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Gestão e Organização da colecção Digital
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Gestão e Organização da colecção Digital

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Apresentado no Workshop dos Encontro(s) - Bibliotecas: desafios na sociedade actual, no dia 12 de Abril em Pombal - José Carvalho

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  • 1. WORKSHOPJosé Carvalho12-04-2011 - Pombal
  • 2. APRESENTAÇÃOJosé Carvalho - jcarvalho@sdum.uminho.ptGabinete de Projectos Open AccessServiços de DocumentaçãoUniversidade do Minho
  • 3. PROGRAMA Introdução – Gestão e Organização da Colecção Digital Colecções locais, recursos externos e ferramentas Web 2.0  Conceitos: Folksonomia | Tagging | Social Bookmarking | MashupsServiços Web  Delicious  Flickr  Tweeter  Library Thing  Facebook Integração de Sistemas
  • 4. CONCEITOS
  • 5. INTRODUÇÃO – CONCEITOS BÁSICOS Colecção  “(…)conjunto de recursos documentais da biblioteca escolar, em diferentes suportes (livro, não livro e documentação online), geridos por esta e de acesso local ou remoto.” RBE - Gestão da Colecção Colecção Digital  Sub-conjunto da colecção da biblioteca constituído por recursos documentais digitais que podem ter diferentes características:  De produção própria, ou externa;  Digitais de origem ou digitalizados a partir de “documentos materiais”  Alojados local ou remotamente;  Adquiridos/licenciados/assinados ou de acesso gratuito e livre;  Adquiridos/licenciados perpetuamente ou por períodos de tempo definidos (assinatura);  “Estáticos”/Perenes ou dinâmicos/efémeros
  • 6. INTRODUÇÃO – GESTÃO DA COLECÇÃO DIGITAL Tal como para o conjunto da colecção, envolve a identificação, avaliação, selecção, aquisição ou incorporação, descrição e disponibilização de recursos documentais informativos para uma comunidade de utilizadores. A política e os procedimentos de gestão da colecção digital devem estar integrados e ser coerentes com a política geral de desenvolvimento da colecção da biblioteca, tendo em conta as necessidades da comunidade que a biblioteca serve.
  • 7. AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS Aplicam-se os critérios gerais de avaliação de recursos informativos:  Autoridade  Actualização  Precisão  Público-Alvo  Facilidade de utilização  …. Mas existem ainda aspectos específicos a considerar
  • 8. AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS Recursos Adquiridos Licenciados  Características do conteúdo (abrangência, periodicidade de actualização, organização, etc.);  Condições de acesso (utentes simultâneos, métodos de autenticação, interfaces de pesquisa, etc.);  Condições de aquisição ou licenciamento (custo, condições legais, etc.) Recursos gratuitos e de acesso livre  Conteúdo (autoridade, precisão, actualização, organização, audiência e propósito)  Acesso (estabilidade, disponibilidade, pesquisa, requisitos especiais)  Design (navegabilidade, usabilidade, ajudas, estética, etc.)
  • 9. ORGANIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DE RECURSOSDIGITAIS Métodos “tradicionais”  Catalogação  Classificação  Indexação Métodos e ferramentas Web 2.0  Social Bookmarking  Library Thing Necessitamos de combinar e integrar os métodos tradicionais e as novas ferramentas
  • 10. TIPOS DE RECURSOS DIGITAIS Versões digitais de documentos “tradicionais” (mas que já começam a ser realmente diferentes dos seus antecessores)  E-books  Revistas electrónicas  Enciclopédias online  … Recursos/documentos digitais “estáveis”  Apresentações, vídeos, imagens, podcasts, … Recursos documentais dinâmicos  Blogues, Feeds, mashups, …
  • 11. INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NASBIBLIOTECAS ESCOLARES Para além da incorporação e gestão de documentos digitais nas suas colecções, as bibliotecas escolares podem usar conteúdos e serviços digitais nos seus sites, para aumentar a sua utilidade e atractividade.
