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12 de março de 2011Clara Barros
• Foi aprovado em 2008 por Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil     e Portugal, ficando prevista a sua implementação a ...
Não sofreram alterações    • BASE I: do alfabeto e dos nomes próprios      estrangeiros e seus derivados    • BASE II: do ...
BASE IV  BASE IV: c das sequências interiores   1.º o das sequências consonânticascc, cç e ct, e o p das    sequências int...
BASE IV    a) Conservam-se quando se dizem:             compacto, convicção, ficção, friccionar, pacto,   BASE IV: das seq...
BASE IV    c) Conservam-se ou eliminam-se facultativamente quando    oscilam entre a prolação e o emudecimento:   BASE IV:...
BASE IV    d) Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar    o p, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, n...
BASE IV    2.º Casos de oscilação entre a prolação e o    emudecimento:             - O b da sequência bd e da sequência b...
Não sofreram alterações    • BASE V: das vogais átonas    • BASE VI: das vogais nasais    • BASE VII: dos ditongos    • BA...
BASE IX: da acentuação gráfica das palavras paroxítonas.    3.º Não se acentuam os ditongos representados por ei e oi    d...
BASE IX    4.º É facultativo assinalar com acento agudo as formas    verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo ...
BASE IX    6.º Assinalam-se com acento circunflexo:    b) Facultativamente, dêmos (1.ª pessoa do plural do    presente do ...
BASE IX    7.º Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais    paroxítonas que contêm um e tónico oral fechado em...
BASE IX    9.º Prescinde-se, quer do acento agudo, quer do    circunflexo, para distinguir palavras graves que, tendo    r...
BASE XI: da acentuação gráfica das palavras proparoxítonas    3.º Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras    ...
Não sofreram alteração    BASE XII: do emprego do acento grave    BASE XIII: da supressão dos acentos em palavras derivada...
BASE XV: do hífen em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares    1.º Emprega-se o hífen nas palavras compostas por ...
BASE XV    6.º Nas locuções de qualquer tipo, não se emprega em geral o hífen,    salvo algumas exceções já consagradas pe...
BASE XVI: do hífen nas formações por prefixação,   recomposição e sufixação.    Só se emprega o hífen:    a) Quando o segu...
BASE XVI    b) Nas formações em que o prefixo termina na mesma vogal    com que se inicia o segundo elemento:             ...
BASE XVI    c) Nas formações com os prefixos circum- e pan-, quando o    segundo elemento começa por vogal, m ou n:       ...
BASE XVI    d) Nas formações com os prefixos hiper-, inter- e super-,    quando combinados com elementos iniciados por r: ...
BASE XVI    e) Nas formações com os prefixos ex-, sota-, soto-, vice- e    vizo- e os prefixos tónicos acentuados pós-, pr...
BASE XVI    2.º Não se emprega o hífen:    a) Nas formações em que o prefixo termina em vogal e o        segundo elemento ...
BASE XVI    b) Nas formações em que o prefixo termina em vogal e o    segundo elemento começa por vogal diferente:        ...
BASE XVII: do hífen na ênclise, na tmese e com o verbo haver    1.º (sem alteração) Emprega-se o hífen na ênclise e na    ...
Não sofreu alteração    BASE XVIII: do apóstrofoClara Barros
BASE XIX: das minúsculas e maiúsculas.    1.º A letra minúscula inicial é usada:    b) Nos nomes dos dias, meses, estações...
BASE XIX    e) Nos pontos cardeais (mas não nas abreviaturas):            norte, sul (mas: SW sudoeste);    f) Nos títulos...
BASE XIX    2.º A letra maiúscula inicial é usada:    g) Nos pontos cardeais ou equivalentes, quando empregados    absolut...
BASE XX: da divisão silábica    6.º Na translineação de uma palavra composta ou de uma    combinação de palavras em que há...
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A consultar:    • ILTEC – Instituto de Linguística Teórica e Computacional    (www.iltec.pt)    • Portal da Língua Portugu...
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- Supressão da escrita das consoantes não articuladas    - Dupla acentuação    - Supressão de acento gráfico nos ditongos ...
Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais    paroxítonas que contêm um e tónico oral fechado em hiato    com a...
-Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da    formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante    com que term...
