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Organização Social e Fluxos - JP Rangaswami

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  • 1. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami1Organização Social e FluxosJP Rangaswami1Traduzido por: ELO Group[Nota: Este é o quinto de uma série de artigos sobre a OrganizaçãoSocial e a Grande Mudança. O primeiro artigo forneceu umaintrodução e um contexto geral2; o segundo olhou especificamentepara colaboração3, trabalho em grupo; o terceiro olhou para aotimização do desempenho, a curtição no trabalho4e a eficiência notrabalho. O quarto, Doing by Learning5, olhou para como o trabalho éfeito em uma organização, e forneceu o contexto em que esses fluxospodem ser vistos. Este artigo se aprofunda no tema “fluxos” emdetalhes, e introduz o conceito de objetos da organização social. Nospróximos artigos irei olhar para objetos sociais em detalhes, e entãoseguir para a filtragem e curadoria. Os últimos três artigos (em umasérie de dez) tratarão sobre inovação, motivação e transformaçãoradical].1Sobre o Autor: JP Rangaswami é palestrante, economista, jornalista financeiro, inovador tecnológico e blogueiro.Cientista Chefe da Salesforce.com (salesforce.com) e autor do blog Confused of Calcutta(http://confusedofcalcutta.com/).2Think About the Big Shift and the Social Enterprise: http://confusedofcalcutta.com/2012/05/30/thinking-about-the-big-shift-and-the-social-enterprise/3On Collaboration:http://confusedofcalcutta.com/2012/06/04/on-collaboration/4Enjoying Work:http://confusedofcalcutta.com/2012/06/13/enjoying-work/5Doing by Learning:http://confusedofcalcutta.com/2012/06/14/doing-by-learning/
  • 2. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami21. IntroduçãoEste não é um artigo sobre fluxo de trabalho. Nós tivemos fluxo de trabalho. E,enquanto tudo era estável, previsível e a mudança era glacial, o fluxo de trabalho era osuficiente: instituições focadas em custos unitários, elas faziam uso da escala dentro decurvas de experiência. Tamanho importava. As primeiras vantagens foram expressivas.E o dinheiro gerou mais dinheiro. Monopólios formados regularmente; reguladoresformados para controlar os monopólios; os dois entraram em impasse; e morreu ainovação.Este também não é um artigo sobre processos. Nós tivemos processos. Novamente,processos eram excelentes quando a mudança poderia ser evitada. O dia antes de ontem,como parte das celebrações do centenário de Alan Turing organizado pela ACM6, AlanKay7parece ter lembrado as pessoas sobre o que ele disse há quatro ou cinco décadasatrás: A melhor maneira de se prever o futuro é inventando-o. Ele também parece ter sereferido à emenda que ele fez àquela frase muito depois, quando disse: A melhormaneira de se prever o futuro é evitando-o. É uma triste verdade, porém verdade.Processos padronizados trabalham melhor quando não há mudança.Havia uma época que os participantes da indústria tinham certo controle sobre omercado que podiam evitar a mudança. Monopólio e complacência trabalham juntospara militar contra a mudança. Se você evitar a mudança, você evita a invenção. Vocêevita a inovação. Algumas vezes, você pode fingir que a mudança ocorreu ao usarbatom assiduamente naqueles de persuasão suína; algumas vezes isso funciona mesmo;mas isso não é sustentável.Este é um artigo sobre fluxos colaborativos, os fluxos que formam a OrganizaçãoSocial.2. Implicações do Fazendo e Aprendendo -“Doing by Learning”Eu não estava certo se deveria escrever esta seção; eu sei que um número de leitores irácontestar, e eles podem até parar de ler este artigo, e talvez até este blog, como6Celebrações do centenário de Alan Tung organizado pela ACM: http://turing100.acm.org/index.cfm?p=home7Alan Kay:http://amturing.acm.org/award_winners/kay_3972189.cfm
