EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 1
PPP
2013
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“Tudo o que a gente puder fazer
no sentido de convocar os que
vivem em torno da es...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 3
Índice
I. Identificação da Unidade Escolar 5
1. Quadro de identificação dos funcio...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 4
2. Levantamento dos Objetivos e Conteúdos por área de
conhecimento
45
Ensino Funda...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 5
I. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
Denominação
Escola Municipal de Educação Básic...
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Modalidades de Ensino oferecidas pela escola:
Diurno: Educação Básica Fundamental ...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 7
1. Quadro de Identificação dos Funcionários
Nome Matrícula
Cargo
Função
Horário de...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 8
Maria Cecília Silveira de F. Garcia 60.514-0 Professora 7h às 12h Janeiro
Maria de...
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* Horários de trabalho da Equipe de gestão e PAPE
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª fe...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 10
2. Quadro de Organização das Modalidades
Profissionais de educação básica que atu...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 11
3- Histórico da Unidade Escolar
Criação:
Criada pelo Decreto nº. 23.241 de 30/01/...
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II. Concepção Pedagógica
“Projeto Político-Pedagógico é um instrumento que visa a...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 13
Consideramos que a escola cumpre a sua função assegurando a todos os alunos e
pro...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 14
III. Análise e reflexão das avaliações realizadas pela equipe
escolar no ano de 2...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 15
Problemas Ações Responsáveis Prazo
- Nem todos
conhecem o ECA, e
por essa razão
a...
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conselho. (organização, membros,
função);
- Divulgar as decisões
tomadas pelo con...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 17
Dimensão 6: Ambiente físico escolar.
Indicador: 3.16.: Há atividades com os aluno...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 18
IV. Caracterização e Plano de Ação para os segmentos de
atuação da escola.
1.Cara...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 19
Em relação às moradias, a grande maioria (80%) mora em casa própria
(urbanização ...
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Justificativa
Objetivos
Gerais e específicos
Ações Propostas
(Metodologia)
Entend...
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nosso dia-a-dia.
Analisando esta situação,
foi elaborada a presente
proposta visa...
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3.Equipe Escolar
3.1. Professores
3.1.1. Caracterização
O grupo de docentes da es...
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Prefeitura de
Diadema
Bruna Cesca
Augusto
Efetiva/
Estatutária
Pedagogia 22/02/20...
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Marilena da
Silva
Efetiva/
Estatutária
Direito 11/04/2012 01/02/2013
Marileuza
Go...
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3.1.2. Plano de formação para os professores
Responsáveis: Coordenadoras Pedagógi...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 26
Considerando as dificuldades
dos alunos em produzir textos
com as qualidades
supr...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 27
sensível e informada, a
organização do espaço e
materiais, etc.
TEMA: DESCRITORES...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 28
Estratégias (para todos os temas abordados)
Durante as formações em HTPC, conside...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 29
3.2. Auxiliares de Educação
3.2.1. Caracterização
Nome Situação
funcional
Escolar...
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subsídios para as
ações referentes
aos cuidados com
os alunos
deficientes bem
com...
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A partir da observação da gestão da escola, seguida dos apontamentos realizados
n...
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pedagógico, assim como
com o grupo de
professores, visando
fortalecer o diálogo, ...
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Educação Básica de melhor qualidade para todos, combatendo a exclusão e a
discrim...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 34
31/03/2014
Núbia Serafim da Silva
Aluna
31/03/2013
à
31/03/2014
Rosália Souza Fre...
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Objetivos
Gerais e específicos
Ações Propostas
(Metodologia)
Cronograma
- Garanti...
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NOME ANO/CICLO FUNÇÃO NO
CONSELHO
TITULAR OU
SUPLENTE
CAMILLY VITORIA DOS S. GUED...
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suas opiniões. encaminhamentos que se
fizerem necessários;
-após a reunião o prof...
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Membros da APM
Nome Segmento Função Mandato
IARA CORREIA LOPES
Diretora
President...
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5.2. Plano de Ação da APM
A escola pública, em todos os níveis e modalidades da E...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 40
5.3. Avaliação
A cada encontro haverá espaços para avaliações individuais e/ou co...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 41
V. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO
TRABALHO PEDAGÓGICO
1. Objetivos
 Lei 9.394,...
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 Garantia de padrão de qualidade;
 Valorização da experiência extraescolar;
 “...
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 Alcançar uma qualidade de ensino, que busque melhorar os processos de ensino e
...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 44
- Compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens comuns que devem ser
...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 45
Outra concepção de educação integral é a articulação dos conhecimentos a partir d...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 46
ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS
CICLO INICIAL
1os
anos
LÍNGUA PORTUGUESA
OBJETIVOS C...
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(Biblioteca Escolar Interativa);
 Reconhecer o próprio nome, o nome dos
colegas ...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 48
MATEMÁTICA
OBJETIVOS CONTEÚDOS
 Números e operações
 Construir o significado do...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 49
 Grandezas e medidas
 Construir noções de padrões de medida de
comprimento e ma...
EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 50
CIÊNCIAS NATURAIS
OBJETIVOS CONTEÚDOS
 Valorizar atitudes e comportamentos
favor...
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  1. 1. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 1 PPP 2013
  2. 2. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 2 “Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse País democraticamente.” Paulo Freire
  3. 3. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 3 Índice I. Identificação da Unidade Escolar 5 1. Quadro de identificação dos funcionários 7 2. Quadro de organização das Modalidades 10 3. Histórico da Unidade Escolar 11 II. Concepção Pedagógica 12 III. Análise e reflexão das avaliações realizadas pela equipe escolar no ano de 2012. 14 IV. Caracterização e Plano de Ação para os segmentos de atuação da escola 18 1. Caracterização da Comunidade Escolar 18 2. Comunidade Escolar 18 2.2. Plano de Ação para a comunidade Escolar 19 2.3. Avaliação 21 3. Equipe Escolar 22 3.1. Professores 22 3.1.1 Caracterização 22 Professores da Unidade Escolar 22 3.1.2 Plano de Formação para os Professores 25 3.1.3 Avaliação do Plano de Formação 28 3.2 Auxiliares em Educação 29 3.2.1 Caracterização 29 3.2.2 Plano de formação para os Auxiliares 29 3.2.3 Avaliação do Plano de Formação 30 3.3 Funcionários 30 3.3.1 Caracterização 30 3.3.2 Plano de Formação para os Funcionários 31 3.3.3 Avaliação do Plano de Formação 32 4. Conselhos 32 4.1 Conselho de Escola 32 4.1.1 Caracterização do Conselho de Escola 32 4.1.2 Plano de Ação para o Conselho de Escola 34 4.1.3 Avaliação 35 4.2 Conselho Mirim 35 4.2.1 Caracterização do Conselho Mirim 35 4.2.2 Plano de Ação para o Conselho Mirim 36 4.2.3 Avaliação do Plano de Ação do Conselho Mirim 37 5. Associação de Pais e Mestres 37 5.1 Caracterização 37 5.2 Plano de Ação da Associação de Pais e Mestres 39 5.3 Avaliação 40 V. Organização e Desenvolvimento do Trabalho Pedagógico 41 1. Objetivos 41 1.1. Objetivos da Educação Básica 41 1.1.1 Ensino Fundamental 41 1.1.2 Educação de Jovens e Adultos 42 1.1.3 Objetivos Gerais da Unidade Escolar 42
  4. 4. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 4 2. Levantamento dos Objetivos e Conteúdos por área de conhecimento 45 Ensino Fundamental de 9 anos 46 Plano de Ensino para o 1º ano do Ciclo Inicial 46 Plano de Ensino para o 2º ano do Ciclo Inicial 55 Plano de Ensino para o 3º ano do Ciclo Inicial 65 Ensino Fundamental de 8 anos 74 Plano de Ensino para o 1º ano do Ciclo I 74 Plano de Ensino para o 2º ano do Ciclo I 81 Plano de Ensino para o 1º ano do Ciclo II 86 Plano de Ensino para o 2º ano do Ciclo II 96 Educação de Jovens e Adultos 107 Plano de Ensino para o Ciclo I (Alfa) – EJA 109 Plano de Ensino para o Ciclo II (Pós) – EJA 114 3. Rotina 125 4. Avaliação das Aprendizagens dos Alunos 132 4.1 Ensino Fundamental 132 4.2 Educação de Jovens e Adultos 133 5. Acompanhamento dos Instrumentos Metodológicos 134 6. Ações Suplementares 135 6.1 AEE – Atendimento Educacional Especializado 135 6.2 PAA - Plano de Apoio a Aprendizagem 140 6.3 Educação Integral – Tempo de Escola 141 VI. Calendário Escolar Homologado 151 VII. Referências 152 VIII. Anexos 153 Biografia do Patrono 153 Descrição da estrutura física da Escola 154 Materiais pedagógicos e equipamentos 155 Projetos 156
  5. 5. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 5 I. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Denominação Escola Municipal de Educação Básica Professor José Getúlio Escobar Bueno. Endereço Rua Araldo Armani, 381 - Jardim Calux, São Bernardo do Campo, São Paulo, CEP 09895-740 tel.: 4341 5844. E-mail: jose.getulio@saobernardo.sp.gov.br - Blog da escola: http://emebjg.blogspot.com/ - Blog do Laboratório de Informática: http://labjg.webnode.com/ CIE: 35217530 Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo Equipe de Gestão: Diretora ⇛ Iara Correia Lopes; Professora de Apoio a Direção ⇛ Solange Ribeiro Silveira Batista; Coordenadora Pedagógica⇛ Renata Helene Ferreira Campos; Coordenadora Pedagógica ⇛ Cátia Cristina Guilhermino Matheus. Orientadoras Pedagógicas da Unidade Escolar: Márcia Scarlato (Ensino Fundamental); Érica Silva (Educação de Jovens e Adultos – EJA).
  6. 6. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 6 Modalidades de Ensino oferecidas pela escola: Diurno: Educação Básica Fundamental I das 07h às 12h e das 13h às 18h. Noturno: Educação de Jovens e Adultos das 19h às 22h. Horário de atendimento da secretaria: Das 07h às 22h.