- Emprega-se o hífen nas formações em que o prefixo    termina na mesma vogal com que se inicia o segundo    elemento. Mas...
- Quando o prefixo termina em vogal e o segundo    elemento começa por r ou s, estas consoantes dobram-se    (microssistem...
-Supressão de maiúsculas    nos nomes de pontos cardeais: sul, norte;           BASE IV: das sequências consonânticas    n...
Breve apresentação - cronologia das reformas e acordos.    Este acordo das sequências consonânticas«Bases analíticas      ...
Gafia do Português desde finais do Séc XII - A escrita    praticada no período medieval era de cariz fonético e    etimoló...
1885 – Bases da Ortografia Portuguesa, de Gonçalves Viana    1904 – Ortografia Nacional, de Gonçalves Viana    1907 – A Ac...
1911 – Primeira Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa:    Uniformização e simplificação da ortografia.               BA...
1931 – É aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o    Brasil e Portugal, que visa suprimir as diferenças, unificar e ...
1943 – É redigido o Formulário Ortográfico de 1943, na    primeira Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal.    1945 ...
1967 – Revisão do acordo de 1945.    1971 – São promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as    divergências ortográfica...
1975 – Novo projeto de acordo, que não é aprovado    oficialmente.    1986 – Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língu...
1995 – O Acordo Ortográfico de 1990 é ratificado por Portugal,    Brasil e Cabo Verde.    1998 - Protocolo Modificativo do...
2006 – Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe ratificam o   documento, possibilitando a entrada em vigor do Acordo   Ort...
O Acordo de 1945 propunha uma unificação ortográfica  absoluta que rondava os 100% do vocabulário geral da língua.  o Acor...
O contexto permite distinguir tais homógrafas.    para (á), flexão de parar, para, preposição pelo (é), flexão de    pelar...
2. Não se assinala, em geral, na ortografia do português, o    timbre das vogais tónicas a, e e o das palavras paroxítonas...
A nova regra ortográfica para estes casos é muito clara:    As consoantes c e p de certos grupos consonânticos só se    es...
Várias consoantes etimológicas se foram perdendo: anedota,    contrato, dicionário, tratar, prática, vitória, estrutura, d...
Mantêm-se na língua palavras com vogal átona aberta, não    assinaladas por „letra muda‟ nem nenhum outro sinal gráfico,  ...
Por outro lado, a conservação de „consoante muda‟ não    impede a tendência para o ensurdecimento da vogal anterior    em ...
A aplicação do princípio, baseado no critério da pronúncia, de   que as consoantes c e p em certas sequências   consonânti...
Já existem nas bases de 1945 divergências ortográficas do   mesmo tipo das que agora se propõem:         • assunção ao lad...
De um modo geral pode dizer-se que o emudecimento da   consoante (excepto em dicção, facto, sumptuoso e poucos   mais) se ...
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  1. 1. 12 de março de 2011Clara Barros
  2. 2. • Foi aprovado em 2008 por Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil e Portugal, ficando prevista a sua implementação a partir de 2009. • A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa é considerada prejudicial para a sua unidade intercontinental sendo desejável uma unificação. Foram propostas alterações que afectaram ambas as normas ortográficas vigentes.Clara Barros
  3. 3. Não sofreram alterações • BASE I: do alfabeto e dos nomes próprios estrangeiros e seus derivados • BASE II: do H incial e final. • BASE III: da homofonia de certos grafemas consonânticosClara Barros
  4. 4. BASE IV BASE IV: c das sequências interiores 1.º o das sequências consonânticascc, cç e ct, e o p das sequências interiores pc, pç e pt, ora se conservam, ora se eliminam.Clara Barros
  5. 5. BASE IV a) Conservam-se quando se dizem: compacto, convicção, ficção, friccionar, pacto, BASE IV: das sequências consonânticas erupção, eucalipto. adepto, apto, rapto, b) Eliminam-se quando são mudos: ação, acionar, ativo, afetivo, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção, adotar, batizar, Egito, ótimo.Clara Barros
  6. 6. BASE IV c) Conservam-se ou eliminam-se facultativamente quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: BASE IV: das sequências consonânticas aspecto e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres, dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção;Clara Barros
