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Comunicacao de massa

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  • 1. Marketing Profª Eloisa Lages
  • 2. Comunicação de Massa
  • 3. Meios de comunicação são sistemas pelos quais se transmite informação a um público amplo. Daí recebem o nome de meios de comunicação “de massa”.
  • 4. Meios de Comunicação Herbert Marshall McLuhan, filósofo e educador canadense (1911-1980) McLuhan* causou polêmica em 1967 ao afirmar que “o meio é a mensagem”, mas ele antecipava o que aconteceria só agora: a enorme influência que o desenvolvimento tecnológico causou e está causando nos meios de comunicação.
  • 5. Meios de Comunicação
  • 6. Meios de Comunicação É a eletrônica, com sua envolvente digitalização, que está fazendo com que o meio seja o centro do processo de comunicação, no lugar da mensagem, propiciando as condições técnicas e tecnológicas para os veículos transferirem ao público (o receptor) cada vez mais poder para decidir quando, o que, quanto e onde ele quer ver, ouvir, ler ou arquivar as informações que lhe interessam, sejam elas culturais ou de entretenimento.
  • 7. Meios de Comunicação Mas nem sempre foi assim. Nas primeiras manifestações da comunicação humana, cerca de 35 mil anos atrás, o homo sapiens fazia gravuras no único meio de comunicação que sua inteligência conseguia utilizar: paredes de cavernas.
  • 8. Meios de Comunicação MADEIRA PEDRA PAPIRO CERÂMICA À medida que ficava com mandíbulas menores e o cérebro maior, passou a usar materiais mais versáteis e de maior cobertura de público: madeira, cerâmica, tecido, bronze, alfabeto, papiro, papel. Mas sempre tendo que adaptar a mensagem às limitações físicas do meio.
  • 9. Invenções que Influenciaram os Meios O que acabamos de afirmar se justifica porque todos os recursos visuais e sonoros utilizados pelos meios de comunicação para se tornarem mais versáteis e adaptáveis às mensagens provêm de invenções criadas nos últimos 110 anos. Rádio 1901 Sistema de impressão offset Válvula eletrônica 1904 1906
  • 10. Invenções que Influenciaram os Meios Emissora de rádio 19261916 Televisão
  • 11. Invenções que Influenciaram os Meios Cinema Falado Filme Cantando na Chuva Computador ENIAC 1927 1946
  • 12. Invenções que Influenciaram os Meios TV a Cores 1948 Transistor 1951 Raio Laser 1951
  • 13. Invenções que Influenciaram os Meios Satélite Sputnik Microondas 1951 1951
  • 14. Invenções que Influenciaram os Meios 1960 Holografia Videotape 1960
  • 15. Invenções que Influenciaram os Meios Exemplo Holográfico
  • 16. Invenções que Influenciaram os Meios 1966 1969 Disco de HD Winchester Internet Tim Bernes-Lee
  • 17. Invenções que Influenciaram os Meios Fibra Ótica Computador Pessoal 1970 1976
  • 18. Invenções que Influenciaram os Meios Disco Laser CD 1972 1982
  • 19. Invenções que Influenciaram os Meios Década de 80 HDTV, DVD, Tela Plana de LCD e Plasma, Papel Eletrônico
  • 20. Invenções que Influenciaram os Meios Década de 90 Celular como Meio Hoje o celular é tido como meio de comunicação, perdeu parte de sua função inicial e ganhou tantas outras, a exemplo de empresas que criam conteúdo exclusivamente para celulares. Para saber mais acesse: http://www.youtube.com/watch ?v=JR7Omeoatek
  • 21. Os Meios como Extensão do Homem McLuhan já dizia, na longínqua e famosa década de 1960, que, assim como tudo que usamos são extensões do nosso corpo (a roupa, extensão da pele; a ferramenta, extensão das mãos etc.), os meios de comunicação são extensões dos nossos sentidos. Dessa forma, a TV e o cinema são extensões da visão e do tato (por darem a ilusão de volume); o rádio, extensão da audição; o jornal e a revista, extensões da visão e do tato; o telefone, extensão da fala. E à medida que os meios vão incorporando os avanços tecnológicos, eles passam a ser extensões mais próximas do nosso sistema nervoso central, ou seja, do nosso cérebro.
