Aula 1 - MBA estratégico de Marketing Digital Universidade Veiga de Almeida - Cibercultura/ 24/05/2014
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Aula 1 - MBA estratégico de Marketing Digital Universidade Veiga de Almeida - Cibercultura/ 24/05/2014

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Aula 1 - MBA estratégico de Marketing Digital Universidade Veiga de Almeida - Cibercultura/ 24/05/2014.
Iniciação à cultura da internet; um pouco de história; primeiras noções de marketing digital.

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Aula 1 - MBA estratégico de Marketing Digital Universidade Veiga de Almeida - Cibercultura/ 24/05/2014 Presentation Transcript

  • 1. Elis Monteiro Cibercultura. Cultura ciber.
  • 2. Jornalista especializada em tecnologia e Mídias Digitais Gerente de Mídias Digitais do Sesc Colunista de tecnologia Professora de Mídias - FGV e in Company Mãe do Gui Editora Blog Digital etc Quem sou eu? Tricolor
  • 3. Parte 1: um mundo novo
  • 4. Você Nova Humanidade Numa galáxia distante...
  • 5. Um em cada quatro moradores do Planeta Terra usa redes sociais. São, hoje, 1,47 bilhão. Este ano serão 1.73 bilhão Em 2017, 2,55 bilhões de pessoas no mundo
  • 6. 2012 - 2 bilhões online 2020: 5 bilhões conectados
  • 7. Novos pensadores “O ‘mundo social’ está transformando a forma como criamos riqueza, trabalhamos, como aprendemos, brincamos, criamos nossos filhos e, provavelmente, a forma como pensamos.” Don Tapscott
  • 8. Manuel Castells "Se queremos trabalhar para ganhar dinheiro, para consumir, é porque acreditamos que através da compra de um carro novo ou uma TV nova ou um apartamento maior, vamos estar mais felizes. Esta é uma forma particular de cultura. As pessoas estão invertendo a noção: o que é importante em sua vida não pode ser comprado, na maioria dos casos, mas eles não têm a escolha porque já estão presos em uma máquina. O que acontece quando a máquina não está funcionando mais? As pessoas dizem: 'bem, eu sou realmente estúpido. Estou correndo atrás todo esse tempo atrás de algo que não faz sentido."
  • 9. Alguns nem tanto...
  • 10. Novos mapas
  • 11. 85 milhões de internautas Este ano, 80% dos domicílios terão acesso à internet 70 milhões de brasileiros são internautas "ativos" No Brasil
  • 12. “Uma mudança tecnológica que não engloba apenas tecnologia, mas a mudança da placa-mãe da Humanidade, que mexe com o ponto- chave da espécie humana, que é a capacidade de aprender. Tal placa- mãe trabalhava apenas com o impresso e agora vai para caminho digital” • Carlos Nepomuceno • Doutor em Ciência da Informação • Autor de “Gestão 3.0” Pandemia
  • 13. Tecnologias exponenciais
  • 14. Uma rede global Genérica Personalizada
  • 15. n Comunicação da massa n Muitos para muitos Redes horizontais de comunicação interativa n Autonomia do ator social – individual ou coletivo n Produção de mensagens n Compartilhamento da experiência n Movimentos sociais - indivíduos motivados pela esperança “Redes de indignação e esperança”, Manuel Castells
  • 16. E QUE TAL ISSO?
  • 17. Diminuição do poder dos mediadores institucionais Megafones Novos agentes de comunicação A descrença DAimprensa Redes sociais como ferramentas cidadãs A descrença NA imprensa
  • 18. Novas ferramentas Mais informação Novas profissões UMA NOVA COMUNICAÇÃO Novas oportunidades Sociedade em rede Uma revolução
  • 19. PRIMAVERA ÁRABE
  • 20. Crise econômica na Espanha
  • 21. Occupy Wall Street
  • 22. #revoltadovinagre
  • 23. A vez da voz
  • 24. Personalidade do ano de 2011: o manifestante IstoÉ recente
  • 25. Em outubro de 2011, uma rede global de movimentos Occupy, sob a bandeira “Unidos pela Mudança Global”, mobilizou centenas de milhares de pessoas em 951cidades de 82 países. Pedidos: JUSTIÇA SOCIAL DEMOCRACIA REAL
  • 26. Emissor Emissor Receptor Receptores Receptor Mídia Pública!!!= Receptor (rádio) Telespectador (TV) Receptor (internet) Receptor Emissor (Redes sociais) Novas interações
  • 27. Todos querem ter Voz Mais opinião Busca-se Relevância E Referência
  • 28. E compartilha
  • 29. (isso também)
  • 30. Tweet Atualização de status Post em blog Redes de e-mails ComunidadesGrupos Onde se dá?