  7. 7. BASE IV d) Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, nc, nç e nt: BASE IV: das sequências consonânticas assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.Clara Barros
  8. 8. BASE IV 2.º Casos de oscilação entre a prolação e o emudecimento: - O b da sequência bd e da sequência bt em BASE IV: das sequências consonânticas(e seus derivados); súbdito e em subtil - O g da sequência gd, em amígdala, amigdalite; - O m da sequência mn, em amnistia, indemnizar, omnipotente, omnisciente, etc.; - O t da sequência tm, em aritmética e aritmético conserva-se ou elimina-se.Clara Barros
  9. 9. Não sofreram alterações • BASE V: das vogais átonas • BASE VI: das vogais nasais • BASE VII: dos ditongos • BASE VIII: da acentuação gráfica das palavras oxítonasClara Barros
  10. 10. BASE IX: da acentuação gráfica das palavras paroxítonas. 3.º Não se acentuam os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica das palavras graves. Oscilam entre o fechamento e a abertura na sua articulação: BASE IV: das sequências consonânticas assembleia, boleia, ideia, baleia, cadeia, cheia, meia, epopeico, onomatopeico, proteico; apoio (de apoiar), apoio (subst.), Azoia, boia, boina, comboio (subst.), dezoito, heroico, jiboia, paranoico. (Mudança que afeta mais palavras no Brasil)Clara Barros
  11. 11. BASE IX 4.º É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas BASEpresente do indicativo (amamos, louvamos), já que o do IV: das sequências consonânticas timbre da vogal tónica é aberto naquele caso em certas variantes do português.Clara Barros
  12. 12. BASE IX 6.º Assinalam-se com acento circunflexo: b) Facultativamente, dêmos (1.ª pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo BASE IV: das sequências consonânticas (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo; 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo ou 2.ª pessoa do singular do imperativo do verbo formar).Clara Barros
  13. 13. BASE IX 7.º Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3.ª pessoa do plural do presente BASEindicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: do IV: das sequências consonânticas creem, deem (conj.), desdeem (conj.), leem, preveem, releem, reveem, tresleem, veem.Clara Barros
  14. 14. BASE IX 9.º Prescinde-se, quer do acento agudo, quer do circunflexo, para distinguir palavras graves que, tendo respetivamente vogal tónica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se BASE IV: das sequências consonânticas distinguir pelo acento gráfico: - para (á), de parar, e para, preposição; - pela(s) (é), de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); - pelo (é), de pelar, e pelo(s) (ê), substantivo ou combinação de per e lo(s); - polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc.Clara Barros
  15. 15. BASE XI: da acentuação gráfica das palavras proparoxítonas 3.º Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras esdrúxulas, cujas vogais tónicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais m ou n, conforme o seu timbre é, respetivamente, aberto ou BASE IV: das sequências consonânticas fechado: académico/acadêmico, anatómico/anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, António/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/gênio, ténue/tênue.Clara Barros
  16. 16. Não sofreram alteração BASE XII: do emprego do acento grave BASE XIII: da supressão dos acentos em palavras derivadas BASE XIV: do trema (Só muda no Brasil)Clara Barros
  17. 17. BASE XV: do hífen em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares 1.º Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, constituem uma unidade e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido: BASE IV: das sequências consonânticas ano-luz, arco-íris, decreto-lei, médico-cirurgião, tenente-coronel, tio-avô, turma-piloto; amor-perfeito, guarda-noturno, norte-americano, sul-africano; afro-asiático, azul-escuro, luso-brasileiro, primeiro-ministro, segunda-feira; conta-gotas, finca-pé, guarda-chuva Nota: grafam-se aglutinadamente - girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista, etc.Clara Barros
  18. 18. BASE XV 6.º Nas locuções de qualquer tipo, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso: água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa. BASE IV: das sequências consonânticas Exemplo de emprego sem hífen: a) Substantivas: cão de guarda, fim de semana, sala de jantar; b) Adjetivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinhoClara Barros