  • 22. Os Meios como Extensão do Homem E tudo leva a crer que essa profecia vem se realizando, pois o desenvolvimento dos meios de comunicação está norteado por uma simbiose cada vez maior entre as características do meio e a biologia humana, como se umas fossem as extensões da outra. Não percebemos, mas os meios de comunicação estão continuamente cumprindo esse desígnio: um dos aprimoramentos do rádio, da TV e do cinema foi o som estéreo, que é a razão de termos dois ouvidos (além da estética, claro).
  • 23. Os Meios como Extensão do Homem Temos os olhos lado a lado para vermos em 3D, e antes de o homem chegar a Marte novos processos gráficos devem viabilizar a impressão rotineira de jornais e revistas em 3D, assim como também será comum vermos cartazes de outdoor e painéis em 3D, sem os incômodos óculos coloridos.
  • 24. Os Meios como Extensão do Homem Em breve, a TV terá imagens mais próximas da capacidade com que nossos olhos enxergam, e quando a holografia se tornar um processo tecnicamente viável e barato, isso fará com que as pessoas não achem a menor graça em ver cinema e TV (até a HDTV), mesmo em 3D, pois poderão ver imagens que se confundirão com a realidade.
  • 25. Os Meios como Extensão do Homem No caso da internet, por ser um produto oriundo da tecnologia, já tendo nascido aprimorada, incorpora em si uma série de recursos e funções que vão muito além do que os tradicionais meios de comunicação suportam e contêm. A internet é a mais próxima predição de McLuhan quanto ao destino dos meios no futuro: serem extensões do nosso cérebro. Nosso cérebro, a cada dia, quer informações mais rápidas, mais organizadas e poder decidir o que receber. No futuro, a web 3.0, os jornais eletrônicos e a TV interativa vão cumprir cada vez melhor esse papel (sem ironia). Mas as pessoas continuarão querendo, ainda, a velha combinação de informação e entretenimento.
  • 26. Os Meios como Extensão do Homem Só para clarear as ideias: Web 1.0 – implantação e popularização da rede. Web 2.0 – é a que vivemos hoje, centrada em mecanismos de buscas, sites de colaboração (Wikipédia, Youtube) e sites de relacionamento. Web 3.0 – tem a pretensão de organizar e usar todo o conteúdo disponível na rede de maneira mais inteligente.
  • 27. Os Meios como Extensão do Homem E por conta disso, meios tradicionais continuarão a existir e novos meios e veículos continuarão a nascer, todos coexistindo e sem ocorrer o que sempre se profetizou quando um novo meio era criado: que o rádio ia acabar com os jornais, que a TV ia acabar com o rádio e o cinema e que a internet vai acabar com os jornais, revistas, TV...
  • 28. Tecnologias Introduzidas nos Meios de Comunicação a partir de 1970 Populariza- ção do controle remoto nos aparelhos de TV Transmis- são em FM estéreo no rádio. Painéis eletrônicos para veiculação de anúncios. Anúncio com cheiro e cartelas risque em revistas. Sistema PIP e canal de som SAP nos aparelhos de TV. Impressão em cores nos jornais.
  • 29. Tecnologias Introduzidas nos Meios de Comunicação a partir de 1970 Impressão em lona por ploter p/ painéis gigantes de mídia exterior e outdoor. Digitaliza- ção de materiais para produção gráfica de revistas e jornais* Transmis- são de sinais de TV e de rádio por satélites. *acabando com a necessidade de fotolitos e rotofilmes Digitaliza- ção da produção, transmis- são e recepção de TV e rádio. Internet como meio de comunica- ção. Interação e sistema pay- per-view nas TVs pagas.
  • 30. Tecnologias Introduzidas nos Meios de Comunicação a partir de 1970 Transmis- são de TV em alta definição. Miniatura (DTH) para captar emissoras de TV e de rádio por satélites. Uso do celular como meio de comunica- ção. Monitores de TV em veículos, elevadores, pontos de vendas.¹ Gravador de TV tipo DVR, com HD interno² ¹demais locais, conectados a internet ou satélite (que em poucos anos devem ser substituídos pelo papel eletrônico). ²que grava continuamente a programação e permite dar pausa e continuar assistindo a programas ao vivo sem interrupção.
  • 31. Globalização dos Meios de Comunicação O maior feito de McLuhan foi antever que os avanços tecnológicos nas telecomunicações transformariam o mundo naquilo que ele chamou de aldeia global. Era uma antevisão da internet como rede mundial, das parabólicas portáteis, do telefone celular com alcance mundial e da interatividade dos meios, utilizando as fibras óticas e a compressão dos sinais digitais de TV.