  • 31. A evolução da comunicação
  • 32. Um pra um Pré-história: na base do tacape
  • 33. Um para muitos Pré-história: pintura rupestre Hieroglifos egípcios Invenção do sistema de escrita
  • 34. De alguém especial Século XV - imprensa Para quem nada sabia
  • 35. Século XIX - Rádio
  • 36. Novas ferramentas Século XX - telex Século XX - fax Século XIX - telefone
  • 37. EMISSOR --> RECEPTOR SÉCULO XX - TV
  • 38. Nada começou assim, do nada
  • 39. Internet = anestésico? Gim, TV e o excedente cognitivo 1720 - Londres estava ocupada ficando bêbada Por quê? 1) Novos estresses causados pela industrialização 2) Recém-chegados da zona rural em busca de trabalho 3) Gim - mais barato que o vinho 4) Pessoas amontoadas nas primeiras décadas da era industrial, criando um fenômeno urbano
  • 40. A reação do governo? O Parlamento atacou o Gim De 1720 em diante, surge uma série de leis visando a combater sua venda e seu consumo O problema, no entanto, não era o Gim nem seu consumo, mas a necessidade de mudanças dramáticas e a inadaptabilidade de antigos modelos numa nova sociedade Começam a surgir partidos políticos, grupos de auto-ajuda e novas estruturas sociais DEU 4 3 2 1
  • 41. No pós-guerra: Esvaziamento das populações rurais Crescimento urbano Maior densidade suburbana Crescente nível educacional entre todas as faixas demográficas O que houve? Aumento do PIB Nível educacional aumenta Maior expectativa de vida População passa a trabalhar menos e viver mais Resultado? Quando? 1 2 3 4 1 2 3 4
  • 42. TV é o novo gim Alguém nascido em 1960 viu algo em torno de 50 mil horas de TV e pode ver mais outras 30 mil antes de morrer
  • 43. TV Internet
  • 44. Online = offline “A antiga visão da rede como um espaço separado, um ciberespaço desvinculado do mundo real, foi um acaso na história. Na época em que a população online era pequena, a maioria das pessoas que você conhecia na vida diária não fazia parte dela. Agora que computadores e telefones cada vez mais computadorizados foram amplamente adotados, toda a noção de ciberespaço está começando a desaparecer. Nossas ferramentas de mídia social não são uma alternativa para a vida real, são parte dela. E tornam-se cada vez mais organizadores de eventos no ‘mundo físico’.” Clay Shirky A Cultura da Participação
  • 45. Parte 2: um pouco de história
  • 46. As BBSs Bulletin board system (BBS): software permitia ligação (conexão) via telefone a um sistema através de um computador. Interação com outras pessoas via internet Estas foram as primeiras redes sociais
  • 47. O pai da WWW
  • 48. IRCs Todo mundo na mesma tela, usando “canais” diferentes Comunicação internacional Via linha discada. E lerda...