  • 12. INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NAS BIBLIOTECAS ESCOLARES (EXEMPLOS)Tipo de conteúdo/serviço Ideias de utilizaçãoVídeos Apresentação dos espaços e serviços Formação/Ajuda Listas de recursosFotos Apresentação dos espaços e serviços Apresentação de colecções especiais (mapas, gravuras, fotografias) Fotografias da biblioteca ou escola de membros da comunidade Bancos de imagens de actividades da escola (estágios, visitas, etc.)RSS Feeds (internos/externos) Novidades bibliográficas Posts de blog(ues) e outro(s) sítios Web da biblioteca/escola Notícias de órgãos de comunicação social locais ou nacionais Informação/previsão meteorológicaMapas Localização dos serviços da bibliotecaLivros Digitalizados (Open Library ou GoogleBooks) Colecções/Páginas sobre autores/temas trabalhados pelos alunos trabalhados pelos alunosInformação sobre livros (LibraryThing, Amazon) Capas, comentários e críticas dos novos livros adquiridosServiços online (MSN, Skype) Serviços de referência e ajuda aos utentes (Pergunte ao bibliotecário)
  • 13. CONCEITOS
  • 14. MASHUP
  • 15. MASHUPS Um mashup é uma aplicação Web que utiliza informação de mais do que uma fonte para criar um novo serviço - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup As bibliotecas podem criar mashups combinando fontes internas e/ou externas, e podem também disponibilizar dados/informações para a criação de mashups por terceiros.
  • 16. SOCIAL BOOKMARKING
  • 17. A prática de organizar marcadores com palavras- chave num website público é … SOCIAL BOOKMARKING (educause – Learning Initiative – 2005)
  • 18. SOCIAL BOOKMARKING O conceito e a prática de partilhar online apontadores, marcadores e favoritos, desenvolveu-se a partir da segunda metade da década de 1990. No entanto o termo “social bookmarking” só emergiu há cerca de 7 anos, após o aparecimento do Delicious (então chamado del.icio.us). Nos anos seguintes, entre 2004 e 2007 surgiram dezenas de outros serviços e sites com objectivos e funcionalidades semelhantes
  • 19. BOOKMARKING (TRADICIONAL)Utilização usual de marcadores: Favorito guardado num único computador Num único browser Difícil gestão Estrutura hierárquica (organizado em pastas)
  • 20. SOCIAL BOOKMARKING Com o social bookmarking, os marcadores:  Estão disponíveis de qualquer lugar  Guardam-se facilmente  Organizam-se em tags (palavras-chave)  Podem ser partilhados
  • 21. COMO FUNCIONA? ESQUEMA BÁSICOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144464547/in/set-72057594118780372/
  • 22. UTILIZAÇÃO DO SOCIAL BOOKMARKING Uso pessoal Educação Equipas / projectos Descoberta de áreas / assuntos relacionadosPor outro lado… Análise da marcação de um website www.rbe.min-edu.pt/ Retirado do Delicious
  • 23. O SOCIAL BOOKMARKING PERMITE… Gerir e filtrar informação Criar uma rede de conceitos/informação Facilitar a posterior recuperação da informação Desenvolver uma rede social de interesses comuns
  • 24. PALAVRAS-CHAVE | TAGS |FOLKSONOMIA
  • 25. TAG OU PALAVRA-CHAVE É uma palavra relevante, ou um termo associado a um objecto com informação (imagem, artigo, vídeo, página…) que o descreve e que permite a sua classificação.http://www.flickr.com/photos/mansszat/144468545/in/set-72057594118780372/
  • 26. ESQUEMA COMPLEXOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144478280/
  • 27. MAIS INFO Vídeo: http://www.commoncraft.com/bookmarking-plain- english http://pt.wikipedia.org/wiki/Social_bookmarks No delicious: http://delicious.com/search?p=social+bookmarkin g&chk=&context=main|&fr=del_icio_us&lc=
  • 28. DELICIOUS
  • 29. DELICIOUS Serviço web para Social Bookmarking Algumas características  Integrado com Internet Explorer e Firefox  Usa RSS para cada tag ou utilizador  Utilização intuitiva e simpleshttp://delicious.com
  • 30. CONCEITO A vantagem da utilização deste tipo de sistemas de social bookmarking é o filtro de qualidade criado pelos utilizadores. Quantas mais vezes uma página tiver sido guardada, mais probabilidades há de ela ser interessante!
  • 31. PASSOS / FUNCIONAMENTOhttp://www.flickr.com/photos/eco2oh/3062380890/
  • 32. SERVIÇO EM CONTEXTO (INTERNET EXPLORER)  Serviço integrado no browser para adicionar marcadores  Permite pesquisas directas no browser
  • 33. SERVIÇO EM CONTEXTO (FIREFOX)
  • 34. MY DELICIOUS
  • 35. MENU
  • 36. GUARDAR MARCADOR
  • 37. INFORMAÇÃO DO MARCADOR
  • 38. PESQUISAR INFORMAÇÃO Pesquisa nos marcadores pessoais Pesquisa na rede de amigos Pesquisa global em todos os utilizadores
  • 39. TOP 10 TAGSDefine o perfil do utilizador através das palavras- chave mais usadas
  • 40. REFINAR RESULTADOS Permite refinar resultados para diminuir o número de resultados e encontrar o que realmente se pretende
  • 41. REDE SOCIAL Permite adicionar outros utilizadores, criando uma rede. É possível criar grupos de utilizadores amigos.
