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Lúcia de Fátima S. Perinazzo Emerson P. Evangelista  Leandro Cunha
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL <ul><li>Legislação Internacional (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração de Salamanca.....
 
REFLEXÃO 01 QUEM É O ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?
REFLEXÃO 02 <ul><li>POR QUE O ALUNO COM DEFICIÊNCIA SEMPRE FICOU, NA ESCOLA, SEPARADO DOS DEMAIS ALUNOS E MAIS RECENTEMENT...
Reflexão 03 Se você tivesse um filho com necessidade especial gostaria que ele estudasse no Ensino Especial ou no Regular?
REFLEXÃO 04 <ul><li>O QUE EU, PROFESSOR VOU FAZER COM ESSES ALUNOS JÁ QUE NÃO FUI PREPARADO, OU TIVE UMA FORMAÇÃO PRECÁRIA...
REFLEXÃO 05 <ul><li>COMO POSSO ENSINÁ-LOS SE TENHO UMA SALA CHEIA DE OUTROS ALUNOS SEM DEFICIÊNCIA? </li></ul>
DEFICIÊNCIA FÍSICA – (DF) <ul><li>Diferentes condições motoras que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade, a coord...
Como trabalhar com o DF? <ul><li>Instalar rampas de acesso, barras de apoio e alargamento das portas </li></ul><ul><li>Ada...
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL – (DI/DM) <ul><li>Incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intele...
<ul><li>Dificuldade para operar idéias de forma abstrata; </li></ul><ul><li>Não há um perfil único, há necessidade do acom...
SUGESTÕES (DI) <ul><li>Posicione o aluno nas primeiras carteiras; </li></ul><ul><li>Ensine-o a pedir instruções e solicita...
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VERDADES E MITOS SOBRE A DEFICIÊNCIA <ul><li>Verdades </li></ul><ul><li>Deficiência não é doença;  </li></ul><ul><li>Algum...
TGD – TRANSTORNOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO <ul><li>Manifestações  de comportamento típicas de portadores de síndromes e ...
TRANSTORNO GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO – (TGD) <ul><li>Alunos com autismo clássico, síndrome de Rett, transtorno desintegrat...
TRANSTORNO DE CONDUTAS - (TC)  <ul><li>São alunos que apresentam comportamentos inconvenientes ou inadequados, causando  d...
TDAH – Transtorno  do Déficit de Atenção e Hiperatividade <ul><li>Transtorno neurobiológico; </li></ul><ul><li>Alteração n...
Como lidar com a agitação dos alunos <ul><li>Trabalhe com pequenos grupos, sem isolar as crianças hiperativas; </li></ul><...
ADEQUAÇÃO CURRICULAR Descobrir as possibilidades que o jovem apresenta e quais são as suas necessidades em vez de destacar...
ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS <ul><li>PEQUENO PORTE </li></ul><ul><ul><li>Agrupamento de alunos. </li></ul></ul><ul><ul><li...
ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS <ul><li>GRANDE PORTE </li></ul><ul><ul><li>Modificações acentuadas na organização didática, n...
EM SÍNTESE A ADEQUAÇÃO... <ul><li>DETERMINA O QUE O ALUNO DEVE APRENDER. </li></ul><ul><li>COMO E QUANDO APRENDER. </li></...
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA SALA DE RECURSOS <ul><li>Oferecer apoio pedagógico especializado ao processo ensino-aprendizag...
ATRIBUIÇÕES DA MONITORIA <ul><li>AUXILIAR O (A) ALUNO (A) NO DESEMPENHO DAS ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA: </li></ul><ul><ul><...
ATENDIMENTO NA SALA DE RECURSOS <ul><li>Somente alunos diagnosticados (DF/DI/DMU/TGD) -Turno inverso  </li></ul><ul><li>No...
MATUTINO <ul><li>5ª. A –   FRANCISCO ANTONIO F. COSTA  –  DI </li></ul><ul><li>5ª. A  - RAYANNE MARTINS ARGENTINO – DMU </...
MATUTINO <ul><li>8ª B – FRANCISCO M. DA SILVA NETO – DF-MNE </li></ul><ul><li>8ª C – DANIEL DE FREITAS VIANA – DF-MNE </li...