  • 32. Globalização dos Meios de Comunicação Nascia, assim, a globalização na mídia e nos meios de comunicação, com seus altos custos de desenvolvimento tecnológico bancados por grandes grupos de origem industrial (GE e Sony), de entretenimento (Disney e AOL-Time-Warner) e de informações (News Corp, CNN, The New York Times), presentes em vários países e atuando na maior variedade possível de meios existentes. De jornais de bairro à internet. E desde 2002 esses grandes grupos, e outros, podem ter até 30% do capital das empresas brasileiras de comunicação e 49% das operadoras de TV paga.
  • 33. Globalização dos Meios de Comunicação O primeiro meio de comunicação deve ter começado em 59 a.C. com o Fórum romano afixando diariamente o Acta Diurna, o qual trazia as notícias do Império, dando início, desse modo, ao primeiro jornal diário de que se tem notícia. Acta Diurna
  • 34. Globalização dos Meios de Comunicação Em termos de meios de comunicação, a Igreja Católica teve de ser mais criativa, pois tinha como objetivo comunicar uma nova doutrina para povos das mais diferentes raças, credos e lugares. Por isso, precisava criar uma identidade visual para a nova religião, capaz de sintetizar seus diferenciais e causar awareness (conhecimento) na forma de um logotipo que fosse fácil de ser desenhado, entendido por povos e línguas diferentes, portátil, leve e, se não bastasse, de custo barato para poder ser dado de brinde. Criaram o crucifixo.
  • 35. Globalização dos Meios de Comunicação E para convocar os fiéis para a missa, institucionalizaram o sino como meio de comunicação exclusivo da igreja. Os recursos são muito limitados, sim, mas seu CPM é baixíssimo.
  • 36. Globalização dos Meios de Comunicação A primeira publicação de que se tem notícia, lançada com todas as características dos jornais atuais, ou seja, formato, conteúdo e periodicidade regular, foi o Nieuwe Tijdinge, de Anvers, na Bélgica, em 1605, por Abraham Veihoeven, segundo pesquisas do jornalista Mauricio Bonas.
  • 37. Globalização dos Meios de Comunicação Em 1704, o Boston News- Letter foi o primeiro jornal publicado nas Américas, editado por Jonh Campbell. Enquanto o The Post Och Inrikes Tidningar, fundado em 1645 como diário oficial do governo da Suécia e primeiro jornal do mundo a publicar anúncios na forma de editais, desde 2007 só está sendo publicado...pela internet.
  • 38. Globalização dos Meios de Comunicação Enquanto o The Post Och Inrikes Tidningar, fundado em 1645 como diário oficial do governo da Suécia e primeiro jornal do mundo a publicar anúncios na forma de editais, desde 2007 só está sendo publicado...pela internet.
  • 39. Globalização dos Meios de Comunicação No Brasil, somente em 1808, com a mudança temporária da corte portuguesa para cá, foram lançados os primeiros jornais: o Correio Braziliense – editado e impresso em Londres, e por isso escrito com “z” até hoje.
  • 40. Globalização dos Meios de Comunicação A Gazeta do Rio de Janeiro, primeiro jornal a publicar anúncios. No entanto, foi apenas em 1875 que surgiram os primeiros anúncios propriamente ditos, pois tinham desenhos e ilustrações, além de texto.
  • 41. Globalização dos Meios de Comunicação
  • 42. Globalização dos Meios de Comunicação
  • 43. Globalização dos Meios de Comunicação
  • 44. Globalização dos Meios de Comunicação Principalmente a partir do século XVIII, nos Estados Unidos, corretores tiveram a brilhante ideia de, primeiro convencer donos de fábricas a fazer “reclames” dos seus produtos e, em seguida, convencer os donos de jornais a publica-los. Sim, porque naquela época os jornais mais importantes relutavam em publicar anúncios, acreditando que isso afetaria a credibilidade e imparcialidade – crença existente no Brasil ainda no começo do século XX, conforme biografia de Assis Chateaubriand -, e que essa prática nunca seria uma boa fonte de renda.
  • 45. Globalização dos Meios de Comunicação Rupert Murdoch que o diga. Em 2003, seus 175 jornais da News Corp faturaram US$ 4,659 bilhões, e mesmo com pequena queda, no ano fiscal encerrado em junho de 2007, seus 147 jornais ainda faturavam muito: US$ 4,486 bilhões.
