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Almanaque de dinamicas
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Almanaque de dinamicas

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    Almanaque de dinamicas Almanaque de dinamicas Document Transcript

    • ALMANAQUE DE DINÂMICAS01. Meus sentimentosObjetivo: apresentação e entrosamentoMaterial: papel, lápis de cor.Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, asperspectivas que têm.Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, semnenhuma comunicação.Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendoo nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o ejustificando.Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando oseu desenho.02. Mancha ou pontoObjetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendoo que viram.Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.Pedir, então, que tirem conclusões práticas.Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos,das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.03. Identificação Pessoal com a NaturezaObjetivos: Auto conhecimento e precesMaterial: Símbolos da natureza, papel e caneta.Desenvolvimento:1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que maislhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?2. Formação de pequenos grupos para partilha.3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolheum como símbolo e formula uma prece.4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.04. Quem sou eu ???Objetivo: Conhecimento PessoalMaterial: papel e caneta
    • Desenvolvimento:1. Refletir individualmente:- A vida merece ser vivida?- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?2. Escrever numa folha- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).- Como atuo para chegar no que quero?3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.4. Avaliação:- Como cada um se sentiu ao se comunicar?- E depois da dinâmica?05. O outro LadoObjetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análiseda realidade.Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede.Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejamrigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado dasala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.Repete-se a ordem várias vezes.O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece.Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando apassagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximoudo ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendoincluindo todos na travessia.Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:- Como cada um se sentiu?- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?- Quem ais correu ou empurrou?- De que forma as lideranças foram se manifestando???- Houve desistência no meio do caminho?- Surgiram animadores???06. EspelhoObjetivo: Partilha dos sentimentos.Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.
    • Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria daatenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todocuidado.Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.(Deixar tempo para interiorização).Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silênciopara seu lugar. Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões econclusões de cada um.07. NúmerosObjetivos: Conhecimentos Pessoais.Material: Cartões com números diferentes.Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostradopara ninguém.Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).08. Construção de uma cidadeObjetivos: reflexão sobre a realidade.Material: Fichas com nomes de profissões.Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissãoe deve encarna-la.Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorizaçãodeve dizer. Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja nomar).Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.09. Sensações de vida ou morteObjetivo: analisar a pratica e revisão de vida.Material: duas velas uma nova e outra velha.Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência edeixar de fazer...(a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão).Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mãoem mão e cada um completa a frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que euposso fazer e desejo é ...Analisar a dinâmica e os sentimentos.
    • 10. Perfume – Rosa e bomba.Objetivo: celebração penitencial e compromisso.Material: não há material, usar a imaginação.Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com elee passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.11. ValoresObjetivo: reconhecer os valores e qualidades.Material: Cartões com valores escritos.Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.Deixar um momento para a reflexão pessoal.Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconheceno grupo alguém que tem o mesmo valor.Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar estevalor em outra pessoa, outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.12. Valores IIObjetivo: ressaltar o positivo do grupo.Material: folhas, canetas e alfinetes.Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois derefletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seunome.Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo osvalores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só nofinal todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.13. Dinâmica de apresentaçãoObjetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.Desenvolvimento:Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicialdo seu nome. Roberto Risonho.O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresentaacrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.14. A maletaObjetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dosinteresses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
    • Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas depapel em branco, dois apontadores iguais.Desenvolvimento: forma-se duas equipes.A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas depapel em branco dentro da maleta.A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário paracumprimento da tarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão eTrabalho.A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para ocoordenador.A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.15. O HelicópteroObjetivo: apresentação e entrosamento.Desenvolvimento: (duração 40 minutos).Faz-se um círculo com os participantes da reunião.O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se opasseio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade(todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Porisso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos deuma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhasumas das outras.c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6espessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderáser jogado no mar.d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo deafogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas queainda não se conhecem.e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair debarco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem nãose conversou ainda.f) Anuncia que todos foram salvos.NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podemser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade dogrupo.Sugestões para as questõesa) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo.Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
    • b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que?Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral paravocê? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica deconhecimento e entrosamento? Porque?e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e comquem não tenha conversado ainda.16. CamisetasObjetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta aspontas de cima no formato de camiseta.Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gostaou não do trabalho. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo quecaracterize sua vida de trabalhador.Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outroescreveu ou desenhou.17. A BalaObjetivo: Despertar a importância do outro.Despertar a solidariedade.Perceber o nosso individualismo.Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou caboda vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos navara, para não dobrar.Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braçosque estão amarrados.Analisar a dinâmica:Como se sentiram?O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?Por que os dois agiram assim?Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?O que acharam da dinâmica?Pode confrontar com a Palavra de Deus?18. Árvore da Vida e Árvore da MorteObjetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, nafamília, no grupo de jovens.
    • Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel epedaços de papel.Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte queexistem no bairro, na família, no grupo de jovens... Depois, diante da árvore seca everde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida eenfrentar as situações de morte de nosso bairro etc.Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte daárvore e faz uma prece de perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal devida e leva como lembrança e desafio.19. Virar pelo avessoObjetivo: Despertar o grupo para a importância da organizaçãoDesenvolvimento:1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficarvoltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguémjá conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando aestar como antes.5° Passo: Analisar a dinâmica:O que viam? Como se sentiram?Foi fácil encontrar a saída? Porquê?Alguém desanimou? Porquê?O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?Nossa sociedade precisa ser transformada?O que nós podemos fazer?20. Abre o olhoParticipantes: 2 pessoas.Tempo estimado: 20 minutos.Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos comjornais enrolados em forma de cassetete.Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chineloou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais ooutro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", ocoordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos deum dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que osresultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda dooutro voluntário e encerra a experiência.
    • Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedadeatual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é convenienterefletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor xposicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-secom o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aosvoluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demaisparticipantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a vercom nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter osolhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política eeconômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daquelesque não enxergam?21. AfetoParticipantes: 7 a 30 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: Um bichinho de pelúcia.Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todosformem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrantedeve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficaratento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes sãoconvidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último,deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos decarinho, medo e inibição que tiveram.22. ApoioParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em umpé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulopara a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair enão ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo donosso lado?23. ApresentaçãoTamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.Tempo: 45 minutos.Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento dequem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formampares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após aentrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação dapessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quemestiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas
    • conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade dadinâmica.24. ArtistaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Material: Lápis e papel.Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cadaparticipante que desenhe com os olhos fechados uma:- Casa- Nessa casa coloque janelas e portas.- Ao lado da casa desenhe uma arvore.- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDOFICA FORA DO LUGAR.Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um porum.Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é únicaluz. Sem ela só há trevas.25. As coresParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor notamanho de uma folha de papel ofício.Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois ascinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser coladoscada um em uma parede da sala.O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até otermino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempopara descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. Etudo isto sem poderem ser comunicarem.E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, ondeiram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos quechegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.26. AulinhaParticipantes: 25 a 30 pessoasTempo: 35 minutos
    • Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupoDescrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, éinibido e prolixo. Para isso o coordenador:- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durantedois ou três minutos;- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito aoexpositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;- A AULINHA permite diversas variações, tais como:A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertarem público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas, mas com umaintrodução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lidoB) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possalançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. Aseguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA,escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.27. A vela e o barbanteParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para sercolocada no centro do grupo.Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numamesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarradacom o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. Cadapessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela,acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, quecirculará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todosestiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, maspossuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentandorelacioná-la com o texto bíblico proposto.28. A vela e copoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar quese queime por alguns segundos.Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocarsobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quandoviram a experiência.29. CastigoMaterial: Pedaços de papel e caneta.
    • Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel para cada um.Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficarchateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e darum castigo a ela.Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai daro castigo, o castigo e o nome de quem vai realizar o castigo.Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é quevai realizá-lo.Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupotodo.Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.30. ChocolateMaterial: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turmaele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda(isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e afita adesiva. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com amão.Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com aboca, e se conseguir pode comer o chocolate.A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá umapessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma.Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazeras coisas sozinhos, cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmentepoderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedirajuda a alguém.31. Comprimidos para a féParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles comenvelope tipo sonrisal)Descrição:1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagemao lado do primeiro copo com água.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceirocopo com água.6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
    • Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que não aceita a religião, fica de forade tudo, no segundo é aquele que até aceita, participa, porém não se abre fica fechadoas verdades da fé e por último, o terceiro copo, é aquele que participa, se abre, semistura, tem o coração aberto a Deus, enfim é uma pessoa de fé.32. Comunicação gesticuladaParticipantes: 15 a 30 pessoasTempo Estimado: 30 minutos.Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para seremrepresentados através de mímicas.Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através demímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em umintervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes devem procuraradivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância dacomunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dosintegrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender oque os outros pensam ou desejam fazer.33. Conhecendo o grupoParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, umsonho que se deseja realizar no decorrer da vida.Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades quegostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova,atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deveiniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trintasegundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinhoda direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem àorigem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o querealmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenadorpode-se citar:* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldadesem alcançá-los;* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de quemaneira podemos ajudá-los;* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;* Outros.34. Construção do bonecoParticipantes: Apenas 26 pessoas.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.
    • Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas emcada um.O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mastrabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um canto da sala onde nãopossam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deveráconfeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte éa sua e nem mostrar (para que isto ocorra é recomendado que sentem longe um dosoutros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:1ª pessoa: cabeça.2ª pessoa: orelha direita.3ª pessoa: orelha esquerda.4ª pessoa: pescoço.5ª pessoa: corpo (tronco).6ª pessoa: braço direito.7ª pessoa: braço esquerdo.8ª pessoa: mão direita.9ª pessoa: mão esquerda.10ª pessoa: perna direita.11ª pessoa: perna esquerda.12ª pessoa: pé direito.13ª pessoa: pé esquerdo.Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Osparticipantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irãoconfeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seusrespectivos bonecos.Conseqüências:A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas eoutros membros de tamanho desproporcionais.Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que nãoparticiparam dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.35. Cristo no irmãoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 20 minutos.Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definirclaramente as partes do corpo do Cristo.Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cadaum fique do lado do outro.O animador motiva as pessoas dizendo:Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala comvocê, à parte que ele mais demonstrou seu amor para com você.OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.
    • O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento queJesus nos deixou? (Amar a Deus sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram noCristo, vocês irão beijar no irmão do lado.Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é JesusCristo.Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.36. Cumprimento criativoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Matéria: Musica animada.Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverãomovimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical.Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita peloapresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada paradamusical.Exemplo:-Com a palmas das mãos;-Com os cotovelos;-Com os pés;Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um climaalegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cadapessoa que procure um lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que arespiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo,sentar.Comentar o exercício:-O que foi mais difícil executar? Porque?-O que mais gostou?-O que pode observar?37. DesenhoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 20 minutos.Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, colae tesoura.Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma partedo corpo humano, sem que os outros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vãoconseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folhade papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessavez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um devedesenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a
    • montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quaisa dificuldades, etc.38. Diagrama de integraçãoParticipantes: 25 pessoas.Tempo: 15-20 minutos.Material: lápis ou caneta, papel e cartolina.Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva onome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa dogrupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve ser assinado de forma legível;recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcandocom um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se como nome da pessoa que escolheu, indo em direção à escolhida.39. DificuldadeParticipantes: 30 pessoasTempo: 1 horaDescrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá umacópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisãoindividual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir,subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar umconsenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relataro resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se umhomem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que sópode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Façasua escolha, destacando seis somente.Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:Um advogado, com 25 anos de idade;A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio.Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;Uma prostituta, com 34 anos de idade;Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;Uma universitária que fez voto de castidade;Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levarconsigo sua arma;Um declamador fanático, com 21 anos de idade;Uma menina com 12 anos e baixo QI;Um homossexual, com 47 anos de idade;Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.40. Dramatização
    • Participantes: 30 pessoas.Tempo: 30 minutos.Descrição:O coordenador apresenta o assunto da discussão;Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que,nos próximos dez a quinze minutos, cada um procure identificar-se com o colega dadireita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seucomportamento no grupo;É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participantefaça a escolha do colega a ser imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.41. Encontro de gruposParticipantes: dois grupos com não mais de 15 pessoas.Tempo: 1 hora.Material: folhas grandes de cartolinaDescrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numadas folhas de cartolina Como o nosso grupo vê o outro grupo? Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deveráexpor a conclusão do subgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para prepararuma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo eserão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.42. EspelhoParticipantes: 10 a 20 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la ointegrante veja seu próprio reflexo.Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe sejade grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria dededicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade...com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quemestá sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com osmotivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da suavida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão,inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos dereflexão, o coordenador deve continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frentea frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida, ocoordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (umpor vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar,continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto odebate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobreesta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.
    • 43. Evangelho em pedaçosParticipantes: 10 a 15 pessoasTempo Estimado: 15 minutosMaterial: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicaçãodo livro, capítulo e versículos.Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo,entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essamensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão dotrecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantesdevem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobreos trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.44. Exercício da confiançaParticipantes: 25 a 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre adescoberta pessoal e a importância do exercício; distribuir, uma papeleta para cadaum; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta, procurandoresponder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício feito.Exemplos de pergunta:1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre2. Que importância tem a religião na sua vida3. O que mais o aborrece4. Como você encara o divórcio5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente7. Qual a comida que você menos gosta8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante9. Qual é, no momento, o seu maior problema10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas11. Como estudante, quais as atividades em que participou12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo14. Você gosta do seu nome15. Quem do grupo você escolheria para seu líder16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento18. Qual o pais que você gostaria de visitar19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais efilhos20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.45. Exercício da qualidade
    • Participantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: lápis e papelDescrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não asqualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá aoportunidade de realçar uma qualidade do colega.1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qualdeverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Paraisso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida,embaralhada e redistribuída;4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em vozalta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo apessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderáescolher uma pessoa entre os participantes.5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez comoportadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade queescreveu para a pessoa da direita;7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre omesmo.46. Explosão do coordenadorParticipantes: 30 pessoasTempo: 10 minutosDescrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a umacerta altura do debate o coordenador para e diz "Vocês não estão se interessandosuficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento, essedesinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, estedebate!", após esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentesprincipalmente reprovando a atitude do coordenador. Após o primeiro impacto ocoordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização paraver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reaçõesdas pessoas com reação a explosão do coordenador.Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.47. FileiraParticipantes: 12 pessoasTempo: 1 horaMaterial: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolinaDescrição:1. Primeira fase:
    • O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem deinfluência que cada membro exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, osmesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverão executar a tarefa emsilêncio;Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para serapreciado por todos;A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bemcomo a colocação dos membros na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazeralgumas observações referentes ao exercício, ao comportamento dos indivíduos nasua colocação;Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todosestejam satisfeitos em relação à colocação na fileira, de acordo com a influência quecada um exerce sobre o grupo.2. Segunda fase:O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que navotação deverão dar um voto para aquele que será o líder, e doze votos para o últimocolocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possamexperimentar novas sensações que envolvem o exercício.O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendoanotações escritas, tendo para isso dez minutos.Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até odesempate, devendo a ordem corresponder à influência que cada um exerce sobre ogrupo.Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.48. Guia de cegoParticipantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência emcampo aberto.Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas ocoordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhardesviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após estetempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como: Como vocês se sentiram sem poder enxergar? Tiveram medo? Por quê? De quê? Que acham da sorte dos cegos?Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia,que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudonovamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após estetempo deve-se realizados os seguintes questionamentos: Como vocês se sentiram nas mãos dos guias? Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
    • É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Aofinal, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre osquestionamentos finais, a todos, pode-se citar: O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um? Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.) Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus,Maria, família, educadores, amigos, etc.) Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço deum guia? Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhançaque se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedademoderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja deconscientização?49. Jogo comunitárioMaterial: uma flor.Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma florna mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa),receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ouesquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo,gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seunome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto maisrápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.50. Jogo da verdadeParticipantes: 25 pessoasMaterial: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas.Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado obom senso tanto de quem pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntáriopara ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que sejavisível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar apessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre areflexão sobre a experiência.51. Jogos de bilhetesParticipantes: 7 a 20 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
    • Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltadospara o lado de dentro do mesmo. O coordenador deve grudar nas costas de cadaintegrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o processo inicial, osintegrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, semdizer o que está escrito no bilhete. Todos devem atender ao maior número possível debilhetes. Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrantedeve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante devedizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O quefacilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduzno cotidiano?Sugestões de bilhetes: Em quem voto para presidente? Sugira um nome para meu bebê? Sugira um filme para eu ver? Briguei com a sogra, o que fazer? Cante uma música para mim? Gosto quando me aplaudem. Sou muito carente. Me dê um apoio. Tenho piolhos. Me ajude! Estou com fome. Me console! Dance comigo. Estou com falta de ar. Me leve à janela. Me descreva um jacaré.Me ensine a pular. Tem uma barata em minhas costas! Dobre a minha manga. Quanto eu peso? Estou dormindo, me acorde! Me cumprimente. Meu sapato está apertado. Me ajude. Quantos anos você me dá? Me elogie. O que faz o síndico de um prédio? Sou sósia de quem? Como conquistar um homem? Veja se estou com febre. Chore no meu ombro. Estou de aniversário, quero meu presente. Sorria para mim. Me faça uma careta?52. Juventude e comunicaçãoDesenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenhode um homem e uma mulher.
    • Anotar na figura:Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo dasua vida.Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.Diante do coração: 3 grandes amores.Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.Comentário: Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de simesmo? Por que?Iluminação bíblica: Mc 7, 32-37.53. KaraokêParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Objetivo: Aprender o nome de todos.Material: Nenhum.Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôsdeve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantorprincipal.O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. O coordenadordeve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus", e todos devem cantar e dançarassim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus". Todos devem cantar e dançar em ritmodiferente dos que já cantaram e dançaram.Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock, pagode etc.54. Líder democráticoParticipantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurandoenfatizar as características de cada um1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário,depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista, com novos voluntáriodemonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los enomeai-los um a um, explicando depois um a um.3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cadamembro, e discute-se sobre cada um.Definições:
    • 1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele emqualquer emergência.2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de talforma que cada um se sente importante e necessário no grupo.3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.4. Sempre pronto para atender.5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e osuperficial, entre o importante e o acessório.7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, semdominação.8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opiniãodaqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo assoluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente,proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.Qualidades:01. Seguro02. Acolhedor03. Desinteressado04. Disponível05. Firme e suave06. Juízo maduro07. Catalisador08. Otimista09. Previsor10. Confiança nos outros11. Dá apoio12. Eficaz13. Sociável14. Sincero15. Corajoso16. Democrático55. MaçãMaterial: papel e caneta para cada um
    • Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levadopelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui afolha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã em sua folha.E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levariaa Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome dequatro amigos que levaríamos para Jesus.Plenário: Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus? Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-mesempre? Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importantede que qualquer coisa? Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animamquando desanimo? Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos,fracassos e tentações? Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida? Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nosmomentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou? Sou incondicional de quatro pessoas? Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora? Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim? Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho,descanso ou planos?No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não podecaminhar por si mesmo.Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que sejacurado por ele.Deixar-se servir pelos irmãos.Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.56. Nome perdidoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão paracolocar todos os crachás.Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou nacaixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Estadeverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar!Porque terá que pagar uma prenda.
    • 57. Observação / açãoParticipantes: 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: papel e canetaDescrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro deobservação.O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em umcírculo externo.O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema,enquanto o grupo de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quemparticipa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém sedemonstra tímido e não consegue se expressarapós o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foiobservado e vivido.Exemplo: exemplos de coordenaçãoForma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador,utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ounão responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro grupo paraexemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que ogrupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que nãoassume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é propostosem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenadordemocrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" otrabalho em grupo.58. Palavra iluminadaParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: IndefinidoMaterial: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a serdebatido.Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa àapresentação pode ser eliminada da dinâmica.Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz davela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantesdevem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. Ocoordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a suaesquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estavasegurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo.Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelocoordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realizasucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao
    • grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo oconteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, osintegrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nosdepoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançadoapaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todosos atos de nossas vidas.59. Palavra que transformaMaterial: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponjae uma vasilha com água.Desenvolvimento: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objetosomos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após vero que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último aesponja.Então refletimos: Como a Palavra de Deus age na minha vida? Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ouaprofunda? Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém? Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, massem guardar nada para si mesmo? Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendocontinuamos com água?Iluminação Bíblica: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.60. PareParticipantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: caneta e papel em brancoDescrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal,quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução dogrupo.O exercício processa-se assim:A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeletaem branco para cada membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverãoescrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, nomomento;O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las,processa-se a redistribuição;A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um irão ler em público o conteúdodas papeletas;Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.
    • 61. PartilhaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 15 minutos.Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante,juntamente caneta ou lápis.Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidianodentro da comunidade, da igreja.Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para omembro da esquerda do grupo.Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatose falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.62. Pessoas balõesParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 15 minutos.Material: Um balão cheio e um alfinete.Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas emdeterminados momentos de sua vida, se parecem com os balões:Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do quear;Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta quealguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se umbalão com um alfinete) "estourem".Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticase ofensas.63. PizzaParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cadaintegrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para simesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas, sexo, namoro,política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança,esportes, etc. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (depreferência a primeira letra do tema). Em seguida, cada integrante deve desenhar umcírculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cadatema. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidosanteriormente para os temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podemser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresenta seudesenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar
    • sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava dointegrante.64. Presente da alegriaParticipantes: 3 a 10 pessoasTempo: 5 minutos por participante;Material: lápis e papel;Descrição: O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: "muitas vezes apreciamosmais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados pornão sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisasmenores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazesde dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo";Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevamuma mensagem para cada membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cadapessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem paracada membro do subgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintamgrande simpatia.Na mensagem dirá:1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vezque você se dirige a uma pessoa", em vez de: "eu gosto de sua atitude", que é maisgeral;2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vezde um comentário que se aplique a várias pessoas;3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivoem todos;4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seussucessos, e faça a colocação sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eusinto";5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para serrecolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.65. Presente de amigoParticipantes: 10 a 30 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantesDescrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantese, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presentepequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos
    • capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, emborade grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequenopresente de alegria para alguns integrantes do grupo".Prosseguindo, o coordenadorconvida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seusubgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés decaracterísticas muito genéricas;c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;d) Ser na primeira pessoa;e) Ser sinceras;f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora.Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lidoas mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dosintegrantes.66. Riqueza dos nomesParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartazpara escrever as palavras montadas ou quadro-negro.Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador aandar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se dealguma forma, com algum gesto (aperto de mão, abraço, beijo no rosto e etc).Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos).Assim que pára a música, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatropessoas).Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina ecoloca nela seu nome (tira de papel também serve).Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes destepequeno grupo juntarão uma palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = AjudaAirton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = AmizadeColocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela esua importância na vida.67. Salmo da vidaParticipantes: 10 a 20 pessoasTempo Estimado: 45 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.
    • Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando osacontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiênciasde dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simplesacontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi àexperiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrerde suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração delouvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmosdeve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem serdivididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilharsua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração aogrupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e aexperiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podemser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção?Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência comDeus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmosredigidos com os salmos bíblicos.68. Semeando a amizadeParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho deSão Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devemestar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados emum local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa umcoração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leiturapreliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoaque deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que aspessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempopermitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.69. Sentindo o Espírito SantoParticipantes: indefinido.Tempo Estimado: 15 minutos.Material: Uvas ou balas .Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo.Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cadaum como ele acha que esta o sabor destas uvas.Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho queesta doce, que esta azeda, que esta suculenta etc.Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer.Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).
    • Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agirem nos.70. Ser igrejaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Uma folha em branco para cada um.Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidosformarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada nacatequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremoscoragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados porcausa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, osdescontentamentos.Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentara folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora sóresta silêncio.Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo ocentro da folha, formará uma flor.Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos aresponsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social,nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações.(leitura MC 3, 31 - 35).71. Temores e esperançasParticipantes: 25 - 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperançassobre qualquer coisa, e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, eessa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.A dinâmica segue assim:Formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bomque cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado.Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relaçãoao trabalho que será feito.Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará nacartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais.72. Tempestade mental
    • Participantes: Indefinido.Tempo Estimado: 1 hora;Material: Papel, caneta, cartolina;Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupoescolherá um secretário que anotará tudo;Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá críticadurante todo exercício, acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tantomelhor, deseja-se o maior número de idéias.1ª fase:O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navionaufragou, e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderásalvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª fase:Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida.Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores.3ª fase:No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma listaúnica das melhores idéias.4ª fase:Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formaruma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas.73. TerremotoParticipantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).Tempo Estimado: 40 minutos.Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoaspossam se movimentarDescrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cadagrupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outrae dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficarentre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa"e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio devetentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados.Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meiotenta tomar o lugar de alguém.
    • TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador evice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim comouma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casapensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nossentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão:Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia váriastrombadas. É muito divertido!!!74. Teste de resistênciaParticipantes: Indefinido.Tamanho: 30 pessoasTempo Estimado: 40 minutosDescrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiuum determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todosaceito. Para sua realização:Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vezimplacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o quelhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas"fotos" de cada indivíduo, quantos forem os participantes;Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedirque cada participante aponte os aspectos positivos, negativos e reticências do seucolega sentado à direita.75. A candidaturaParticipantes: grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: papel e caneta.Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalhamconosco.Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Porexemplo, ser presidente da associação de moradores, ser dirigente de um clubeesportivo, etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoaindicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura.O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz umasíntese de suas virtudes. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempodisponível, faz uma experiência da campanha prevista.O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como se sentiu, O grupo explica por queatribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.76. Troca de um segredoParticipantes: 15 a 30 pessoas.
    • Tempo Estimado: 45 minutos.Material: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cadaintegrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que estápassando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis nãosejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem serdobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. Ocoordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cadaintegrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definirqual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelocoordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa oproblema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve serrealizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ouperguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e assoluções apresentadas.Possíveis questionamentos:Como você se sentiu ao descrever o problema?Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?No seu entender, o outro compreendeu seu problema?Conseguiu por-se na sua situação?Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência dadinâmica?77. TubarãoParticipantes: Indefinido.Material: Um local espaçoso.Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamosdentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para umdeterminado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando", osparticipantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, equem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve-se escolher uma pessoacom antecedência para ser o tubarão).O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo donúmero de pessoas.Responder às seguintes perguntas:Quem são os tubarões nos dias de hoje?Quem é o barco?Quem são os botes?Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?78. A teia da amizade
    • Participantes: 20 pessoas.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã.Descrição: Dispor os participantes em círculo.O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola)de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo.Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que fazetc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir oque lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo.Após faze-lô, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, oque faz etc...Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e seconheçam. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior docírculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.Pedir para as pessoas dizerem:O que observaram;O que sentem;O que significa a teia;O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém podeocupar o seu lugar.79. A palavra – imãParticipantes: indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas.Descrição: Dispor os participantes em círculo.O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema doencontro. (Por exemplo:Escrever a palavra amor)Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier àcabeça sobre a palavra-chave.No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade quenecessita vir à tona algum dia.
    • 80. O barcoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Uma folha em branco para cada um.Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemosrepresentar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentosnós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para nãocorrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, epara isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas,televisão, inveja, etv.Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente.(Cortar a ponta do lado direito do barco)Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que estápesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco estápesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar aponta do lado esquerdo do barco)Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa féem Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nósvamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar aponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somostemos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença (colocar algumacoisa sobre o nosso dever de ser cristão)Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa emostrar a cruz sinal da certeza da nossa Salvação)Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhandoatravés da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nossobarco afunde. Temos que nos alimentar, e aui está o único e verdadeiro alimento paranossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha do barco queguardamos - mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia - está é a certeza queJesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquertempestade).
    • Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nósusamos dois remos e os outros dois remos são de Jesus que está sempre em todanossa caminhada nos ajudando.(leitura Mt 8, 23 - 27).81. Palavra chaveParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Bíblia.Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurarum versículo que se enquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citaçãoBíblica.Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná daGaliléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)Outras sugestões de palavras-chave:pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és Pedro")pobre, pobreza ("bem aventurados os pobres...")oração, oratório, templo, culto ("Jesus se afastava da multidão para rezar")criança ("deixai vir a mim os pequeninos)mulher ("tua fé te salvou")semente ("se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo")ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz")82. João BoboParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Pano para vendar os olhos de um meninoDescrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deveficar de fora.Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o JoãoBobo - de preferência um menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se abrincadeira para todos os participantes que ficaram na sala.A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo epara se deixar levar durante a brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.
    • Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro docírculo e a brincadeira começa! As pessoas devem empurrá-la devagar, de um ladopara o outro, brincando realmente de "João Bobo".Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a rodapara que o amigo que está no centro não caia. A pessoa vendada deve comentardepois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo ogrupo.Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre osmembros do grupo. Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e comDeus, pois se há um amigo com quem podemos contar, é Deus!83. Nome e significadoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso site)Descrição: Faça o donwload dos significados dos nomes que temos em nosso site. (ouentão procure em algumas bancas de jornal algum livro com os significados dosnomes).Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados.Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é osignificado.Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, esempre com o significado desencontrado.Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos denome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medidaque encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido montados.Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois,um a um lê em voz alta o seu nome e o significado para os demais.Você pode então promover uma conversa com os participantes:Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque?Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?Por que nosso nome é importante para nós?Será que Deus sabe o nosso nome?O que quer dizer o texto de Isaías "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que issotem de importante na nossa vida?
    • Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) - pesquisar naBíblia os seus significados, ets.84. Ser IgrejaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincandocom as bexigas um passando para o outro sem deixá-las cair no chão.Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumentaa dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar.Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes quea Igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem umlugar especial na Igreja. A Igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar noar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.85. Somos criação de DeusParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Caneta e papel para todos os participantesObjetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nestadinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida,e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um.Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve onome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de"palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos eos tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostariade fazer?Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que eleacrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processoumas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono. Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essapergunta: o desenho está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). Oque Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos, nos influênciam? (O queelas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores, amigos, acrescentamalgo a nós?)Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temosCristo como Salvador; desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura.Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (Deixar umminuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de"desenhá-los")
    • 86. Dois CírculosParticipantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas.Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menoso nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmonúmero de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para umlado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem pararà sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador dadinâmica achar interessante para o momento.Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também,misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.ABRE O OLHO-Participantes: 2ª pessoas.-Tempo estimado: 20 minutos.-Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos comjornais enrolados em forma de cassetete.-Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.-Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber umchinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acertamais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a"briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dosolhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficientepara que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retiraa venda do outro voluntário e encerra a experiência.-Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedadeatual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é convenienterefletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor xposicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-secom o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aosvoluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demaisparticipantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a vercom nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter osolhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política eeconômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daquelesque não enxergam?AFETO- Participantes: 7 a 30 pessoas
    • - Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Demonstração de Afeto.- Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.- Material: Um bichinho de pelúcia.- Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todosformem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrantedeve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficaratento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes sãoconvidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último,deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos decarinho, medo e inibição que tiveram.APOIO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Material: Nenhum.-Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.-Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em umpé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulopara a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.-Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair enão ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo donosso lado?APRESENTAÇÃO* Objetivos: - começar a integração do grupo: conhecer-se mutuamente;- quebrar o gelo desde o princípio;- demonstrar que todo membro do grupo é importante;- dar uma primeira idéia dos valores pessoais dos membros participantes;* Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas;* Tempo: 45 minutos;* Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento dequem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formampares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após aentrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação dapessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quemestiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretasconforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade dadinâmica.ARTISTA- Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Material: Lápis e papel.Modalidade: Deus em nossa vida.
    • -Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora dolugar.-Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cadaparticipante que desenhe com os olhos fechados uma:- Casa- Nessa casa coloque janelas e portas.- Ao lado da casa desenhe uma arvore.- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDOFICA FORA DO LUGAR.Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um porum.Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é únicaluz. Sem ela só há trevas.AS CORES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: A importância de ajudarmos aos outros.-Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentesCortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.-Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem osolhos.-O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depoisas cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser coladoscada um em uma parede da sala.-O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até otermino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempopara descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. Etudo isto sem poderem ser comunicarem.-E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, ondeiram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos quechegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.AULINHAObjetivo: desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese,clareza e de avaliação* Tamanho: 25 a 30 pessoas
    • * Tempo: 35 minutos* Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo* Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, éinibido e prolixo. Para isso o coordenador:- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durantedois ou três minutos;- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito aoexpositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;- A AULINHA permite diversas variações, tais como:A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertarem público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas, mas com umaintrodução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lidoB) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possalançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. Aseguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA,escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.A VELA E O BARBANTE- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Evangelização.- Objetivo: Tomar consciência da aliança entre si, o outro e Deus.- Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para sercolocada no centro do grupo.- Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo,numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estaramarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas detodos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em voltade sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outrapessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente.Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho deJoão, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andaránas trevas, mas possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido dadinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.A VELA E COPO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Objetivo: Mostrar que nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira dealguém ou de si mesma.-Material: Uma vela, fósforos e um como de vidro transparente.-Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar quese queime por alguns segundos.
    • -Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocarsobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.-Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quandoviram a experiência.CASTIGO-Material: Pedaços de papel e caneta.-Desenvolvimento:- Distribui-se um pedaço de papel para cada um.- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficarchateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e darum castigo a ela.- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vaidar o castigo, o castigo e o nome de quem vai realizar o castigo.- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é quevai realizá-lo.Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupotodo.Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.CHOCOLATE-Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turmaele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda(isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).- A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) ea fita adesiva. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com amão.- Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate coma boca, e se conseguir pode comer o chocolate.- A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existiráuma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma._ Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemosfazer as coisas sozinhos, cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmentepoderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedirajuda a alguém.COMPRIMIDO PARA A FÉ-Participantes: Indefinido.-Tampo Estimado: 25 minutos.
    • -Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles comenvelope tipo sonrisal)Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida docristão.-Descrição:1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagemao lado do primeiro copo com água.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceirocopo com água.6. Pedir que os participantes digam o que observaram.COMUNICAÇÃO GESTICULADA- Participantes: 15 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Comunicação Gestual.- Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.- Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para seremrepresentados através de mímicas.- Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através demímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em umintervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes devem procuraradivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância dacomunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dosintegrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender oque os outros pensam ou desejam fazer.CONHECENDO O GRUPO- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Objetivos Individuais.- Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, umsonho que se deseja realizar no decorrer da vida.- Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades quegostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova,atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deveiniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trintasegundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinhoda direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à
    • origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o querealmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenadorpode-se citar:* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldadesem alcançá-los;* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de quemaneira podemos ajudá-los;* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;* Outros.CONSTRUÇÃO DO BONECO-Participantes: Apenas 26 pessoas.-Tempo Estimado: 30 minutos.-Objetivo: Mostrar que tudo que é feito em equipe participativa fica mais bem-feito emelhor.-Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.-Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas emcasa um.-O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mastrabalhando em equipe. Parra isso, deverá trabalhar em um conto da sala onde nãopossam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.]-O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deveráconfeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte ea sua e nem mostrar (para que isto ocorra e recomendado que sentem longe um dosoutros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:1ª pessoa: cabeça.2ª pessoa: orelha direita.3ª pessoa: orelha esquerda.4ª pessoa: pescoço.5ª pessoa: corpo (tronco).6ª pessoa: braço direito.7ª pessoa: braço esquerdo.8ª pessoa: mão direita.9ª pessoa: mão esquerda.10ª pessoa: perna direita.11ª pessoa: perna esquerda.12ª pessoa: pé direito.13ª pessoa: pé esquerdo.-Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Osparticipantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irãoconfeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.-Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seusrespectivos bonecos. Conseqüências:
    • A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas eoutros membros de tamanho desproporcionais.-Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que nãoparticiparam dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.CRISTO NO IRMÃO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 20 minutos.-Modalidade: Deus nos outros.-Objetivo: Mostrar que Deus esta presente em todos.-Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definirclaramente as partes do corpo do Cristo.-Descrição:-O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fiquedo lado do outro.-O animador motiva as pessoas dizendo:Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala comvocê, à parte que ele mais demonstrou seu amor para com você.-OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.-O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.-Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento queJesus nos deixou? (Amar a Deus sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram noCristo, vocês irão beijar no irmão do lado.Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é JesusCristo.Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.CUMPRIMENTO CRIATIVO_ Participantes: Indefinido.- Tempo Estimado: 25 minutos.- Matéria: Musica animada.Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverãomovimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical.Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita peloapresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada paradamusical. Exemplo:-Com a palmas das mãos;-Com os cotovelos;-Com os joelhos;-Com as costas;
    • -Com o bumbum;-Com o NARIZ;-Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um climaalegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cadapessoa que procure em lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que arespiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo,sentar.-Plenário – Comentar o exercício:-O que foi mais difícil executar? Porque?-O que mais gostou?-O que pode observar?DESENHO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 20 minutos.-Objetivo: União do grupo, trabalho em equipe-Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, colae tesoura.-Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma partedo corpo humano, sem que os outros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vãoconseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folhade papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessavez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um devedesenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada amontagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quaisa dificuldades, etc.DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃOObjetivo: apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de umgrupo.* Tamanho: 25 pessoas.* Tempo: 15-20 minutos.* Material: lápis ou caneta, papel e cartolina* Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escrevao nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa dogrupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve ser assinado de forma legível;recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcandocom um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se como nome da pessoa que escolheu, indo em direção à escolhida.DIFICULDADE-Participantes: 30 pessoas
    • -Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade,principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo.-Tempo: 1 hora-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá umacópia do “abrigo subterrâneo” a todos os participantes, para que façam uma decisãoindividual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir,subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar umconsenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relataro resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se umhomem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que sópode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Façasua escolha, destacando seis somente.- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:- Um advogado, com 25 anos de idade;- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio.Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;- Uma prostituta, com 34 anos de idade;- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;- Uma universitária que fez voto de castidade;- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levarconsigo sua arma;- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;- Uma menina com 12 anos e baixo QI;- Um homossexual, com 47 anos de idade;- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.DIFICULDADE DE UM CONSENSO-Participantes: 30 pessoas.-Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade,principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo.-Tempo Estimado: 1 hora.-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá umacópia do “abrigo subterrâneo” a todos os participantes, para que façam uma decisãoindividual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir,subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar umconsenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relataro resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneo
    • Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se umhomem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que sópode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Façasua escolha, destacando seis somente.- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado;- Um advogado, com 25 anos de idade;- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio.Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;- Uma prostituta, com 34 anos de idade;- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;- Uma universitária que fez voto de castidade;- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levarconsigo sua arma;- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;- Uma menina com 12 anos e baixo Q. I;- Um homossexual, com 47 anos de idade;- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.DIMENSÕES DA LIDERANÇA* Objetivo: focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança.* Tamanho: 12 pessoas* Tempo: 1 hora* Material: moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo.* Descrição: este exercício pode ser feito logo após o anterior, mas pode também seradaptado a qualquer outro no qual é eleito um líder.- O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar aimportância de R$ 2,00 de cada membro do grupo. A seguir explicará que o dinheiroserá redistribuído pelo líder, na base de um múltiplo critério;- O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critériopara a redistribuição do dinheiro. Querendo, poderá formar subgrupos. O líder eleitonão tomará parte, mas poderá passar de grupo em grupo para observar. O critériopoderá incluir, por exemplo, os indivíduos mais votados, os que mais influenciaremna escolha do líder e outros;- Feitas às sugestões, caberá ao líder eleito fazer sua decisão, baseado ou não num doscritérios apontados. Todo critério é válido, exceto o de redistribuir o dinheiro, dando acada um a mesma importância;- O líder processará a redistribuição do dinheiro, explicando o critério que irá adotar,seguindo-se um debate em torno do exercício realizado.DRAMATIZAÇÃO* Objetivos: demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes; realizarum feedback de um participante com objetivo de melhor compreendê-lo.
    • * Tamanho: 30 pessoas.* Tempo: 30 minutos.* Descrição:- O coordenador apresenta o assunto da discussão;- Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que,nos próximos dez a quinze minutos, cada um procure identificar-se com o colega dadireita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;- Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitandoseu comportamento no grupo;- É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;- O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participantefaça a escolha do colega a ser imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.ENCONTRO DE GRUPOS* Objetivos:- melhorar as relações entre dois grupos- explorar a interação de grupos.* Tamanho: dois grupos com não mais de 15 pessoas.* Tempo: 1 horas* Material: folhas grandes de cartolina* Descrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numadas folhas de cartolina- Como o nosso grupo vê o outro grupo?- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deveráexpor a conclusão do subgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para prepararuma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo eserão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.ESPELHO- Participantes: 10 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Valorização Pessoal.- Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seusvalores.- Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la ointegrante veja seu próprio reflexo.- Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe sejade grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria dededicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade...com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quemestá sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com osmotivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua
    • vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão,inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos dereflexão, o coordenador deve continuar: “... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frentea frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida”.Em seguida, ocoordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (umpor vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar,continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto odebate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobreesta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.EVANGELHO EM PEDAÇOS- Participantes: 10 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Leitura da Bíblia e Debate.- Objetivo: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.- Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) comindicação do livro, capítulo e versículos.- Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo.Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa naBíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo.Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por elestransmitidas.EXERCÍCIO DA CONFIANÇA* Objetivos: acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo; estudar asexperiências da própria descoberta; desenvolver a autenticidade no grupo; dar a todosa oportunidade de falar e de escutar.* Tamanho: 25 a 30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.* Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre adescoberta pessoal e a importância do exercício; distribuir, uma papeleta para cadaum; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta, procurandoresponder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício feito.Exemplos de pergunta:1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre2. Que importância tem a religião na sua vida3. O que mais o aborrece4. Como você encara o divórcio5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente7. Qual a comida que você menos gosta8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante
    • 9. Qual é, no momento, o seu maior problema10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas11. Como estudante, quais as atividades em que participou12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo14. Você gosta do seu nome15. Quem do grupo você escolheria para seu líder16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento18. Qual o pais que você gostaria de visitar19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais efilhos20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.EXERCÍCIO DA QUALIDADEObjetivos: conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nasoutras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elasmesmas.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: lápis e papel* Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não asqualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá aoportunidade de realçar uma qualidade do colega.I. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qualdeverá escrever nela a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega dadireita;II. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Paraisso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;III. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida,embaralhada e redistribuída;IV. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá emvoz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo apessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderáescolher uma pessoa entre os participantes.V. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;VI. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vezcomo portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidadeque escreveu para a pessoa da direita;VII. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre omesmo.EXPLOSÃO DO COORDENADOR
    • * Objetivo: criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatizaçãoexagerada, a fim de sentir melhor as reações dos indivíduos.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 10 minutos* Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a umacerta altura do debate o coordenador para e diz “Vocês não estão se interessandosuficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento, essedesinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, estedebate!”, após esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentesprincipalmente reprovando a atitude do coordenador. Após o primeiro impacto ocoordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização paraver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reaçõesdas pessoas com reação a explosão do coordenador.Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.FILEIRA* Objetivo: conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobreo grupo.* Tamanho: 12* Tempo: 1 hora* Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas decartolina* Descrição:1. Primeira fase:- O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordemde influência que cada membro exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, osmesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverão executar a tarefa emsilêncio;- Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, paraser apreciado por todos;- A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício,bem como a colocação dos membros na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderáfazer algumas observações referentes ao exercício, ao comportamento dos indivíduosna sua colocação;- Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todosestejam satisfeitos em relação à colocação na fileira, de acordo com a influência quecada um exerce sobre o grupo.2. Segunda fase:- O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que navotação deverão dar um voto para aquele que será o líder, e doze votos para o últimocolocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possamexperimentar novas sensações que envolvem o exercício.- O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendoanotações escritas, tendo para isso dez minutos.
    • - Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até odesempate, devendo a ordem corresponder à influência que cada um exerce sobre ogrupo.- Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.GUIA DE CEGO- Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.- Tempo Estimado: 25 minutos.- Modalidade: Importância de Deus em nossa vida.- Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia.- Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência emcampo aberto.- Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas ocoordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhardesviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após estetempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:* Como vocês se sentiram sem poder enxergar?* Tiveram medo? Por quê? De quê?* Que acham da sorte dos cegos?Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia,que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudonovamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após estetempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:* Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?* Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?* É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Aofinal, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre osquestionamentos finais, a todos, pode-se citar:* O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?* Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira,ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)* Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus,Maria, família, educadores, amigos, etc.)* Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviçode um guia?* Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; Lc 15, 35-43; Jo 9,1-39). Quala semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e asociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja deconscientização?JOGO COMUNITÁRIO
    • -OBJETIVO: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outrosparticipantes.MATERIAL: uma flor.-DESENVOLVIMENTO: os participantes sentam-se em círculo e o animador temuma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome dapessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ouesquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo,gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seunome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto maisrápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.JOGO DA VERDADE* Objetivo: conhecimento mútuo; desinibição;* Tamanho: 25 pessoas* Material: relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas* Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado obom senso tanto de quem pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntáriopara ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que sejavisível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar apessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre areflexão sobre a experiência.JOGOS DE BILHETES- Participantes: 7 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Comunicação.- Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.- Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.- Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltadospara o lado de dentro do mesmo. O coordenador deve grudar nas costas de cadaintegrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o processo inicial, osintegrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, semdizer o que está escrito no bilhete. Todos devem atender ao maior número possível debilhetes. Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrantedeve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante devedizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O quefacilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduzno cotidiano? Sugestões de bilhetes:* Em quem voto para presidente? * Como se faz arroz?* Sugira um nome para meu bebê? * Sugira um filme para eu ver?* Briguei com a sogra, o que fazer? * Cante uma música para mim?* Gosto quando me aplaudem. * Sou muito carente. Me dê um apoio.
    • * Tenho piolhos. Me ajude! * Estou com fome. Me console!* Dance comigo. * Estou com falta de ar. Me leve à janela.* Me descreva um jacaré. * Me ensine a pular.* Tem uma barata em minhas costas! * Dobre a minha manga.* Leia a minha sorte. * Quanto eu peso?* Estou dormindo, me acorde! * Me cumprimente.* Meu sapato está apertado. Me ajude. * Quantos anos você me dá?* Quero um telefone. Que faço? * Me elogie.* Meu filho urina na cama. Que faço? * Me xingue.* O que faz o síndico de um prédio? * Sou sósia de quem?* Como conquistar um homem? * Veja se estou com febre.* Chore no meu ombro. * Estou de aniversário, quero meu presente.* Sorria para mim. * Me faça uma careta?JUVENTUDE E COMUNICAÇÃOObjetivo: Criar comunicação fraterna e madura.Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenhode um homem e uma mulher.Anotar na figura:Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo dasua vida.Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.Diante do coração: 3 grandes amores.Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.Colocar em plenário- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de simesmo? Por que?Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37.KARAOKÊ-Descrição: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: Aprender o nome de todos.-Material: Nenhum.-Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôsdeve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantorprincipal.-O coordenador deve dar inicio parra insenar e quebrar a timidez. O coordenadordeve cantar assim: “O meu nome é Exemplo: Jesus”, e todos devem cantar e dançar
    • assim: “O nome de dele é Exemplo: Jesus”. Todos devem cantar e dançar em ritmodiferente dos que já cantaram e dançaram.Exemplos: FORRO, LENTA, OPERA, PAP, PAGODE ETC.LÍDER DEMOCRÁTICO* Objetivos: conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicasde um líder democrático; possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentidode conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam o líderdemocrático;* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;* Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres,procurando enfatizar as características de cada um1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário,depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista, com novos voluntáriodemonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los enomeai-los um a um, explicando depois um a um.3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cadamembro, e discute-se sobre cada um.- Definições1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele emqualquer emergência.2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de talforma que cada um se sente importante e necessário no grupo.3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.4. Sempre pronto para atender.5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e osuperficial, entre o importante e o acessório.7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, semdominação.8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opiniãodaqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo assoluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente,proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.
    • 16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.- Qualidades:01. Seguro02. Acolhedor03. Desinteressado04. Disponível05. Firme e suave06. Juízo maduro07. Catalisador08. Otimista09. Previsor10. Confiança nos outros11. Dá apoio12. Eficaz13. Sociável14. Sincero15. Corajoso16. DemocráticoMAÇÃ- Objetivo: Avaliar nossos laços de amizade- Material: papel e caneta para cada um- Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que élevado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenadordistribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã emsua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo quenos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocaro nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.- Plenário:assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-mesempre?Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importantede que qualquer coisa?Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animamquando desanimo?Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos,fracassos e tentações?Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nosmomentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?Sou incondicional de quatro pessoas?Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
    • Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho,descanso ou planos?No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?- lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.- o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não podecaminhar por si mesmo.- os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que sejacurado por ele.- deixar-se servir pelos irmãos- uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.NOME PERDIDO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: Ver a importância de sermos conhecido pelo nome “Jesus chama cada umpelo nome”.-Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão paracolocar todos os crachás.-Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou nacaixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Estadeverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.-Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar!Porque terá que pagar uma prenda.OBSERVAÇÃO/AÇÃO* Objetivo: observar atentamente o comportamento do grupo de um participante paraposteriores observações.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: papel e caneta* Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro deobservação- o grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em umcírculo externo- o grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema,enquanto o de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa,quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímidoe não consegue se expressar- após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foiobservado e vivido.Exemplo: exemplos de coordenaçãoForma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador,utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou
    • não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro grupo paraexemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que ogrupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que nãoassume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é propostosem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenadordemocrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e “força” otrabalho em grupoPALAVRA ILUMINADA- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: Indefinido- Modalidade: Debate e Apresentação (opcional).- Objetivo: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado empassagens bíblicas.- Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a serdebatido.- Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa àapresentação pode ser eliminada da dinâmica.- Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luzda vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Osparticipantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos.O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa asua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estavasegurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo.Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelocoordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realizasucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar aogrupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo oconteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, osintegrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nosdepoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançadoapaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todosos atos de nossas vidas.PALAVRA QUE TRANSFORMA-OBJETIVO: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DEDEUS em nossas vidas.MATERIAL: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, umaesponja e uma vasilha com água.-DESENVOLVIMENTO:Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depoisse coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o
    • isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja. Entãorefletimos:- Como a Palavra de Deus age na minha vida?- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ouaprofunda?- Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?- Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, massem guardar nada para si mesmo?- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendocontinuamos com água?ILUMINAÇÃO BÍBLICA: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.PAREObjetivos: através de um teste surpresa, medir o grau de interesse, de participação, apreocupação atual, a motivação dos participantes; visa conscientizar o grupo acercadaquilo que se passa com os indivíduos participantes.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: caneta e papel em branco* Descrição: a técnica do “PARE” usa-se quando se nota pouco integração grupal,quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução dogrupo.O exercício processa-se assim:- A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se umapapeleta em branco para cada membro participante e, a pedido do coordenador, todosdeverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, defazer, no momento;- O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;- Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las,processa-se a redistribuição;- A seguir, a pedido do coordenador, todos, uma a um irão ler em público o conteúdodas papeletas;- Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.PARTILHA-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.-Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cadaparticipante, juntamente caneta ou lápis.-Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidianodentro da comunidade, da igreja.
    • -Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para omembro da esquerda do grupo.-Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatose falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.PESSOAS BALÕES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Material: Um balão cheio e um alfinete.-Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas.Em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões:Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta quealguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se umbalão com um alfinete) “estourem”.-Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticase ofensas.PIZZA- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Preferências Individuais.- Objetivo: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cadaintegrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para simesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas, sexo, namoro,política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança,esportes, etc. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (depreferência a primeira letra do tema). Em seguida, cada integrante deve desenhar umcírculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cadatema. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidosanteriormente para os temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podemser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresenta seudesenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinarsobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava dointegrante.PRESENTE DA ALEGRIA* Objetivos: promover um clima de confiança pessoal, de valorização pessoal e umestímulo positivo, no meio do grupo; dar e receber um “feedback” positivo numambiente grupal.
    • * Tamanho: 3 a 10 pessoas* Tempo: 5 minutos por participante;* Material lápis e papel;* Descrição:- O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;- A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: “muitas vezes apreciamosmais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados pornão sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisasmenores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazesde dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo”;- Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para queescrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. A mensagem visaprovocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;- O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem paracada membro do subgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintamgrande simpatia. Na mensagem dirá:1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: “gosto do seu modo de rir toda vezque você se dirige a uma pessoa”, em vez de: “eu gosto de sua atitude”, que é maisgeral;2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vezde um comentário que se aplique a várias pessoas;3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivoem todos;4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seussucessos, e faça a colocação sempre na primeira pessoa, assim: “eu gosto” ou “eusinto”;5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;- Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;- Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para serrecolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.PRESENTE DE AMIGO- Participantes: 10 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Avaliação dos Integrantes- Objetivo: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes- Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantese, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presentepequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermoscapazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, emborade grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequenopresente de alegria para alguns integrantes do grupo”.Prosseguindo, o coordenador
    • convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seusubgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés decaracterísticas muito genéricas;c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;d) Ser na primeira pessoa;e) Ser sinceras;f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora.Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lidoas mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dosintegrantes.RIQUEZA DOS NOMES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 30 minutos.-Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartazpara escrever as palavras montadas ou quadro-negro.-Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador aandar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.-Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se dealguma forma, com algum gesto (aperto de mão, abraço, beijo e etc).-Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos).Assim que pára a música, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatropessoas).-Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina ecoloca nela seu nome (tira de papel também serve).-Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes destepequeno grupo juntarão uma palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = AjudaAirton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade-Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre elae sua importância na vida.SALMO DA VIDA- Participantes: 10 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 45 minutos- Modalidade: Experiência de Vida.- Objetivo: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando osacontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências
    • de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simplesacontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi àexperiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrerde suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração delouvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmosdeve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem serdivididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilharsua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração aogrupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e aexperiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podemser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção?Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência comDeus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmosredigidos com os salmos bíblicos.SEMEANDO A AMIZADE- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Amizade.- Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.- Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.- Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelhode São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as floresdevem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estarcolocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vasorepresenta um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementesdescritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, quesimboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão.Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa.Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente porintegrante.SENTINDO O ESPÍRITO-Descrição: indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Objetivo: Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não provarmos esentirmos ele em nossas vidas.-Material: Uvas.-Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo.Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cadaum como ele acha que esta o sabor destas uvas.-Obviamente alguns iram descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho queesta doce, que esta azeda, que esta suculenta etc.
    • -Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer.Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agirem nos.SER IGREJA-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.-Material: Uma folha em branco para cada um.-Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.-Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidosformarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada nacatequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremoscoragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.-Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados porcausa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, osdescontentamentos.-Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentara folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora sóresta silêncio.-Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo ocentro da folha, formará uma flor.-Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.-Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos aresponsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social,nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações.(leitura MC 3,31 – 35).TEMORES E ESPERANÇAS* Objetivo: conscientizar o grupo sobre suas motivações, desejos e esperanças; suasangústias e temores.* Tamanho: 25-30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.* Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos eesperanças sobre qualquer coisa, e se tratando sobre um grupo de jovens isso tambémocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.A dinâmica segue assim:- formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.- Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bomque cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado.- Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relaçãoao trabalho que será feito.
    • - Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará nacartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais.TEMPESTADE MENTAL-Participantes: Indefinido.-Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema,evitando-se críticas e avaliações, até o momento oportuno; processar os resultados deuma sessão de tempestade mental;-Tempo Estimado: 1 hora;-Material: Papel, caneta, cartolina;-Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:1. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupoescolherá um secretário que anotará tudo;2. Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverácrítica durante todo exercício, acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia,tanto melhor, deseja-se o maior número de idéias.1ª fase:- O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navionaufragou, e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderásalvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª fase:- Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida.Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores.3ª fase:- No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma listaúnica das melhores idéias.4ª fase:- Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formaruma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas.TERREMOTO-Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobraum).-Tempo Estimado: 40 minutos.-Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoaspossam se movimentar-Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cadagrupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outrae dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficarentre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:1 - MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma"casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meiodeve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
    • 2 - PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficamparados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa domeio tenta tomar o lugar de alguém.3 - TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador evice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim comouma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...-Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casapensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nossentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão:Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia váriastrombadas. É muito divertido!!!TESTE DE RESISTÊNCIA-Participantes: Indefinido.-Objetivo: criar na pessoa a capacidade, o equilíbrio e a maturidade suficientes paraaceitar críticas, superar impasses, pessimismos, desânimos, censuras sociais e outras.-Tamanho: 30 pessoas-Tempo Estimado: 40 minutos-Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo jáatingiu um determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo portodos aceito. Para sua realização:- Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vezimplacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o quelhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;- Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas“fotos” de cada indivíduo, quantos forem os participantes;- Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderápedir que cada participante aponte os aspectos positivos, negativos e reticências doseu colega sentado à direita.TRABALHO EM EQUIPE* Objetivo: demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe.* Tamanho: 5 a 7 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta* Descrição:- A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva commáxima rapidez o problema da avenida complicada;- O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participanteuma cópia da avenida complicada;- Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com aajuda de toda a equipe;
    • - Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentarcada uma das cinco casa caracterizadas quanto à cor, ao proprietário, a condução, abebida e ao animal doméstico;- Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução doproblema;- Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participaçãodos membros da equipe na tarefa grupal;- O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membrosdos subgrupos para. Comentários e depoimentos.A avenida complicadaA tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver,com a máxima brevidade possível, o problema da avenida complicada.Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807e 809, da esquerda para a direita. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, peloproprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução que é de marcadiferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casasestão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casavermelha, O peruano tem um carro Mercedes-benz, O argentino possui um cachorro,O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão à mesma distância do cadilac e dacerveja, O gato não bebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky,A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola, A casa verde é vizinha da casadireita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagemcria coelhos, O chevrolet pertence à casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, Obrasileiro é vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, Oproprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carro chevrolet évizinho do dono do cavalo.TRÊS MISTURAR-Participantes: Indefinido.-Tempo estimado: 20 minutos.-Material: Três copos com água, um monte de areia, um pouco de óleo de cozinha eum pouco de vinho ou refresco vermelho.-Descrição: colocar no chão ou sobre uma mesa três copos com água. No primeiropedir para alguém misturar algumas gotas de óleo.No segundo copo alguém colocará um pouco de areia.No terceiro copo colocará um pouco de vinho.-O coordenador deve pedir aos participantes dizerem o que observaram. Pedir paracomparar os copos com a comunidade, o grupo e as misturas com os diferentes tiposde pessoas. O que significam?TROCA DE UM SEGREDO- Participantes: 15 a 30 pessoas.
    • - Tempo Estimado: 45 minutos.- Modalidade: Problemas Pessoais.- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cadaintegrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que estápassando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis nãosejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem serdobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. Ocoordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cadaintegrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definirqual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelocoordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa oproblema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve serrealizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ouperguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e assoluções apresentadas.Possíveis questionamentos:- Como você se sentiu ao descrever o problema?- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?- Conseguiu por-se na sua situação?- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência dadinâmica?TUBARÃO-Participantes: Indefinido.-Material: Um local espaçoso.-Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamosdentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para umdeterminado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando", osparticipantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, equem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolher uma pessoacom antecedência).-O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo donúmero de pessoas.Mensagem: Responder às seguintes perguntas:1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?2) Quem é o barco?3) Quem são os botes?4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?
    • MEMORIZAR NOMES (APRESENTAÇÃO)OBJETIVOS: Memorizar os nomes dos membros de um grupo. Integrar melhor ogrupo favorecendo o conhecimento mútuo.PROCEDIMENTOS: É bom que todos estejam em círculo.Cada um dirá seu próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicialseu nome. Por exemplo: Ricardo risonho.O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e apresenta-seacrescentando um adjetivo ao próprio nome. E assim sucessivamente. Por exemplo:Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno ....Ao final partilha-se a experiência: como cada um se sentiu ao dizer o próprio nome, oadjetivos, etc..AS FOTOGRAFIASOBJETIVOS: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a participaçãode todos com maior espontaneidade.MATERIAL: Fotografias que sejam realistas, não sejam personagens conhecidos,sejam grandes, todas em preto e branco ou todas coloridas.PROCEDIMENTOS: Espalhar as fotografias no chão e convidar as pessoas acircular em volta das figuras fazendo com que cada uma se fixe numa delas, a qualtenha com que se identifique.Definida a fotografia, cada pessoa pega sua foto e volta ao seu lugar de origem.Depois cada participante falará sobre sua escolha espontaneamente, sobre como afotografia se identifica com ele.Finalmente, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de novo com adinâmica conversando um pouco mais sobre o que foi vivenciado:Houve alguma revelação que surpreendeu alguém (ou que foi dito pela pessoa que seapresentou)?O que você sentiu no momento de escolher sua gravura?Gostaria de ter escolhido alguma que outra pessoa pegou?CONHECIMENTO PESSOAL: A COR DO SENTIMENTOOBJETIVOS: Identificar os próprios sentimentos e expressá-los, partilhando-os como grupo.MATERIAL: Guardanapos ou tiras de papel crepom de cores variadas.
    • PROCEDIMENTOS: Durante os primeiros cinco minutos o animador solicita àspessoas participantes que se concentrem, fechando os olhos, procurando umainteriorização e uma conscientização acerca dos próprios sentimentos no momento.Decorridos os cinco minutos, e abrindo os olhos, o animador pede que cada pessoa,em silêncio, escolha um guardanapo, relacionado a cor dele com os sentimentos domomento.Prosseguindo, formam-se subgrupos obedecendo às cores do guardanapo, resultandodaí grupos numericamente variados.Cada membro desses grupos irá explicar para o seu grupo o relacionamentoencontrado entre a escolha da cor do guardanapo e os seus sentimentos do momento,levando para este exercício de 15 a 20 minutos.Terminada esta etapa do exercício, todos se despedem uns dos outros, e o animadorsolicita que todos procurem expressar seus sentimentos do momento, através de umaforma dada ao guardanapo. O importante não é tanto se a forma dada ao guardanaposeja muito exata, mas o que esta forma representa.A seguir formam-se novos subgrupos, ajuntando os membros pela semelhança dasformas dadas ao guardanapo, e durante alguns minutos cada irá expor ao grupo osignificado do formato dado.Desfeitos os subgrupos, seguem-se, em plenário, os comentários acerca da vivênciadeste exercício.O ESPELHOOBJETIVOS: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seusvalores.MATERIAL: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser desilêncio e interiorização.PROCEDIMENTO: O coordenador motiva o grupo: “Vocês devem pensar emalguém que lhes seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você,a quem você gostaria de dedicar maior atenção em todos os momentos, alguém quevocê ama da verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todoseu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato comesta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada pôr você, que fazem dela ogrande sentido da sua vida...” (Deixar um tempo para esta interiorização)Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grandesignificado de sua vida.Em seguida, o coordenador orienta para que todos se dirijam ao local onde está acaixa (uma pôr vez). Todos deverão olhar o conteúdo e voltar silenciosamente paraseu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais.Finalmente, faz-se a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões decada um. É muito importante conversar sobre os objetivos da dinâmica.VALORES
    • OBJETIVOS: Reconhecer seus próprios valores e os valores dos outros. Partilha.MATERIAL: Cartões onde devem estar escritos valores, os mais diversos possíveis.PROCEDIMENTOS: Cada participante recebe um cartão com um determinado valor(de preferência, um valor que ele possa ter); por exemplo: otimismo, alegria,esperança, solidariedade, justiça, gratuidade, partilha, sinceridade, honestidade, etc..Alguns instantes de reflexão pessoal.Cada participante vai dizer então se possui ou não este valor apresentado pelo cartão,justificando-se.Ao final da dinâmica, é bom que cada um compartilhe como se sentiu no correr dadinâmica, com como os valores que descobriu em si e nos outros companheiros.AUTOCONFIANÇAOBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade dos diversos sentidos.MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para vendar os olhos.PROCEDIMENTOS: Formam-se duplas com todo o grupo.Em cada dupla, uma pessoa fecha os olhos e a outra a conduz para dar um passeiofazendo-a tomar contato com a realidade e objetos que a cercam, sem serem vistos.Se possível passar por situações diversas, como escada, gramado, no meio decadeiras, tocarem objetos, flores com cheiro, etc..Depois de 5 a 7 minutos, invertem-se os papéis.No final avalia-se a experiência, descobertas e sentimentos.Questões que podem ajudar: Como se sentiu ? Por que ? Como foi conduzido ? Foicapaz de identificar algo ? Que importância deu aos diversos sentidos ? Quandocaminhamos no dia-a-dia deixamos nos tocar pela realidade que nos cerca ? Comoreagimos diante de situações diversas como por exemplo diante de um policial, de umgrupo de meninos de rua, num ambiente escuro, quando acaba a energia, etc.? O queachou da dinâmica ?AUTO – RETRATOOBJETIVOS: Confrontar-se com a auto – imagem. Proporcionar maior conhecimentoe aceitação de si mesmo/a.MATERIAL: Papel e caneta ou pincel para todos.PROCEDIMENTOS: Pedir para cada pessoa desenhar a si mesma. Recusar desculpasde que não se sabe desenhar direito ou qualquer outra que seja. O importante é quecada um desenhe como sabe, mesmo que pareça engraçado. Inicialmente reagirãocom risadas, mas aos poucos cada um deverá expressar no papel como se vê.Quando todos tiverem concluído seu desenho, partilhar em grupos a experiência e odesenho.
    • No final avaliar como se sentiram fazendo a experiência. Como é a aceitação dopróprio corpo ? De que tem vergonha e por quê ? Como se sente agora, após mostraro desenho para os outros e partilhado os sentimentos ?O DESEJO MÁGICOOBJETIVOS: Identificar as preocupações e os interesses mais importantes do grupo,como base para uma maior compreensão e programação.MATERIAL: Papel e caneta. Quadro-negro e cartolinas.PROCEDIMENTOS: O coordenador formulará a seguinte pergunta : “Escreva trêscoisas que são mais importantes em relação a este grupo”. Em outras palavras:“Quais as três últimas coisas que você deixaria em relação a este grupo?”Durante cinco a oito minutos todos responderão, por escrito, a esta pergunta. A seguiro coordenador perguntará: “Se tivessem um desejo mágico e pudessem mudar trêscoisas em relação a este grupo, o que mudariam?”As respostas devem ser colocadas no verso da folha, usando para isso mais cinco aoito minutos. Nas discussão que seguir, todos poderão pronunciar-se, em primeirolugar, sobre os aspectos que não podem mudar, que já são positivos e é importanteconservar em relação ao grupo. E, logo após, sobre o desejo mágico.Discute-se, a seguir, sobre as coisas que precisam e poder ser mudadas imediatamenteno grupo.No final avaliam-se os sentimentos e encaminhamentos feitos para melhorar a vidado grupo.TROCANDO OS CRACHÁSOBJETIVOS: Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar àparticipação e ao movimento.MATERIAL: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.PROCESSO: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de formaque cada um receba o seu próprio nome.Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com osnomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome,deve trocar.Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá.Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que aindanão conhece do colega.Partilhar a experiência no grande grupo.RÓTULOS
    • OBJETIVOS: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, tentando julgá-las menos por seu conteúdo intrínseco e pessoal do que pela eventual “ embalagem “simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situação intelectual ou social, etc.MATERIAL: Crachás que sejam como rótulos para os participantes, com os dizeres:5. Sou engraçado: ria6. Sou tímido: ajude-me7. Sou mentiroso: desconfie8. Sou surdo: grite9. Sou criativo: ouça-me10. Sou pouco inteligente: ignore-me11. Sou muito poderoso: bajule-mePROCESSO: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis elementos.Cada participante receberá seu rótulo já colado na testa (de modo que ele não leiaantes e nem durante a dinâmica).Motivar todos a discutir soluções possíveis para algum problema determinado,contando que, durante a discussão levem em consideração o rótulo que cada um estáusando.Discutir o tema proposto, considerando o outro a partir do rótulo.Concluir a experiência avaliando e partilhando os sentimentos vividos e o que issotem a ver com nossa vida, como rotulamos as pessoas e como melhorar nossacomunicação.VIRAR PELO AVESSOOBJETIVOS: Despertar o grupo para a importância da organização, pois eficiêncianão é questão de força, e não há problema sem solução.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas.O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora ede costas para o centro do círculo sem soltar as mãos. Este detalhe é importante:ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém já conhece a dinâmica,deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo.O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo.Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como?Alguém toma a iniciativa e vai entrando no círculo até passar debaixo dos braços dapessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as outras pessoas sem soltaras mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, quetodos ficarão de costas formando um novo círculo ainda de mãos dadas.Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetiro mesmo processo. Serve para verificar se o grupo assimilou o aprendizado.Analisar a dinâmica. As questões abaixo poderão ajudar:12. O que viram?
    • 13. Como se sentiram?14. Foi fácil encontrar a saída?15. Alguém desanimou?16. O que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia?17. Nossa sociedade precisa ser transformada?18. O que podemos fazer? Como?DINÂMICA DO NÓOBJETIVOS: Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de umdeterminado problema. Criar novas expectativas com relação a algum problema dedifícil solução.MATERIAL: Toca-fitas e música a vontade.PROCESSO: Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. È importantelembrar que, sempre que for pedido para dar novamente as mãos, deverão repetirexatamente com estão: a mão esquerda para quem segura a mão esquerda e a direitapara quem segura a direita.Após esta observação, o grupo deverá, ao som de uma música, caminhar um pouco,livremente.A um sinal do animador, o grupo forma um único bloco no centro do círculo e, semsair do lugar, cada participante deverá dar novamente a mão direita para quemsegurava a mão direita e a mão esquerda para quem segurava a mão esquerda (comono início). Com certeza, ficará um pouco difícil à distância entre aqueles que estavampróximos no início, mas o animador tenta motivar para que ninguém mude de lugarou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.Assim que todos já estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pedeque voltem à posição natural, porém sem soltarem as mãos em silêncio. ( O grupodeverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-sesilenciosamente).Após algum tempo, se não conseguirem voltar à posição inicial, o animador “libera acomunicação” entre as pessoas e deixa mais alguns minutos. Caso ainda seja muitodifícil, o animador poderá subir numa cadeira e “assessorar o desamarramento”dando sugestões e mostrando os possíveis caminhos.Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentosexperimentados no início, no momento do nó e ao final, após desatá-lo.Nota: Sempre é possível desatar o nó completamente. Porém, se o grupo for muitonumeroso, pode se mais difícil. Portanto, sugerimos: se o grupo ultrapassar trintaparticipantes, poderão ser feitos dois círculos.O SALTOOBJETIVOS: Reforçar a memorização dos nomes dos membros do grupo. Energizare alongar, fisicamente, descontrair e desinibir .
    • MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Forma-se um grande círculo, todos em pé.Cada participante deve dar um impulso, correndo até o centro do círculo, saltar,dando um soco no ar e gritar o seu nome.Pode-se fazer repetidas vezes, em tons e formas diferentes, cada participante.No final, após todos terem se apresentado, saltam, juntos, gritando (cada um), o seunome, ao mesmo tempo.CARTAZOBJETIVOS: Favorecer a desibinição, aprofundar o conhecimento entre os membrosdo grupo e estimular a criatividade.MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estaráposicionado em círculo.Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – querepresente algo de si. Não importa que não se saiba desenhar; deve ser bastanteespontâneo.Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartazUma vez concluídos os cartazes, casa pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz,de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentação, nomee explicação do desenho.MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊOBJETIVOS: Promover a aproximação das pessoas do grupo, incentivar o diálogo enovas amizades.MATERIAL: Cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 15 cm,em número suficiente, de modo a não faltar prá ninguém.Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser parte de uma música,versículo bíblico, um pensamento, uma palavra apenas, etc.)Exemplos:“Eu sem você, só sou desamor.”“Você é especial para mim.”“Nada se compara à nossa amizade.”“Amigo é coisa prá se guardar...”Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.PROCESSO: Inicia-se com a distribuição das duas metades das cartelas, tendo ocuidado para que todos recebam.Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem suas metades.
    • À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o pontode partida é a frase escrita na cartela.Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falemsobre a experiência ( o que sentiram como foi o encontro, etc.).MINHA CARACTERÍSTICA MAIOROBJETIVOS: Favorecer a comunicação verbal, criar um clima de empatia eestimular o processo de conhecimento do outro.MATERIAL: Papel e lápis.PROCESSO: O facilitador explica que “todos nós temos características são maismarcantes e visíveis aos outros”.Distribuir papel e lápis, onde cada pessoa, escreverá uma frase que resume aquilo queela é e o que faz de melhor.Exemplo:(José) “ Sou um batalhador incansável pela justiça.”(Roberta) “ Sou sensível à miséria e não me canso de ajudar os pobres.”Fixar os papéis no peito, e todos, ao som de uma música (suave) passeiam pela sala,lendo as frases dos demais.Solicitar que formem pares ou tríades com as pessoas cujas frases lhes chamaram aatenção.Retornar após (mais ou menos) quinze minutos para o grupo maior, onde os membrosde cada dupla (ou tríade) apresentam um ao outro, salientando os aspectos positivosdo encontro.ROMPENDO O CERCOOBJETIVOS: Constatar as dificuldades existentes quando queremos ultrapassaralguma dificuldade, enquanto as pessoas ao nosso redor dificultam ainda mais ou nãoajudam.Observar a perseverança e resistência dos participantes, diante de uma situação depressão.Trabalhar um relacionamento.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, de modo que os membros fiquem com os braçosentrelaçados e firmes.Pedir um voluntário, sem dar explicações.Explicar que a dinâmica tem duas orientações básicas:O voluntário deverá tentar, por todos os meios, sair do círculo;Cabe aos demais, que estão firmemente no círculo, impedir que o voluntário saia.Pedir que o de dentro troque com outra pessoa, repetindo o procedimento maisalgumas vezes.
    • Ao final, seguem-se alguns comentários para reflexão do grupo:19. O que você sentiu ao ser voluntário, tentando sair do círculo e enfrentandotamanha dificuldade?20. Qual o sentimento do grupo? Houve vontade de ceder? Surgiu sensação desadismo? Compaixão?21. O que significa romper o cerco?22. O que isso tem a ver com a realidade do nosso dia-a-dia?23. Quais as palavras “mágicas” do relacionamento humano?POSSO ENTRAR?OBJETIVOS: Promover o entrosamento dos membros do grupo que estiverem mais“deslocados” e levar os participantes a refletirem sobre as razões que levam um grupoa ser “fechado”, de difícil acesso.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Uma vez percebido quem está deslocado no grupo, o facilitador orientaa formação de um círculo ( ou mais de um, se for o caso), onde os participantes ficamcom os braços entrelaçados fortemente.As pessoas que irão formar o círculo deverão ser convidadas uma a uma, justamentepara deixar de fora aquelas que irão tentar entrar no círculo.Após a formação do círculo, cada pessoa que estiver fora vai tentar entrar.A função dos que estiverem formando o círculo é não permitir, sob hipótesenenhuma, a entrada do “intruso” no círculo.Tendo conseguido ou não, o facilitador deve substituir a pessoa que tentou entrar nocírculo (se for mais de uma que ficou sentada), até que todas tenham participado.Ao final, todos sentam no chão e é aberto espaço para o questionamento:Quais os sentimentos experimentados durante o exercício?Qual a sensação de não ser escolhido para participar do círculo?O que você sentiu ao não conseguir entrar no grupo?O que você sentiu ao conseguir?Durante o questionamento, o facilitador deve (se não tiver acontecido) promover oentrosamento, de forma calorosa, dessa(s) pessoa(s) ao grupo.O PRESENTE DA ALEGRIA
    • OBJETIVOS: Exercitar a verbalização das qualidades do outro, num clima deconfiança pessoal e mostrar que um presente não tem que ser, necessariamente, algomaterial.MATERIAL: Papel e lápis.PROCESSO: estando o grupo sentado em círculo, inicia-se uma exposição sobre aimportância de dar e receber presentes: Queremos, com esta dinâmica, mostrar queum presente pode ser uma palavra , um gesto, um carinho, um incentivo, um beijo,enfim. Coisas do nosso comportamento para com os outros e que têm um valorincalculável.De modo que vamos dizer para a pessoa que está aqui conosco quais as qualidades.Quais os aspectos do seu comportamento, da sua maneira de ser que nós admiramos.Portanto, agora, cada pessoa escreverá na sua papeleta, de uma a três qualidades –algo que você percebe do seu nível de relacionamento ou que percebeu aqui no grupo– para a pessoa da sua direita.Orientar, também, que a papeleta não deverá ter destinatário nem remetente, ou seja,nem escrever o seu nome, nem o nome da pessoa para a qual você está escrevendo.É importante escrever uma mensagem que se enquadre bem na pessoa, ao invés deum comentário generalizado.O facilitador deverá recolher as papeletas, dobradas.Redistribuir as papeletas, de modo que nenhuma pessoa pegue a sua própria (todosdeverão ficar, nessa etapa, com as papeletas trocadas).Desse momento em diante, cada pessoa deverá ler o que está escrito na papeleta dasua mão, oferecendo como presente, a qualquer pessoa do grupo.Deve sair do lugar e dar um abraço nessa pessoa.Todas as pessoas do grupo oferecerão os seus “presentes” às demais.Uma pessoa poderá ter vários “presentes”.Alguém poderá não receber nada.Ao final, quando todos tiverem verbalizados o que escreveram, poderão ser feitosalguns comentários adicionais, sobre quais os sentimentos de cada um, em relação aoque aconteceu.ABRIGO SUBTERRÂNEOOBJETIVOS: Questionar sobre conceitos e valores morais, trabalhar a questão dopreconceito no grupo e exercitar uma atividade de consenso.MATERIAL: Caneta ou lápis e uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cadaparticipante.PROCESSO: Dividir o grupo em subgrupos de cinco pessoas.Distribuir uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante.Orientar que cada pessoa deverá proceder a sua decisão individual, escolhendo atéseis pessoas (da lista do abrigo) de sua preferência.
    • Em seguida, , cada subgrupo deverá tentar estabelecer o seu consenso, escolhendo,também, as suas seis pessoas.Ao final, o facilitador sugere retornar ao grupão, para que cada subgrupo possa relataros seus resultados.Proceder os seguintes questionamentos:Quais as pessoas escolhidas de cada subgrupo?Qual o critério de escolha/eliminação?Qual(is) o(s) sentimentos que vocês vivenciaram durante o exercício?Solução: Uma escolha livre de preconceitos seria promover um sorteio.ABRIGO SUBTERRÂNEOVocê está correndo um sério perigo de vida. Sua cidade está sendo ameaçada de umbombardeio. Você recebe a ordem de que deverá acomodar em um abrigo subterrâneoapenas seis pessoas , entretanto há doze precisando entrar no abrigo. Abaixo, estãoquais as pessoas e suas características. Faça a sua escolha. Apenas seis poderão entrarno abrigo:( ) Um violinista, 40 anos, viciado( ) Um advogado, 25 anos.( ) A mulher do advogado, 24 anos, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele.( ) Um sacerdote, 75 anos.( ) Uma prostituta, com 37 anos.( ) Um ateu, 20 anos, autor de vários assassinatos.( ) Uma universitária, 19 anos, que fez voto de castidade.( ) Um físico, 28 anos, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma.( ) Um declamador fanático, 21 anos , baixo QI.( ) Um homossexual, 47 anos, geólogo.( ) Um débil mental, 32 anos, que sofre de ataques epiléticos.( ) Uma menina, 12 anos, baixo QI.CÍRCULO E BEIJOOBJETIVOS: Promover a aproximação entre os participantes, quebrar preconceitos,estimular o toque e o afeto e exercitar a motricidade.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo de mãos dadas.Cada pessoa dirige-se, sem soltar as mãos, a uma outra pessoa do grupo, no sentidooposto e beija- a no rosto (ou não).
    • As pessoas com as quais ela está de mãos dadas resistem em acompanhá-la, puxando-a para trás, porém vão cedendo aos poucos (sensação de resistência e, ao mesmotempo, alongamento muscular).A pessoa escolhida dá continuidade à dinâmica, obedecendo ao mesmoprocedimento, até que todos tenham repetido o exercício.Ao final, sempre é bom o facilitador sugerir uma boa sessão de abraços.ESPELHOOBJETIVOS: Exercitar a percepção do outro, através do olhar, estabelecer empatia equebrar a resistência de proximidade.MATERIAL: Aparelho de som e cd ou fita de música instrumental.PROCESSO: Formar duplas, cujos membros devem se colocar frente a frente, e cadaum unirá a palma da sua mão à palma da mão do outro.Colocar uma música suave, instrumental.Orientar os participantes, dizendo-lhes que eles estão diante de um espelho e que irãopassar suas mãos ao longo de todo espelho.Fazer movimentos circulares bem alongados e abrangentes.Ficar olhando nos olhos do outro.Após alguns segundo, o facilitador sugere que cada dupla se despeça com um abraço.Procure outra pessoa e formar nova dupla, repetindo o exercício.Variação de procedimentos:Depois do período de várias trocas, o facilitador pode sugerir juntar duas duplas eestas farão o exercício a quatro; depois, um grupo de quatro se junta a outro grupo dequatro; os oito se juntarão a outro grupo de oito; até que , ao final, forme-se umcírculo único, criando uma sincronia nos movimentos. Na finalização, o facilitadorsugere que todos aplaudam, utilizando a mão do outro.RELÂMPAGOOBJETIVOS: Desfazer as “panelinhas” , formar novas parcerias e amizades edescontrair e “acordar” o grupo.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador solicita que peguem suas ‘bagagens” ( bolsas, material,pastas, etc.).“Observe e grave quem é a pessoa que está à sua direita e à sua esquerda.Vou contar, até cinco e todos deverão trocar de lugar, de modo que ninguém fiqueperto de quem estava antes.Quem se sentar por último paga uma prenda.”Quando estiverem novamente acomodados:“ Cumprimente e dê boas vindas ao seu novo vizinho.”
    • COSTA COM COSTAOBJETIVOS: Desencadear no grupo o processo de descontração.Facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposiçãopara os trabalhos grupais.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar duplas que devem ficar posicionadas costa com costa, bemjuntinha.Pegar as mãos um do uotro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo doparceiro sobre as costas.“ Ter cuidado com os limites e a idade do outro.”Dobrar para a direita e para a esquerda, também.Efetuar cada movimento mais de uma vez( pelo menos três).Soltar as mãos, sem descolar os corpos.Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada duplafiquem frente a frente, bem juntinhos.Juntar as mãos, palma com palma.Ir abrindo os braços, com as mãos coladas, bem devagar, forçando para frente (forçasopostas), ficando em forma de cruz (braços abertos).Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! “aproveite e abrace tantas pessoasquantas você queira e possa.”O MELHOR DE MIMOBJETIVOS: Proporcionar aos participantes uma auto-avaliação.Projetar a auto-imagem, utilizando criatividade e recursos lúdicos.Oferecer aos demais companheiros um pouco de si.Estabelecer empatia.MATERIAL: Cartolinas de cores variadas e suaves, revistas usadas, cola, tesouras,fita crepe, pincéis coloridos.PROCESSO: Etapa um ( início do evento)Colocar o material à disposição dos participantes e dizer-lhes que devem construir umcartaz, utilizando esses recursos e que retrate ou represente o melhor de cada um.Usar a criatividade e elaborar, com frases, figuras, aquilo – em forma de cartaz - quediga ou sintetize o melhor de vocês.Ao ser concluído, o facilitador orienta que cada participante deve fixar o seu cartaz naparede.Os cartazes deverão ficar fixados até o final do evento.Etapa dois (final do evento)O dono de cada cartaz deverá retirá-lo da parede e dizer para o grupo o que significa.
    • Em seguida, deve oferecer o seu “melhor de mim” a um dos participantes do grupo,ressaltando o quanto aquela pessoa é especial, por isso merece o seu cartaz.Escolher uma boa música de fundo para o momento de entrega de cartazes.Se for possível, comentar sobre o sentimento de ter sido escolhido e/ou de estarpreparando algo para alguém.EM BUSCA DO OLHAROBJETIVOS: Trabalhar o aprofundamento da integração do grupo.Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a umadistância razoável. Em seguida, pede-se que as pessoas se concentrem e busquemolhar para todos no círculo.O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontronão-verbal, até sintonizar numa pessoas cujo olhar lhe foi significativo.Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras,indo se encontrar no centro do grupo. Abraçam-se , tocam-se e cada uma irá secolocar no lugar da outra.O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém,podendo, ainda cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras sãoquebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabeao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais.Essa dinâmica também p e excelente para encerramentos de atividades grupais emque pessoas passaram algum tempo juntas.PAPEL AMASSADOOBJETIVOS: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar aexperiência vivenciada – o quanto foi válida e o quanto agregou de novo ao nível dosseus conhecimentos anteriores.MATERIAL: Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e agravação da música “Como uma onda” ( Lulu Santos ou Leila Pinheiro).PROCESSO: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, demensuração do nível de aprendizado do grupo”.Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis,e “venham para formarmos um grande círculo”.Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.
    • Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eramantes, ou seja, desamassem-nas”.Deixar a música tocar um bom pedaço.Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duasvezes... isso significa que, por mais simples, elementar ou superficial que umaexperiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-se algo novo com ela.Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel dassuas vidas nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no iníciodesse evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”Criar oportunidade para abraços e despedidas.TERRA, CÉU E MAROBJETIVOS: Aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e,naturalmente, descontrair.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador convida o grupo a formar uma fila única, uma atrás daoutra, alinhadas da menor para a maior.A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro deonde está o facilitador.Começa a orientação: “a fila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita éo CÉU e à sua esquerda é o MAR”.Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra... CÉU! Todos irão para o céu...MAR! Todos irão para o mar. Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendoexcluídos”.Aos vencedores (ou aos três finalistas) oferecer um prêmio.ESTOURANDO BALÕESOBJETIVOS: Este é um exercício de competição, onde vencer[á aquele queconseguir manter-se, até o final, com os balões cheios, presos à cintura (ou pelomenos um).MATERIAL: Balões coloridos, barbante.PROCESSO: Distribuir dois balões (bexigas) para cada participante.Distribuir, também, um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo àcintura, junto com os balões.Encher os dois balões e prendê-los ao barbante, um de cada lado da cintura.Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo ao mesmo tempo, osseus balões.
