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Apresentação V Enecult Profa. Marta Elena Bravo (Colômbia)

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A apresentação "Investigação, gestão cultural e formação para a formulação de políticas culturais: desafios para os estudos sobre a cultura e os estudos culturais na Colômbia", da profa. Marta Elena …

A apresentação "Investigação, gestão cultural e formação para a formulação de políticas culturais: desafios para os estudos sobre a cultura e os estudos culturais na Colômbia", da profa. Marta Elena Bravo fez parte da Mesa Redonda I - Estudos da Cultura, realizada no dia 27 de maio de 2009, como parte da programação do V Enecult.

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  • 1. INVESTIGAÇÃO, GESTÃO CULTURAL E FORMAÇÃO PARA A FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS CULTURAIS: DESAFIOS PARA OS ESTUDOS SOBRE A CULTURA E OS ESTUDOS CULTURAIS NA COLÔMBIA.   MARTA ELENA BRAVO   Professora da Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas. Universidade Nacional da Colombia – Sede Medellín.   Salvador de Bahía, 27 de maio de 2009 V ENECULT - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHÍA Mesa Redonda I- Estudos da Cultura
  • 2. <ul><li>“ Apesar dos marcados dissensos sobre como entender a especificidade dos estudos culturais- sobre como traçar suas genealogias, sobre qual é sua relação com outras propostas teóricas que circulam hoje no mundo acadêmico ou inclusive sobre a pertinência deste nome para tradições intelectuais alternas como as existentes em América Latina- há um relativo consenso em torno de considerar que os estudos culturais constituem uma prática intelectual que supõe que o cultural importa para entender as relações de poder e que seu propósito não se limita à acumulação de conhecimento ostentoso, senão a intervir sobre o mundo. Daí que os estudos culturais constituem uma particular modalidade de teorização do político e de politização do teórico, cuja especificidade de enquadre radica no estudo do concreto à luz de categorias como articulação e hegemonia. É a partir destes critérios que se estabelecem uma série de distinções centrais dos estudos culturais com respeito aos estudos sobre a cultura, outras modalidades de teoria crítica –inclusive de teoria crítica cultural ou a gestão cultural”. </li></ul><ul><li>Eduardo Restrepo. Mundos en disputa. 2007 </li></ul>… A interdisciplinaridade apareceu extravasando não só os assuntos e as modas acadêmicas senão também o próprio mundo do conhecimento científico, pois concerne a algumas das transformações mais profundas das nossas sociedades . Jesús Martín Barbero. De la filosofía a la comunicación: Ida y vuelta. 2004 Tejedora Colombiana de Bolillo
  • 3. Introdução <ul><li>O ano passado eu tive a alegria de estar nesta cidade pela primeira vez e senti imediatamente a “mágica da Bahia (embrujo de Bahia) ”. É uma sorte que pela generosidade do Diretor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, o professor Albino Rubim do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura e da equipe Organizadora do V ENECULT, que eu esteja aqui de novo com o desejo de colocar algumas idéias que espero aportem para esse itinerário valioso traçado desde o primeiro encontro e que enriquece o panorama da America Latina de estudos sobre a cultura na área especifica dos estudos culturais. </li></ul><ul><li>Sem ser uma experta na área dos Estudos Culturais tenho acompanhado com interesse a trajetória desta “área de trabalho” no meu país nos últimos anos e tenho comprovado que uma temática como das políticas culturais é objeto de preocupação no que concerne aos seus desenvolvimentos acadêmicos. </li></ul>Fiesta de San Pacho / Comunidades afrocolombianas – Chocó
  • 4. Introdução <ul><li>Ao respeito vale a pena destacar que nos editais para o Mestrado em Estudos Culturais da Universidade Nacional da Colômbia (primeiro mestrado oferecido como disciplina acadêmica no país no ano de 2004), colocava-se que um dos objetivos era “formar pesquisadores profissionais e docentes nas teorias e metodologias dos estudos culturais e proporcionar ferramentas conceituais para a formulação e avaliação das políticas culturais” </li></ul><ul><li>Esta palestra tem vinculo com a apresentação realizada no ano passado para a mesa de trabalho no IV ENECULT, da qual também fizeram parte meus colegas colombianos Maria Adelaida Jaramillo e Edgar Bolívar, e cuja temática foi intitulada: “políticas culturais e territórios de dialogo: experiências de formulação de culturais na Colômbia 2001 – 2020”. Nela apresentava-se a visão político – cultural desde o âmbito nacional: Colômbia; o local: Medellín e por ultimo do universitário. </li></ul><ul><li>Silletero – Vendedor de flores </li></ul><ul><li>Medellín – Colômbia Bahianas do acarajé – Salvador BA </li></ul>
