Bullying

754 views
644 views

Published on

Nas atividades socioeducativas abordamos o tema "Bullying" com os adolescentes, com objetivo de refletir sobre o conceito, identificando os comportamentos agressivos físicos e morais e suas conseqüências.

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
754
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
328
Actions
Shares
0
Downloads
8
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Bullying

  1. 1. Bullying?Bullying? Você já ouviu falar de...Você já ouviu falar de...
  2. 2. Quem nunca foi zoado ou zoouQuem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas,alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos...empurrões, fofocas, apelidos...
  3. 3. BullyingBullying
  4. 4. Bullying ou a Lei do Mais ForteBullying ou a Lei do Mais Forte OO bullyingbullying é um fenômeno devastador podendo viré um fenômeno devastador podendo vir a afetar a auto-estima e a saúde mental dosa afetar a auto-estima e a saúde mental dos adolescentes. Geralmente ocorre quando oadolescentes. Geralmente ocorre quando o adolescente é mais suscetível ou vulnerável àsadolescente é mais suscetível ou vulnerável às agressões verbais ou morais que lhes causamagressões verbais ou morais que lhes causam angústia e dor, principalmente quando ocorridoangústia e dor, principalmente quando ocorrido em ambiente escolar traduzindo-se como umaem ambiente escolar traduzindo-se como uma forma de exclusão social.forma de exclusão social.
  5. 5. DefiniçãoDefinição  O conceito de BullyingO conceito de Bullying é o mais variado,é o mais variado, descrito por atitudes de intimidação, agressãodescrito por atitudes de intimidação, agressão física e psicológica e abuso sistemático dofísica e psicológica e abuso sistemático do poder . Segundo Ballone o termo bullyingpoder . Segundo Ballone o termo bullying compreende todas as formas de atitudescompreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorreagressivas, intencionais e repetidas, que ocorre sem motivações evidentes, adotadas por um ousem motivações evidentes, adotadas por um ou mais estudantes contra outros, executadasmais estudantes contra outros, executadas dentro de uma relação desigual de poder.dentro de uma relação desigual de poder.
  6. 6. OrigemOrigem  OO bullyingbullying começou a ser pesquisado cercacomeçou a ser pesquisado cerca de dez anos atrás na Europa, quando sede dez anos atrás na Europa, quando se descobriu o que estava por trás de muitasdescobriu o que estava por trás de muitas tentativas de suicídio entre adolescentes.tentativas de suicídio entre adolescentes. Sem receber a atenção da escola ou dosSem receber a atenção da escola ou dos pais, que geralmente achavam as ofensaspais, que geralmente achavam as ofensas bobas demais para terem maioresbobas demais para terem maiores conseqüências, o jovem recorria a umaconseqüências, o jovem recorria a uma medida desesperada.medida desesperada.  Atualmente, todas as escolas do ReinoAtualmente, todas as escolas do Reino Unido já implantaram políticasUnido já implantaram políticas anti-anti- bullyingbullying..
  7. 7. E começa muito cedo!E começa muito cedo!
  8. 8. Como ocorre nos dias de hoje..Como ocorre nos dias de hoje....  ““Sempre fui pequeno, menor que os meusSempre fui pequeno, menor que os meus colegas, o que era um prato cheio paracolegas, o que era um prato cheio para sofrer abusos”, afirma um dossofrer abusos”, afirma um dos entrevistados. “Eles roubavam o dinheiroentrevistados. “Eles roubavam o dinheiro do meu lanche, não me deixavam jogardo meu lanche, não me deixavam jogar bola na hora do recreio e me batiam abola na hora do recreio e me batiam a troco de nada”.troco de nada”.  ““Uma vez, até rasgaram a minha mochila”,Uma vez, até rasgaram a minha mochila”, completa outro. Outros ainda dizem tercompleta outro. Outros ainda dizem ter aprendido a conviver com oaprendido a conviver com o bullyingbullying..