    • Deve-se utilizar, apenas, as mãos – evitar, portanto, objetos que possam provocaracidentes (palitos, unhas, alfinetes, etc.).BALÕES NO AROBJETIVOS: Excelente momento para integração do grupo, processo de reencontro ,congraçamento, celebração. É ideal para grandes auditórios.MATERIAL: Balões coloridos.PROCESSO: Distribuir um balão para cada pessoa (se possível prender cada balãocom um pedaço de durex sobre cada cadeira).Orientar para que todos encham os seus balões.O exercício consiste:Opção 1: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, apenas utilizando a cabeça.Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.Opção 2: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, utilizando uma das mãos.Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.Ao final, realizar um momento de celebração, estourando os balões ao mesmotempo.O FEITIÇO CAIU EM MIMOBJETIVOS: Exercício de integração do grupo, Podendo no entanto, ser utilizadaem grupos já conhecidos, objetivando o lazer e a descontração.MATERIAL: Tiras de papel e lápis para cada participante.PROCESSO: Orientar para que todos fiquem sentados em círculo.Distribuir papeletas e lápis para cada participante.“Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho dadireita fizesse. Pode ser qualquer coisa : imitar alguém, cantar uma música, imitar umanimal, etc.”“Você deve escrever o seu nome”Recolher todas as papeletas, dar o mote: “Aquilo que você não quer para si, não devedesejar para os outros... portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vaiexecutar é você”!Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.RETIRANDO AS CADEIRASOBJETIVOS: Exercitar a agilidade, percepção e, quem sabe, até o preconceito(sentar um no colo do outro?!... isso não vai dar certo!).
    • MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo com cadeiras, todas voltadas para fora.A quantidade de cadeiras deve ser o equivalente ao número de participantes menosuma.Sugerir que todas as pessoas fiquem circulando ao redor das cadeiras, ao som de umamúsica bem ritmada.Quando a música parar, todos procuram sentar; sobrará alguém, que deverá assentar-se, de alguma forma – ninguém pode ficar em pé fora do círculo.Volta a música, o grupo reinicia a caminhada circular e o facilitador tira mais umacadeira... pára a música e todos procuram sentar de novo.A cada etapa repete-se o procedimento, até que só exista uma cadeira.Afinal, este é o desafio: um objetivo único para todos. Criatividade, companheirismoe determinação são ingredientes imprescindíveis para aplicação desta técnica.O PRESENTE/ EU GOSTO DO FULANO PORQUE....OBJETIVOS: Excelente para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoçoou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental).MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, comcadeiras.Sugerir que todos guardem o seu material, tudo o que estiver sobre as cadeiras ou nocolo, não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas, porque “ issoaqui vai virar uma grande confusão.Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.Proceder o início do exercício dizendo que “sempre ficará alguém sobrando, uma vezque foi retirada uma cadeira”.“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:“Eu trouxe um presente para pessoa que....” ou “Eu gosto de (Nome da pessoa)porque está usando...” Exemplos de opções:...estiver de jeans....usa óculos....tem duas orelhas....usa brincos.Usar de toda criatividade possível.Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito, devem trocar de lugar,rapidamente, inclusive a que estiver no centro ; sempre sobrará alguém, que deverácontinuar a brincadeira.As pessoas que sobrem no centro, a partir de duas vezes, pagarão uma prendaespecial (imitar um animal, dançar uma música), ao final ao critério do grupo.
    • CAIXINHA DE SURPRESASOBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.MATERIAL: Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamentealgumas tarefas engraçadas, som com cd ou gravador.PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até queo som da música pára simultaneamente.Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirarde dentro da caixinha uma papeleta coma tarefa e executá-la.Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.LARANJA NO PÉOBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espíritode solidariedade.MATERIAL: 2 laranjas.PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cadafila, que procurará passar a laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa eassim por diante.Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempoque for preciso.Será vencedor o grupo que terminar primeiro.VOCÊ ME AMA ?OBJETIVOS: Outra técnica boa para ser aplicada após intervalos longos, utilizando-se do mesmo princípio da técnica O presente.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, comcadeiras.Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará:Por quê ? O outro responderá alegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex:Porque você usa tênis.No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiveremusando também, deverão mudar de lugar, inclusive o voluntário.
    • O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outrapessoa: “Você me ama?” “Sim, amo você.” “Por quê?” “Porque você usa óculos”....e assim por dianteVOU PRÁ ILHAOBJETIVOS: Exercitar a percepção do grupo.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Iniciar com o seguinte mote – “Eu vou prá ilha e vou levar comigo umabicicleta... o que é que você leva?”Cada participante terá que descobrir que só entra na ilha quem levar algo ou alguémque comece com a letra “b”. O facilitador pode repetir a mesma regra, ou seja,utilizando palavras que comecem com “c” ou “f”. Aqueles que forem acertando, nãodevem revelar para o vizinho. É importante que cada um “saque” e perceba.Variações:“Eu vou prá ilha e vou levar um óculos... o que é que você leva?” A regra agora éalgo que o vizinho da direita esteja usando (se estiver sendo usada a ordem daesquerda para a direita).“Eu vou prá ilha e vou levar um caqui ... o que é que você leva?” A regra agora équalquer palavra que comece com a primeira letra do nome da pessoa (C de Celso, Mde Milton).Ao final, faz-se a revelação e conversa-se sobre o exercício, tirando-se as conclusõesque forem convenientes para o momento. As pessoas que não conseguiram acertarnão significa, necessariamente, que não têm percepção ou que têm menos que asdemais.Basta botar a mente para criar e poderão surgir as melhores idéias: palavras com amesma inicial, algum objeto que esteja na sala, etc.CRUZADA OU DESCRUZADAOBJETIVOS: Outra técnica para exercitar a percepção do grupo.MATERIAL: Uma tesoura.PROCESSO: Formar um círculo, com o grupo assentado em cadeiras.O facilitador mostra uma tesoura e diz que irá passá-la para o vizinho, que passarápara o outro vizinho e, assim, até chegar ao último.Ao passar a tesoura, cada pessoa deve verbalizar a palavra “CRUZADA” ou“DESCRUZADA”.A tesoura pode estar aberta (descruzada) ou fechada (cruzada).O segredo, na verdade, está na posição das pernas do vizinho:
    • Quando for dito cruzada, mesmo que a tesoura esteja fechada, se as pernas dovizinho, para quem estiver sendo passada a tesoura, estiverem descruzadas, será dita apalavra “descruzada” e , assim por diante.O REPOLHOOBJETIVOS: Esta é uma forma bem criativa para mensurar o nível de conhecimentodas pessoas, em relação a determinado assunto ou tema.MATERIAL: Elaborar previamente , questionamentos (perguntas, afirmativas, paraas pessoas concordarem ou discordarem, etc.) em folhas de papel – um em cadafolha. Enrolar cada folha, uma pós outra, de modo que todas fiquem como queenvolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um “repolho”.PROCESSO: Formar um círculo, e começar a passar o “repolho”.Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo.Parando a música, quem estiver com o “repolho” na mão deverá retirar a primeirafolha, ler o que está escrito e responder.Senão souber a resposta, passa para o próximo.E, assim. Sucessivamente, até que a última folha seja respondida.Variação desta dinâmica:Pode-se dividir em dois grupos e ao invés de passar para o vizinho, passa-se para ogrupo oponente.FORMANDO GRUPOSOBJETIVOS: Esta é uma forma aquecida para preparar e, até mesmo, estimular osparticipantes – principalmente os mais sonolentos – para o estudo de algum tema outópicos de alguma apostila. Pode-se utilizar esta dinâmica para formação desubgrupos de projetos, de modo que sejam evitadas as ”panelinhas”.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO:(opção 1)Formar um círculo, numerar os participantes, supondo que se queira formar cincogrupos: 1,2,3,4,5...1,2,3,4,5....1,2,3,4,5....Ao final, com todas as pessoas tendo recebido um número, orientar que sejamformados os grupos: “ Todas as pessoas que tem o número um, ficam neste canto....as que têm o número dois, ficam naquele canto... etc.(opção 2)O facilitador coloca no chão (ou numa mesa ou cadeira) cartelas com cores variadas,de modo que seja na quantidade de participantes do grupo.
    • As cartelas devem ser em quantidades iguais ( ou quase iguais, considerando quandoo grupo for ímpar).Todas as cartelas deverão estar viradas para baixo, não permitindo que osparticipantes vejam as cores.Sugerir que cada pessoa pegue uma cartela e fique com ela.As pessoas que estiverem com as cartelas vermelhas formarão um grupo, as queestiverem com as cartelas amarelas outro, e assim por diante.Orientar que cada grupo nomeie um relator para a apresentação do resultado do grupo(se for o caso).MURALOBJETIVOS: Esta é uma dinâmica baseada nos fundamentos da Andragogia(educação de adultos). É uma forma bem dinâmica e eficaz para assimilação dedeterminados conteúdos e conceitos.MATERIAL: Texto para leitura, cola, tesoura, cartolinas, lápis coloridos, revistas,pincéis atômicos, etc.PROCESSO: Inicialmente, distribuir o texto ou material de leitura, onde seráembasada a elaboração do mural.Separar a turma em pequenos grupos, de até seis participantes.Orientar para que cada pessoa faça uma leitura bem geral, destacando os aspectosmais significativos do texto (ou material recebido).Em seguida, fazer os destaques junto com o grupo, de modo a estabelecer umconsenso.Utilizando o material recebido e toda a criatividade possível, elaborar um “CartazAndragógico”, representando a idéia central estabelecida pelo grupo.Podem ser acrescentados títulos, frases de legenda, desenhos à mão livre, etc.Cada grupo, ao final, elegerá um relator e fará sua apresentação.BRAINSTORMINGOBJETIVOS: Esta é uma forma andragógico-construtivista (educação de adultos),onde o facilitador procura explorar o máximo a experiência acumulada e o interessedos participantes. Tem por objetivos estimular o interesse pela novidade, pelaaventura de criar algo, criar clima esportivo, agradável e provocante, de expectativa.Criar diretrizes e normas e aglutinar as melhores idéias.MATERIAL: Flip-chart e pincéis coloridos, lápis e papel.PROCESSO: Definir o tema-assunto.Escolher alguém ou solicitar um voluntário (ou o próprio facilitador) para fazer asanotações no flip-chart.Instigar os participantes a falarem sobre o assunto ou questionamento proposto.
    • Efetuar, em voz alta, com o grupo, a leitura do que foi gerado.Normas do exercício:Ninguém julga ninguém. Ninguém critica ninguém.Elimine a autocrítica: todos podem errar.Vale mais errar do que omitir-se e calar.Quanto mais idéias melhor.Seja breve.Variação da dinâmica:Ao invés da atividade falada, proposto o problema, cada um escreve numa folhadurante dois ou três minutos, todas a soluções que lhe ocorre. Depois as folhascomeçam a circular. Cada um lê as soluções de cada folha, e acrescenta outras.O AVESTRUZOBJETIVOS: Ilustrar formas de comunicação – estilo autoritário ou participativo. Érealizada em duas etapas.MATERIAL: Papel em branco e caneta.PROCESSO: O exercício é desenvolvido em duas etapas, na primeira, o facilitadordemonstra muito autoritarismo. Na segunda etapa, já demonstra flexibilidade, fluidezna comunicação e bom relacionamento com as pessoas.Primeira etapa:Iniciar de forma autoritária: “Estou trazendo uma recomendação da Diretoria, paraser realizado um projeto dentro das diretrizes que passarei a colocar para todos, apartir de agora... todas as orientações estão muito claras, foram feitas com a maiscriteriosa segurança, portanto não aceito questionamentos, nem perguntas... tudo estámuito claro!”“Vamos portanto, às orientações do projeto:24. No centro da sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cmde diâmetro.25. Na parte interna, superior, à direita, desenhe o sinal matemático “maior que”,tendo, aproximadamente, 0,5 cm (meio centímetro) de raio.26. Tocando a linha externa, direita, do elipse, iniciar duas retas paralelas,ascendentes, levemente inclinadas para a direita, com uma distância entre si de 0,7cm (zero, vírgula sete centímetros) e 2,5 cm de comprimento.27. Ligada (ou tocando) a parte superior das duas retas, desenhe um círculo com –mais ou menos – 1 cm de diâmetro.28. Dentro do círculo, desenhe um outro círculo, bem menor com – mais ou menos –3mm de diâmetro.29. Inicie na parte inferior externa, um pouco à direita, do círculo maior duas retas de0,5 cm (meio centímetro), cada que se juntarão formando um vértice.
    • 30. Tendo como vértice a parte externa, esquerda, do elipse, inicie três retas de 0,7 cm(zero, vírgula sete centímetros), de modo que uma fique reta, uma inclinada para cimae a outra inclinada para baixo.31. Iniciando na parte inferior, externa, do elipse, tocando-o, desenhe duas retasdescendentes, paralelas entre si em 2 cm e comprimento de 3 cm.32. Tendo como vértices as extremidades inferiores das retas, inicie em cada um dosvértices, três retas de 0,5 cm – a primeira é extensão da reta maior e as outras duas,uma inclinada para a direita e a outra inclinada para a esquerda.Segunda etapa:Iniciar de forma bem descontraída, dizendo que “ Vamos realizar um projeto e precisoda ajuda de todos vocês. Portanto, vou transmitir algumas diretrizes que recebi daDiretoria, mas que poderemos fazer os ajustes que forem necessários para que oprojeto seja um sucesso. Daí, gostaria de ter a participação e a crítica de todos vocês.Vamos lá?”“No centro de sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm dediâmetro”.Com certeza surgirá a pergunta: “ O que é um elipse? “ “É um círculo oval, meioinclinado”.A partir daí, todas as etapas, de 1 a 9 serão repetidas, porém sendo demonstradas etiradas todas as dúvidas.Com certeza, a construção do “projeto” será bem mais participativa e mais fácil,surgindo assim. A figura do avestruz.O JOGO DOS QUADRADOSOBJETIVOS: Levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação,comunicação clara, formas de tratamento, flexibilidade e negociação.MATERIAL: Envelopes com os jogos do quadrado.PROCESSO: Formar cinco grupos.Preparar os envelopes, previamente, de modo que o de número 5 fique normal (todasas peças juntas) e que nos outros quatro as peças sejam embaralhadas, misturadasentre os envelopes.Distribuir os envelopes, aleatoriamente, pedindo que “não abram, ainda.”“ Da atenção de vocês, dependerá quase 100% da eficácia desse exercício.”“Se alguém já conhece o método ou o resultado desta atividade, por favor, nãorevele... deixe que as pessoas descubram.”O facilitador pode utilizar as pessoas que, porventura, conheçam a dinâmica, parafazerem o papel de observadores.Proceder as instruções: “Quaisquer outros aspectos que não estiverem enquadradosnas regras que vamos lhes passar serão permitidos.”Regra nº1: “Não pode falar! Qualquer outra forma de comunicação , que não sejaverbal é permitida.”
    • Regra nº 2: “Não pode rasgar, dobrar, amassar, quebrar ou riscar nenhuma das peçasnem o envelope.”Regra nº3: “Vocês vão construir, cada grupo, um quadrado, com o material que estádentro do envelope de vocês.”Se os grupos não perceberem que terão de efetuar a troca, o facilitador pode dizerdepois de algum tempo: “Nem sempre a solução para os nossos problemas está emnossas mãos!” ... até que todos se movimentem, em silêncio, e concluam o exercício,formando cinco quadrados.Os quatro grupos que estão trocados ficam intrigados porque um grupo terminou tãorápido (justamente o grupo que não estava com as peças trocadas).Depois que todos tiverem terminado, voltar ao grupão original e proceder oscomentários, sentimentos e aprendizado.O GRÁFICO DA MINHA VIDAOBJETIVOS: Dar a todos os participantes uma oportunidade de fazer um feedbackde sua vida. Todos poderão expressar suas vivências e sentimentos ao grupo.MATERIAL: Folhas de papel em branco, lápis ou caneta.PROCESSO: O animador do grupo inicia explicando os objetivos do exercício. Aseguir, distribuirá uma folha em branco para cada participante. Todos procurarãotraçar uma linha que, através de ângulos e curvas, represente fatos da própria vida. Osfatos podem limitar-se a um determinado período da vida: por exemplo, os últimostrês meses ou o último ano.O gráfico pode expressar vivências e sentimentos do tipo religioso, familiar, grupalou social.A seguir, um a um irá expor ao grupo seu próprio gráfico, explicando os pontos maisimportantes.Terminado o exercício, seguem-se os comentários e depoimentos dos participantes.OUTRAS FORMAS33. Descrever cinco acontecimentos mais marcantes da própria vida, e apresentá-losao grupo, em ordem de sua importância.34. Descrever com dez palavras os traços da própria personalidade que mais marcama vida.35. Que epitáfio você gostaria para seu túmulo?EFICIÊNCIA DE UM TRABALHO DE EQUIPEOBJETIVOS: Demonstrar rapidez num trabalho de equipe. Desenvolver agilidademental e capacidade de raciocínio e desenvolver a imaginação e a criatividade.MATERIAL: Uma cópia da “corrida de carros”, lápis ou caneta.
    • PROCESSO: Dividir os participantes em diversos grupos de cinco a sete membroscada.A tarefa de cada grupo consiste em resolver na maior brevidade possível, o problemada “corrida de carros” , conforme explicação na folha, que será entregue a cadagrupo.A seguir, lê-se, em voz alta, o conteúdo da folha e inicia-se o exercício.Todos os grupos procurarão resolver o problema, com a ajuda da equipe.Obedecendo às informações constantes da própria “corrida de carros”, a solução finaldeverá apresentar a ordem em que os mesmos carros estão dispostos com a respectivacor, conforme chave anexa.Será vencedor da tarefa o grupo que apresentar por primeiro a solução do problema.Terminado o exercício, cada grupo fará uma avaliação acerca da participação dosmembros da equipe, na tarefa grupal.O animador poderá formar o plenário com a participação de todos os membros dosgrupos, para comentários e depoimentos.SOLUÇÃO DA CORRIDA DE CARROS36. O Shadow, cor azul.37. O Mclaren, cor verde.38. O March, cor vermelha.39. O Ferrari, cor creme.40. O Lola, cor cinza.41. O Lotus, cor amarela.42. O Isso, cor preta.43. O Tyrrell, cor marrom.CORRIDA DE CARROSOito carros, de marcas e cores diferentes, estão alinhados, lado a lado, para umacorrida. Estabeleça a ordem em que os carros estão dispostos, baseando-se nasseguintes informações:44. O Ferrari está entre os carros vermelhos e cinza.45. O carro cinza está a esquerda do Lotus.46. O Mclaren é o segundo carro à esquerda do Ferrari e o primeiro à direita do carroazul.47. O Tyrrell não tem carro à sua direita e está logo depois do carro preto.48. O carro preto está entre o Tyrrell e o carro amarelo.49. O Shadow não tem carro à esquerda: está à esquerda do carro verde.50. À direita do carro verde está o March.51. O Lotus é o segundo carro à direita do carro creme e o segundo à esquerda docarro marrom.
    • 52. O Lola é o segundo carro à esquerda do Iso.SOLUÇÃO CRIADORA DE UM PROBLEMAOBJETIVOS: Observar atitudes grupais na solução de um problema e explorarinfluências interpessoais na solução dos mesmos.MATERIAL: Papel, lápis ou caneta.PROCESSO: O animador esclarece que se trata da solução criadora de um problema,para o qual deve ser procurado um consenso. Todos deverão prestar atenção acerca doprocesso da discussão, pois no final será analisado pelo grupo.A seguir, o animador expõe o problema a ser solucionado pelos grupos, durante dezminutos: “Anos atrás, um mercador londrino teve o azar de ficar devendo uma grandesoma de dinheiro a outra pessoa, que lhe fez um empréstimo. Este se encantou pelajovem e linda filha do mercador. Propôs-lhe então um acordo. Disse que cancelaria adívida do mercador, se pudesse desposar-lhe a filha. Tanto o mercador quanto suafilha ficaram apavorados. Aí a pessoa que havia emprestado o dinheiro propôs que sedeixasse a solução do caso à Providência. Para tal, sugeriu colocarem um seixo pretoe outro branco dentro de uma bolsa de dinheiro vazia, e a moça deveria então retirarum dos seixos. Se retirasse o seixo preto tornar-se-ia sua esposa e a dívida de seu paiseria perdoada. Se retirasse o seixo branco, permaneceria como pai e mesmo assim adívida seria perdoada. Mas, recusando-se a retirar o seixo, o pai seria atirado naprisão e ela morreria de fome. O mercador concordou, embora constrangido. Elesestavam num caminho cheio de seixos, no jardim do mercador. O credor abaixou-separa apanhar os dois seixos e ao fazê-lo apanhou dois pretos e colocou-os na bolsa dodinheiro, que foi visto pela moça. Pediu então à moça que retirasse o seixo queindicaria não só a sua sorte, como também a de seu pai.” Cabe então ao grupoencontrar a solução que a moça encontrou para poder continuar em companhia de seupai e Ter a dívida perdoada.Solução: A moça do conto meteu a mão na bolsa e retirou um seixo. Porém, antes deolhá-lo, desajeitada, deixou-o cair no caminho onde ele logo se perdeu no meio dosoutros.Após dez minutos, o animador pede aos grupos a solução encontrada e solicita queexpliquem o processo usado para chegar a conclusão.Enquanto todos não tiverem encontrado a solução, pode-se continuar o trabalho,ficando os grupos, que terminarem como observadores, sem interferir nos debates.A seguir, forma-se o plenário para comentários acerca do comportamento dosmembros do grupo de discussão, focalizando as atitudes de:53. membros que pouco participaram;54. pessoas que dificilmente aceitaram as idéias dos outros;55. elementos que ficaram nervosos, inseguros durante o debate;56. demonstração de inibição, etc.CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER
    • OBJETIVOS: Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisãogrupal e explorar valores que caracterizam um líder.MATERIAL: Uma cópia das características de um líder, para cada participante , lápisou caneta.PROCESSO: O animador, caso o número de participantes for acima de doze, formarágrupos para facilitar o trabalho, distribuirá uma cópia das características de um líder.Durante um tempo, todos procurarão fazer a seleção das características, colocando-asem ordem de prioridade.Uma vez terminado o trabalho individual, a animador determina que se faça umadecisão grupal. Em casa grupo se fará a indicação de um relator, a quem cabe anotar adecisão do grupo, para posteriormente ser relatado no plenário.Numa discussão final, todos os relatores dos grupos apresentam em plenário oresultado da decisão grupal.RELAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDERAbaixo há uma lista de doze características de um líder. Seu trabalho será deenumerar essas características, colocando nº 1, para aquela característica que no seuentender é a mais importante, nº 2, para a segunda característica mais importante, atéo nº 12, para aquela que no seu entender é menos importante para um líder.57. Mantém a ordem durante todo o tempo da reunião.58. É amigo e social.59. Tem idéias novas e interessantes: é criativo.60. Sabe escutar e procura compreender as outras pessoas.61. Procura fazer entender a todos.62. É firme decidido.63. Admite abertamente seus erros.64. Promove oportunidade para que todos membros ajudem na solução dosproblemas.65. Sabe elogiar com freqüência e raras vezes critica negativamente.66. Gosta de conciliar.67. Segue rigorosamente as regras e procedimentos.68. Nunca manifesta rancor e insatisfação.NECESSIDADES INDIVIDUAIS NO TRABALHO NA CASA ESPÍRITAOBJETIVOS: Conscientizar os indivíduos acerca de suas necessidades pessoais ecom estas variam em intensidade, permitir que os participantes do grupo descubram orelacionamento existente entre as suas necessidades e suas oportunidades deencontrá-las e valorizar a teoria que relaciona as necessidades pessoais com as dacasa espírita.MATERIAL: Folha de papel em branco, lápis, quadro negro ou folhas de cartolina.
    • PROCESSO: O animador solicita a todos os participantes para que façam umarelação, respondendo, com frases curtas, à seguinte pergunta: “ O que você esperacom seu trabalho na Casa Espírita?”Após, alguns minutos organiza-se no quadro negro ou em uma cartolina, uma listaque contém as respostas individuais dos participantes.Uma vez terminada esta lista, pede-se que a mesma seja copiada por todos ospresentes, colocando-se em primeiro lugar aquela frase que no entender de cada um émais importante, e assim por diante, até a última da relação, para aquela que no seuentender é a menos importante, no momento.A seguir, formam-se grupos para que os participantes possam trocar idéias acercadessas necessidades.Depois do debate, o animador pede que a lista seja guardada, e cada qual, numa novafolha, fará outra relação, colocando em primeiro lugar aquela necessidade que elesente ter a maior oportunidade de satisfazer no trabalho espírita, e assim por dianteaté a última que ele sente Ter menos oportunidade de satisfazer.Terminada esta relação, a pedido do animador, todos podem comparar esta lista com aprimeira, e formar grupos de dois, para a troca de idéias, acerca do paraleloestabelecido.EXERCÍCIO DO EXAME PESSOALOBJETIVOS: Conscientizar-se acerca das estratégias usadas nas situações deconflito, examinar os métodos usados para resolver os conflitos e introduzirestratégias para negociar e apresentar habilidade nas negociações.MATERIAL: Lápis e papel para todos os participantes.PROCESSO: Os participantes são convidados, pelo animador, a fazer um exercíciode fantasia, com o objetivo de examinar suas estratégias na solução de conflitosindividuais. Durante aproximadamente cinco minutos, o animador conduzirá o grupoatravés da fantasia que se segue. O animador convida para que todos tomem uma posição confortável, fechem osolhos, procurando recolher-se, desligando-se do resto, relaxando completamente.Em continuação, o animador começa dizendo: “Todos estão agora caminhando pelarua, e de repente observam, a certa distância, que se aproxima uma pessoa familiar aeles. Eis que a reconhecem.È uma pessoa com a qual estão em conflito. Todos sentem que devem decidirrapidamente como enfrentar a pessoa. À medida que esta se aproxima, umainfinidade de alternativas se estabelece na mente de todos. Decidem agora mesmo oque fazer e o que irá acontecer. E o animador para a fantasia. Aguarda um pouco. Aseguir dirá: “ A pessoa passou. Como se sentem? Qual o nível de satisfação que estãosentindo agora?”Continuando, o animador pede às pessoas que voltem à posição normal e abram osolhos.
    • Assim que o grupo retorna da fantasia, durante cinco minutos todos responderão porescrito às seguintes perguntas: a) Em que alternativas pensou? b) Qual a alternativaque escolheu? c) Que nível de satisfação sentiu ao final?Cada participante deverá a seguir comentar com outros dois colegas as respostasdadas às perguntas anteriores, ficando um encarregado de fazer uma síntese escrita.Ainda em continuação, o animador conduzirá os debates em plenário onde serãorelatadas as sínteses dos grupos. Observa-se, em geral, que as estratégias maisempregadas se resumem em evitar, adiar e confrontar os conflitos.Por último através da verbalização, cada participante expõe suas reações ao exercíciorealizado, e o animador fará um comentário sobre o problema dos conflitos.PÔR-SE NA PELE DO OUTRO: O ESPELHOOBJETIVOS: Conscientizar as pessoas acerca da dificuldade que existe emcompreender os outros e mostrar que a falta de comunicação é muitas vezes umproblema de falta de compreensão.MATERIAL: Lápis ou canta e papel branco.PROCESSO: O animador explica inicialmente o que se entende pela expressão: “Pôr-se na pele do outro.” Como é o outro, na própria pele? Como compreendê-lo paramelhor comunicar? Etc.Em continuação, o animador pede que formem grupos a dois, para poderem vivenciara situação de “espelho” como parceiro. Este exercício tem três fases:1ª fase: O parceiro “A” procura executar uma ação (tomar um café, trabalhar noescritório, escrever uma carta, etc.) e o colega “B” o imitará em todos os gestos, como seu ritmo, suas emoções e com toda a precisão.2ª fase: Invertem-se os papéis. O parceiro “B” começa a ação e o “A” o imita emtudo.3ª fase: Nessa fase, é sempre a situação do espelho. Após algum tempo deconcentração de um sobre o outro, cada um procurará ser, ao mesmo tempo, aqueleque inicia o gesto e fará a vez do espelho, imitando os gestos do outro. Ninguémsaberá o que irá acontecer. Observa-se que as duas pessoas farão ao mesmo tempo asduas coisas.Finalmente as duas pessoas comentarão a experiência vivida, pondo em comum asseguintes observações:69. A dificuldade de estar atento durante todo o tempo.70. A concentração sobre o outro.71. O gesto externo, revelando o movimento interno.72. Quem toma a iniciativa de um gesto? Quem o imitará?O BONECOOBJETIVOS: União do grupo, trabalho em equipe e sentido de equipe.
    • MATERIAL: 2 folhas de papel para cada participante. hidrocor, fita adesiva, cola etesoura.PROCESSO: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel umaparte do corpo humano, sem que os outros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco (na certa não vãoconseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca...).Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes docorpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinandoqual parte cada um deve desenhar.Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem,cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais adificuldades, etc. ...Variação desta dinâmica: Construção de um castelo, dividir os participantes em 03grupos, pedir que um grupo construa a base ( os alicerces) do castelo, o outro asparedes e o último as torres.COMPRIMIDO PARA A FÉOBJETIVOS: Reflexão sobre o isolamento em relação aos outros, o fato de não estar“imerso” no mundo, ter medo de se entregar as mesquinharias e com se dá a graça deDeus nas nossas vidas.MATERIAL: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles comenvelope).PROCESSO: 1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagemao lado do primeiro copo com água.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceirocopo com água.73. Pedir que os participantes digam o que observaram.A TROCA DE UM SEGREDOOBJETIVO: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.MATERIAL: Lápis e papel para os integrantes.PROCESSO: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cadaintegrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que estápassando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não
    • sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem serdobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. Ocoordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cadaintegrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definirqual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelocoordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa oproblema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve serrealizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ouperguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e assoluções apresentadas.Possíveis questionamentos:Como você se sentiu ao descrever o problema?Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?No seu entender, o outro compreendeu seu problema?Conseguiu por-se na sua situação?Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?VARINHAS QUE NÃO QUEBRAMOBJETIVOS: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e darresistência às pessoas.MATERIAL: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco).PROCESSO: 1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre.( o que fará facilmente).74. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe(será um pouco mais difícil).75. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se nãoconseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.76. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.77. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.TEIA DA AMIZADEOBJETIVOS: Apresentação do grupo, trabalhos em equipe, mútuo conhecimento,descontração e a importância de cada um assumir a sua parte na vida.MATERIAL: Um rolo (ou novelo) de lã ou fio.PROCESSO: Dispor os participantes em círculo.O coordenador toma nas mãos um novelo de linha ou lã e, em seguida, prende aponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.
    • Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo.Assim, logo após apresentar-se brevemente, dizendo quem é, de onde vem, o que fazetc., joga o novelo para uma dessas à sua frente.Essa pessoa, apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir oque lembra sobre a pessoa que acabou de se apresentar e lhe atirou o novelo. Apósfazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar e assim se dará sucessivamente, até quetodos digam ao grupo seus dados pessoais e se conheçam.Pedir para as pessoas dizerem o que observaram, o que sentiram, o que significaaquela teia, o que aconteceria se alguém soltasse um dos fios.A PALAVRA IMÃOBJETIVOS: Incentivar a participação de todos, descontração, colocar sentimentosescondidos para fora e libertar a parcela de verdade que todos temos em nossamente.MATERIAL: Cartolina e pincéis atômicos.PROCESSO: Dispor os participantes sentados em círculo. O coordenador deveráescrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro: Amor.Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave, aquilo que lhe vier àcabeça.No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.BRINCADEIRA DE PEGA-PEGAOBJETIVOS: Levar os parceiros ao mútuo conhecimento, dinamizar uma reuniãoquando a atenção dos participantes estiver decaindo e recreação em diversos grupos.MATERIAL: Papel (folhas), pincel atômico, relação de “palavras secretas” e fitaadesiva.PROCESSO: Dividir o grupo em duplas e pedir que os pares fiquem de frente umpara o outro.Colar, nas costas de cada um, uma folha com uma palavra e cada um deverá procurarler nas costas do companheiro a palavra secreta escrita, sem deixar que ele leia a suaantes.A brincadeira termina quando todos souberem as palavras secretas de seus parceiros.Importante: fazer tudo para ler a palavra do companheiro, mas também fazer tudopara esconder a sua palavra dos olhos dele.O DESABROCHAR DA VIDAOBJETIVOS: A necessidade de abertura, a demonstração dos sentimentos, odesabrochar para a vida em grupo.
    • MATERIAL: Flores de papel conforme modelo, e copos com água.PROCESSO: Colocar os copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa, emnúmero correspondente ao número de flores distribuídas fechadas. Pedir que cadaparticipante coloque sua flor – previamente entregue - dentro do copo com água,mantendo-a fechada. Pedir para que observe o que acontece.Aos poucos as flores irão se abrindo. Umas mais rapidamente que as outras.Pedir para dizerem o que sentiram, comparando o que está escrito dentro da flor.A QUEIMA DOS VÍCIOSOBJETIVOS: Afirmação da proposta de reforma íntima, encerramento de encontros.MATERIAL: Papel, canetas, recipiente para colocar fogo e fósforos.PROCESSO: Distribuir papéizinhos entre os participantes, pedindo que cada umcoloque neles seus vícios ou defeitos a serem vencidos.Após uma oração, acender o fogo no recipiente e pedir que cada um queime seu papelcom o propósito de reforma íntima.Pode-se também ao final cantar uma música.O LIXO E A CRUZOBJETIVOS: Revisão de vida, importância da aceitação das dificuldades da vida eaulas sobre vícios e defeitos.MATERIAL: Folhas de papel ou jornal para dobraduras conforme modelo.PROCESSO: Distribuir uma folha para cada participante, pedir que repitam asmesmas dobras que o organizador via fazendo na folha.Pedir que todos façam o recorte na parte menor da dobra.Colocar o pedaço maior no bolso sem abrir e o pedaço menor jogar no lixo.Pedir a todos que falem dos lixos que precisam ser “jogados fora”.No final, solicitar que abram o pedaço do bolso. Para surpresa teremos ali o desenhode uma cruz.Falar sobre o esforço para conseguirmos vencer os vícios e defeitos da nossa vida.A LIÇÃO DA PEDRAOBJETIVOS: A importância de enxergarmos as coisas como são realmente, discorrersobre a superficialidade de nossos julgamentos, o perigo dos preconceitos e comopodemos enxergar a beleza interiorMATERIAL: Uma pedra cortada e uma folha de jornal amassado.
    • PROCESSO: Arranjar uma pedra de tamanho médio, brilhante de um lado e áspera efeia na maior parte.Colocar a parte lisa, bonita, para baixo, sobre uma folha de jornal amassado.Perguntar a todos o que estão vendo? Descrever o objeto, como é e que impressãocausa?Virar a pedra para cima e mostrar o lado bonito. Perguntar novamente.AS TRÊS MISTURASOBJETIVOS: Demonstrar os diferentes modos de participação, o modo como aspessoas do grupo se posicionam frente ao outro e a necessidade de se “dissolver” semperder a identidade.MATERIAL: Três copos com água, um punhado de areia, um pouco de óleo decozinha e um pouco de vinho ou refresco vermelho.PROCESSO: Colocar os três copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa. Noprimeiro misturar algumas gotas de óleo, no segundo misturar um pouco de areia e noterceiro um pouco de vinho ou suco.Pedir para os participantes dizerem o que observam. Pedir para comparar os coposcom o grupo e as misturas com os diferentes tipos de pessoa.A LIÇÃO DA PLANTAOBJETIVOS: Dinâmica para casais em crise, alicerçar amizades e fortalecer vínculosdo grupo.MATERIAL: Uma plantinha meio murcha num vaso ou um galho enterrado e umcopo com água.PROCESSO: Contar para os participantes a seguinte estória, enquanto molha o vasocom o copo de água.“ Em uma localidade, um casal estava prestes a separar-se. Já dormiam em camasseparadas.Resolveram dar-se mais uma chance, procurando a ajuda de um homem sábio dolugar onde viviam.Este lhes deu uma pequena plantinha e lhes disse que a plantassem no jardim de suacasa. Caso a plantinha não morresse, vivesse, o casamento estaria salvo.O problema é que na região havia uma grande seca.Com medo que a plantinha não vingasse, a esposa levantou-se de madrugada comuma caneca de água para molhá-la; afinal, ela queria salvar seu casamento. Saiu emsilêncio para que seu esposo não a visse molhar a planta. Para sua surpresa, láchegando, o marido já estava molhando a plantinha em plena madrugada. Os dois seabraçaram diante da planta e se reconciliaram.”Deixar que o grupo comente a estória, o que acharam...
    • CÍRCULOS CONCÊNTRICOSOBJETIVOS: Observar atentamente o comportamento do grupo para posterioresobservações.MATERIAL: Papel e caneta para os participantes.PROCESSO: O animador divide o grupo em dois, para que metade represente ogrupo de ação e a outra, o grupo de observação.O grupo de ação permanece sentado em círculo concêntrico interno e o deobservadores, em círculo concêntrico externo.O grupo de ação inicia um debate sobre algum tema (poderão ser demonstradassituações de trabalhos na Casa Espírita).O animador orientará o grupo de observadores acerca daquilo que deverão observarnos membros do grupo de ação. Assim o observador poderá anotar quem nãoparticipa, quem monopoliza, quem deseja participar e não tem oportunidade, etc.No final o grupo de observadores, apresentará suas observações, e prossegue-setrocando de posição os participantes, quem for do grupo de ação passará para o deobservadores, e vice- versa.EXERCÍCIO DA QUALIDADEOBJETIVOS: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidadesnas outras pessoas e despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elasmesmas.MATERIAL: Lápis e papeletas.PROCESSO: O animador iniciará dizendo, que na vida diária, na maioria das vezesas pessoas observam não as qualidades, porém os defeitos do próximo. Nesseinstante, cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.O animador distribuirá uma papeleta e uma caneta para cada participante, cada qualdeverá escrever na papeleta a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega dadireita.A papeleta deverá ser anônima, sem nenhuma identificação. A seguir o animadorsolicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída. Feita a redistribuição, começando pela direita do animador, um a um lerá em voz altaa qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo, a pessoaque no seu entender é caracterizada por esta qualidade. Cada participante só poderáescolher uma pessoa.Ao escolher a pessoa deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza.Pode ser que uma pessoa seja apontada mais de uma vez como portadora dequalidades, porém no final cada um dirá que qualidade escreveu para o companheiroda direita. Poderão ser feitos depoimentos.
    • A TEMPESTADE MENTALOBJETIVOS: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema,evitando-se críticas e avaliações, até o momento oportuno.MATERIAL: Papel, caneta, quadro negro ou cartolina.PROCESSO: O animador iniciará, dando um exemplo prático. Formar subgrupos deaproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotarátudo.Formados o subgrupos, a animador dirá as regras do exercício: não haverá críticadurante o exercício, acerca do que foi dito; quanto mais extremada a idéia melhor,deseja-se o maior número de idéias.1ª Fase: O animador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navionaufragou, e um dos sobreviventes nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderásalvar-se? O grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª Fase: Terminado, o animador avisa que terminou o tempo e que a crítica éproibida. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores.3ª Fase: No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada umalista única das melhores idéias.4ª Fase: Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-seformar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas.REUNIÃO NÃO VERBALOBJETIVOS: Incentivar o uso de outra forma de comunicação que não a verbal.MATERIAL: Não será necessário.PROCESSO: O animador inicia, explicando que os pensamentos e sentimentosdevem ser expressos segundo um estilo.As descobertas científicas são escritas em linguagem técnica; a música é escrita eexecutada; outros sentimentos criativos são pintados, cantados, dançados, falados,representados. Seja de que modo for, a pessoa comunica sua experiência através douso ou postura de seu corpo ou de alguma parte do mesmo.A seguir os participantes são avisados pelo animador de que não podem expressar-secom palavras escritas ou faladas.Os membros do grupo são orientados para que se amontoem na sala, procurandorelacionar-se entre si durante quinze minutos, sem palavras.Decorrido o tempo, seguem-se os comentários acerca da experiência vivenciada,podendo cada qual expressar em palavras suas descobertas e os seus sentimentos.QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO
    • OBJETIVOS: Conscientizar os membro dos grupo sobre as qualidades que sãobásicas de um líder democrático. Possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, nosentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam olíder democrático.MATERIAL: Lápis ou caneta e uma cópia da relação das definições e das qualidades(anexa) .PROCESSO: O animador inicia falando sobre os três tipos de líderes, o autocrático, oanárquico e o democrático. Procurará enfatizar as características do líderDemocrático. Formará grupos de cinco a sete elementos, distribuirá uma cópia dasDEFINIÇÕES E QUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO, para cadaparticipante.Solicita a seguir que cada grupo consiga chegar a uma unanimidade em relação àdefinição e à qualidade correspondente, colocando o número da definição ao lado daqualidade.Volta-se para o grupo maior, onde os grupos apresentarão as conclusões do exercício.O animador poderá escrever no quadro negro ou cartolina a ordem correta daqualidade com a devida definição.Finaliza-se o exercício com uma avaliação e depoimentos.Chave:1. Seguro9. Previsor2. Acolhedor10. Confiança nos outros3. Desinteressado11. Dá apoio4. Disponível12. Eficaz5. Firme e suave13. Sociável6. Juízo e maduro14. Sincero7. Catalisador15. Corajoso8. Otimista16. DemocráticoQUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO(DEFINIÇÕES)
    • 78. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele emqualquer emergência.79. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir detal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.80. Interessa-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.81. Sempre pronto a atender.82. Mantém-se calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.83. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e osuperficial, entre o importante e o acessório.84. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente,sem dominação.85. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante daopinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.86. Sabe prever, evita improvisação. Pensa até nos menores detalhes.87. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo assoluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.88. Dá oportunidade para que os outros se promovam e realizem. Pessoalmente,proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.89. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.90. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.91. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.92. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.93. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.QUALIDADESColoque o número das definições acima, nas qualidade que seguem de acordo com asua descrição:OtimistaDesinteressadoDemocráticoSinceroSeguroFirme e suave
    • EficazCatalisadorCorajosoJuízo maduroDisponívelConfiança nos outrosAcolhedorDá apoioSociávelPrevisorCARTA A SI PRÓPRIOOBJETIVOS: Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigopróprio, percepção de si, auto conhecimento, sensibilização, reflexão, motivação eabsorção teórica.MATERIAL: Envelopes, papel e caneta para cada participante.PROCESSO: Individualmente, cada participante escreve uma carta para si próprio,como se estivesse escrevendo para seu melhor amigo.Dentre os assuntos, abordar, como se sente no momento, o que espera da reunião,como espera estar daqui a 30 dias.O facilitador distribui envelopes e pede para que cada participante enderece a sipróprio. Recolhe os envelopes colando-os perante o grupo e após 30 trinta diasremete ao participante.QUEM SOU EUOBJETIVO: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambienterelativamente pouco inibido.MATERIAL: Papel escrito com o título quem sou eu?, caneta para cada participante efita adesiva.