  • 5. Introdução <ul><li>Tenho organizado a minha apresentação de hoje em quatro seções: 1. Qual o território geográfico e cultural do que estou falando. 2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. 3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. 4. Desafios atuais para os estudos culturais e os estudos sobre a cultura em relação com a avaliação do Plano Nacional de Cultura 2001 – 2010 e a formulação do novo plano no horizonte no ano 2020. Agradeço de novo ao prezado professor Rubim e á equipe organizadora deste V ENECULT assim como a UFBA e aos distinguidos apresentadores, colegas e estudantes presentes, pela sua gentileza ao me permitir compartilhar com vocês estas minhas reflexões. </li></ul>
  • 6. 1. Qual o território geográfico e cultural do que estou falando . <ul><li>Sem dúvida estas duas ultimas décadas tem representado épocas difíceis para o mundo especialmente na Colômbia, país localizado num lugar privilegiado entre duas costas: sobre o Atlântico e o Pacifico. Depois deste maravilhoso Brasil, é o país mais rico do mundo em biodiversidade: plurietnico e multicultural como o reconhecem a nossa constituição de 1991. Os conflitos tem sido agudos e de tal magnitude que no exterior por vezes se caracteriza de maneira terrível: país de violência, de narcotráfico e guerrilhas, marcações todas que tem sido dolorosas. Mas devo afirmar que Colômbia é também um país que coloca como projeto ético e político na sua constituição a cultura e como fundamento de nacionalidade e dinâmicas culturais de grande alcance. </li></ul><ul><li>Mapa Político – </li></ul><ul><li>administrativo da Colômbia </li></ul><ul><li>Mapa físico </li></ul><ul><li>do departamento de Antioquia </li></ul><ul><li>Cidade capital: Medellín </li></ul>
  • 7. Qual o território geográfico e cultural do que estou falando. <ul><li>Falo desde essa sofrida, mas ao mesmo tempo pujante Colômbia, desde um departamento chamado Antioquia e desde uma cidade estigmatizada por muitos e não suficientemente conhecida em sua valiosa dinâmica social e cultural: Medellín, berço do artista Fernando Botero hoje exaltado como um dos grandes pintores e escultores contemporâneos, quem soube dar-lhe forma e cor a nossa vida colombiana e a nossas violências, para que não nos afundemos nelas senão para que pela magia da criação deixemos nossa marca artística no mundo. Falo em soma, desde esse país de García Márquez que num texto titulado Colômbia ao fio da oportunidade proclama: </li></ul><ul><li>Familia Colombia. Fernando Botero. Propriedad del museo de </li></ul><ul><li>Antioquia </li></ul>
  • 8. Qual o território geográfico e cultural do que estou falando. <ul><li>(...) “cremos que as condições estão dadas como nunca para a mudança social e que a educação será seu órgão mestre. Uma educação desde o berço até a tumba, não conformista e reflexiva, que nos inspire um novo modo de pensar e que nos incite a descobrir quem somos numa sociedade que se queira mais a si mesma. Que aproveite ao máximo nossa criatividade inesgotável e conceba uma ética – e talvez uma estética – para nosso afã desaforado e legítimo de superação pessoal. Que integre as ciências e as artes à cesta básica de acordo com os desígnios de um grande poeta de nosso tempo que pediu não seguir amando-as por separado como a duas irmãs inimigas. Que canalize para a vida a imensa energia criadora que durante séculos esbanjamos na depredação e a violência, e nos abra ao fim a segunda oportunidade sobre a terra que não teve a estirpe desgraçada do coronel Aureliano Buendía. Pelo “país próspero e justo que sonhamos: ao alcance das crianças”. </li></ul><ul><li>Gabriel García Márquez. Colombia ao fio da oportunidade. 1996. </li></ul>
