSO ANUAL DA APNEP Curso de Nutrição para Enfermeiros
  2. 2. 29-04-11 CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM
  3. 3. 29-04-11 CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM
  4. 4. <ul><li>I- Problemática da desnutrição: </li></ul><ul><ul><li>Prevalência da Desnutrição </li></ul></ul><ul><ul><li>Factores de Risco que predispõem à desnutrição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Práticas hospitalares que afectam o Estado Nutricional (EN); </li></ul></ul><ul><ul><li>Consequências da desnutrição. </li></ul></ul><ul><li>II - Importância da Avaliação do Risco Nutricional </li></ul><ul><ul><li>Indicadores/instrumentos utilizados para a avaliação do Rastreio Nutricional (RN). </li></ul></ul>CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL 29-04-11
  5. 5. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL <ul><li>I- Problemática da desnutrição </li></ul><ul><li>A Prevalência da Desnutrição (Bristian y BlacKburn) … </li></ul><ul><ul><li>… verifica-se em todas as idades; </li></ul></ul><ul><ul><li>… > incidência nos idosos e doentes c/ doenças crónicas </li></ul></ul><ul><ul><li>… > incidência nos d. hospitalizados </li></ul></ul><ul><ul><li>… ocorre tanto nos países desenvolvidos como subdesenvolvidos. </li></ul></ul>CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  6. 6. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11 Prevalência da Desnutrição Doentes crónicos 12% Residentes em lares 15 a 30% Na admissão hospitalar 40 a 45% Hospitalizados > 60 anos 50% Hospitalizados > 80 anos- 77% “ European Nutrition For Health Alliance “
  7. 7. <ul><li>Desnutrição – Problema actual… </li></ul><ul><ul><li>47% (Perman e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>78% (Ulibarri e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>83,4% (Gassul e Rocandio) </li></ul></ul><ul><ul><li>19 a 60% (Strantton e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>40 a 45% (Vacero e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>60% (Gusman de Damas e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>40% (Mcwhirter e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>48 e 59% (Reilly e col.) </li></ul></ul><ul><ul><li>48,1% (Waitzerg ) </li></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  8. 8. <ul><li>DH aumenta durante o internamento: </li></ul><ul><ul><ul><li>69% em 2 semanas – Weinsier e col . </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>64% - Pennington </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>50 a 89% - Mcwhirter e Bruun, 1999 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>41 a 51% - Naber, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><li>Desnutrição associada à doença: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>tempo de internamento </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>complicações </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>mortalidade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>custos hospitalares </li></ul></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  9. 9. <ul><li>Desnutrição associada à doença ( DAD ) </li></ul><ul><li>Estudo realizado em 6 hospitais portugueses ( conclusões ) </li></ul><ul><li>( Matos,LC – 2007 ) </li></ul><ul><li>- Em nenhum dos hospitais existia RN formal do EN </li></ul><ul><li>- Frequência do risco nutricional – 28,5% e 47,3%, não sendo estes utentes referidos para tratamento </li></ul><ul><li>- 34,9% com registos do peso no processo clinico mas sem evidencia de diferenças entre os doentes com e sem DAD. </li></ul><ul><li>- 43% dos registos do peso foi efectuado no serviço de anestesia </li></ul><ul><li>- 70% dos utentes com menções nos processos clinicos relacionados com a alimentação e EN, mas sem tratamento consistente </li></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  10. 10. <ul><li>Estudo realizado pela APN aos Nutricionistas Portugueses ( 2007). </li></ul><ul><li>98% consideram importante a realização do rastreio nutricional na admissaão e durante o internamento dos doentes. </li></ul><ul><li>Identificam como principais barreiras à avaliação nutricional </li></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11 Falta de interesse dos profissionais 87,9% Falta de pedido de colaboração aos Nutricionistas 83,9% Falta de reconhecimento do problema pelos responsáveis 81,5% Falta de organização no local de trabalho 76,1% Falta de formação dos profissionais de saude 74,4% Falta de Nutricionistas 72,3%
  11. 11. <ul><li>Segundo as directrizes emanadas pelo Conselho da Europa (2003), principais factores r/c a DH (e que constituem barreiras para o estabelecimento de cuidados nutricionais) , são: </li></ul><ul><ul><li>Falta de influência e conhecimento dos doentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de compromisso dos gestores hospitalares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de formação profissional em relação aos diferentes grupos profissionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de cooperação entre os diferentes grupos profissionais hospitalares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta das responsabilidades claramente definidas na planificação e manipulação do suporte nutricional. </li></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  12. 12. <ul><li>Predispõem à Desnutrição: </li></ul><ul><ul><li>Factores individuais: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Problemas dentários, dificuldades na mastigação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Problemas cognitivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alcoolismo, isolamento, depressão </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Baixo nível socioeconómico </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Causas clínicas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cirurgia recente ou trauma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Doença crónica, oncológica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sépsis </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>... </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  13. 