  • 3. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami3consequência. Refleti sobre ele por algum tempo: enquanto existem shock jocks8etrolls9em volta, este blog tem sido sobre encorajar o envolvimento e participação ativa.Mas, pensado bastante sobre isso, eu cheguei à conclusão de que devo compartilharesses pensamentos, que são importantes para o tema em discussão. Você foi avisado.Um dos princípios chave para a Era Industrial (e dos modelos de teoria da firma queemergiram como resultado) é a divisão do trabalho. Os princípios da divisão do trabalhoforam construídos sobre o conceito de especialização. E especialização é um conceitoclássico do “estoque de conhecimento”. À medida que passamos pelos estoques deconhecimentos aos fluxos de conhecimentos, da curva de experiência para a curva decolaboração, estes princípios estarão sob uma pressão intensa.Isto não é algo novo. Estamos registrando já há algum tempo linhas embaçadas entreprofissões, dirigidas pela movimentação dos estoques para os fluxos. Profissõescostumavam ser fundadas sobre uma série de princípios: um código de honra, osvalores e ética que unem os profissionais; os estoques de conhecimento que foramganhos durante períodos extensos de estudo formal; e as experiências que aumentaramaqueles estoques de conhecimento. Nós ainda teremos profissões no futuro, mas elasprovavelmente serão menos dependentes de estoques de conhecimento – em vez disso,meu sentimento é de que haverá um aprofundamento, um enriquecimento dos códigos –de valores e ética – que fizeram aquela profissão satisfatória. Eu não posso ajudar, massinto que esses códigos profissionais têm enfraquecido ao longo do século passado, eque a confiança tem sido prejudicada como resultado. Esta confiança terá queconquistada novamente por médicos, advogados, financistas, professores, todos nós queconstruímos nosso valor em estoques de conhecimento e curvas de experiência,enquanto permitimos a alguns dos principais valores (em que as profissões foramfundadas) chegarem à decadência. Juramento de Hipócrates10. Inocente até serconsiderado culpado. Liberdade de expressão. Aprendendo, não ensinando. A palavra éum elo. Esse tipo de coisa.8Shock jock: expressão popular da língua inglesa que se refere à uma personalidade da televisão ou rádio quechoca a sua audiência com conteúdos e materiais controversos.9Troll: expressão popular da língua inglesa, popularizada recentemente nas redes sociais, que se refere à umapessoa que provoca confusão no meio da internet.10Juramento de Hipócrates: juramento realizado por alunos do último ano de medicina no momento de suaformatura
  • 4. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami4Se você está interessado nas implicações para tais profissões, um bom lugar paracomeçar é a obra de Andrew Abbott, The System of Professions11, que já se aproxima deum quarto de século em impressão.3. As diferenças fundamentais entre fluxo de trabalho e fluxos colaborativosIsso é importante. Se há uma ideia que eu quero que você infira deste artigo, mesmo sevocê parar de lê-lo em breve, é essa: a maneira com trabalhamos mudoufundamentalmente. Raízes e ramos.Deixe-me tentar e explicar. Fluxo de trabalho é como um trem. Toda empresa teve oseu próprio trem definido. Pequenos motores, carruagens e vagões; linhas formadasperfeitamente, interruptores e sinalização; estações de miniatura e triagem. Uma coleçãode coisas. E os trens “fluíam” pelo sistema. Sempre nas linhas. Lineares. Bemcomportados. Um sistema que trabalha por si só. Isolado. Mas sem problemas,especialmente