  • 9. Qual o território geográfico e cultural do que estou falando. <ul><li>Assim mesmo, falo a partir de um país que acaba de realizar o Foro Ibero-americano de Cultura, como prelúdio à qüinquagésima Assembléia do BID que se levou a cabo com todo sucesso em Medellín e que reafirmou o papel da cultura na construção de Nação e seu compromisso com o desenvolvimento onde se mostrou com amplitude nossa riqueza cultural que demanda cada vez mais avanços em estudos sobre cultura. </li></ul><ul><li>Desde a Colômbia de García Márquez e Botero, de artistas e trabalhadores culturais conhecidos e anônimos e de muitos milhões de cidadãos mestizos e de grande diversidade cultural que lutam com empenho e imaginação é, que eu intervenho neste Encontro. Do mesmo modo falo desde uma longa experiência de vida imersa na educação e a cultura como professora da Universidade Nacional da Colômbia - Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas, assim como trabalhadora cultural com um perfil que corresponde possivelmente a uma definição que colocou em circulação o filósofo e matemático Antanas Mockus, ex-reitor de minha Universidade Nacional, ex-prefeito de Bogotá e pre-candidato presidencial. </li></ul><ul><li>O professor Mockus chama de Anfíbio Cultural àquele que se desenvolve em vários contextos culturais com o fim de ensinar e aprender deles na perspectiva de ser um recontextualizador para tentar de atuar no marco da diversidade cultural (Mockus, 1994). Um grande desafio e não isento de muitas dificuldades. </li></ul>
  • 10.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>Quero abordar estas três dimensões do trabalho cultural entre as quais se apresentam encontros e entrecruzamentos que nós permitimos tecer a cartografia cultural e que tanto precisamos para nós orientar. Com relação a elas os estudos sobre a cultura em general e os Estudos Culturais em particular, têm um desafio. </li></ul><ul><li>A investigação cultural faz referência à construção de conhecimento, de criações, de patrimônios, de saberes acadêmicos, mas também de saberes ancestrais, populares, de reconhecimento e de valoração de nosso lugar no mundo. Enquanto avançamos nesta direção nas duas últimas décadas é muito que temos por explorar na enorme veta de nossa história cultural. </li></ul>Aos acadêmicos nos corresponde fazer possível que as Ciências Humanas, Sociais e da Comunicação bem como os nascentes Estudos Culturais enriqueçam propostas político culturais. Bogotá - Colômbia
  • 11.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>O desafio é colocar como desde a liberdade da investigação nos contextos acadêmicos articulamos trabalhos para que surtam as políticas culturais do Estado e estimulem a participação da sociedade civil, e como estas políticas de Estado se abrem a uma cultura - mundo que nos interroga e à qual interrogamos. A realidade é que os Estudos Culturais e os estudos sobre a cultura em geral na America Latina e no caso específico da Colômbia mostram grandes possibilidades em relação com as políticas culturais. </li></ul><ul><li>“ Os pesquisadores da América Latina combinamos mais freqüentemente a nossa pertença universitária com o jornalismo, a militância política e social ou na participação em organismos públicos, tudo o qual possibilita relações mais móveis entre campos do saber e da ação”. </li></ul><ul><li>Nestor Garcia Canclini (Citado por Nelly Richards, 2004) </li></ul>
  • 12.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>A gestão cultural : é um termo polêmico que se cruza com a investigação e que infelizmente muitas vezes á desconhece. É preciso re-significar este conceito. Gestão é gestar, criar condições, mediar para gerar oportunidades de tal maneira que o fato cultural se faça visível e possível a tarefa do “criador” e a valoração da memória cultural, memória que deve ser ativa. É preciso re-significar passados para dar-lhes vigências presentes e novas possibilidades futuras assim como que o gestor seja verdadeiramente um “ser de cultura”, sensível ao fato cultural que o capte e o dimensione. Não é possível orientar a gestão desde uma razão instrumental limitada. É desde a sensibilidade assim como a educação estética da que nos falava o poeta e filósofo Schiller: á razão analítica e crítica, que o gestor deve entender o significado do fato cultural para que oriente o trabalho, apóie a formulação e execução de políticas, confronte seus resultados com a investigação cultural. Aqui sem lugar a dúvidas os estudos sobre a cultura e também os Estudos Culturais têm muito que contribuir. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Oriquideorama Jardin Botanico </li></ul><ul><li>Medellín - Colombia </li></ul>