  • 42. NAVEGAÇÃO: DELICIOUS VS GOOGLE Google:  Depois de uma pesquisa simples, faça outra pesquisa ou passe para a pesquisa avançada Delicious  Navegação por palavras-chave relacionadas (de acordo com associações dos utilizadores)
  • 43. MY DELICIOUS Criado com http://www.wordle.net/
  • 44. EXEMPLO PRÁTICOhttp://www.delicious.com/bmfigueirodosvinhos
  • 45. TWITTERhttp://twitter.com/
  • 46. TWITTER O Twitter - www.twitter.com - é um serviço de mensagens, ou “microbloging, e uma rede social, que é por vezes designada como o “SMS da Internet” As mensagens que os utilizadores trocam no Twitter são designadas por Tweets, e estão limitadas a 140 caracteres. O Twitter foi criado em 2006, e teve um crescimento impressionante desde meados de 2008.  Em cada dia produzem-se mais de 50 milhões de Tweets.  No final de 2009 existiriam cerca de 75 milhões de utilizadores registados, mas apenas 20% eram activos.
  • 47. TWITTER As mensagens de texto são exibidas na página pessoal (perfil) do seu autor, enviadas para os seus “seguidores” (followers) e acessíveis através de pesquisa. As mensagens podem ser públicas (opção por defeito) ou apenas disponíveis para os seguidores do emissor. Originalmente os Tweets eram exclusivamente enviados a partir do site do Twitter, mas hoje mais de 50% são enviados através de outros meios (aplicações externas, telemóveis, etc.). Existem cerca de 50.000 aplicações para o Twitter na Internet ou telemóveis
  • 48. TWITTER – COMO UTILIZAR1 – Criar uma conta m http://twitter.com/signup2 – Encontrar pessoas e/ou organizações para seguir: Pesquisando: http://twitter.com/invitations/find_on_twitter Importando dos vossos contactos: https://twitter.com/invitations/ find_on_contacts Convidando: https://twitter.com/invitations/invite_by_email Dar a conhecer a sua presença no Twitter e criar uma rede de “seguidores”  Anunciando através de outros “canais” (Blog, Facebook, etc.)  Começando a twittar…
  • 49. O QUE SE PASSA?
  • 50. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER Tweet Resposta (reply) = @nomedeutilizador Retweet = RT @nomedeutilizador Mensagem directa = D nomedeutilizador Timeline / Página inicial Perfil pessoal
  • 51. ALGUNS CONCEITS DO TWITTER FOLLOWSeguir utilizador do Twitter. Os Tweets desseutilizador passam a ser exibidos na Timeline doseguidor e na sua lista “Following” UNFOLLOWDeixar de seguir um utilizador. Os Tweets deixamde ser exibidos na Timeline e de figurar na lista BLOCKBloquear utilizador. O utilizador deixará de seguiros Tweets e de aparecer na lista de Followers
  • 52. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER HASHTAG #Uma forma desenvolvida pela comunidade Twitterpara etiquetar, agrupar e localizar tweets.Os hashtags podem ser usados em qualquer pontodo tweet. #biblioteca
  • 53. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER LISTSDesde Novembro de 2009 é possível criar listas noTwitter, para organizar os utilizadores que seseguem, ou mesmo para se acompanharutilizadores que não se seguem Cada utente pode ter até 20 listas As listas podem ser públicas ou privadas Os utentes podem Follow/Unfollow listas de mesma forma que contas individuais Como mencionar uma lista: @<nomeutilizador>/<nomedalista>
  • 54. EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO http://twitter.com/#!/bibliotecasUM
  • 55. FLICKR
  • 56. FLICKR O Flickr é um sistema de alojamento e partilha de fotografias. Este serviço permite que qualquer utilizador registado possa guardar, organizar e partilhar as suas fotografias na Internet. Este serviço foi criado em 2002 por uma equipa de desenvolvimento canadiana e foi adquirido pela Yahoo em 2003. http://www.flickr.com/
  • 57. FUNCIONALIDADES Envio de fotos (100mb / Mês) Edição de foto Descrição de foto Georeferênciação  http://www.flickr.com/map Permite a criação de grupos Criação de Albuns
  • 58. EXEMPLO PRÁTICO BM Figueiró dos Vinhoshttp://www.flickr.com/photos/bmfigueirodosvinhos Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbekianhttp://www.flickr.com/photos/biblarte/
  • 59. LIBRARY THINGhttp://pt.librarything.com
  • 60. LIBRARY THING O LibraryThing – www.librarything.com - é um serviço e uma rede social para catalogação de livros. A ideia que esteve por trás da sua criação foi a de que as pessoas “normais” poderiam querer catalogar as suas bibliotecas pessoais, torná-las acessíveis, partilhá-las e discuti-las com outros. O LibraryThing foi apresentado em Março 2006, e no final de 2009 contava com quase um milhão de membros registados, com cerca de 47 milhões de livros catalogados, e mais 6.000 grupos.