  9. 9.  O caso mais notório de vítimas de bullying – e o que fezO caso mais notório de vítimas de bullying – e o que fez com que ele passasse a ser levado mais a sério noscom que ele passasse a ser levado mais a sério nos EUA – ocorreu em 1999 na Columbine High School.EUA – ocorreu em 1999 na Columbine High School. Dois adolescentes impopulares na escola atiraram eDois adolescentes impopulares na escola atiraram e mataram 13 pessoas, entre colegas e professores, e semataram 13 pessoas, entre colegas e professores, e se suicidaram em seguida.suicidaram em seguida.  No Brasil, em 2004, um adolescente de 17 anos, daNo Brasil, em 2004, um adolescente de 17 anos, da Bahia, matou dois colegas e feriu três por conta dasBahia, matou dois colegas e feriu três por conta das humilhações.humilhações.  O fenômeno aparece com mais freqüência entreO fenômeno aparece com mais freqüência entre estudantes com idades de 12 a 14 anos, período daestudantes com idades de 12 a 14 anos, período da puberdade em que os adolescentes enfrentam novaspuberdade em que os adolescentes enfrentam novas relações interpessoais.relações interpessoais.  A necessidade de se afirmar, a insegurança e a timidez,A necessidade de se afirmar, a insegurança e a timidez, típicas da idade, colaboram para seu surgimento.típicas da idade, colaboram para seu surgimento.  Pesquisas na Europa mostram que 50% das vítimasPesquisas na Europa mostram que 50% das vítimas não contam aos pais nem aos professores o quenão contam aos pais nem aos professores o que aconteceu.aconteceu.
  10. 10. O primeiro estudo no Brasil foi feito por AramisO primeiro estudo no Brasil foi feito por Aramis Lopes Neto a respeito desse assunto —Lopes Neto a respeito desse assunto — “Diga“Diga não aonão ao bullyingbullying: Programa de Redução do: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre EstudantesComportamento Agressivo entre Estudantes”,”, realizado pela Associação Brasileirarealizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância eMultiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia).Adolescência (Abrapia). Para refletirmos....  Os meninos estão muito mais envolvidos, tanto como autores quanto como alvos. Os agressores costumam bater, xingar, roubar e destruir os bens do oprimido.
  11. 11. Escolas públicas e particularesEscolas públicas e particulares  Em pesquisa realizada pela Abrapia nãoEm pesquisa realizada pela Abrapia não houve diferença quanto à incidência dehouve diferença quanto à incidência de bullyingbullying. O que se observou foi que a. O que se observou foi que a forma como ele é praticado varia de umaforma como ele é praticado varia de uma escola para outra.escola para outra.  Nas particulares, por exemplo, valorizam-Nas particulares, por exemplo, valorizam- se muito os bens materiais, como carro,se muito os bens materiais, como carro, tênis importado, etc. Nessas instituições,tênis importado, etc. Nessas instituições, não possuir algum desses bens pode sernão possuir algum desses bens pode ser motivo para perseguições. Já nas escolasmotivo para perseguições. Já nas escolas públicas, a principal razão é a própriapúblicas, a principal razão é a própria violência vivenciada cotidianamente pelaviolência vivenciada cotidianamente pela comunidade.comunidade.
  12. 12. ConseqüênciasConseqüências preocupantes...preocupantes...
  13. 13. AdolescênciaAdolescência  A adolescência é considerada umA adolescência é considerada um período importantes de mudançasperíodo importantes de mudanças físicas, emocionais, psicológicas efísicas, emocionais, psicológicas e sociais. Compreender o crescimento esociais. Compreender o crescimento e amadurecimento físico e cognitivo,amadurecimento físico e cognitivo, lidar com sentimentos ambíguos diantelidar com sentimentos ambíguos diante de frustrações, da euforia e dode frustrações, da euforia e do desânimo e ao mesmo tempo lidar comdesânimo e ao mesmo tempo lidar com a aceitação ou rejeição social,a aceitação ou rejeição social, preconceitos e discriminações é umapreconceitos e discriminações é uma habilidade que requer o suporte socialhabilidade que requer o suporte social de familiares, educadores,de familiares, educadores, profissionais, e comunidade em geral.profissionais, e comunidade em geral.
  14. 14.  O adolescente, basicamente, vive em umaO adolescente, basicamente, vive em uma situação de instabilidade e imaturidade, comosituação de instabilidade e imaturidade, como produto da ação de variáveis sócio-culturais eproduto da ação de variáveis sócio-culturais e afetivo-cognitivas e com relação aoafetivo-cognitivas e com relação ao pensamento sofre uma maturaçãopensamento sofre uma maturação significativa.significativa.  As mudanças físicas têm um significadoAs mudanças físicas têm um significado importante para o adolescente, e o fato deimportante para o adolescente, e o fato de lidar com essas mudanças pode gerarlidar com essas mudanças pode gerar conflitos emocionais diante de uma imagemconflitos emocionais diante de uma imagem corporal nova e desconhecida, comocorporal nova e desconhecida, como sentimentos de baixa auto-estima e sintomassentimentos de baixa auto-estima e sintomas depressivos.depressivos.