  7. 7. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 7 1. Quadro de Identificação dos Funcionários Nome Matrícula Cargo Função Horário de trabalho Período de férias Adalgisa Ap. dos Santos Oliveira 31.754-7 Oficial de Escola 07:30 às 16:30 29/04 à 13/05 Alessandra Bastos Cabelleira 35.487-6 Professora 7h às 12h Janeiro Alessandra Lima da Silva Intini 36.960-9 Professora 13h às 18h Janeiro Greice Kelly Mendes Pereira Empresa Guima Auxiliar de Limpeza Das 6h às 15h48 Sem previsão André Luiz dos Santos Amorim 34.454-8 Oficial de Escola 13:15 às 22:15 25/01 à 08/02 Andréa Santana Fukuda 30.962-7 Professora 13h às 18h Janeiro Ângela Francisca Barbosa de Oliveira 70.132 Professora 7h às 12h Janeiro Arminda Menezes de Carvalho 33.431-7 Professora 18h às 22h Janeiro Berenice Gomes de Oliveira 78.110 7h às 13h --- Bruna Cesca Augusto 36.655-4 Professora 13h às 18h Janeiro Camila Caroline dos S. Rodrigues 38.501-7 Oficial de Escola 8h às 17h00 Às 3ª.s das 12h00 às 21h00 15 dias a partir de 16/09/2013 Cristiane Maria Romania 36.894-6 Oficial de Escola 08:00 às 17:00 Janeiro Débora Sgobbi de Abreu 61.458-7 Professora 13h às 18h Janeiro Denise Gindro Sanches dos Santos 70.135 Professora 7h às 12h Janeiro Edna Vieira da Silva Empresa Coan (Auxiliar de Cozinha 06:00 às 15:48 Sem previsão Elaine Cristina dos Santos Machado 37.430-1 Auxiliar em Educação 9h00 às 18h00 Janeiro Elisangela Prudente de Oliveira Empresa Guima Auxiliar de Limpeza 9h00 às 18h48 Sem previsão Ester Eloísa Barbosa Frusoni 70.137 Professora 7h às 12h Janeiro Fabiana Antonia M. Rosalin 28.214-8 Professora 7h às 12h Janeiro Fabíola Marotti 70.328 Professora 7h às 12h Janeiro Flávia Roberta Pereira 61.064-8 Professora 13h às 18h Janeiro Geralda de Alencar 78.047-1 Estagiária 12h00 às 18h00 ---- Gilda Aparecida de Abreu Pereira 34.953-0 Professora 18h às 22h Janeiro Gislaine Aparecida Martins Empresa Guima Auxiliar de Limpeza 9h00 às 18h48 Sem previsão Cátia Cristina Guilhermino Matheus 38.935-4 Coordenadora Pedagógica 13h às 22h Janeiro Iara Correia Lopes 13.460-6 Diretora Alternado conf. demanda* Janeiro Iolanda de Souza Empresa Coan Cozinheira 06:00 às 15:48 Sem previsão Ivana de Souza Sanches 37.307-0 Professora Carga horária: 40h** Janeiro Iveth Ytsuko Totake Watanabe 28.988-1 Professora AEE 7h às 12h Janeiro Iveth Ytsuko Totake Watanabe 27.018-5 Professora AEE 13h às 18h Janeiro Kelli Garcia Rubio 62.402-7 Professora 13h às 18h Janeiro Luciane Cardoso de Oliveira 39.013-3 Professora 7h às 12h Janeiro
  8. 8. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 8 Maria Cecília Silveira de F. Garcia 60.514-0 Professora 7h às 12h Janeiro Maria de Fátima Silva Xavier 37.616-7 Inspetora de alunos 13:15 às 22:15 Janeiro Maria Lúcia Terto Gregório Empresa Guima Auxiliar de Limpeza 6h00 às 15h48 Sem previsão Maria Lucia da Rocha 70.141 Professora 7h às 12h Janeiro Maria Lúcia de Souza Batista Empresa Coan (Auxiliar de Cozinha) 12:00 às 21:48 Sem previsão Marileuza Gomes Parnaíba 60.532-8 Professora 7h às 12h Janeiro Marilena da Silva 38.253-0 Professora Carga horária: 40h** Janeiro Mary Ani Xavier Pires 32.299-8 Inspetora de alunos 6:30h às 15:30h Janeiro Mauro Selingardi - Zelador Michele L. G. Farizatto Scaranello 30.770-6 Professora 7h às 12h Janeiro Michely Felicia Morais Reis 37.090-9 Professora Carga horária: 40h** Janeiro Milton Cozini (Skill) SEGURANÇA 15:00 às 23:00 Sem previsão Paula Roberta Crepaldi 60.669-1 Professora 7h às 12h Janeiro Raimunda Maria P. do C. Veloso 62.329-1 Professora 13h às 18h Janeiro Renata Helene Ferreira Campos 33.722-6 Coordenadora Pedagógica Alternado conf. demanda* Janeiro Rosemari Consulo Mendes 30.791-8 Professora 7h às 12h Janeiro Rose Mary Hernandes Garciov 32.247-7 Professora 7h às 12h Janeiro Rosemeire D. Santos Empresa Guima Auxiliar de Limpeza Sem previsão Silvia Galhego Rodrigues 30.177-6 Professora 13h às 18h Janeiro Solange Ribeiro Silveira Batista 31.748-4 PAD Alternado conf. demanda* Janeiro Steffany Hellen Pereira Lima 77.691-1 Estagiária de apoio à inclusão 7h às 12h Janeiro Sueli Fátima Campanerut Mazoti 70.143 PAPE Alternado conf. demanda* Janeiro Tatiana Gimenez de Lima 36.405-7 Professora Carga horária: 40h** Janeiro Tatianne de Souza Coelho 37.111-7 Professora Janeiro Vanderlei Rodrigues de Souza (Skill) SEGURANÇA 15h às 23h Sem previsão Vanessa da Silva Saturnino 37.309-6 Professora Carga horária: 40h** Janeiro Viviane Cardoso de Paula 37.207-4 Professora Carga horária: 40h** Janeiro
  9. 9. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 9 * Horários de trabalho da Equipe de gestão e PAPE 2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira Iara Correia Lopes 7h às 12h00 e 13h00 às 16h00 9h às 12h00 e 13h00 às 22h00 7h às 12h00 e 13:00 às 16:00h 11h às 15h00 e 16h00 às 20h00 7h às 12h00 Solange Ribeiro Silveira Batista 6:30 às 11:30h e 15:45 às 21:00h 6:30 às 11:30h e 13:00 às 18:15h 6:30 às 11:30h e 13:00 às 18:15h 6:30 às 11:30h e 13:00 às 17:15h 6:30 às 11:30h 12h30 às 16h00 Renata Helene Ferreira Campos 8h às 11h30 e 12h30 às 17h30 12h30 às 17h e 18h às 22h 7h às 13h 8h às 11h30 e 12h30 às 17h30 8h às 11h30 e 12h30 às 17h30 Cátia Cristina Guilhermino Matheus 13h às 16h00 e 17h00 às 22h 13h às 16h00 e 17h00 às 22h 13h às 16h00 e 17h00 às 22h 13h às 16h00 e 17h00 às 22h 13h às 16h00 e 17h00 às 22h Sueli de Fátima Campanerut Mazoti 7h às 11h e 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 17h e 19 às 22h 7h às 11h e 13h às 16h e 19h às 21h 7h às 10h e 13h às 18h 8h às 11h ** Horários de trabalho das professoras de carga horária de 40 horas semanais 2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira Ivana de Souza Sanches 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 18h 13h às 18h 13h às 18h 7h20 às 12h e 13h às 18h Marilena da Silva 13h às 18h e 19h às 22h 13h às 18h e 19h às 22h 07h às 10h e 19h às 22h 13h20 às 18h e 19h às 22h 13h às 18h e 19h às 22h Michely Felicia Morais Reis 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 18h 13h às 18h 7h20 às 12h e 13h às 18h 13h às 18h Tatiana Gimenez de Lima 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 18h 13h às 18h 7h20 às 12h e 13h às 18h 13h às 18h Vanessa da Silva Saturnino 7h20 às 12h e 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 18h 13h às 18h 13h às 18h 13h às 18h Viviane Cardoso de Paula 7h20 às 12h e 13h às 18h 8h às 12h e 13h às 18h 13h às 18h 13h às 18h 13h às 18h
  10. 10. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 10 2. Quadro de Organização das Modalidades Profissionais de educação básica que atuam nos 1ºS e 2ºS anos dos ciclos inicial, I, II e na EJA Período Agrupamento Ano/ciclo Termo Turma Professora Total de alunos por turma Total de alunos por período Manhã Funda- mental 1º ANO/C Inicial A Michele L. G. F. Scaranello 24 274 281 65 1º ANO/C Inicial B Angela Francisca de O. Barbosa 24 1º ANO/ C Inicial C Rose Mary Hernandes Garciov 24 2º ANO/ C Inicial A Ester Eloisa Barbosa Frusoni 22 2º ANO / C Inicial B Maria Lúcia da Rocha 21 2º ANO / C Inicial C Alessandra Bastos Cabelleira 21 3º ANO / C Inicial A Rosemari Consulo Mendes 26 3º ANO / C Inicial B Denise Gindro Sanches dos Santos 24 1º ANO/ CII A Fabiola Marotti 18 1º ANO/CII B Luciane 19 2º ANO /CII A Fabiana Antônia Mões Rosalin 24 2º ANO/CII B Marileuza Gomes Parnaíba 27 Profª Substituta Paula Roberta Crepaldi - Profª Substituta Maria Cecília S. de Farias Garcia - Estagiária de apoio à inclusão Berenice Gomes de Oliveira - Estagiária de apoio à inclusão Steffany Helen Pereira Lima - Auxiliar de Educação Elaine Cristina dos S. Machado - 1º ANO/ C Inicial D Viviane Cardoso de Paula 24 Tarde Funda- mental 1º ANO/C Inicial E Alessandra Lima da Silva Intini 23 1º ANO/C Inicial F Michely Felicia Morais Reis 23 2º ANO/C Inicial D Bruna Cesca Augusto 23 2º ANO/C Inicial E Vanessa da Silva Saturnino 27 2º ANO/C Inicial F Andréa Santana Fukuda 22 3º ANO/C Inicial C Silvia Galhego Rodrigues 25 3º ANO/C Inicial D Tatiana Gimenez de Lima 23 3º ANO/C Inicial E Kelli Garcia Rubio 22 1º ANO/CII C Débora Sgobbi de Abreu 22 1º ANO/CII D Tatianne de Souza Coelho 22 2º ANO/CII C Ivana de Souza Sanches 21 Profª Substituta Flávia Roberta Pereira - Profª Substituta Raimunda Mª P. do C. Veloso - Estagiária de apoio à inclusão Geralda de Alencar - Auxiliar de educação Elaine Cristina dos S. Machado - EJA Marilena da Silva 38.253-0 Noite EJA EJA Arminda Menezes de Carvalho 33.431-7 EJA Gilda Ap. de Abreu Pereira 34.953-0
  11. 11. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 11 3- Histórico da Unidade Escolar Criação: Criada pelo Decreto nº. 23.241 de 30/01/1985, publicado em D.O. deste dia, instituída pela Resolução SE nº. 78 de 25/04/1985, publicado em D.O. de 26/04/1985. Reorganização: Decreto nº. 40.473/95 em 21/11/1995, publicado em D.O. de 22/11/1995. Comunicado conjunto COGESP/CEI, de 07/12/1995, publicado em08/12/1995 (CB a 4ª série). Escola municipalizada no ano letivo de 1998, conforme convênio firmado entre Prefeitura do Município e Secretaria do Estado de Educação – Decreto Municipal nº. 12.708, de 20/05/1998, o qual cria a EMEF “Prof. José Getúlio Escobar Bueno” alterado pelo Decreto Municipal 13.061/99 que a denomina EMEB “Prof. José Getúlio Escobar Bueno”.
  12. 12. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 12 II. Concepção Pedagógica “Projeto Político-Pedagógico é um instrumento que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita res- significar a ação de todos os agentes da instituição”. Celso Vasconcellos Este Projeto Político-Pedagógico tem a intenção de ser um documento dialógico, garantindo assim a abertura da participação e do diálogo entre educadores, alunos e comunidade, pois temos como princípio que a parceria entre a escola e as famílias contribui para a educação de melhor qualidade. Quando utilizamos o termo “educadores”, nos referimos a todos os funcionários da escola, pois acreditamos que todos contribuem com a educação dos alunos nos diversos espaços escolares, cabendo aos funcionários participarem efetivamente do trabalho educacional com os alunos. A escola é um espaço social privilegiado onde as relações humanas são construídas e vivenciadas, onde se presume a construção e a produção de conhecimentos necessários e constitutivos das ações da cidadania. Temos claro que um dos papeis da educação no mundo contemporâneo é formar cidadãos críticos, capazes de refletirem sobre as mais diversas questões, terem atitudes éticas no convívio em sociedade e poderem atuar a favor da transformação social, sendo esta mais justa, solidária e democrática. Através do trabalho pedagógico temos a intenção de colaborar com a formação de sujeitos autônomos, capazes de desenvolver competências, saberes e atitudes favoráveis em ambientes sociais. Vale recuperar em Freire1 alguns destes princípios, qualidades e virtudes que acreditamos necessários, a partir de valores que constituem uma ética universal do ser humano: a solidariedade, a amorosidade, a tolerância (aceitar a diferença), o respeito ao outro, a humildade, o gosto pela alegria e pela vida, a abertura ao novo e a disponibilidade à mudança. Mais do que a aprendizagem dos conhecimentos historicamente acumulados, concebemos a aprendizagem a favor da formação de cidadãos capazes de atuar com competência e dignidade na sociedade. Para tal propósito, são elencados planos de formação e de curso com objetivos e conteúdos que estejam em consonância com as questões sociais históricas fazendo com que os alunos se apropriem e construam conhecimentos de maneira crítica e reflexiva. A concepção de aprendizagem defendida aqui está baseada no exercício de reflexão e construção, considerando os diferentes saberes dos educandos e valorizando suas experiências. As trocas desses conhecimentos são estimuladas e estes são aproveitados para o planejamento e replanejamento das propostas pedagógicas. No processo de ensino e aprendizagem, cabe ao professor promover situações de aprendizagens significativas e desafiadoras, em que o aluno elabore hipóteses e possa experimentá-las. Cada aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, sendo o professor mediador na interação dos alunos com o conhecimento e com os demais educandos. 1 Paulo Freire, um dos principais educadores brasileiros.