    • PROCESSO: Durante dez minutos cada um escreve cinco itens em relação a simesmo, que facilitem o conhecimento. A folha escrita será fixada na blusa dosparticipantes. Os componentes do grupo circulam livremente pela sala, ao som deuma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam oque escreveu a respeito de si.Logo após reunir 2 ou 3 colegas, com quais gostariam de conversar para seconhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar perguntas que ordinariamentenão falariam. No final avaliar como se sentiram e para que serviu o exercício.DINÂMICAS DE RECREAÇÃO E INTEGRAÇÃOOBJETIVOS: As dinâmicas de recreação e integração se encaixam no campo dasrelações humanas e servem para:Integrar a pessoa no meio social;Desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal;A busca da convivência com colegas da mesma idade;Desenvolver ocupação para o tempo ocioso;Adquirir hábitos de relações interpessoais;Desinibir e desbloquear;Desenvolver a comunicação verbal e não verbal;Descobrir habilidades lúdicas;Desenvolver adaptação emocional;Descobrir sistemas de valores;Dar evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental.MATERIAL: Quando for necessário está especificado na própria dinâmica.A MÁQUINA94. Todos os participantes permanecem em pé, formando um círculo.95. O animador solicita que todos construam uma máquina em movimento, usandosomente seus próprios corpos.96. A seguir orienta, dizendo que um dos participantes irá dar início, fazendomovimentos repetitivos, com os braços, um no alto outro para baixo, ritmando,acompanhamento o movimento com um som de boca.97. Os outros participantes ajuntam-se um a um, procurando imitar os movimentosdo colega, com parte da máquina, acrescentando seus próprios movimentos e sons deboca.98. O exercício continua até que todos se tenham integrado, imitando os diferentesmovimentos e sons.UMA CARGA ELÉTRICA
    • 99. O animador solicita que um voluntário se retire da sal, onde todos estão sentadosem forma circular.100. Na ausência do voluntário, o animador explica que durante o jogo todos devempermanecer em silêncio, e que um do grupo “terá uma carga elétrica”.101. Quando o voluntário colocar sua mão sobre a cabeça do participante “com cargaelétrica”, todos darão um grito.102. O ausente é chamado e o animador lhe dará a seguinte explicação: “ Um dospresentes tem uma carga elétrica. Fique pois bem concentrado, e vá tocando cabeçapor cabeça dos participantes, para descobrir quem está com a carga elétrica. Assimque encontrar a pessoa avise.A MENSAGEM DE SILVAMATERIAL: Duas canetas e duas folhas de papel.103. Todos os participantes estão sentados, formando duas colunas. A uns cincometros de distância umas da outra.104. O animador lerá, à parte, uma mesma mensagem , para os dois participantes queencabeçam as colunas.105. A mesma mensagem é lida três vezes, e devagar.106. Os dois jogadores voltam para sua respectiva coluna e retransmitem oralmente amensagem recebida, no ouvido do segundo jogador da fileira, e este para o ouvido doterceiro, e assim por diante.107. Finalmente, o último de cada fileira deverá entregar por escrito a mensagemrecebida.O ENCONTRO FATALMATERIAL: Dois objetos da própria sal onde se realiza o jogo.108. Todos os participantes estão sentados, formando um círculo.109. Por indicação do animador, dois colegas vizinhos escolhem algum objeto.110. A um sinal dado, cada objeto passa de mão em mão, mas em direção inversa.111. A certa altura, o animador pede que sejam devolvidos, em direção contrária, osdois objetos.112. Caso algum dos jogadores ficar com os dois objetos na sua mão, o mesmo éeliminado do jogo.O ANELMATERIAL: Varetas para cada participante e dois anéis.113. organizam-se no início duas equipes iguais de participantes.114. As duas equipes são formadas em duas filas, alternando se possível, homem commulher.
    • 115. Cada jogador terá um palito (ou vareta) na sua boca.116. O animador dará um anel para cada jogador que encabeça a fileira e com o anelno palito procura passar o mesmo para o palito do colega seguinte, sem a ajuda dasmãos, mas unicamente com a boca.117. Será vencedora a equipe que terminar primeiro.A CAÇA118. O animador organiza os participantes sentados em círculo, sem espaço vazio.119. O jogo consiste em contar a caça feita em algum lugar. Todas a s vezes que oanimador disser que caçou um pássaro, dando o mesmo nome do pássaro (pomba,periquito, papagaio...) todos devem levantar-se e girar sobre si mesmos, retomando aseguir o seu assento.120. Mas assim que o narrador disser que caçou um anima quadrúpede, todos devemlevantar-se e mudar de lugar. Nesse ínterim, e aproveitando a confusão, o animadorprocura ocupar um assento, e quem ficar sem cadeira, continua a narração, comoacima.UMA HISTÓRIA SEM FIM121. Todos os participantes estão sentados em forma de círculo.122. O animador inicia a narração de uma história, assim por exemplo: “ O homempara sobreviver precisa comer....”123. Quem encabeçar o círculo deverá repetir o que foi dito pelo animador eacrescentar mais uma coisa.124. E assim sucessivamente, quem não souber continuar, sai fora do jogo.EXERCÍCIO DE MEMÓRIA125. Todos os jogadores estão sentados, possivelmente no chão, em forma circular.126. O animador indica um primeiro jogador, que sai de seu lugar e toca qualquerobjeto da sala e, ao mesmo tempo, diz-lhe o nome.127. Retorna para o seu lugar e toca no seu vizinho, e este por sua vez irá tocar noobjeto que seu colega tocou, diz-lhe o nome e toca um segundo objeto, tambémdizendo o nome.128. Volta para seu lugar e toca no seu colega seguinte que se dirige para o objeto doprimeiro, ao tocá-lo diz o nome, toca no objeto do segundo129. colega, diz o nome e toca um terceiro objeto, dizendo igualmente o nome, eretorna para o seu lugar, continuando assim o jogo.130. O jogador que lembrar e tocar o maior número de objetos será vencedor.A CORRESPONDÊNCIA131. O animador organiza os participantes, ou sentados ou em pé, em forma circular.132. À certa altura, o animador dirá: “Chegou correspondência para quem estiver dechinelo.... de óculos... de sapatos pretos... de blusa azul... de calça comprida...”
    • 133. Quem for assim caracterizado, deve mudar imediatamente de lugar.NÚMEROS134. Os participantes se encontram nomeio da sala, ou numa área ao ar livre,caminhando desordenadamente, batendo palmas ao mesmo tempo.135. Em dado momento, o animador dará ordem para parar formandosimultaneamente subgrupos de duas, três ou cinco pessoas, devendo todos ficaratentos ao número indicado pelo animador.136. Os jogadores, ao escutar a ordem, formam os subgrupos solicitados , colocandoas mãos por cima dos ombros dos colegas.137. As pessoas que sobrarem, que não conseguiram formar os subgrupos indicados,saem do jogo.138. Desfazem-se os subgrupos e recomeçam todos a caminhada, batendo palmas, aténova ordem dada pelo animador.A TEMPESTADE139. Organiza-se um círculo, todos sentados, não devendo sobrar cadeira vazia.140. O animador se coloca no centro do círculo e diz: “Estamos em um barco, que seencontra no alto mar, rumo desconhecido”. Quando disser: “Olá a direita” , todosdeverão mudar de lugar sentando na cadeira do vizinho da direita. Quando disser:“Olá à esquerda”, todos se sentarão na cadeira do vizinho da esquerda.141. O animador dará várias ordens, ora para a direita, ora para a esquerda. A certaaltura exclamará: “Tempestade”. Nesse momento todos deverão mudar de lugar,indistintamente, procurando ocupar uma cadeira qualquer.142. Após uma terceira ou quarta ordem, o animador aproveitará a confusão,ocupando uma das cadeiras, e quem ficar sem assento, continuará a coordenação dojogo.AS FRUTASMATERIAL: Algumas frutas que podem ser de plástico.143. Os jogadores estão todos sentados, em forma circular.144. No centro do círculo, colocam-se algumas frutas, tais como: laranjas, mamão,limões, caquis e só uma tangerina.145. O animador sopra no ouvido de cada participante o nome de uma fruta diferente,mas nome de uma das frutas, soprará no ouvido de vários participantes.146. Depois o animador dirá, em voz alta, o nome de uma fruta, e a pessoa com estenome corre em busca da mesma.147. Finalmente o animador dirá o nome da tangerina, e todos com este nomecorrerão buscá-la.EXPRESSÃO DE AMIZADE
    • 148. O animador organiza os participantes sentados em forma circular.149. Quem inicia o jogo dirá: “Amo meu amigo (amiga) com A porque é atencioso”.O seguinte deve dizer “Amo meu amigo com B porque é bondoso”, ou qualqueradjetivo que comece pela letra B.150. O terceiro começa a frase com a letra “C” e assim sucessivamente.151. Quem não souber continuar, sai do jogo.O SALTO DO CANGURUMATERIAL: Duas bolas.152. Organizam-se duas equipes, com número igual de participantes, e ambas secolocam por detrás de uma linha de partida, formando fila.153. Todos os jogadores formam um túnel com as pernas bem abertas.154. O jogador que encabeça a fila de cada equipe, a um sinal dado, lança a bola pelo“túnel” até alcançar o último jogador, que a recolhe e prende por entre os joelhos,saltando procurando entregá-la para o segundo jogador da fila.155. Este segundo jogador da fila lança a bola novamente pelo “túnel”, e o jogoprossegue.156. Será vencedora a equipe que terminar por primeiro.OS TRÍPEDES157. Organizam-se subgrupos de três jogadores.158. O jogador do meio se coloca na direção oposta de seus dois colegas, amarrando-se sua perna esquerda com a perna esquerda do colega da esquerda, e a direita. Com aperna direita, do colega da direita.159. A um sinal dado pelo animador, os subgrupos de três procuram correr assim, atéalcançar a linha de marcação, que fica a certa distância, voltando a seguir até a linhade partida. Quem chegar por último perde.O JOGO DAS GARRAFASMATERIAL: 20 garrafas ou caixas de papelão.160. Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em coluna, atrás deuma linha de partida.161. As duas colunas se colocam à distância de uns três a quatro metros, uma daoutra, na mesma direção da linha de partida.162. A uma distância de 10 metros, o animador coloca, na mesma direção das duascolunas, umas oito a dez garrafas vazias, ou caixas, em pé.163. A um sinal do animador, o primeiro jogador de cada coluna corre ao encontrodas garrafas ou das caixas, e coloca deitada uma a uma as garrafas ou caixas, eretorna imediatamente para a sua coluna, tocando a mão do segundo jogador damesma coluna.
    • 164. Este por sua vez corre na direção das garrafas ou caixas, colocando-as em pé,novamente, retornando imediatamente para sua coluna correspondente, batendo namão do terceiro jogador que continua o jogo.165. A coluna de jogadores que terminar por primeiro será a vencedora do jogo.A CORRIDA DA BOLINHAMATERIAL: Duas raquetes e duas bolinhas de pingue pongue.166. Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em fila, atrás de umalinha de partida.167. A uma distância de seis metros se marca uma linha de chegada.168. Cada equipe terá uma raquete e uma bola de pingue pongue ou bolinha de papel.169. A um sinal dado, o primeiro jogador de cada equipe movimenta a raquete,procurando empurrar a bolinha até a linha de chegada.170. Assim que alcançar a linha de chegada, sem tocar a bola com a mão, levanta abolinha e corre de volta, entregando a bola e a raquete para o segundo jogador da fila,que recomeça o jogo, e assim sucessivamente até que todos tenham jogado.171. É vencedora a equipe que terminar por primeiro.OS TRÊS CEGOS172. Organizam-se filas de 6 a 7 pessoas, de acordo com o número de participantes.173. Ao primeiro jogador de cada fila vendam-se os olhos, e o segundo coloca suasmãos por cima do ombro do primeiro, e os seguintes se seguram pela cintura.174. A um sinal dado, inicia-se a marcha, sendo conduzidos pelo jogador queencabeça a fileira, com os olhos vendados.175. A meta de cada fila é alcançar a linha de chegada, marcada anteriormente peloanimador.176. É interessante escutar o diálogo que se estabelece ao serem guiados por umcego.AS BOLAS CIRCULANTESMATERIAL: Duas bolas.177. os participantes são divididos em duas equipes, sendo importante assinalar bemquem é de uma equipe quem é de outra.178. Os jogadores forma um círculo único, e a um sinal dado, no encontro das duasequipes, o animador solta duas bolas, em sentido inverso.179. As bolas são passadas, de mão em mão, até que cheguem no outro cruzamentodas duas equipes.180. O jogador que receber as duas bolas não pode deixá-las cair, mas devolvê-lasnovamente em sentido inverso.181. Ganha pontos quem não deixar cair a bola. Se algum jogador se atrapalhar edeixar cair a bola, perde a equipe q quem o jogador pertence.
    • Dinâmicas de Integração - Excelentes para os primeiros dias de aulaAs dinâmicas de integração têm como objetivo:- que os participantes se apresentem- que memorizem os respectivos nomes- que iniciem um relacionamento amistoso- que se desfaçam as inibições- que falem de suas expectativas1) Eu sou... e você, quem é?Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendovistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. Oeducador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu souJoão, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e vocêquem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.2) Apresentarte:Material Necessárrio: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deveráser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade decada um.3- Alô, alô!Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresentede forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu,fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois estesimples exercício trabalha a auto-estima.4- Procurando um coração...Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma queuma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma únicametade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem umamúsica caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seuspares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.5- Abraçando amigosFormar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar queo grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo:"Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco","abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atentopara que todos participem.
    • 6- Quando estiver...Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo:"Durante minhas férias irei para a praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguintedirá: "Quando estiver no barco, irei..."7- ApresentaçãoPropor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantesdo grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado,ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.Adivinhe quem é?DinâmicaEducação Infantil – O desafio lúdico e a construção do conhecimentoA dinâmica do jogo, do desafio e do lúdico estão presentes, de diversas formas, emtoda a atuação sob a égide construtivista.Objetivos:O que caracteriza uma situação de jogo é a atividade da criança: sua intenção embrincar, a presença de regras que lhe permitem identificar sua modalidade.De maneira geral, o jogo infantil compreende brincadeiras de faz-de-conta (em queintervém a imaginação, a representação, a simulação), jogos de construção(manipulação, composição e representação de objetos), jogos de regra.O segundo é considerado como estratégia didática, facilitadora da aprendizagem,quando as situações são planejadas e orientadas pelo adulto, visando o aprender, istoé, proporcionar à criança a construção de algum tipo de conhecimento, algumarelação ou o desenvolvimento de alguma habilidade.Número de jogadores: 4 por grupo.Material:50 cartões diferentes (frente e verso) – modelo ao lado.Diversificar ao máximo o tipo de desenho e palavras.
    • Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra doalfabeto)Desenrolar:Formando palavras com o alfabeto móvel.Modo de jogar:Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel noverso de cada desenho;Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações:Classificar (formar conjuntos) de acordo:com o desenho da frente dos cartões;com o número de letras das palavras constantes dos cartões;com o número de sílabas das palavras dos cartões;com a letra inicial;Exemplos: animais, frutas, objetos e outros.Conclusão:O jogo cumprirá, portanto, uma dupla função – lúdica e educativa – aliando asfinalidades de divertimento e prazer a outras, como o desenvolvimento afetivo,cognitivo, físico, social e moral, manifestadas em um grande número decompetências: escolha de estratégias, ações sensório-motoras, interação, observação erespeito a regras.O jogo como alternativa metodológica permite que o aluno construa o seuconhecimento na interação com os colegas.Este jogo e sugestões de atividades são indicadas para a intervenção na construção dabase alfabética, de alunos silábicos-alfabéticos.Profª Lourdes Eustáquio Pinto Ribeiro
    • Fonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática Paulista –Ano II – nº 6 – 2001BarbanteGrupo: alunos de pré-escola à 4a série.Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor ocomportamento da turma.Tempo: 1 aulaLocal: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanhoda turma.Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar abrincadeira.Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criançamede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante.Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, ascrianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda aturma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço debarbante.Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações sãomuito bem-vindos.Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta componta, seu barbante ao dos vizinhos.Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar umaúnica figura.Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final,em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia emprática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgemmuitas idéias e cada aluno quer falar mais alto que o colega.Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados,debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.
    • O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos detensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixaro grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na suaopinião, a melhor.Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencialcriativo e se familiarizam com as atividades em equipe.É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. Éhora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução dogrupo diante de um trabalho coletivo.Jogo enviado pela Profª Ignez A. MaraninchiObjetivos:• Identificar as letras do alfabeto;• Identificar a escrita de seu nome;• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;• Relacionar letra maiúscula e minúscula;• Relacionar letra cursiva e letra script.Material: saco plástico, cartolina, tampas de garrafas e canetinhas.Preparação:A professora prepara um cartão para cada aluno da turma. Cada cartão deve serdividido em tantos quadrados quantos forem as letras do nome do aluno. Em cadaquadradinho escreve-se uma letra.Veja o exemplo na figura ao lado.Em pequenas fichas escrevem-se as letras do alfabeto observando para que apareçamtodas as letras necessárias para a escrita dos nomes dos alunos.Variações do jogo:1.2 Cartela com palavras e fichas com desenho;1.3 Cartela com desenho e fichas com palavras;1.4 Cartela e fichas com palavras do vocabulário de estudo;1.5 Cartela com letra cursiva e fichas com letra script.Desenrolar:
    • Com as fichas das letras dentro de um saco plástico e cada aluno de posse de suacartela inicia-se o jogo. Primeiramente é sorteada uma letra pela professora emostrada aos alunos.O aluno que encontrar em sua cartela a letra marca com uma tampinha. A professorasegue cantando letra por letra até acabarem as fichas do saco.Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicostransformados em material didáticoFilosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão EscolarEspecialista em Educação Pré Escolar e Supervisão Escolar Blocos LógicosJogo “O mestre mandou”Blocos LógicosJogo “O mestre mandou”Objetivos:Os alunos farão comparações cada vez mais rápidasquando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas ascondições dos atributos ditados pela professora.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oitoblocos geométricos, composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo,quadrado e retângulo;que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno egrande;e em duas espessuras: fina e grossa.
    • Desenrolar:Os alunos deverão encontrar a peça que obedeça à seqüência de comandosestabelecida pela professora.A seqüência poderá ser iniciada com os atributos: círculo, azul e grosso.Os alunos escolherão a peça correspondente.O comando seguinte é mudar para a cor vermelha.Eles selecionarão um círculo grosso e vermelho.Em seguida, devem mudar para a espessura fina.Então, um círculo vermelho e fino deverá ser selecionado.A professora poderá continuar acrescentando comandos ou apresentar uma seqüênciapronta.Faça depois o processo inverso. Os alunos serão apresentados a uma nova seqüênciade comandos, já com a última peça.Eles deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida.Conclusão:A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas,principalmente a adição como inverso da subtração e a multiplicação como inversoda divisão.Bolinha de gudeJogos de RuaOrigem:
    • Nossos ancestrais pré-históricos já jogavam bolinhas de gude, ou melhor, seixos derio e artefatos em argila. Legiões romanas, por sua vez, teriam sido responsáveis pordifundir essa prática pelas terras conquistadas.Materiais como ferro, mármore, gesso, de formato arredondado, também foramusados pelos povos antigos.No Brasil, as bolinhas de gude levam o nome de burico, roda, triângulo, papão emata-mata.Objetivos:Reconhecer a brincadeira popular.Promover a integração do grupo.Preparação:Material:-Bolinhas de gude (vidro);-Chão plano e firme.Desenrolar:Para jogar é necessário que o chão seja plano e firme. As partidas podem ser a dois oucom mais amigos.Distribua as bolinhas pelo chão.Existem três maneiras de jogar bolinha de gude:1- Acertando outra bolinha (mata-mata)2- Atirando as bolinhas para dentro de uma área delimitada. (ex. um gol)3- Jogando as bolinhas em vários buracos, ao longo da área do jogo.Ao acertar, ganha a bolinha que bateu em outra, que foi para a área delimitada ou quecaiu num buraco. O vencedor é quem conseguir o maior número de bolinhas.Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata CanteleEducação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP.Brincadeira do espelhoJogo
    • Objetivos:Observar que a imagem se reflete ao contrário quando se olha no espelho.Promover a amizade, respeito pelo outro.Preparação:O jogo pode ser feito com duas pessoas ou várias duplas.Sabia que sua imagem se reflete ao contrário quando você se olha no espelho?Levantando o braço direito, e a imagem mostrará o seu braço esquerdo.Material:Fita crepe.Desenrolar:Delimite com fita crepe o lugar que simulará um espelho.Você faz um gesto e o seu colega deverá imitá-lo.Procure fazer gestos difíceis de serem imitados.O primeiro que errar sai do jogo e será substituído por outro colega.O último que ficar no espelho sem cometer falhas, será o vencedor.Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata CanteleEducação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP.Brincando com o DicionárioJogoObjetivos:O uso do dicionário amplia o vocabulário, melhora a interpretação da leitura eesclarece as dúvidas ortográficas.
    • Através desse jogo o aluno sente-se incentivado a descobrir o significado da palavradesconhecida e familiariza-se brincando com o uso do dicionário.Preparação:Material: Um dicionário, folhas de papel, lápis ou caneta, lousa para anotar asrespostas e a pontuação dos grupos.Desenrolar:Divida a classe em grupos. Apenas um dicionário será utilizado por um grupo a cadarodada.O primeiro grupo, que terá o dicionário em mãos, escolherá uma palavra dodicionário que ache desconhecida por todos, falando-a em voz alta para os demaisgrupos.Se houver algum integrante de qualquer grupo que saiba a resposta correta ao seranunciada, antes de começar a rodada, marca 4 pontos para o seu grupo.Cada grupo escreverá numa folha um significado para a palavra, inclusive o grupoque tem o dicionário em mãos, que colocará a definição correta.A professora recolhe as folhas e lê todas as definições, inclusive a correta. Escreve asrespostas na lousa.Cada grupo escolhe a definição que achar certa.O grupo conta a definição correta.A professora marca na lousa os pontos dos grupos de acordo com a seguinte regra:2 pontos = para o grupo que deu a resposta correta.3 pontos = para o grupo que escolheu a palavra, se ninguém tiver acertado ou 1 pontopara cada acerto por grupo.4 pontos = para o grupo que tiver um integrante que saiba a resposta correta ao seranunciada, antes de começar a rodada.O jogo continua até que todos os grupos tenham escolhido a palavra no dicionário ouaté que algum grupo tenha atingido um número de pontos estipulado anteriormentepela classe.
    • ClassificaçãoBlocos Lógicos - JogoObjetivos:Construção das noções de:1- Conjunto; elemento e atributo.2- Inclusão, exclusão e pertinência.3- Subconjuntos.4- Interseção.5- Organização de sistemas lógicos de classificação.Preparação:Pegue a caixa com o material de blocos lógicos.Apresente o material às crianças para que classifiquem os blocos.Crie junto com os alunos os atributos que serão dados para os tipos de blocosexistentes.Exemplos:a) as quatro formas: círculo, quadrado, retângulo e triângulo.b) as duas espessuras: grosso e finoc) os dois tamanhos: pequeno e granded) as cores: amarelo, azul e vermelhoDesenrolar:Faça em cartolina um quadro. Primeiramente, escolha apenas um atributo(quadrada).
    • Exemplo: separar apenas as peças quadradas.Peça aos alunos que separem os blocos de acordo com o atributo escolhido.Depois, vá acrescentando atributos à peça escolhida: vermelha, fina, pequena.Os alunos irão completar o quadro com a peça quadrada, pequena, fina e vermelha.Divida a classe em grupos e o primeiro que descobrir qual é a peça, ganha um pontopara o grupo.Conclusão:O aluno vai estimular a visão do objeto e lidar com sua imagem mental através declassificações dos atributos estabelecidos.ComprimentoMedida de Comprimento - DinâmicaGrupo: crianças a partir de cinco anos.Objetivos: desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio decomparações. A dinâmica desse exercício estimula o raciocínio e a percepção dascrianças em relação às medidas-padrão.Tempo: 1 aulaLocal: sala de aula ou uma sala grande.Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos paracomeçar a brincar: caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo dascrianças, uma régua, uma trena ou uma fita métrica.Desenvolvimento: Para começar a brincadeira, divida a turma em quatro grupos.Escolha para cada um deles um objeto que deve substituir a régua como unidade demedida.Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo dascrianças.
    • Em seguida, defina os objetos que cada grupo deve medir — por exemplo, a carteira,a porta, a lousa ou a altura da parede onde começa a janela.Antes que a turma comece a realizar as medições, estimule as crianças a fazerestimativas: quantas borrachas elas acham que seriam necessárias para determinar ocomprimento da mesa? E a largura?Como seriam os resultados se, em vez desses objetos, a classe usasse um livro e umcaderno para fazer as medidas? E assim por diante.ComunicaçãoO jovem e a comunicação - DinâmicaGrupo: até 20 jovens do Ensino Médio.Objetivo: criar comunicação fraterna e madura.Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.Material: papel e lápis para cada participante.Desenvolvimento: distribuir aos participantes, papel e lápis e, convidá-los a fazer umdesenho de um homem e uma mulher.Após o desenho, eles devem anotar na figura:a) diante dos olhos, as coisas que viram e mais os impressionaram;b) diante da boca, 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longoda sua vida;c) diante da cabeça, 3 idéias das quais não abre mão;d) diante do coração, 3 grandes amores;e) diante das mãos, ações inesquecíveis que realizou;
    • f) diante dos pés, as piores enroscadas em que se meteu.Convidar o grupo para discutir:1. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Por quê?2. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?3. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por quê?4. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de simesmo? Por quê?Conclusão:Integrar a pessoa no meio social, desenvolver o conhecimento mútuo e a participaçãogrupal, desinibir e desbloquear, adquirir hábitos de relações interpessoais.De quem é o desenho?DinâmicaDinâmica enviada pela Profª BrunaGrupo: Até 20 pessoas (crianças ou adolescentes).Objetivo: Reconhecer o talento dos colegas.Tempo: Cerca de uma hora, dependendo do tamanho do grupo.Local: Uma sala suficientemente ampla com cadeiras para acomodar todas as pessoasparticipantes.Material: Toca-fitas com boa potência. Folhas avulsas de sulfite, lápis e borracha.Desenvolvimento: O professor deverá fazer dois grupos de alunos em dois círculos nasala com as carteiras.Colocar uma música e distribuir as folhas para os alunos que deverão desenharqualquer coisa ou a critério do professor.Quando o professor parar a música, os alunos deverão passar a folha para o colega dadireita (a folha não deverá ter nome) até o professor dar o sinal de parar.
    • Na hora que chegar a folha na primeira pessoa do grupo esse mesmo colega tentaadivinhar de quem é o desenho.Podem-se trocar as folhas entre os grupos ou não.Se um do grupo acertar de quem é o desenho, o grupo ganha um ponto e se nãoacertar, um ponto para o outro grupo. E assim continua a brincadeira.Conclusão: abordagem às vivências do Grupo, criatividade e o conhecimento de cadaintegrante.Decomposição Material Dourado - JogoObjetivos:Explorar com seus alunos a manipulação do Material Dourado, fazendo adecomposição e a composição dos numerais em centenas, dezenas e unidades.Material:Cartolinas, canetas, tesoura, material dourado de madeira ou papel, régua, saquinhosplásticos e dados.Preparação:Pegue uma cartolina e desenhe um retângulo de 18 x 12 centímetros.Divida a figura em quadradinhos de 2 x 2 centímetros e escreva em cada um númerocomo na figura.Recorte nas linhas pontilhadas, de modo a ficar com cartelas numeradas com osnúmeros de 1 a 9, com as dezenas 10, 20 até 90 e com as centenas 100, 200 até 900.Faça várias cópias destas cartelas. Guarde o material em saquinhos plásticos.Desenrolar:
    • Escolha um número a ser representado e distribua as cartelas entre as crianças.Cada uma em sua vez joga o dado e pega a quantidade de quadradinhos equivalenteaos pontos. Se for o caso, faz a troca.Em seguida, ao lado da representação do número feita com o material dourado, oaluno deve representar com as cartelas numéricas a quantidade obtida.Vamos tomar como exemplo os números 43 e 178.O número 43 pode ser representado pelo cartão 3 colocado sobre o zero do cartão dedezena 40.O número 178 pode ser representado pelo cartão 70 colocado sobre os zeros do cartão100, mais o 8 sobre o 0 do 170.Qualquer outro número pode ser representado por esse método.Dependência MútuaDinâmicaGrupo: até 20 pessoas.Objetivos: mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemoscontribuir para crescimento de cada um.Tempo: 1 aulaLocal: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.Material: nenhumDesenvolvimento:Podemos começar formando duplas. Um dos componentes da dupla fecha os olhos epassa a andar guiado pelo outro durante dois minutos.
    • Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro, tão somente o som davoz do outro o guiará.Logo em seguida, trocam-se os papéis e o que antes era o guia, passa ser o guiado.Depois de terminada esta dinâmica, todos se reúnem para um momento decompartilhar, onde são respondidas várias perguntas:O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos?Teve total confiança em seu líder?Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"?Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos "coraçãocompassivo, longanimidade, humildade" etc.Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais noseu auxílio?" e "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vidapara as pessoas e para o grupo?".Conclusão:Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos outros. Para que a mutualidade possaocorrer de forma dinâmica e eficaz, é preciso desenvolver características de caráterque nos capacitem a desempenhar nosso papel fraterno. Desabrochar - Orientação SexualDinâmicaProfª Cecília - Pedagoga, Diretora de escola, e também, Instrutora de Cursos deRelações Humanas pelo SEBRAE.Grupo: de preferência que seja com adolescentes.Objetivos: Introduzir temas como: desenvolvimento humano, sexualidade,puberdade, adolescência...Tempo: 20 a 30 minutos
    • Local: sala ampla ou em um espaço aberto, mas silencioso.Material: jornais, aparelho de som, cd com música suave, de preferência que sejasons da natureza.Desenvolvimento:Pedir para todos os participantes deitarem sobre jornais.Fazer um breve relaxamento para que todos se acalmem.Trabalhar o exercício de respiração:a) inspirando pelo nariz, enquanto conta até quatro (mentalmente);b) prendendo a respiração - conta-se até quatro com a respiração presa e em seguidaexpirando pela boca enquanto repete a contagem até quatro.c) Repete-se este exercício até que todos estejam calmos, (umas 6 ou 7 vezes).Agora, pedir para que todos virem-se de lado, ainda deitados, e encolham as pernas oquanto podem, abraçando-as,fechando os olhos e ouvindo a música no fundo.O facilitador começa a falar:- Você é um botão de rosas, um botão de rosas, ainda muito pequenino, bemfechadinho, que começa a querer desabrochar...- Que cor é esse botão?- Que cor será essa rosa?Agora, cada um escolhe uma cor para representar o seu botão de rosa.Você sente agora, que uma das pétalas desse botão, teima em se abrir.... e lentamente,você vai deixando afrouxar suas mãos, mas ainda... muito lentamente, e aospouquinhos, sem pressa, você começa a sentir-se como realmente fosse um botão derosas, inalando perfume, desabrochando, lentamente, sem pressa...O facilitador vai conduzindo o desabrochar, passo a passo.Agora, você vai soltando o braço que está por cima... seu braço solta-se e como sefosse uma pétala, separa-se viçoso.Agora as pernas....
    • Deitando-se normalmente, com seus braços livres, suas pernas livres, você continuaainda vendo-se como um botão de rosas, lindo!!! Cheio de vida!!!Sentando-se, muito lentamente, abrindo seus olhos e sentindo-se como num jardim,rodeado de outras rosas.E com todos sentados, perguntar:- O que sentiram?- Que cor escolheram para sua rosa? Por quê?- Tiveram vontade de terminar logo?- Sentiram-se bem à vontade?- Que sentimento tiveram durante a dinâmica?Deixar que todos falem...Depois de todos esses questionamentos, introduze-se o tema propriamente dito:sexualidade, virgindade, adolescência.... (o que foi preparado)Conclusão:Depois do relaxamento, os alunos estarão prontos para participar mais ativamentesobre qualquer debate.Profª Cecília DescobrimentoCaminho das Caravelas – JogoObjetivos:Reconhecer a importância da época das grandes navegações e descobertas.Identificar as principais rotas das grandes navegações.Preparação:Em grupos, confeccionar um jogo de tabuleiro “Caminho das Caravelas”, da seguinteforma:
    • 1- Desenhar um mapa-múndi numa cartolina.2- Reproduzir os caminhos das grandes navegações e escolher uma rota para o jogo,por exemplo, a rota feita por Cabral.3- Elaborar as regras, legendas e como deverão fazer para percorrer o caminho até achegada.Desenrolar:Realizar o jogo usando um dado e peões conforme o número de integrantes de cadagrupo.Descrição -DinâmicaGrupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com alunos de várias faixas etárias emdiversas disciplinas.Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de talmaneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.Comparar diferenças e igualdades.Tempo: 1 aulaLocal: sala de aula ou uma sala grande.Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos paracomeçar a brincar: caneta, uma borracha, lápis de cor e papéis.Se quiser, poderá usar um fundo musical.Desenvolvimento: Peça aos alunos que descrevam uma pessoa conhecida, um animal,uma planta, um lugar ou um objeto qualquer. Escolham um só.Atenção! Eles não devem citar o nome do item que está sendo descrito. Por exemplo,se a descrição for de um gato, devem dizer que tem pêlos, rabo etc., mas nãomencionar a palavra “gato”.Peça aos alunos que façam um desenho conforme a descrição.Se preferir, utilize um fundo musical.
    • Depois que todos terminarem de desenhar, peça-lhes que mostrem os desenhos aoscolegas e comparem as diferenças e igualdades.Finalmente, apresente uma foto ou um desenho da verdadeira descrição.Conclusão: As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos alunose facilitam muito a relação professor-aluno.Profª Maria de Fátima Camacho Ferreira Marques Aguiar.Fonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática PaulistaObjetivos:Desenvolvimento de seqüências de acordo com osatributos estabelecidos entre duas figuras anteriores.Eles terão que descobrir qual é a peça seguinte paracontinuar a seqüência.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocosgeométricos,composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo; quevariamem três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande; e emduas espessuras: fina e grossa.Desenrolar:
    • Neste jogo os alunos observarão três peças sobre o tapete no chão.Exemplo:1- triângulo, amarelo, grosso e grande;2- quadrado, amarelo, grosso e grande;3- retângulo, amarelo, grosso e grande;Eles deverão escolher a quarta peça (círculo, amarelo, grosso e grande) observandoque, entre ela e sua vizinha, deverá haver o mesmo número de diferenças existenteentre as outras duas peças (a diferença na forma).As peças serão colocadas pela professora de forma que, em primeiro lugar, hajaapenas uma diferença. Depois duas, três e, por fim, quatro diferenças entre as peças.Conclusão:Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas quando estiverem pensando napeça que se encaixe em todas as condições.DivisibilidadeJogoObjetivos:Este jogo serve para entender o conceito de divisibilidade,noção segundo a qual um número natural pode ser divididopor outro número natural não nulo, sendo a divisãodo primeiro pelo segundo exata, isto é, com resto igual a zero.
    • Preparação:Para fazer os alunos descobrirem isso na prática, a professora dará pontuação àsvaretas.Exemplo:amarela = 2 pontosvermelha = 10 pontosverde = 5 pontosazul = 6 pontospreta = 30 pontosAlunos e professor combinam quantas rodadas terão as partidas.Desenrolar:A classe é dividida em grupos de três ou quatro.Todas as equipes recebem um pega-varetas.Tirando no par ou ímpar, cada grupo escolhe quem vai começar.O vencedor lança as varetas sobre uma mesa ou outra superfície plana.Depois, tenta pegá-las uma a uma do monte, sem fazer com que as outras se mexam.Quando conseguir isso, continua a jogar.Se não, a partida é interrompida e os valores de cada vareta retirada são multiplicadosuns pelos outros, obtendo-se o número de pontos daquela jogada.A partir daí, o professor estimula o grupo a sugerir outras combinações que levariamao mesmo produto.O número de sugestões oferecidas pela equipe é anotado num papel.
    • A partida recomeça com a criança da vez.Vence o grupo que conseguir propor mais opções.Conclusão:O jogo as varetas permite que se trabalhem vários problemas matemáticosenvolvendo a idéia da divisibilidade.Quando jogam em grupo, os alunos debatem e, do confronto de idéias, surgemdiferentes respostas para um problema matemático.Para chegar às cores das varetas, é necessário fatorar o produto.O número 200 equivale a duas varetas amarelas, uma vermelha e uma verde.200 = 2 x 2 x 5 x 10O resultado era decomposto pela divisão sucessiva por 2, por 3 e assim por diante, atéalcançar números primos, que são aqueles divisíveis apenas por 1 e por eles mesmos.A professora pode mudar a pontuação original do pega-varetas, de modo que possatrabalhar com decomposição em números primos (são os casos de 2, 3 e 5).Dominó de NomesJogoJogo enviado pela Profª Ignez A. MaraninchiObjetivos:• Identificar as letras do alfabeto;• Identificar a escrita de seu nome;• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;• Relacionar letra maiúscula e minúscula;• Relacionar letra cursiva e letra script.Material: cartolina e canetinha
    • Preparação:Recorta-se a cartolina em retângulos de 8cm x4cm aproximadamente.Com uma canetinha risca-se um traço dividindo o retângulo.Em cada peça escreve-se no lado direto o nome de um aluno e o mesmo nome deveser escrito no lado esquerdo da outra peça e assim sucessivamente.Veja a figura.Variações do jogo:Fichas escritas de diferentes formas o mesmo nome. Cada aluno deve encontrar todasas fichas com seu nome podendo agrupar, colar, fazer relatório mencionando aquantidade de nomes encontrados...Veja a figura.Desenrolar:Divide-se a turma em duplas e para cada dupla entrega-se um conjunto deaproximadamente 20 peças.Todas as peças devem ser viradas para baixo, embaralhadas e divididas entre osjogadores.Um aluno inicia o jogo colocando uma peça de dominó no centro da mesa.O outro jogador deve procurar uma peça que contenha um dos nomes que encontram-se nas pontas. Quando encontrado deve-se encostar as peças com nomes iguais.Se o jogador não tiver a peça que contenha um dos nomes que se encontra sem parsobre a mesa, ele deve passar para o próximo jogador.Vence o jogo aquele que ficar sem nenhuma peça primeiro.Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicostransformados em material didáticoFilosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão EscolarEspecialista em Educação Pré Escolar e Supervisão Escolar
    • Encontre a peçaBlocos Lógicos - JogoObjetivos:Construção das noções de:Conjunto, elemento e atributo;Inclusão, exclusão e pertinência;Desenvolvimento da atenção e disciplina.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocosgeométricos, de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo;que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno egrande; e em duas espessuras: fina e grossa.Desenrolar:Dividir a classe em grupos e espalhar os blocos lógicos pelo chão.Para descobrir qual é a peça, as crianças farão uma competição.Dar um comando das características de uma peça (por exemplo: amarelo, triângulo,grande e fino) para um grupo.Em seguida, o grupo deve procurar e selecionar a peça correspondente para mostrá-la, o mais rapidamente possível, às outras equipes.A competição poderá ter como objetivo verificar qual grupo encontra a peça corretaprimeiro ou de qual grupo encontra mais peças corretas.À medida que acertam, recebem uma pontuação.
    • Outra opção é de cada equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo elesmesmos os atributos.Conclusão:Desenvolve o raciocínio lógico e a memorização. ExclusãoDinâmicaGrupo: número indeterminado de pessoas, uma vez que serão escolhidos membrospara participar do exercício.Objetivos:a) Vivenciar o desejo de merecer, de consideração e interesse.b) Sentir a alienação, o isolamento, a solidão, sensação de estar excluído de umgrupo.Tempo: 15 minutos aproximadamente.Local: Uma sala suficientemente ampla para poder acomodar todos os participantes.Desenvolvimento:1- O professor escolhe umas cinco a sete pessoas que serão identificadas como “dedentro” e que ficam de pé, no centro do grupo, formando um círculo com os braçosentrelaçados. Tanto podem ficar virados para dentro como para fora.2- A seguir, escolherá uma pessoa do grupo que será o “intruso” e que deverá tentarpenetrar no círculo da maneira que puder, e os componentes do círculo procurarãoconservá-lo fora.3- O “intruso” tentará abrir o círculo e toma seu lugar ao lado dos outros como ummembro regular, podendo o professor indicar outro membro como “intruso”, já queesta atividade costuma despertar grande empatia.
    • 4- No final do exercício, os “intrusos” e os outros membros que funcionaram comoobservadores, farão os comentários acerca da experiência. É importante observar seos “intrusos” tentaram penetrar à força ou com diálogo.Conclusão:Essa dinâmica deverá desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal,integrar a pessoa no meio social, desinibir e desbloquear, desenvolver adaptaçãoemocional, comunicação verbal e não-verbal, descobrir sistemas de valores. Fazendo HistóriaJogoGrupo: no máximo 25 crianças.Objetivos: Respeitar as diferenças individuais de cada um; desenvolver oconhecimento mútuo e a participação grupal e desenvolver a expressão na escrita.Tempo: 1 aulaLocal: na sala de aula ou no pátio da escola.Material: lápis e folhas de papel em branco.Desenvolvimento: Reunir a turma em círculo, sentados, com lápis e a folha de papelem branco na mão.Por solicitação do professor, cada criança começa a contar uma história por escritoescrevendo uma frase no alto da folha e dobrando a mesma, para ocultar a parteescrita, deixando aparecer as últimas palavras, passando a folha para o vizinho dadireita.Este participante, aproveitando-se da última parte da frase de seu colega anterior,escreverá outra frase, dobrando novamente a folha, deixando aparecer somente aparte final da frase, e passando a folha novamente para o seguinte da fileira.