13. <ul><li>Práticas hospitalares que afectam o EN: </li></ul><ul><ul><li>Inexistência de rastreio nutricional na admissão ( peso,... ); </li></ul></ul><ul><ul><li>Soroterapia prolongada como único suporte nutricional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de controlo e registo da ingestão alimentar real; </li></ul></ul><ul><ul><li>Refeições mal programadas com deficiente apresentação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inadequado suporte nutricional e atraso na sua instauração; </li></ul></ul><ul><ul><li>Perdas extra de nutrientes inerentes à patologia base; </li></ul></ul><ul><ul><li>Medicação com influência no processo de nutrição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Jejum prolongado por razões diagnosticas ou terapêuticas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Insuficiente conhecimento e interesse pelo pessoal de saúde; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de flexibilidade da administração no processo alimentar </li></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  14. 14. <ul><li>Consequências da desnutrição: </li></ul><ul><ul><li>A desnutrição produz debilidade generalizada: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>compromete a evolução da doença </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>reduz a capacidade de recuperação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>risco de morte </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>susceptibilidade de complicações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>complicações pós operatórias </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>transtornos psicológicos ( depressão e apatia ) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>resistência às infecções </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>capacidade de cicatrização </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>resposta imune </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  15. 15. <ul><li>Consequências da desnutrição: </li></ul><ul><ul><li>Susceptibilidade das complicações </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>custos dia de internamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>custos tempo de internamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Para o dobro o tempo de internamento ( Weinsier e col.; Relly ) </li></ul></ul><ul><li>7,3 biliões de libras/ano – custos da desnutrição no Reino Unido </li></ul><ul><li>5,3 biliões de libras/ano – nos cuidados de saúde primários </li></ul><ul><li>( Relatório BAPEN, 14/12/2005 ) </li></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Consequências Económicas CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  16. 16. <ul><li>II - Importância da Avaliação do Risco Nutricional </li></ul><ul><li>Avaliação do Risco Nutricional deve ser realizada: </li></ul><ul><ul><li>Momento da admissão </li></ul></ul><ul><ul><li>Durante o internamento </li></ul></ul><ul><li>1 – Identificar os indivíduos em risco nutricional </li></ul><ul><li>2 – Efectuar intervenção nutricional precoce </li></ul><ul><ul><li>Prevenir e minimizar perdas ponderais e declínio CC </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrigir défices nutricionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Optimizar sistema imunitário </li></ul></ul><ul><ul><li>Maximizar a eficácia do tratamento farmacológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Maximizar a recuperação e qualidade de vida do doente </li></ul></ul><ul><ul><li>↓ reinternamentos, tempo de internamento e mortalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>↓ custos hospitalares </li></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  17. 17. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL <ul><li>Revisão da literatura (1982 - 2002) </li></ul><ul><li>Resultados: </li></ul><ul><li>Encontrados 71 instrumentos de rastreio nutricional (35 revistos); </li></ul><ul><li>Alguns enumeram plano de acção de acordo com a pontuação obtida; </li></ul><ul><li>Sensibilidade, especificidade e aceitação nem sempre eram investigados. </li></ul><ul><li>Conclusões: </li></ul><ul><li>- Existem inúmeras ferramentas à disposição dos enfermeiros; </li></ul><ul><li>- Porém, muitas requerem teste. </li></ul>CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  18. 18. <ul><li>Requisitos dos Instrumentos de RN </li></ul><ul><ul><li>“ necessário um sistema eficaz e prático que permita realizar rastreios de rotina para identificar utentes em risco “ BERSTEIN e col. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>consistentemente normal em pacientes sem desnutrição ( alta sensibilidade e poucos falsos positivos ) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>consistentemente anormal em pacientes desnutridos ( alta sensibilidade e escassos falsos negativos ) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>facilmente normalizado com adequado suporte nutricional </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>facilmente afectado por factores não nutricionais </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Ser Ser Ser Ser CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  19. 19. <ul><li>Devem permitir análise epidemiológica </li></ul><ul><ul><ul><li>Detectar os utentes admitidos desnutridos ou em risco nutricional; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Controlar a prevalência e incidência da desnutrição hospitalar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Conhecer grau de desnutrição em que se encontram os utentes e evol. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Conhecer o risco de produção de alterações no estado de nutrição em função da idade, diagnóstico e procedimentos terapêuticos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Relacionar a desnutrição e seus riscos com as causas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Analisar as repercussões da desnutrição sobre aspectos como: morbi-mortalidade, duração internamento, custos, etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Possibilitar a intervenção precoce, através de suporte nutricional; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise periódica dos resultados e ajuste do programa pela unidade de epidemiologia, informática e comissão de nutrição clínica; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Usado com fins de sensibilização e formação </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  20. 