  13. 13. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 13 Consideramos que a escola cumpre a sua função assegurando a todos os alunos e profissionais envolvidos, a construção contínua e sistemática de conhecimentos científicos, culturais e éticos, pautados em metas que consideram onde se quer chegar e qual caminho a seguir. Nesse contexto o papel da escola é possibilitar que o educando aprenda a aprender. Concebemos a escola como espaço de formação e troca de saberes, assim o papel do educador é o de facilitador da aprendizagem e de mediador do conhecimento, cabendo a ele e a comunidade escolar, oportunizar situações de aprendizagem que possam contribuir na formação dos alunos nas perspectivas já mencionadas. Preparar o aluno para exercer a cidadania significa propiciar a todos: domínio da leitura e escrita; condições de interpretar a realidade econômica, política e social; ensinar a lidar com os conceitos científicos e matemáticos; conhecer para reivindicar direitos e cumprir deveres; saber utilizar novas tecnologias numa perspectiva solidária, crítica criativa e autônoma. Os conteúdos trabalhados nas ações educativas atuam como meios para aquisição e desenvolvimento das capacidades do aluno, colocando-o como sujeito de sua própria formação, num processo interativo em que alunos e professores são sujeitos do conhecimento. Por conta dessa dinâmica que a educação exige e das mudanças e avanços sociais, os educadores desta escola participam de cursos direcionados aos diversos aspectos relacionados ao âmbito educacional (como cursos de graduação, pós-graduação e outros oferecidos pela rede de ensino) e estas formações possibilitam ampliar olhares e saberes e acompanhar o movimento científico e cultural desta sociedade. Nesta ótica a EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno caminha para a melhoria da qualidade de ensino.
  14. 14. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 14 III. Análise e reflexão das avaliações realizadas pela equipe escolar no ano de 2012. Plano de Ação para 2013 Em nossas Reuniões Pedagógicas ocorridas em 2011 e 2012, tivemos como pauta a discussão do documento “Indicadores de Qualidade da Educação”. Os indicadores apresentam a qualidade da escola em relação a importantes elementos de sua realidade: as dimensões, apresentadas a seguir. Acreditamos que a avaliação no meio escolar vai além daquela realizada no interior das salas de aula, e que a escola também precisa ser avaliada em sua totalidade. Para isso, a avaliação da escola precisa estar aberta a todos aqueles que nela estão envolvidos: funcionários, alunos, pais e demais agentes que estejam ligados a ela de alguma forma. Nesse sentido, o documento “Indicadores de Qualidade na Educação” é um importante instrumento para avaliarmos a escola por diferentes olhares e, assim que os problemas são detectados, é papel do coletivo refletir em possibilidades e ações para melhorias e discutir prioridades. Essa tarefa é de responsabilidade de todos aqueles envolvidos com a escola. Em nossas Reuniões Pedagógicas foram discutidas as sete dimensões dos indicadores de qualidade: 1) Ambiente educativo; 2) Prática pedagógica e avaliação; 3) Ensino e aprendizagem da leitura e da escrita; 4) Gestão escolar democrática; 5) Formação e condições de trabalho dos profissionais da escola; 6) Ambiente físico escolar; 7) Acesso e permanência dos alunos na escola. A avaliação das questões foi realizada por cores: Verde: quando as atitudes, ações e situações já estiverem consolidadas; Amarela: quando as atitudes, ações e situações ocorrerem de vez em quando; Vermelha: quando as atitudes, ações e situações forem inexistentes. Assim, priorizamos os itens que foram avaliados em cor vermelha para que possamos ter ações focadas para a solução desses problemas. Dimensão 1: Ambiente Educativo Indicador: 6.1. Todos (alunos, professores, diretor, demais profissionais e pais e mães) conhecem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e respeitam os direitos nele estabelecidos?
  15. 15. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 15 Problemas Ações Responsáveis Prazo - Nem todos conhecem o ECA, e por essa razão alguns direitos e deveres não são executados por falta de informação. -PARA OS ALUNOS: Trabalhar com vídeos, imagens e realizar discussões em sala de aula e elaborar um folheto informativo, utilizando recursos tecnológicos e artísticos em sua elaboração para ser divulgado na comunidade. Elaborar um projeto com os 1os anos do ciclo II, fazendo uma interação com alguma área do conhecimento. /; Há algum teatro com esta temática? - AOS PAIS: -Verificar a possibilidade uma parceria com a Assistente Social da ONG para a explanação do assunto no encontro de pais. -Criar um encontro de pais , onde será apresentado e discutido o ECA como uma das atividades do sábado letivo de novembro de 2013 com elaboração de um painel que será exposto na a entrada da escola, além de divulgação de panfletos explicativos. Coordenadoras e professoras do 1º Ano do CII. - Gestão - PAPE - Oficial da BEI 2º Semestre 2º semestre Dimensão 4: Gestão Escolar Democrática Indicador: 2.3.: Os conselheiros recebem capacitação (cursos, participação em seminários, etc.) para exercer sua função? Problemas Ações Responsáveis Prazo Temos ainda a falta de conhecimento em relação à própria existência dos conselhos de escola, além de informações sobre a importância e as atribuições do - Convidar os pais ou responsáveis de maneira mais enfática a participarem dos conselhos de escola; - Através de formação, esclarecer questões relacionadas ao conselho Direção Conselheiros. .Reuniões de Conselho de Escola .Cuidar para que as informações engendradas nas reuniões estejam
  16. 16. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 16 conselho. (organização, membros, função); - Divulgar as decisões tomadas pelo conselho em reuniões com pais; - Publicar a ata das reuniões, para que todos possam conhecer as decisões tomadas. nas pautas de reunião com pais para que os professores as compartilhem com os responsáveis. Dimensão 4: Gestão Escolar Democrática Indicador: 2.4. O Conselho Escolar tem à sua disposição informações sobre a escola em quantidade e qualidade suficientes para que possa tomar as decisões necessárias? Problemas Ações Responsáveis Prazo - Ainda temos pouca divulgação dos componentes e ações do conselho; - Divulgação no Blog da escola; - Colocar informações no mural da escola; - Direção da Escola Anual Dimensão 4: Gestão Escolar Democrática Indicador: 3.1.: Há grêmios estudantis ou outros grupos juvenis participando da tomada de decisões na escola e ajudando os alunos a se organizar? Problemas Ações Responsáveis Prazo Há falta de conhecimento da equipe da escola a respeito da organização de grêmios estudantis. - Implementar o Conselho Mirim na escola, por melhor se encaixar nas necessidades da faixa etária que atendemos. - Reuniões periódicas com os alunos que fazem parte do conselho de Escola Mirim eleitos por seus pares. - Gestão da Escola Reuniões do Conselho de Escola, sendo 4(quatro) por ano.
  17. 17. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 17 Dimensão 6: Ambiente físico escolar. Indicador: 3.16.: Há atividades com os alunos para que aprendam a cuidar de plantas, árvores e flores na escola? Problemas Ações Responsáveis Prazo - Se faz necessário cuidar da manutenção do espaço de horta. - Na escola há vasos de flores e plantas, mas não há projetos específicos para que os alunos sejam responsáveis pelos cuidados. - Cortar o mato e preparar a terra para o plantio; - Instalar um lavatório coletivo próximo à horta, para que os alunos possam lavar as mãos e limpar os instrumentos utilizados para o plantio; - Desenvolver projetos relacionados ao plantio e horta. - Equipe gestora envolverá a equipe de limpeza para auxiliar na manutenção do espaço. - APM contratará equipe de manutenção para fazer os reparos e ajustes necessários; - A coordenação envolverá os professores, elencando as turmas que queiram realizar algum projeto neste espaço. - As demandas de manutenção serão realizadas em maio e junho. - Culminação do projeto realizar- se-á na Mostra Cultural de 30/11/2013.
  18. 18. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 18 IV. Caracterização e Plano de Ação para os segmentos de atuação da escola. 1.Caracterização da Comunidade. Esta escola é cercada por uma região basicamente residencial. Há pouco comércio no entorno, porém, há algumas fábricas nas proximidades da escola (Toyota, Rolls Royce, Max Mangels, Ausbrand e Panex). As áreas de lazer do bairro se restringem às praças públicas (são quatro praças, algumas delas com parque ou quadra esportiva). No que diz respeito aos serviços prestados por supermercados, UBS, bancos e correios, a comunidade recorre ao bairro Planalto que fica bem próximo ao bairro Calux. O fato destes serviços estarem em bairro próximo à nossa comunidade é um ponto positivo, uma vez que não há necessidade de deslocamento ao centro da cidade. No entanto, a comunidade clama por uma UBS no bairro, visto que o acesso de uma pessoa doente à UBS do Planalto, fica prejudicado por ser distante. A escola disponibiliza a quadra,a Biblioteca e o Laboratório de Informática para o uso da comunidade. O bairro conta com outras escolas da rede municipal: a creche Irmã Maria Anselmo Vieira; a creche Sadao Higushi e com a EMEB Aluísio de Azevedo. Possui também Instituições / ONGs como “Irmão Palminha”, “Raio de Sol”, “Seara de Luz”, que oferecem diversos serviços e benefícios à comunidade, como: cursos extracurriculares para as crianças em período contrário da escola regular, sessões de cinema, cestas básicas com base na frequência escolar dos filhos e outros encaminhamentos. 2.Comunidade Escolar 2.1. Caracterização Na primeira reunião com pais de cada ano letivo os responsáveis pelos alunos dos 1os anos do Ciclo Inicial e dos alunos ingressantes na escola (inclusive os alunos da EJA) preenchem uma “Ficha de Dados Pessoais”, contendo: a identificação do aluno; o histórico e desenvolvimento da criança e/ou dos jovens e adultos; dados sobre a saúde da criança e/ou jovens e adultos; e vida social. Essa ficha fica arquivada em pastas (por ano/ciclo) na sala dos professores e servem para que, em caso de necessidade, possamos obter dados específicos de cada aluno e familiares. Com base em pesquisa realizada no final de 2011, podemos afirmar que grande parte das famílias dos nossos alunos é oriunda da região Nordeste do Brasil, muitos dos estados da Bahia, Ceará e Pernambuco. Em média, 20% é oriunda da região Sudeste, sendo a maioria do estado de São Paulo e alguns do estado de Minas Gerais. No que se refere à formação escolar dos pais, é possível dizer que, em média, 85% possui o Ensino Fundamental incompleto, 10% o ensino médio completo e 5% o ensino superior completo. Grande parte dos pais (60%) pertence à classe trabalhadora com atividades informais e os 40% restantes, se encaixam na categoria de aposentados e trabalhadores assalariados com predominância em mão de obra técnica.
  19. 19. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 19 Em relação às moradias, a grande maioria (80%) mora em casa própria (urbanização do núcleo), os demais moram em casas alugadas ou cedidas. 85% das casas é de alvenaria, sendo as demais em madeira. Possuem os equipamentos domésticos básicos, como fogão, geladeira, TV, aparelho de som. O lazer da maioria das famílias é a televisão, seguido de visitas aos parentes e parques da cidade. Poucos têm acesso a clubes, cinemas e shopping. Os programas de TV mais assistidos são: novelas, filmes e jornais. A maioria da comunidade gosta de música sertaneja, pagode ou Rap. Em média 40% diz gostar de ler livros e revistas. Só 20% em média conhece teatro e cinema, apesar de demonstrar interesse em conhecer e frequentar. Muitos dizem conhecer a internet (60%), mas poucos a utilizam (15%). Nesta comunidade nem todos têm computador em casa. A expectativa em relação à aprendizagem dos filhos, é que evoluam em seus conhecimentos, interiorizando os conteúdos apresentados pela escola, incorporando atitudes e ideias discorridas na rotina escolar. Atualmente a comunidade participa mais dos eventos promovidos e busca manter diálogo com a equipe escolar por meio de Reunião com Pais, Conselho de Escola e momentos de integração escola/comunidade. Constantemente é enfatizada a importância dos pais e da família junto aos filhos em seu desenvolvimento no processo de ensino- aprendizagem. A U.E. possui 617 alunos, sendo 553 do Ensino Fundamental e 64 alunos da EJA. Os alunos que recebemos hoje na U.E., são 90% oriundos da Educação Infantil entrando com 5 ou 6 anos no 1º ano do ciclo inicial. A faixa etária dos nossos alunos fica entre os 6 e os 12 anos, visto que recebemos também alunos com 11 e 12 anos para os 1º e 2º anos do ciclo II. A grande maioria se encontra na idade adequada ao ano/ciclo. Quando há casos de alunos com dificuldade de aprendizagem, a orientação é que se faça intervenção diferenciada em sala de aula. Também são oferecidos o Programa de Apoio a Aprendizagem e o Atendimento Educacional Especializado para os alunos que necessitam (estes programas serão detalhados em outro item deste documento). Há a necessidade de alguns pais serem convocados pela equipe de gestão para orientações em relação a quantidade de faltas sem justificativas de seus filhos, o que tem repercutido em elevação de frequência. A equipe de gestão entende que ao final deste ano letivo se faz necessária a aplicação de um novo questionário de modo a atualizar os dados em relação ao perfil da comunidade. Os dados obtidos nesta pesquisa farão parte do PPP 2014. 2.2. Plano de Ação para a Comunidade Escolar Acreditamos na importância da continuidade do trabalho desenvolvido nos anos anteriores, portanto o plano de ação para a comunidade escolar é uma sequência ao trabalho já desenvolvido. A responsabilidade do desenvolvimento deste plano é da equipe de gestão, PAPE e demais professores da U.E.
