Ufjf dia15 acoes

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Training the trainers in information literacy

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Ufjf dia15 acoes

  1. 1. Competência Informacional Information Literacy Elisabeth Dudziak 15 de Abril, 2010
  2. 2. CONTEÚDO DA OFICINA <ul><li>Compreensão do conceito de competência informacional </li></ul><ul><li>Parâmetros da competência em informação para os profissionais da informação </li></ul><ul><li>Como elaborar ações educacionais para que os usuários se tornem competentes em informação </li></ul><ul><li>Fórum de propostas dos participantes </li></ul>
  3. 3. DIA 15 DE ABRIL - CONTEÚDO <ul><li>Como elaborar ações educacionais para que os usuários se tornem competentes em informação </li></ul><ul><ul><li>Atendimento – Orientação – Mediação </li></ul></ul><ul><ul><li>Ações na Biblioteca </li></ul></ul><ul><ul><li>Elaborando um plano de aula </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégias de ensino / aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Como atuar como facilitador na educação de adultos </li></ul></ul><ul><ul><li>Estudo de Portais de Educação para a Competência Informacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Outras idéias </li></ul></ul>
  4. 4. PROMOVENDO AÇÕES EDUCACIONAIS PARA QUE OS USUÁRIOS SE TORNEM COMPETENTES EM INFORMAÇÃO
  5. 5. AÇÕES EDUCACIONAIS NA BIBLIOTECA
  6. 6. <ul><li>1 - Competência leitora </li></ul><ul><li>2 - Competência comunicacional </li></ul><ul><li>3 – Competência em mediação </li></ul><ul><li>4 – Competência pedagógica </li></ul><ul><li>5 - Competência computacional e digital </li></ul><ul><li>6 - Competência na resolução de problemas </li></ul><ul><li>7 - Competência em informação </li></ul>
  7. 7. Interação e atuação no seu local de trabalho <ul><li>O maior êxito de um programa de desenvolvimento das competências em informação depende do compromisso no âmbito institucional. </li></ul><ul><li>Envolva todos os grupos relevantes em seu processo de planejamento: </li></ul><ul><li>sua equipe </li></ul><ul><li>professores </li></ul><ul><li>outros funcionários </li></ul><ul><li>administradores </li></ul><ul><li>alunos </li></ul><ul><li>e aqueles que tomarão a decisão final para o sucesso das ações </li></ul>
  8. 8. <ul><li>1. Início da mediação : atitude afável, descrição de sua função, de como pode ajudar, explicando de maneira geral o papel do mediador, sugerindo a abertura do processo de entendimento. </li></ul><ul><li>2. Troca de informações : esperar que o outro descreva sua situação, sem interrupções. Nesta altura é necessário abrir-se ao que o outro compartilha. Início do processo de empatia. </li></ul><ul><li>3. Negociação : troca de sugestões e idéias, interpretando as informações recebidas e traduzindo segundo seu entendimento. </li></ul><ul><li>4. Consensos e conclusão do processo: o consenso poderá se dar por escrito, de forma que ambos concordem com a resolução do processo. Implementação de ações. </li></ul>
  9. 9. Início da Mediação Troca de Informações Negociação Consensos e Conclusão
  10. 10. <ul><ul><li>O mediador é um agente de mudanças. Ele permite que um novo olhar sobre a realidade apareça. </li></ul></ul><ul><ul><li>O mediador não é apenas um facilitador porque o facilitador em geral não se envolve com as partes. </li></ul></ul><ul><ul><li>O mediador não é um árbitro pois ele não julga, apenas direciona e organiza a situação. </li></ul></ul><ul><ul><li>O mediador não é um conselheiro pois não julga nem direciona as partes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ele acolhe, incentiva e promove o aprendizado. Ouvir, perguntar, dialogar, a fim de cooperar estabelece o aprendizado recíproco. Significa construir pontes entre as pessoas. O bibliotecário tem plenas condições de atuar como mediador. </li></ul></ul>                                            