  • 49. A Web Nasceu em 1990 - Alguns afortunados brasileiros já usavam a internet para se comunicar. Já existia e-mail e BBSs. Sir Tim Berners-Lee, pai da Web, apresentava a primeira homepage ECO 92, conferência ecológica que foi o primeiro experimento de uso da internet para grande público
  • 50. Os primeiros browsers Mosaic
  • 51. A internet “comercial”
  • 52. 1996: o ICQ
  • 53. 1998: o marco
  • 54. E nascem os blogs Logo depois nascia a Pyra Labs, criadora do Blogger. Seu pai era Evan Williams, um dos criadores do Twitter O termo "weblog" foi criado por um cabeludo chamado Jorn Barger em 17 de dezembro de 1997 A abreviação blog foi criada por Peter Merholz, que desmembrou a palavra weblog para formar a frase we blog (nós blogamos) na barra lateral do blog Peterme.com (maio de 1999)
  • 55. Blogs para o povo Cria da Pyra Labs. Seu pai: Evan Williams, um dos criadores do Twitter Ev Williams Em 2002, nascia a primeira rede social como as de hoje: Friendster Jonathan Abrams
  • 56. Salas de chat As primeiras redes sociais?
  • 57. Redes de fotos MULTIPLY FOTOLOG
  • 58. Bate-papo
  • 59. OrkutFoco em comunidades; Conversas de um para um; Era uma rede social “restrita”, sem conversações em grupo; Scrapbook
  • 60. 2003 2004 2006 2007 2008 2009 2010 2010 2013 2013 2013 2011 2005 2014? 2004 2007 2009 A evolução da “conversa”
  • 61. Facebook: a rede social Fan page x perfil
  • 62. Abas = páginas
  • 63. Abas navegáveis
  • 64. Aplicativos
  • 65. E agora?
  • 66. Novas oportunidades CONTEÚDO É A PALAVRA! PERFORMANCE É A MEDIDA MARKETING ONE TO ONE ENGAJAMENTO EM VEZ DE DIVULGAÇÃO
  • 67. Redes “verticais”
  • 68. Outras tendências• As buscas se adaptam aos usuários; as preferências ditam a navegação; • As buscas passam a usar Web Semântica (personalização de resultados); • O marketing domina as suas buscas; • O que você encontra não é necessariamente aquilo que você quer, mas aquilo que quem manipula as buscas acha que você tem de querer; • Preste atenção na sua navegação; • GoogleZon =)
  • 69. Quase isso Epic
  • 70. Blogs? Podcasts? Vídeos?
  • 71. Marcas e redes sociais
  • 72. Parte 3: Cibercultura também é cultura Vídeo do TAS
  • 73. Memes/Virais todos estão vendo memes e virais
  • 74. O que são? Meme: unidade de evolução cultural que pode de alguma forma se propagar Viral: um vídeo, texto ou qualquer outro tipo de ideia ou arquivo que adquire um alto poder de circulação na internet, alcançando grande popularidade, configurando-se como um fenômeno. Sem sofrer mutações. Quando sofre mutações é... um meme
  • 75. UI, NÃO ENTENDERAM NADA!
  • 76. O viral
  • 77. Case: Coca Cola
  • 78. Que deselegante!
  • 79. Case: Cala boca, Galvão!
  • 80. O final apoteótico
  • 81. Onde nascem?
  • 82. A nova comunicação • Integrada • Multiplataformas • Multimídia • Mais humana • Mais dedicada
  • 83. Conceito Para Pierre Lévy, cibercultura reflete a “universalidade sem totalidade”, algo novo se comparado aos tempos da oralidade primária e da escrita. É universal porque promove a interconexão generalizada, mas comporta a diversidade de sentidos, dissolvendo a totalidade. A interconexão mundial de computadores forma a grande rede, na qual cada nó é fonte de heterogeneidade e diversidade de assuntos, abordagens e discussões, ambos em permanente renovação. A cibercultura é um movimento que oferece novas formas de comunicação; é preciso navegar neste mundo de transformações radicais. A cibercultura é a herdeira legítima da filosofia das Luzes e difunde valores como fraternidade, igualdade e liberdade. A rede é, antes de tudo, um instrumento de comunicação entre indivíduos, um lugar virtual no qual as comunidades ajudam seus membros a aprender o que querem saber.