  20. 20. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 20 Justificativa Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Entendemos que a reunião com Pais e responsáveis e os eventos da Unidade Escolar são oportunidades importantes de aproximação entre as famílias e a escola. É fundamental que os pais compreendam sua importância na participação da vida escolar dos filhos tornando-se parceiros dos professores, na busca de uma educação de melhor qualidade. Sendo assim nos cabe proporcionar momentos agradáveis, onde seja evidenciado como é o dia a dia de seu filho na escola e os pais ou responsáveis possam ter conhecimento dos diversos momentos da rotina escolar. COMUNIDADE NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Muitas pessoas ainda apresentam relações distantes com recursos tecnológicos (em especial o computador), seja por medo ou por falta de oportunidades de conhecê- los melhor, o que gera insegurança ao se deparar com situações em que a utilização desses recursos é essencial (em bancos, supermercados, caixas eletrônicos, cartões de crédito, etc.). A tecnologia tem um papel importante em nossa sociedade e no  Incentivar maior participação dos pais em reuniões ou eventos que a escola venha a promover;  Favorecer momentos de integração entre os pais, professores e funcionários em geral, buscando ter como base as diretrizes da Educação.  Divulgar o trabalho para os pais, apresentando os projetos desenvolvidos e a concepção da escola. COMUNIDADE NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA - Identificar e nomear as diferentes partes do computador; - Ligar e desligar corretamente o computador; - Identificar elementos da interface do sistema operacional Windows 7: área de trabalho, barra de tarefas, menu iniciar, ícones e bibliotecas; - Localizar e abrir programas; - Criar, localizar e abrir pastas; - Salvar arquivos dentro de pasta criada; - Conhecer a interface de alguns navegadores de  Divulgar de forma enfática os eventos e reuniões com pais ou responsáveis.  Disponibilizar espaços para que a comunidade possa avaliar estes momentos e considerar estas avaliações no replanejamento do próximo evento ou reunião.  Discutir coletivamente com a equipe escolar formas de qualificar estes eventos e reuniões.  Ampliar a participação dos pais aos recursos de que a escola dispõe: biblioteca aberta à comunidade, sala de informática (curso para a comunidade). COMUNIDADE NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Os conteúdos trabalhados nesse trabalho serão: Introdução do Windows; Office: Word, Power Point e Excel; Editores de imagens; Conceitos básicos de internet e utilizando os serviços de e- mail. Serão usados como materiais didático-pedagógicos o DataShow e os computadores do laboratório de informática. Nosso produto final será um CD com todo o conteúdo trabalhado no curso.
  21. 21. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 21 nosso dia-a-dia. Analisando esta situação, foi elaborada a presente proposta visando proporcionar à comunidade o curso básico de informática, para que a mesma tenha maior acesso a essa tecnologia e dela possa se beneficiar, seja em seus afazeres, no trabalho, em casa, na escola, no auxílio aos filhos, ou simplesmente para que se sintam melhor inseridos no contexto em que vivemos. Pretendemos que este projeto de ação social seja uma contribuição no processo de democratização da informação, formando cidadãos melhor informados e garantindo uma maior participação na vida da sociedade. internet; - Utilizar sites de busca para realizar pesquisas na internet; - Criar e-mail; - Enviar e-mail com e sem anexo; - Abrir, responder e encaminhar e-mails; - Comunicar-se em redes sociais; - Conhecer e utilizar o Movie Maker na edição de vídeos; MATERIAL DIDÁTICO PEDAGÓGICO: Datashow; Computadores Máquina fotográfica FORMA DE DIVULGAÇÃO Convite em reunião com pais e divulgação no quadro de avisos da escola PRODUTO FINAL: CD com todo o conteúdo trabalhado no curso. 2.3. Avaliação A escola está aberta a dialogar e receber sugestões da comunidade durante todo o ano letivo. Uma das formas de favorecer esse diálogo é oportunizarmos nos eventos (como nos sábados letivos) painéis para que sejam colocados registros avaliativos por parte da comunidade. No tocante à reunião com pais, a escola estará sempre atenta à frequência, uma vez que é um indicador direto de participação. A partir desses dados se desencadearão outras ações para que haja melhora nos índices de frequência. Uma das ações que a gestão da escola promove é o acolhimento aos pais em cada sala de aula, ou quando houver necessidade durante o ano letivo. A avaliação do projeto “comunidade no laboratório de informática” será processual e será observado no rendimento do participante o domínio na utilização das ferramentas utilizadas no curso, além de realizarem autoavaliações. A avaliação será realizada frente a todas as atividades trabalhadas, mediante a observação e intervenção da PAPE.
  22. 22. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 22 3.Equipe Escolar 3.1. Professores 3.1.1. Caracterização O grupo de docentes da escola é composto por 36 (trinta e seis) professoras, sendo 20 (vinte) efetivas em regime estatutário, 9 (nove) em regime CLT e 6 (seis) conveniadas do Estado. São 24 (vinte e quatro) professoras do Ensino Fundamental, 3 (três) da EJA e as demais são professoras substitutas volantes. Deste quadro de professoras, 8 (oito) têm acúmulo de cargo. A formação das professoras é diversa, sendo que 30 têm formação em pedagogia, 1 está cursando, 2 são formadas em Letras, e 1 além da Pedagogia, Serviço Social. As demais têm magistério ou outras licenciaturas. O grupo docente é participativo e contribui em momentos de debates e socializações sobre assuntos diversos da escola, o que oferece importantes subsídios para intervenções e reflexões sobre as práticas pedagógicas. Em 2013, ficou definido pela equipe docente que o HTPC aconteceria às terças- feiras das 19H às 22H.O HTPC é composto por momentos de formação e planejamento (1H15’).Já o HTP é realizado duas vezes por semana, sendo:  às terças-feiras das 8H às 12H ( curso PROUCA)  outro dia da semana para o PAA, planejamento e formações. As reuniões pedagógicas e os conselhos de ano/ciclo serão realizados conforme calendário escolar em anexo com datas já estipuladas pela Secretaria de Educação. Professores da Unidade Escolar Nome Situação funcional Escolaridade Início na PMSBC Início na escola Observação Graduação Pós- Graduação Alessandra Bastos Cabelleira Efetiva/ Estatutária Pedagogia 10/05/2010 10/05/2010 Alessandra Lima da Silva Intini Efetiva/ Estatutária Pedagogia 01/02/2013 Andréa Santana Fukuda Efetiva/ Estatutária Pedagogia 26/04/2004 03/02/2009 Ângela Francisca Barbosa de Oliveira Conveniada Pedagogia Ensino Fundamental - USP 26/04/2004 1998 Arminda Menezes de Carvalho Efetiva/ Estatutária Pedagogia 04/2008 01/02/2012 EMEB Dr. Humberto Marouelli Mendonça
  23. 23. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 23 Prefeitura de Diadema Bruna Cesca Augusto Efetiva/ Estatutária Pedagogia 22/02/2011 01/02/2013 Denise G. Sanches dos Santos Conveniada Letras/ Pedagogia 01/01/1998 08/02/1989 Débora Sgobbi de Abreu CLT/ Substituta Pedagogia Ensino Fundamental - USP 01/02/2013 EMEF Padre Luiz Capra Prefeitura de São Caetano do sul Ester Eloísa B. Frusoni Conveniada Letras 01/01/1998 03/02/1996 Fabiana Antonia M. Rosalin Efetiva/ Estatutária Pedagogia 11/03/2002 03/02/2003 Fabíola Marotti Conveniada PEC 01/01/1998 03/02/2002 Professora de Educação Básica/ Infantil na EMEB Lourenço Filho Flávia Roberta Pereira CLT/ Substituta Pedagogia 02/07/2006 08/02/2012 Professora de Educação Básica na EMEB José Ferraz Gilda Aparecida de Abreu Pereira Efetiva/ Estatutária Pedagogia 11/2009 01/02/2013 E.E. Prof. Jacques Maritain Estadual Ivana de Souza Sanches Efetiva/ Estatutária Pedagogia Psicopedagogia 01/08/2011 01/08/2011 Iveth Ytsuko Totake Watanabe Efetiva/ Estatutária Pedagogia/ Serviço Social Psicopedagogia/ Educação Inclusiva 02/2000 02/2010 Professora Educação Básica/ modalidade Especial EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno Kelli Garcia Rubio CLT/ Substituta Pedagogia 02/06/2009 05/02/2013 Professora Educação Básica/Infantil na EMEB Cassiano Ricardo Luciane Cardoso de Oliveira Efetiva/ Estatutária Ensino médio profissionalizante 19/04/2013 19/04/2013 Maria Cecília Silveira de Farias Garcia CLT/ Substituta Pedagogia Ensino Fundamental - USP 04/07/2006 15/02/2011 Maria Lucia da Rocha Conveniada Pedagogia com Orientação Educacional, Deficiência Visual e Mental Ensino Fundamental - USP 01/01/1998 03/02/1994
  24. 24. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 24 Marilena da Silva Efetiva/ Estatutária Direito 11/04/2012 01/02/2013 Marileuza Gomes Parnaíba CLT/ Substituta Pedagogia Educação Inclusiva 06/07/2006 03/02/2010 Michele L. Garcia F. Scaranello Efetiva/ Estatutária Pedagogia Inclusão - USP 26/01/2004 03/02/2007 Coordenadora - Rede Particular Michely Felicia Morais Reis Efetiva/ Estatutária Pedagogia 17/05/2011 01/02/2013 Paula Roberta Crepaldi CLT/ Substituta Pedagogia (cursando) 01/02/2013 Professora na educação Infantil CEI Assistente Social Vicentina Veslasco Prefeitura de São Paulo(Parque Bristol). Raimunda Maria P. do Carmo Veloso CLT/ Substituta Pedagogia 13/04/2009 03/02/201 2 Rosemari Consulo Mendes Efetiva/ Estatutária Pedagogia Inclusão - USP 02/02/2011 Profª no SESI Rose Mary Hernandes Garciov Efetiva/ Estatutária Pedagogia 02/02/2013 Silvia Galhego Rodrigues Efetiva/ Estatutária Pedagogia Direito Educacional e Psicopedagogia 22/04/2003 13/03/2013 Professora de Educação Básica na EMEB Bosko Preradovick Sueli Fátima C. Mazoti Conveniada Pedagogia Ensino Fundamental - USP 01/01/1998 PAPE Tatiana Gimenez de Lima Efetiva/ Estatutária Pedagogia 30/01/2011 01/02/2013 Tatianne de Souza Coelho Efetiva/ Estatutária Pedagogia 17/05/2011 01/02/2013 Vanessa da Silva Saturnino Efetiva/ Estatutária Pedagogia 01/08/2011 16/01/2012 Viviane Cardoso de Paula Efetiva/ Estatutária Pedagogia 21/06/2011 17/01/2012
  25. 25. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 25 3.1.2. Plano de formação para os professores Responsáveis: Coordenadoras Pedagógicas: Renata Helene Ferreira Campos e Cátia Cristina Guilhermino Matheus Estão previstas para 2013 as seguintes formações em momentos de HTPC: Produção e revisão de texto; O ensino de Arte; Descritores da Prova Brasil Justificativa Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) TEMA: PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTO As propostas de produção textual do plano de ensino da escola são pautadas em gêneros literários. Ao longo dos trimestres são realizados estudos aprofundados sobre as características do gênero previsto para cada ano/ciclo, servindo de orientador às produções dos alunos. Contudo, nos conselhos de ano/ciclo de 2012, foi avaliado que uma das principais dificuldades dos alunos ainda estava relacionada às produções textuais. Foram levantados pontos a serem melhorados, como: a ampliação do repertório e do vocabulário, questões ortográficas, coerência, coesão, paragrafação e pontuações. Em 2013 serão realizadas novas avaliações, estudos e reflexões sobre o trabalho com textos, tendo maior intensificação de propostas de reescritas e outras produções textuais, visando a qualificação dos textos produzidos pelos alunos. TEMA: PRODUÇÃO E REVISÃO DE TEXTO - Elaborar planejamento de sequências didáticas de produção e revisão de textos, analisando os objetivos propostos e refletir sobre como alcança-los; - Participar de estudos e discussões sobre propostas e estratégias de produção textual, com ênfase nas etapas necessárias a serem desenvolvidas com a turma; - Participar de estudos e discussões sobre propostas e estratégias de revisão de textos e suas diferentes possibilidades. - Qualificar o planejamento e articulá-lo às ações e as intervenções com os alunos, visando a melhoria das produções textuais; - Qualificar o trabalho a ser desenvolvido com os alunos sobre: ampliação do vocabulário, ortografia, coerência, coesão, paragrafação e pontuação; - Aprimorar as intervenções com os alunos durante suas produções e revisões de textos (bem como intervenções e TEMA: PRODUÇÃO DE TEXTO AÇÕES NOS HTPC - Análise coletiva dos planos de ação sobre produção e revisão de textos. - Tematização de registros de observações de aulas com foco em propostas de produção e revisão de textos. - Estudos teóricos sobre produção e revisão de textos. - Discussões de vídeos institucionais que apresentem situações de aulas: atividades propostas e intervenções das professoras. - Filmagem de aulas para tematizar e discutir as propostas de produção textual com o grupo de professoras. - Filmagem de intervenções individualizadas com alunos não alfabéticos e reflexão coletiva sobre atividades diferenciadas e sobre boas situações de intervenção. - Análise de textos produzidos por alunos, destacando aspectos tais como: uso da linguagem escrita, recursos de linguagem, uso de conectivos, concordância, ortografia, etc. - Planejamento de propostas