  11. 11. <ul><li>Intencionalidade </li></ul><ul><ul><li>que ocorre quando o bibliotecário educador direciona a interação e o aprendizado </li></ul></ul><ul><li>Reciprocidade </li></ul><ul><ul><li>quando o bibliotecário está envolvido em um processo de aprendizado, ambos aprendem </li></ul></ul><ul><li>Significado </li></ul><ul><ul><li>quando a experiência é significativa para ambos </li></ul></ul><ul><li>Transcendência </li></ul><ul><ul><li>quando a experiência vai além da situação de aprendizagem, é extrapolada para a vida do aprendiz </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesse o Blog Mediação da Informação: </li></ul></ul><ul><ul><li>http :// mediacao -informacional. blogspot .com/ </li></ul></ul>
  12. 12. <ul><li>ATIVIDADE </li></ul><ul><ul><li>Simulação de atividade de mediação </li></ul></ul><ul><ul><li>Em grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>Duração da atividade: 30 minutos </li></ul></ul>
  13. 13. Programas Institucionais <ul><li>O maior êxito de um programa de desenvolvimento das competências em informação depende do compromisso no âmbito institucional. </li></ul><ul><li>Envolva todos os grupos relevantes em seu processo de planejamento: sua equipe de bibliotecários, professores e membros da faculdade, administradores e aqueles que tomarão a decisão final para o programa. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>1 – O bibliotecário deve ser um campeão da causa </li></ul><ul><li>2 – O centro do processo é o aluno </li></ul><ul><li>3 – O bibliotecário deve ser um agente educacional </li></ul><ul><li>4 – É preciso haver cooperação entre docentes e bibliotecários </li></ul><ul><li>5 – A cultura do livre acesso à informação deve ser enfatizada </li></ul>
  15. 15. <ul><li>6 - A inserção no projeto pedagógico </li></ul><ul><li>7 – Definição clara de objetivos e metas </li></ul><ul><li>8 – Planejamento é essencial </li></ul><ul><li>9 - A Transdisciplinaridade e o Currículo Integrado como marcos para a competência em informação </li></ul><ul><li>10 – Incorporar diferentes espaços de aprendizagem </li></ul><ul><li>11 - As melhores práticas se constroem no decorrer do processo. </li></ul><ul><li>12 – Avaliação constante e controle do processo </li></ul>
  16. 16. PROGRAMA DE COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO <ul><li>É uma Declaração que apresenta: </li></ul><ul><li>Definição de competência em informação </li></ul><ul><li>Missão (metas e papéis essenciais) </li></ul><ul><li>Visão (o que o programa busca alcançar no futuro – 3 a 5 anos) </li></ul><ul><li>Justificativa (razões, necessidades e benefícios de criar um programa) </li></ul><ul><li>Principais ações programadas </li></ul>
  17. 17. AÇÕES EDUCATIVAS - MODALIDADES <ul><li>Genérica – ações voluntárias, extra-curriculares, independentes. </li></ul><ul><li>Paralela – atividades complementares às disciplinas / cursos específicos. </li></ul><ul><li>Integrada – atividades que são parte integrante do currículo/curso/disciplinas (como parte das aulas ou dos trabalhos). </li></ul>
  18. 18. INICIATIVAS <ul><li>Palestras e conferências </li></ul><ul><li>Parceria com docentes </li></ul><ul><li>Mediação pedagógica um a um </li></ul><ul><li>Mediação pedagógica para pequenos grupos </li></ul><ul><li>Tutoriais e cursos online (educação à distância) </li></ul><ul><li>Portfólios dos alunos </li></ul><ul><li>Preparação de exposições e eventos </li></ul><ul><li>Interatividade na biblioteca – dinâmicas de grupos </li></ul>