se você opera um monopólio ou quase monopólio. O que era importanteera que o trem chegasse na hora. Em segurança. Algumas vezes.O fluxo de trabalho trabalhou exatamente como o trem. Ajustes formais e partidas. Umasérie de peças estáticas firmemente acopladas. Acopladas apenas onde era possível. Massempre firmemente acopladas. A mudança era um pesadelo e considerada desnecessária.Cavalos mais rápidos.O fluxo de trabalho tende a ter pontos de início e fim definidos. Horários. Especialistasem eficiência. Pranchetas. Tic-tac. Viagens com variabilidade limitada, escolhaslimitadas. Tudo rigorosamente controlado “para o bem da segurança de todos”. Vocêsabe o que quero dizer. [Não importa se tivemos falhas gloriosas em todas essasindústrias dominadas por processos. Isso não poderia possivelmente ser a falta deprocessos rígidos].Clientes eram importantes, mas precisavam saber o seu lugar. Os trens estavam nocomando. Na verdade, se você olhasse cuidadosamente, você encontraria durante a eradourada dos trens que eles tinham mais direitos que os próprios clientes. Não muitotempo atrás, as leis e estatutos do Transporte Britânico eram evidentemente claros: O bilhete que comprei não me garantia um assento;11The System of Professions: http://press.uchicago.edu/ucp/books/book/chicago/S/bo5965590.html
  • 5. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami5 O bilhete que comprei não me garantia que o trem fosse pontual; O bilhete que comprei não me garantia ainda que o trem partiria; Aliás, o bilhete que comprei não era meu para mantê-lo e até a desistênciadeveria ocorrer sob demanda.Aqueles eram os dias. Dias quando o processo era rei, o fluxo de trabalho trabalhava. Epessoas eram mantidas em seu lugar. Era possível conectar as diferentes configuraçõesdos trens, se todos utilizassem os mesmos padrões e protocolos. Isso não aconteceusempre, mas a proliferação era relativamente lenta para a maior parte. A maioria dosfluxos de trabalho que você vê são como trens, relativamente padronizados, um desafiopara integrar em sistemas, mas não impossível. Houve falhas ocasionais em escala,semelhante ao projeto dos plugues elétricos e pontos de plugues ao redor do mundo.Para pensar, nos consideramos seres civilizados enquanto vivemos adaptados aoinferno.Fluxo de trabalho, como trens, funcionavam em sistemas fechados bem definidos.Chega de falar de fluxo de trabalho. Fluxos colaborativos, por outro lado, são comorios e oceanos. Sem trilhos para seguir em frente. Sem pontos de início e fim definidos.Livre para entrada de todos os interessados, independentemente do tamanho daembarcação. Horários existiam, mas eles eram flexíveis. Limites existiam, mas grandeparte do espaço era “público”. É claro que existiam regulamentos e leis, mas eles erammais adequados ao ambiente global, já que a maioria do espaço era público.Embarcações poderiam vir e vieram de todas as formas, tamanhos, potências ecapacidades. As barreiras de entrada eram baixas. Regulamentos eram mais comuns,projetados para garantir que as multidões pudessem participar sem impedimentos. Osdesafios eram em lidar com bloqueios, com poluição, com o uso egoísta, com a“tragédia dos comuns”.Se você consegue imaginar os fluxos de trabalho tradicionais como trens e fluxoscolaborativos como rios e oceanos, eu fui bem sucedido. Irei para a cama feliz.Rios e oceanos também funcionam. Eles não precisam se conectar, eles já sãoconectados. As pessoas fazem viagens sobre eles, mas os pontos de início e fim sãoinfinitos, granulares.Fluxos colaborativos, como rios, trabalham em ambientes abertos e inclusivos. Um riorepresado é chamado de lago, não um rio. No entanto, você o comercializa.