  26. 26. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 26 Considerando as dificuldades dos alunos em produzir textos com as qualidades supracitadas, faz parte do trabalho docente o investimento em revisão das produções feitas pelos alunos, para que possam refletir sobre os aspectos de coerência, coesão, paragrafação, pontuação, ortografia, ampliação do repertório e do vocabulário, etc. Sendo assim, serão realizados encontros formativos com as professoras com a finalidade de construirmos um trabalho coletivo que considere as práticas já realizadas, a troca de experiências em sala de aula e a ampliação das estratégias. TEMA: O ENSINO DE ARTE A Proposta Curricular do município de São Bernardo do Campo considera a arte como linguagem, que pode contribuir para a construção da identidade e compreensão do “estar no mundo”. Considera ainda que as expressões artísticas são produtos culturais, e na escola as propostas precisam abranger o fazer artístico, a apreciação e a reflexão sobre as obras de arte. Em 2013 serão propostas reflexões sobre o trabalho de Arte (especificamente ao eixo das artes visuais) nos diferentes anos/ciclos para que possamos repensar e ressignificar o trabalho de Arte na escola. Serão disponibilizados momentos em HTPC para o contato com a arte e será abordada a questão da estética da arte, a apreciação propostas diferenciadas para alunos não alfabéticos). TEMA: O ENSINO DE ARTE - Refletir sobre o ensino de arte na escola (com ênfase nas artes visuais), comparando práticas tradicionais às novas possibilidades de análise, reflexão e fazer artístico; - Ampliar o repertório de artes visuais das professoras; - Planejar aulas, considerando os eixos de experiências de aprendizagem significativa (fazer, apreciar e refletir); - Refletir sobre o ensino de dança e música e as possibilidades de propostas na escola. com a equipe de professoras, elencando objetivos, etapas e avaliação do trabalho; Além do trabalho em HTPC, haverá também ações individuais com as professoras, tais como: - Análise e devolutiva de planos de ação e de portfólios. - Realização de observações de sala de aula com foco em propostas de produção e revisão textual; - Devolutiva individual das observações de cada professora, com contribuições reflexivas em relação à proposta da aula, às estratégias utilizadas e apoio teórico; TEMA: O ENSINO DE ARTE - Análise coletiva dos planos de ação elaborados pelas professoras; - Análise coletiva das produções dos alunos; - Analise de obras de arte considerando sua subjetividade - Estudo teórico e prático sobre o tema; - Seleção de obras, materiais e suportes para uso com os alunos; - Refletir sobre produções artísticas veiculadas pelas mídias, discutindo sobre como ressignificá-las em sala de aula, ampliando o repertório e as referências dos alunos - Planejamento de propostas elencando objetivos, etapas e avaliação do trabalho; - Ampliação da parceria com os educadores do Tempo de Escola e alinhamento das ações do ensino regular;
  27. 27. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 27 sensível e informada, a organização do espaço e materiais, etc. TEMA: DESCRITORES DA PROVA BRASIL Uma das maiores dificuldades dos alunos, de modo geral, está na leitura e compreensão de textos, localizando informações e realizando inferências sobre textos diversos. Como resultado, estão os baixos índices de proficiência apresentados na Prova Brasil de 2011, cujos dados estão apresentados em www.qedu.org.br. Essa dificuldade na leitura implica também em compreender os conteúdos dos textos estudados nas diversas áreas do conhecimento, principalmente em Matemática, na leitura e interpretação de situações- problema. Assim sendo, faz-se necessário um estudo aprofundado sobre os descritores da Prova Brasil de Língua Portuguesa e Matemática, bem como reflexões comparativas às propostas oferecidas em nossa escola, a fim de qualificar o trabalho desenvolvido desde o 1º ano do ciclo inicial até o 2º ano do ciclo II. TEMA: DESCRITORES DA PROVA BRASIL - Considerar os descritores da Prova Brasil de Língua Portuguesa e Matemática nos debates sobre plano de ação e propostas pedagógicas para os alunos; - Analisar as questões da Prova Brasil de Língua Portuguesa e Matemática e identificar quais as habilidades esperadas para cada uma; - Analisar os resultados da Prova Brasil de 2011, refletindo sobre as maiores dificuldades e erros dos alunos; - Melhorar os índices da Prova Brasil a ser aplicada ao final de 2013. TEMA: DESCRITORES DA PROVA BRASIL - Análise e discussão sobre os descritores da Prova Brasil de Língua Portuguesa e Matemática, comparando ao plano de ação das turmas. Estudo teórico e prático em HTPC; - Analise dos portfólios dos alunos, investigando quais atividades são boas propostas para ampliar a compreensão de textos dos alunos; - Planejamento de propostas que contribuam para ampliar as possibilidades de leitura e interpretação, elencando objetivos, etapas e avaliação do trabalho; Além do trabalho em HTPC, haverá também ações individuais com as professoras, tais como: - Análise e devolutiva de plano de ação; - Realização de observações de sala de aula com foco em propostas de interpretação textual; - Devolutiva individual das observações, com contribuições reflexivas em relação à proposta da aula, às estratégias utilizadas e apoio teórico; - Estudo em momento de HTP, com contribuições reflexivas em relação às práticas e apoio teórico.
  28. 28. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 28 Estratégias (para todos os temas abordados) Durante as formações em HTPC, consideramos de extrema importância que as professoras tenham momentos em que possam socializar suas práticas pedagógicas, analisá-las coletivamente e autoavaliar seus trabalhos. Para isso, alguns momentos serão priorizados para este fim. A cada novo tema, iniciaremos com conversas sobre as práticas pedagógicas que já acontecem com as turmas e com leituras de textos que embasem nossas discussões. Sempre que necessário serão realizadas análises e discussões sobre os planejamentos, projetos, e sequências didáticas. Serão priorizadas como estratégias: - Contrato de trabalho coletivo; - Socialização das práticas pedagógicas das professoras; - Utilização do laboratório de informática para expor e analisar sugestões de práticas no data show; - Leitura, reflexão e discussão de textos referentes aos assuntos abordados – preocupando-se com as concepções dos autores escolhidos, coerentes com a proposta curricular do município; - Vivência de ações pedagógicas nas áreas abordadas; - Propostas de atividades pedagógicas com os alunos a serem analisadas posteriormente pelo coletivo; - Observação de planos de ação e de salas de aula, com devolutivas individuais e por escrito; - Tematização de alguns planos de ação e práticas pedagógicas; - Filmagem de práticas pedagógicas e reflexão com o grupo em HTPC; - Estudo teórico e reflexão sobre a prática em momento de HTP. 3.1.3. Avaliação do Plano de Formação A avaliação terá início com o mapeamento das práticas pedagógicas (de produções e revisões textuais, de compreensão de textos e de Arte) que serão discutidas no decorrer do processo para que novas análises possam ocorrer, sendo registradas a partir da validação do grupo. Serão avaliadas as práticas pedagógicas durante e no final do processo, por meio de análises de planos de ação, dos portfólios dos alunos e observações em sala de aula no decorrer do ano, tendo o foco nos objetivos elencados. Após cada observação de sala de aula, serão realizadas devolutivas individuais, sendo assim, a avaliação será formativa, no sentido de promover análise e reflexão das práticas pedagógicas. Além disso, as professoras registram nos próprios planos de ação suas reflexões sobre as práticas pedagógicas. Cada professora fará suas avaliações individuais do plano e autoavaliação. Consideramos também importantes as avaliações dos professores sobre as formações realizadas pela Coordenação, de modo que reflitam sobre as contribuições das formações para as práticas pedagógicas, registrem suas impressões e dialoguem com a Coordenação Pedagógica para que assim possamos rever os planos e as formas de atuação.
  29. 29. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 29 3.2. Auxiliares de Educação 3.2.1. Caracterização Nome Situação funcional Escolaridade Tempo na PMSBC Tempo na escola Observação Elaine Cristina dos Santos Machado Auxiliar de Educação Ensino Médio completo 1 ano e 7 meses 1 ano e 5 meses 3.2.2. Plano de Formação para os Auxiliares Justificativa Objetivos gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Responsáveis Cronograma Tendo como base a educação inclusiva e a organização de práticas não excludentes, ao longo deste ano letivo serão priorizados momentos de formação com os auxiliares em educação e, para tanto, contaremos com a parceria e auxílio das professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) que além de terem formação específica na área da educação inclusiva, atuam diretamente com os alunos com deficiências. Essa parceria poderá fornecer - Adquirir maior segurança em desenvolver o trabalho com a educação inclusiva; - Identificar formas adequadas de atuação para o auxílio aos alunos com deficiência; - Identificar as necessidades específicas dos alunos (quanto à alimentação, higiene, postura, comunicação, locomoção, etc.) compreendendo as limitações dos alunos e buscando possibilidades de adequação; - Conhecer a tecnologia assistiva e suas contribuições. - Reuniões com a equipe de gestão juntamente com as professoras do AEE que coordenarão os encontros apresentando: o As atribuições dos auxiliares em educação e as possibilidades de atuação; o Os conceitos de deficiências e as adaptações necessárias; o As barreiras encontradas pelos deficientes e como lidar com elas; o A tecnologia assistiva: como pode auxiliar nossos alunos; o Vias alternativas de comunicação; o Formas de alimentação e Equipe de gestão e coordenação (em parceria com as professoras do AEE) Os encontros específicos com os auxiliares em educação ocorrerão, a princípio, uma vez por trimestre.
  30. 30. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 30 subsídios para as ações referentes aos cuidados com os alunos deficientes bem como favorecer para a importante articulação do trabalho de todos os profissionais da escola para que nossas ações estejam coerentes e ajustadas. utensílios adaptados para este fim; o Auxílio quanto à higiene pessoal dos alunos; o Formas de adequação postural dos alunos com deficiências físicas. o Garantir a participação da auxiliar nas reuniões de Conselho Ano/Ciclo - Intervenções pontuais das coordenadoras sempre que necessário. 3.2.3. Avaliação do Plano de Formação Ao término de cada reunião os participantes farão registro pessoal sobre quais foram as contribuições do encontro para suas práticas no âmbito escolar. Estes registros tornam-se avaliativos por permitirem o planejamento e o replanejamento para as formações posteriores. Ao longo do ano letivo serão priorizados momentos de autoavaliação para que esses profissionais possam refletir sobre suas ações na escola e assim possam esclarecer dúvidas e solicitar maiores orientações. 3.3. Funcionários 3.3.1. Caracterização Em nosso quadro de Equipe de Apoio há três Oficiais de Secretaria, três Inspetores, cinco Auxiliares de Limpeza terceirizados, dois Vigias terceirizados e cinco Merendeiras terceirizadas. Os profissionais estão sempre prontos a colaborar, exercendo suas funções com afinco, sob orientação tanto da direção da escola, quanto de suas chefias imediatas (no caso dos funcionários terceirizados). Os problemas que ocorrem ocasionalmente, são resolvidos de maneira pontual, sempre priorizando uma intervenção formativa mediante os percalços. De modo geral, os funcionários trabalham de forma a garantir o bem estar de toda comunidade escolar.