  19. 19. PARCERIAS COM OS PROFESSORES <ul><li>Sempre que possível, o bibliotecário deve procurar formar parcerias com os docentes e administradores, a fim de inserir a competência em informação no currículo. </li></ul><ul><li>Palestras e participações especiais são importantes, mas menos efetivas na hora de modificar hábitos e inserir novas práticas, tanto para docentes quanto alunos. </li></ul><ul><li>O ideal é incluir a competência em informação ao final de cada módulo das disciplinas, integrando a competência informacional ao aprendizado em áreas específicas e especializadas de conhecimento, tendo como foco a produção de trabalhos e realização de projetos. </li></ul>
  20. 20. TENHA OS PROFESSORES DO SEU LADO <ul><li>É importante destacar que o bibliotecário jamais substituirá o professor e nem é este seu propósito. </li></ul><ul><li>O ideal é somar esforços, utilizando o melhor de cada parceiro. Em geral, caberá ao bibliotecário contribuir nas atividades de pesquisa, leitura, organização de informações, redação de trabalhos, conscientização dos direitos autorais e apresentação de resultados. </li></ul><ul><li>Estas atividades podem e devem ser customizadas para cada disciplina e área de conhecimento. </li></ul>
  21. 21. APROVEITE AS OPORTUNIDADES DE REFORÇO <ul><li>Muitas vezes, as atividades desenvolvidas em classe são insuficientes para a sedimentação dos conteúdos. </li></ul><ul><li>O bibliotecário deve estar atento aos seus alunos, acompanhando seu desenvolvimento pessoal e acadêmico. </li></ul><ul><li>Sempre que possível, deve convidá-los a freqüentar a biblioteca, seja participando em eventos específicos, seja incorporando a ida à biblioteca às suas atividades diárias. </li></ul>
  22. 22. ORIENTE E APÓIE ATIVAMENTE SEUS ALUNOS <ul><li>Oriente e apóie ativamente seus alunos. </li></ul><ul><li>Sempre que possível, esteja disponível para orientações particulares, pois muitos estudantes podem ter dificuldade em admitir ou expressar suas necessidades. </li></ul><ul><li>O bibliotecário é aquela pessoa confiável e discreta, companheiro em todas as horas, que dá o suporte necessário. </li></ul>
  23. 23. ESTEJA PREPARADO (A) <ul><li>Elabore os conteúdos (cognitivos, procedimentais e atitudinais) a serem ministrados, de acordo com os objetivos, não só dos programas curriculares, como também sua inserção e fluxo em cada disciplina e em cada aula, se possível. </li></ul><ul><li>Trata-se de estar bem preparado para a ação, que pode acontecer a qualquer momento. Para tanto, a elaboração de planos de aula e atividades específicas é essencial, como veremos no próximo capítulo. </li></ul>
  24. 25. ELABORANDO UM PLANO DE AULA
  25. 26. 1º. PASSO: DEFINIR O TEMA DA AULA <ul><li>O tema a ser dado em uma aula ou parte de uma aula, deve estar coordenado com o programa da disciplina. </li></ul>
  26. 27. 2º. PASSO: DEFINIR O(S) OBJETIVO(S) <ul><li>Os objetivos sempre são definidos a partir de verbos. </li></ul><ul><li>Traduzem as competências a serem desenvolvidas pelos alunos. </li></ul><ul><li>Os objetivos devem ser redigidos de modo a possibilitar a verificação do aprendizado ao término da aula. </li></ul><ul><li>Portanto, é preciso dedicar especial atenção a este passo, a fim de elaborar objetivos que realmente possam ser verificados e que tenham relação direta com os conteúdos de aprendizagem definidos. </li></ul>
  27. 28. 3º. PASSO: DEFINIR OS CONTEÚDOS DE APRENDIZAGEM <ul><li>O bibliotecário deve estar atento ao aprendizado holístico de seus alunos. Para tanto, é necessário trabalhar conteúdos cognitivos, procedimentais e atitudinais, conforme Quadro abaixo de Zabala (1990): </li></ul>