  15. 15.  Os adolescentes afetados pela violência sinalizadaOs adolescentes afetados pela violência sinalizada pelopelo bullyingbullying podem vir a se tornar adultos compodem vir a se tornar adultos com saúde mental desequilibrada, podendo sersaúde mental desequilibrada, podendo ser desencadeados, dentre outros, transtorno dodesencadeados, dentre outros, transtorno do pânico e crises de ansiedade, e, quando não, auto-pânico e crises de ansiedade, e, quando não, auto- extermínio ou homicídios cometidos pelos mesmos,extermínio ou homicídios cometidos pelos mesmos, fragilizando o jovem em sua totalidade.fragilizando o jovem em sua totalidade.  Nesta fase a família tem um papel fundamentalNesta fase a família tem um papel fundamental junto ao adolescente, apresentando-se junto a elejunto ao adolescente, apresentando-se junto a ele com dualidade, hora como refúgio, outrora vistacom dualidade, hora como refúgio, outrora vista como dissociável perante a necessidade de buscacomo dissociável perante a necessidade de busca por um grupo de identificação, desvencilhando-sepor um grupo de identificação, desvencilhando-se da imagem de criança, principalmente quando estáda imagem de criança, principalmente quando está enfrentando algum tipo de violência.enfrentando algum tipo de violência.
  16. 16. Consequências ....Consequências ....  Os especialistas afirmam que a violência queOs especialistas afirmam que a violência que surge na infância gera reflexos na vida adulta. Umsurge na infância gera reflexos na vida adulta. Um jovem que é vítima da discriminação dos colegasjovem que é vítima da discriminação dos colegas tende a ser retraído, sofre mais de depressão etende a ser retraído, sofre mais de depressão e pode vir a cometer suicídio. Já o agressor pode sepode vir a cometer suicídio. Já o agressor pode se tornar violento e vir a cometer crimes.tornar violento e vir a cometer crimes.  Em entrevista ao jornal O Globo, a filósofa,Em entrevista ao jornal O Globo, a filósofa, mestre em Educação e autora de livros comomestre em Educação e autora de livros como "Limites Sem trauma", Tânia Zagury, afirma que"Limites Sem trauma", Tânia Zagury, afirma que aa longo prazo, olongo prazo, o bullyingbullying pode levar à sensação depode levar à sensação de impunidade e, conseqüentemente, no futuro, àimpunidade e, conseqüentemente, no futuro, à atitudes anti-sociais, dificuldades noatitudes anti-sociais, dificuldades no relacionamento afetivo, delinqüência ou atosrelacionamento afetivo, delinqüência ou atos criminososcriminosos. "Pode também levar à. "Pode também levar à atitudesatitudes agressivas no trabalho ou à violência familiaragressivas no trabalho ou à violência familiar -- como as que têm acontecido em boates ecomo as que têm acontecido em boates e festas...”festas...”
  17. 17. A vítimaA vítima  Não existe regra definidaNão existe regra definida para ser um alvo depara ser um alvo de bullyingbullying, todos são alvo em, todos são alvo em potencial. Basta serpotencial. Basta ser marcado por qualquermarcado por qualquer diferença ou ter algumadiferença ou ter alguma dificuldade, ou mesmo, serdificuldade, ou mesmo, ser uma pessoa mais sensível.uma pessoa mais sensível.  Todos podem serTodos podem ser escolhidos e não bastaescolhidos e não basta estar integrado em um anoestar integrado em um ano escolar pois, no anoescolar pois, no ano seguinte, por qualquerseguinte, por qualquer razão, o integrado poderazão, o integrado pode ser o escolhido.ser o escolhido.
  18. 18. Vítima ou agressor?Vítima ou agressor?
  19. 19. Uma constatação:Uma constatação: Muito do que poderia ser corrigidoMuito do que poderia ser corrigido pelos pais acaba sendo delegado apelos pais acaba sendo delegado a professores.professores.