  31. 31. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 31 A partir da observação da gestão da escola, seguida dos apontamentos realizados nas discussões realizadas durante as reuniões dos Indicadores de Qualidade, bem como, na reunião pedagógica de abril de 2013, segue abaixo o plano de formação para este segmento. 3.3.2. Plano de Formação dos Funcionários Nenhuma escola pode ser melhor do que as pessoas que nela atuam e do que a competência que põem a serviço da Educação. A responsável pela coordenação destas formações é a equipe gestora. Justificativa Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Cronograma O processo educacional dentro das escolas é determinado pela atuação de várias pessoas. Pessoas que fazem diferença pelas ações que promovem, por suas atitudes, pelo esforço e dedicação frente às funções que exercem aos desafios ocorrentes. São as pessoas trabalhando em equipe de forma integrada, compartilhando responsabilidades que fazem a diferença no trabalho educacional oferecido pela escola. Portanto, considerando que todos os funcionários da escola são responsáveis pelo processo de ensino e aprendizagem de nossos alunos, em suas diferentes especialidades e funções, optamos por momentos de formação com toda equipe de apoio para discussões de questões pertinentes aos serviços prestados e também sobre o trabalho Objetivo Geral; - Formar equipes que compartilhem responsabili- dades pautadas em uma atuação colaborativa, fortalecendo e melhorando as ações, com intuito de estabelecer canais de comunicação positivos na comunidade escolar; - Promover uma rede de relações interpessoais orientadas pela solidariedade, reciprocidade e valores educacionais elevados, com foco no trabalho inclusivo. Objetivos Específicos; - Motivar o compromisso com o trabalho nesta instituição educacional; - Fortalecer o trabalho de equipe; - Desenvolver uma cultura de avaliação e autoavaliação, buscando um olhar crítico e reflexivo do desempenho; - Compreender a importância da participação coletiva para a construção - Favorecer o diálogo e comunicação, orientada por objetivos comuns de promoção da aprendizagem e desenvolvimento contínuo dos alunos; - Unificar alguns procedimentos adotados, evitando contradições e, até mesmo omissões. Durante os encontros serão usadas como estratégias: .Leitura e explanação de textos pertinentes à proposta; .Apresentação de trechos de filmes com posteriores reflexões; O projeto terá alguns encontros com a equipe de apoio e encontros nas Reuniões Pedagógicas, conforme calendário.
  32. 32. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 32 pedagógico, assim como com o grupo de professores, visando fortalecer o diálogo, a reflexão e o trabalho em equipe. do Projeto Político- Pedagógico da escola; - Refletir coletivamente sobre os espaços escolares e suas finalidades, princípios e organizações. - Envolver e co– responsabilizar toda a equipe em decisões da Escola; - Prever ações frente situações corriqueiras na rotina e relacionamento entre funcionários na U.E com atenção à diversidade e à inclusão; - Discutir a concepção de educação que embasa as ações realizadas. .Relatos de experiências dos participantes dentro dos temas propostos. 3.3.3. Avaliação do Plano de Formação A cada encontro haverá espaços para avaliação individual e/ou coletiva e ao final uma avaliação sobre o desenvolvimento do plano de formação e das aprendizagens construídas. A observação da pratica e posturas frente aos desafios e entraves da rotina do trabalho também serão utilizadas como indícios de avaliação e forma de acompanhamento. 4. Conselhos 4.1.Conselho de Escola 4.1.1 Caracterização do Conselho de Escola A concepção de gestão democrática prevê a participação de todos os sujeitos envolvidos com a escola. Uma das maneiras de expressar essa participação acontece por meio dos Conselhos de Escola, que é um colegiado de natureza deliberativa e consultiva, que tem como finalidade discutir e tomar decisões que respeitem os princípios e diretrizes da política educacional, da proposta pedagógica da escola e a legislação vigente. O Conselho de Escola é formado por membros dos diversos segmentos da comunidade escolar: professores, especialistas, funcionários, alunos, pais (que são representantes eleitos pelos seus pares) que buscam contribuir na construção da
  33. 33. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 33 Educação Básica de melhor qualidade para todos, combatendo a exclusão e a discriminação. Os membros eleitos neste ano de 2013 demonstram o desejo de colaborar e aprender, podendo atuar de forma mais efetiva e engajada frente aos desafios que se apresentam. Conselho de Escola Nome Segmento Função Mandato Iara Correia Lopes Diretora Presidente 31/03/2013 à 31/03/2014 Solange Ribeiro Silveira Batista PAD Coordenadora 31/03/2013 à 31/03/2014 ‘ Elionara Raquel Ferreira de Lima Mãe de Aluno Secretária 31/03/2013 à 31/03/2014 Juliana Rocha Mãe de Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Luzenir Barbosa dos Santos Mãe de Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Maria Lúcia de Souza Batista Mãe de Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Rosemeire Diana Santos Mãe de Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Angela Francisca de Oliveira Mãe de aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Michele Lisneiva Garcia Farizotto Scaranello Professora Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Tatiana Gimenez de Lima Professora Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Viviane Cardoso de Paula Professora Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Cristiane Maria Romani Funcionário Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Severina Antonia da Silva Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Brenda Santos Souza Aluno 31/03/2013 à 31/03/2014 Eduarda Alves Santos Aluno 31/03/2013 à
  34. 34. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 34 31/03/2014 Núbia Serafim da Silva Aluna 31/03/2013 à 31/03/2014 Rosália Souza Freitas Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Jovaci Alves da Silva Aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 Marcos Aparecido Barbosa Pai de Aluno Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 Valdenora de Jesus Santos Mãe de Aluno Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 Maria Cecília S. Farias Garcia Professora Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 Bruna Cesca Augusto Professsora Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 Maria Auxiliadora da Silva Funcionário Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 Maria Luiza de Jesus Pereira Aluno Suplentes 31/03/2013 à 31/03/2014 4.1.2 Plano de Ação do Conselho de Escola Nossa expectativa para este ano é que o Conselho de Escola continue se envolvendo com as questões em pauta e participe ativamente do Projeto Político Pedagógico da U.E., bem como todos os projetos que serão desenvolvidos em 2013. Reforçamos ainda a importância da participação dos professores, funcionários, alunos e comunidade nas decisões da escola, tendo parceria e envolvimento de todos. A direção da U.E. buscará nas reuniões realizar momentos de formação específica aos membros sobre Gestão Democrática, conforme quadro abaixo. A coordenação dos Conselhos de Escola está sob responsabilidade da Direção e Vice-Direção da U.E. A escola pública, em todos os níveis e modalidades da Educação Básica, tem como função social formar o cidadão, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que formem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. O Conselho Escolar tem papel decisivo na democratização da Educação e da escola. Ele é um importante espaço no processo de democratização, na medida em que reúnem diretores, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento do projeto Político- Pedagógico da escola, que deve ser visto, debatido e analisado dentro do contexto nacional e internacional em que vivemos.
  35. 35. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 35 Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Cronograma - Garantir a gestão democrática da escola através da participação dos diferentes segmentos da comunidade; - Assessorar a Equipe Gestora em suas tomadas de decisões, propondo alternativas e soluções para os problemas de natureza administrativa e pedagógica em caráter deliberativo; - Participar da construção do Projeto Político- Pedagógico. - Realizar formação especifica aos membros sobre Gestão Democrática com as seguintes temáticas: 1. Função Social da Escola Publica; 2. Conselhos Escolares e Legislação Educacional; 3. Funções e Consolidação dos Conselhos Escolares; 4. Atribuição e Funcionamento dos Conselhos Escolares. - Programa nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares (Ministério da Educação e Cultura); - A Secretaria de Educação também promove momentos de orientações para ressaltar a importância da participação e envolvimento dos membros nas atividades de conselhos de escola. - A Bibliografia utilizada e material que servirá de base para as discussões e reflexões das temáticas. Os encontros ocorrerão nas datas agendadas no Calendário Escolar (ao todo cinco encontros no ano, divididos entre os três trimestres). 4.1.3. Avaliação do plano de ação do Conselho de Escola A cada encontro haverá espaços para avaliações individuais e/ou coletivas e ao final uma avaliação sobre o desenvolvimento do plano de formação e das aprendizagens construídas. 4.2. Conselho Mirim 4.2.1. Caracterização do Conselho Mirim O Conselho Mirim desta Unidade Escolar, instituído em 2013 ser composto por um aluno de cada turma, conforme quadro abaixo:
  36. 36. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 36 NOME ANO/CICLO FUNÇÃO NO CONSELHO TITULAR OU SUPLENTE CAMILLY VITORIA DOS S. GUEDES 1º Ano Inicial A Membro Titular NATACHA VITORIA M. DA SILVA 1º Ano Inicial B Membro Titular WANDEMBERG RIBEIRO OLIVEIRA 1º Ano Inicial C Membro Titular MARIANA DE JESUS COGO SOUZA 1º Ano Inicial D Membro Titular GISELE COGO LOPES 1º Ano Inicial E Membro Titular GEOVANNA TEODORO DA SILVA CORTEZ 1º Ano Inicial F Membro Titular ARTHUR NOVAKOWSK ALVES 2º Ano Inicial A Membro Titular EMILY CAMILY BARRETO MOREIRA 2º Ano Inicial B Membro Titular ALICE BARBOZA DUARTE 2º Ano Inicial C Membro Titular KATHELLYN MARIA DOS SANTOS ALMEIDA 2º Ano Inicial D Membro Titular ALYSSON GABRIEL FERNANDES CAVALCANTI 2º Ano Inicial E Membro Titular AMABILY SILVA LIMA 2º Ano Inicial F Membro Titular RAY LIMA DA SILVA 3º Ano Inicial A Membro Titular GABRIELA CASSIANO DE SOUSA 3º Ano Inicial B Membro Titular RYAN MENDES AMORIM 3º Ano Inicial C Membro Titular DAVID JUNIOR RODRIGEUS AGUIAR DA SILVA 3º Ano Inicial D Membro Titular ALESSANDRO Jr. CRISPIM COELHO 3º Ano Inicial E Membro Titular DANILO FREIRE NASCIMENTO 1º Ano CII A Membro Titular JOÃO VICTOR SOUZA SILVA 1º Ano CII B Membro Titular ARIANY LOPES DE MOURA 1º Ano CII C Membro Titular LUAN SILVA PEREIRA 1º Ano CII D Membro Titular NÚBIA SERAFIM DA SILVA 2º Ano CII A Membro Titular BRENDA SANTOS SOUZA 2º Ano CII B Membro Titular EDUARDA ALVES SANTOS 2º Ano CII C Membro Titular 4.2.2 Plano de Ação do Conselho Mirim (quadro) Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Responsáveis Cronograma  Instituir o Conselho Mirim na escola de modo a promover a participação dos alunos neste órgão colegiado.  Formar cidadãos considerando o principio da representatividade - Compartilhar os vários assuntos da escola com os alunos considerando Reuniões periódicas (no mínimo quatro ao ano), com os seguintes encaminhamentos: -aviso com antecedência da data da reunião; -preparar a pauta dos assuntos a serem discutidos com espaço para que os alunos coloquem os anseios da turma que representa; -registro das discussões engendradas seguida dos Direção e Professores Reuniões bimentrais
  37. 37. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 37 suas opiniões. encaminhamentos que se fizerem necessários; -após a reunião o professor deve garantir que o representante compartilhe os assuntos tratados com a turma. 4.2.3 Avaliação do Plano de ação do Conselho Mirim Haverá espaços para avaliações coletivas de modo que os alunos avaliem suas atuações e a importância desta forma de participação para os alunos. 5. Associação de Pais e Mestres 5.1. Caracterização A Associação de Pais Mestres é um importante elo entre a família e a escola. É constituída pelos membros eleitos para a formação dos Conselhos Deliberativo, Executivo e fiscal, sendo pais, professores e funcionários, buscando atuar de forma a colaborar com as necessidades da escola. A APM é uma entidade administrada pelos membros eleitos e constitui um dos canais de acesso à escola, permitindo o encaminhamento de propostas nela apresentados, para o aprimoramento do processo educacional e a consecução dos fins a que se propõe. A APM tem convênio com a Prefeitura Municipal, que faz o repasse de verba conforme a Lei Municipal 4692/98 onde recebe recursos nas categorias de custeio, custeio para o laboratório de informática e biblioteca interativa. A APM, nas reuniões (Assembleias), decide quanto às necessidades e urgências da U.E. A escola recebe o recurso do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola, repassado pelo MEC),que também é utilizado conforme decisões com a APM. A APM da EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno, instituição auxiliar da escola, tem por finalidade colaborar no aprimoramento do processo educacional, na assistência ao escolar e na integração Escola – Família – Comunidade, com ênfase nas relações intra e extraescolar, garantindo a participação da comunidade escolar em atividades programadas pela escola, tendo como base a educação inclusiva, a inclusão social e práticas não excludentes, interagindo com a diversidade que temos nos dias atuais.