  • 46. Globalização dos Meios de Comunicação Com aqueles corretores nascia a publicidade, que em pouco tempo já era a principal fonte de renda dos jornais. Depois, veio a globalização de marketing, que fez da publicidade uma necessidade rotineira na vida das empresas, e verbas regulares de publicidade fizeram nascer os grandes grupos de comunicação, que foi de onde começamos a abordar o assunto “globalização dos meios de comunicação”.
  • 47. Globalização dos Meios de Comunicação Dentro da aldeia global, durante muito tempo, ainda vão coexistir diferentes níveis de culturas e tecnologias. O Butão, país de 2 milhões de habitantes, é um exemplo: próximo ao Himalaia, por questões religiosas só em junho de 1999 inaugurou sua emissora de TV e conectou-se à internet.
  • 48. Meios de Comunicação de Massa Os meios de comunicação de massa tradicionais são os impressos (por exemplo, jornais, revistas), o rádio e a televisão. E mais recentemente: a internet. As três funções essenciais dos meios de comunicação são informar, opinar e entreter. Este último objetivo vem adquirindo cada vez mais peso, a ponto de praticamente tudo, incluindo a informação, tomar a forma de espetáculo.
  • 49. Meios de Comunicação de Massa Brasil BRASIL 1960 1993 2003 2005 2007 TV aberta (só geradoras) 8 276 388 406 410 TV paga (em português) - 4 55 59 66 Rádio AM e FM 1.646 3.401 3.668 3.988 Jornal (diário e não-diário) 500 2.414 2.993 3.098 3.079 Revista (circulação não-controlada) 120 870 1.582 3.650 3.833 Revista (circulação controlada) 200 1.000 2.027 2.300 2.400 Total revista 320 1.870 3.609 5.950 6.233 Outdoor (cidades) 30 310 1.197 1.320 771 Cinema (salas que exibem comerciais) - 408 1.572 1.958 1.916 Mídia exterior e extensiva (tipos) 8 46 93 76 87 Internet (sites comercializados) - - 2.000 21.200 21.200 Total 866 6.974 15.308 37.735 37.750 Fonte: Mídia Dados 2008, Anatec, Central de Outdoor
  • 50. Influência O receptor deve ter uma atitude responsável e crítica e adquirir estratégias de busca e seleção de informação quando se trata de internet. A influência exercida pelos meios de comunicação é enorme. Não é à toa que a imprensa é chamada de quarto poder. O jornalismo tem um grande alcance político. A capacidade de influenciar dos meios de comunicação vai além da política: todos eles proporcionam modelos culturais, promovem certos valores, difundem preconceitos e estereótipos, ditam modas, conduzem opiniões e desejos.
  • 51. Influência Também no campo da linguagem, os meios exercem grande influência. Eles são os responsáveis, por exemplo, pela difusão de numerosos estrangeirismos. EXEMPLOS Play-Off Eliminatória Tiebreak Desempate Fair Play Esportividade
  • 52. Imprensa Escrita A imprensa escrita é o meio de comunicação de massa mais antigo. Ela utiliza um código misto de comunicação, que se baseia na palavra escrita, na imagem fixa e em elementos de desenho.
  • 53. Imprensa Escrita Na segunda metade do século XIX, foram criadas as primeiras agências de notícias, grandes empresas que abasteciam os jornais de informação. Essas agências utilizavam o telégrafo para difundir informações, o que promoveu um novo estilo jornalístico, menos literário, com notícias escritas em linguagem clara, concisa e objetiva.
  • 54. Imprensa Escrita Desde então, as grandes agências controlam o fluxo de informação mundial: são elas que determinam diariamente o que é notícia no mundo. No século XX, o preço dos jornais baixou graças à publicidade e eles foram convertidos em instrumentos de grande influência. Nas últimas décadas desse século, o negócio informativo não deixou de crescer, mas produziu o fenômeno da concentração: de fato, cada vez menos empresas são donas de mais meios de comunicação: diários, emissoras de rádio, cadeias de televisão, entre outros.
  • 55. Jornal Linguagem jornalística é a que se emprega nos meios de comunicação e, por conseguinte, na imprensa escrita, para transmitir ou interpretar os fatos da atualidade. O jornal é o veículo de imprensa de maior difusão.
  • 56. Edições Digitais Nos últimos anos do século XX, com o desenvolvimento da internet, produziu-se um novo fenômeno: os jornais e as revistas convencionais criaram páginas na web nas quais é possível ler as notícias e os artigos da edição publicada em papel, além de outras notícias que se produziram depois que a edição impressa saiu às ruas.