  28. 30. APRENDIZADO SIGNIFICATIVO <ul><li>Além dos conteúdos de aprendizagem, é necessário que o tema e as atividades sejam significativos para os alunos, ou seja, que sejam relevantes para os estudantes. </li></ul><ul><li>Com base na orientação construtivista, o aprendizado só é possível quando ocorre um processo deliberado de apreensão de uma nova informação à estrutura cognitiva pré-existente. </li></ul><ul><li>Para que se opere uma mudança no aprendiz (o aprendizado), essa informação deve fazer sentido para ser incorporada. </li></ul>
  29. 31. 4º. PASSO: REUNIR MATERIAIS E TEXTOS <ul><li>De acordo com os objetivos, os materiais e textos que servirão de base à aula deverão ser selecionados e revisados. </li></ul><ul><li>É importante manter o foco nos objetivos, a fim de ater-se ao conteúdo. </li></ul>
  30. 32. 5º. PASSO: CRIAR UMA ESTRATÉGIA QUE CONDUZA AOS OBJETIVOS <ul><li>A estratégia (ou metodologia) e os recursos didáticos a serem utilizados em aula devem levar em conta as características dos estudantes (idade, curso, interesses, motivações, horário), e o aprendizado ativo. </li></ul>
  31. 33. ESTRATÉGIAS <ul><li>A estratégia que proporciona o aprendizado efetivo é aquela que requer uma participação ativa do aprendiz. </li></ul><ul><li>De início, é necessário incluir o aluno na decisão dos conteúdos a serem abordados, abrindo-se às sugestões e obtendo sua concordância. </li></ul><ul><li>A partir daí, estabelece-se um compromisso entre as partes, de modo que o aluno é co-autor do processo. Isto garante seu envolvimento e participação. </li></ul>
  32. 34. 6º. PASSO: ORGANIZAR A SEQUÊNCIA DAS ATIVIDADES <ul><li>Toda aula deve ter uma parte introdutória, seu desenvolvimento e um fechamento. </li></ul><ul><li>Perceber a utilidade do assunto, de aplicação prática na vida, o envolvimento emocional do bibliotecário, são aspectos que motivam os alunos e promovem seu real envolvimento nas atividades. </li></ul>
  33. 35. 7º. PASSO: AVALIAR OS RESULTADOS <ul><li>Avaliar se os objetivos foram alcançados demanda a verificação do aprendizado, que pode dar-se a partir da entrega de trabalhos, testes, auto-avaliações ou ainda, observação dos alunos durante o processo. </li></ul><ul><li>O bibliotecário também deve fazer uma reflexão sobre seu desempenho (confiança, organização, criatividade, interesse, flexibilidade são aspectos a serem considerados). </li></ul>
  34. 36. ESTILOS DE APRENDIZAGEM <ul><li>Um Estilo de Aprendizagem é a maneira como a pessoa assimila informações, o método que uma pessoa usa para construir conhecimento. </li></ul><ul><li>Cada indivíduo aprende do seu modo pessoal e único. </li></ul>
  35. 37. As melhores práticas <ul><li>1 – O profissional da informação deve ser um campeão da causa da competência informacional </li></ul><ul><ul><ul><li>Não adianta esperar que alguém faça. Comece você mesmo. </li></ul></ul></ul><ul><li>2 – O centro do processo é o aluno </li></ul><ul><ul><ul><li>Os usuários é que devem aprender a ser competentes. Isto só é possível com atividades e experiências nas quais eles sejam os protagonistas. </li></ul></ul></ul><ul><li>3 – O profissional da informação deve ser um agente educacional </li></ul><ul><ul><ul><li>Saia a campo, contate colegas, outras pessoas. Chame todos para a biblioteca. </li></ul></ul></ul><ul><li>4 – É preciso haver cooperação entre docentes e equipes bibliotecárias </li></ul><ul><li>5 – A cultura do livre acesso à informação deve ser enfatizada </li></ul><ul><li>6 - A inserção no projeto pedagógico da instituição é essencial. </li></ul><ul><li>Conheça as Diretrizes do MEC para os cursos de graduação com os quais atua. </li></ul>