20. <ul><li>Deve incluir: </li></ul><ul><ul><li>1 – Parâmetros clínicos/ antropométricos (objectivos) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Idade, peso, IMC, CMB, pregas cutâneas, etc... </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>2 – Parâmetros analíticos ( objectivos ) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Albumina, transferrina, linfócitos totais, colesterol total,etc... </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>3 – Parâmetros de avaliação ( subjectivos): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Patologia do utente que motivou o internamento; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O estado Nutricional anterior e no momento da admissão; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Capacidade de se alimentar/ ingestão alimentar </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  21. 21. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11 Instrumento Vantagens Desvantagens IMC IMC= Kg/m 2 Alta especificidade/ Calculo fácil baixa sensibilidade estimação global do individuo Antropometria Pregas cutâneas CMB Fácil e económica Valoriza a composição corporal Erros entre observadores Proteínas plasmáticas Albumina Pré-albumina Fácil de determinar Baixo custo Alb. – prediz mortalidade. Pré-Alb. – vida média curta Alb. – vida média elevada, lenta resposta a alterações nutricionais. Pré-Alb. – níveis plasmáticos influenciados por factores não nutricionais
  22. 22. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11 Indicadores Características Índice de Prognóstico Nutricional (IPN ) IPN= 158-16,6(alb:)-0,78( PCT)-0,2( transf)-5,8 (prova de reacção cutânea 0-2) Identifica o risco elevado de complicações cirúrgicas. Combina as medidas antropométricas, testes cutâneos de hipersensibilidade retardada e nível de proteínas plasmáticas. Índice de Risco Nutricional ( IRN ) IRN= 1,519 . Concentração sérica de albumina + 0,417 . ( PA/PH).100 Combina a concentração sérica de albumina com a variação de peso Sem Desnutrição – 97,5 a 100 Desnutrição ligeira – 83,5 a 97,5 Desnutrição severa - <83,5
  23. 23. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Inclui 18 itens agrupados em 4 áreas: Antropometria ( PA,CB,Perda de Peso ) Valorização geral (estilo de vida, medic.) Valorização da ingestão alimentar Valorização subjectiva (auto percepção do estado de saúde). > 24 – bem nutrido 17 – 23,5 – risco de desnutrição < 17 - desnutrição Mini Nutritional Assessement (MNA) Idosos ( ESPEN e ASPEN ) CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  24. 24. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Malnutrition Universal Screening Tool (MUST) Comunidade ( ESPEN e ASPEN ) Não necessita de pessoal com treino específico. Valoriza o IMC, a variação de peso e a ingestão alimentar 0 pontos – baixo risco 1 pontos – risco médio 2 ou mais pontos – risco elevado CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  25. 25. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Nutritional Risk Screening (NRS) Hospital ( ESPEN e ASPEN ) Requer pessoal qualificado Aplicado a doentes hospitalizados Classifica os doentes internados de acordo com a deterioração do estado nutricional e a severidade da doença. CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  26. 26. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL Avaliação Global Subjectiva (AGS) <ul><li>Avalia o risco de desenvolver complicações relacionadas com a nutrição. </li></ul><ul><li>Analisa do ponto de vista estrutural: </li></ul><ul><ul><li>História clínica </li></ul></ul><ul><ul><li>Exame físico </li></ul></ul><ul><li>Elevada especificidade e sensibilidade. </li></ul><ul><li>Elevada capacidade de prognosticar complicações . </li></ul>CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  27. 27. <ul><li>Resolução do Conselho da Europa ( ResAP 2003 )… </li></ul><ul><ul><li>… sobre alimentação e cuidados nutricionais nos hospitais </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Incide: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nº inaceitável de doentes desnutridos nos hospitais com efeitos imperativos, a nível: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- duração do internamento hospitalar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- tempo de reabilitação; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- qualidade de vida; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- custos. </li></ul></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  28. 28. <ul><li>Resolução do Conselho da Europa ( ResAP 2003 )… </li></ul><ul><ul><li>… sobre alimentação e cuidados nutricionais nos hospitais </li></ul></ul><ul><li>Compromissos/recomendações para os estados membros </li></ul><ul><ul><li>ARN: deve ser realizada de forma rotineira antes ou no momento do internamento. Deve ser repetida regularmente durante a hospitalização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Devem ser elaborados estudos para desenvolver e validar métodos simples de avaliação; </li></ul></ul><ul><ul><li>A definição de desnutrição associada à doença, deve ser universalmente aceite e usada como diagnóstico clínico e tratada como tal; </li></ul></ul><ul><ul><li>O apoio nutricional, como parte integrante do tratamento dos doentes, deve ser considerado sistematicamente; </li></ul></ul><ul><ul><li>A responsabilidade das diferentes categorias nutricionais, em relação ao apoio nutricional, deve ser estipulada de forma clara; </li></ul></ul><ul><ul><li>Deve ser implementado um programa de formação contínua em Nutrição e técnicas de apoio nutricional a todo o pessoal envolvido na alimentação dos doentes. </li></ul></ul>AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11
  29. 29. AVALIAÇÃO DO RISCO NUTRICIONAL CURSO DE NUTRIÇÃO PARA ENFERMAGEM | ENF.APNEP@GMAIL.COM 29-04-11

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