  • 57. Características da Imprensa Escrita Ao contrário de outros meios de comunicação de massa, a imprensa escrita depende inteiramente do texto impresso para se comunicar com seus leitores. As funções fundamentais são duas: informar e orientar. A imprensa informa os acontecimentos que considera relevantes para o público a que se dirige. A imprensa orienta, apresentando uma interpretação ou um juízo de valor para determinados eventos ou ações.
  • 58. Características da Imprensa Escrita A primeira comunicação a distância de uma mensagem telegráfica, sem a utilização de um cabo elétrico, realizou-se em 1897, na Inglaterra, por Guglielmo Marconi. Entretanto, passaram-se alguns anos até que a radiodifusão se tornasse uma realidade. As primeiras experiências ocorreram no início do século XX, mas foram interrompidas pela Primeira Guerra Mundial.
  • 59. Características do Rádio O rádio é um meio de comunicação imediato, por isso muitos programas oferecem ao ouvinte a possibilidade de interagir, contando suas experiências, expressando suas opiniões, fazendo consultas. Tudo isso dá ao rádio a leveza e a vivacidade que o caracterizam.
  • 60. Características do Rádio Entre as funções da imprensa radiofônica, cabe destacar quatro: informar, orientar, entreter e formar. O rádio informa por meio dos boletins de notícias que são dados em determinados horários. O rádio orienta por meio de entrevistas, durante as quais se solicita a opinião de especialistas acerca de um determinado assunto. O rádio entretém por meio de programas musicais e de variedades, competições esportivas. O rádio forma principalmente mediante reportagens, informes e programas de caráter cultural.
  • 61. Interesse Geral (Rádio) Para definir se um acontecimento é de interesse geral para os ouvintes, verificam-se os seguintes critérios: - A proximidade (geográfica, cultural, profissional) do fato com o ouvinte; - O campo de incidência ou repercussão pública dos fatos; - O interesse humano; - A importância dos protagonistas envolvidos nos fatos; - A curiosidade.
  • 62. A Linguagem Radiofônica O rádio caracteriza-se por sua rapidez informativa e por sua ambientação sonora, mescla de música, palavras e efeitos de som. Trata-se de um meio oral no qual os ouvintes recebem a mensagem, geralmente, no mesmo momento em que é produzida.
  • 63. A Linguagem Radiofônica A linguagem radiofônica combina a palavra falada, que é a base sobre a qual se constrói a mensagem, com a música e outros efeitos sonoros. Ao usar a palavra, o rádio tem um estilo próprio, caracterizado por uma linguagem reiterativa com orações curtas, palavras concretas e simples, uso da voz ativa e do presente de indicativo. A mensagem oral é construída pensando-se em uma audiência-padrão. Habitualmente utiliza-se sintaxe simples, tom coloquial e direto e um ritmo conversacional. Os radialistas procuram transmitir a mensagem com expressividade e entusiasmo, utilizando técnicas de locução e entonação de voz.
  • 64. A Linguagem Radiofônica A música cumpre diversas funções: identificar um programa ou uma emissora (a sintonia), servir de introdução ou de encerramento a um programa, marcar as transições de um bloco para outro, enfatizar algum comentário, além de construir a atração principal de muitas emissoras. Os efeitos sonoros, entre os quais pode-se incluir o silêncio, para estruturar a mensagem, criar ambientação, realçar estados de ânimo, conseguir verossimilhança.
  • 65. O Desenvolvimento da Televisão Entre os grandes meios de comunicação de massa, a televisão é um dos mais recentes. Embora imagens tenham sido transmitidas de Londres a Nova York em 1928, o desenvolvimento desse meio só começou de fato após a Segunda Guerra Mundial.
  • 66. O Desenvolvimento da Televisão Quando surgiu, a televisão desenvolveu-se muito rápido. Sua enorme capacidade de atrair a população uniu-se à sua capacidade informativa e propagandística. Abria-se para o mundo a possibilidade de ver espetáculos, filmes e séries de entretenimento, de assistir ao vivo a qualquer evento esportivo e de presenciar acontecimentos históricos, como o assassinato do presidente norte-americano John Fitzgerald Kennedy (1963) e a chegada do home à Lua (1969).