  36. 38. <ul><li>7 – Elabore com seus colegas, uma definição clara de objetivos e metas </li></ul><ul><li>8 – Planejamento é essencial </li></ul><ul><li>9 – Projetos e Integração Curricular são ótimas formas de promover a competência em informação </li></ul><ul><li>10 – Incorpore diferentes espaços de aprendizagem </li></ul><ul><ul><ul><li>Chame para um café, vá até as salas de aula, vá à lanchonete, divulgue, eduque. </li></ul></ul></ul><ul><li>11 - As melhores práticas se constroem no decorrer do processo </li></ul><ul><li>12 – Avaliação constante e controle são essenciais ao sucesso e reconhecimento </li></ul>As melhores práticas
  37. 39. 4 PRINCÍPIOS EXPLICATIVOS DO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM: <ul><li>Toda e qualquer ação educativa deve ser estruturada com base nos seguintes princípios: </li></ul><ul><li>motivação (a partir da motivação intrínseca e de reforço) </li></ul><ul><li>estrutura (organização e ordenamento da informação) </li></ul><ul><li>sequência (visando a melhor compreensão) </li></ul><ul><li>reforço (feedback da ação) </li></ul>
  38. 40. APRENDIZAGEM PELA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS <ul><li>Utilizando problemas reais, os alunos aprendem buscando soluções, a partir da: </li></ul><ul><ul><li>organização de informações, </li></ul></ul><ul><ul><li>compreensão de enunciados, </li></ul></ul><ul><ul><li>análise crítica de situações e </li></ul></ul><ul><ul><li>das consequências da tomada de decisão (escolhas). </li></ul></ul><ul><li>Os problemas não devem servir para testar competências e sim para possibilitar o desenvolvimento das estruturas cognitivas, afetivas e motoras. </li></ul><ul><li>Pense como você pode colaborar no desenvolvimento de ações educacionais. </li></ul>
  39. 41. <ul><li>ATIVIDADE </li></ul><ul><ul><li>Elaborar um plano de aula relacionado à competência informacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Material: modelo de plano de aula </li></ul></ul><ul><ul><li>Duração da atividade: 30 minutos </li></ul></ul><ul><ul><li>Atividade em grupo </li></ul></ul>
  40. 42. Retomando alguns parâmetros
  41. 43. Diferentes concepções <ul><li>De acordo com a visão que o profissional da informação tem de seu trabalho e sua atuação, ele irá conceber um modo de entender e praticar a sua competência em informação. </li></ul><ul><li>3 diferentes concepções: </li></ul><ul><ul><li>A competência informacional pode ser definida como o uso competente de ferramentas e fontes de informação. </li></ul></ul><ul><ul><li>A competência informacional pode ser definida como a realização competente do processo de busca e uso da informação para a produção de conhecimentos individuais. </li></ul></ul><ul><ul><li>A competência informacional pode ser definida como o fenômeno de aprendizado permanente do uso e dos significados do ‘mundo informacional’, visando o aprender a aprender e o aprendizado ao longo da vida. </li></ul></ul>
  42. 44. Concepções de Information Literacy Ênfase na Informação Ênfase no Conhecimento Ênfase no Aprendizado Sociedade da Informação Sociedade do Conhecimento Sociedade de Aprendizagem Acesso Acesso e processos Acesso, processos e relações O que O que e como O que, como e por que Acumulação do saber Construção do saber Fenômeno do saber Sistemas de Informação/Tecnologia Usuários/Indivíduos Aprendizes/Sujeitos Habilidades Habilidades e Conhecimentos Habilidades, Conhecimentos e Atitudes Visão tecnocrata Visão sistêmica Visão complexa Escola tradicional Escola em processo Escola aprendente Biblioteca como suporte Biblioteca como espaço de aprendizado Biblioteca aprendente e espaço de expressão Bibliotecário como intermediário Bibliotecário como mediador de processos Bibliotecário como sujeito e agente educacional
  43. 45. Ênfase em fontes e ferramentas 1 Ênfase no processo de conhecimento 2 Ênfase no fenômeno de aprendizado e inteligência 3 Concepção sócio-cultural e relacional Concepção cognitiva e processual Concepção informacional, digital - acesso