  38. 38. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 38 Membros da APM Nome Segmento Função Mandato IARA CORREIA LOPES Diretora Presidente 31/03/2013 à 31/03/2014 ADALGISA APARECIDA DOS SANTOS Oficial de Escola Primeiro Secretário 31/03/2013 à 31/03/2014 SOLANGE RIBEIRO S BATISTA PAD Segundo Secretário 31/03/2013 à 31/03/2014 ESTER ELOÍSA BARBOSA FRUZONI Professora Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 ANGELA FRANCISCA OLIVEIRA BARBOSA Mãe de aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 LUZENIR BARBOSA DOS SANTOS Mãe de aluno Diretor Executivo 31/03/2013 à 31/03/2014 JULIANA ROCHA Mãe de aluno Vice Diretor Executivo 31/03/2013 à 31/03/2014 MARIA LÚCIA DE SOUZA BATISTA Mãe de aluno Primeiro Tesoureiro 31/03/2013 à 31/03/2014 ROSEMEIRE DIANA SANTOS Mãe de aluno Segundo Tesoureiro 31/03/2013 à 31/03/2014 SUELI FÁTIMA CAMPANERUT MAZOTI Professora Primeiro Secretário 31/03/2013 à 31/03/2014 ELAINE CRISTINA BOREL Mãe de aluno Segundo Secretário 31/03/2013 à 31/03/2014 FABIANA ANTONIA MÕES ROSALIN Professora Presidente 31/03/2013 à 31/03/2014 ELIONARA RAQUEL F. DE LIMA Mãe de aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014 MARCOS AP. BARBOSA Pai de aluno Membro 31/03/2013 à 31/03/2014
  39. 39. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 39 5.2. Plano de Ação da APM A escola pública, em todos os níveis e modalidades da Educação Básica, tem como função social formar o cidadão, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que formem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. A APM tem papel decisivo na democratização da Educação e da escola. Ela é um importante espaço no processo de democratização, na medida em que reúnem diretores, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento do projeto Político Pedagógico da escola, que deve ser visto, debatido e analisado dentro do contexto nacional e internacional em que vivemos. A coordenação destas discussões fica sob responsabilidade da Direção e Vice- Direção da U.E. Objetivos Gerais e específicos Ações Propostas (Metodologia) Cronograma - Garantir a gestão democrática da escola através da participação dos diferentes segmentos da comunidade; - Assessorar a Equipe Gestora em suas tomadas de decisões, propondo alternativas e soluções para os problemas de natureza administrativa e pedagógica em caráter deliberativo; - Participar da construção do Projeto Político Pedagógico. - Os membros da APM deverão se envolver e participar ativamente do Projeto Político Pedagógico da U.E, bem como em todos os projetos desenvolvidos, discutindo, refletindo e propondo encaminhamentos, respeitando-se as diretrizes e normas da Secretaria Municipal de Educação. - A Secretaria de Educação também promove momentos de orientações para ressaltar a importância da participação e envolvimento dos membros nas atividades de conselhos de escola. A equipe gestora da U.E, realizará momentos de formação especifica aos membros dos diversos segmentos sobre Gestão Democrática com as seguintes temáticas: 1. Função Social da Escola Publica; 2. Conselhos Escolares e Legislação Educacional; 3. Funções e Consolidação da APM; 4. Atribuição e Funcionamento da APM 5. Compartilhamento das ações previstas em PPP. A bibliografia utilizada e o material que servirá de base para as discussões e reflexões das temáticas será o “Programa nacional de Fortalecimento da APM” (Ministério da Educação e Cultura). Os encontros ocorrerão nas datas agendadas no Calendário Escolar (uma por mês).
  40. 40. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 40 5.3. Avaliação A cada encontro haverá espaços para avaliações individuais e/ou coletivas e ao final uma avaliação sobre o desenvolvimento do plano de formação e das aprendizagens construída
  41. 41. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 41 V. ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO 1. Objetivos  Lei 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases  Lei 11.274 de 06/02/2006 que altera a LDB com os artigos: - Art. 3º que altera a redação do art. 32 da Seção III Do Ensino Fundamental; - Art. 5º que estabelece: “Os Municípios, Os Estados e o Distrito Federal, terão prazo até 2010 para implementar a obrigatoriedade para o Ensino Fundamental disposto no art. 3º desta lei e a abrangência da pré-escola de que trata o art. 2º desta lei.” 1.1.Objetivos da Educação Básica  LDB: Título V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino Capítulo II Seção I Das Disposições Gerais “Art. 22º. A Educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurando- lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.” Seção III 1.1.1Do Ensino Fundamental “Art. 32º. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 09 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV – “o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.”  Lei Municipal nº 5309/2004 - Art. 3º. “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:  Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;  Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;  Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;  Respeito à liberdade e apreço à tolerância;  Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;  Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;  Valorização do profissional da educação escolar;  Gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
  42. 42. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 42  Garantia de padrão de qualidade;  Valorização da experiência extraescolar;  “Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais”. 1.1.2. Educação de Jovens e Adultos  LDB 9394/96 - seção V - art. 37- § 1º “Os sistemas de Ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e adultos que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas do alunado, seus interesses, condição de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.”  Resolução Federal nº 6/2010: “ ... Art,. 1º - Esta Resolução institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) os aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos e exames de EJA, à certificação nos exames de EJA, à Educação de Jovens e Adultos desenvolvidos por meio da Educação a Distância (EAD), a serem obrigatoriamente observadas pelos sistemas de ensino, na oferta e na estrutura dos cursos e exames de Ensino Fundamental e Ensino Médio que se desenvolvem em instituições próprias integrantes dos Sistemas de Ensino Federal, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal. Art. 2º - Para o melhor desenvolvimento da EJA cabe à institucionalização de um sistema educacional público de Estado e não apenas de governo, assumindo a gestão democrática, contemplando a diversidade de sujeitos aprendizes, proporcionando a conjugação de políticas públicas setoriais e fortalecendo sua vocação como instrumento para a educação ao longo da vida...”.  Parecer CNE/CEB 11/2000 – Define as funções equalizadoras, reparadoras e qualificadoras da educação de Jovens e Adultos. Mostra o propósito de reparar a ausência do direito negado, a preocupação de respeitar aos/as educandos/as num formato educativo que tenham uma qualidade de ensino que responda às expectativas, os saberes dos sujeitos. “É por isso que a EJA precisa ser pensada como um modelo pedagógico próprio a fim de criar situações pedagógicas e satisfazer as necessidades de aprendizagem de jovens e adultos… .”  Resolução Municipal nº 1 de 2009.  Diretrizes Curriculares 2011/2012. 1.1.3. Objetivos Gerais da Unidade Escolar  Contribuir na formação do aluno, visando inseri-lo na sociedade, como cidadão consciente, desenvolvendo-o no processo intelectual, social, emocional e individual, explorando suas capacidades e habilidades como ser único e social;
  43. 43. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 43  Alcançar uma qualidade de ensino, que busque melhorar os processos de ensino e aprendizagem, para que o aluno se aproprie efetivamente do conhecimento e se desenvolva plenamente;  Proporcionar ao aluno inter-relações com seu grupo social e um contexto significativo, que dê oportunidades de elaborar hipóteses, refletir e agir sobre elas;  Proporcionar momentos em que a comunidade tenha um papel ativo nas decisões e ações escolares, como parte integrante no processo educacional e também responsável pelos resultados alcançados;  Proporcionar ações pedagógicas que construam uma relação entre professor e aluno, que conduza o processo ensino/aprendizagem a ambas as partes permeando a confiabilidade, o respeito, a investigação, a autonomia, a criatividade, a apropriação dos conhecimentos e criação;  Incluir todos os alunos, dando oportunidades iguais, porém com intervenções diferenciadas. Trabalhar de forma que atenda todos, num ambiente de respeito, considerando potencialidades e limites. Objetivos Gerais – Ensino Fundamental (de 9 anos) O primeiro ano do Ensino Fundamental de 9 anos constitui uma possibilidade para qualificar o ensino e a aprendizagem dos conteúdos da alfabetização e do letramento, mas não se restringe o desenvolvimento das crianças de seis anos de idade à exclusividade da alfabetização. Por isso, é importante que o trabalho pedagógico implementado assegure o estudo das diversas expressões e de todas as áreas do conhecimento. Se no Ensino Fundamental de nove anos foi ampliado o tempo dos anos iniciais de 4 anos para 5 anos, a proposta não é o aumento dos conteúdos, mas a qualificação da aprendizagem, dando à criança um período mais longo para solidificar suas aprendizagens, inclusive da alfabetização. Pela natureza dos objetivos do Ensino Fundamental definidos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/ LDB 9394/96, toda criança dessa etapa de ensino tem o direito ao conhecimento de todas as áreas do conhecimento estabelecidas na base nacional comum. Objetivos Gerais – Ensino Fundamental (de 8 anos) Ao final do ciclo II do Ensino Fundamental, o aluno deverá ser capaz de: - Considerar as situações comunicativas e o contexto social para comunicar-se, aprimorando o uso da linguagem nas suas diferentes formas de expressão: verbal, matemática, gráfica, corporal e artística. - Perceber-se como sujeito que depende, integra, atua e modifica a natureza, conscientizando-se da importância de sua preservação para a melhoria da qualidade de vida.
  44. 44. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 44 - Compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens comuns que devem ser promovidos por ações individuais, coletivas e do poder público. - Formular e resolver situações-problema a partir da realidade, fazendo uso de estratégias pessoais, criatividade, análise crítica e pensamento lógico. - Desenvolver uma visão histórico-crítica e uma postura participativa no mundo, utilizando0-se do diálogo, do respeito, da cooperação e da solidariedade nas situações cotidianas. - Construir progressivamente a noção de identidade pessoal e nacional, desenvolvendo atitudes de participação e transformação da sociedade. - Conhecer o Brasil nos seus aspectos: econômico, social, político e cultural, entendendo e valorizando sua pluralidade, desenvolvendo o sentimento de respeito à diversidade e de repúdio a rodas as formas de discriminação. - Desenvolver o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e social. - Desenvolver procedimentos de busca e tratamento da informação tendo acesso às diferentes fontes e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos. Objetivos Gerais – Educação de Jovens e Adultos A educação de jovens e adultos deve definir objetivos que estejam focados nas necessidades dos seus alunos considerando aquilo que é da competência do fazer educativo para o desenvolvimento do seu trabalho. Na educação de jovens e adultos do município, o trabalho educativo tem como objetivos gerais propiciar condições para que o educando tenha o conhecimento tratado por inteiro (educação integral),a ponto de ter condições de conviverem sem opressão frente às novas tecnologias. Como dizia Gallo: “ a educação contemporânea tem tratado o conceito de formação integral sob a possibilidade de acolher a expectativa e desejo e então oferecer uma ação didática que possibilite tornar a condição humana mais independente, diante das novas conquistas científicas e tecnológicas...” (GALLO, 2002). Com as mudanças globais, torna-se necessária uma nova identidade para a escola. Identidade essa, que encontra na educação integral as bases para uma mudança substancial, pois é incorporada de humanidade, traz em sua essência o trabalho, a cultura, a ciência. É fundamental tratá-la na EJA, para resgatar a ação do sujeito jovem e adulto, ressignificando seus conhecimentos e ampliando sua consciência de existência humana. O sujeito precisa de uma educação que lhe propicie o reencontro com sua própria natureza; uma educação do homem e não apenas do “aluno”, em situação escolar. Isso exige uma ruptura, uma desestruturação e reestruturação não só dos modos de pensar a educação, mas o estabelecimento de novos interesses, de novos valores. Este não é um processo natural nem espontâneo, mas que requisita esforço, rigorosidade, determinação, confiança plena na capacidade do ser humano,. Nesse processo o/a educador/ a terá que desenvolver novas habilidades para que possa orientar, abrir perspectivas, mobilizar forças que impulsionem esse processo de descoberta de si e do mundo. A educação integral como princípio para a organização do currículo apresenta como base o tratamento dos conhecimentos em abordagem integradora, na qual se questiona a fragmentação do conhecimento humano e se propõe a articulação curricular como meio de contemplar o conhecimento de forma abrangente, considerando que não há um único modo de ensinar e aprender.