  • 6. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami64. PiratariaPensei que apenas escreveria uma nota de rodapé neste artigo, inicialmente, mas decidifazê-lo mais proeminente. A analogia dos rios versus trens também nos permite umentendimento melhor sobre segurança.Havia uma época em que bandidos, ladrões e piradas estavam em toda parte. Pessoaseram abordadas por bandidos a cavalo. Vagões e carruagens eram saqueados. Carroseram levados à mão armada. Havia ainda o Great Train Robbery12. Enquanto as pessoasusaram diferentes formas de transporte para ir de A para B, enquanto a “carga” que elestransportaram foi considerada valiosa, houve um mercado para atacar o trilho.Quando falamos de pirataria no contexto de bens físicos, a suposição subjacente é a deque nós estamos falando sobre pirataria em oceanos. E há algumas, particularmentepróximo à costa da Somália, mas não restritas a isso. Ainda, apesar dos “perigos” dapirataria em alto mar, se nós pegarmos o comércio exterior dos EUA, por exemplo, maisde 99% do volume do comércio exterior dos EUA e mais de 64% do comércio emtermos de valor, utilizou transporte via oceano, de acordo com o US Bureau of theCensus.Então, apesar dos perigos percebidos da pirataria em alto mar, o transporte marítimopermanece na base primária para o comércio. Por que isso? Porque as pessoasentenderam os riscos, sabem como lidar com eles, sabem como mitigá-los. Como cruzaros oceanos em segurança.Assim também acontece com a internet. E também com a nuvem pública. E tambémcom os fluxos da Organização Social, baseado na internet e na nuvem pública.5. O que de fato acontece nos fluxosEu espero ter mexido com você de alguma forma sobre a concepção anterior de fluxos,uma vez que isso poderia ser baseado em um fluxo de trabalho. Agora você estariacomeçando a se sentir confortável com a visão de que o fluxo de trabalho é estático,linear, baseado em estoques de conhecimento firmemente acoplados e com divisão dotrabalho, enquanto fluxos colaborativos são dinâmicos, não lineares e baseados emfluxos de conhecimento de acoplamento frouxo com limitada (e declinante) divisão do12Great Train Robbery: Nome dado ao famoso roubo de um trem inglês.
  • 7. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami7trabalho. Mas você não está lá ainda, porque eu trabalhei em tirar de você um amigo fiele de longa data sem realmente explicar a substituição. Então aqui vai.Como os caras do Cluetrain13disseram, mercados são conversas. Os oceanos e rios defluxos colaborativos incluem todas essas conversas. As conversas em si sãomanifestações de relacionamentos, alguns bilaterais, outros multilaterais. Algumasvezes, elas nos guiam para transações, surgidas pela capacidade como pode ser visto nocontexto.O que são essas conversas? Não há nada de especial a respeito delas. Aqui está umasimples classificação dos tipos de conversas que uma pessoa poderia ver em umambiente de trabalho: Perguntas precisando de respostas (Ei, como eu faço isso? Desta forma. Onde euposso encontrar isso? Aqui está. Quem realmente sabe isso? Aqui está quemsabe. Compartilhando experiências (Eu apenas instalei este aplicativo, e era *inútil*.Aqui está o porquê. Eu acabei de ler esse livro e foi *fantástico. Aqui está oporquê.) Feedback (Eu realmente achei que sua resposta ajudou. Eu não poderia ter feitoisso sem você.) Filtragem social (Eu avalio esta resposta melhor do que as outras. Eu acho quevocê deve ver isso, então eu vou +1 isso, curtir isso ou RT isso.) Relatório de status (Estou aqui fazendo isso, estou fazendo aquilo.) Alertas potencialmente precisando de medidas (se ISSO então AQUILO,provenientes de uma longa lista de fontes).Você me entende. Conversas normais do dia a dia; pessoas perguntando umas às outrassobre o que, onde, como e por quê. Pessoas compartilhando suas experiências. Pessoasdando feedback. Sistemas de alerta e resposta. Conversas normais do dia a dia.13Cluetrain: O manifesto Cluetrain é um conjunto de 95 teses organizado e apresentado como um manifesto paratodas as empresas que operam dentro do que é sugerido para ser um mercado recém-conectado.As ideias apresentadas no manifesto tem como objetivo para examinar o impacto da revolução da informaçãona comunicação organizacional. Além disso, como os consumidores e as organizações são capazes de utilizar aInternet e Intranets para estabelecer um nível anteriormente indisponível de comunicação, o manifesto sugere queas mudanças serão exigidas das organizações como resposta ao ambiente do novo mercado. Fonte: Wikipedia