  • 84. Cibercultura e sucesso 1Usar o humor 2Mexer com o ego das pessoas 3Ser incrivelmente útil 4Causar controvérsia 5Criar um Meme 6Ser dramático 7Ser provocativo 8Buscar um sorriso 9Cativar relacionamento emocional - causas
  • 85. Diminui a filtragem entre autores e consumidores de informação Outro homem
  • 86. 1. A CULTURA DO AMADOR 2. A CULTURA DOS MANIFESTOS 3. A CULTURA DA REVOLTA 4. A CULTURA GAMMER 5. A CULTURA DO NICHO 6. A CULTURA DA COLABORAÇÃO 7. A CULTURA HIPSTER 8. A CULTURA DO ANONIMATO 10. O POLITICAMENTE CORRETO 11. A SEGUNDA TELA 12. A TRANSFORMAÇÃO PESSOAL 13. A CULTURA DO AUXÍLIO 14. A CULTURA DO HUMOR 15. A CULTURA DO TEMPO REAL
  • 87. 1. A cultura do amador Para Andrew Keen, autor de “O Culto do Amador”, o amadorismo domina a produção da informação
  • 88. Keen é chamado de “Anticristo do Vale do Silício”
  • 89. 2. Cultura dos manifestos
  • 90. O case Fiat Durante a Copa das Confederações, a Fiat, como não patrocinadora, estava proibida de atuar num raio de dois quilômetros dos estádios 1 2 Pesquisadores conversaram com os brasileiros e identificaram um descontentamento em relação à dificuldade de se comprar ingressos para partidas, por conta do preço. 3 O mote se voltou para: se vocês não estão na Copa, vem com a gente que a gente também não está. A Fiat está no mesmo lugar que vocês: na rua” 4 A apropriação da música tema do comercial de TV da Fiat para a Copa das Confederações pelos manifestantes Junho de 2013 #Vemprarua
  • 91. Educação no trânsito e contos Recentemente, a montadora já havia colocado na internet quatro vídeos irreverentes de animação com o mote “Vacilão, na rua não”, em tom educativo. Até o fim do ano, oito deles estarão no ar. Contos da rua
  • 92. vacilão
  • 93. Nova campanha
  • 94. #festanarua
  • 95. Novo posicionamento• Resultados do #vemprarua: o vídeo com o Falcão cantando a música tem 19 milhões de views e é o mais assistido do YouTube na categoria automóveis. • A marca teve ainda 38% de associação com a Copa das Confederações, embora não tenha investido recursos no evento. Apareceu na frente de concorrentes que eram patrocinadores oficiais, como Hyundai e Kia Motors. • A montadora ainda registrou o maior crescimento em vendas se comparado aos três principais adversários no mercado e o “vem para a rua” foi mencionado mais de três milhões de vezes nas redes sociais. • A companhia continuará se posicionando como a marca das ruas. • Não se trata mais de uma campanha para a Copa, é uma plataforma de marca“ • Tiago Lara, Diretor de Planejamento na Leo Burnett Tailor Made, no 5º Encontro Internacional Coppead de Comportamento do Consumidor, no Rio de Janeiro.
  • 96. E outras marcas? • Empresas como a FIFA, TV Globo e instituições bancárias ocuparam uma posição um tanto desconfortável durante os protestos; • A população questionava prioritariamente as relações dessas organizações com o governo, o poder econômico delas e suas influências institucionais na sociedade; • Tanto nas apropriações, como nas críticas, a população lançou mão das marcas como um instrumento simbólico para uma situação mais abrangente, como mostrou um estudo realizado pela Coppead, UFRJ; • Manifestantes também se apoderaram de “o gigante acordou”, que havia sido tema de um anúncio da Johnnie Walker, e levavam dizeres como “jogaram Mentos na geração Coca-Cola”.
  • 97. Coppead: fragmentação de perfis Havia grupos com interesse e formação distintos. Havia perfis mais ou menos politizados, engajados e voltados para ações radicais. Em comum? As redes sociais
  • 98. Black Blocs: o enigma
  • 99. Bonzinhos ou malvados?
