Transações Eletrônicas

  • 4,068 views
Uploaded on

 

  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
4,068
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
61
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. A engrenagem que gira o mundo é a mudança!
  • 2. 1 Definição Toda e qualquer captura, troca e processamento de informações por meio eletrônico, sejam eles de forma “on-line” ou não.
  • 3. 2 Onde está presente?
    • No dia-a-dia de quase todas as pessoas no mundo.
      • Transações financeiras
        • (cartões de crédito, débito e fidelidade, etc)
        • Bancos (depósitos, saques, pagamentos, consultas, etc)
      • Saúde
        • (atendimento em consultórios, clínicas, laboratórios, etc)
  • 4. 3 Quantas são?
    • 9.8 bilhões em 2001
    • 16.2 bilhões em 2004
    Estimativa apurada com transações do mercado financeiro e de saúde com as principais empresas da indústria de transações eletrônicas.
  • 5. 4 O que impulsiona seu crescimento?
    • Aumento do número de cartões de crédito e débito no mercado:
      • Em 1999 eram processados 2.5 bilhões de cheques. Em 2004, o número cai para 1.9 bilhões, redução de 21%.
      • Nesse período o volume de cartões de crédito e débito cresceram de 660 milhões para 2.1 bilhões.
      • Em 1999 as transações com cheques representavam 42,2% do total de instrumentos de pagamentos, já em 2004, esse número cai para 18.8%, em contra-partida as T.C.I.* sobem de 55,7% para 76,8%.
    * Transferência de Crédito Interbancária
  • 6. 4 O que impulsiona seu crescimento?
    • Busca de satisfação constante de clientes:
      • A diminuição das filas e do tempo de atendimento;
      • Agilidade nos serviços;
      • Busca por segurança;
      • Agregar valor a serviços e produtos;
      • Gerar o bem-estar e comodidades;
  • 7. 4 O que impulsiona seu crescimento?
    • Busca por rentabilidade:
      • Informação exata em tempo real, na medida em que acontece;
      • Criação de novos serviços que geram resultados;
      • Ampliação da cadeia produtiva;
      • Redução de mão-de-obra (fim das digitações).
  • 8. 5 Formas de captura
    • P.O.S. (Point Of Sale);
    • U.R.A. (Unidade de Resposta Audível);
    • T.E.F. (Transferência Eletrônica de Fundos);
    • WEB (Internet);
    • A.T.M. (Automated Teller Machine);
    • Entre outros.
  • 9. 6 POS – O que é?
    • Um terminal de captura de informações, que contém na maioria dos modelos:
    • Impressora;
    • Leitora de cartões (tarja ou chip);
    • Teclado numérico;
    • Display (visor);
    • Modem ou placa de rede;
    • Opcionalmente pode conter uma bateria.
  • 10. 7 POS – Para que serve?
    • Transações de venda a débito ou a crédito;
    • Consulta de saldos;
    • Recarga de celulares pré-pagos;
    • Pagamento de contas (correspondente bancário);
    • Arrecadações (cobrança on-line);
    • Consultas de cheques;
    • Consultas de CPFs;
    • Qualquer serviço que demanda informações em tempo-real.
  • 11. 8 POS – Como funciona?
    • Digita-se as informações solicitadas no terminal POS;
    • Apresenta-se o cartão quando solicitado;
    • O terminal se conecta à um servidor de comunicações (pode ser por linha discada convencional, por internet, rede sem fio ou GPRS);
    • As informações capturadas no terminal são então criptografadas e enviadas por meio desse canal de comunicação estabelecido;
    • O Servidor recebe as informações, decriptografa e “joga” no Servidor de Transações (geralmente que libera ou não a transação como válida);
    • A resposta do Autorizador, devidamente criptografada, é devolvida para o terminal pelo mesmo canal;
    • O terminal recebe as respostas devidamente criptorafadas, imprime o ticket ou mostra mensagem no display e envia confirmação para o autorizador;
  • 12. 8 POS – Como funciona?
  • 13. 9 POS – Como se integra com o Autorizador?
    • Por meio de linha de telefone discada;
    • Por conexão dedicada de internet (ADS, ex: NetSuper, Speedy, etc);
    • Por rede sem fio (ambiente interno);
    • Por GPRS (General Packet Radio Service);
  • 14. 9 POS – Como se integra com o Autorizador?
    • A troca de informações se dá por meio do que chamamos PROTOCOLO de COMUNICAÇÃO;
    • Um protocolo é basicamente uma linguagem padronizada de troca de dados que possa ser entendida por todos os módulos envolvidos;
    • Geralmente existem padrões de mercado com especificações que possam facilitar essas integrações (ex: ISO 8583);
  • 15. 10 POS – Um pouco sobre GPRS
    • Meio de comunicação por sinal de rádio, usando as redes de telefonia móvel que provêem o serviço (ex: Claro, CTBC e TIM);
    • Extremamente barato;
    • Amplia a cadeia de valores de terminais e dispositivos móveis como celulares (cobrança on-line, delivery, pedido eletrônico, etc);
    • Transações muito rápidas;
    • Empresas de cartões podem ampliar a rede de aceitação:
      • táxis;
      • circos;
      • entregadores;
      • vendas ambulantes, etc.
  • 16. 11 POS – Barreiras encontradas
    • Portabilidade;
    • Desenvolvimento de Aplicações;
    • Atualização de versões;
    • Poucas Funções e Limitação de valor;
  • 17. 12 POS – As oportunidades
    • Crescente aumento no número de operadoras de cartões de créditos;
    • Crescente aumento nas redes de captura;
    • Queda nos preços dos terminais (montagem no Brasil);
    • Avanço das tecnologias;
    • Poucos desenvolvedores;
    • No Brasil,perto de 2.000.000 de terminais instalados;
  • 18. 13 POS – Onde entra a Plano Bê?
    • Soluções de captura para transações eletrônicas, sejam via POS, URA, TEF e WEB;
    • Criação da então solução WALK, exclusivamente para terminais POS;
      • ferramenta auxiliadora para desenvolvimento;
      • linguagem própria de programação (comandos em português);
      • não requer conhecimentos avançados em linguagens de baixo nível (C, C++, etc);
      • Permite atualização on-line e remota dos aplicativos do terminal;
      • Aumenta a cadeia de valores de um terminal;
      • Cria novas oportunidades (desenvolvedores);
  • 19. 14 Onde está a integração afinal?
    • Lojistas;
    • Redes de captura;
    • Operadoras de Saúde;
    • Processadoras de cartões;
    • Bancos;
    • Hospitais;
    • Clinicas;
    • Laboratórios;
    • Entre outros.
  • 20. 15 Estudo de caso – UNIMED’s
    • Autorização local para atendimentos em consultórios;
    • Requisição de Exames;
    • Autorização de execução de procedimentos;
    • Solicitação de medicamentos;
    • Autorização de intercâmbio (usuários em viagem, por exemplo).
  • 21. Plano Bê Tecnologia www.planobe.com.br Eliézer Pimentel [email_address] (16)3722-3154 16 Agradecimento e contato