  • 8. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami8Essas conversas têm continuado pela eternidade. Mas existe uma diferença principal. Eé esta: as conversas são gravadas. Mantidas. Arquivadas. Elas são audíveis.Pesquisáveis. Encontráveis. Além disso, há outras diferenças significantes: As conversas se tornam visíveis imediatamente, em tempo real. Eles vêm emaranhados em contexto, data e hora estampados automaticamente,autor identificado, localização mapeada, tópico marcado. O contexto pode ser enriquecido por outros participantes. Eles são canais e dispositivos independentes; conversas podem começar em ummeio e ir para outro. Elas podem começar em blogs, ir para o twitter e chegar aosom síncrono. Eles são deslocáveis no tempo e espaço. Síncrona e assíncrona. Mobilidade noprojeto. Eles trabalham em “publicar-assinar” modelos em rede em vez de transmitir ehierarquizar.Agora você pode estar entendendo o sabor que fluxos colaborativos têm. Eles são comoas pessoas aprendem: eles consistem em perguntas, respostas, loops de feedback,apontadores e alertas. O trabalho é feito como um resultado do que é aprendido, como aempresa constrói e amplia a sua capacidade de aprender, e de se manter aprendendo. Aslições costumavam ser nos estoques de conhecimento. Agora as lições por si própriasestão nos fluxos de aprendizado.Este aprendizado tende a se manifestar através de instâncias que utilizam objetosdigitais que são incorporados em conversas. Documentos. Apresentações. Links parawebsites, vídeos e áudios. Propostas, pedidos, contas, faturas e pagamentos. Ideias.Reclamações. Cada uma dessas coisas é um “objeto da organização social” em torno daqual o aprendizado ocorre.Os objetos sociais atraem comentários. Comentários, avaliações, outros links ereferências. Os “hiperlinks que subvertem hierarquia”, outro Cluetrain clássico. Aspedras rolantes dos objetos da organização social reúnem o musgo de comentários. Ahabilidade de reunir o musgo e fazer sentido é parte da habilidade de aprender.Gastarei mais tempo falando sobre os objetos da empresa social da próxima vez. Nomeio tempo, meu artigo anterior14e a série em que está localizado, pode ajudar você a14“Thinkin more about social objects in the enterprise”: artigo escrito pelo auto rem 24 de fevereiro de 201,localizado em: http://confusedofcalcutta.com/2011/02/24/thinking-more-about-social-objects-in-the-enterprise/
  • 9. Organização Social e FluxosJP Ransgaswami9mastigar a ideia. Deixe-me agora fechar com um sumário das características dos fluxoscolaborativos.6. As características dos fluxos colaborativos Inclusivo em vez de exclusivo, pequenas barreiras de entrada; Não obstante, associada claramente com identidade, não anonimato; Projetado para compartilhar, para a comunidade; Seguro: log de auditoria completa, arquivado, persistente, pesquisável,recuperável; Imediato, em tempo real; Ainda, flexível no tempo e espaço, para que o trabalho assíncrono possa serrealizado; Carregando meta-dados contextuais e de forma barata; Incorporado com objetos da empresa social que atraem comentários e revisões; Capaz de operar em e através de múltiplos canais; Dar poder ao assinante e não a quem publica; Construído para internet e padrões de nuvem pública; Transparente, inspecionável; Construído para fazer uso da capacidade comunitária de aprender em vez deestoques individuais de conhecimento.Espero, no momento que você ler o meu próximo artigo, que você comece a entenderum sentimento real de fluxos colaborativos dentro da empresa social. [E eu espero poderaprender onde o meu pensamento se perdeu através de seus comentários e críticas.]

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