  • 100. 3. A cultura da revolta www.tvrevolta.com.br
  • 101. Esquerda Caviar
  • 102. https://www.youtube.com/watch?v=p_F 9NwIx66Y
  • 103. Adote um bandido
  • 104. 5. A cultura gamer
  • 105. Tipo s • O “tradicional” • O Multiplayer, que joga online
  • 106. Segundo dados do Target Group Index, do IBOPE Media, 41% das pessoas nas principais regiões metropolitanas afirmam possuir um console de videogame. O estudo analisa um universo de 69,5 milhões de brasileiros. Do total de gamers, 31,5% são mulheres e 68,5% homens. Com a predominância de jogadores masculinos, não causa surpresa que os jogos preferidos sejam os de ação (66%), esportes (65%) e aventura (62%).
  • 107. Outra preferência do jogador são os aparelhos que se conectam à TV. 82% dos usuários optam por esse tipo de modelo, ante 22% que utilizam os aparelhos de mãos.
  • 108. No Brasil... •Pesquisa do Núcleo de Estudos e Negócios em Marketing Digital da ESPM, em parceria com a Sioux e com a Blend New Research, analisou os hábitos de mais de 800 brasileiros e revelou que aqui, games não são 'coisa de criança'. • Os jogadores têm idade média de 32 anos, no caso das mulheres, e 35 no caso dos homens. • Os dados indicam que a maioria dos brasileiros usa três tipos de plataforma para jogar. O computador é o preferido, com 85% dos jogadores usando o PC. O celular é a segunda plataforma mais usada, com 63% dos gamers, seguido dos consoles com 66%. O tablet ainda fica para trás, com 31%. • O uso dos celulares para jogar acontece, para 52% dos jogadores, em salas de espera e, para 43%, durante o transporte.
  • 109. 6. A cultura do nicho
  • 110. 7. A cultura hipster
  • 111. O que prega? •No Brasil, a maior concentração de hipsters pertence a região sudeste, principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais. • A cultura hipster é marcada pela música independente, saudosismo, uma variada sensibilidade para a tendência non- mainstream (não comum, não recorrente) e estilos de vida alternativos. • Interesses: filmes independentes, revistas e sites de música alternativa. • O termo "hipster" nasceu na era do jazz, na década de 40, quando "hip" surgiu como adjetivo para descrever os fãs da tendência na época.
  • 112. 8. A cultura da colaboração
  • 113. Meu Rio Waze Coletivity
  • 114. Benfeitoria. Wikinomia
  • 115. A união faz...
  • 116. Opinião: direito de todos? Exercício
  • 117. O caso Feliciano
  • 118. 9. A cultura do anonimato
  • 119. Anonymous e LulzSec
  • 120. Comentaristas sem rosto
  • 121. 10. O politicamente correto
  • 122. Como encaixar?
  • 123. E isso?
  • 124. 11. A segunda tela Todo mundo é técnico de futebol, crítico de novela e jornalista politico Final de “Avenida Brasil”todo mundo online Jogos do Campeonato Brasileiro Concursos de misses
  • 125. 12. A transformação pessoal
  • 126. A dinâmica do TED
  • 127. 12. A cultura do humor
  • 128. 13. A cultura do agora Vídeo do twitter
  • 129. O Twitter
  • 130. Rádio + Internet
  • 131. http://youtu.be/QpLkfEVTUqQ A tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX, mas a Suprema Corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito da criação do rádio, tendo em vista que Marconi usara 19 patentes de Tesla no seu projeto. Na mesma época em 1893, no Brasil o padre Roberto Landell de Moura também buscava resultados semelhantes, em experiências feitas em Porto Alegre, no bairro Medianeira, onde ficava sua paróquia. As transmissões foram feitas entre Medianeira e o Morro Santa Teresa.
  • 132. Case: o massacre de Realengo Informação descentralizada - mais rápida!
  • 133. 14. A cultura da inovação
  • 134. Cool Hunter Antes de um estilo de roupa, um tipo de comportamento ou até uma ideologia cair (de fato) na boca do povo, um grupo de profissionais têm a missão de percebê- los e antecipá-los para as empresas. O nome da profissão não poderia ser mais sugestivo: cool hunting
  • 135. Zeitgeist O cool hunter é um pesquisador que observa em 360 graus o que está acontecendo de novos comportamentos em uma determinada região. Para isso, ele observa várias áreas. Não é só em moda.