    • E o jogo prossegue, até que o professor entender pará-lo, e solicitar a cada qual ler afolha de que está de posse.Conclusão:As crianças vão perceber que a história fica diferente, da que cada um havia pensadoem escrevê-la.GeschenkDinâmica do GeschenkGrupo: Essa técnica é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certaintimidade e algum cansaço.Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma,não há limites etários ou quanto a maior ou menor maturidade do grupo para suaaplicação.Pode ser executada com grupos de até vinte elementos.Objetivos: desenvolver a integração do grupo.Tempo: 1 horaLocal: uma sala ampla.Material: lápis, cartolinas e papéis.Desenvolvimento: Formar subgrupos de seis a dez elementos em cada e devemsentar-se em círculo, dispondo de lápis e papel.A uma ordem do professor, cada um deve escrever o nome dos integrantes dosubgrupo.
    • Depois, em silêncio, cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de suarelação, pelo qual tenha alguma admiração.Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado demuitos ou em todos os nomes.A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem, uma frase, um pensamento,enfim algum recado para as pessoas que se escolheu, mas de maneira que não seidentifique o autor da mensagem.A seguir, cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas, tentando identificar, quepoderá ou não ser assumida pelo remetente.É interessante que o remetente das mensagens não se identifique, facilitando o debategrupal.Concluída essa etapa, o subgrupo redigirá, numa cartolina, uma ou mais mensagensque identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral.Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as automensagens, mas apenas as que enviarem.Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.Conclusão: reconhecimento das características de cada um do grupo.HolísticaEntendendo a Visão Holística - DinâmicaGrupo: em torno de trinta pessoas.Objetivo: Explicar de forma lúdica o que é visão holística. Teoria segundo a qual ohomem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintoscomponentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente;holística.Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.
    • Material:- Carretel de barbante ou linha suficientemente comprida;- Um balão de aniversário.- Um quadro ou uma cartolina.Desenvolvimento:I. Escreve-se no quadro ou em uma cartolina: “A parte é diferente do todo, mastambém é o mesmo que o todo. A essência é o todo e a parte.” (Éfeso)II. Pede-se para o grupo formar uma grande roda;III. Entrega-se o carretel de barbante para um dos integrantes da roda e explica-se queele deve ficar com a ponta do barbante e jogar o carretel para outra pessoa qualquerda roda explicando porque escolheu tal pessoa;IV. A segunda pessoa que recebe o carretel deve segurar uma parte do barbante (demodo que o mesmo fica esticado entre a 1ª e a 2ª pessoa) e jogar o carretel para outrocomponente da roda, explicando porque escolheu tal pessoa.Esse passo é repetido até que todos os componentes da roda tenham sua parte dobarbante. Estará formada, então, uma grande teia, como na figura abaixo:V. Com base no texto abaixo, explica-se o que é holística. Preferencialmente, oprofessor não deve ler o texto: ele deve explicar com suas palavras, observando queno decorrer do texto a dinâmica continua.“Cada indivíduo dessa roda é uma parte que forma um todo. Podemos comparar essaspartes com os elementos da natureza, com os funcionários ou departamentos de umaempresa (ou escola) ou com as células de um ser vivo.É importante perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, seinteragem e dependem umas das outras para que o todo (seja a Natureza, a escola ouo organismo de um ser vivo) viva e funcione adequadamente.Essa é a essência da visão holística (coloca-se o balão de aniversário no meio da teia,de modo que ele fique sustentado e em equilíbrio sobre a mesma).Esse balão que está sendo sustentado pela teia representa o equilíbrio ideal resultanteda interação de cada parte. Observem que para que o balão esteja perfeitamenteequilibrado é importante que todas as partes colaborem entre si.
    • Tudo o que há no Universo são considerados todos em relação às suas partesconstituintes, mas também são partes de todos maiores. Por exemplo: um átomoforma uma molécula que forma uma célula que forma um organismo vivo que formaa parte viva de um planeta que é uma parte da galáxia que é um elemento doUniverso.E tudo isso, todos e partes, estão interdependentes numa totalidade harmônica efuncional, numa perpétua oscilação onde os todos e as partes se mantém mutuamente.(a partir de agora o professor tira da mão de cada um o pedaço de barbante deixando-o cair, enquanto isso, continua-se a explicação do que está acontecendo).Entretanto, estamos em uma sociedade mecanicista, onde partes tentam se sobre por aoutras, onde o ser humano torna-se predador de seu semelhante. São as classesdominantes em posição de poder que atuam ou de forma preconceituosa, ou comênfase na competição e não na cooperação.E o que acontece quando não há uma perfeita sinergia entre as partes do todo ouquando não há a colaboração de todas as partes? (nesse momento todos já largaramsua parte do barbante e o balão está no chão)Acontece o mesmo que aconteceu com esse balão: perde-se o equilíbrio do sistemaaté que ele desmorone.(o professor pega a bola)Ainda há tempo de recuperar o equilíbrio se todos pegarem sua parte do barbante, sóque se demorarmos muito, pode ser tarde demais. (estoura-se a bola)VI. Convém notar que a aplicação deste exercício exige certa maturidade do grupo.Conclusão: perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, se interageme dependem umas das outras para que “o todo” viva e funcione adequadamente.
    • ALMANAQUE DE DINÂMICAS01. Meus sentimentosObjetivo: apresentação e entrosamentoMaterial: papel, lápis de cor.Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de ondevem, mostrando o seu desenho explicado-o.O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.02. Mancha ou pontoObjetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
    • Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.Pedir, então, que tirem conclusões práticas.Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas,esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 5103. Identificação Pessoal com a NaturezaObjetivos: Auto conhecimento e precesMaterial: Símbolos da natureza, papel e caneta.Desenvolvimento:1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção ereflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?2. Formação de pequenos grupos para partilha.3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo eformula uma prece.4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.Palavra deDeus: Gn 1,1-2504. Quem sou eu ???Objetivo: Conhecimento PessoalMaterial: papel e canetaDesenvolvimento:1. Refletir individualmente:- A vida merece ser vivida?- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?2. Escrever numa folha- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).- Como atuo para chegar no que quero?3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.4. Avaliação:- Como cada um se sentiu ao se comunicar?- E depois da dinâmica?Palavra de Deus: Gn 1,26-31 Sl 13905. O outro LadoObjetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncioabsoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve mantersilêncio durante a dinâmica.A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma maisrápida possível e mais eficiente.Repete-se a ordem várias vezes.O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem váriasvezes, pedindo que haja silêncio.NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele consideraráa tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido,obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:- Como cada um se sentiu?- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?- Quem ais correu ou empurrou?- De que forma as lideranças foram se manifestando???- Houve desistência no meio do caminho?- Surgiram animadores???Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 13306. EspelhoObjetivo: Partilha dos sentimentos.
    • Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos osmomentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.(Deixar tempo para interiorização).Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depoisse faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.Palavra de Deus: Lc 12.1-3 Sl 13107. NúmerosObjetivos: Conhecimentos Pessoais.Material: Cartões com números diferentes.Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.08. Construção de uma cidadeObjetivos: reflexão sobre a realidade.Material: Fichas com nomes de profissões.Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarna-la.Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajarporque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.Palavra de Deus: Mt 7,26-27 Sl 12709. Sensações de vida ou morteObjetivo: analisar a pratica e revisão de vida.Material: duas velas uma nova e outra velha.Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a velagasta, acesa, vai passando de mão em mão).Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada umcompleta a frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é ...Analisar a dinâmica e os sentimentos.Palavra de Deus: Mt 6,19-24 Sl 1.10. Perfume – Rosa e bomba.Objetivo: celebração penitencial e compromisso.Material: não há material, usar a imaginação.Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colegado lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 10111. ValoresObjetivo: reconhecer os valores e qualidades.Material: Cartões com valores escritos.
    • Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.Deixar um momento para a reflexão pessoal.Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém quetem o mesmo valor.Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa,outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.12. Valores IIObjetivo: ressaltar o positivo do grupo.Material: folhas, canetas e alfinetes.Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobresuas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros eacrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o queos colegas acrescentaram.Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 11113. Dinâmica de apresentaçãoObjetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.Desenvolvimento:Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. RobertoRisonho.O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivopara o seu nome e assim sucessivamente.Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 13914. A maletaObjetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares,não estimulando o compromisso solidário.Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco,dois apontadores iguais.Desenvolvimento: forma-se duas equipes.A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentroda maleta.A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento datarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 14615. O HelicópteroObjetivo: apresentação e entrosamento.Desenvolvimento: (duração 40 minutos).Faz-se um círculo com os participantes da reunião.O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devemfazer gestos com os braços, como se estivessem remando.O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pelasala e cumprimentam o companheiro).
    • O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá umhelicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizarrapidamente seguindo as orientações.a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser decomunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continuaa exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigênciafundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.f) Anuncia que todos foram salvos.NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridosabaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.Sugestões para as questõesa) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ouatua, mora. Qual o eu ideal?b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que esperado curso e o que gostaria que fosse tratado?c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento?Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento?Porque?e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenhaconversado ainda.Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 13316. CamisetasObjetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima noformato de camiseta.Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho.Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.17. A BalaObjetivo: Despertar a importância do outro.Despertar a solidariedade.Perceber o nosso individualismo.Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nosombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.Analisar a dinâmica:Como se sentiram?O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?Por que os dois agiram assim?Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?O que acharam da dinâmica?Pode confrontar com a Palavra de Deus?Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 1518. Árvore da Vida e Árvore da MorteObjetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
    • Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, nafamília, no grupo de jovens... Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o queescreveram e penduraram na árvore.No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações demorte de nosso bairro etc.Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma precede perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.19. Virar pelo avessoObjetivo: Despertar o grupo para a importância da organizaçãoDesenvolvimento:1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, decostas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de foraobservando ou não dar pistas nenhuma.3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.5° Passo: Analisar a dinâmica:O que viam? Como se sentiram?Foi fácil encontrar a saída? Porquê?Alguém desanimou? Porquê?O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?Nossa sociedade precisa ser transformada?O que nós podemos fazer?Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 11420. Abre o olhoParticipantes: 2 pessoas.Tempo estimado: 20 minutos.Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados emforma de cassetete.Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depoisdevem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupoapenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarraa venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que osresultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário eencerra a experiência.Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dosparticipantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença xindignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se esolidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aosvoluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a posturado grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras queenfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vidasocial, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles quenão enxergam?Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.21. AfetoParticipantes: 7 a 30 pessoas
    • Tempo Estimado: 20 minutosMaterial: Um bichinho de pelúcia.Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todosformem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrarconcretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dosintegrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho nointegrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação asentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.22. ApoioParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveramdar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar umarodadinha, uma abaixada e etc.Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força paralevantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?23. ApresentaçãoTamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.Tempo: 45 minutos.Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo,e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante unsminutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cadapessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação.Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foipassada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.24. ArtistaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Material: Lápis e papel.Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante quedesenhe com os olhos fechados uma:- Casa- Nessa casa coloque janelas e portas.- Ao lado da casa desenhe uma arvore.- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só hátrevas.25. As coresParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folhade papel ofício.Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
    • O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas decores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. Ocoordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata pertoda parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugare ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e nãoajudaram os seus irmãos.26. AulinhaParticipantes: 25 a 30 pessoasTempo: 35 minutosMaterial: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupoDescrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para issoo coordenador:- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicadaao grupo no final do exercício;- A AULINHA permite diversas variações, tais como:A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderáutilizar somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou atémesmo um texto para ser lidoB) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimodois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cadaparticipante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.27. A vela e o barbanteParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro dogrupo.Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se aBíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobrasuficiente para amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa obarbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa,que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçadospelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo,quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido dadinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.28. A vela e copoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 minutos.Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por algunssegundos.Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aospoucos, ela se apagará.Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.29. CastigoMaterial: Pedaços de papel e caneta.Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel para cada um.Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receberum castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
    • Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo eo nome de quem vai realizar o castigo.Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.30. ChocolateMaterial: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instruçãode que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turmasaiba).A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deveficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguirpode comer o chocolate.A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeiraturma para cada pessoa da segunda turma.Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos,cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate ecolocasse na boca.Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.31. Comprimidos para a féParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)Descrição:1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeirocopo com água.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.6. Pedir que os participantes digam o que observaram.Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que não aceita a religião, fica de fora de tudo, no segundo éaquele que até aceita, participa, porém não se abre fica fechado as verdades da fé e por último, o terceirocopo, é aquele que participa, se abre, se mistura, tem o coração aberto a Deus, enfim é uma pessoa de fé.32. Comunicação gesticuladaParticipantes: 15 a 30 pessoasTempo Estimado: 30 minutos.Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através demímicas.Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (semqualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente umminuto. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-secomentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como doentrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender oque os outros pensam ou desejam fazer.33. Conhecendo o grupoParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.
    • Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se desejarealizar no decorrer da vida.Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nospróximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.).Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trintasegundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assimsucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreveo que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a seremanalisadas pelo coordenador pode-se citar:* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemosajudá-los;* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;* Outros.34. Construção do bonecoParticipantes: Apenas 26 pessoas.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em cada um.O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Paraisso, deverá trabalhar em um canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que nãoparticipam dos grupos.O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma partedo boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra érecomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:1ª pessoa: cabeça.2ª pessoa: orelha direita.3ª pessoa: orelha esquerda.4ª pessoa: pescoço.5ª pessoa: corpo (tronco).6ª pessoa: braço direito.7ª pessoa: braço esquerdo.8ª pessoa: mão direita.9ª pessoa: mão esquerda.10ª pessoa: perna direita.11ª pessoa: perna esquerda.12ª pessoa: pé direito.13ª pessoa: pé esquerdo.Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes dosegundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhosdiferentes, porque não trabalharam em equipe.Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.Conseqüências:A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros detamanho desproporcionais.Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, eque conclusão tiraram disso tudo.35. Cristo no irmãoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 20 minutos.Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partesdo corpo do Cristo.
    • Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado dooutro.O animador motiva as pessoas dizendo:Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele maisdemonstrou seu amor para com você.OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amara Deus sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irãobeijar no irmão do lado.Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.36. Cumprimento criativoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Matéria: Musica animada.Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pelasala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção asolicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.Exemplo:-Com a palmas das mãos;-Com os cotovelos;-Com os pés;Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído,o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala paraestar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar oscompanheiros, formar um circulo, sentar.Comentar o exercício:-O que foi mais difícil executar? Porque?-O que mais gostou?-O que pode observar?37. DesenhoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 20 minutos.Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano,sem que os outros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terãovários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem aspartes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual partecada um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem,cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.38. Diagrama de integraçãoParticipantes: 25 pessoas.Tempo: 15-20 minutos.Material: lápis ou caneta, papel e cartolina.Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva o nome da pessoamais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas; opapel deve ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro oucartolina, marcando com um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com onome da pessoa que escolheu, indo em direção à escolhida.
    • 39. DificuldadeParticipantes: 30 pessoasTempo: 1 horaDescrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigosubterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoasde sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal,procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possarelatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicitauma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoasinteressadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:Um advogado, com 25 anos de idade;A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficarjuntos no abrigo, ou fora dele;Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;Uma prostituta, com 34 anos de idade;Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;Uma universitária que fez voto de castidade;Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;Um declamador fanático, com 21 anos de idade;Uma menina com 12 anos e baixo QI;Um homossexual, com 47 anos de idade;Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.40. DramatizaçãoParticipantes: 30 pessoas.Tempo: 30 minutos.Descrição:O coordenador apresenta o assunto da discussão;Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez aquinze minutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo nadiscussão;Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento nogrupo;É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha docolega a ser imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.41. Encontro de gruposParticipantes: dois grupos com não mais de 15 pessoas.Tempo: 1 hora.Material: folhas grandes de cartolinaDescrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolinaComo o nosso grupo vê o outro grupo?Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão dosubgrupo. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meiahora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.42. EspelhoParticipantes: 10 a 20 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprioreflexo.Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado.Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os
    • momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merecetodo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, comos motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve sercriado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de algumamúsica de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: "... Agora vocêsvão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida,o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todosdevem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicarcom os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões econclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.43. Evangelho em pedaçosParticipantes: 10 a 15 pessoasTempo Estimado: 15 minutosMaterial: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo eversículos.Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual amensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida,os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre ostrechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.44. Exercício da confiançaParticipantes: 25 a 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e aimportância do exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a perguntaque estiver na papeleta, procurando responder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre oexercício feito.Exemplos de pergunta:1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre2. Que importância tem a religião na sua vida3. O que mais o aborrece4. Como você encara o divórcio5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente7. Qual a comida que você menos gosta8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante9. Qual é, no momento, o seu maior problema10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas11. Como estudante, quais as atividades em que participou12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo14. Você gosta do seu nome15. Quem do grupo você escolheria para seu líder16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento18. Qual o pais que você gostaria de visitar19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.45. Exercício da qualidadeParticipantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: lápis e papel
    • Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim osdefeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela aqualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constarnem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade queconsta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, écaracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora dequalidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.46. Explosão do coordenadorParticipantes: 30 pessoasTempo: 10 minutosDescrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate ocoordenador para e diz "Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado emver esse comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo,este debate!", após esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentes principalmentereprovando a atitude do coordenador. Após o primeiro impacto o coordenador, em seu estado natural deveráexplicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá adiscussão, sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador.Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.47. FileiraParticipantes: 12 pessoasTempo: 1 horaMaterial: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolinaDescrição:1. Primeira fase:O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cadamembro exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o exercício.Todos deverão executar a tarefa em silêncio;Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bem como a colocaçãodos membros na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações referentes aoexercício, ao comportamento dos indivíduos na sua colocação;Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todos estejam satisfeitos emrelação à colocação na fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.2. Segunda fase:O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que na votação deverão dar umvoto para aquele que será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o ensejopara que os participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício.O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendopara isso dez minutos.Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordemcorresponder à influência que cada um exerce sobre o grupo.Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.48. Guia de cegoParticipantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.Tempo Estimado: 25 minutos.
    • Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir atodos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinadointervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:Como vocês se sentiram sem poder enxergar?Tiveram medo? Por quê? De quê?Que acham da sorte dos cegos?Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá ocego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendaros olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar osmesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família,educadores, amigos, etc.)Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se podeencontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre acura da vista e a missão da igreja de conscientização?49. Jogo comunitárioMaterial: uma flor.Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para apessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz onome da pessoa da direita) lhe enviou...E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nomepassará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, osseus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entregada flor, mais engraçado fica o jogo.50. Jogo da verdadeParticipantes: 25 pessoasMaterial: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas.Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto dequem pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numacadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente averdade, pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntasocorre a reflexão sobre a experiência.51. Jogos de bilhetesParticipantes: 7 a 20 pessoasTempo Estimado: 20 minutosMaterial: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentrodo mesmo. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente.Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes.
    • Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o queestá escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razõespor que chegou a esta conclusão. Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo comdicas. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz nocotidiano?Sugestões de bilhetes:Em quem voto para presidente?Sugira um nome para meu bebê?Sugira um filme para eu ver?Briguei com a sogra, o que fazer?Cante uma música para mim?Gosto quando me aplaudem.Sou muito carente. Me dê um apoio.Tenho piolhos. Me ajude!Estou com fome. Me console!Dance comigo.Estou com falta de ar. Me leve à janela.Me descreva um jacaré.Me ensine a pular.Tem uma barata em minhas costas!Dobre a minha manga.Quanto eu peso?Estou dormindo, me acorde!Me cumprimente.Meu sapato está apertado. Me ajude.Quantos anos você me dá?Me elogie.O que faz o síndico de um prédio?Sou sósia de quem?Como conquistar um homem?Veja se estou com febre.Chore no meu ombro.Estou de aniversário, quero meu presente.Sorria para mim.Me faça uma careta?52. Juventude e comunicaçãoDesenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem euma mulher.Anotar na figura:Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.Diante do coração: 3 grandes amores.Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.Comentário:Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?Iluminação bíblica: Mc 7, 32-37.53. KaraokêParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Objetivo: Aprender o nome de todos.Material: Nenhum.Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todosque eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.
    • O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: "Omeu nome é Exemplo: Jesus", e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus".Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock, pagode etc.54. Líder democráticoParticipantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar ascaracterísticas de cada um1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupodemonstra o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra umlíder democrático.2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um,explicando depois um a um.3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-sesobre cada um.Definições:1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um sesente importante e necessário no grupo.3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.4. Sempre pronto para atender.5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importantee o acessório.7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que sóvêem perigo, sombra e fracassos.9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrersempre à ajuda dos outros.11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas ascondições para que o grupo funcione bem.12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.Qualidades:01. Seguro02. Acolhedor03. Desinteressado04. Disponível05. Firme e suave06. Juízo maduro07. Catalisador08. Otimista09. Previsor10. Confiança nos outros11. Dá apoio12. Eficaz13. Sociável14. Sincero15. Corajoso16. Democrático
    • 55. MaçãMaterial: papel e caneta para cada umDescrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seusamigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pedepara que cada um desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever onome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio delacolocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.Plenário:Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquercoisa?Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois nãome amam pelo que faço, mas, pelo que sou?Sou incondicional de quatro pessoas?Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.Deixar-se servir pelos irmãos.Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.56. Nome perdidoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos oscrachás.Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bemtodos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono docrachá, em 1 minuto.Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagaruma prenda.57. Observação / açãoParticipantes: 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: papel e canetaDescrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo.O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o grupo deobservação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existealguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressarapós o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.Exemplo: exemplos de coordenaçãoForma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmotema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após oditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas asresponsabilidades que o grupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que nãoassume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em
    • prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenadorperfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.58. Palavra iluminadaParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: IndefinidoMaterial: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode sereliminada da dinâmica.Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simbolizaCristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modoque todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que apessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurandoa vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realizaa leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Esteprocesso se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar aogrupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado naspassagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião dogrupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso éalcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos denossas vidas.59. Palavra que transformaMaterial: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha comágua.Desenvolvimento: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depoisse coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar ogiz, depois a vidro de remédio e por último a esponja.Então refletimos:Como a Palavra de Deus age na minha vida?Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nadapara si mesmo?Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?Iluminação Bíblica: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.60. PareParticipantes: 30 pessoasTempo: 45 minutosMaterial: caneta e papel em brancoDescrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios,para maior presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.O exercício processa-se assim:A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cadamembro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o quegostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se aredistribuição;A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.61. PartilhaParticipantes: Indefinido.
    • Tempo Estimado: 15 minutos.Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente canetaou lápis.Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, daigreja.Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerdado grupo.Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historiaterminou do jeito que ele estava imaginando.62. Pessoas balõesParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 15 minutos.Material: Um balão cheio e um alfinete.Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas em determinadosmomentos de sua vida, se parecem com os balões:Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta que alguém os provoquecom alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem".Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.63. PizzaParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cada integrante é motivado paraque defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se tertemas como: drogas, sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde,segurança, esportes, etc. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência aprimeira letra do tema). Em seguida, cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com aproporção de importância que tem para com cada tema. As divisões devem ser identificadas pelos númerosou letras definidos anteriormente para os temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podemser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresenta seu desenho ao grupocomentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar sobre estas opções e se as mesmascorrespondem ao que o grupo esperava do integrante.64. Presente da alegriaParticipantes: 3 a 10 pessoasTempo: 5 minutos por participante;Material: lápis e papel;Descrição: O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: "muitas vezes apreciamos mais um presentepequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisasgrandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência quesegue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo";Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem paracada membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação asi mesmo;O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro dosubgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia.Na mensagem dirá:1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige auma pessoa", em vez de: "eu gosto de sua atitude", que é mais geral;
    • 2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentárioque se aplique a várias pessoas;3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça acolocação sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com osnomes dos endereçados no lado de fora.65. Presente de amigoParticipantes: 10 a 30 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantesDescrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõeo seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamospreocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisasmenores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequenopresente de alegria para alguns integrantes do grupo".Prosseguindo, o coordenador convida os integrantespara que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser daseguinte forma:a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muitogenéricas;c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;d) Ser na primeira pessoa;e) Ser sinceras;f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas sãorecolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se àconclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes.66. Riqueza dos nomesParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever aspalavras montadas ou quadro-negro.Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala seolhando, enquanto uma música toca.Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, comalgum gesto (aperto de mão, abraço, beijo no rosto e etc).Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára amúsica, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tirade papel também serve).Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão umapalavra com estas sílabas (servem apenas as letras).Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = AjudaAirton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = AmizadeColocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância navida.67. Salmo da vidaParticipantes: 10 a 20 pessoas
    • Tempo Estimado: 45 minutosMaterial: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentosmarcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistascomo formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devemse perguntar qual foi à experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou nodecorrer de suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor,agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em umambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatropessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser podeapresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e aexperiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas: Comose sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para comacontecimentos tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossasvidas? Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos.68. Semeando a amizadeParticipantes: 7 a 15 pessoasTempo Estimado: 30 minutosMaterial: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus,capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual emum vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nestadinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementesdescritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa quedeseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejamoutros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que umasemente por integrante.69. Sentindo o Espírito SantoParticipantes: indefinido.Tempo Estimado: 15 minutos.Material: Uvas ou balas .Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador dadinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que estaazeda, que esta suculenta etc.Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenadordeve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.70. Ser igrejaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Uma folha em branco para cada um.Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintoniaalegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividadeestaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas,reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimentetodos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha,formará uma flor.Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.
    • Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar avida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheiade esperança e realizações. (leitura MC 3, 31 - 35).71. Temores e esperançasParticipantes: 25 - 30 pessoasTempo: 30 minutosMaterial: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquercoisa, e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar aexpressar esses medos.A dinâmica segue assim:Formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupotivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado.Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que seráfeito.Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou nopapelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais.72. Tempestade mentalParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 1 hora;Material: Papel, caneta, cartolina;Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá umsecretário que anotará tudo;Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todoexercício, acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto melhor, deseja-se o maior número deidéias.1ª fase:O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dossobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para daridéias.2ª fase:Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação dasidéias e a escolha das melhores.3ª fase:No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhoresidéias.4ª fase:Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cujabase serão as idéias mais válidas.73. TerremotoParticipantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).Tempo Estimado: 40 minutos.Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentarDescrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredese 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da
    • quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverágritar uma das três opções abaixo:MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. Asparedes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendosobrar outra pessoa.PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredesdevem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCAdois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar semmorador. Repetir isso até cansar...Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar aoque estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? NoTrabalho? Na Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propiciavárias trombadas. É muito divertido!!!74. Teste de resistênciaParticipantes: Indefinido.Tamanho: 30 pessoasTempo Estimado: 40 minutosDescrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinadograu de solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai apassarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos,negativos e reticências;Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas "fotos" de cadaindivíduo, quantos forem os participantes;Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participanteaponte os aspectos positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.75. A candidaturaParticipantes: grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: papel e caneta.Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco.Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Por exemplo, ser presidenteda associação de moradores, ser dirigente de um clube esportivo, etc. Cada participante coloca no papel asvirtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de suacandidatura.O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes.Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanhaprevista.O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como se sentiu, O grupo explica por que atribuiu determinadasvirtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.76. Troca de um segredoParticipantes: 15 a 30 pessoas.Tempo Estimado: 45 minutos.Material: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deveráescrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar
    • oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assimdesejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro dogrupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrantedeve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para omesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para ogrupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapadeve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Emseguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos:Como você se sentiu ao descrever o problema?Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?No seu entender, o outro compreendeu seu problema?Conseguiu por-se na sua situação?Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?77. TubarãoParticipantes: Indefinido.Material: Um local espaçoso.Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, eneste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita afrase "Ta afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, equem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve-se escolher uma pessoa com antecedênciapara ser o tubarão).O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.Responder às seguintes perguntas:Quem são os tubarões nos dias de hoje?Quem é o barco?Quem são os botes?Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?78. A teia da amizadeParticipantes: 20 pessoas.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã.Descrição: Dispor os participantes em círculo.O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola)de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após seapresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas àsua frente.Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre apessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Após faze-lô, essa segunda pessoa irá seapresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. Comocada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que osune uns aos outros.Pedir para as pessoas dizerem:O que observaram;O que sentem;O que significa a teia;
    • O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.79. A palavra – imãParticipantes: indefinido.Tempo Estimado: 25 minutos.Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas.Descrição: Dispor os participantes em círculo.O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro. (Porexemplo:Escrever a palavra amor)Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre apalavra-chave.No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tonaalgum dia.80. O barcoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Uma folha em branco para cada um.Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barcoque navega em alto mar. (fazer o barco de papel).Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos porentre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamosequilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etv.Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta dolado direito do barco)Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamostirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência,desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nósqueremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho paranos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muitoessa camisa para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão)Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal dacerteza da nossa Salvação)Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemosver nosso próximo e entender suas necessidades)
    • Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temosque nos alimentar, e aui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes eperseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos - mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia -está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquertempestade).Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remose os outros dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.(leitura Mt 8, 23 - 27).81. Palavra chaveParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Bíblia.Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que seenquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe deJesus estava aí. (Jo 2, 1)Outras sugestões de palavras-chave:pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és Pedro")pobre, pobreza ("bem aventurados os pobres...")oração, oratório, templo, culto ("Jesus se afastava da multidão para rezar")criança ("deixai vir a mim os pequeninos)mulher ("tua fé te salvou")semente ("se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo")ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz")82. João BoboParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Pano para vendar os olhos de um meninoDescrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar de fora.Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo - depreferência um menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantesque ficaram na sala.A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levardurante a brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeiracomeça! As pessoas devem empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de "JoãoBobo".
    • Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo queestá no centro não caia. A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre aconfiança que teve que depositar em todo o grupo.Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-serefletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemoscontar, é Deus!83. Nome e significadoParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso site)Descrição: Faça o donwload dos significados dos nomes que temos em nosso site. (ou então procure emalgumas bancas de jornal algum livro com os significados dos nomes).Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados.Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é o significado.Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significadodesencontrado.Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos de nome e significado,montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todosos nomes tenham sido montados.Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois, um a um lê em voz alta oseu nome e o significado para os demais.Você pode então promover uma conversa com os participantes:Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque?Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?Por que nosso nome é importante para nós?Será que Deus sabe o nosso nome?O que quer dizer o texto de Isaías "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante nanossa vida?Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) - pesquisar na Bíblia os seussignificados, ets.84. Ser IgrejaParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.Material: Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas umpassando para o outro sem deixá-las cair no chão.Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dosúltimos para deixar tantas bexigas no ar.
    • Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro decada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja, assim comoas bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.85. Somos criação de DeusParticipantes: Indefinido.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: Caneta e papel para todos os participantesObjetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremosmostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo ageou exige é saudável para cada um.Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nome e faz umdesenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o quevocê gostaria de fazer?Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa aodesenho, passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenhoao dono.Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenhoestá pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas comquem convivemos, nos influênciam? (O que elas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores,amigos, acrescentam algo a nós?)Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador;desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos deDeus, o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir queDeus termine de "desenhá-los")86. Dois CírculosParticipantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas.Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.Tempo Estimado: 30 minutos.Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outrasantes de se iniciar uma atividade em comum.Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas.Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, aspessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informaçãoque o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dosdois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.ABRE O OLHO-Participantes: 2ª pessoas.-Tempo estimado: 20 minutos.-Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma decassetete.-Observação: Possíveis leituras do Evangelho - Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.-Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciaruma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a"briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários edeixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, ocoordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.-Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantespode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir oagressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
    • Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar apalavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossarealidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regrasdo jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daquelesque não enxergam?AFETO- Participantes: 7 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Demonstração de Afeto.- Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.- Material: Um bichinho de pelúcia.- Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todosformem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seusentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, osintegrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobreas reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.APOIO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Material: Nenhum.-Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.-Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulopara frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, umaabaixada e etc.-Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porqueficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?APRESENTAÇÃO* Objetivos: - começar a integração do grupo: conhecer-se mutuamente;- quebrar o gelo desde o princípio;- demonstrar que todo membro do grupo é importante;- dar uma primeira idéia dos valores pessoais dos membros participantes;* Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas;* Tempo: 45 minutos;* Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e sepretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares seentrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foientrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se asinformações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre avalidade da dinâmica.ARTISTA- Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Material: Lápis e papel.Modalidade: Deus em nossa vida.-Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.-Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com osolhos fechados uma:- Casa- Nessa casa coloque janelas e portas.- Ao lado da casa desenhe uma arvore.- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.
    • AS CORES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: A importância de ajudarmos aos outros.-Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentesCortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.-Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.-O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de coresdiferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.-O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenadordeve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a suacor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.-E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaramrindo dos colegas em vez de ajuda-los.Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seusirmãos.AULINHAObjetivo: desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese, clareza e de avaliação* Tamanho: 25 a 30 pessoas* Tempo: 35 minutos* Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo* Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso ocoordenador:- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo nofinal do exercício;- A AULINHA permite diversas variações, tais como:A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizarsomente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um textopara ser lidoB) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntosda atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar suaAULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.A VELA E O BARBANTE- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Evangelização.- Objetivo: Tomar consciência da aliança entre si, o outro e Deus.- Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.- Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, juntocom uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar asvelas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assimsucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8,versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida". Ao final,todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.A VELA E COPO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 minutos.-Objetivo: Mostrar que nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.-Material: Uma vela, fósforos e um como de vidro transparente.-Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
    • -Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela seapagará.-Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.CASTIGO-Material: Pedaços de papel e caneta.-Desenvolvimento:- Distribui-se um pedaço de papel para cada um.- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo doirmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome dequem vai realizar o castigo.- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.CHOCOLATE-Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que elessomente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).- A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bemfechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.- Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode comero chocolate.- A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma paracada pessoa da segunda turma._ Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada umdeles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.COMPRIMIDO PARA A FÉ-Participantes: Indefinido.-Tampo Estimado: 25 minutos.-Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)Utilidade pastoral: Nós, Templo do Espírito Santo. A graça de Deus na vida do cristão.-Descrição:1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo comágua.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.6. Pedir que os participantes digam o que observaram.COMUNICAÇÃO GESTICULADA- Participantes: 15 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Comunicação Gestual.- Objetivo: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.- Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas.- Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o queestá representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes devemprocurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos eatividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem secomunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.
    • CONHECENDO O GRUPO- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Objetivos Individuais.- Objetivo: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar nodecorrer da vida.- Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos diasou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrantedeve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o coordenador pede paraque todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que asfolhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foidesenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;* Outros.CONSTRUÇÃO DO BONECO-Participantes: Apenas 26 pessoas.-Tempo Estimado: 30 minutos.-Objetivo: Mostrar que tudo que é feito em equipe participativa fica mais bem-feito e melhor.-Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.-Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em casa um.-O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Parra isso, deverátrabalhar em um conto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.]-O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco,onde não poderão dizer para ninguém que parte e a sua e nem mostrar (para que isto ocorra e recomendado que sentemlonge um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:1ª pessoa: cabeça.2ª pessoa: orelha direita.3ª pessoa: orelha esquerda.4ª pessoa: pescoço.5ª pessoa: corpo (tronco).6ª pessoa: braço direito.7ª pessoa: braço esquerdo.8ª pessoa: mão direita.9ª pessoa: mão esquerda.10ª pessoa: perna direita.11ª pessoa: perna esquerda.12ª pessoa: pé direito.13ª pessoa: pé esquerdo.-Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo nãopoderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam emequipe.-Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos. Conseqüências:A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanhodesproporcionais.-Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e queconclusão tiraram disso tudo.CRISTO NO IRMÃO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 20 minutos.-Modalidade: Deus nos outros.-Objetivo: Mostrar que Deus esta presente em todos.
    • -Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partes do corpo doCristo.-Descrição:-O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.-O animador motiva as pessoas dizendo:Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais demonstrouseu amor para com você.-OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.-O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.-Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deussobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmãodo lado.Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.CUMPRIMENTO CRIATIVO_ Participantes: Indefinido.- Tempo Estimado: 25 minutos.- Matéria: Musica animada.Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala deacordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que seráfeita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical. Exemplo:-Com a palmas das mãos;-Com os cotovelos;-Com os joelhos;-Com as costas;-Com o bumbum;-Com o NARIZ;-Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, oapresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure em lugar na sala para estar de pé,olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo,sentar.-Plenário – Comentar o exercício:-O que foi mais difícil executar? Porque?-O que mais gostou?-O que pode observar?DESENHO-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 20 minutos.-Objetivo: União do grupo, trabalho em equipe-Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.-Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que osoutros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhose nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano(só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, apósdesenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montaro boneco. Quais a dificuldades, etc.DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃOObjetivo: apresentar uma ilustração gráfica do relacionamento dos membros de um grupo.* Tamanho: 25 pessoas.* Tempo: 15-20 minutos.* Material: lápis ou caneta, papel e cartolina* Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva o nome da pessoa maisimportante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve serassinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcando com um
    • círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu, indo emdireção à escolhida.DIFICULDADE-Participantes: 30 pessoas-Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores econceitos morais estão em jogo.-Tempo: 1 hora-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do “abrigo subterrâneo” atodos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar,a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-senovamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debatesobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisãoimediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar noabrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:- Um advogado, com 25 anos de idade;- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos noabrigo, ou fora dele;- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;- Uma prostituta, com 34 anos de idade;- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;- Uma universitária que fez voto de castidade;- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;- Uma menina com 12 anos e baixo QI;- Um homossexual, com 47 anos de idade;- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.DIFICULDADE DE UM CONSENSO-Participantes: 30 pessoas.-Objetivos: a) esclarecer valores e conceitos morais.b) provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores econceitos morais estão em jogo.-Tempo Estimado: 1 hora.-Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do “abrigo subterrâneo” atodos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar,a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-senovamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debatesobre a experiência vivida.Abrigo subterrâneoImaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisãoimediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar noabrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado;- Um advogado, com 25 anos de idade;- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos noabrigo, ou fora dele;- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;- Uma prostituta, com 34 anos de idade;- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;- Uma universitária que fez voto de castidade;- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;- Uma menina com 12 anos e baixo Q. I;- Um homossexual, com 47 anos de idade;- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.
    • DIMENSÕES DA LIDERANÇA* Objetivo: focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança.* Tamanho: 12 pessoas* Tempo: 1 hora* Material: moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo.* Descrição: este exercício pode ser feito logo após o anterior, mas pode também ser adaptado a qualquer outro no qualé eleito um líder.- O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de R$ 2,00 de cadamembro do grupo. A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder, na base de um múltiplo critério;- O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro.Querendo, poderá formar subgrupos. O líder eleito não tomará parte, mas poderá passar de grupo em grupo paraobservar. O critério poderá incluir, por exemplo, os indivíduos mais votados, os que mais influenciarem na escolha dolíder e outros;- Feitas às sugestões, caberá ao líder eleito fazer sua decisão, baseado ou não num dos critérios apontados. Todo critérioé válido, exceto o de redistribuir o dinheiro, dando a cada um a mesma importância;- O líder processará a redistribuição do dinheiro, explicando o critério que irá adotar, seguindo-se um debate em tornodo exercício realizado.DRAMATIZAÇÃO* Objetivos: demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes; realizar um feedback de um participantecom objetivo de melhor compreendê-lo.* Tamanho: 30 pessoas.* Tempo: 30 minutos.* Descrição:- O coordenador apresenta o assunto da discussão;- Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinzeminutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;- Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;- É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;- O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a serimitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.ENCONTRO DE GRUPOS* Objetivos:- melhorar as relações entre dois grupos- explorar a interação de grupos.* Tamanho: dois grupos com não mais de 15 pessoas.* Tempo: 1 horas* Material: folhas grandes de cartolina* Descrição: o coordenador forma dois subgrupos. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina- Como o nosso grupo vê o outro grupo?- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupogrande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.ESPELHO- Participantes: 10 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Valorização Pessoal.- Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.- Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.- Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Umapessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém quevocê ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem estásintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você,que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais dereflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador
    • deve continuar: “... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de suavida”.Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez).Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar comos demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobreesta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.EVANGELHO EM PEDAÇOS- Participantes: 10 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Leitura da Bíblia e Debate.- Objetivo: Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.- Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.- Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo. Para melhorar a compreensão dotrecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lopara o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.EXERCÍCIO DA CONFIANÇA* Objetivos: acelerar o processo de conhecimento mútuo no grupo; estudar as experiências da própria descoberta;desenvolver a autenticidade no grupo; dar a todos a oportunidade de falar e de escutar.* Tamanho: 25 a 30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.* Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a importânciado exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta,procurando responder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício feito.Exemplos de pergunta:1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre2. Que importância tem a religião na sua vida3. O que mais o aborrece4. Como você encara o divórcio5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente7. Qual a comida que você menos gosta8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante9. Qual é, no momento, o seu maior problema10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas11. Como estudante, quais as atividades em que participou12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo14. Você gosta do seu nome15. Quem do grupo você escolheria para seu líder16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento18. Qual o pais que você gostaria de visitar19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.EXERCÍCIO DA QUALIDADEObjetivos: conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoaspara qualidades até então ignoradas por elas mesmas.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: lápis e papel* Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dosoutros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.I. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade queno seu entender caracteriza seu colega da direita;II. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nomeda pessoa da direita, nem vir assinada;III. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
    • IV. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta napapeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com estaqualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.V. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;VI. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém,no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;VII. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.EXPLOSÃO DO COORDENADOR* Objetivo: criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada, a fim de sentir melhor asreações dos indivíduos.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 10 minutos* Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenadorpara e diz “Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento,esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!”, após esse comentário todosestarão desconcertado e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador. Após o primeiroimpacto o coordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dosindivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador.Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.FILEIRA* Objetivo: conscientizar os integrantes sobre o grau de influência que exercem sobre o grupo.* Tamanho: 12* Tempo: 1 hora* Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolina* Descrição:1. Primeira fase:- O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membroexerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverãoexecutar a tarefa em silêncio;- Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;- A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bem como a colocação dos membrosna fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício, ao comportamentodos indivíduos na sua colocação;- Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todos estejam satisfeitos em relação àcolocação na fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.2. Segunda fase:- O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que na votação deverão dar um voto paraaquele que será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantespossam experimentar novas sensações que envolvem o exercício.- O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendo para isso dezminutos.- Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordem corresponderà influência que cada um exerce sobre o grupo.- Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.GUIA DE CEGO- Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.- Tempo Estimado: 25 minutos.- Modalidade: Importância de Deus em nossa vida.- Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia.- Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.- Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos quefechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Apóseste tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:* Como vocês se sentiram sem poder enxergar?* Tiveram medo? Por quê? De quê?* Que acham da sorte dos cegos?Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde
    • quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão osguias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:* Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?* Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?* É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmosquestionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:* O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?* Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba,etc.)* Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos,etc.)* Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?* Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; Lc 15, 35-43; Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se podeencontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e amissão da igreja de conscientização?JOGO COMUNITÁRIO-OBJETIVO: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.MATERIAL: uma flor.-DESENVOLVIMENTO: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoaque está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa dadireita) lhe enviou...E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a serchamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez dedizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, maisengraçado fica o jogo.JOGO DA VERDADE* Objetivo: conhecimento mútuo; desinibição;* Tamanho: 25 pessoas* Material: relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas* Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem perguntacomo quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro docírculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que éinterrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.JOGOS DE BILHETES- Participantes: 7 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 20 minutos- Modalidade: Comunicação.- Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.- Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.- Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo.O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o processoinicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito nobilhete. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo, todos devem voltar a posiçãooriginal, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer oque está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não tenha descoberto, os outrosintegrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmicase reproduz no cotidiano? Sugestões de bilhetes:* Em quem voto para presidente? * Como se faz arroz?* Sugira um nome para meu bebê? * Sugira um filme para eu ver?* Briguei com a sogra, o que fazer? * Cante uma música para mim?* Gosto quando me aplaudem. * Sou muito carente. Me dê um apoio.* Tenho piolhos. Me ajude! * Estou com fome. Me console!* Dance comigo. * Estou com falta de ar. Me leve à janela.* Me descreva um jacaré. * Me ensine a pular.* Tem uma barata em minhas costas! * Dobre a minha manga.