  • 13.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>Não é conveniente para o gestor cultural privilegiar os aspectos administrativos. Nesse perigo têm caído muitos dos projetos da gestão. Se estes não se fundamentam nos desenvolvimentos da investigação cultural, ou seja, se não há uma indagação constante pela complexidade dos fatos da cultura no mundo contemporâneo, pela história da cultura e pelo contexto histórico social, filosófico, antropológico, econômico, comunicativo através dos quais se expressa á cultura, o trabalho dos gestores fica reduzido ao de eficientes “instrutores - administradores”, aos “indicadores da gestão” sem uma reflexão profunda desde que se gera o conceito, desde o complexo contexto no qual se desenvolve um trabalho cultural e qual a finalidade que se propõe. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>“ Chiva”- Veiculo onde os camponeses transportam as Silletas </li></ul>
  • 14.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>A formulação e execução das políticas: em seu entrecruzamento a investigação e a gestão devem servir de marco para a formação de pessoas com capacidades de assumir o enorme desafio da formulação de políticas culturais. Também que estas se convertam em fatos político - culturais nestes tempos de penúrias morais, conflitos e crise econômica, mas assim mesmo de enormes possibilidades frente ao fato inevitável e propiciador de oportunidades da mundialização da cultura da que tão lucidamente nos fala Renato Ortiz. Em termos de Jesus Martín Barbeiro, esse grande maestro da America Latina que desde Colômbia fez tanta pedagogia político cultural: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Parque biblioteca San Javier. Rede de Bibliotecas publicas – Medellín. Projeto cultural educativo urbanismo social </li></ul>
  • 15.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>“ Onde temos de localizarmos hoje para pensar e desenhar políticas culturais? Se já não podemos pensar o Estado fora do global, também não podemos pensar a nação por fora da América Latina. Pois já não podemos pensar a nação como sujeito se não é ao interior de um sujeito mais largo como o é o espaço cultural da America Latina. Mas nesse espaço já não cabem as “políticas de governo” imediatas; precisamos que desde cada país se tracem políticas de Estado, isto é de longo prazo e articuladas em projetos de integração cultural e política. Aí se concreta o desafio de fazer umas políticas culturais capazes de entender que os fluxos globais produzem problemas que se manifestam em formas locais, mas cujos contextos extravasam os espaços nacionais”. (Martín Barbero, 2001) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  Vista nocturna – Orquideorama Jardim Botanico </li></ul>A formulação e execução de políticas culturais devem contribuir à construção de uma cultura política no sentido proposto pelo pesquisador colombiano Arturo Escobar num texto elaborado com as professoras Sonia Álvarez e Evelina Dagnino (editoras - 2001) e chamado Política Cultural, Cultura Política: uma nova mirada sobre os movimentos sociais na Latino America-. Nele se afirma que:
  • 16.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>A política cultural é o resultado de articulações discursivas que se originam em práticas culturais existentes que nunca são puras, sempre híbridas, mas que mostram contrastes significativos com respeito a culturas dominantes e ao contexto de condições particulares”. (Escobar, et ao, 2001:26). </li></ul><ul><li>E agregam sobre a cultura política </li></ul><ul><li>“ que se define como “a construção social peculiar daquilo que conta como “político” em toda sociedade”. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Parque de la ciencia Explora – proyecto educativo y </li></ul><ul><li>Cultural - Urbanismo social </li></ul>“ Para criar nação, para construí-la, para sonhá-la, é preciso penetrá-la, explorá-la, conhecê-la e aprender, parafraseando a Blaise Cendrars a reconhecer cada cidade, cada povo, cada caminho seu com os olhos fechados. Não serve imaginar a nação desde acima há que a imaginar desde adentro, tê-la em nosso interior, tê-la vivido, experimentado, escutado, lido, tê-la tocado, memorizado, percurso e comunicado (...)”. (Diálogos de Nação. 2002. p. 17).