  44. 46. Modelo 1 – Foco no acesso à informação <ul><li>Neste caso, o bibliotecário tem como objetivos: </li></ul><ul><ul><ul><li>Informar ao aprendiz sobre as ferramentas de busca da informação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Informar ao aprendiz as principais fontes de informação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Treinar o aprendiz no uso de ferramentas de busca da informação e escolha das melhores fontes de informação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Habilidades e conhecimentos referenciais (servem para diversas situações) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Treinamento de uso de catálogos online, bases de dados, lógica booleana </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Informação e treinamento no uso de fontes de informação formais e informais, primárias e secundárias (guias temáticos, tipos de publicações) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Orientações de uso da biblioteca e seus serviços </li></ul></ul></ul></ul>
  45. 47. Modelo 2 – Foco no processo de pesquisa e uso da informação para produção de conhecimento <ul><li>Neste caso, o bibliotecário tem como objetivos: </li></ul><ul><ul><ul><li>Fornecer mecanismos que auxiliem o aprendiz a estruturar seu processo de pesquisa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como estruturar um tópico </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como montar uma estratégia de investigação eficiente </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como organizar a informação e estruturar um trabalho </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como redigir resumos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como produzir textos de qualidade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como citar e referenciar autores </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Como apresentar resultados </li></ul></ul></ul></ul>
  46. 48. Modelo 3 – Foco na mudança pessoal e aplicação do aprendizado ao longo da vida <ul><li>Neste caso, o bibliotecário tem como objetivos: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>O uso do pensamento crítico na análise e avaliação das informações: qualidade, confiabilidade, precisão, estrutura lógica, argumentação, avaliação da ideologia subjacente. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>A reflexão política sobre o sistema informacional: direito ao acesso à informação, liberdade de expressão, manipulação e impacto da informação, impacto da ciência e da tecnologia na sociedade ou no meio ambiente. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>A construção de uma atitude ética : evitar o plágio, respeitar os direitos autorais, proteger os direitos humanos e dos animais, promover o desenvolvimento sustentável, trabalhar em equipe. </li></ul></ul></ul></ul>
  47. 49. Análise de sites e tutoriais online
  48. 50. <ul><li>ATIVIDADE </li></ul><ul><ul><li>Análise de Portais / Websites dedicados à Educaçãopara a Competência Informacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Itens a serem analisados: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Público alvo: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Foco: Habilidades? Conhecimentos? Atitudes? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concepção: 1 – 2 - 3 </li></ul></ul></ul>
  49. 51. Site 1 – http://www.usp.br/sibi/
  50. 52. Site 2 - http://www.sbu.unicamp.br/
  51. 53. Site 3 – E-COMS http://www.mariapinto.es/e-coms/
  52. 54. Site 4 – Penn State University Libraries http://www.libraries.psu.edu/instruction/infolit/andyou/infoyou.htm
  53. 55. Site 5 – B-On – Literacia da informação http://site.b-on.pt/e-learning/
  54. 56. Site 6 - LibraryTest http://www.librarytest.dk/