  • 67. O Desenvolvimento da Televisão A difusão da televisão em cores firmou ainda mais esse meio, e as transmissões puderam ser captadas em diversos lugares do globo, provocando a mudança de hábitos das pessoas. A audiência da televisão é composta por um grupo de indivíduos isolados, fisicamente separados e anônimos, cujo comportamento em massa é, no entanto, homogêneo, pois todos veem e escutam as mesmas coisas ao mesmo tempo.
  • 68. A Audiência da Televisão Trata-se de uma audiência de certo modo passiva, se comparada ao público que vai ao cinema ou ao teatro, o qual precisa transportar-se a um local e pagar certa quantia de dinheiro para assistir um espetáculo. Qualquer meio de comunicação de massa deve conhecer seu público. Como os produtores e apresentadores não conhecem seu público diretamente, têm de desenvolver diferentes métodos de investigação para conhecer os gostos da audiência, assim como para saber o número de espectadores de cada programa.
  • 69. Características da Televisão A televisão é um meio audiovisual (combina som e imagem) em que o espectador recebe a mensagem no instante em que é emitida. Como ocorre no rádio, essa mensagem pode ser criada e gravada anteriormente. Embora esse meio permita a participação dos espectadores, a verdade é que poucos programas oferecem essa possibilidade, diferentemente do que ocorre no rádio. Os espectadores só influem por meio das cotas televisivas que cada programa obtém. A televisão tem as mesmas funções que o rádio: informar, orientar, formar e entreter. Os diferentes gêneros adaptam-se a uma ou outra função:
  • 70. Características da Televisão - Os telejornais e certas reportagens sobre atualidades têm por função informar. - Os documentários e os programas educativos têm por função orientar. - Os programas de debate e muitas entrevistas têm por objeto formar opinião. - Os programas de ficção (filmes, novelas, séries de televisão, etc.), os programas esportivos, de variedades, de humor e os musicais, entre outros, têm como função entreter. Entreter é a função predominante da televisão e aquela à qual se dedica a maior parte da grade de programas e dos recursos desse meio de comunicação.
  • 71. A Linguagem Televisiva A televisão é, por excelência, um meio de comunicação de massa. Sua força provém de pôr à disposição do público uma forma de evasão e de entretenimento que tem boa parte de espetáculo. Sua função primordial e a principal característica de muitos de seus programas é, portanto, entreter. Na televisão, a imagem predomina sobre o texto e o oral sobre o escrito. Suas mensagens utilizam a lógica da emoção mais que a da razão, tentando sempre captar e manter a atenção do espectador. A convergência de som e imagem faz com que os espectadores fiquem presos ao componente visual da tela, provocando passividade e alheamento.
  • 72. A Linguagem da Internet A internet – sistema de redes que permite conectar-se a milhões de pessoas por meio do computador – é um exemplo perfeito de como a tecnologia se desenvolve para satisfazer a necessidade de comunicação e informação na sociedade contemporânea.
  • 73. Características da Linguagem A comunidade virtual da internet é essencialmente linguística, pois a chave interativa e o veículo principal de identidade residem nos textos que os usuários escrevem em seus computadores, ou seja, nos chats, fóruns, páginas pessoais, blogs ou e-mails. Os interlocutores usam os textos que são trocados como vínculos únicos de união e de definição na internet.
  • 74. Características da Linguagem A comunicação na rede é baseada no envio e no recebimento de mensagens em forma de texto escrito, porém de clara vocação oral. Tal característica transforma essa variedade interativa em uma interessante combinação entre a estabilidade e a rigidez do suporte escrito, por um lado, e a espontaneidade e o caráter efêmero da fala, do outro. A linguagem na internet reflete a das conversações orais, mas tem de se submeter às limitações da língua escrita e por isso tem códigos de funcionamento muito particulares.
  • 75. Características da Linguagem Um conceito da comunicação digital é o da desidentificação, que consiste na ausência de informações a respeito do contexto em que se encontra aquele que escreve. Isso permite uma comunicação mais diáfana e desprovida dos preconceitos sociais que podem surgir nas situações de comunicação frente a frente, quando há contato visual entre os interlocutores.
  • 76. Características da Linguagem Referência Bibliográfica Enciclopédia do estudante: redação e comunicação: técnicas de pesquisa, expressão oral e escrita / Augusta Magalhães Carvalho de Moraes... [et al.]. – 1 ed. – São Paulo: Editora Moderna, 2008. Mídia de A a Z: conceitos, critérios e fórmulas dos 60 principais termos de mídia / José Carlos Veronezzi. – 3 ed. – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. Imagens e Vídeos Fonte World Wide Web Marketing Profª Eloisa Lages

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