“Exposicao ocupacional a campos eletromagneticos”

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“Exposicao ocupacional a campos eletromagneticos”

  1. 1. LPE EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS DE BAIXA FREQÜÊNCIA E OCORRÊNCIA DE ACIDENTES DO TRABALHO Coordenador: Prof. Ass. Ricardo Cordeiro Departamento de Medicina Preventiva e Social Faculdade de Ciências Médicas Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
  2. 2. população humana campos eletromagnéticos doenças
  3. 3. campos eletromagnéticos doenças
  4. 4. OBJETIVOS: Criar um instrumento para avaliar a exposição ocupacional a CEM. Estimar a exposição ocupacional a CEM entre grupos de eletricitários paulistas. Verificar a existência de associação entre CEM e acidentes do trabalho entre eletricitários paulistas.
  5. 5. MÉTODO: MATRIZ DE EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL IDENTIFICAÇÃO DE CENÁRIOS DE TRABALHO Cada cenários representa diferentes condições laborais, nas quais os trabalhadores se expõem a campos eletromagnético: <ul><li>Cenários: </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA REDE SECUNDÁRIA ENERGIZADA. (Exemplo: Ligação de ramal de serviço na rede secundária numa estrutura que não há rede primária). </li></ul><ul><li>2 Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA REDE PRIMÁRIA ENERGIZADA. (Exemplo: Susbstituição de elo fusível em chave de ramal instalada numa estrutura que possui apenas a rede primária). </li></ul><ul><li>3 Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA LINHA DE TRANSMISSÃO ENERGIZADA. (Exemplo: Susbstituição Isolador na LT). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Cenários: </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DAS REDES SECUNDÁRIA E PRIMÁRIA ENERGIZADAS. (Exemplo: Susbstituição de para-raio em estruturas com transformador em regime de Linha Viva). </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA REDE SECUNDÁRIA E DA LINHA DE TRANSMISSÃO ENERGIZADAS. (Exemplo: Instalação de Ramal na rede secundária para ligação de novo consumidor e que em determinado local, o ramal cruza ou percorre em paralelo com a Linha de Transmissão). </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DAS REDES SECUNDÁRIA, PRIMÁRIA E LINHA DE TRANSMISSÃO ENERGIZADAS. (Exemplo: Instalação de Ramal na rede secundária, em estrutura contendo a rede primária, para ligação de novo consumidor e que em determinado trecho, o ramal de serviço cruza ou percorre em paralelo com a Linha de Transmissão). </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA REDE PRIMÁRIA E DA LINHA DE TRANSMISSÃO ENERGIZADAS. (Exemplo: Instalação de Ramal na rede secundária, em estrutura contendo a rede primária, para ligação de novo consumidor e que em determinado trecho, o ramal de serviço cruza ou percorre em paralelo com a Linha de Transmissão). </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Cenários: </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidas sob INFLUÊNCIA DA SUBESTAÇÃO ENERGIZADA. (Exemplo: Execução de inspeção geral com todos os equipamentos da Subestação energizados). </li></ul><ul><li>Atividades desenvolvidos sob INFLUÊNCIA DA REDE PRIMÁRIA SUBTERRÂNEA ENERGIZADA. </li></ul><ul><li>10 Atividades desenvolvidos sob INFLUÊNCIA DA REDE SECUNDÁRIA SUBTERRÂNEA ENERGIZADA. </li></ul>
  8. 8. IDENTIFICAÇÃO DE ZONAS DE TRABALHO Cada cenários contém zonas onde a exposição aos campos eletromagnéticos varia de acordo com a distância da fonte geradora do campo, bem como a tensão e intensidade de corrente do circuito. Zona de risco Zona Controlada Zona livre Área comum (exposição semelhante à da população geral)