  19. 19. BASE XVI: do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação. Só se emprega o hífen: a) Quando o segundo elemento BASE IV: das sequências consonânticas começa por h: anti-higiénico, co-herdeiro, extra-humano, super- homem, geo-história, neo-helénico, pan-helenismo, semi-hospitalar.Clara Barros
  20. 20. BASE XVI b) Nas formações em que o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, BASE IV: das sequências consonânticas supra-auricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno. Nota: Exceto nas formações com o prefixo co-: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, cooperar, etc.;Clara Barros
  21. 21. BASE XVI c) Nas formações com os prefixos circum- e pan-, quando o segundo elemento começa por vogal, m ou n: circum-escolar, circum-murado, circum-navegação; BASE IV: das sequências consonânticas pan-africano, pan-mágico, pan-negritude;Clara Barros
  22. 22. BASE XVI d) Nas formações com os prefixos hiper-, inter- e super-, quando combinados com elementos iniciados por r: hiper-requintado, inter-resistente, super-revista; BASE IV: das sequências consonânticasClara Barros
  23. 23. BASE XVI e) Nas formações com os prefixos ex-, sota-, soto-, vice- e vizo- e os prefixos tónicos acentuados pós-, pré- e pró- : ex-almirante, ex-diretor, ex-hospedeira, ex-presidente, BASE IV: das sequências consonânticas ex-primeiro-ministro, ex-rei; sota-piloto, soto-mestre, vice-presidente, vice-reitor, vizo-rei; pós-graduação, pós-tónico (mas pospor); pré-escolar, pré-natal (mas prever); pró-africano, pró-europeu (mas promover)Clara Barros
  24. 24. BASE XVI 2.º Não se emprega o hífen: a) Nas formações em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, duplicando-se estas consoantes: BASE IV: das sequências consonânticas antirreligioso, antissemita, contrarregra, contrassenha, cosseno, extrarregular, infrassom, minissaia, biorritmo, biossatélite, microssistema, microrradiografia;Clara Barros
  25. 25. BASE XVI b) Nas formações em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente: antiaéreo, coeducação, extraescolar, aeroespacial, BASE IV: das sequências consonânticas autoestrada, autoaprendizagem, agroindustrial, hidroelétrico, plurianual.Clara Barros
  26. 26. BASE XVII: do hífen na ênclise, na tmese e com o verbo haver 1.º (sem alteração) Emprega-se o hífen na ênclise e na tmese: amá-lo, dá-se, deixa-o, partir-lhe; amá-lo-ei, enviar-lhe-emos. BASE IV: das sequências consonânticas 2.º Não se emprega o hífen nas ligações da preposição de às formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de, hão de, etc.Clara Barros
  27. 27. Não sofreu alteração BASE XVIII: do apóstrofoClara Barros
  28. 28. BASE XIX: das minúsculas e maiúsculas. 1.º A letra minúscula inicial é usada: b) Nos nomes dos dias, meses, estações do ano: segunda-feira; outubro; primavera; BASE IV: das sequências consonânticas c) Nos bibliónimos: (opcionalmente) O Senhor do Paço de Ninães, O senhor do paço de Ninães, Menino de Engenho ou Menino de engenho, Árvore e Tambor ou Árvore e tambor; d) Nos usos de fulano, sicrano, beltrano;Clara Barros
  29. 29. BASE XIX e) Nos pontos cardeais (mas não nas abreviaturas): norte, sul (mas: SW sudoeste); f) Nos títulos e hagiónimos (opcionalmente, neste caso, também com maiúscula): IV: das sequências consonânticas BASE senhor doutor Joaquim da Silva, bacharel Mário Abrantes, santa Filomena (ou Santa Filomena); g) Nos nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas (opcionalmente, também com maiúscula): português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas).Clara Barros
  30. 30. BASE XIX 2.º A letra maiúscula inicial é usada: g) Nos pontos cardeais ou equivalentes, quando empregados absolutamente: BASE IV: das sequências consonânticas Nordeste, por nordeste do Brasil, Norte, por norte de Portugal, Meio-Dia, pelo sul da França ou de outros países, Ocidente, por ocidente europeu, Oriente, por oriente asiático;Clara Barros
  31. 31. BASE XX: da divisão silábica 6.º Na translineação de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há um hífen ou mais, se a partição coincide com o final de um dos elementos ou membros, IV: das sequências consonânticas BASE deve, por clareza gráfica, repetir-se o hífen no início da linha imediata: ex- -alferes, serená- -los-emos ou serená-los- -emos, vice- -almirante.Clara Barros
  32. 32. Clara Barros
  33. 33. Clara Barros
  34. 34. Clara Barros
  35. 35. Clara Barros
  36. 36. Clara Barros