  • 136. A diferença entre cool hunting e as pesquisas de mercado tradicionais: Você faz uma pesquisa da sociedade e não do mercado apenas. Os quatro “Ps” do marketing clássico (produto, preço, lugar e promoção, em inglês) estão se transformando nos quatro “Ps” do marketing relacional pessoas (people), lugares (places), planos culturais (plans) e projetos (projects).
  • 137. Exercício Você agora é o Cool Hunter. Conte-nos o que você considera as grandes tendências em Marketing Digital para 2015.
  • 138. Transmedia/Storytelling
  • 139. Conceito •O mesmo conteúdo – canais diferentes •Formas distintas de recepção • Consumo participativo •Fandom – subcultura dos fãs – circulação ativa dos conteúdos. Fan Fiction; legendagens; lostpedia.
  • 140. O caso Lost
  • 141. Narrativa Transmedia
  • 142. Henry Jenkins "Transmedia storytelling representa um processo no qual os elementos integrantes de uma ficção se dispersam sistematicamente através de múltiplos canais de distribuição com o objetivo de criar uma experiência de entretenimento unificada e coordenada. Cada meio traz contribuição única para o desenrolar da história Assim, por exemplo, é a franquia Matrix: os bits de chave de informação são transmitidos através de três filmes de ação ao vivo, uma série de curtas de animação, duas coleções de histórias em quadrinhos e diversos jogos de vídeo. Não há uma única fonte onde se pode virar para ganhar todas as informações necessárias para compreender o universo Matrix ".
  • 143. “Uma narrativa transmidiática se desenrola através de múltiplos suportes midiáticos, com cada novo conteúdo produzido contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo. A narrativa se torna, portanto, “tão ampla que não pode ser contida em uma única mídia.” (JENKINS, 2008).
  • 144. Case empreguetes
  • 145. Consumo colaborativo
  • 146. • Formas de consumir baseadas no uso e não na posse dos bens. • São formas tradicionais: empréstimo, troca, aluguel, etc. • As relações de consumo estão sendo reinventadas com as novas tecnologias de comunicação. • Hoje é possível pesquisar na rede se alguém que more por perto tem um cortador de grama para emprestar, por exemplo. • O Consumo Colaborativo parte do princípio de que todo mundo tem alguma coisa em desuso: tempo, espaço, dinheiro, produtos etc. • O consumo colaborativo cria um espaço para as pessoas se encontrarem para fazer um melhor uso desses ativos em geral. • E a tecnologia está fazendo com que seja possível um encontro de “queros” e “tenhos”, o que era muito mais difícil antes das ferramentas da internet.
  • 147. Exemplos Bike sharing (Barclays) - sistema de bicicletas públicas que podem ser alugadas por tempo de uso na cidade. Aqui, as bicicletas do Itaú Jardins comunitários como o Calthorpe Project - as pessoas do bairro se encontram para plantar. As pessoas só colhem alguma coisa da horta se tiverem plantado. Prateleira livre do Store Street Espresso - você pode deixar um livro para retirar outro. Não há controle, o sistema se regula sozinho. Dificilmente alguém pega um livro se não tiver deixado outro.
  • 148. Case Natura OUTUBRO 2013 A Biruta Ideias Mirabolantes criou ação para a recém-lançada marca SOU da Natura, onde convida o público a abrir mão de seus excessos e compartilhar histórias através da troca de livros. A troca será feita em uma máquina do tipo “vending machine” cheia de livros, doados pelos próprios colaboradores da Natura. Instalada na Estação do metrô Botafogo, a ação tem duração de um mês, e em seguida irá para as Estações da Carioca e Uruguaiana, totalizando três meses de ação.
  • 149. No dia 7…
  • 150. Obrigada!  www.elismonteiro.com.br  elis.monteiro@gmail.com  elismonteiro@sescrio.org.br  @elismonteiro  www.facebook.com/elismonteiro1  www.linkedin.com/in/elismonteiro