  • 17.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>Assim se propôs em Colômbia, em vésperas de empreender a formulação do Plano Nacional de Cultura 2001-2010: para uma cidadania democrática cultural, num exercício muito caro que se chamara diálogos de nação: consolidar identidades referidas ao local / região / nação e conectadas com o mundo. Ter ouvidos polifônicos, olhos caleidoscópicos, mentes e sensibilidade abertas a diversidades de identidades, capacidade crítica. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>“ Hoje sabemos que as identidades culturais não são rígidas e muito menos imutáveis. São os resultados sempre transitórios e fugazes de processos de identificação. Inclusive identidades aparentemente mais sólidas como a de mulher, homem, país africano, país latino americano ou país europeu escondem negociações de sentido, jogos de polissemia, choques de temporalidades em constante processo de transformação, responsáveis em última instância da sucessão de configurações hermenêuticas que de uma época a outra lhe dão corpo e vida a tais identidades. Identidades são, pois, identificações em curso”. Boaventura Souza Santos. (Citado por Diálogos de Nação. 2002. p. 15).
  • 18.   2. Três dimensões do trabalho cultural, pesquisa, gestão e formulação de políticas culturais: encontros e entrecruzamentos. <ul><li>Desde estes lugares geográficos e simbólicos e destes horizontes é possível construir uma democracia cultural que nos permita pensar nossa nação como criação permanente. Traçar mapas culturais que implicam desenhar e também apagar quando erramos. Falar no tempo curto que nos coloca desafios urgentes e imediatos, mas também no tempo longo do processo, do que se deu historicamente do que se está “cozinhando” no melhor sentido cultural e para um futuro. Gonzalo Sánchez “Guerras, memória e história”: “A memória não é só uma impressão identificável é também representação de um processo social e cultural”. </li></ul>“ Talvez seja tempo de repensar no potencial de Colômbia, nas forças e nas práticas que se contrapõem da violência, nas forças para a reconstrução, nas energias para o reconhecimento. Tempo de contrapor às tradições da guerra e da violência os “recursos de civilidade”. (...) esta não é uma tarefa só para os intelectuais, mas é importante que eles comecem a fazer o que lhes corresponde”. (Sánchez, 2005)
  • 19.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>Antecedentes dos estudos culturais no país: ano de 2007 encontro convocado pelas Universidades Nacional, Javeriana e Universidade do Cauca: avaliar o estado atual na universidade colombiana. Desenvolvimento dos estudos culturais consolidado desde um espaço dentro das comunidades acadêmicas das Ciências Sociais e Humanas no país. Estas por enquanto desde os anos 80 vinham alimentando a formulação de políticas culturais (Bravo, 2000). Este Seminário mostrou um panorama muito interessante do avanço dos Estudos Culturais no mundo acadêmico colombiano e como enriquecem o contexto da America Latina e vice-versa, com as especificações que nossas complexas realidades e nossos muitos interrogantes </li></ul><ul><li>lhe propõem a um campo acadêmico que </li></ul><ul><li>atualmente na Colômbia mostra cada vez </li></ul><ul><li>mais essa relação cultura – sociedade – política. </li></ul><ul><li>Panorâmica de Bogotá - Colômbia </li></ul>
  • 20.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>No ano de 2002 o Instituto Colombiano de Antropologia e História ICANH, órgão pertencente ao Ministério de Cultura, publicou um texto fundamental para os estudos sobre a cultura e especificamente das políticas culturais intitulado: Palavras para desarmar: uma aproximação crítica ao vocabulário do reconhecimento cultural na Colômbia. </li></ul>(…) O Estado e as “comunidades” estão trancados numa grande Torre de Babel na que prevalece a confusão dos conceitos (…). Identificamos alguns dos vocábulos com os que se tece a prática do Estado e a sociedade civil (…). A etnografia da prática das políticas públicas revelou os diferentes sentidos que os diferentes atores outorgam aos principais conceitos que prevalecem e se utilizam nas práticas da formulação, implementação e análise de ditas políticas. Este fato não somente dificulta a comunicação e a interação dos diferentes atores que participam na execução destas políticas, senão que é um fator de conflitos de diversa magnitude entre o Estado, as comunidades e outros setores sociais (…). (ICANH, 2002).