  55. 57. Site 7 - Literacia da informação http://www.evora.net/bpe/Linfo/
  56. 58. ATIVIDADE PARA AMANHÃ – 16 de abril <ul><ul><li>Elaborar uma proposta de ação direcionada à promoção da Competência Informacional </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tema, público alvo, objetivos, metas, conteúdo, formato. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Apresentar aos colegas </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizar recursos aprendidos e outros que julgar necessários </li></ul></ul><ul><ul><li>Sugestões: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Apresentação em power point, blog, plano de curso, folder, filme, tutorial, etc. </li></ul></ul></ul>
  57. 59. Bibliografia <ul><li>ALA. American Library Association. Presidential Committee in Information Literacy . Washington, DC, 1989. </li></ul><ul><li>BELLUZZO, R. C. B. A information literacy como competência necessária à fluência científica e tecnológica na Sociedade da Informação: uma questão de educação. In : SIMPOI, 7., 2001, Bauru. Anais.. . Bauru: UNESP, 2001. </li></ul><ul><li>BREIVIK, P. S.; GEE, E. G. Information literacy : revolution in the library. New York : Collier Macmillan, 1989.  </li></ul><ul><li>CAMPELLO, B. O movimento da competência informacional: uma perspectiva para o letramento informacional. Ciência da Informação , v.32, n.3, p. 28-37, 2003. Disponível em: http:// revista . ibict . br /index. php / ciinf /article/view/26/22 Acesso em: 16 abril 2009. </li></ul><ul><li>DOYLE, C. S. Information literacy in an Information Society : a concept for the information age. New York: Syracuse University, 1994. </li></ul><ul><li>DUDZIAK, E.A. A Information literacy e o papel educacional da biblioteca . 2001. Dissertação (Mestrado) – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001. </li></ul><ul><li>DUDZIAK, E. A. O bibliotecário como agente de transformação em uma sociedade complexa: integração entre ciência, tecnologia, desenvolvimento e inclusão social. PontodeAcesso , Salvador, v.1, n.1, p. 88-98, jun. 2007. Disponível em: www. portalseer .ufba. br / index . php / revistaici / article / viewPDFInterstitial /1396/878 Acesso em: 16 abril 2009. </li></ul><ul><li>DUDZIAK, E.A . Information literacy: princípios, filosofia e prática. Ciência da Informação , v. 32, n. 1, p. 26-35, 2003. Disponível em: http:// revista . ibict . br /index. php / ciinf /article/view/123/104 Acesso em 16 abril 2009. </li></ul><ul><li>DUTRA, J. Gestão por competências . São Paulo: Gente, 2001. </li></ul>
  58. 60. Bibliografia (cont.) <ul><li>KUHLTHAU, C.C. Seeking meaning: a process approach to library and information services. Norwood, New Jersey: Ablex Publishing, 1992. </li></ul><ul><li>FLEURY, M.T.L.; FLEURY, A.C.C. Alinhando estratégias e competências. RAE Revista de Administração de Empresas , v. 44, n. 1, p. 44-50. Disponível em: http ://www. rae .com. br /artigos/1969. pdf Acesso em: 24 março 2009. </li></ul><ul><li>FLEURY, M.T.L.; FLEURY, A.C.C. Construindo o conceito de competência. RAC, edição especial 2001. Disponível em: http ://www. anpad . org . br / rac /vol_05/ dwn / rac -v5- edesp - mtf . pdf Acesso em: 10 nov. 2009. </li></ul><ul><li>LAU, J. Diretrizes sobre desenvolvimento de habilidades de informação para a aprendizagem permanente . Disponível em http ://www. febab . org . br / jesus _ lau _ trad _livro_ comp _v_f.doc Acesso em 16 abril 2009. </li></ul><ul><li>ZARIFIAN, P.A. Objetivo competência : por uma nova lógica . São Paulo: Atlas, 2001. </li></ul><ul><li>ZURKOWSKI, P.G. Information services environment relationships and priorities . Washington D.C. : National Commission on Libraries, 1974. </li></ul>

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