  • 61. LIBRARY THING Para além dos dados bibliográficos registados pelos seus membros, o LibraryThing obtém informação sobre livros de várias outras fontes como a Amazon e várias centenas de bibliotecas. Os utilizadores do LibraryThing podem ser pessoas ou organizações. Os utilizadores podem pesquisar e adicionar livros, atribuir-lhes uma avaliação de qualidade, associar- lhes etiquetas ou escrever recensões e comentários, editar a informação de livros já registados, criar colecções e até imprimir uma cópia do seu catálogo.
  • 62. LIBRARY THING Dois tipos de contas no LibraryThing.  Contas gratuitas, que limitam a dimensão das bibliotecas a 200 livros  Contas com pagamento que não impõem qualquer limitação ao número de livros que podem ser catalogados.  O custo dessas contas é o mesmo para utentes individuais ou organizacionais: 10 USD por ano, ou 25 USD para utilização perpétua.
  • 63. LIBRARY THING Existemvários métodos para adicionar livros a uma biblioteca de um utilizador:  pesquisa por código de barras (que pode ser digitado, ou introduzido através de um leitor de código de barras), título, autor, em bibliotecas ou na Amazon;  importação em lote utilizando a funcionalidade Universal Import que permite inserir listas de livros a partir de ficheiros (de texto, Excel, etc.), das Wishlists da Amazon, e outras fontes;  os utilizadores podem acrescentar livros às suas bibliotecas a partir das obras catalogados pelos outros membros.
  • 64. LIBRARY THINGO LibraryThing possui uma base de mais de um milhão de capas de livros, que podem ser associados aos livros catalogados pelos seus membros. Essa utilização pode ser realizada porque o LibraryThing disponibiliza vários APIs (Application Programming Interface) que permitem a utilização dos seus dados por serviços e sites externos.
  • 65. LIBRARY THING E AS BIBLIOTECAS Várias utilizações possíveis:  Utilização simples com conta normal  LibraryThing for Libraries  Disponibilização do catálogo da biblioteca para o LibraryThing
  • 66. LIBRARYTHING SHELFBROWSE
  • 67. RECURSOS ADICIONAIS Breve introdução http://www.librarything.com/quickstart.php Adicionar livros http://www.librarything.com/addbooks Grupos no LibraryThing http://www.librarything.com/groups Ajuda e FAQS http://www.librarything.com/wiki/index.php/Help_and_FAQ
  • 68. EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO Exemplos de bibliotecas usando o LTFL http://www.librarything.com/wiki/index.php/LTF L:Libraries_using_LibraryThing_for_Libraries
  • 69. FACEBOOK
  • 70. FACEBOOK - CONCEITO Rede Social como muitas outras… mas  Com uma novidade “plataforma Facebook” (http://www.facebook.com/platform_tour.php) que permite ao utilizador criar novas funcionalidades e adicioná-las ao seu perfil, tornando-o mais rico em conteúdos interactivos.  Esta novidade permite, através da consulta do directório de aplicações http://www.facebook.com/apps/ a activação e a utilização de novas funcionalidades no Facebook
  • 71. FACEBOOK - HISTÓRIA Iniciou-se no início de 2004 por Mark Zuckerberg, um ex-estudante da Universidade de Harvard. Inicialmente apenas disponível para estudantes e o seu acesso foi progressivamente aberto a outros públicos. Em início de 2006, o sistema ficou disponível para outras escolas e algumas empresas mas no final desse mesmo ano acabou por ficar aberto a todos os utilizadores.
