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QUÍMICA - ELDER COSTA

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Coloides Coloides Presentation Transcript

  • SOLUÇÕES • Misturas homogêneas. • Partículas menores que 10 nm. • Soluto = disperso; Solvente = dispergente. COLOIDES • Misturas heterogêneas de aparência homogênea. • Partículas entre 10 e 1000 nm. SUSPENSÕES • Misturas heterogêneas. • Partículas acima de 1000 nm.
  • SOLUÇÃO COLOIDE SUSPENSÃO sal em água gelatina em água areia em água natureza do disperso átomos, moléculas, íons moléculas/íons grandes; aglomerado de moléculas/íons aglomerado de moléculas/íons visibilidade a olho nu não visível não visível visível visibilidade ao microscópio não visível visível visível sedimentação não sedimentam sedimentam na ultracentrífuga sedimentam naturalmente ou em centrífuga comum filtração não é retida é retida por ultrafiltro é retida por filtros comuns exemplo
  • 1. Natureza do disperso MICELAR MOLECULAR IÔNICO Aglomerado de átomos, moléculas, íons (MICELAS) macromoléculas macroíons Ouro coloidal em água (Au)n Amido (C6H10O5)n em água Proteínas em água
  • 2. Afinidade Disperso-Dispergente Liófilo Liófobo o disperso se dispersa espontaneamente no dispergente. REVERSÍVEL. o disperso não se dispersa espontaneamente no dispergente. IRREVERSÍVEL Gelatina em água Enxofre coloidal em água GEL PEPTIZAÇÃO (Adição de DISPERGENTE) PECTIZAÇÃO (RETIRADA de DISPERGENTE) SOL
  • NOME DISPERSO DISPERGENTE SOL SÓLIDO LÍQUIDO GEL LÍQUIDO SÓLIDO EMULSÃO LÍQUIDO LÍQUIDO ESPUMA GASOSO LÍQUIDO ou SÓLIDO AEROSSOL LÍQUIDO ou SÓLIDO GASOSO SOL SÓLIDO SÓLIDO SÓLIDO EXEMPLO
  • CARGA ELÉTRICA COLOIDE POSITIVO Excesso de carga positiva COLOIDE NEGATIVO Excesso de carga negativa PONTO ISOELETRÔNICO é o valor de pH onde uma molécula, por exemplo, um aminoácido ou uma proteína, apresenta carga elétrica líquida igual a zero
  • ELETROFORESE Quando um coloide é submetido a um campo elétrico, todas as partículas do disperso migram para um mesmo polo. COLOIDE POSITIVO COLOIDE NEGATIVO CATAFORESE Migra para o polo negativo (CÁTODO) ANAFORESE Migra para o polo positivo (ÂNODO) No ponto isoelétrico, o coloide NÃO SOFRE ELETROFORESE!
  • EFEITO TYNDALL efeito óptico de espalhamento ou dispersão da luz, provocado pelas partículas de uma dispersão coloidal.
  • MOVIMENTO BROWNIANO As partículas do dispergente estão constantemente se chocando com as partículas do disperso. Devido a esses choques constantes que as partículas do disperso recebem, elas adquirem um movimento de ziguezague desordenado e ininterrupto que pode ser observado ao ultramicroscópio.
  • ONU anuncia o fim do buraco na camada de ozônio GENEBRA - A camada de ozônio, que protege a Terra dos raios ultravioleta, parou de se deteriorar e deverá estar amplamente restaurada em meados do século, graças a um veto em vigor há mais de 20 anos ao uso de perigosos produtos químicos, afirmaram cientistas das Nações Unidas esta quinta-feira. Segundo o relatório "Avaliação Científica da Degradação da Camada de Ozônio 2010", o Protocolo de Montreal, tratado internacional firmado em 1987, que baniu o uso de clorofluorcabonos (CFC) - substâncias utilizadas em refrigeradores, sprays de aerossol e algumas espumas isolantes - foi bem sucedido. [...] Embora os CFCs tenham deixado de ser usados, eles se acumulam e persistem na atmosfera. Por este motivo, os efeitos da restrição a seu uso leva anos para serem sentidos. http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2010/09/16/interna_tecnologia,180228/onuanuncia-o-fim-do-buraco-na-camada-de-ozonio.shtml
  • ULTRAFILTRAÇÃO Quando o sistema coloidal está contaminado por íons ou moléculas cuja dimensão se encontra na faixa do soluto de uma mistura homogênea (menos de 10Å), é possível separar essas impurezas do coloide usando-se um ultrafiltro. Trata-se de uma membrana que pode inclusive ser feita de material plástico com poros estreitos o bastante para barrar a passagem de partículas coloidais, mas ainda assim permitir a passagem de partículas com diâmetro inferior a 10Å. ULTRACENTRIFUGAÇÃO Quando o sistema coloidal está contaminado por partícula de maior porte, ou quando é necessário separar partículas coloidais de tamanhos diferentes, utilizam-se centrífugas de altíssima rotação. Esse processo é amplamente usado nos laboratórios de análises clínicas para separar as várias proteínas existentes no sangue.
  • DIÁLISE O processo conhecido por diálise é usado especificamente para separar impurezas altamente solúveis no dispergente. Baseia-se na diferença de velocidade com que ocorre a difusão de uma solução e de um coloide através de uma membrana permeável. ELETRODIÁLISE Caso as impurezas que contaminam o coloide sejam de natureza iônica, é possível acelerar a difusão dessas impurezas pelo dialisador aplicando-se um campo elétrico através de eletrodos acoplados à cuba de vidro.
  • a) CARGAS ELÉTRICAS O fato de as partículas do disperso possuírem a mesma carga elétrica e, portanto, sofrerem repulsão, evita que elas formem aglomerados e sofram precipitação. As cargas elétricas iguais mantêm o coloide estável. Se, de algum modo, eliminarmos a carga elétrica das partículas do coloide, o que pode ser feito facilmente pela adição de um eletrólito, por eletroforese ou pela adição de um coloide de carga oposta, as partículas do disperso irão se precipitar e o coloide será destruído. b) CAMADA de SOLVATAÇÃO A adsorção de moléculas do dispergente pelas partículas do disperso, formando a denominada camada de solvatação, evita o contato direto entre as partículas do disperso e, portanto, a sua aglomeração e precipitação. Se essa camada de solvatação for eliminada, o coloide será destruído. Normalmente elimina-se a camada de solvatação adicionando-se ao coloide substâncias dessolvantes. Se o dispergente for a água, por exemplo, adiciona-se um desidratante.