VESPERTINO <ul><li>5ª H – LUCAS BISPO DA SILVA – DI/TC </li></ul><ul><li>6ª F - FELIPE ROCHA M. AMORIM – DV- BAIXA </li></...
CONCLUINDO… O momento é de reestruturação da escola, o que só poderá se concretizar se os educadores se conscientizarem de...
 
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  1. 1. Lúcia de Fátima S. Perinazzo Emerson P. Evangelista Leandro Cunha
  2. 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL <ul><li>Legislação Internacional (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Declaração de Salamanca...) </li></ul><ul><li>Legislação Federal (Constituição, Est. Da Criança e Adolescente, LDB) </li></ul><ul><li>Legislação Local (Lei Orgânica do Distrito Federal) </li></ul>
  3. 4. REFLEXÃO 01 QUEM É O ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?
  4. 5. REFLEXÃO 02 <ul><li>POR QUE O ALUNO COM DEFICIÊNCIA SEMPRE FICOU, NA ESCOLA, SEPARADO DOS DEMAIS ALUNOS E MAIS RECENTEMENTE INVENTARAM DE COLOCÁ-LO NA MESMA SALA DE AULA? </li></ul>
  5. 6. Reflexão 03 Se você tivesse um filho com necessidade especial gostaria que ele estudasse no Ensino Especial ou no Regular?
  6. 7. REFLEXÃO 04 <ul><li>O QUE EU, PROFESSOR VOU FAZER COM ESSES ALUNOS JÁ QUE NÃO FUI PREPARADO, OU TIVE UMA FORMAÇÃO PRECÁRIA PARA TRABALHAR COM ELES? </li></ul>
  7. 8. REFLEXÃO 05 <ul><li>COMO POSSO ENSINÁ-LOS SE TENHO UMA SALA CHEIA DE OUTROS ALUNOS SEM DEFICIÊNCIA? </li></ul>
  8. 9. DEFICIÊNCIA FÍSICA – (DF) <ul><li>Diferentes condições motoras que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade, a coordenação motora geral e da fala, em consequência de lesões neurológicas, neuromusculares, ortopédicas, ou más formações congênitas ou adquiridas (BRASIL,MEC,2004). </li></ul>
  9. 10. Como trabalhar com o DF? <ul><li>Instalar rampas de acesso, barras de apoio e alargamento das portas </li></ul><ul><li>Adaptar os espaços – eliminar barreiras arquitetônicas. </li></ul><ul><li>Banheiro adaptado; </li></ul><ul><li>Monitor; </li></ul><ul><li>Mobiliário adequado; </li></ul><ul><li>Conscientização e colaboração do pessoal da portaria; </li></ul><ul><li>Ouça com paciência quem tem comprometimento da fala e não termine as frases por ele. </li></ul><ul><li>Verifique a necessidade do uso de materiais pedagógicos adaptados (uso do carbono, suporte para lápis, copias, computares...) </li></ul>
  10. 11. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL – (DI/DM) <ul><li>Incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e comportamento adaptativo, sendo expressa nas habilidades sociais, conceituais e práticas, originadas antes dos dezoito anos de idade. (AAMR, 2002, p.8) </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Dificuldade para operar idéias de forma abstrata; </li></ul><ul><li>Não há um perfil único, há necessidade do acompanhamento da família e da equipe médica; </li></ul><ul><li>Levar em conta a situação atual ; </li></ul><ul><li>Informe-se sobre as especificidades e os instrumentos adequados para fazer com que o jovem encontre na escola um ambiente agradável, sem discriminação e capaz de proporcionar uma aprendizado efetivo, tanto educativo quanto emocional. </li></ul>
  12. 13. SUGESTÕES (DI) <ul><li>Posicione o aluno nas primeiras carteiras; </li></ul><ul><li>Ensine-o a pedir instruções e solicitar ajuda; </li></ul><ul><li>Trate-o de acordo com a faixa etária; </li></ul><ul><li>Só adapte os conteúdos curriculares depois de cuidadosa avaliação da equipe de apoio multiprofissional; </li></ul><ul><li>Avalie o estudante pelo progresso individual e com base em seus talentos e suas habilidades naturais, sem compará-lo com a turma. </li></ul>
  13. 14. DEFICIÊNCIA MULTIPLA – (DMu) É associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física).Com comprometimento que acarretam no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa.