  • 72. FACEBOOK - CONCEITO Cada utilizador tem um perfil  Aplicações próprias  Amigos  Notícias  Links  Fotos  (….)
  • 73. FACEBOOK - CONCEITO O conceito do perfil pessoal baseia-se num mural onde cada utilizador pode escrever mensagens, partilhar links, fotos, etc… É possível ver as actualizações dos murais dos vários amigos e estar sempre em cima do acontecimento.
  • 74. FACEBOOK – PÁGINAS E GRUPOS Grupos  Se achar útil juntar outras pessoas para discutirem um mesmo assunto, pode criar grupos e convidar outras pessoas a participar. (conceito de clube)  BE (espanha) - http://www.facebook.com/group.php?gid=5681214115 8&ref=search&sid=1338827198.3537037966..1  http://www.facebook.com/group.php?gid=2212848798 Páginas  As páginas do Facebook são outra forma de divulgar informação, contudo menos interactiva que os grupos. Adequadas para divulgar produtos ou eventos.
  • 75. HTTP://PT-PT.FACEBOOK.COM/HELP/
  • 76. MAIS INFOS SOBRE FACEBOOK Estatísticas FACEBOOK http://www.checkfacebook.com/ Manual http://mashable.com/guidebook/facebook/
  • 77. EXEMPLOS PRÁTICOS Biblioteca Pública de Évora http://www.facebook.com/BPEVORA Bibliotecas UA http://www.facebook.com/pages/Bibliotecas-da- Universidade-de-Aveiro/140893472631456 The Commons http://www.flickr.com/commons/institutions/
  • 78. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
  • 79. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS Devido à multiplicidade de sistemas é necessário agrupar / rentabilizar os conteúdos Vários serviços = várias formas de distribuição de informação Quantas mais formas usar, mais divulgação fará!
  • 80. AS FORMAS DE INTEGRAÇÃO Podem ser feitas através de serviços na web (sites) Podem ser através de programas instalados no computador (software) Implica um processo:  Fonte de informação » Processamento » Distribuição
  • 81. ANÁLISE DE 2 FERRAMENTAS Tweetdeck - http://www.tweetdeck.com/  É uma aplicação que lhe permite enviar mensagens do seu computador directamente para o twitter, Facebook, LinkedIN e MySpace. Permite-lhe aceder num só local a todas as informações dos vários sistemas Twitterfeed - http://twitterfeed.com/  Este serviço permite-lhe encaminhar automaticamente a informação do seu blogue através do RSS para outros sistemas como o Twitter e o Facebook. Além disso, permite-lhe aceder a estatísticas sobre quantas vezes um determinado conteúdo foi acedido.
  • 82. DEMO TWEETDECK
  • 83. EXEMPLO Blog Site 1 Site 2
  • 84. EXEMPLO DO CONGRESSO BAD http://www.congressobad.net/blog/ Blog Youtube Twitter Flickr Email
  • 85. OUTRO EXEMPLO COM MASHUP Netvibes.com  http://www.netvibes.com/bibliotecasua#BibliotecasUA Agrega notícias / feeds / informação
  • 86. OUTROS SISTEMAS Ping.fm - http://ping.fm/  Serviço gratuito para actualização do Twitter, Facebook, Delicious, etc…
  • 87. CONCLUSÃO
  • 88. gerar conteúdos relevantesDavid Álvarez, Mi PLE - http://e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple
  • 89. serviços em diferentes canaisMartin Weller - My personal work/leisure/learning environmenthttp://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html
  • 90. úteis onde o utilizador está Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580
  • 91. com integração dos recursosIsmael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere/
  • 92. construção de comunidades onlineKatherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning networks
  • 93. fontes de informação relevantes Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE
  • 94. MUDANÇA• WEB 2.0 E WEB SOCIAL• MEDIA EMERGENTES E PARTICIPATIVOS• BIBLIOTECA 2.0OPORTUNIDADES• MAIS VISIBILIDADE• MAIOR RELEVÂNCIA• ACÇÃO INOVADORACONTEÚDOS E SERVIÇOS• RELEVANTES E ÚTEIS• INCORPORADOS NOS SISTEMAS• UTILIZANDO TECNOLOGIAS EMERGENTESESTRATÉGIA• ACÇÃO ESTRATÉGICA• BOAS PRÁTICAS• AVALIAÇÃO E MONITORIZAÇÃO
  • 95. QUESTÕES
  • 96. MUITO OBRIGADO!jcarvalho@sdum.uminho.pt

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