    • * Leia a minha sorte. * Quanto eu peso?* Estou dormindo, me acorde! * Me cumprimente.* Meu sapato está apertado. Me ajude. * Quantos anos você me dá?* Quero um telefone. Que faço? * Me elogie.* Meu filho urina na cama. Que faço? * Me xingue.* O que faz o síndico de um prédio? * Sou sósia de quem?* Como conquistar um homem? * Veja se estou com febre.* Chore no meu ombro. * Estou de aniversário, quero meu presente.* Sorria para mim. * Me faça uma careta?JUVENTUDE E COMUNICAÇÃOObjetivo: Criar comunicação fraterna e madura.Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.Anotar na figura:Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.Diante do coração: 3 grandes amores.Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.Colocar em plenário- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37.KARAOKÊ-Descrição: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: Aprender o nome de todos.-Material: Nenhum.-Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que elesdevem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.-O coordenador deve dar inicio parra insenar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: “O meu nome éExemplo: Jesus”, e todos devem cantar e dançar assim: “O nome de dele é Exemplo: Jesus”. Todos devem cantar edançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.Exemplos: FORRO, LENTA, OPERA, PAP, PAGODE ETC.LÍDER DEMOCRÁTICO* Objetivos: conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático;possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições quecaracterizam o líder democrático;* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;* Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características decada um1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstrao líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicandodepois um a um.3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada um.- Definições1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se senteimportante e necessário no grupo.3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.4. Sempre pronto para atender.5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o
    • acessório.7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo,sombra e fracassos.9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dosoutros.11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições paraque o grupo funcione bem.12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.- Qualidades:01. Seguro02. Acolhedor03. Desinteressado04. Disponível05. Firme e suave06. Juízo maduro07. Catalisador08. Otimista09. Previsor10. Confiança nos outros11. Dá apoio12. Eficaz13. Sociável14. Sincero15. Corajoso16. DemocráticoMAÇÃ- Objetivo: Avaliar nossos laços de amizade- Material: papel e caneta para cada um- Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26:Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe umamaçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus.Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.- Plenário:assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam peloque faço, mas, pelo que sou?Sou incondicional de quatro pessoas?Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?- lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.- o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.- os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.- deixar-se servir pelos irmãos- uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.NOME PERDIDO
    • -Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 25 minutos.-Objetivo: Ver a importância de sermos conhecido pelo nome “Jesus chama cada um pelo nome”.-Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.-Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estescrachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.-Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.OBSERVAÇÃO/AÇÃO* Objetivo: observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: papel e caneta* Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação- o grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo- o grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o de observação analisa o outrogrupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém sedemonstra tímido e não consegue se expressar- após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.Exemplo: exemplos de coordenaçãoForma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, estedeve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outrogrupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, apósforma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordandocom tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democráticoque seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e “força” o trabalho em grupoPALAVRA ILUMINADA- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: Indefinido- Modalidade: Debate e Apresentação (opcional).- Objetivo: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas.- Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.- Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada dadinâmica.- Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristoiluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possamver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda devesegurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho daesquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelocoordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenadorvenha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todoo conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar aopinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso éalcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.PALAVRA QUE TRANSFORMA-OBJETIVO: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.MATERIAL: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.-DESENVOLVIMENTO:Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, ealguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por últimoa esponja. Então refletimos:- Como a Palavra de Deus age na minha vida?- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?- Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?- Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?ILUMINAÇÃO BÍBLICA: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.
    • PAREObjetivos: através de um teste surpresa, medir o grau de interesse, de participação, a preocupação atual, a motivaçãodos participantes; visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes.* Tamanho: 30 pessoas* Tempo: 45 minutos* Material: caneta e papel em branco* Descrição: a técnica do “PARE” usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maiorpresença consciente, para descobrir a evolução do grupo.O exercício processa-se assim:- A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membroparticipante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falarao grupo, de fazer, no momento;- O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;- Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;- A seguir, a pedido do coordenador, todos, uma a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;- Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.PARTILHA-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.-Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.-Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.-Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.-Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou dojeito que ele estava imaginando.PESSOAS BALÕES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Material: Um balão cheio e um alfinete.-Descrição: O coordenador deve explicar aos participantes por que certas pessoas. Em determinados momentos de suavida, se parecem com os balões:Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; vasta que alguém os provoque com algumaofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) “estourem”.-Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.PIZZA- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Preferências Individuais.- Objetivo: Descobrir a importância de diferentes temas para os integrantes do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cada integrante é motivado para que definaqual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas,sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança, esportes, etc. Os temasdevem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). Em seguida, cadaintegrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema.As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. Temas se nenhumaimportância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresentaseu desenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar sobre estas opções e se asmesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante.PRESENTE DA ALEGRIA* Objetivos: promover um clima de confiança pessoal, de valorização pessoal e um estímulo positivo, no meio dogrupo; dar e receber um “feedback” positivo num ambiente grupal.* Tamanho: 3 a 10 pessoas
    • * Tempo: 5 minutos por participante;* Material lápis e papel;* Descrição:- O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;- A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: “muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do queum grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos defazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequenopresente de alegria para cada membro do grupo”;- Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cadamembro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;- O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo, mesmopara aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia. Na mensagem dirá:1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: “gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa”,em vez de: “eu gosto de sua atitude”, que é mais geral;2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se aplique avárias pessoas;3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação semprena primeira pessoa, assim: “eu gosto” ou “eu sinto”;5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;- Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;- Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dosendereçados no lado de fora.PRESENTE DE AMIGO- Participantes: 10 a 30 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Avaliação dos Integrantes- Objetivo: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes- Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte:"Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por nãosermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Naexperiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes dogrupo”.Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes deseu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;d) Ser na primeira pessoa;e) Ser sinceras;f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e entreguesaos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobreas reações dos integrantes.RIQUEZA DOS NOMES-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 30 minutos.-Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadasou quadro-negro.-Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando, enquantouma música toca.-Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto(aperto de mão, abraço, beijo e etc).-Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára a música, devemse associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).-Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papeltambém serve).-Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavracom estas sílabas (servem apenas as letras).
    • Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = AjudaAirton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade-Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.SALMO DA VIDA- Participantes: 10 a 20 pessoas- Tempo Estimado: 45 minutos- Modalidade: Experiência de Vida.- Objetivo: Definir a experiência de Deus na vida de cada integrante e agradecê-la.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. Ocoordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimentoe não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à experiência de Deusque fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida,da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatropessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar suaoração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxepara os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que maischamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual aimportância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos.SEMEANDO A AMIZADE- Participantes: 7 a 15 pessoas- Tempo Estimado: 30 minutos- Modalidade: Amizade.- Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.- Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.- Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13,versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasosdevem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração,enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante devesemear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-sedefinir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-seutilizar mais que uma semente por integrante.SENTINDO O ESPÍRITO-Descrição: indefinido.-Tempo Estimado: 15 minutos.-Objetivo: Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não provarmos e sentirmos ele em nossas vidas.-Material: Uvas.-Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmicadeve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.-Obviamente alguns iram descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda, que estasuculenta etc.-Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve repetir apergunta (como esta o sabor desta uva?).Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.SER IGREJA-Participantes: Indefinido.-Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.-Material: Uma folha em branco para cada um.-Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.-Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, ondeessa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com issoteremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.
    • -Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações,atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.-Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos,verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.-Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.-Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.-Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nósapenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações.(leitura MC 3,31 – 35).TEMORES E ESPERANÇAS* Objetivo: conscientizar o grupo sobre suas motivações, desejos e esperanças; suas angústias e temores.* Tamanho: 25-30 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.* Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa, e setratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.A dinâmica segue assim:- formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.- Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupo tivesse umsecretário para fazer anotações sobre o que for falado.- Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito.- Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo edemonstrará que não são muito diferentes dos demais.TEMPESTADE MENTAL-Participantes: Indefinido.-Objetivos: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema, evitando-se críticas e avaliações, até omomento oportuno; processar os resultados de uma sessão de tempestade mental;-Tempo Estimado: 1 hora;-Material: Papel, caneta, cartolina;-Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:1. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário queanotará tudo;2. Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício, acercado que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto melhor, deseja-se o maior número de idéias.1ª fase:- O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobrevivente nadouaté alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª fase:- Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das idéias e aescolha das melhores.3ª fase:- No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias.4ª fase:- Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão asidéias mais válidas.TERREMOTO-Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).-Tempo Estimado: 40 minutos.-Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar-Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador.As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), omorador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:1 - MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredesdevem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.2 - PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocaros pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.3 - TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA doismoradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até
    • cansar...-Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava nomeio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!TESTE DE RESISTÊNCIA-Participantes: Indefinido.-Objetivo: criar na pessoa a capacidade, o equilíbrio e a maturidade suficientes para aceitar críticas, superar impasses,pessimismos, desânimos, censuras sociais e outras.-Tamanho: 30 pessoas-Tempo Estimado: 40 minutos-Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau desolidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:- Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai a passarela emfrente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;- Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas “fotos” de cada indivíduo, quantosforem os participantes;- Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte osaspectos positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.TRABALHO EM EQUIPE* Objetivo: demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe.* Tamanho: 5 a 7 pessoas* Tempo: 30 minutos* Material: uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta* Descrição:- A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema daavenida complicada;- O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada;- Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com a ajuda de toda a equipe;- Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casacaracterizadas quanto à cor, ao proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;- Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução do problema;- Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefagrupal;- O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para. Comentáriose depoimentos.A avenida complicadaA tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver, com a máxima brevidade possível,o problema da avenida complicada.Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807 e 809, da esquerda para a direita.Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução que é demarca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesmaavenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casa vermelha, O peruano tem um carro Mercedes-benz, O argentinopossui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão à mesma distância do cadilac e da cerveja, O gato nãobebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola, Acasa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagem criacoelhos, O chevrolet pertence à casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O brasileiro é vizinho da casa azul, Oproprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carrochevrolet é vizinho do dono do cavalo.TRÊS MISTURAR-Participantes: Indefinido.-Tempo estimado: 20 minutos.-Material: Três copos com água, um monte de areia, um pouco de óleo de cozinha e um pouco de vinho ou refrescovermelho.
    • -Descrição: colocar no chão ou sobre uma mesa três copos com água. No primeiro pedir para alguém misturar algumasgotas de óleo.No segundo copo alguém colocará um pouco de areia.No terceiro copo colocará um pouco de vinho.-O coordenador deve pedir aos participantes dizerem o que observaram. Pedir para comparar os copos com acomunidade, o grupo e as misturas com os diferentes tipos de pessoas. O que significam?TROCA DE UM SEGREDO- Participantes: 15 a 30 pessoas.- Tempo Estimado: 45 minutos.- Modalidade: Problemas Pessoais.- Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.- Material: Lápis e papel para os integrantes.- Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algumproblema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar queos papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modosemelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre osintegrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qualseria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deveexplicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapadeve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida éaberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos:- Como você se sentiu ao descrever o problema?- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?- Conseguiu por-se na sua situação?- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?TUBARÃO-Participantes: Indefinido.-Material: Um local espaçoso.-Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navioexistem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando", osparticipantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será"devorado" pelo tubarão (deve ser escolher uma pessoa com antecedência).-O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.Mensagem: Responder às seguintes perguntas:1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?2) Quem é o barco?3) Quem são os botes?4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?MEMORIZAR NOMES (APRESENTAÇÃO)OBJETIVOS: Memorizar os nomes dos membros de um grupo. Integrar melhor o grupo favorecendo o conhecimentomútuo.PROCEDIMENTOS: É bom que todos estejam em círculo.Cada um dirá seu próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial seu nome. Por exemplo: Ricardorisonho.O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e apresenta-se acrescentando um adjetivo ao próprio nome. Eassim sucessivamente. Por exemplo: Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno ....Ao final partilha-se a experiência: como cada um se sentiu ao dizer o próprio nome, o adjetivos, etc..
    • AS FOTOGRAFIASOBJETIVOS: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a participação de todos com maiorespontaneidade.MATERIAL: Fotografias que sejam realistas, não sejam personagens conhecidos, sejam grandes, todas em preto ebranco ou todas coloridas.PROCEDIMENTOS: Espalhar as fotografias no chão e convidar as pessoas a circular em volta das figuras fazendocom que cada uma se fixe numa delas, a qual tenha com que se identifique.Definida a fotografia, cada pessoa pega sua foto e volta ao seu lugar de origem.Depois cada participante falará sobre sua escolha espontaneamente, sobre como a fotografia se identifica com ele.Finalmente, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de novo com a dinâmica conversando um pouco maissobre o que foi vivenciado:Houve alguma revelação que surpreendeu alguém (ou que foi dito pela pessoa que se apresentou)?O que você sentiu no momento de escolher sua gravura?Gostaria de ter escolhido alguma que outra pessoa pegou?CONHECIMENTO PESSOAL: A COR DO SENTIMENTOOBJETIVOS: Identificar os próprios sentimentos e expressá-los, partilhando-os com o grupo.MATERIAL: Guardanapos ou tiras de papel crepom de cores variadas.PROCEDIMENTOS: Durante os primeiros cinco minutos o animador solicita às pessoas participantes que seconcentrem, fechando os olhos, procurando uma interiorização e uma conscientização acerca dos próprios sentimentosno momento.Decorridos os cinco minutos, e abrindo os olhos, o animador pede que cada pessoa, em silêncio, escolha umguardanapo, relacionado a cor dele com os sentimentos do momento.Prosseguindo, formam-se subgrupos obedecendo às cores do guardanapo, resultando daí grupos numericamentevariados.Cada membro desses grupos irá explicar para o seu grupo o relacionamento encontrado entre a escolha da cor doguardanapo e os seus sentimentos do momento, levando para este exercício de 15 a 20 minutos.Terminada esta etapa do exercício, todos se despedem uns dos outros, e o animador solicita que todos procuremexpressar seus sentimentos do momento, através de uma forma dada ao guardanapo. O importante não é tanto se aforma dada ao guardanapo seja muito exata, mas o que esta forma representa.A seguir formam-se novos subgrupos, ajuntando os membros pela semelhança das formas dadas ao guardanapo, edurante alguns minutos cada irá expor ao grupo o significado do formato dado.Desfeitos os subgrupos, seguem-se, em plenário, os comentários acerca da vivência deste exercício.O ESPELHOOBJETIVOS: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.MATERIAL: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser de silêncio e interiorização.PROCEDIMENTO: O coordenador motiva o grupo: “Vocês devem pensar em alguém que lhes seja de grandesignificado. Uma pessoa muito importante para você, a quem você gostaria de dedicar maior atenção em todos osmomentos, alguém que você ama da verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado,com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tãoamada pôr você, que fazem dela o grande sentido da sua vida...” (Deixar um tempo para esta interiorização)Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida.Em seguida, o coordenador orienta para que todos se dirijam ao local onde está a caixa (uma pôr vez). Todos deverãoolhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais.Finalmente, faz-se a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um. É muito importanteconversar sobre os objetivos da dinâmica.VALORES
    • OBJETIVOS: Reconhecer seus próprios valores e os valores dos outros. Partilha.MATERIAL: Cartões onde devem estar escritos valores, os mais diversos possíveis.PROCEDIMENTOS: Cada participante recebe um cartão com um determinado valor (de preferência, um valor que elepossa ter); por exemplo: otimismo, alegria, esperança, solidariedade, justiça, gratuidade, partilha, sinceridade,honestidade, etc..Alguns instantes de reflexão pessoal.Cada participante vai dizer então se possui ou não este valor apresentado pelo cartão, justificando-se.Ao final da dinâmica, é bom que cada um compartilhe como se sentiu no correr da dinâmica, com como os valores quedescobriu em si e nos outros companheiros.AUTOCONFIANÇAOBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade dos diversos sentidos.MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para vendar os olhos.PROCEDIMENTOS: Formam-se duplas com todo o grupo.Em cada dupla, uma pessoa fecha os olhos e a outra a conduz para dar um passeio fazendo-a tomar contato com arealidade e objetos que a cercam, sem serem vistos. Se possível passar por situações diversas, como escada, gramado,no meio de cadeiras, tocarem objetos, flores com cheiro, etc..Depois de 5 a 7 minutos, invertem-se os papéis.No final avalia-se a experiência, descobertas e sentimentos.Questões que podem ajudar: Como se sentiu ? Por que ? Como foi conduzido ? Foi capaz de identificar algo ? Queimportância deu aos diversos sentidos ? Quando caminhamos no dia-a-dia deixamos nos tocar pela realidade que noscerca ? Como reagimos diante de situações diversas como por exemplo diante de um policial, de um grupo de meninosde rua, num ambiente escuro, quando acaba a energia, etc.? O que achou da dinâmica ?AUTO – RETRATOOBJETIVOS: Confrontar-se com a auto – imagem. Proporcionar maior conhecimento e aceitação de si mesmo/a.MATERIAL: Papel e caneta ou pincel para todos.PROCEDIMENTOS: Pedir para cada pessoa desenhar a si mesma. Recusar desculpas de que não se sabe desenhardireito ou qualquer outra que seja. O importante é que cada um desenhe como sabe, mesmo que pareça engraçado.Inicialmente reagirão com risadas, mas aos poucos cada um deverá expressar no papel como se vê.Quando todos tiverem concluído seu desenho, partilhar em grupos a experiência e o desenho.No final avaliar como se sentiram fazendo a experiência. Como é a aceitação do próprio corpo ? De que tem vergonha epor quê ? Como se sente agora, após mostrar o desenho para os outros e partilhado os sentimentos ?O DESEJO MÁGICOOBJETIVOS: Identificar as preocupações e os interesses mais importantes do grupo, como base para uma maiorcompreensão e programação.MATERIAL: Papel e caneta. Quadro-negro e cartolinas.PROCEDIMENTOS: O coordenador formulará a seguinte pergunta : “Escreva três coisas que são mais importantesem relação a este grupo”. Em outras palavras: “Quais as três últimas coisas que você deixaria em relação a este grupo?”Durante cinco a oito minutos todos responderão, por escrito, a esta pergunta. A seguir o coordenador perguntará: “Setivessem um desejo mágico e pudessem mudar três coisas em relação a este grupo, o que mudariam?”As respostas devem ser colocadas no verso da folha, usando para isso mais cinco a oito minutos. Nas discussão queseguir, todos poderão pronunciar-se, em primeiro lugar, sobre os aspectos que não podem mudar, que já são positivos eé importante conservar em relação ao grupo. E, logo após, sobre o desejo mágico.Discute-se, a seguir, sobre as coisas que precisam e poder ser mudadas imediatamente no grupo.No final avaliam-se os sentimentos e encaminhamentos feitos para melhorar a vida do grupo.TROCANDO OS CRACHÁS
    • OBJETIVOS: Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento.MATERIAL: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.PROCESSO: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seupróprio nome.Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada umpega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversainformal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.Partilhar a experiência no grande grupo.RÓTULOSOBJETIVOS: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, tentando julgá-las menos por seu conteúdointrínseco e pessoal do que pela eventual “ embalagem “ simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situaçãointelectual ou social, etc.MATERIAL: Crachás que sejam como rótulos para os participantes, com os dizeres: 5.Sou engraçado: ria 6.Sou tímido: ajude-me 7.Sou mentiroso: desconfie 8.Sou surdo: grite 9.Sou criativo: ouça-me 10.Sou pouco inteligente: ignore-me 11.Sou muito poderoso: bajule-mePROCESSO: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis elementos.Cada participante receberá seu rótulo já colado na testa (de modo que ele não leia antes e nem durante a dinâmica).Motivar todos a discutir soluções possíveis para algum problema determinado, contando que, durante a discussão levemem consideração o rótulo que cada um está usando.Discutir o tema proposto, considerando o outro a partir do rótulo.Concluir a experiência avaliando e partilhando os sentimentos vividos e o que isso tem a ver com nossa vida, comorotulamos as pessoas e como melhorar nossa comunicação.VIRAR PELO AVESSOOBJETIVOS: Despertar o grupo para a importância da organização, pois eficiência não é questão de força, e não háproblema sem solução.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas.O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora e de costas para o centro do círculosem soltar as mãos. Este detalhe é importante: ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém já conhece adinâmica, deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo.O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo.Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como? Alguém toma a iniciativa e vaientrando no círculo até passar debaixo dos braços da pessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as outraspessoas sem soltar as mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, que todos ficarão decostas formando um novo círculo ainda de mãos dadas.Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetir o mesmo processo. Serve paraverificar se o grupo assimilou o aprendizado.Analisar a dinâmica. As questões abaixo poderão ajudar: 5.O que viram? 6.Como se sentiram? 7.Foi fácil encontrar a saída? 8.Alguém desanimou? 9.O que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia?
    • 10.Nossa sociedade precisa ser transformada? 11.O que podemos fazer? Como?DINÂMICA DO NÓOBJETIVOS: Ajudar o grupo a compreender o processo vivido na solução de um determinado problema. Criar novasexpectativas com relação a algum problema de difícil solução.MATERIAL: Toca-fitas e música a vontade.PROCESSO: Os participantes formam um círculo e se dão as mãos. È importante lembrar que, sempre que for pedidopara dar novamente as mãos, deverão repetir exatamente com estão: a mão esquerda para quem segura a mão esquerda ea direita para quem segura a direita.Após esta observação, o grupo deverá, ao som de uma música, caminhar um pouco, livremente.A um sinal do animador, o grupo forma um único bloco no centro do círculo e, sem sair do lugar, cada participantedeverá dar novamente a mão direita para quem segurava a mão direita e a mão esquerda para quem segurava a mãoesquerda (como no início). Com certeza, ficará um pouco difícil à distância entre aqueles que estavam próximos noinício, mas o animador tenta motivar para que ninguém mude de lugar ou troque o companheiro com o qual estava demãos dadas.Assim que todos já estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem à posição natural, porémsem soltarem as mãos em silêncio. ( O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-sesilenciosamente).Após algum tempo, se não conseguirem voltar à posição inicial, o animador “libera a comunicação” entre as pessoas edeixa mais alguns minutos. Caso ainda seja muito difícil, o animador poderá subir numa cadeira e “assessorar odesamarramento” dando sugestões e mostrando os possíveis caminhos.Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. Destacar as dificuldades, os sentimentos experimentados no início, nomomento do nó e ao final, após desatá-lo.Nota: Sempre é possível desatar o nó completamente. Porém, se o grupo for muito numeroso, pode se mais difícil.Portanto, sugerimos: se o grupo ultrapassar trinta participantes, poderão ser feitos dois círculos.O SALTOOBJETIVOS: Reforçar a memorização dos nomes dos membros do grupo. Energizar e alongar, fisicamente,descontrair e desinibir .MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Forma-se um grande círculo, todos em pé.Cada participante deve dar um impulso, correndo até o centro do círculo, saltar, dando um soco no ar e gritar o seunome.Pode-se fazer repetidas vezes, em tons e formas diferentes, cada participante.No final, após todos terem se apresentado, saltam, juntos, gritando (cada um), o seu nome, ao mesmo tempo.CARTAZOBJETIVOS: Favorecer a desibinição, aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo e estimular acriatividade.MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo.Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si. Não importa que nãose saiba desenhar; deve ser bastante espontâneo.Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartazUma vez concluídos os cartazes, casa pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demaismembros do grupo e proceder a sua apresentação, nome e explicação do desenho.MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊOBJETIVOS: Promover a aproximação das pessoas do grupo, incentivar o diálogo e novas amizades.
    • MATERIAL: Cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 15 cm, em número suficiente, de modo anão faltar prá ninguém.Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser parte de uma música, versículo bíblico, um pensamento,uma palavra apenas, etc.)Exemplos:“Eu sem você, só sou desamor.”“Você é especial para mim.”“Nada se compara à nossa amizade.”“Amigo é coisa prá se guardar...”Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.PROCESSO: Inicia-se com a distribuição das duas metades das cartelas, tendo o cuidado para que todos recebam.Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem suas metades.À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita nacartela.Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência ( o que sentiramcomo foi o encontro, etc.).MINHA CARACTERÍSTICA MAIOROBJETIVOS: Favorecer a comunicação verbal, criar um clima de empatia e estimular o processo de conhecimento dooutro.MATERIAL: Papel e lápis.PROCESSO: O facilitador explica que “todos nós temos características são mais marcantes e visíveis aos outros”.Distribuir papel e lápis, onde cada pessoa, escreverá uma frase que resume aquilo que ela é e o que faz de melhor.Exemplo:(José) “ Sou um batalhador incansável pela justiça.”(Roberta) “ Sou sensível à miséria e não me canso de ajudar os pobres.”Fixar os papéis no peito, e todos, ao som de uma música (suave) passeiam pela sala, lendo as frases dos demais.Solicitar que formem pares ou tríades com as pessoas cujas frases lhes chamaram a atenção.Retornar após (mais ou menos) quinze minutos para o grupo maior, onde os membros de cada dupla (ou tríade)apresentam um ao outro, salientando os aspectos positivos do encontro.ROMPENDO O CERCOOBJETIVOS: Constatar as dificuldades existentes quando queremos ultrapassar alguma dificuldade, enquanto aspessoas ao nosso redor dificultam ainda mais ou não ajudam.Observar a perseverança e resistência dos participantes, diante de uma situação de pressão.Trabalhar um relacionamento.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, de modo que os membros fiquem com os braços entrelaçados e firmes.Pedir um voluntário, sem dar explicações.Explicar que a dinâmica tem duas orientações básicas: 1.O voluntário deverá tentar, por todos os meios, sair do círculo; 2.Cabe aos demais, que estão firmemente no círculo, impedir que o voluntário saia.Pedir que o de dentro troque com outra pessoa, repetindo o procedimento mais algumas vezes.Ao final, seguem-se alguns comentários para reflexão do grupo: 5.O que você sentiu ao ser voluntário, tentando sair do círculo e enfrentando tamanha dificuldade? 6.Qual o sentimento do grupo? Houve vontade de ceder? Surgiu sensação de sadismo? Compaixão? 7.O que significa romper o cerco? 8.O que isso tem a ver com a realidade do nosso dia-a-dia? 9.Quais as palavras “mágicas” do relacionamento humano?
    • POSSO ENTRAR?OBJETIVOS: Promover o entrosamento dos membros do grupo que estiverem mais “deslocados” e levar osparticipantes a refletirem sobre as razões que levam um grupo a ser “fechado”, de difícil acesso.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Uma vez percebido quem está deslocado no grupo, o facilitador orienta a formação de um círculo ( oumais de um, se for o caso), onde os participantes ficam com os braços entrelaçados fortemente.As pessoas que irão formar o círculo deverão ser convidadas uma a uma, justamente para deixar de fora aquelas queirão tentar entrar no círculo.Após a formação do círculo, cada pessoa que estiver fora vai tentar entrar.A função dos que estiverem formando o círculo é não permitir, sob hipótese nenhuma, a entrada do “intruso” no círculo.Tendo conseguido ou não, o facilitador deve substituir a pessoa que tentou entrar no círculo (se for mais de uma queficou sentada), até que todas tenham participado.Ao final, todos sentam no chão e é aberto espaço para o questionamento:Quais os sentimentos experimentados durante o exercício?Qual a sensação de não ser escolhido para participar do círculo?O que você sentiu ao não conseguir entrar no grupo?O que você sentiu ao conseguir?Durante o questionamento, o facilitador deve (se não tiver acontecido) promover o entrosamento, de forma calorosa,dessa(s) pessoa(s) ao grupo.O PRESENTE DA ALEGRIAOBJETIVOS: Exercitar a verbalização das qualidades do outro, num clima de confiança pessoal e mostrar que umpresente não tem que ser, necessariamente, algo material.MATERIAL: Papel e lápis.PROCESSO: estando o grupo sentado em círculo, inicia-se uma exposição sobre a importância de dar e receberpresentes: Queremos, com esta dinâmica, mostrar que um presente pode ser uma palavra , um gesto, um carinho, umincentivo, um beijo, enfim. Coisas do nosso comportamento para com os outros e que têm um valor incalculável.De modo que vamos dizer para a pessoa que está aqui conosco quais as qualidades. Quais os aspectos do seucomportamento, da sua maneira de ser que nós admiramos.Portanto, agora, cada pessoa escreverá na sua papeleta, de uma a três qualidades – algo que você percebe do seu nívelde relacionamento ou que percebeu aqui no grupo – para a pessoa da sua direita.Orientar, também, que a papeleta não deverá ter destinatário nem remetente, ou seja, nem escrever o seu nome, nem onome da pessoa para a qual você está escrevendo.É importante escrever uma mensagem que se enquadre bem na pessoa, ao invés de um comentário generalizado.O facilitador deverá recolher as papeletas, dobradas.Redistribuir as papeletas, de modo que nenhuma pessoa pegue a sua própria (todos deverão ficar, nessa etapa, com aspapeletas trocadas).Desse momento em diante, cada pessoa deverá ler o que está escrito na papeleta da sua mão, oferecendo como presente,a qualquer pessoa do grupo.Deve sair do lugar e dar um abraço nessa pessoa.Todas as pessoas do grupo oferecerão os seus “presentes” às demais.Uma pessoa poderá ter vários “presentes”.Alguém poderá não receber nada.Ao final, quando todos tiverem verbalizados o que escreveram, poderão ser feitos alguns comentários adicionais, sobrequais os sentimentos de cada um, em relação ao que aconteceu.
    • ABRIGO SUBTERRÂNEOOBJETIVOS: Questionar sobre conceitos e valores morais, trabalhar a questão do preconceito no grupo e exercitaruma atividade de consenso.MATERIAL: Caneta ou lápis e uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante.PROCESSO: Dividir o grupo em subgrupos de cinco pessoas.Distribuir uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante.Orientar que cada pessoa deverá proceder a sua decisão individual, escolhendo até seis pessoas (da lista do abrigo) desua preferência.Em seguida, , cada subgrupo deverá tentar estabelecer o seu consenso, escolhendo, também, as suas seis pessoas.Ao final, o facilitador sugere retornar ao grupão, para que cada subgrupo possa relatar os seus resultados.Proceder os seguintes questionamentos:Quais as pessoas escolhidas de cada subgrupo?Qual o critério de escolha/eliminação?Qual(is) o(s) sentimentos que vocês vivenciaram durante o exercício?Solução: Uma escolha livre de preconceitos seria promover um sorteio. ABRIGO SUBTERRÂNEOVocê está correndo um sério perigo de vida. Sua cidade está sendo ameaçada de um bombardeio. Você recebe a ordemde que deverá acomodar em um abrigo subterrâneo apenas seis pessoas , entretanto há doze precisando entrar no abrigo.Abaixo, estão quais as pessoas e suas características. Faça a sua escolha. Apenas seis poderão entrar no abrigo:( ) Um violinista, 40 anos, viciado( ) Um advogado, 25 anos.( ) A mulher do advogado, 24 anos, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou foradele.( ) Um sacerdote, 75 anos.( ) Uma prostituta, com 37 anos.( ) Um ateu, 20 anos, autor de vários assassinatos.( ) Uma universitária, 19 anos, que fez voto de castidade.( ) Um físico, 28 anos, que só aceita entrar no abrigo se puder levarconsigo sua arma.( ) Um declamador fanático, 21 anos , baixo QI.( ) Um homossexual, 47 anos, geólogo.( ) Um débil mental, 32 anos, que sofre de ataques epiléticos.( ) Uma menina, 12 anos, baixo QI.CÍRCULO E BEIJOOBJETIVOS: Promover a aproximação entre os participantes, quebrar preconceitos, estimular o toque e o afeto eexercitar a motricidade.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo de mãos dadas.Cada pessoa dirige-se, sem soltar as mãos, a uma outra pessoa do grupo, no sentido oposto e beija- a no rosto (ou não).As pessoas com as quais ela está de mãos dadas resistem em acompanhá-la, puxando-a para trás, porém vão cedendoaos poucos (sensação de resistência e, ao mesmo tempo, alongamento muscular).A pessoa escolhida dá continuidade à dinâmica, obedecendo ao mesmo procedimento, até que todos tenham repetido oexercício.Ao final, sempre é bom o facilitador sugerir uma boa sessão de abraços.ESPELHO
    • OBJETIVOS: Exercitar a percepção do outro, através do olhar, estabelecer empatia e quebrar a resistência deproximidade.MATERIAL: Aparelho de som e cd ou fita de música instrumental.PROCESSO: Formar duplas, cujos membros devem se colocar frente a frente, e cada um unirá a palma da sua mão àpalma da mão do outro.Colocar uma música suave, instrumental.Orientar os participantes, dizendo-lhes que eles estão diante de um espelho e que irão passar suas mãos ao longo de todoespelho.Fazer movimentos circulares bem alongados e abrangentes.Ficar olhando nos olhos do outro.Após alguns segundo, o facilitador sugere que cada dupla se despeça com um abraço.Procure outra pessoa e formar nova dupla, repetindo o exercício.Variação de procedimentos:Depois do período de várias trocas, o facilitador pode sugerir juntar duas duplas e estas farão o exercício a quatro;depois, um grupo de quatro se junta a outro grupo de quatro; os oito se juntarão a outro grupo de oito; até que , ao final,forme-se um círculo único, criando uma sincronia nos movimentos. Na finalização, o facilitador sugere que todosaplaudam, utilizando a mão do outro.RELÂMPAGOOBJETIVOS: Desfazer as “panelinhas” , formar novas parcerias e amizades e descontrair e “acordar” o grupo.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador solicita que peguem suas ‘bagagens” ( bolsas, material, pastas, etc.).“Observe e grave quem é a pessoa que está à sua direita e à sua esquerda.Vou contar, até cinco e todos deverão trocar de lugar, de modo que ninguém fique perto de quem estava antes.Quem se sentar por último paga uma prenda.”Quando estiverem novamente acomodados:“ Cumprimente e dê boas vindas ao seu novo vizinho.”COSTA COM COSTAOBJETIVOS: Desencadear no grupo o processo de descontração.Facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar duplas que devem ficar posicionadas costa com costa, bem juntinha.Pegar as mãos um do uotro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.“ Ter cuidado com os limites e a idade do outro.”Dobrar para a direita e para a esquerda, também.Efetuar cada movimento mais de uma vez( pelo menos três).Soltar as mãos, sem descolar os corpos.Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos.Juntar as mãos, palma com palma.Ir abrindo os braços, com as mãos coladas, bem devagar, forçando para frente (forças opostas), ficando em forma decruz (braços abertos).Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! “aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa.”O MELHOR DE MIMOBJETIVOS: Proporcionar aos participantes uma auto-avaliação.Projetar a auto-imagem, utilizando criatividade e recursos lúdicos.
    • Oferecer aos demais companheiros um pouco de si.Estabelecer empatia.MATERIAL: Cartolinas de cores variadas e suaves, revistas usadas, cola, tesouras, fita crepe, pincéis coloridos.PROCESSO: Etapa um ( início do evento)Colocar o material à disposição dos participantes e dizer-lhes que devem construir um cartaz, utilizando esses recursos eque retrate ou represente o melhor de cada um.Usar a criatividade e elaborar, com frases, figuras, aquilo – em forma de cartaz - que diga ou sintetize o melhor devocês.Ao ser concluído, o facilitador orienta que cada participante deve fixar o seu cartaz na parede.Os cartazes deverão ficar fixados até o final do evento.Etapa dois (final do evento)O dono de cada cartaz deverá retirá-lo da parede e dizer para o grupo o que significa.Em seguida, deve oferecer o seu “melhor de mim” a um dos participantes do grupo, ressaltando o quanto aquela pessoaé especial, por isso merece o seu cartaz.Escolher uma boa música de fundo para o momento de entrega de cartazes.Se for possível, comentar sobre o sentimento de ter sido escolhido e/ou de estar preparando algo para alguém.EM BUSCA DO OLHAROBJETIVOS: Trabalhar o aprofundamento da integração do grupo.Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. Em seguida,pede-se que as pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numapessoas cujo olhar lhe foi significativo.Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro dogrupo. Abraçam-se , tocam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda cada pessoa fazer seusencontros com quantas pessoas sinta vontade.Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos,tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de experiênciasnão verbais. Essa dinâmica também p e excelente para encerramentos de atividades grupais em que pessoas passaramalgum tempo juntas.PAPEL AMASSADOOBJETIVOS: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar a experiência vivenciada – o quantofoi válida e o quanto agregou de novo ao nível dos seus conhecimentos anteriores.MATERIAL: Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e a gravação da música “Como umaonda” ( Lulu Santos ou Leila Pinheiro).PROCESSO: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, de mensuração do nível deaprendizado do grupo”.Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis, e “venham para formarmos umgrande círculo”.Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.Deixar a música tocar um bom pedaço.
    • Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duas vezes... isso significa que,por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-sealgo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel das suas vidasnunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início desse evento. Que saiam modificados poralgum aprendizado.”Criar oportunidade para abraços e despedidas.TERRA, CÉU E MAROBJETIVOS: Aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: O facilitador convida o grupo a formar uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para amaior.A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro de onde está o facilitador.Começa a orientação: “a fila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é oMAR”.Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra... CÉU! Todos irão para o céu... MAR! Todos irão para o mar.Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”.Aos vencedores (ou aos três finalistas) oferecer um prêmio.ESTOURANDO BALÕESOBJETIVOS: Este é um exercício de competição, onde vencer[á aquele que conseguir manter-se, até o final, com osbalões cheios, presos à cintura (ou pelo menos um).MATERIAL: Balões coloridos, barbante.PROCESSO: Distribuir dois balões (bexigas) para cada participante.Distribuir, também, um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura, junto com os balões.Encher os dois balões e prendê-los ao barbante, um de cada lado da cintura.Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo ao mesmo tempo, os seus balões.Deve-se utilizar, apenas, as mãos – evitar, portanto, objetos que possam provocar acidentes (palitos, unhas, alfinetes,etc.).BALÕES NO AROBJETIVOS: Excelente momento para integração do grupo, processo de reencontro , congraçamento, celebração. Éideal para grandes auditórios.MATERIAL: Balões coloridos.PROCESSO: Distribuir um balão para cada pessoa (se possível prender cada balão com um pedaço de durex sobrecada cadeira).Orientar para que todos encham os seus balões.O exercício consiste:Opção 1: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, apenas utilizando a cabeça.Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.Opção 2: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, utilizando uma das mãos.Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.Ao final, realizar um momento de celebração, estourando os balões ao mesmo tempo.
    • O FEITIÇO CAIU EM MIMOBJETIVOS: Exercício de integração do grupo, Podendo no entanto, ser utilizada em grupos já conhecidos,objetivando o lazer e a descontração.MATERIAL: Tiras de papel e lápis para cada participante.PROCESSO: Orientar para que todos fiquem sentados em círculo.Distribuir papeletas e lápis para cada participante.“Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho da direita fizesse. Pode ser qualquercoisa : imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc.”“Você deve escrever o seu nome”Recolher todas as papeletas, dar o mote: “Aquilo que você não quer para si, não deve desejar para os outros...portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você”!Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.RETIRANDO AS CADEIRASOBJETIVOS: Exercitar a agilidade, percepção e, quem sabe, até o preconceito (sentar um no colo do outro?!... issonão vai dar certo!).MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo com cadeiras, todas voltadas para fora.A quantidade de cadeiras deve ser o equivalente ao número de participantes menos uma.Sugerir que todas as pessoas fiquem circulando ao redor das cadeiras, ao som de uma música bem ritmada.Quando a música parar, todos procuram sentar; sobrará alguém, que deverá assentar-se, de alguma forma – ninguémpode ficar em pé fora do círculo.Volta a música, o grupo reinicia a caminhada circular e o facilitador tira mais uma cadeira... pára a música e todosprocuram sentar de novo.A cada etapa repete-se o procedimento, até que só exista uma cadeira.Afinal, este é o desafio: um objetivo único para todos. Criatividade, companheirismo e determinação são ingredientesimprescindíveis para aplicação desta técnica.O PRESENTE/ EU GOSTO DO FULANO PORQUE....OBJETIVOS: Excelente para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência deatividades que venham a provocar cansaço mental).MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.Sugerir que todos guardem o seu material, tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo, não esquecer de colocar osnomes nas suas pastas ou apostilas, porque “ isso aqui vai virar uma grande confusão.Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.Proceder o início do exercício dizendo que “sempre ficará alguém sobrando, uma vez que foi retirada uma cadeira”.“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:“Eu trouxe um presente para pessoa que....” ou “Eu gosto de (Nome da pessoa) porque está usando...”Exemplos de opções:...estiver de jeans....usa óculos....tem duas orelhas....usa brincos.Usar de toda criatividade possível.Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito, devem trocar de lugar, rapidamente, inclusive a que estiver nocentro ; sempre sobrará alguém, que deverá continuar a brincadeira.As pessoas que sobrem no centro, a partir de duas vezes, pagarão uma prenda especial (imitar um animal, dançar umamúsica), ao final ao critério do grupo.CAIXINHA DE SURPRESASOBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.