  14. 15. VERDADES E MITOS SOBRE A DEFICIÊNCIA <ul><li>Verdades </li></ul><ul><li>Deficiência não é doença; </li></ul><ul><li>Algumas crianças portadoras de deficiências podem necessitar escolas </li></ul><ul><li>especiais; </li></ul><ul><li>As adaptações são recursos necessários para facilitar a integração dos </li></ul><ul><li>educandos com necessidades especiais nas escolas; </li></ul><ul><li>Síndromes de origem genética não são contagiosas; </li></ul><ul><li>Deficiente mental não é louco. </li></ul><ul><li>Mitos </li></ul><ul><li>Todo surdo é mudo; </li></ul><ul><li>Todo cego tem tendência à música; </li></ul><ul><li>Deficiência é sempre fruto de herança familiar; </li></ul><ul><li>Existem remédios milagrosos que curam as deficiências; </li></ul><ul><li>As pessoas com necessidades especiais são eternas crianças; </li></ul><ul><li>Todo deficiente mental é dependente. </li></ul>
  15. 16. TGD – TRANSTORNOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO <ul><li>Manifestações de comportamento típicas de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atraso no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeiram atendimento educacional especializado. (BRASIL,MEC,SEESP,1994, p.13) </li></ul>
  16. 17. TRANSTORNO GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO – (TGD) <ul><li>Alunos com autismo clássico, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância </li></ul><ul><li>(psicoses) </li></ul>
  17. 18. TRANSTORNO DE CONDUTAS - (TC) <ul><li>São alunos que apresentam comportamentos inconvenientes ou inadequados, causando danos a si mesmos e aos outros, bem como prejuízo em suas relações no contexto em que vivem, podendo apresentar dificuldades de aprendizagem. </li></ul>
  18. 19. TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade <ul><li>Transtorno neurobiológico; </li></ul><ul><li>Alteração nos neurotransmissores da região frontal orbital (responsáveis pela inibição do comportamento, capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento). </li></ul><ul><li>Desatenção, inquietude e impulsividade. </li></ul>
  19. 20. Como lidar com a agitação dos alunos <ul><li>Trabalhe com pequenos grupos, sem isolar as crianças hiperativas; </li></ul><ul><li>Dê tarefas curtas ou intercaladas, para que elas possam concluí-las antes de se dispersar; </li></ul><ul><li>Use jogos e desafios para motivá-las; </li></ul><ul><li>Valorize a rotina, pois ela deixa as crianças mais seguras; </li></ul><ul><li>Permita que elas compensem os erros: sutilmente, faça-as pedir desculpas quando ofenderem os colegas ou convença-as a arrumar a bagunça da sala; </li></ul><ul><li>Repita individualmente todo comando que for dado ao grupo e faça-o de forma breve. </li></ul>
  20. 21. ADEQUAÇÃO CURRICULAR Descobrir as possibilidades que o jovem apresenta e quais são as suas necessidades em vez de destacar suas dificuldades. Assim, descobriremos formas e métodos para atendê-lo.