  20. 20. Procedimentos de como lidar com oProcedimentos de como lidar com o BullyingBullying  Para quem é vítima de algum desses tiposPara quem é vítima de algum desses tipos de humilhação, a saída é “se abrir”, oude humilhação, a saída é “se abrir”, ou seja, procurar ajuda, começando pelosseja, procurar ajuda, começando pelos próprios pais.próprios pais.  E quem tem um filho passando por esseE quem tem um filho passando por esse problema precisa mostrar-se disponívelproblema precisa mostrar-se disponível para ouvi-lo.para ouvi-lo.  Nunca se deve aconselhá-lo a revidar aNunca se deve aconselhá-lo a revidar a agressão; mas, sim, esclarecer que ele nãoagressão; mas, sim, esclarecer que ele não é culpado pelo que está acontecendo.é culpado pelo que está acontecendo.  Também é fundamental entrar em contatoTambém é fundamental entrar em contato com a escola.com a escola.
  21. 21.  O objetivo é alterar a forma de avaliaçãoO objetivo é alterar a forma de avaliação do que é uma brincadeira e do que édo que é uma brincadeira e do que é bullyingbullying, mudando o enfoque da questão, mudando o enfoque da questão para a valorização do sentimento de quempara a valorização do sentimento de quem sofresofre bullyingbullying, ou seja, respeitando seu, ou seja, respeitando seu sofrimento e buscando soluções quesofrimento e buscando soluções que amenizem ou interrompam isso.amenizem ou interrompam isso.  ““Os autores deOs autores de bullyingbullying podem se tornarpodem se tornar líderes entre os alunos por disseminaremlíderes entre os alunos por disseminarem o medo e estarem repetindo seu modeloo medo e estarem repetindo seu modelo familiar, em que a afetividade é pobre ou afamiliar, em que a afetividade é pobre ou a autoridade é imposta por meio de atitudesautoridade é imposta por meio de atitudes agressivas ou violentas”.agressivas ou violentas”.
  22. 22. Como coibir o BullyingComo coibir o Bullying  Ser educado, mas firme. Dizer “Pare” ouSer educado, mas firme. Dizer “Pare” ou “Me deixe em paz”.“Me deixe em paz”.  Manter postura ereta e olhar o agressorManter postura ereta e olhar o agressor direto nos olhos.direto nos olhos.  Não chorar ou mostrar que ficouNão chorar ou mostrar que ficou aborrecido, mas afastar-se se não puderaborrecido, mas afastar-se se não puder esconder o medo.esconder o medo.  Informar um adulto de confiança sobre oInformar um adulto de confiança sobre o ocorrido (professor, coordenador, pai,ocorrido (professor, coordenador, pai, etc).etc). Não demonstrar fraqueza é uma forma de a criança reduzir as chances de um agressor vir a escolhê-la como alvo. Algumas táticas para o confronto:
  23. 23. Como os pais podem ajudarComo os pais podem ajudar  Contatar a escola e perguntar se a instituiçãoContatar a escola e perguntar se a instituição tem uma política para lidar com agressores.tem uma política para lidar com agressores.  Se ficar seguro de que uma investigação não iráSe ficar seguro de que uma investigação não irá expor o filho(a) a riscos, informar a escola dosexpor o filho(a) a riscos, informar a escola dos acontecimentos que ficaram conhecidos,acontecimentos que ficaram conhecidos, fornecendo datas, hora e lugar.fornecendo datas, hora e lugar.  Acompanhar o caso junto com osAcompanhar o caso junto com os administradores da escola.administradores da escola. Perguntar que ações foram adotadas e como oPerguntar que ações foram adotadas e como o filho vai ser mantido em segurança.filho vai ser mantido em segurança.
  24. 24. Seu filho é vítima de Bullying?Seu filho é vítima de Bullying? Os pais podem ficar atentos paraOs pais podem ficar atentos para certos indicadores suspeitos:certos indicadores suspeitos:  Resistência inexplicável em ir à escola.Resistência inexplicável em ir à escola.  Medo ou ansiedade incomuns.Medo ou ansiedade incomuns.  Distúrbios de sono e pesadelos.Distúrbios de sono e pesadelos.  Queixas físicas vagas, tais como dor deQueixas físicas vagas, tais como dor de cabeça ou de estômago, especialmentecabeça ou de estômago, especialmente os dias de aula.os dias de aula.  Pertences que são “perdidos” ou quePertences que são “perdidos” ou que chegam em casa avariados.chegam em casa avariados.