    • MATERIAL: Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamente algumas tarefas engraçadas, som com cdou gravador.PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até que o som da música párasimultaneamente.Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirar de dentro da caixinha uma papeletacoma tarefa e executá-la.Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.LARANJA NO PÉOBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade.MATERIAL: 2 laranjas.PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cada fila, que procurará passar a laranjasem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante.Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso.Será vencedor o grupo que terminar primeiro.VOCÊ ME AMA ?OBJETIVOS: Outra técnica boa para ser aplicada após intervalos longos, utilizando-se do mesmo princípio da técnicaO presente.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.Solicitar um voluntário e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará: Por quê ? O outro responderáalegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex: Porque você usa tênis.No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiverem usando também, deverão mudar delugar, inclusive o voluntário.O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?” “Sim, amovocê.” “Por quê?” “Porque você usa óculos”.... e assim por dianteVOU PRÁ ILHAOBJETIVOS: Exercitar a percepção do grupo.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO: Iniciar com o seguinte mote – “Eu vou prá ilha e vou levar comigo uma bicicleta... o que é que vocêleva?”Cada participante terá que descobrir que só entra na ilha quem levar algo ou alguém que comece com a letra “b”. Ofacilitador pode repetir a mesma regra, ou seja, utilizando palavras que comecem com “c” ou “f”. Aqueles que foremacertando, não devem revelar para o vizinho. É importante que cada um “saque” e perceba.Variações:“Eu vou prá ilha e vou levar um óculos... o que é que você leva?” A regra agora é algo que o vizinho da direita estejausando (se estiver sendo usada a ordem da esquerda para a direita).“Eu vou prá ilha e vou levar um caqui ... o que é que você leva?” A regra agora é qualquer palavra que comece com aprimeira letra do nome da pessoa (C de Celso, M de Milton).Ao final, faz-se a revelação e conversa-se sobre o exercício, tirando-se as conclusões que forem convenientes para omomento. As pessoas que não conseguiram acertar não significa, necessariamente, que não têm percepção ou que têmmenos que as demais.
    • Basta botar a mente para criar e poderão surgir as melhores idéias: palavras com a mesma inicial, algum objeto queesteja na sala, etc.CRUZADA OU DESCRUZADAOBJETIVOS: Outra técnica para exercitar a percepção do grupo.MATERIAL: Uma tesoura.PROCESSO: Formar um círculo, com o grupo assentado em cadeiras.O facilitador mostra uma tesoura e diz que irá passá-la para o vizinho, que passará para o outro vizinho e, assim, atéchegar ao último.Ao passar a tesoura, cada pessoa deve verbalizar a palavra “CRUZADA” ou “DESCRUZADA”.A tesoura pode estar aberta (descruzada) ou fechada (cruzada).O segredo, na verdade, está na posição das pernas do vizinho:Quando for dito cruzada, mesmo que a tesoura esteja fechada, se as pernas do vizinho, para quem estiver sendo passadaa tesoura, estiverem descruzadas, será dita a palavra “descruzada” e , assim por diante.O REPOLHOOBJETIVOS: Esta é uma forma bem criativa para mensurar o nível de conhecimento das pessoas, em relação adeterminado assunto ou tema.MATERIAL: Elaborar previamente , questionamentos (perguntas, afirmativas, para as pessoas concordarem oudiscordarem, etc.) em folhas de papel – um em cada folha. Enrolar cada folha, uma pós outra, de modo que todasfiquem como que envolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um “repolho”.PROCESSO: Formar um círculo, e começar a passar o “repolho”.Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo.Parando a música, quem estiver com o “repolho” na mão deverá retirar a primeira folha, ler o que está escrito eresponder.Senão souber a resposta, passa para o próximo.E, assim. Sucessivamente, até que a última folha seja respondida.Variação desta dinâmica:Pode-se dividir em dois grupos e ao invés de passar para o vizinho, passa-se para o grupo oponente.FORMANDO GRUPOSOBJETIVOS: Esta é uma forma aquecida para preparar e, até mesmo, estimular os participantes – principalmente osmais sonolentos – para o estudo de algum tema ou tópicos de alguma apostila. Pode-se utilizar esta dinâmica paraformação de subgrupos de projetos, de modo que sejam evitadas as ”panelinhas”.MATERIAL: Não é necessário.PROCESSO:(opção 1)Formar um círculo, numerar os participantes, supondo que se queira formar cinco grupos:1,2,3,4,5...1,2,3,4,5....1,2,3,4,5....Ao final, com todas as pessoas tendo recebido um número, orientar que sejam formados os grupos: “ Todas as pessoasque tem o número um, ficam neste canto.... as que têm o número dois, ficam naquele canto... etc.(opção 2)O facilitador coloca no chão (ou numa mesa ou cadeira) cartelas com cores variadas, de modo que seja na quantidade departicipantes do grupo.As cartelas devem ser em quantidades iguais ( ou quase iguais, considerando quando o grupo for ímpar).Todas as cartelas deverão estar viradas para baixo, não permitindo que os participantes vejam as cores.Sugerir que cada pessoa pegue uma cartela e fique com ela.As pessoas que estiverem com as cartelas vermelhas formarão um grupo, as que estiverem com as cartelas amarelasoutro, e assim por diante.Orientar que cada grupo nomeie um relator para a apresentação do resultado do grupo (se for o caso).MURAL
    • OBJETIVOS: Esta é uma dinâmica baseada nos fundamentos da Andragogia (educação de adultos). É uma forma bemdinâmica e eficaz para assimilação de determinados conteúdos e conceitos.MATERIAL: Texto para leitura, cola, tesoura, cartolinas, lápis coloridos, revistas, pincéis atômicos, etc.PROCESSO: Inicialmente, distribuir o texto ou material de leitura, onde será embasada a elaboração do mural.Separar a turma em pequenos grupos, de até seis participantes.Orientar para que cada pessoa faça uma leitura bem geral, destacando os aspectos mais significativos do texto (oumaterial recebido).Em seguida, fazer os destaques junto com o grupo, de modo a estabelecer um consenso.Utilizando o material recebido e toda a criatividade possível, elaborar um “Cartaz Andragógico”, representando a idéiacentral estabelecida pelo grupo.Podem ser acrescentados títulos, frases de legenda, desenhos à mão livre, etc.Cada grupo, ao final, elegerá um relator e fará sua apresentação.BRAINSTORMINGOBJETIVOS: Esta é uma forma andragógico-construtivista (educação de adultos), onde o facilitador procura exploraro máximo a experiência acumulada e o interesse dos participantes. Tem por objetivos estimular o interesse pelanovidade, pela aventura de criar algo, criar clima esportivo, agradável e provocante, de expectativa. Criar diretrizes enormas e aglutinar as melhores idéias.MATERIAL: Flip-chart e pincéis coloridos, lápis e papel.PROCESSO: Definir o tema-assunto.Escolher alguém ou solicitar um voluntário (ou o próprio facilitador) para fazer as anotações no flip-chart.Instigar os participantes a falarem sobre o assunto ou questionamento proposto.Efetuar, em voz alta, com o grupo, a leitura do que foi gerado.Normas do exercício:Ninguém julga ninguém. Ninguém critica ninguém.Elimine a autocrítica: todos podem errar.Vale mais errar do que omitir-se e calar.Quanto mais idéias melhor.Seja breve.Variação da dinâmica:Ao invés da atividade falada, proposto o problema, cada um escreve numa folha durante dois ou três minutos, todas asoluções que lhe ocorre. Depois as folhas começam a circular. Cada um lê as soluções de cada folha, e acrescentaoutras.O AVESTRUZOBJETIVOS: Ilustrar formas de comunicação – estilo autoritário ou participativo. É realizada em duas etapas.MATERIAL: Papel em branco e caneta.PROCESSO: O exercício é desenvolvido em duas etapas, na primeira, o facilitador demonstra muito autoritarismo. Nasegunda etapa, já demonstra flexibilidade, fluidez na comunicação e bom relacionamento com as pessoas.Primeira etapa:Iniciar de forma autoritária: “Estou trazendo uma recomendação da Diretoria, para ser realizado um projeto dentrodas diretrizes que passarei a colocar para todos, a partir de agora... todas as orientações estão muito claras, foramfeitas com a mais criteriosa segurança, portanto não aceito questionamentos, nem perguntas... tudo está muito claro!”“Vamos portanto, às orientações do projeto: 5.No centro da sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro. 6.Na parte interna, superior, à direita, desenhe o sinal matemático “maior que”, tendo, aproximadamente, 0,5 cm (meio centímetro) de raio. 7.Tocando a linha externa, direita, do elipse, iniciar duas retas paralelas, ascendentes, levemente inclinadas para a direita, com uma distância entre si de 0,7 cm (zero, vírgula sete centímetros) e 2,5 cm de comprimento. 8.Ligada (ou tocando) a parte superior das duas retas, desenhe um círculo com –mais ou menos – 1 cm de diâmetro. 9.Dentro do círculo, desenhe um outro círculo, bem menor com – mais ou menos – 3mm de diâmetro.
    • 10.Inicie na parte inferior externa, um pouco à direita, do círculo maior duas retas de 0,5 cm (meio centímetro), cada que se juntarão formando um vértice. 11.Tendo como vértice a parte externa, esquerda, do elipse, inicie três retas de 0,7 cm (zero, vírgula sete centímetros), de modo que uma fique reta, uma inclinada para cima e a outra inclinada para baixo. 12.Iniciando na parte inferior, externa, do elipse, tocando-o, desenhe duas retas descendentes, paralelas entre si em 2 cm e comprimento de 3 cm. 13.Tendo como vértices as extremidades inferiores das retas, inicie em cada um dos vértices, três retas de 0,5 cm – a primeira é extensão da reta maior e as outras duas, uma inclinada para a direita e a outra inclinada para a esquerda.Segunda etapa:Iniciar de forma bem descontraída, dizendo que “ Vamos realizar um projeto e preciso da ajuda de todos vocês.Portanto, vou transmitir algumas diretrizes que recebi da Diretoria, mas que poderemos fazer os ajustes que foremnecessários para que o projeto seja um sucesso. Daí, gostaria de ter a participação e a crítica de todos vocês. Vamoslá?”“No centro de sua folha de papel, desenhe um elipse, com, aproximadamente 5 cm de diâmetro”.Com certeza surgirá a pergunta: “ O que é um elipse? “ “É um círculo oval, meio inclinado”.A partir daí, todas as etapas, de 1 a 9 serão repetidas, porém sendo demonstradas e tiradas todas as dúvidas.Com certeza, a construção do “projeto” será bem mais participativa e mais fácil, surgindo assim. A figura do avestruz.O JOGO DOS QUADRADOSOBJETIVOS: Levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação, comunicação clara, formas detratamento, flexibilidade e negociação.MATERIAL: Envelopes com os jogos do quadrado.PROCESSO: Formar cinco grupos.Preparar os envelopes, previamente, de modo que o de número 5 fique normal (todas as peças juntas) e que nos outrosquatro as peças sejam embaralhadas, misturadas entre os envelopes.Distribuir os envelopes, aleatoriamente, pedindo que “não abram, ainda.”“ Da atenção de vocês, dependerá quase 100% da eficácia desse exercício.”“Se alguém já conhece o método ou o resultado desta atividade, por favor, não revele... deixe que as pessoasdescubram.”O facilitador pode utilizar as pessoas que, porventura, conheçam a dinâmica, para fazerem o papel de observadores.Proceder as instruções: “Quaisquer outros aspectos que não estiverem enquadrados nas regras que vamos lhes passarserão permitidos.”Regra nº1: “Não pode falar! Qualquer outra forma de comunicação , que não seja verbal é permitida.”Regra nº 2: “Não pode rasgar, dobrar, amassar, quebrar ou riscar nenhuma das peças nem o envelope.”Regra nº3: “Vocês vão construir, cada grupo, um quadrado, com o material que está dentro do envelope de vocês.”Se os grupos não perceberem que terão de efetuar a troca, o facilitador pode dizer depois de algum tempo: “Nemsempre a solução para os nossos problemas está em nossas mãos!” ... até que todos se movimentem, em silêncio, econcluam o exercício, formando cinco quadrados.Os quatro grupos que estão trocados ficam intrigados porque um grupo terminou tão rápido (justamente o grupo quenão estava com as peças trocadas).Depois que todos tiverem terminado, voltar ao grupão original e proceder os comentários, sentimentos e aprendizado.O GRÁFICO DA MINHA VIDAOBJETIVOS: Dar a todos os participantes uma oportunidade de fazer um feedback de sua vida. Todos poderãoexpressar suas vivências e sentimentos ao grupo.MATERIAL: Folhas de papel em branco, lápis ou caneta.PROCESSO: O animador do grupo inicia explicando os objetivos do exercício. A seguir, distribuirá uma folha embranco para cada participante. Todos procurarão traçar uma linha que, através de ângulos e curvas, represente fatos daprópria vida. Os fatos podem limitar-se a um determinado período da vida: por exemplo, os últimos três meses ou oúltimo ano.O gráfico pode expressar vivências e sentimentos do tipo religioso, familiar, grupal ou social.
    • A seguir, um a um irá expor ao grupo seu próprio gráfico, explicando os pontos mais importantes.Terminado o exercício, seguem-se os comentários e depoimentos dos participantes.OUTRAS FORMAS 5.Descrever cinco acontecimentos mais marcantes da própria vida, e apresentá-los ao grupo, em ordem de sua importância. 6.Descrever com dez palavras os traços da própria personalidade que mais marcam a vida. 7.Que epitáfio você gostaria para seu túmulo?EFICIÊNCIA DE UM TRABALHO DE EQUIPEOBJETIVOS: Demonstrar rapidez num trabalho de equipe. Desenvolver agilidade mental e capacidade de raciocínio edesenvolver a imaginação e a criatividade.MATERIAL: Uma cópia da “corrida de carros”, lápis ou caneta.PROCESSO: Dividir os participantes em diversos grupos de cinco a sete membros cada.A tarefa de cada grupo consiste em resolver na maior brevidade possível, o problema da “corrida de carros” , conformeexplicação na folha, que será entregue a cada grupo.A seguir, lê-se, em voz alta, o conteúdo da folha e inicia-se o exercício.Todos os grupos procurarão resolver o problema, com a ajuda da equipe.Obedecendo às informações constantes da própria “corrida de carros”, a solução final deverá apresentar a ordem em queos mesmos carros estão dispostos com a respectiva cor, conforme chave anexa.Será vencedor da tarefa o grupo que apresentar por primeiro a solução do problema.Terminado o exercício, cada grupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe, na tarefa grupal.O animador poderá formar o plenário com a participação de todos os membros dos grupos, para comentários edepoimentos. SOLUÇÃO DA CORRIDA DE CARROS 5.O Shadow, cor azul. 6.O Mclaren, cor verde. 7.O March, cor vermelha. 8.O Ferrari, cor creme. 9.O Lola, cor cinza. 10.O Lotus, cor amarela. 11.O Isso, cor preta. 12.O Tyrrell, cor marrom. CORRIDA DE CARROSOito carros, de marcas e cores diferentes, estão alinhados, lado a lado, para uma corrida. Estabeleça a ordem em que oscarros estão dispostos, baseando-se nas seguintes informações: 5.O Ferrari está entre os carros vermelhos e cinza. 6.O carro cinza está a esquerda do Lotus. 7.O Mclaren é o segundo carro à esquerda do Ferrari e o primeiro à direita do carro azul. 8.O Tyrrell não tem carro à sua direita e está logo depois do carro preto. 9.O carro preto está entre o Tyrrell e o carro amarelo. 10.O Shadow não tem carro à esquerda: está à esquerda do carro verde. 11.À direita do carro verde está o March. 12.O Lotus é o segundo carro à direita do carro creme e o segundo à esquerda do carro marrom. 13.O Lola é o segundo carro à esquerda do Iso.SOLUÇÃO CRIADORA DE UM PROBLEMA
    • OBJETIVOS: Observar atitudes grupais na solução de um problema e explorar influências interpessoais na soluçãodos mesmos.MATERIAL: Papel, lápis ou caneta.PROCESSO: O animador esclarece que se trata da solução criadora de um problema, para o qual deve ser procuradoum consenso. Todos deverão prestar atenção acerca do processo da discussão, pois no final será analisado pelo grupo.A seguir, o animador expõe o problema a ser solucionado pelos grupos, durante dez minutos: “Anos atrás, um mercadorlondrino teve o azar de ficar devendo uma grande soma de dinheiro a outra pessoa, que lhe fez um empréstimo. Este seencantou pela jovem e linda filha do mercador. Propôs-lhe então um acordo. Disse que cancelaria a dívida do mercador,se pudesse desposar-lhe a filha. Tanto o mercador quanto sua filha ficaram apavorados. Aí a pessoa que haviaemprestado o dinheiro propôs que se deixasse a solução do caso à Providência. Para tal, sugeriu colocarem um seixopreto e outro branco dentro de uma bolsa de dinheiro vazia, e a moça deveria então retirar um dos seixos. Se retirasse oseixo preto tornar-se-ia sua esposa e a dívida de seu pai seria perdoada. Se retirasse o seixo branco, permaneceria comopai e mesmo assim a dívida seria perdoada. Mas, recusando-se a retirar o seixo, o pai seria atirado na prisão e elamorreria de fome. O mercador concordou, embora constrangido. Eles estavam num caminho cheio de seixos, no jardimdo mercador. O credor abaixou-se para apanhar os dois seixos e ao fazê-lo apanhou dois pretos e colocou-os na bolsa dodinheiro, que foi visto pela moça. Pediu então à moça que retirasse o seixo que indicaria não só a sua sorte, comotambém a de seu pai.” Cabe então ao grupo encontrar a solução que a moça encontrou para poder continuar emcompanhia de seu pai e Ter a dívida perdoada.Solução: A moça do conto meteu a mão na bolsa e retirou um seixo. Porém, antes de olhá-lo, desajeitada, deixou-ocair no caminho onde ele logo se perdeu no meio dos outros.Após dez minutos, o animador pede aos grupos a solução encontrada e solicita que expliquem o processo usado parachegar a conclusão.Enquanto todos não tiverem encontrado a solução, pode-se continuar o trabalho, ficando os grupos, que terminaremcomo observadores, sem interferir nos debates.A seguir, forma-se o plenário para comentários acerca do comportamento dos membros do grupo de discussão,focalizando as atitudes de: 5.membros que pouco participaram; 6.pessoas que dificilmente aceitaram as idéias dos outros; 7.elementos que ficaram nervosos, inseguros durante o debate; 8.demonstração de inibição, etc.CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDEROBJETIVOS: Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal e explorar valores quecaracterizam um líder.MATERIAL: Uma cópia das características de um líder, para cada participante , lápis ou caneta.PROCESSO: O animador, caso o número de participantes for acima de doze, formará grupos para facilitar o trabalho,distribuirá uma cópia das características de um líder. Durante um tempo, todos procurarão fazer a seleção dascaracterísticas, colocando-as em ordem de prioridade.Uma vez terminado o trabalho individual, a animador determina que se faça uma decisão grupal. Em casa grupo se faráa indicação de um relator, a quem cabe anotar a decisão do grupo, para posteriormente ser relatado no plenário.Numa discussão final, todos os relatores dos grupos apresentam em plenário o resultado da decisão grupal. RELAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDERAbaixo há uma lista de doze características de um líder. Seu trabalho será de enumerar essas características, colocandonº 1, para aquela característica que no seu entender é a mais importante, nº 2, para a segunda característica maisimportante, até o nº 12, para aquela que no seu entender é menos importante para um líder. 5.Mantém a ordem durante todo o tempo da reunião. 6.É amigo e social. 7.Tem idéias novas e interessantes: é criativo. 8.Sabe escutar e procura compreender as outras pessoas. 9.Procura fazer entender a todos. 10.É firme decidido. 11.Admite abertamente seus erros. 12.Promove oportunidade para que todos membros ajudem na solução dos problemas. 13.Sabe elogiar com freqüência e raras vezes critica negativamente. 14.Gosta de conciliar.
    • 15.Segue rigorosamente as regras e procedimentos. 16.Nunca manifesta rancor e insatisfação.NECESSIDADES INDIVIDUAIS NO TRABALHO NA CASA ESPÍRITAOBJETIVOS: Conscientizar os indivíduos acerca de suas necessidades pessoais e com estas variam em intensidade,permitir que os participantes do grupo descubram o relacionamento existente entre as suas necessidades e suasoportunidades de encontrá-las e valorizar a teoria que relaciona as necessidades pessoais com as da casa espírita.MATERIAL: Folha de papel em branco, lápis, quadro negro ou folhas de cartolina.PROCESSO: O animador solicita a todos os participantes para que façam uma relação, respondendo, com frasescurtas, à seguinte pergunta: “ O que você espera com seu trabalho na Casa Espírita?”Após, alguns minutos organiza-se no quadro negro ou em uma cartolina, uma lista que contém as respostas individuaisdos participantes.Uma vez terminada esta lista, pede-se que a mesma seja copiada por todos os presentes, colocando-se em primeiro lugaraquela frase que no entender de cada um é mais importante, e assim por diante, até a última da relação, para aquela queno seu entender é a menos importante, no momento.A seguir, formam-se grupos para que os participantes possam trocar idéias acerca dessas necessidades.Depois do debate, o animador pede que a lista seja guardada, e cada qual, numa nova folha, fará outra relação,colocando em primeiro lugar aquela necessidade que ele sente ter a maior oportunidade de satisfazer no trabalhoespírita, e assim por diante até a última que ele sente Ter menos oportunidade de satisfazer.Terminada esta relação, a pedido do animador, todos podem comparar esta lista com a primeira, e formar grupos dedois, para a troca de idéias, acerca do paralelo estabelecido.EXERCÍCIO DO EXAME PESSOALOBJETIVOS: Conscientizar-se acerca das estratégias usadas nas situações de conflito, examinar os métodos usadospara resolver os conflitos e introduzir estratégias para negociar e apresentar habilidade nas negociações.MATERIAL: Lápis e papel para todos os participantes.PROCESSO: Os participantes são convidados, pelo animador, a fazer um exercício de fantasia, com o objetivo deexaminar suas estratégias na solução de conflitos individuais. Durante aproximadamente cinco minutos, o animadorconduzirá o grupo através da fantasia que se segue.O animador convida para que todos tomem uma posição confortável, fechem os olhos, procurando recolher-se,desligando-se do resto, relaxando completamente.Em continuação, o animador começa dizendo: “Todos estão agora caminhando pela rua, e de repente observam, a certadistância, que se aproxima uma pessoa familiar a eles. Eis que a reconhecem.È uma pessoa com a qual estão em conflito. Todos sentem que devem decidir rapidamente como enfrentar a pessoa. Àmedida que esta se aproxima, uma infinidade de alternativas se estabelece na mente de todos. Decidem agora mesmo oque fazer e o que irá acontecer. E o animador para a fantasia. Aguarda um pouco. A seguir dirá: “ A pessoa passou.Como se sentem? Qual o nível de satisfação que estão sentindo agora?”Continuando, o animador pede às pessoas que voltem à posição normal e abram os olhos.Assim que o grupo retorna da fantasia, durante cinco minutos todos responderão por escrito às seguintes perguntas: a)Em que alternativas pensou? b) Qual a alternativa que escolheu? c) Que nível de satisfação sentiu ao final?Cada participante deverá a seguir comentar com outros dois colegas as respostas dadas às perguntas anteriores, ficandoum encarregado de fazer uma síntese escrita.Ainda em continuação, o animador conduzirá os debates em plenário onde serão relatadas as sínteses dos grupos.Observa-se, em geral, que as estratégias mais empregadas se resumem em evitar, adiar e confrontar os conflitos.Por último através da verbalização, cada participante expõe suas reações ao exercício realizado, e o animador fará umcomentário sobre o problema dos conflitos.PÔR-SE NA PELE DO OUTRO: O ESPELHOOBJETIVOS: Conscientizar as pessoas acerca da dificuldade que existe em compreender os outros e mostrar que afalta de comunicação é muitas vezes um problema de falta de compreensão.MATERIAL: Lápis ou canta e papel branco.PROCESSO: O animador explica inicialmente o que se entende pela expressão: “Pôr-se na pele do outro.” Como é ooutro, na própria pele? Como compreendê-lo para melhor comunicar? Etc.
    • Em continuação, o animador pede que formem grupos a dois, para poderem vivenciar a situação de “espelho” comoparceiro. Este exercício tem três fases:1ª fase: O parceiro “A” procura executar uma ação (tomar um café, trabalhar no escritório, escrever uma carta, etc.) e ocolega “B” o imitará em todos os gestos, com o seu ritmo, suas emoções e com toda a precisão.2ª fase: Invertem-se os papéis. O parceiro “B” começa a ação e o “A” o imita em tudo.3ª fase: Nessa fase, é sempre a situação do espelho. Após algum tempo de concentração de um sobre o outro, cada umprocurará ser, ao mesmo tempo, aquele que inicia o gesto e fará a vez do espelho, imitando os gestos do outro. Ninguémsaberá o que irá acontecer. Observa-se que as duas pessoas farão ao mesmo tempo as duas coisas.Finalmente as duas pessoas comentarão a experiência vivida, pondo em comum as seguintes observações: 5.A dificuldade de estar atento durante todo o tempo. 6.A concentração sobre o outro. 7.O gesto externo, revelando o movimento interno. 8.Quem toma a iniciativa de um gesto? Quem o imitará?O BONECOOBJETIVOS: União do grupo, trabalho em equipe e sentido de equipe.MATERIAL: 2 folhas de papel para cada participante. hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.PROCESSO: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que osoutros saibam.Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco (na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhose nenhuma boca...).Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez emgrupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar.Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falarsobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc. ...Variação desta dinâmica: Construção de um castelo, dividir os participantes em 03 grupos, pedir que um grupoconstrua a base ( os alicerces) do castelo, o outro as paredes e o último as torres.COMPRIMIDO PARA A FÉOBJETIVOS: Reflexão sobre o isolamento em relação aos outros, o fato de não estar “imerso” no mundo, ter medo dese entregar as mesquinharias e com se dá a graça de Deus nas nossas vidas.MATERIAL: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope).PROCESSO: 1. Colocar três copos com água sobre a mesa.2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo comágua.4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água. 5.Pedir que os participantes digam o que observaram.A TROCA DE UM SEGREDOOBJETIVO: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.MATERIAL: Lápis e papel para os integrantes.PROCESSO: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algumproblema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar queos papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modosemelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre osintegrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qualseria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve
    • explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapadeve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida éaberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos: 3.Como você se sentiu ao descrever o problema? 4.Como se sentiu ao explicar o problema de um outro? 5.Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro? 6.No seu entender, o outro compreendeu seu problema? 7.Conseguiu por-se na sua situação? 8.Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa? 9.Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo? 10.Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?VARINHAS QUE NÃO QUEBRAMOBJETIVOS: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.MATERIAL: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco).PROCESSO: 1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que fará facilmente). 5.Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe(será um pouco mais difícil). 5.Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo. 6.Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram. 7.Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.TEIA DA AMIZADEOBJETIVOS: Apresentação do grupo, trabalhos em equipe, mútuo conhecimento, descontração e a importância decada um assumir a sua parte na vida.MATERIAL: Um rolo (ou novelo) de lã ou fio.PROCESSO: Dispor os participantes em círculo.O coordenador toma nas mãos um novelo de linha ou lã e, em seguida, prende a ponta do mesmo em um dos dedos desua mão.Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após apresentar-sebrevemente, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc., joga o novelo para uma dessas à sua frente.Essa pessoa, apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa queacabou de se apresentar e lhe atirou o novelo. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar e assim se darásucessivamente, até que todos digam ao grupo seus dados pessoais e se conheçam.Pedir para as pessoas dizerem o que observaram, o que sentiram, o que significa aquela teia, o que aconteceria sealguém soltasse um dos fios.A PALAVRA IMÃOBJETIVOS: Incentivar a participação de todos, descontração, colocar sentimentos escondidos para fora e libertar aparcela de verdade que todos temos em nossa mente.MATERIAL: Cartolina e pincéis atômicos.PROCESSO: Dispor os participantes sentados em círculo. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina apalavra-chave, o tema do encontro: Amor.Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave, aquilo que lhe vier à cabeça.No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.BRINCADEIRA DE PEGA-PEGA
    • OBJETIVOS: Levar os parceiros ao mútuo conhecimento, dinamizar uma reunião quando a atenção dos participantesestiver decaindo e recreação em diversos grupos.MATERIAL: Papel (folhas), pincel atômico, relação de “palavras secretas” e fita adesiva.PROCESSO: Dividir o grupo em duplas e pedir que os pares fiquem de frente um para o outro.Colar, nas costas de cada um, uma folha com uma palavra e cada um deverá procurar ler nas costas do companheiro apalavra secreta escrita, sem deixar que ele leia a sua antes.A brincadeira termina quando todos souberem as palavras secretas de seus parceiros.Importante: fazer tudo para ler a palavra do companheiro, mas também fazer tudo para esconder a sua palavra dosolhos dele.O DESABROCHAR DA VIDAOBJETIVOS: A necessidade de abertura, a demonstração dos sentimentos, o desabrochar para a vida em grupo.MATERIAL: Flores de papel conforme modelo, e copos com água.PROCESSO: Colocar os copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa, em número correspondente ao númerode flores distribuídas fechadas. Pedir que cada participante coloque sua flor – previamente entregue - dentro do copocom água, mantendo-a fechada. Pedir para que observe o que acontece.Aos poucos as flores irão se abrindo. Umas mais rapidamente que as outras.Pedir para dizerem o que sentiram, comparando o que está escrito dentro da flor.A QUEIMA DOS VÍCIOSOBJETIVOS: Afirmação da proposta de reforma íntima, encerramento de encontros.MATERIAL: Papel, canetas, recipiente para colocar fogo e fósforos.PROCESSO: Distribuir papéizinhos entre os participantes, pedindo que cada um coloque neles seus vícios ou defeitosa serem vencidos.Após uma oração, acender o fogo no recipiente e pedir que cada um queime seu papel com o propósito de reformaíntima.Pode-se também ao final cantar uma música.O LIXO E A CRUZOBJETIVOS: Revisão de vida, importância da aceitação das dificuldades da vida e aulas sobre vícios e defeitos.MATERIAL: Folhas de papel ou jornal para dobraduras conforme modelo.PROCESSO: Distribuir uma folha para cada participante, pedir que repitam as mesmas dobras que o organizador viafazendo na folha.Pedir que todos façam o recorte na parte menor da dobra.Colocar o pedaço maior no bolso sem abrir e o pedaço menor jogar no lixo.Pedir a todos que falem dos lixos que precisam ser “jogados fora”.No final, solicitar que abram o pedaço do bolso. Para surpresa teremos ali o desenho de uma cruz.Falar sobre o esforço para conseguirmos vencer os vícios e defeitos da nossa vida.A LIÇÃO DA PEDRAOBJETIVOS: A importância de enxergarmos as coisas como são realmente, discorrer sobre a superficialidade denossos julgamentos, o perigo dos preconceitos e como podemos enxergar a beleza interior
    • MATERIAL: Uma pedra cortada e uma folha de jornal amassado.PROCESSO: Arranjar uma pedra de tamanho médio, brilhante de um lado e áspera e feia na maior parte.Colocar a parte lisa, bonita, para baixo, sobre uma folha de jornal amassado. Perguntar a todos o que estão vendo?Descrever o objeto, como é e que impressão causa?Virar a pedra para cima e mostrar o lado bonito. Perguntar novamente.AS TRÊS MISTURASOBJETIVOS: Demonstrar os diferentes modos de participação, o modo como as pessoas do grupo se posicionamfrente ao outro e a necessidade de se “dissolver” sem perder a identidade.MATERIAL: Três copos com água, um punhado de areia, um pouco de óleo de cozinha e um pouco de vinho ourefresco vermelho.PROCESSO: Colocar os três copos com água no chão da sala ou sobre uma mesa. No primeiro misturar algumas gotasde óleo, no segundo misturar um pouco de areia e no terceiro um pouco de vinho ou suco.Pedir para os participantes dizerem o que observam. Pedir para comparar os copos com o grupo e as misturas com osdiferentes tipos de pessoa.A LIÇÃO DA PLANTAOBJETIVOS: Dinâmica para casais em crise, alicerçar amizades e fortalecer vínculos do grupo.MATERIAL: Uma plantinha meio murcha num vaso ou um galho enterrado e um copo com água.PROCESSO: Contar para os participantes a seguinte estória, enquanto molha o vaso com o copo de água.“ Em uma localidade, um casal estava prestes a separar-se. Já dormiam em camas separadas.Resolveram dar-se mais uma chance, procurando a ajuda de um homem sábio do lugar onde viviam.Este lhes deu uma pequena plantinha e lhes disse que a plantassem no jardim de sua casa. Caso a plantinha nãomorresse, vivesse, o casamento estaria salvo.O problema é que na região havia uma grande seca.Com medo que a plantinha não vingasse, a esposa levantou-se de madrugada com uma caneca de água para molhá-la;afinal, ela queria salvar seu casamento. Saiu em silêncio para que seu esposo não a visse molhar a planta. Para suasurpresa, lá chegando, o marido já estava molhando a plantinha em plena madrugada. Os dois se abraçaram diante daplanta e se reconciliaram.”Deixar que o grupo comente a estória, o que acharam...CÍRCULOS CONCÊNTRICOSOBJETIVOS: Observar atentamente o comportamento do grupo para posteriores observações.MATERIAL: Papel e caneta para os participantes.PROCESSO: O animador divide o grupo em dois, para que metade represente o grupo de ação e a outra, o grupo deobservação.O grupo de ação permanece sentado em círculo concêntrico interno e o de observadores, em círculo concêntricoexterno.O grupo de ação inicia um debate sobre algum tema (poderão ser demonstradas situações de trabalhos na Casa Espírita).O animador orientará o grupo de observadores acerca daquilo que deverão observar nos membros do grupo de ação.Assim o observador poderá anotar quem não participa, quem monopoliza, quem deseja participar e não temoportunidade, etc.No final o grupo de observadores, apresentará suas observações, e prossegue-se trocando de posição os participantes,quem for do grupo de ação passará para o de observadores, e vice- versa.EXERCÍCIO DA QUALIDADE
    • OBJETIVOS: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas e despertar aspessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.MATERIAL: Lápis e papeletas.PROCESSO: O animador iniciará dizendo, que na vida diária, na maioria das vezes as pessoas observam não asqualidades, porém os defeitos do próximo. Nesse instante, cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade docolega.O animador distribuirá uma papeleta e uma caneta para cada participante, cada qual deverá escrever na papeleta aqualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita.A papeleta deverá ser anônima, sem nenhuma identificação. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeletapara ser recolhida, embaralhada e redistribuída.Feita a redistribuição, começando pela direita do animador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta napapeleta, procurando entre os membros do grupo, a pessoa que no seu entender é caracterizada por esta qualidade. Cadaparticipante só poderá escolher uma pessoa.Ao escolher a pessoa deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza.Pode ser que uma pessoa seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém no final cada um diráque qualidade escreveu para o companheiro da direita. Poderão ser feitos depoimentos.A TEMPESTADE MENTALOBJETIVOS: Gerar grande número de idéias ou soluções acerca de um problema, evitando-se críticas e avaliações, atéo momento oportuno.MATERIAL: Papel, caneta, quadro negro ou cartolina.PROCESSO: O animador iniciará, dando um exemplo prático. Formar subgrupos de aproximadamente seis pessoas.Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo.Formados o subgrupos, a animador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante o exercício, acerca do que foidito; quanto mais extremada a idéia melhor, deseja-se o maior número de idéias.1ª Fase: O animador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobreviventesnadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se? O grupo terá 15 minutos para dar idéias.2ª Fase: Terminado, o animador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das idéias ea escolha das melhores.3ª Fase: No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias.4ª Fase: Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja baseserão as idéias mais válidas.REUNIÃO NÃO VERBALOBJETIVOS: Incentivar o uso de outra forma de comunicação que não a verbal.MATERIAL: Não será necessário.PROCESSO: O animador inicia, explicando que os pensamentos e sentimentos devem ser expressos segundo umestilo.As descobertas científicas são escritas em linguagem técnica; a música é escrita e executada; outros sentimentoscriativos são pintados, cantados, dançados, falados, representados. Seja de que modo for, a pessoa comunica suaexperiência através do uso ou postura de seu corpo ou de alguma parte do mesmo.A seguir os participantes são avisados pelo animador de que não podem expressar-se com palavras escritas ou faladas.Os membros do grupo são orientados para que se amontoem na sala, procurando relacionar-se entre si durante quinzeminutos, sem palavras.Decorrido o tempo, seguem-se os comentários acerca da experiência vivenciada, podendo cada qual expressar empalavras suas descobertas e os seus sentimentos.QUALIDADE DO LÍDER DEMOCRÁTICO
    • OBJETIVOS: Conscientizar os membro dos grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático.Possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições quecaracterizam o líder democrático.MATERIAL: Lápis ou caneta e uma cópia da relação das definições e das qualidades (anexa) .PROCESSO: O animador inicia falando sobre os três tipos de líderes, o autocrático, o anárquico e o democrático.Procurará enfatizar as características do líder Democrático. Formará grupos de cinco a sete elementos, distribuirá umacópia das DEFINIÇÕES E QUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO, para cada participante.Solicita a seguir que cada grupo consiga chegar a uma unanimidade em relação à definição e à qualidadecorrespondente, colocando o número da definição ao lado da qualidade.Volta-se para o grupo maior, onde os grupos apresentarão as conclusões do exercício.O animador poderá escrever no quadro negro ou cartolina a ordem correta da qualidade com a devida definição.Finaliza-se o exercício com uma avaliação e depoimentos.Chave:1. Seguro 9. Previsor2. Acolhedor 10. Confiança nos outros3. Desinteressado 11. Dá apoio4. Disponível 12. Eficaz5. Firme e suave 13. Sociável6. Juízo e maduro 14. Sincero7. Catalisador 15. Corajoso8. Otimista 16. Democrático QUALIDADES DO LÍDER DEMOCRÁTICO(DEFINIÇÕES) 5.Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência. 6.Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo. 7.Interessa-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais. 8.Sempre pronto a atender. 9.Mantém-se calmo nos debates, não permitindo abandono do dever. 10.Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório. 11.Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação. 12.Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos. 13.Sabe prever, evita improvisação. Pensa até nos menores detalhes. 14.Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros. 15.Dá oportunidade para que os outros se promovam e realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem. 16.Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados. 17.É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos. 18.Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras. 19.Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros. 20.Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.QUALIDADESColoque o número das definições acima, nas qualidade que seguem de acordo com a sua descrição:
    • Otimista Desinteressado Democrático Sincero Seguro Firme e suave Eficaz Catalisador Corajoso Juízo maduro Disponível Confiança nos outros Acolhedor Dá apoio Sociável PrevisorCARTA A SI PRÓPRIOOBJETIVOS: Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, autoconhecimento, sensibilização, reflexão, motivação e absorção teórica.MATERIAL: Envelopes, papel e caneta para cada participante.PROCESSO: Individualmente, cada participante escreve uma carta para si próprio, como se estivesse escrevendo paraseu melhor amigo.Dentre os assuntos, abordar, como se sente no momento, o que espera da reunião, como espera estar daqui a 30 dias.O facilitador distribui envelopes e pede para que cada participante enderece a si próprio. Recolhe os envelopes colando-os perante o grupo e após 30 trinta dias remete ao participante.QUEM SOU EUOBJETIVO: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibido.MATERIAL: Papel escrito com o título quem sou eu?, caneta para cada participante e fita adesiva.PROCESSO: Durante dez minutos cada um escreve cinco itens em relação a si mesmo, que facilitem o conhecimento.A folha escrita será fixada na blusa dos participantes. Os componentes do grupo circulam livremente pela sala, ao somde uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.Logo após reunir 2 ou 3 colegas, com quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento épossível lançar perguntas que ordinariamente não falariam. No final avaliar como se sentiram e para que serviu oexercício.DINÂMICAS DE RECREAÇÃO E INTEGRAÇÃOOBJETIVOS: As dinâmicas de recreação e integração se encaixam no campo das relações humanas e servem para: 11.Integrar a pessoa no meio social; 12.Desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal; 13.A busca da convivência com colegas da mesma idade; 14.Desenvolver ocupação para o tempo ocioso; 15.Adquirir hábitos de relações interpessoais; 16.Desinibir e desbloquear; 17.Desenvolver a comunicação verbal e não verbal; 18.Descobrir habilidades lúdicas; 19.Desenvolver adaptação emocional; 20.Descobrir sistemas de valores; 21.Dar evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental.
    • MATERIAL: Quando for necessário está especificado na própria dinâmica.A MÁQUINA 5.Todos os participantes permanecem em pé, formando um círculo. 6.O animador solicita que todos construam uma máquina em movimento, usando somente seus próprios corpos. 7.A seguir orienta, dizendo que um dos participantes irá dar início, fazendo movimentos repetitivos, com os braços, um no alto outro para baixo, ritmando, acompanhamento o movimento com um som de boca. 8.Os outros participantes ajuntam-se um a um, procurando imitar os movimentos do colega, com parte da máquina, acrescentando seus próprios movimentos e sons de boca. 9.O exercício continua até que todos se tenham integrado, imitando os diferentes movimentos e sons.UMA CARGA ELÉTRICA 5.O animador solicita que um voluntário se retire da sal, onde todos estão sentados em forma circular. 6.Na ausência do voluntário, o animador explica que durante o jogo todos devem permanecer em silêncio, e que um do grupo “terá uma carga elétrica”. 7.Quando o voluntário colocar sua mão sobre a cabeça do participante “com carga elétrica”, todos darão um grito. 8.O ausente é chamado e o animador lhe dará a seguinte explicação: “ Um dos presentes tem uma carga elétrica. Fique pois bem concentrado, e vá tocando cabeça por cabeça dos participantes, para descobrir quem está com a carga elétrica. Assim que encontrar a pessoa avise.A MENSAGEM DE SILVAMATERIAL: Duas canetas e duas folhas de papel. 5.Todos os participantes estão sentados, formando duas colunas. A uns cinco metros de distância umas da outra. 6.O animador lerá, à parte, uma mesma mensagem , para os dois participantes que encabeçam as colunas. 7.A mesma mensagem é lida três vezes, e devagar. 8.Os dois jogadores voltam para sua respectiva coluna e retransmitem oralmente a mensagem recebida, no ouvido do segundo jogador da fileira, e este para o ouvido do terceiro, e assim por diante. 9.Finalmente, o último de cada fileira deverá entregar por escrito a mensagem recebida.O ENCONTRO FATALMATERIAL: Dois objetos da própria sal onde se realiza o jogo. 5.Todos os participantes estão sentados, formando um círculo. 6.Por indicação do animador, dois colegas vizinhos escolhem algum objeto. 7.A um sinal dado, cada objeto passa de mão em mão, mas em direção inversa. 8.A certa altura, o animador pede que sejam devolvidos, em direção contrária, os dois objetos. 9.Caso algum dos jogadores ficar com os dois objetos na sua mão, o mesmo é eliminado do jogo.O ANELMATERIAL: Varetas para cada participante e dois anéis. 5.organizam-se no início duas equipes iguais de participantes. 6.As duas equipes são formadas em duas filas, alternando se possível, homem com mulher. 7.Cada jogador terá um palito (ou vareta) na sua boca. 8.O animador dará um anel para cada jogador que encabeça a fileira e com o anel no palito procura passar o mesmo para o palito do colega seguinte, sem a ajuda das mãos, mas unicamente com a boca. 9.Será vencedora a equipe que terminar primeiro.