  45. 45. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 45 Outra concepção de educação integral é a articulação dos conhecimentos a partir das vivências e experiências, numa metodologia participativa conectada à realidade e às necessidades de aprender dos sujeitos, qualificando o tempo que passa na escola para uma aprendizagem que realmente seja significativa para o educando jovem e adulto. Dessa forma, a concepção de educação integral reconhece o sujeito como um todo, nas suas múltiplas dimensões de vida, proporcionando-lhe uma formação completa para a leitura do mundo preparando- o para a participação efetiva na sociedade enquanto cidadão. (Diretrizes Curriculares da EJA) 2. Levantamento dos Objetivos e Conteúdos por áreas de conhecimento Em 2013 daremos continuidade ao trabalho pedagógico com a utilização do material do Programa Ler e Escrever. Este material possibilita o desenvolvimento de projetos didáticos nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, estando de acordo com as concepções defendidas pela rede de ensino e pela nossa escola. O “Ler e Escrever” é um conjunto de linhas de ação articuladas que inclui formação, acompanhamento, elaboração e distribuição de materiais pedagógicos. O material do programa será integrado aos planejamentos de cada ano/ciclo, apresentados a seguir.
  46. 46. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 46 ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS CICLO INICIAL 1os anos LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS CONTEÚDOS ORALIDADE  Participar de momentos de rodas de conversa expressando seus desejos, ideias e pensamentos;  Relatar fatos que compõem episódios do cotidiano ainda que com apoio de recursos e/ou do professor;  Relacionar-se com o grupo expressando desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral;  Ouvir com atenção, tecendo comentários coerentes ao assunto tratado;  Recontar histórias conhecidas recuperando algumas características do texto lido pelo professor;  Usar o repertório de textos da tradição oral (como parlendas, quadrinhas, adivinhas) para brincar e jogar;  Ampliar a capacidade de argumentação, narração de fatos e interpretação;  Interpretar oralmente trechos de histórias lidas pelo professor;  Comentar notícias veiculadas em diferentes mídias: jornais, revistas, rádio, TV, internet, etc. LEITURA  Identificar todas as letras do alfabeto;  Ler utilizando diferentes estratégias de leitura;  Ler, decodificando e compreendendo a escrita;  Apropriar-se das regras de utilização da BEI ORALIDADE  Participação em rodas de conversa, expressando oralmente seus desejos, ideias e pensamentos;  Relato de episódios do cotidiano;  Uso da linguagem oral em diferentes situações de comunicação, onde haja diferentes interlocutores (professor, colegas e outros);  Participação em rodas de conversas e de histórias, ouvindo com atenção e emitindo opiniões sobre os assuntos abordados;  Reconto de trechos de histórias conhecidas;  Uso do repertório da tradição oral em suas brincadeiras;  Participação e argumentação em rodas de conversas e debates;  Interpretação oral de trechos de histórias conhecidas;  Exposição de comentários relacionados às diferentes mídias. LEITURA  Identificação das letras do alfabeto;  Participação em momentos de leitura de diversos gêneros literários;  Utilização de estratégias de leitura;  Leitura com compreensão da escrita;  Apropriação das regras de utilização da
  47. 47. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 47 (Biblioteca Escolar Interativa);  Reconhecer o próprio nome, o nome dos colegas da turma e outras palavras estáveis;  Participar de momentos de leitura dos diferentes portadores textuais, lido pelos professores, valorizando e adquirindo o gosto pela leitura;  Apreciar obras literárias, adquirindo postura de leitor;  Manusear e ler livros na classe, biblioteca e em casa;  Ler com diferentes intenções e finalidades;  Ler diversos gêneros textuais;  Socializar experiências de leitura;  Valorizar a leitura como fonte de apreciação e prazer;  Ler rótulos que circulam em embalagens;  Identificar a função de legendas em imagens. ESCRITA  Compreender a função social da escrita;  Reconhecer e nomear as letras do alfabeto;  Diferenciar letras e números;  Compreender a escrita como representação da fala;  Diferenciar a linguagem escrita da linguagem oral;  Escrever seu nome completo com autonomia;  Compreender a função social das listas e escrevê-las alfabeticamente;  Escrever informações contidas em rótulos de embalagens;  Escrever textos memorizados alfabeticamente;  Utilizar a escrita como forma de comunicação, compreendendo sua função social;  Compreender o uso social dos bilhetes;  Produzir bilhetes alfabeticamente;  Conhecer a função social das legendas;  Produzir legendas utilizando a escrita alfabética, preocupando-se com aspectos que as caracterizam;  Reescrever trechos de fábulas conhecidas. BEI;  Leitura e identificação de nomes próprios;  Valorização da leitura como fonte de entretenimento, informação ou comunicação;  Participação em momentos que envolvam a leitura de textos diversos;  Socialização das experiências de leitura;  Escuta de textos lidos pelo professor e realização de antecipações e inferências;  Leitura silenciosa, em voz alta e escuta da leitura realizada por outra pessoa;  Leitura de rótulos e embalagens que circulam no meio social cotidianamente;  Identificação da função das legendas em imagens diversas (fotos de jornais, mapas, etc.). ESCRITA  Apropriação do código alfabético;  Identificação (reconhecimento e nomeação) das letras do alfabeto;  Diferenciação da linguagem oral da escrita;  Escrita do nome completo com autonomia;  Compreensão do uso social das listas;  Escrita de listas diversas;  Escritas de informações contidas em rótulos e embalagens;  Escrita de textos memorizados (parlendas);  Utilização de estratégias de escrita;  Compreensão do uso social dos bilhetes;  Produção de bilhetes, preocupando-se com os aspectos que o caracterizam;  Escrita de legendas de imagens diversas;  Reescrita de trechos de fábulas conhecidas.
  48. 48. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 48 MATEMÁTICA OBJETIVOS CONTEÚDOS  Números e operações  Construir o significado do número natural a partir de seus diferentes usos no contexto social, explorando situações problema que envolvam contagem e códigos numéricos;  Reconhecer os números em contextos sociais;  Refletir sobre as regularidades do sistema numérico;  Produzir escritas numéricas;  Realizar contagens orais de objetos usando a sequência numérica;  Resolver operações de adição simples;  Resolver operações de subtração simples.  Adquirir os conceitos de ordenação e contagem;  Relacionar número à quantidade;  Interpretar e resolver situações problema envolvendo os cálculos de adição e subtração, utilizando estratégias pessoais.  Utilizar números para expressar quantidades e a ordem numérica numa sequência;  Reconhecer grandezas numéricas pela identificação da quantidade de algarismos e da posição ocupada por eles na escrita numérica;  Conhecer o conceito de multiplicação e divisão por meio de situações problema.  Espaço e forma  Reconhecer formas geométricas na natureza ou objetos criados pelo homem e suas características arredondadas ou não;  Comparar tamanhos e estabelecer relações;  Explicitar e representar a posição de pessoas e objetos, tendo um ponto de referência.  Situar-se e deslocar-se no espaço, a partir de pontos de referência.  Descrever e representar pequenos percursos e trajetos, observando pontos de referência.  Números e operações  Compreensão de códigos numéricos a partir de seus diferentes usos no contexto social;  Reconhecimento de números no contexto diário;  Interpretação de situações-problema;  Noções de cálculo mental e de estimativa a partir do seu uso em jogos e situações-problema;  Resolução de adição simples;  Resolução de subtração simples.  Operações matemáticas (adição e subtração simples);  Relação número-quantidade  Identificação das regularidades na série matemática, ampliando o sistema numérico;  Interpretação de situações-problema.  Operações matemáticas (adição e subtração simples);  Utilização de estratégias convencionais ou não convencionais de cálculo para resolver problemas de adição e subtração;  Noções de multiplicação e divisão.  Espaço e Forma  Classificação de objetos por atributos: partes curvas e planas;  Comparação de tamanhos e formas;  Exploração e identificação de propriedades geométricas de objetos e figuras.  Relações de posições entre as pessoas ou objetos no espaço usando a terminologia própria (direita, esquerda, frente, atrás, em cima, embaixo).
  49. 49. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 49  Grandezas e medidas  Construir noções de padrões de medida de comprimento e massa;  Marcar o tempo por meio de calendários.  Utilizar, nos procedimentos de medida, unidades convencionais ou não convencionais.  Aprender a lidar com dinheiro, por meio de situações lúdicas ou de seu interesse;  Identificar a unidade e instrumento de tempo, utilizando calendário e relógio;  Explorar e descobrir diferentes procedimentos para comparar grandezas/pesos;  Tratamento da informação  Ler e interpretar informações contidas em imagens (calendário);  Organizar coletivamente informações por meio de listas, tabelas e gráficos simples.  Interpretar dados, utilizando-se de tabelas, gráficos e representações que aparecem frequentemente em seu dia-a-dia;  Criar registros pessoais para organizar informações (agenda telefônica).  Grandezas e Medidas  Construção de noções de padrões de medida de tempo: dia, semana, mês e ano;  Compreensão da organização do tempo em calendários;  Construção de noções de padrões de medida de tempo: dia, semana, mês, ano e hora;  Comprimento;  Identificação do Sistema Monetário Brasileiro.  Identificação das unidades de medida de tempo por meio de calendário e relógio;  Estabelecimento de relações de tempo (diferentes tempos de duração, intervalos, início e término de determinados acontecimentos);  Exploração de instrumentos de medidas de capacidade;  Compreender a função dos instrumentos de medição de massa (balança), estabelecendo relação entre diferentes pesos.  Tratamento da Informação  Leitura e interpretação de números em calendário.  Coleta e organização de informações por meio de listas, tabelas e gráficos simples.  Interpretação de dados apresentados em tabelas e gráficos simples;  Criação de registros pessoais para comunicação das informações coletadas (ex: agenda telefônica).
  50. 50. EMEB Prof. José Getúlio Escobar Bueno 50 CIÊNCIAS NATURAIS OBJETIVOS CONTEÚDOS  Valorizar atitudes e comportamentos favoráveis à saúde, em relação à higiene pessoal;  Desenvolver responsabilidade no cuidado com o próprio corpo e com os espaços em que habita;  Compreender que a falta de higiene pode provocar sérias doenças;  Compreender a importância da água para a higiene pessoal;  Entender a importância da economia de água nas ações relacionadas à higiene diária;  Reconhecer a água como elemento essencial à existência da vida;  Caracterizar externamente o próprio corpo, compreendendo a divisão dos membros e suas principais funções;  Respeitar as diferentes características entre os seres humanos, valorizando a diversidade da vida;  Identificar os órgãos dos sentidos e suas respectivas funções;  Identificar a variedade de animais que existem na natureza, diferenciando-os por suas características;  Identificar os animais de acordo com seu habitat;  Identificar os animais de acordo com sua alimentação;  Perceber a importância dos cuidados com os animais;  Desenvolver uma postura e consciência de preservação da fauna.  Compreensão da importância dos bons hábitos de higiene para a saúde,  Conscientização da importância do cuidado com o próprio corpo e com o meio em que vive;  Reflexão sobre a relação da alimentação, higiene pessoal e ambiental com a prevenção de doenças;  Reconhecimento da doença “pediculose” (piolho), enfatizando a falta de higiene como causa da mesma;  Compreensão do uso consciente da água nas ações diárias (fechar a torneira enquanto escova os dentes, reduzir o tempo do banho, etc.);  Conscientização da importância da água para o corpo, para o meio ambiente e para o cotidiano das pessoas;  Reconhecimento dos membros do corpo (cabeça, tronco, membros superiores e inferiores);  Conscientização da importância de se respeitar as diferenças existentes entre as pessoas;  Conhecimento e conscientização das funções e da importância dos órgãos dos sentidos para a percepção do mundo ao seu redor.  Identificação das principais características dos animais (mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes);  Reconhecimento dos diferentes tipos de habitat dos animais estudados;  Reconhecimento dos tipos de

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