  37. 37. A consultar: • ILTEC – Instituto de Linguística Teórica e Computacional (www.iltec.pt) • Portal da Língua Portuguesa • O Conversor do Acordo Ortográfico Porto Editora BASE IV: das sequências consonânticas • O corretor Lince • Vocabulário Ortográfico do Português (VOP) • Observatório da Língua Portuguesa (www.observatorio-lp.sapo.pt)Clara Barros
  38. 38. 12 de março de 2011Clara Barros
  39. 39. - Supressão da escrita das consoantes não articuladas - Dupla acentuação - Supressão de acento gráfico nos ditongos ei e oi tónicos das palavras paroxítonas. -Supressão de sequênciascircunflexo (opcional) BASE IV: das acento consonânticas É facultativo o acento agudo nas formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos.Clara Barros
  40. 40. Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: BASE IV: das sequências consonânticas creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.Clara Barros
  41. 41. -Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante com que termina o prefixo - Emprega-se osequências consonânticas BASE IV: das hífen quando o prefixo termina em m e o segundo elemento começa por vogal, m ou nClara Barros
  42. 42. - Emprega-se o hífen nas formações em que o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento. Mas com o prefixo co-, este aglutina-se em geral com o segundo elemento. BASE IV: das sequências consonânticas -Emprega-se o hífen com os seguintes prefixos: ex-, sota- e soto-, vice- e vizo- pós-, pré e pró-.Clara Barros
  43. 43. - Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, estas consoantes dobram-se (microssistema) Quando o IV: das sequências consonânticas BASE prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente daquela, as duas formas aglutinam-se, (antiaéreo) Suprime-se o hífen nas formas: hei de, hás de, há deClara Barros
  44. 44. -Supressão de maiúsculas nos nomes de pontos cardeais: sul, norte; BASE IV: das sequências consonânticas nos títulos: senhor presidente; nos designativos dos meses e dias de semana: dezembro, maio; nos títulos bibliográficos: A ilustre casa de Ramires.Clara Barros
  45. 45. Breve apresentação - cronologia das reformas e acordos. Este acordo das sequências consonânticas«Bases analíticas BASE IV: põe perante nós as simplificadas da língua portuguesa de 1945, renegociadas em 1975, consolidadas em 1986 e ratificadas em 1990»Clara Barros
  46. 46. Gafia do Português desde finais do Séc XII - A escrita praticada no período medieval era de cariz fonético e etimológico. BASE IV: das sequências consonânticas Do Séc XVI até séc. XX - Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de cariz etimológico.Clara Barros
  47. 47. 1885 – Bases da Ortografia Portuguesa, de Gonçalves Viana 1904 – Ortografia Nacional, de Gonçalves Viana 1907 – A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar BASE IV: das sequências consonânticas a escrita nas suas publicações.Clara Barros
  48. 48. 1911 – Primeira Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa: Uniformização e simplificação da ortografia. BASE IV: das sequências consonânticas Não foi extensiva ao Brasil.Clara Barros
  49. 49. 1931 – É aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e Portugal, que visa suprimir as diferenças, unificar e simplificar a ortografia da língua portuguesa. BASE IV: das sequências consonânticasClara Barros
  50. 50. 1943 – É redigido o Formulário Ortográfico de 1943, na primeira Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal. 1945 – Um novo Acordo Ortográfico – “Bases analíticas simplificadas da língua consonânticas torna-se lei em Portugal, BASE IV: das sequências portuguesa” mas não no Brasil. Os brasileiros continuam a regular-se pela ortografia do Vocabulário de 1943.Clara Barros
  51. 51. 1967 – Revisão do acordo de 1945. 1971 – São promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal. BASE IV: das sequências consonânticas 1973 – São promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.Clara Barros
  52. 52. 1975 – Novo projeto de acordo, que não é aprovado oficialmente. 1986 – Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - Acordo Ortográfico de 1986. (Sete países de língua oficial portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, BASE IV: das sequências consonânticas Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe). 1990 – Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Elaboração da base do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O documento entraria em vigor, no dia 1 de janeiro de 1994.Clara Barros