  25. 25. Em caso de suspeita:Em caso de suspeita:  Não perguntar diretamente para o seu filho(a).Não perguntar diretamente para o seu filho(a).  Fazer perguntas como:Fazer perguntas como: ““O que acontece durante o horário de almoço?”O que acontece durante o horário de almoço?” ““Como é ir para a escola a pé ou de ônibus?”Como é ir para a escola a pé ou de ônibus?” ““Há alguma criança agressiva na escola?” Etc...Há alguma criança agressiva na escola?” Etc...  Seja um bom ouvinte.Seja um bom ouvinte.  Permita que a criança tenha tempo paraPermita que a criança tenha tempo para explicar como se sente.explicar como se sente.  Se constatado o “bullying”, diga claramente aoSe constatado o “bullying”, diga claramente ao seu filho(a) que não é culpa dele(a).seu filho(a) que não é culpa dele(a).  Então pergunte a si mesmo se a situação éEntão pergunte a si mesmo se a situação é séria o suficiente para procurar o professor, oséria o suficiente para procurar o professor, o diretor da escola ou até mesmo a polícia.diretor da escola ou até mesmo a polícia. Adaptado de “Cartilha para os pais sobre bullying na escola”, de Richard B. GoldbloomAdaptado de “Cartilha para os pais sobre bullying na escola”, de Richard B. Goldbloom
  26. 26. ConclusãoConclusão  A maneira de combater esse tipo de prática é aA maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos:cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais: “Todosprofessores, funcionários, alunos e pais: “Todos devem estar de acordo com o compromisso dedevem estar de acordo com o compromisso de que oque o bullyingbullying não será mais tolerado.não será mais tolerado.  Definir estratégias em cada escola,Definir estratégias em cada escola, observando-se suas características e as de suaobservando-se suas características e as de sua população.população.  Promover ações que visem a sensibilização e aPromover ações que visem a sensibilização e a conscientização dos envolvidos através deconscientização dos envolvidos através de palestras educativas e programas que reduzampalestras educativas e programas que reduzam a prática do bullying.a prática do bullying.  Conscientizar sobre o que é brincadeira e o queConscientizar sobre o que é brincadeira e o que é bullyingé bullying  Inserir no plano pedagógico práticas anti-Inserir no plano pedagógico práticas anti- bullying.bullying.
  27. 27.  A supervisão dos recreios é também umaA supervisão dos recreios é também uma forma de atenuar os incidentes de bullying,forma de atenuar os incidentes de bullying, como também espaço adequado para jogoscomo também espaço adequado para jogos dirigidos.dirigidos.  Incentivar a participação dos alunos nasIncentivar a participação dos alunos nas decisões e no desenvolvimento de projetos, édecisões e no desenvolvimento de projetos, é uma forma de garantir o sucesso.uma forma de garantir o sucesso.  Os papel dos pais tanto de alunos agressoresOs papel dos pais tanto de alunos agressores como de agredidos é primordial no combate acomo de agredidos é primordial no combate a violência nas escolas.violência nas escolas.  Enfim, é fundamental promover um ambienteEnfim, é fundamental promover um ambiente escolar seguro e sadio, onde haja amizade,escolar seguro e sadio, onde haja amizade, solidariedade, tolerância e respeito àssolidariedade, tolerância e respeito às características individuais de cada um. Que acaracterísticas individuais de cada um. Que a escola não se restrinja somente a ensinarescola não se restrinja somente a ensinar conteúdos mas que eduquem para prática deconteúdos mas que eduquem para prática de uma cidadania justa, pautada em valores euma cidadania justa, pautada em valores e principios onde a família x escola possamprincipios onde a família x escola possam caminhar juntas.caminhar juntas.
  28. 28. BibliografiaBibliografia  Revista eletrônica de enfermagem, Vol.8, nº1, 2006Revista eletrônica de enfermagem, Vol.8, nº1, 2006  Artigos:Artigos:  Ana Claúdia Bortolozzi Maia, “Reflexões sobre aAna Claúdia Bortolozzi Maia, “Reflexões sobre a sexualidade na adolescência”, no site psicopedagogiasexualidade na adolescência”, no site psicopedagogia on line;on line;  Salvador Loureiro Rebelo Junior,”Bullying: umaSalvador Loureiro Rebelo Junior,”Bullying: uma realidade cruel, no contexto escolar”, publicado emrealidade cruel, no contexto escolar”, publicado em 28/05/07, site psicopedagogia on line;28/05/07, site psicopedagogia on line;  Ballone GJBallone GJ -- Maldade da Infância e Adolescência:Maldade da Infância e Adolescência: BullyingBullying - in. PsiqWeb, Internet, disponível em- in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.brwww.psiqweb.med.br, revisto em 2005, revisto em 2005  www.educacional.com.brwww.educacional.com.br

×