  • 21.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>Uso da linguagem nos projetos de política pública e especificamente de cultura, coloca grandes desafios para construir, desconstruir conceitos e contribuir para estudos críticos sobre a cultura. Da mesma maneira no campo específico dos Estudos Culturais pela aproximação que eu fiz deles, no que diz respeito a políticas culturais cada vez se avistam trabalhos que sem lugar a dúvidas vão aprofundar nos entrelaçados conceituais e nos interrogantes que nos propõe a complexidade dos fenômenos culturais na Colômbia. </li></ul>Agenda aberta e trans-disciplinariedade que caracteriza aos estudos culturais, em nosso país oferece temas “provocadores” no melhor sentido de suscitar debates, confrontar, propor discussões onde se exerça a palavra, neste caso do acadêmico, mas também a escuta da palavra do outro: o servidor público, o ator social, o integrante dos grupos culturais, o comunicador, o pertencente a diferentes grupos étnicos, os que fazem parte de grupos que representam diversas opções sexuais, grupos etários, bem como a pessoas em situação de exclusão, de deslocamento, de incapacidade, entre outros. Escena carnaval de Barranquilla – patrimônio da humanidade UNESCO
  • 22.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>Os conceitos devem dotar de novos sentidos as palavras que pelo uso sofrem um desgaste semântico: desconstruir e construir nesse exercício de armar e desarmar as palavras, é sem dúvida um desafio. Estes como patrimônios simbólicos, como expressão de criação e memórias culturais, remetem-nos a novos sentidos de armar e desarmar, num país onde o outro arme, e o desarmamento da vida real e trágica atentaram contra os direitos fundamentais e culturais dos colombianos. </li></ul>Cardápio conceitual do campo político e cultural de uso comum na Colômbia: Cultura, política, criação, memórias, territórios, dês-territorializacao, identidade, patrimônio cultural, localidade, região, nação, cultura mundo, globalização, culturas híbridas, multiculturalidade, interculturalidade, transculturalidade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade, comunidade, sociedade civil, capital cultural, capital social, campo cultural, indústria cultural, iniciativas culturais, cidadania cultural, cidadania supranacional, diásporas, deslocamento, culturas hegemônicas, culturas subalternas, diversidade cultural, cultura popular, cultura de massas, cyber cultura, novas estéticas, modernidade política, modernização, governabilidade, governança, empoderamento, performatividade cultural, nomadismo, autonomia política, entre outras palavras.
  • 23.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>Ao respeito acho pertinente ressaltar dois trabalhos. </li></ul><ul><li>1. “Palavras Chaves: um vocabulário da cultura e a sociedade” do inglês Raymond Williams – 1976: </li></ul><ul><li>“ Tenho feito ênfase no processo de elaboração de palavras chave porque me parece que indica sua dimensão e seu objetivo. (…) trata-se do registro de uma pesquisa sobre um vocabulário: um corpo compartilhado de palavras e significados em nossas discussões mais gerais; em inglês, sobre as práticas e instituições que agrupamos como cultura e sociedade. (…) As chamei de palavras chave em dois sentidos conexos: são palavras significativas e vinculadas em certas atividades e sua interpretação; são palavras significativas e indicativas em certas formas de pensamento. Alguns usos enlaçavam algumas formas de ver a cultura e a sociedade principalmente nestas duas palavras muito gerais. Alguns outros me pareciam abrir, na mesma área geral, questões e problemas dos quais era preciso que todos nós fôssemos bem mais conscientes. (Williams, 2000)” </li></ul>