  53. 53. 1995 – O Acordo Ortográfico de 1990 é ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde. 1998 - Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 2002 – Timor-Leste torna-se independente e passa a integrar a Comunidade dossequências de Língua Portuguesa (CPLP). BASE IV: das Países consonânticas 2004 – Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.Clara Barros
  54. 54. 2006 – Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe ratificam o documento, possibilitando a entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990. 2008 – O Acordo Ortográfico de 1990 é aprovado por Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil e Portugal. 2009 –BASE IV: das sequências consonânticas Ortográfico de 1990 no Entrada em vigor do Acordo Brasil. Implementação em Portugal. São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor-Leste e Guiné- Bissau ratificaram o Acordo Ortográfico de 1990, embora não o tenham implementado. Falta a ratificação de Angola e Moçambique.Clara Barros
  55. 55. O Acordo de 1945 propunha uma unificação ortográfica absoluta que rondava os 100% do vocabulário geral da língua. o Acordo de 1986 conseguia a unificação ortográfica em cerca BASE IV: das sequências consonânticas de 99,5% do vocabulário geral da língua. O novo Acordo unifica ortograficamente cerca de 98% do vocabulário geral da língua.Clara Barros
  56. 56. O contexto permite distinguir tais homógrafas. para (á), flexão de parar, para, preposição pelo (é), flexão de pelar, pelo (ê), substantivo, pelo, contracção de per e lo, etc. 1. Igual a IV: das sequências consonânticas e acerto (é), flexão de BASE acerto (ê), substantivo, acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; sede (ê) e sede (é), fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio etc.;Clara Barros
  57. 57. 2. Não se assinala, em geral, na ortografia do português, o timbre das vogais tónicas a, e e o das palavras paroxítonas. O sistema ortográfico não admite, pois, a distinção entre, por exemplo: cada sequências consonânticas (â) e tara (á); janela (é) e BASE IV: das (â) e fada (á), para janelo (ê), escrevera (ê), e Primavera (é); moda (ó) e toda (ô), virtuosa (ó) e virtuoso (ô); etc.Clara Barros
  58. 58. A nova regra ortográfica para estes casos é muito clara: As consoantes c e p de certos grupos consonânticos só se escrevem quando se pronunciam em qualquer pronúncia culta da língua.sequências consonânticas BASE IV: das Ou seja: pronunciam-se escrevem-se, não se pronunciam não se escrevem, com enormes vantagens pedagógicas.Clara Barros
  59. 59. Várias consoantes etimológicas se foram perdendo: anedota, contrato, dicionário, tratar, prática, vitória, estrutura, ditar BASE IV: das sequências consonânticasClara Barros
  60. 60. Mantêm-se na língua palavras com vogal átona aberta, não assinaladas por „letra muda‟ nem nenhum outro sinal gráfico, sem que isso cause perturbação. Exemplos: BASE IV: das sequências consonânticas geração, caveira, credor, quaresmal,sarmento, especado, especular, aguar, aguadeiro, aguaceiro, esfomeado, retaguarda, sadio, agachar, retrovisor, eborense, corar, padeiro, oblação, pregar,Clara Barros
  61. 61. Por outro lado, a conservação de „consoante muda‟ não impede a tendência para o ensurdecimento da vogal anterior em casos como accionar, actual, actualidade, exactidão, tactear, etc.;das sequências consonânticas BASE IV:Clara Barros
  62. 62. A aplicação do princípio, baseado no critério da pronúncia, de que as consoantes c e p em certas sequências consonânticas se suprimem, quando não articuladas, conduz a algumas incongruências: BASE IV: das sequências consonânticas • apocalítico a par de apocalipse • Egito a par de egípcio • Noturno ao lado de noctívago, etc.Clara Barros
  63. 63. Já existem nas bases de 1945 divergências ortográficas do mesmo tipo das que agora se propõem: • assunção ao lado de assumptivo BASE IV: das sequências consonânticas • cativo a par de captor e captura • dicionário, mas dicção, etc.Clara Barros
  64. 64. De um modo geral pode dizer-se que o emudecimento da consoante (excepto em dicção, facto, sumptuoso e poucos mais) se verifica, sobretudo, em Portugal e nos países africanos, IV: das sequências consonânticasoscilação entre a prolação e BASE enquanto no Brasil há o emudecimento da mesma consoante.Clara Barros
  65. 65. 12 de Março de 2011Clara Barros
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