Uma parábola-de-joana-de-ângelis
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Uma parábola-de-joana-de-ângelis

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Uma parábola-de-joana-de-ângelis Presentation Transcript

  • 1. Em 1962, Divaldo passou por uma grande provação, ficando vários dias sem condições de conciliar o sono, hora nenhuma, o que lhe trouxera constante dor de cabeça.
  • 2. Numa ocasião, nãosuportando mais, quando Joanna lhe apareceu, ele lhe falou:
  • 3. - Minha irmã, a senhora sabe que eu estou passando por um grande problema, uma grande injustiça, e não me diz nada?
  • 4. - Por isso mesmo eu não te digo nada, porque é umainjustiça. E como é uma injustiça, não tem valor, Divaldo. Tu és quem está dando valor e quem dá valor à mentira, deve sofrer o efeito da mentira. Porque, se tu sabes que não éverdade, por que estás sofrendo?Eu não já escrevi por tuas mãos: "Não valorizes o mal"? Não tenho outro conselho a dar-te.
  • 5. - Mas, minha irmã, pelo menos me diga umas palavras de conforto moral, porque eu não tenho a quem pedir.
  • 6. Então, ela falou:- Vou dar-te palavras de conforto. Não esperes muito.
  • 7. E contou-lhe a seguinte parábola:
  • 8. - Havia uma fonte pequena e insignificante, que estavaperdida num bosque. Um dia, alguém por ali passando, comsede, atirou um balde e retirou água, sorvendo-a em seguida e se foi. A fonte ficou tão feliz que disse de si para consigo:
  • 9. - Como eu gostaria de poder dessedentar os viandantes, já que sou uma água preciosa!
  • 10. E orou a Deus:- Ajuda-me a dessedentar!
  • 11. Deus deu-lhe o poder. A fonte cresceu e veio à borda. As aves e os animais começaram a sorvê-la e ela ficou feliz.
  • 12. A fonte propôs:- Que bom é ser útil, matar a sede. Eu gostaria de pedir a Deusque me levasse além dos meus limites, para umedecer as raízes das árvores e correr a céu aberto.
  • 13. Veio então a chuva, ela transbordou e tomou-se um córrego. Animais, aves, homens, crianças e plantas beneficiaram-se dela.
  • 14. A fonte falou:- Meu Deus, que bom é ser um córrego! Como eu gostaria de chegar ao mar!
  • 15. E Deus fez chover abundantemente, informando:
  • 16. - Segue, porque a fatalidade dos córregos e dos rios é alcançar o delta e atingir o mar. Vai!
  • 17. E o riacho tomou-se um rio, o rio avolumou as águas. Mas, numa curva do caminho, havia um toro de madeira. O rio encontrou o seu primeiro impedimento.
  • 18. Em vez de se queixar, tentou passar por baixo,contornar, mas o toro de madeira cerceava-lhe os passos. Ele parou, cresceu e o transpôs tranquilamente.
  • 19. Adiante, havia seixos,pequeninas pedras que ele carregou e outras inamovíveis,cujo volume ele não poderia remover. Ele parou, cresceu e as transpôs, até que chegou ao mar. Compreendeste?
  • 20. - Mais ou menos.
  • 21. -Todos nós somos fontes de Deus - disse ela. - E como alguém um dia bebeu da linfa que tu carregavas, pediste para chegar à borda, e Deus, que é amor, atendeu-te.
  • 22. Quiseste atender aossedentos, e Deus te mandou os Amigos Espirituais para tanto. Desejaste crescer,para alcançar o mar e Deus fez que a Sua misericórdia te impelisse na direção do oceano. Estavas feliz. Agora, que surgem empecilhos, por que reclamas? Não te permitas queixas.
  • 23. Se surge um impedimento em teu caminho, cala, cresce,transpõe-no, porque a tua fatalidade é o mar, se é que queres alcançar o oceano da Misericórdia Divina.
  • 24. Nunca mais lamentes a respeito de nada.
  • 25. Parábola contada pelo espírito Joanna de Ângelis a Divaldo Franco num momento de grande angústia do médium.
  • 26. Rio de Janeiro, Agosto de 2010 Som WaveImagens INTERNET
  • 27. DESEJO- LHES PAZ!