  • 24.   3. Algumas colocações sobre os estudos culturais na Colômbia e em geral os estudos sobre a cultura. <ul><li>2. Dicionário crítico de política cultural do professor Texeira Coelho uma obra pioneira em seu gênero no âmbito da America Latina. </li></ul><ul><li>“ O que não é possível é negar a dimensão heurística de uma disciplina como a política cultural, o que significa dizer que suas abordagens e análises propiciam enfoques novos ou esclarecedores de questões antigas já tratadas por outras disciplinas”. (Coelho. Tradução da autora). </li></ul>Estes trabalhos tem sido aportes valiosos para a precisão de conceitos no campo da política cultural e assim mesmo abrem agendas aos Estudos Culturais. Debora Arango. Danzarina
  • 25.   4. Desafios atuais para os estudos culturais e os estudos sobre a cultura em relação com a avaliação do Plano Nacional de Cultura 2001 – 2010 e a formulação do novo plano no horizonte no ano 2020. <ul><li>No Compêndio de Políticas Culturais que entregou há dois meses o Ministério de Cultura da Colômbia como documento de discussão para a avaliação do Plano Nacional de Cultura 2001-2010 e a formulação do novo Plano para o ano 2020, a Ministra de Cultura de Colômbia, Paula Marcela Moreno, aponta que: “toda política cultural deixa um legado capaz de transformar mais a sociedade” e que o Compêndio viria a funcionar como “uma caixa de ferramentas para construir alicerces sólidos”. Atrevo-me a acrescentar que essa caixa de ferramentas, na sua conotação epistemológica é um chamado ao exercício mais fino da inteligência e da sensibilidade que também devem promover os Estudos Culturais e em general os estudos sobre a cultura. </li></ul>
  • 26.   4. Desafios atuais para os estudos culturais e os estudos sobre a cultura em relação com a avaliação do Plano Nacional de Cultura 2001 – 2010 e a formulação do novo plano no horizonte no ano 2020. <ul><li>A separação entre pensamento e ação ou entre instâncias públicas que executam e pesquisadores que pensam, é uma dicotomia anacrônica. Há numerosas fontes de pensamento na sociedade civil e práticas de pensamento no aparelho institucional, bem como interações e espaços de deliberação que podem submeter os discursos habituais a uma produtiva desconstrução e ajuste. De qualquer jeito seria importante contar com observatórios e laboratórios das políticas culturais, que não acrescentem peso à arquitetura institucional e que de maneira flexível e oportuna possam fazer seguimento das políticas culturais. (Rey, 2009:40). </li></ul><ul><li>O Compêndio de Políticas culturais é uma tarefa “monumental” que contém as políticas produzidas pelo Ministério de Cultura e propõe que: “Colômbia é reconhecida por ser uma das nações com maior tradição no desenho e posta em marcha de políticas culturais”. </li></ul>
  • 27.   4. Desafios atuais para os estudos culturais e os estudos sobre a cultura em relação com a avaliação do Plano Nacional de Cultura 2001 – 2010 e a formulação do novo plano no horizonte no ano 2020. <ul><li>O compendio recolhe, para submeter a discussão em todo o país, políticas para os diversos campos: artes, artes visuais, literatura, música, educação artística, indústrias criativas, patrimônio material e imaterial, apropriação social do patrimônio, museus, diversidade, proteção da diversidade etnolingüística, leitura e bibliotecas, comunicação, cultura digital, cinematografia, informação cultural, empreendimento cultural, arquivos, acordo, estímulos à infra-estrutura de cultura, política de gestão internacional da cultura e cooperação para o desenvolvimento cultural, políticas para a comemoração do Bicentenário da Independência. Compreende também uma parte que denomina “Contexto” do professor Germán Rey: “as políticas culturais na Colômbia: a progressiva transformação de seus entendimentos” e outro texto de minha autoria sobre o percurso histórico das políticas culturais no meu país 1 . </li></ul>1. Editado o ano passado por a Universidade da Bahía com a Universidade Nacional de São Martín Argentina, no livro “Políticas culturais na Ibero-América” e reeditado pela Universidade Nacional sede Medellín, Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas. 2009.