  9. 9. Portaria MTb n. 598 de 07 de dezembro de 2004 (DOU - 08/12/2004), .Anexo II da Norma Regulamentadora NR 10. Distribuição das faixas de tensão nominal e respectivas delimitações entre zonas de risco, controlada e livre de acordo com a legislação trabalhista. 4,50 2,50  275 e  380 3,80 1,80  220 e  275 3,60 1,60  150 e  220 3,20 1,20  132 e  150 3,10 1,10  1 10 e  132 2,00 1,00  70 e  110 1,90 0,90  60 e  70 1,83 0,83  45 e  60 1,63 0,63  36 e  45 1,58 0,58  30 e  36 1,56 0,56  20 e  30 1,40 0,40  15 e  20 1,38 0,38  10 e  15 1,35 0,35  6 e  10 1,25 0,25  3 e  6 1,22 0,22  1 e  3 0,70 0,20  1 Raio de delimitação entre zona controlada e livre em metros Raio de delimitação entre zona de risco e controlada em metros Faixa de tensão Nominal da instalação elétrica em kV
  10. 10. Componente Elétrico do CEM – atribuição de pesos Componente Magnético do CEM – atribuição de pesos 8 7 6 5 4 3 2 1 Área Comum 16 15 14 13 12 11 10 9 Zona Livre 24 23 22 21 20 19 18 17 Zona Controlada 32 31 30 29 28 27 26 25 Zona de Risco até 242 até 145 até 92,4 até 72,5 até 36,2 até 24,2 até 15 até 1 FAIXA DE TENSAO (KV) POSIÇÃO DE TRABALHO 4 3 3 3 2 2 2 1 Área Comum 6 5 5 5 2 2 2 1 ZonaLlivre 12 10 10 10 8 8 8 7 Zona Controlada 18 15 15 15 13 13 13 9 Zona de Risco INTENSIDADE DA CORRENTE POSIÇÃO DE TRABALHO
  11. 11. IDENTIFICAÇÃO DA FREQÜÊNCIA SEMANAL COM QUE O TRABALHADOR ATUA NA ZONA DE TRABALHO Atribuição de pesos de acordo com a freqüência de exposição. 2 Permanente 1 Ocasional Peso Freqüência
  12. 12. IDENTIFICAÇÃO DA DURAÇÃO (tempo) DA EXPOSIÇÃO Pesos atribuídos de acordo com faixas de tempo de exposição semanal. 7 30:00 < x < 35:00 6 25:00 < x < 30:00 5 20:00 < x < 25:00 4 15:00 < x < 20:00 3 10:00 < x < 15:00 2 05:00 < x < 10:00 1 x < 05:00 Peso Tempo, em horas semanais, de permanência da exposição ocupacional (h)
  13. 13. Conceito de Exposição Equivalente para Exposições Heterogêneas
  14. 14. Um trabalhador, com jornada semanal de 40 horas, se ausenta semanalmente dos postos de trabalho por 8 horas (tempo de preparação e trânsito). As restantes 32 horas de jornada semanal são desenvolvidas sob as condições apresentadas no quadro abaixo: 13 Risco 26 Controlada 38 Livre 51 Público Permanente 138 KV Sob influência das redes de Transmissão 26 Risco 51 Controlada 77 Livre 102 Público Permanente 69 KV Sob influência das redes de Transmissão 38 Risco 77 Controlada 115 Livre 154 Público Permanente 13,8 KV Rede Primária energizada 51 Risco 102 Controlada 154 Livre 205 Público Permanente 11,9 KV Rede Primária energizada 64 Risco 128 Controlada 192 Livre 256 Público Permanente 220 / 380 KV Rede Secundária energizada Tempo exposição real (min) Zona Frequência Faixa de Tensão (KV) Cenário
  15. 15. Exposição ~ E . M . F . T Graus de exposição ocupacional a campos eletromagnéticos. 5 = Máxima 7377 < Exposição 4 = Alta 5533 < Exposição < 7376 3 = Média 3689 < Exposição < 5532 2 = Baixa 1845 < Exposição < 3688 1 = Mínima Exposição < 1844 GRAU DE EXPOSIÇÃO FAIXA DE EXPOSIÇAO
  16. 16. OBJETIVOS: Criar um instrumento para avaliar a exposição ocupacional a CEM. Estimar a exposição ocupacional a CEM entre grupos de eletricitários paulistas. Verificar a existência de associação entre CEM e acidentes do trabalho entre eletricitários paulistas.
  17. 17. Estimar a exposição ocupacional a CEM entre grupos de eletricitários paulistas. Análise de Informações ocupacionais pormenorizadas sobre 1.499 eletricitários de duas Concessionárias paulistas – Aplicação da MEO.
  18. 18. OBJETIVOS: Criar um instrumento para avaliar a exposição ocupacional a CEM. Estimar a exposição ocupacional a CEM entre grupos de eletricitários paulistas. Verificar a existência de associação entre CEM e acidentes do trabalho entre eletricitários paulistas.
  19. 19. Verificar a existência de associação entre CEM e acidentes do trabalho entre eletricitários paulistas. 18 meses acompanhando cerca de 900 eletricitários
  20. 20. Obrigado pela atenção.

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