    • A CAÇA 5.O animador organiza os participantes sentados em círculo, sem espaço vazio. 6.O jogo consiste em contar a caça feita em algum lugar. Todas a s vezes que o animador disser que caçou um pássaro, dando o mesmo nome do pássaro (pomba, periquito, papagaio...) todos devem levantar-se e girar sobre si mesmos, retomando a seguir o seu assento. 7.Mas assim que o narrador disser que caçou um anima quadrúpede, todos devem levantar-se e mudar de lugar. Nesse ínterim, e aproveitando a confusão, o animador procura ocupar um assento, e quem ficar sem cadeira, continua a narração, como acima.UMA HISTÓRIA SEM FIM 5.Todos os participantes estão sentados em forma de círculo. 6.O animador inicia a narração de uma história, assim por exemplo: “ O homem para sobreviver precisa comer....” 7.Quem encabeçar o círculo deverá repetir o que foi dito pelo animador e acrescentar mais uma coisa. 8.E assim sucessivamente, quem não souber continuar, sai fora do jogo.EXERCÍCIO DE MEMÓRIA 5.Todos os jogadores estão sentados, possivelmente no chão, em forma circular. 6.O animador indica um primeiro jogador, que sai de seu lugar e toca qualquer objeto da sala e, ao mesmo tempo, diz-lhe o nome. 7.Retorna para o seu lugar e toca no seu vizinho, e este por sua vez irá tocar no objeto que seu colega tocou, diz-lhe o nome e toca um segundo objeto, também dizendo o nome. 8.Volta para seu lugar e toca no seu colega seguinte que se dirige para o objeto do primeiro, ao tocá-lo diz o nome, toca no objeto do segundo 9.colega, diz o nome e toca um terceiro objeto, dizendo igualmente o nome, e retorna para o seu lugar, continuando assim o jogo. 10.O jogador que lembrar e tocar o maior número de objetos será vencedor.A CORRESPONDÊNCIA 5.O animador organiza os participantes, ou sentados ou em pé, em forma circular. 6.À certa altura, o animador dirá: “Chegou correspondência para quem estiver de chinelo.... de óculos... de sapatos pretos... de blusa azul... de calça comprida...” 7.Quem for assim caracterizado, deve mudar imediatamente de lugar.NÚMEROS 5.Os participantes se encontram nomeio da sala, ou numa área ao ar livre, caminhando desordenadamente, batendo palmas ao mesmo tempo. 6.Em dado momento, o animador dará ordem para parar formando simultaneamente subgrupos de duas, três ou cinco pessoas, devendo todos ficar atentos ao número indicado pelo animador. 7.Os jogadores, ao escutar a ordem, formam os subgrupos solicitados , colocando as mãos por cima dos ombros dos colegas. 8.As pessoas que sobrarem, que não conseguiram formar os subgrupos indicados, saem do jogo. 9.Desfazem-se os subgrupos e recomeçam todos a caminhada, batendo palmas, até nova ordem dada pelo animador.A TEMPESTADE 5.Organiza-se um círculo, todos sentados, não devendo sobrar cadeira vazia. 6.O animador se coloca no centro do círculo e diz: “Estamos em um barco, que se encontra no alto mar, rumo desconhecido”. Quando disser: “Olá a direita” , todos deverão mudar de lugar sentando na cadeira do vizinho da direita. Quando disser: “Olá à esquerda”, todos se sentarão na cadeira do vizinho da esquerda. 7.O animador dará várias ordens, ora para a direita, ora para a esquerda. A certa altura exclamará: “Tempestade”. Nesse momento todos deverão mudar de lugar, indistintamente, procurando ocupar uma cadeira qualquer.
    • 8.Após uma terceira ou quarta ordem, o animador aproveitará a confusão, ocupando uma das cadeiras, e quem ficar sem assento, continuará a coordenação do jogo.AS FRUTASMATERIAL: Algumas frutas que podem ser de plástico. 5.Os jogadores estão todos sentados, em forma circular. 6.No centro do círculo, colocam-se algumas frutas, tais como: laranjas, mamão, limões, caquis e só uma tangerina. 7.O animador sopra no ouvido de cada participante o nome de uma fruta diferente, mas nome de uma das frutas, soprará no ouvido de vários participantes. 8.Depois o animador dirá, em voz alta, o nome de uma fruta, e a pessoa com este nome corre em busca da mesma. 9.Finalmente o animador dirá o nome da tangerina, e todos com este nome correrão buscá-la.EXPRESSÃO DE AMIZADE 5.O animador organiza os participantes sentados em forma circular. 6.Quem inicia o jogo dirá: “Amo meu amigo (amiga) com A porque é atencioso”. O seguinte deve dizer “Amo meu amigo com B porque é bondoso”, ou qualquer adjetivo que comece pela letra B. 7.O terceiro começa a frase com a letra “C” e assim sucessivamente. 8.Quem não souber continuar, sai do jogo.O SALTO DO CANGURUMATERIAL: Duas bolas. 5.Organizam-se duas equipes, com número igual de participantes, e ambas se colocam por detrás de uma linha de partida, formando fila. 6.Todos os jogadores formam um túnel com as pernas bem abertas. 7.O jogador que encabeça a fila de cada equipe, a um sinal dado, lança a bola pelo “túnel” até alcançar o último jogador, que a recolhe e prende por entre os joelhos, saltando procurando entregá-la para o segundo jogador da fila. 8.Este segundo jogador da fila lança a bola novamente pelo “túnel”, e o jogo prossegue. 9.Será vencedora a equipe que terminar por primeiro.OS TRÍPEDES 5.Organizam-se subgrupos de três jogadores. 6.O jogador do meio se coloca na direção oposta de seus dois colegas, amarrando-se sua perna esquerda com a perna esquerda do colega da esquerda, e a direita. Com a perna direita, do colega da direita. 7.A um sinal dado pelo animador, os subgrupos de três procuram correr assim, até alcançar a linha de marcação, que fica a certa distância, voltando a seguir até a linha de partida. Quem chegar por último perde.O JOGO DAS GARRAFASMATERIAL: 20 garrafas ou caixas de papelão. 5.Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em coluna, atrás de uma linha de partida. 6.As duas colunas se colocam à distância de uns três a quatro metros, uma da outra, na mesma direção da linha de partida. 7.A uma distância de 10 metros, o animador coloca, na mesma direção das duas colunas, umas oito a dez garrafas vazias, ou caixas, em pé. 8.A um sinal do animador, o primeiro jogador de cada coluna corre ao encontro das garrafas ou das caixas, e coloca deitada uma a uma as garrafas ou caixas, e retorna imediatamente para a sua coluna, tocando a mão do segundo jogador da mesma coluna.
    • 9.Este por sua vez corre na direção das garrafas ou caixas, colocando-as em pé, novamente, retornando imediatamente para sua coluna correspondente, batendo na mão do terceiro jogador que continua o jogo. 10.A coluna de jogadores que terminar por primeiro será a vencedora do jogo.A CORRIDA DA BOLINHAMATERIAL: Duas raquetes e duas bolinhas de pingue pongue. 5.Organizam-se duas equipes de jogadores que se colocam em fila, atrás de uma linha de partida. 6.A uma distância de seis metros se marca uma linha de chegada. 7.Cada equipe terá uma raquete e uma bola de pingue pongue ou bolinha de papel. 8.A um sinal dado, o primeiro jogador de cada equipe movimenta a raquete, procurando empurrar a bolinha até a linha de chegada. 9.Assim que alcançar a linha de chegada, sem tocar a bola com a mão, levanta a bolinha e corre de volta, entregando a bola e a raquete para o segundo jogador da fila, que recomeça o jogo, e assim sucessivamente até que todos tenham jogado. 10.É vencedora a equipe que terminar por primeiro.OS TRÊS CEGOS 5.Organizam-se filas de 6 a 7 pessoas, de acordo com o número de participantes. 6.Ao primeiro jogador de cada fila vendam-se os olhos, e o segundo coloca suas mãos por cima do ombro do primeiro, e os seguintes se seguram pela cintura. 7.A um sinal dado, inicia-se a marcha, sendo conduzidos pelo jogador que encabeça a fileira, com os olhos vendados. 8.A meta de cada fila é alcançar a linha de chegada, marcada anteriormente pelo animador. 9.É interessante escutar o diálogo que se estabelece ao serem guiados por um cego.AS BOLAS CIRCULANTESMATERIAL: Duas bolas. 5.os participantes são divididos em duas equipes, sendo importante assinalar bem quem é de uma equipe quem é de outra. 6.Os jogadores forma um círculo único, e a um sinal dado, no encontro das duas equipes, o animador solta duas bolas, em sentido inverso. 7.As bolas são passadas, de mão em mão, até que cheguem no outro cruzamento das duas equipes. 8.O jogador que receber as duas bolas não pode deixá-las cair, mas devolvê-las novamente em sentido inverso. 9.Ganha pontos quem não deixar cair a bola. Se algum jogador se atrapalhar e deixar cair a bola, perde a equipe q quem o jogador pertence. Dinâmicas de Integração - Excelentes para os primeiros dias de aulaAs dinâmicas de integração têm como objetivo:- que os participantes se apresentem- que memorizem os respectivos nomes- que iniciem um relacionamento amistoso- que se desfaçam as inibições- que falem de suas expectativas1) Eu sou... e você, quem é?Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas.Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro.Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.2) Apresentarte:Material Necessárrio: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)
    • Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetospara que eles possam criar dentro da vontade de cada um.3- Alô, alô!Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguintefrase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seunome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.4- Procurando um coração...Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cadacoração só poderá encaixar em uma única metade. Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.5- Abraçando amigosFormar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento àordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três;"abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todosparticipem.6- Quando estiver...Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo: "Durante minhas férias irei paraa praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiverno barco, irei..."7- Apresentação Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo. Adivinhe quem é? Dinâmica Educação Infantil – O desafio lúdico e a construção do conhecimento A dinâmica do jogo, do desafio e do lúdico estão presentes, de diversas formas, em toda a atuação sob a égide construtivista. Objetivos: O que caracteriza uma situação de jogo é a atividade da criança: sua intenção em brincar, a presença de regras que lhe permitem identificar sua modalidade. De maneira geral, o jogo infantil compreende brincadeiras de faz-de-conta (em que intervém a imaginação, a representação, a simulação), jogos de construção (manipulação, composição e representação de objetos), jogos de regra. O segundo é considerado como estratégia didática, facilitadora da aprendizagem, quando as situações são planejadas e orientadas pelo adulto, visando o aprender, isto é, proporcionar à criança a construção de algum tipo de conhecimento, alguma relação ou o desenvolvimento de alguma habilidade. Número de jogadores: 4 por grupo.
    • Material:50 cartões diferentes (frente e verso) – modelo ao lado.Diversificar ao máximo o tipo de desenho e palavras.Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)Desenrolar:Formando palavras com o alfabeto móvel.Modo de jogar:Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho;Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações:Classificar (formar conjuntos) de acordo:com o desenho da frente dos cartões;com o número de letras das palavras constantes dos cartões;com o número de sílabas das palavras dos cartões;com a letra inicial;Exemplos: animais, frutas, objetos e outros.Conclusão:O jogo cumprirá, portanto, uma dupla função – lúdica e educativa – aliando as finalidades de divertimento eprazer a outras, como o desenvolvimento afetivo, cognitivo, físico, social e moral, manifestadas em um grandenúmero de competências: escolha de estratégias, ações sensório-motoras, interação, observação e respeito aregras.O jogo como alternativa metodológica permite que o aluno construa o seu conhecimento na interação com oscolegas.Este jogo e sugestões de atividades são indicadas para a intervenção na construção da base alfabética, de alunossilábicos-alfabéticos.Profª Lourdes Eustáquio Pinto RibeiroFonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática Paulista – Ano II – nº 6 – 2001BarbanteGrupo: alunos de pré-escola à 4a série.Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma.Tempo: 1 aulaLocal: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira.Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos docordão, corta para si e passa o rolo adiante.Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber suatextura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho como seu pedaço de barbante.Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos.
    • Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos.Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turmaconversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia em prática, o professoraproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas idéias e cada aluno quer falar mais altoque o colega.Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçamabandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serãoprodutivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que asolução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor.Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam comas atividades em equipe.É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processosde criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo.Jogo enviado pela Profª Ignez A. MaraninchiObjetivos:• Identificar as letras do alfabeto;• Identificar a escrita de seu nome;• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;• Relacionar letra maiúscula e minúscula;• Relacionar letra cursiva e letra script.Material: saco plástico, cartolina, tampas de garrafas e canetinhas.Preparação:A professora prepara um cartão para cada aluno da turma. Cada cartão deve ser dividido em tantos quadradosquantos forem as letras do nome do aluno. Em cada quadradinho escreve-se uma letra.Veja o exemplo na figura ao lado.Em pequenas fichas escrevem-se as letras do alfabeto observando para que apareçam todas as letras necessáriaspara a escrita dos nomes dos alunos.Variações do jogo:1.2 Cartela com palavras e fichas com desenho;1.3 Cartela com desenho e fichas com palavras;1.4 Cartela e fichas com palavras do vocabulário de estudo;1.5 Cartela com letra cursiva e fichas com letra script.Desenrolar:Com as fichas das letras dentro de um saco plástico e cada aluno de posse de sua cartela inicia-se o jogo.Primeiramente é sorteada uma letra pela professora e mostrada aos alunos.O aluno que encontrar em sua cartela a letra marca com uma tampinha. A professora segue cantando letra porletra até acabarem as fichas do saco.Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicos transformados em materialdidático
    • Filosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão EscolarEspecialista em Educação Pré Escolar e Supervisão Escolar Blocos Lógicos Jogo “O mestre mandou”Blocos LógicosJogo “O mestre mandou”Objetivos:Os alunos farão comparações cada vez mais rápidasquando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas ascondições dos atributos ditados pela professora.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oitoblocos geométricos, composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo;que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande;e em duas espessuras: fina e grossa.Desenrolar:Os alunos deverão encontrar a peça que obedeça à seqüência de comandos estabelecida pela professora.A seqüência poderá ser iniciada com os atributos: círculo, azul e grosso.Os alunos escolherão a peça correspondente.O comando seguinte é mudar para a cor vermelha.Eles selecionarão um círculo grosso e vermelho.Em seguida, devem mudar para a espessura fina.Então, um círculo vermelho e fino deverá ser selecionado.A professora poderá continuar acrescentando comandos ou apresentar uma seqüência pronta.Faça depois o processo inverso. Os alunos serão apresentados a uma nova seqüência de comandos, já com aúltima peça.Eles deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida.Conclusão:A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas, principalmente a adição como inverso dasubtração e a multiplicação como inverso da divisão.
    • Bolinha de gude Jogos de RuaOrigem:Nossos ancestrais pré-históricos já jogavam bolinhas de gude, ou melhor, seixos de rio e artefatos em argila.Legiões romanas, por sua vez, teriam sido responsáveis por difundir essa prática pelas terras conquistadas.Materiais como ferro, mármore, gesso, de formato arredondado, também foram usados pelos povos antigos.No Brasil, as bolinhas de gude levam o nome de burico, roda, triângulo, papão e mata-mata.Objetivos:Reconhecer a brincadeira popular.Promover a integração do grupo.Preparação:Material:-Bolinhas de gude (vidro);-Chão plano e firme.Desenrolar:Para jogar é necessário que o chão seja plano e firme. As partidas podem ser a dois ou com mais amigos.Distribua as bolinhas pelo chão.Existem três maneiras de jogar bolinha de gude:1- Acertando outra bolinha (mata-mata)2- Atirando as bolinhas para dentro de uma área delimitada. (ex. um gol)3- Jogando as bolinhas em vários buracos, ao longo da área do jogo.Ao acertar, ganha a bolinha que bateu em outra, que foi para a área delimitada ou que caiu num buraco. Ovencedor é quem conseguir o maior número de bolinhas.Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata CanteleEducação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP. Brincadeira do espelho JogoObjetivos:Observar que a imagem se reflete ao contrário quando se olha no espelho.Promover a amizade, respeito pelo outro.Preparação:O jogo pode ser feito com duas pessoas ou várias duplas.Sabia que sua imagem se reflete ao contrário quando você se olha no espelho?Levantando o braço direito, e a imagem mostrará o seu braço esquerdo.Material:Fita crepe.
    • Desenrolar:Delimite com fita crepe o lugar que simulará um espelho.Você faz um gesto e o seu colega deverá imitá-lo.Procure fazer gestos difíceis de serem imitados.O primeiro que errar sai do jogo e será substituído por outro colega.O último que ficar no espelho sem cometer falhas, será o vencedor.Fonte: Arte e Habilidade - Angela Cantele Leonardi e Bruna Renata CanteleEducação Infantil - Coleção Horizontes - Editora IBEP. Brincando com o Dicionário JogoObjetivos:O uso do dicionário amplia o vocabulário, melhora a interpretação da leitura e esclarece as dúvidas ortográficas.Através desse jogo o aluno sente-se incentivado a descobrir o significado da palavra desconhecida e familiariza-se brincando com o uso do dicionário.Preparação:Material: Um dicionário, folhas de papel, lápis ou caneta, lousa para anotar as respostas e a pontuação dosgrupos.Desenrolar:Divida a classe em grupos. Apenas um dicionário será utilizado por um grupo a cada rodada.O primeiro grupo, que terá o dicionário em mãos, escolherá uma palavra do dicionário que ache desconhecidapor todos, falando-a em voz alta para os demais grupos.Se houver algum integrante de qualquer grupo que saiba a resposta correta ao ser anunciada, antes de começar arodada, marca 4 pontos para o seu grupo.Cada grupo escreverá numa folha um significado para a palavra, inclusive o grupo que tem o dicionário emmãos, que colocará a definição correta.A professora recolhe as folhas e lê todas as definições, inclusive a correta. Escreve as respostas na lousa.Cada grupo escolhe a definição que achar certa.O grupo conta a definição correta.A professora marca na lousa os pontos dos grupos de acordo com a seguinte regra:2 pontos = para o grupo que deu a resposta correta.3 pontos = para o grupo que escolheu a palavra, se ninguém tiver acertado ou 1 ponto para cada acerto porgrupo.4 pontos = para o grupo que tiver um integrante que saiba a resposta correta ao ser anunciada, antes de começar arodada.O jogo continua até que todos os grupos tenham escolhido a palavra no dicionário ou até que algum grupo tenhaatingido um número de pontos estipulado anteriormente pela classe.
    • ClassificaçãoBlocos Lógicos - JogoObjetivos:Construção das noções de:1- Conjunto; elemento e atributo.2- Inclusão, exclusão e pertinência.3- Subconjuntos.4- Interseção.5- Organização de sistemas lógicos de classificação.Preparação:Pegue a caixa com o material de blocos lógicos.Apresente o material às crianças para que classifiquem os blocos.Crie junto com os alunos os atributos que serão dados para os tipos de blocos existentes.Exemplos:a) as quatro formas: círculo, quadrado, retângulo e triângulo.b) as duas espessuras: grosso e finoc) os dois tamanhos: pequeno e granded) as cores: amarelo, azul e vermelhoDesenrolar:Faça em cartolina um quadro. Primeiramente, escolha apenas um atributo (quadrada).Exemplo: separar apenas as peças quadradas.Peça aos alunos que separem os blocos de acordo com o atributo escolhido.Depois, vá acrescentando atributos à peça escolhida: vermelha, fina, pequena.Os alunos irão completar o quadro com a peça quadrada, pequena, fina e vermelha.Divida a classe em grupos e o primeiro que descobrir qual é a peça, ganha um ponto para o grupo.Conclusão:O aluno vai estimular a visão do objeto e lidar com sua imagem mental através de classificações dos atributosestabelecidos.Comprimento
    • Medida de Comprimento - DinâmicaGrupo: crianças a partir de cinco anos.Objetivos: desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio de comparações. A dinâmicadesse exercício estimula o raciocínio e a percepção das crianças em relação às medidas-padrão.Tempo: 1 aulaLocal: sala de aula ou uma sala grande.Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a brincar: caneta,uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças, uma régua, uma trena ou uma fita métrica.Desenvolvimento: Para começar a brincadeira, divida a turma em quatro grupos.Escolha para cada um deles um objeto que deve substituir a régua como unidade de medida.Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças.Em seguida, defina os objetos que cada grupo deve medir — por exemplo, a carteira, a porta, a lousa ou a alturada parede onde começa a janela.Antes que a turma comece a realizar as medições, estimule as crianças a fazer estimativas: quantas borrachaselas acham que seriam necessárias para determinar o comprimento da mesa? E a largura?Como seriam os resultados se, em vez desses objetos, a classe usasse um livro e um caderno para fazer asmedidas? E assim por diante.ComunicaçãoO jovem e a comunicação - DinâmicaGrupo: até 20 jovens do Ensino Médio.Objetivo: criar comunicação fraterna e madura.Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.Material: papel e lápis para cada participante.Desenvolvimento: distribuir aos participantes, papel e lápis e, convidá-los a fazer um desenho de um homem euma mulher.Após o desenho, eles devem anotar na figura:a) diante dos olhos, as coisas que viram e mais os impressionaram;b) diante da boca, 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida;c) diante da cabeça, 3 idéias das quais não abre mão;d) diante do coração, 3 grandes amores;e) diante das mãos, ações inesquecíveis que realizou;f) diante dos pés, as piores enroscadas em que se meteu.Convidar o grupo para discutir:1. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Por quê?
    • 2. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?3. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por quê?4. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por quê?Conclusão:Integrar a pessoa no meio social, desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal, desinibir edesbloquear, adquirir hábitos de relações interpessoais.De quem é o desenho?DinâmicaDinâmica enviada pela Profª BrunaGrupo: Até 20 pessoas (crianças ou adolescentes).Objetivo: Reconhecer o talento dos colegas.Tempo: Cerca de uma hora, dependendo do tamanho do grupo.Local: Uma sala suficientemente ampla com cadeiras para acomodar todas as pessoas participantes.Material: Toca-fitas com boa potência. Folhas avulsas de sulfite, lápis e borracha.Desenvolvimento: O professor deverá fazer dois grupos de alunos em dois círculos na sala com as carteiras.Colocar uma música e distribuir as folhas para os alunos que deverão desenhar qualquer coisa ou a critério doprofessor.Quando o professor parar a música, os alunos deverão passar a folha para o colega da direita (a folha não deveráter nome) até o professor dar o sinal de parar.Na hora que chegar a folha na primeira pessoa do grupo esse mesmo colega tenta adivinhar de quem é odesenho.Podem-se trocar as folhas entre os grupos ou não.Se um do grupo acertar de quem é o desenho, o grupo ganha um ponto e se não acertar, um ponto para o outrogrupo. E assim continua a brincadeira.Conclusão: abordagem às vivências do Grupo, criatividade e o conhecimento de cada integrante.Decomposição Material Dourado - JogoObjetivos:Explorar com seus alunos a manipulação do Material Dourado, fazendo a decomposição e acomposição dos numerais em centenas, dezenas e unidades.Material:Cartolinas, canetas, tesoura, material dourado de madeira ou papel, régua, saquinhos plásticos edados.Preparação:Pegue uma cartolina e desenhe um retângulo de 18 x 12 centímetros.Divida a figura em quadradinhos de 2 x 2 centímetros e escreva em cada um número como na figura.
    • Recorte nas linhas pontilhadas, de modo a ficar com cartelas numeradas com os números de 1 a 9,com as dezenas 10, 20 até 90 e com as centenas 100, 200 até 900.Faça várias cópias destas cartelas. Guarde o material em saquinhos plásticos.Desenrolar:Escolha um número a ser representado e distribua as cartelas entre as crianças.Cada uma em sua vez joga o dado e pega a quantidade de quadradinhos equivalente aos pontos. Sefor o caso, faz a troca.Em seguida, ao lado da representação do número feita com o material dourado, o aluno deverepresentar com as cartelas numéricas a quantidade obtida.Vamos tomar como exemplo os números 43 e 178.O número 43 pode ser representado pelo cartão 3 colocado sobre o zero do cartão de dezena 40.O número 178 pode ser representado pelo cartão 70 colocado sobre os zeros do cartão 100, mais o 8sobre o 0 do 170.Qualquer outro número pode ser representado por esse método.Dependência MútuaDinâmicaGrupo: até 20 pessoas.Objetivos: mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para crescimento de cadaum.Tempo: 1 aulaLocal: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.Material: nenhumDesenvolvimento:Podemos começar formando duplas. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelooutro durante dois minutos.Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro, tão somente o som da voz do outro o guiará.Logo em seguida, trocam-se os papéis e o que antes era o guia, passa ser o guiado.Depois de terminada esta dinâmica, todos se reúnem para um momento de compartilhar, onde são respondidasvárias perguntas:O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos?Teve total confiança em seu líder?Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"?Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos "coração compassivo, longanimidade,
    • humildade" etc.Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" e "Qual a maiorajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?".Conclusão:Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos outros. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica eeficaz, é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel fraterno. Desabrochar - Orientação Sexual DinâmicaProfª Cecília - Pedagoga, Diretora de escola, e também, Instrutora de Cursos de Relações Humanas peloSEBRAE.Grupo: de preferência que seja com adolescentes.Objetivos: Introduzir temas como: desenvolvimento humano, sexualidade, puberdade, adolescência...Tempo: 20 a 30 minutosLocal: sala ampla ou em um espaço aberto, mas silencioso.Material: jornais, aparelho de som, cd com música suave, de preferência que seja sons da natureza.Desenvolvimento:Pedir para todos os participantes deitarem sobre jornais.Fazer um breve relaxamento para que todos se acalmem.Trabalhar o exercício de respiração:a) inspirando pelo nariz, enquanto conta até quatro (mentalmente);b) prendendo a respiração - conta-se até quatro com a respiração presa e em seguida expirando pela bocaenquanto repete a contagem até quatro.c) Repete-se este exercício até que todos estejam calmos, (umas 6 ou 7 vezes).Agora, pedir para que todos virem-se de lado, ainda deitados, e encolham as pernas o quanto podem, abraçando-as,fechando os olhos e ouvindo a música no fundo.O facilitador começa a falar:- Você é um botão de rosas, um botão de rosas, ainda muito pequenino, bem fechadinho, que começa a quererdesabrochar...- Que cor é esse botão?- Que cor será essa rosa?Agora, cada um escolhe uma cor para representar o seu botão de rosa.Você sente agora, que uma das pétalas desse botão, teima em se abrir.... e lentamente, você vai deixandoafrouxar suas mãos, mas ainda... muito lentamente, e aos pouquinhos, sem pressa, você começa a sentir-secomo realmente fosse um botão de rosas, inalando perfume, desabrochando, lentamente, sem pressa...O facilitador vai conduzindo o desabrochar, passo a passo.Agora, você vai soltando o braço que está por cima... seu braço solta-se e como se fosse uma pétala, separa-seviçoso.Agora as pernas....Deitando-se normalmente, com seus braços livres, suas pernas livres, você continua ainda vendo-se como umbotão de rosas, lindo!!! Cheio de vida!!!
    • Sentando-se, muito lentamente, abrindo seus olhos e sentindo-se como num jardim, rodeado de outras rosas.E com todos sentados, perguntar:- O que sentiram?- Que cor escolheram para sua rosa? Por quê?- Tiveram vontade de terminar logo?- Sentiram-se bem à vontade?- Que sentimento tiveram durante a dinâmica?Deixar que todos falem...Depois de todos esses questionamentos, introduze-se o tema propriamente dito: sexualidade, virgindade,adolescência.... (o que foi preparado)Conclusão:Depois do relaxamento, os alunos estarão prontos para participar mais ativamente sobre qualquer debate.Profª Cecília Descobrimento Caminho das Caravelas – JogoObjetivos:Reconhecer a importância da época das grandes navegações e descobertas.Identificar as principais rotas das grandes navegações.Preparação:Em grupos, confeccionar um jogo de tabuleiro “Caminho das Caravelas”, da seguinte forma:1- Desenhar um mapa-múndi numa cartolina.2- Reproduzir os caminhos das grandes navegações e escolher uma rota para o jogo, por exemplo, a rota feita porCabral.3- Elaborar as regras, legendas e como deverão fazer para percorrer o caminho até a chegada.Desenrolar:Realizar o jogo usando um dado e peões conforme o número de integrantes de cada grupo.Descrição -DinâmicaGrupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com alunos de várias faixas etárias em diversas disciplinas.Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-secidadãos conscientes de seus deveres e direitos.Comparar diferenças e igualdades.Tempo: 1 aulaLocal: sala de aula ou uma sala grande.
    • Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a brincar: caneta, uma borracha, lápis de cor e papéis. Se quiser, poderá usar um fundo musical. Desenvolvimento: Peça aos alunos que descrevam uma pessoa conhecida, um animal, uma planta, um lugar ou um objeto qualquer. Escolham um só. Atenção! Eles não devem citar o nome do item que está sendo descrito. Por exemplo, se a descrição for de um gato, devem dizer que tem pêlos, rabo etc., mas não mencionar a palavra “gato”. Peça aos alunos que façam um desenho conforme a descrição. Se preferir, utilize um fundo musical. Depois que todos terminarem de desenhar, peça-lhes que mostrem os desenhos aos colegas e comparem as diferenças e igualdades. Finalmente, apresente uma foto ou um desenho da verdadeira descrição. Conclusão: As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos alunos e facilitam muito a relação professor-aluno. Profª Maria de Fátima Camacho Ferreira Marques Aguiar. Fonte: Revista PCNE – Professor Criativo na Escola – Editora Didática PaulistaObjetivos:Desenvolvimento de seqüências de acordo com osatributos estabelecidos entre duas figuras anteriores.Eles terão que descobrir qual é a peça seguinte paracontinuar a seqüência.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos,composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo; que variamem três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande; e emduas espessuras: fina e grossa.Desenrolar:Neste jogo os alunos observarão três peças sobre o tapete no chão.Exemplo:1- triângulo, amarelo, grosso e grande;
    • 2- quadrado, amarelo, grosso e grande;3- retângulo, amarelo, grosso e grande;Eles deverão escolher a quarta peça (círculo, amarelo, grosso e grande) observando que, entre ela e sua vizinha, deveráhaver o mesmo número de diferenças existente entre as outras duas peças (a diferença na forma).As peças serão colocadas pela professora de forma que, em primeiro lugar, haja apenas uma diferença. Depois duas,três e, por fim, quatro diferenças entre as peças.Conclusão:Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas ascondições.DivisibilidadeJogoObjetivos:Este jogo serve para entender o conceito de divisibilidade,noção segundo a qual um número natural pode ser divididopor outro número natural não nulo, sendo a divisãodo primeiro pelo segundo exata, isto é, com resto igual a zero.Preparação:Para fazer os alunos descobrirem isso na prática, a professora dará pontuação às varetas.Exemplo:amarela = 2 pontosvermelha = 10 pontosverde = 5 pontosazul = 6 pontos
    • preta = 30 pontosAlunos e professor combinam quantas rodadas terão as partidas.Desenrolar:A classe é dividida em grupos de três ou quatro.Todas as equipes recebem um pega-varetas.Tirando no par ou ímpar, cada grupo escolhe quem vai começar.O vencedor lança as varetas sobre uma mesa ou outra superfície plana.Depois, tenta pegá-las uma a uma do monte, sem fazer com que as outras se mexam.Quando conseguir isso, continua a jogar.Se não, a partida é interrompida e os valores de cada vareta retirada são multiplicados uns pelos outros, obtendo-se onúmero de pontos daquela jogada.A partir daí, o professor estimula o grupo a sugerir outras combinações que levariam ao mesmo produto.O número de sugestões oferecidas pela equipe é anotado num papel.A partida recomeça com a criança da vez.Vence o grupo que conseguir propor mais opções.Conclusão:O jogo as varetas permite que se trabalhem vários problemas matemáticos envolvendo a idéia da divisibilidade.Quando jogam em grupo, os alunos debatem e, do confronto de idéias, surgem diferentes respostas para um problemamatemático.Para chegar às cores das varetas, é necessário fatorar o produto.O número 200 equivale a duas varetas amarelas, uma vermelha e uma verde.200 = 2 x 2 x 5 x 10O resultado era decomposto pela divisão sucessiva por 2, por 3 e assim por diante, até alcançar números primos, quesão aqueles divisíveis apenas por 1 e por eles mesmos.A professora pode mudar a pontuação original do pega-varetas, de modo que possa trabalhar com decomposição emnúmeros primos (são os casos de 2, 3 e 5).Dominó de NomesJogoJogo enviado pela Profª Ignez A. MaraninchiObjetivos:• Identificar as letras do alfabeto;
    • • Identificar a escrita de seu nome;• Selecionar letras que pertencem ao ser nome;• Estabelecer semelhanças e diferenças entre as letras do nome de cada aluno;• Relacionar letra maiúscula e minúscula;• Relacionar letra cursiva e letra script.Material: cartolina e canetinhaPreparação:Recorta-se a cartolina em retângulos de 8cm x4cm aproximadamente.Com uma canetinha risca-se um traço dividindo o retângulo.Em cada peça escreve-se no lado direto o nome de um aluno e o mesmo nome deve ser escrito no lado esquerdo daoutra peça e assim sucessivamente.Veja a figura.Variações do jogo:Fichas escritas de diferentes formas o mesmo nome. Cada aluno deve encontrar todas as fichas com seu nome podendoagrupar, colar, fazer relatório mencionando a quantidade de nomes encontrados...Veja a figura.Desenrolar:Divide-se a turma em duplas e para cada dupla entrega-se um conjunto de aproximadamente 20 peças.Todas as peças devem ser viradas para baixo, embaralhadas e divididas entre os jogadores.Um aluno inicia o jogo colocando uma peça de dominó no centro da mesa.O outro jogador deve procurar uma peça que contenha um dos nomes que encontram-se nas pontas. Quandoencontrado deve-se encostar as peças com nomes iguais.Se o jogador não tiver a peça que contenha um dos nomes que se encontra sem par sobre a mesa, ele deve passar para opróximo jogador.Vence o jogo aquele que ficar sem nenhuma peça primeiro.Profª Ignez A. Maraninchi - Atividades Lúdicas para Alfabetização-Jogos clássicos transformados em materialdidáticoFilosofia e Pedagogia Habilitação Supervisão EscolarEspecialista em Educação Pré Escolar e Supervisão EscolarEncontre a peçaBlocos Lógicos - Jogo
    • Objetivos:Construção das noções de:Conjunto, elemento e atributo;Inclusão, exclusão e pertinência;Desenvolvimento da atenção e disciplina.Preparação:Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos, de quatro tipos de “figuras”:círculo, triângulo, quadrado e retângulo; que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos:pequeno e grande; e em duas espessuras: fina e grossa.Desenrolar:Dividir a classe em grupos e espalhar os blocos lógicos pelo chão.Para descobrir qual é a peça, as crianças farão uma competição.Dar um comando das características de uma peça (por exemplo: amarelo, triângulo, grande e fino) para um grupo.Em seguida, o grupo deve procurar e selecionar a peça correspondente para mostrá-la, o mais rapidamente possível, àsoutras equipes.A competição poderá ter como objetivo verificar qual grupo encontra a peça correta primeiro ou de qual grupo encontramais peças corretas.À medida que acertam, recebem uma pontuação.Outra opção é de cada equipe desafiar os outros grupos da classe distribuindo eles mesmos os atributos.Conclusão:Desenvolve o raciocínio lógico e a memorização. ExclusãoDinâmicaGrupo: número indeterminado de pessoas, uma vez que serão escolhidos membros para participar do exercício.Objetivos:a) Vivenciar o desejo de merecer, de consideração e interesse.b) Sentir a alienação, o isolamento, a solidão, sensação de estar excluído de um grupo.Tempo: 15 minutos aproximadamente.Local: Uma sala suficientemente ampla para poder acomodar todos os participantes.Desenvolvimento:1- O professor escolhe umas cinco a sete pessoas que serão identificadas como “de dentro” e que ficam de pé, nocentro do grupo, formando um círculo com os braços entrelaçados. Tanto podem ficar virados para dentro como para
    • fora.2- A seguir, escolherá uma pessoa do grupo que será o “intruso” e que deverá tentar penetrar no círculo da maneiraque puder, e os componentes do círculo procurarão conservá-lo fora.3- O “intruso” tentará abrir o círculo e toma seu lugar ao lado dos outros como um membro regular, podendo oprofessor indicar outro membro como “intruso”, já que esta atividade costuma despertar grande empatia.4- No final do exercício, os “intrusos” e os outros membros que funcionaram como observadores, farão os comentáriosacerca da experiência. É importante observar se os “intrusos” tentaram penetrar à força ou com diálogo.Conclusão:Essa dinâmica deverá desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal, integrar a pessoa no meio social,desinibir e desbloquear, desenvolver adaptação emocional, comunicação verbal e não-verbal, descobrir sistemas devalores. Fazendo HistóriaJogoGrupo: no máximo 25 crianças.Objetivos: Respeitar as diferenças individuais de cada um; desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupale desenvolver a expressão na escrita.Tempo: 1 aulaLocal: na sala de aula ou no pátio da escola.Material: lápis e folhas de papel em branco.Desenvolvimento: Reunir a turma em círculo, sentados, com lápis e a folha de papel em branco na mão.Por solicitação do professor, cada criança começa a contar uma história por escrito escrevendo uma frase no alto dafolha e dobrando a mesma, para ocultar a parte escrita, deixando aparecer as últimas palavras, passando a folha para ovizinho da direita.Este participante, aproveitando-se da última parte da frase de seu colega anterior, escreverá outra frase, dobrandonovamente a folha, deixando aparecer somente a parte final da frase, e passando a folha novamente para o seguinte dafileira.E o jogo prossegue, até que o professor entender pará-lo, e solicitar a cada qual ler a folha de que está de posse.Conclusão:As crianças vão perceber que a história fica diferente, da que cada um havia pensado em escrevê-la.
    • GeschenkDinâmica do GeschenkGrupo: Essa técnica é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço.Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma, não há limites etários ou quanto amaior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação.Pode ser executada com grupos de até vinte elementos.Objetivos: desenvolver a integração do grupo.Tempo: 1 horaLocal: uma sala ampla.Material: lápis, cartolinas e papéis.Desenvolvimento: Formar subgrupos de seis a dez elementos em cada e devem sentar-se em círculo, dispondo de lápise papel.A uma ordem do professor, cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo.Depois, em silêncio, cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação, pelo qual tenha algumaadmiração.Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes.A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem, uma frase, um pensamento, enfim algum recado para as pessoasque se escolheu, mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem.A seguir, cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas, tentando identificar, que poderá ou não ser assumida peloremetente.É interessante que o remetente das mensagens não se identifique, facilitando o debate grupal.Concluída essa etapa, o subgrupo redigirá, numa cartolina, uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantespara apresentá-la num painel geral.Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto mensagens, mas apenas as que enviarem.Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.Conclusão: reconhecimento das características de cada um do grupo.HolísticaEntendendo a Visão Holística - DinâmicaGrupo: em torno de trinta pessoas.
    • Objetivo: Explicar de forma lúdica o que é visão holística. Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, eque não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), consideradosseparadamente; holística.Tempo: cerca trinta minutos, dependendo do tamanho do grupo.Local: sala suficientemente ampla para acomodar todos os participantes.Material:- Carretel de barbante ou linha suficientemente comprida;- Um balão de aniversário.- Um quadro ou uma cartolina.Desenvolvimento:I. Escreve-se no quadro ou em uma cartolina: “A parte é diferente do todo, mas também é o mesmo que o todo. Aessência é o todo e a parte.” (Éfeso)II. Pede-se para o grupo formar uma grande roda;III. Entrega-se o carretel de barbante para um dos integrantes da roda e explica-se que ele deve ficar com a ponta dobarbante e jogar o carretel para outra pessoa qualquer da roda explicando porque escolheu tal pessoa;IV. A segunda pessoa que recebe o carretel deve segurar uma parte do barbante (de modo que o mesmo fica esticadoentre a 1ª e a 2ª pessoa) e jogar o carretel para outro componente da roda, explicando porque escolheu tal pessoa.Esse passo é repetido até que todos os componentes da roda tenham sua parte do barbante. Estará formada, então, umagrande teia, como na figura abaixo:V. Com base no texto abaixo, explica-se o que é holística. Preferencialmente, o professor não deve ler o texto: ele deveexplicar com suas palavras, observando que no decorrer do texto a dinâmica continua.“Cada indivíduo dessa roda é uma parte que forma um todo. Podemos comparar essas partes com os elementos danatureza, com os funcionários ou departamentos de uma empresa (ou escola) ou com as células de um ser vivo.É importante perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, se interagem e dependem umas das outraspara que o todo (seja a Natureza, a escola ou o organismo de um ser vivo) viva e funcione adequadamente.Essa é a essência da visão holística (coloca-se o balão de aniversário no meio da teia, de modo que ele fique sustentadoe em equilíbrio sobre a mesma).Esse balão que está sendo sustentado pela teia representa o equilíbrio ideal resultante da interação de cada parte.Observem que para que o balão esteja perfeitamente equilibrado é importante que todas as partes colaborem entre si.Tudo o que há no Universo são considerados todos em relação às suas partes constituintes, mas também são partes detodos maiores. Por exemplo: um átomo forma uma molécula que forma uma célula que forma um organismo vivo queforma a parte viva de um planeta que é uma parte da galáxia que é um elemento do Universo.E tudo isso, todos e partes, estão interdependentes numa totalidade harmônica e funcional, numa perpétua oscilaçãoonde os todos e as partes se mantém mutuamente.(a partir de agora o professor tira da mão de cada um o pedaço debarbante deixando-o cair, enquanto isso, continua-se a explicação do que está acontecendo).Entretanto, estamos em uma sociedade mecanicista, onde partes tentam se sobre por a outras, onde o ser humano torna-se predador de seu semelhante. São as classes dominantes em posição de poder que atuam ou de forma preconceituosa,ou com ênfase na competição e não na cooperação.E o que acontece quando não há uma perfeita sinergia entre as partes do todo ou quando não há a colaboração de todasas partes? (nesse momento todos já largaram sua parte do barbante e o balão está no chão)Acontece o mesmo que aconteceu com esse balão: perde-se o equilíbrio do sistema até que ele desmorone.(o professorpega a bola)
    • Ainda há tempo de recuperar o equilíbrio se todos pegarem sua parte do barbante, só que se demorarmos muito, podeser tarde demais. (estoura-se a bola)VI. Convém notar que a aplicação deste exercício exige certa maturidade do grupo.Conclusão: perceber que essas partes estão interligadas, se comunicam, se interagem e dependem umas das outras paraque “o todo” viva e funcione adequadamente.