  • 28.   Considerações finais <ul><li>Considerações finais que se desligam da leitura deste compendio com as quais quero terminar esta exposição: </li></ul><ul><li>No panorama cultural colombiano tem acontecido um desenvolvimento das políticas culturais que na realidade tem logros e avanços, não só desde o ponto de vista das políticas nacionais se não também desde os âmbitos regionais e locais, pioneiros uns, ainda no contexto da America Latina (em Antioquia e Medellín a partir dos anos 80). </li></ul><ul><li>A preocupação por impulsionar trabalhos desta natureza, muitas vezes surgiu de iniciativas estatais, mas com aportes acadêmicos e de grupos da sociedade civil. Neste panorama os estudos sobre a cultura enriqueceram com aportes significativos perspectivas e campos como do patrimônio cultural, os processos de criação, a educação estética, a visibilidade de diferentes grupos populacionais, as indústrias criativas, a economia da cultura, a inter-relação cultura – comunicação - educação entre muitos outros. </li></ul>
  • 29.   Considerações finais <ul><li>A Políticas culturais na sua formulação contaram com a valiosa presença de estudiosos sobre a cultura, acadêmicos reconhecidos na ordem nacional ou líderes culturais e intelectuais, alguns com reconhecimento internacional. Para mencionar os mais conhecidos: Jesús Martín Barbeiro, Juan Luis Mejía, Germán Rey, Arturo Escobar, Gabriel Restrepo, Armando Silva, Jorge Orlando Melo, Hernán Henao, Edgar Bolívar, María Adelaida Jaramillo, Isadora Norden, Renán Silva, Fabio López da Roche, Jorge Eliécer Ruiz, Carlos Menino, Ana María Ochoa, Santiago Castro, Sergio de Zubiría, Silvio Sánchez. </li></ul><ul><li>Rede de bibliotecas publicas. Biblioteca España </li></ul><ul><li>Medellín – Colombia. Premio de arquitectura. </li></ul>
  • 30.   Considerações finais <ul><li>O Compêndio de políticas culturais do Ministério da Cultura encontra um campo propício para ser discutido, confrontado, completado, pois a produção colombiana de estudos sobre a cultura a partir dos anos oitenta foi se acrescentando. É de ressaltar que no projeto de Colciencias , a instância nacional que apóia a investigação o surgimento e desenvolvimento dos chamados “grupos de investigação”, concretamente no campo das Ciências Sociais e Humanas e as Artes, foi considerável (arredor de 1000 grupos). Isto que significou uma oportunidade única para impulsionar e aceder a um patrimônio acadêmico de estudos sobre cultura que é importantíssimo, na medida em que pode utilizar-se para dar-lhe orientações renovadas às formulações político culturais. </li></ul>
  • 31.   Considerações finais <ul><li>Indiscutivelmente no campo da cultura, como coloca o filósofo Santiago Castro do Instituto PENSAR da Universidade Javeriana: </li></ul><ul><li>“ Não é um campo mais entre outros campos… se trata da condição de possibilidade da existência de todos os campos (…)”. </li></ul><ul><li>“ Mas a cultura seria um âmbito fundamental da vida humana que se encontra permeado necessariamente pelo conflito de interpretações” </li></ul><ul><li>(Castro, 2009: 494). </li></ul>Isto é uma chamada para assumir com enorme dedicação trabalhos analíticos, hermenêuticos que lhe dão novos rumos às políticas culturais. Uma leitura crítica do documento feita pelo professor Castro e as outras leituras dos colaboradores convidados pelo Ministério, são uma amostra da tarefa que os estudos sobre a cultura e especificamente os Estudos Culturais, têm em seus encontros e entrecruzamentos nesta cartografia cultural que propõe continuar este documento.
  • 32.   Considerações finais <ul><li>Depois de ter assinalado alguns elementos sobre o desenvolvimento dos Estudos Culturais no país, os acadêmicos temos “um prato forte” por diante. Atrevo-me a utilizar esta metáfora culinária porque estamos num momento em que uma política cultural que se pretende renovada e renovadora, e que dê passo à formulação do novo Plano de Cultura para Colômbia, pode encontrar elementos cruciais nessa nova “cocção” da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade dos estudos eulturais e os estudos sobre a cultura em general. Especialmente repensar e precisar esses laços entre sociedade, política e cultura que são os pilares sobre os quais se estabelecem os Estudos Culturais entre nós e que sem dúvida também são os eixos sobre os quais giram as formulações e a execução das políticas culturais. </li></ul><ul><li>Agradeço sinceramente o apoio para esta apresentação da historiadora da Universidade Nacional – Sede Medellín, Beatriz Hernández e da estudante de mestrado da UFBA, a Colombiana Yeimi Alexandra Alzate López. </li></ul><ul><li>Debora danzarina MAM /Obregon / Cartagena / San Agustin </li></ul>
  • 33. <ul><li>MUITO OBRIGADA!!!! </li></ul>Santa Cruz De Mompox – patrimônio da Humanidade. UNESCO. San Agustín – patrimônio da Humanidade. Cartagena de Indias– patrimônio da Humanidade.

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