  21. 22. ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS <ul><li>PEQUENO PORTE </li></ul><ul><ul><li>Agrupamento de alunos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização didática da aula, conteúdos, objetivos e material didático. </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização dos períodos, diversificação do tempo disponível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução da carga de escrita. </li></ul></ul><ul><li>AVALIAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Modificação nas técnicas e instrumentos de avaliação (Repensar a forma de avaliar) </li></ul></ul>
  22. 23. ADEQUAÇÃO CURRICULAR - TIPOS <ul><li>GRANDE PORTE </li></ul><ul><ul><li>Modificações acentuadas na organização didática, não aplicáveis aos alunos quanto à: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Conteúdos (diminuir) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Objetivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Métodos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Elementos físicos e materiais (rampa) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo disponível </li></ul></ul></ul><ul><li>AVALIAÇÃO </li></ul><ul><ul><li>Introdução de critérios específicos de avaliação. </li></ul></ul>
  23. 24. EM SÍNTESE A ADEQUAÇÃO... <ul><li>DETERMINA O QUE O ALUNO DEVE APRENDER. </li></ul><ul><li>COMO E QUANDO APRENDER. </li></ul><ul><li>QUE FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO ENSINO SÃO MAIS EFICIENTES. </li></ul><ul><li>COMO E QUANDO AVALIAR O ALUNO. </li></ul>
  24. 25. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA SALA DE RECURSOS <ul><li>Oferecer apoio pedagógico especializado ao processo ensino-aprendizagem dos alunos incluídos. </li></ul><ul><li>Prestar orientação didático-pedagógica especializada ao professor da classe comum para a definição de estratégias que favoreçam o aluno. </li></ul><ul><li>Participar de reuniões pedagógicas, de planejamento e dos conselhos de classe, desenvolvendo ações conjuntas com toda a comunidade escolar (…) </li></ul><ul><li>Participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades educacionais dos alunos. </li></ul>
  25. 26. ATRIBUIÇÕES DA MONITORIA <ul><li>AUXILIAR O (A) ALUNO (A) NO DESEMPENHO DAS ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA: </li></ul><ul><ul><li>ALIMENTAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>LOCOMOÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>HIGIENE , ETC. </li></ul></ul>
  26. 27. ATENDIMENTO NA SALA DE RECURSOS <ul><li>Somente alunos diagnosticados (DF/DI/DMU/TGD) -Turno inverso </li></ul><ul><li>Nos casos de atendimento concomitante, a sala de recursos não substitui as atividades da sala comum. </li></ul><ul><li>Aplicação de provas (repensar) </li></ul>
  27. 28. MATUTINO <ul><li>5ª. A – FRANCISCO ANTONIO F. COSTA – DI </li></ul><ul><li>5ª. A - RAYANNE MARTINS ARGENTINO – DMU </li></ul><ul><li>5ª. D – SABRINA MOREIRA DE SOUZA – DI </li></ul><ul><li>5ª E -LUCAS DOS SANTOS MOREIRA – DV-BAIXA </li></ul><ul><li>6ª. A –NATHALIA ALVES DE ANDRADE – DI </li></ul><ul><li>6ª. C – MOISES NATIVIDADE PEREIRA – DI </li></ul><ul><li>7ª B -MAXSUEL ANTONIO T. PIZZATTO – TGD </li></ul><ul><li>7ª B - LUAN MUNIZ MARTINS – DI </li></ul><ul><li>7ª C –DOUGLAS FERREIRA BOUCHER – DI </li></ul><ul><li>7ª E - FABRICIO DE C. AGUIAR – DF-BNE </li></ul><ul><li>7ª E -ADRIELLY DE JESUS RANGEL – DF-BNE </li></ul>
  28. 29. MATUTINO <ul><li>8ª B – FRANCISCO M. DA SILVA NETO – DF-MNE </li></ul><ul><li>8ª C – DANIEL DE FREITAS VIANA – DF-MNE </li></ul><ul><li>8ª E - GEYSE SIQUEIRA SAMPAIO – DI </li></ul><ul><li>8ª E - GRACIELE FERNANDES SALES – DI </li></ul><ul><li>8ª E - THAIS CAMPOS ARAÚJO – DI </li></ul>
  29. 30. VESPERTINO <ul><li>5ª H – LUCAS BISPO DA SILVA – DI/TC </li></ul><ul><li>6ª F - FELIPE ROCHA M. AMORIM – DV- BAIXA </li></ul><ul><li>6ª G - MIKAELLE DE SOUSA SILVA – DF-BNE </li></ul><ul><li>7ª G - MARILIA STHEFANE FERREIRA XAVIER – DMu </li></ul><ul><li>7ª H - MORGANA FERREIRA DE CARVALHO – DI </li></ul><ul><li>8ª H - AUGUSTO PARDIM DE AREDA – DF – ANE </li></ul><ul><li>8ª H - CLEIDSON PINHEIRO DA SILVA - DI </li></ul>
  30. 31. CONCLUINDO… O momento é de reestruturação da escola, o que só poderá se concretizar se os educadores se conscientizarem de que as salas de aula inclusivas partem da filosofia segundo a qual todas as crianças podem aprender e fazer parte da vida escolar comunitária (STAINBACK ,1999).
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