Concepções Estéticas As correntes que determinaram o estatuto e a função da obra de arte. Estética e História da Arte – FA...
<ul><li>O naturalismo grego Conceito de Naturalismo </li></ul><ul><li>Segundo Harold Osborne: </li></ul>Por: Maria do Carm...
<ul><li>O naturalismo grego Variações do naturalismo </li></ul><ul><li>Realismo: retrata o mundo de forma real com suas im...
<ul><li>O naturalismo grego </li></ul>Por: Maria do Carmo Kouros Anavyssos , c. 530 a.C.  Ânfora retratando escravos grego...
<ul><li>O naturalismo grego </li></ul>Por: Maria do Carmo Dos estudos sobre o corpo humano para reproduzi-lo de forma real...
<ul><li>O naturalismo grego A obra apreciada pelo realismo </li></ul>Por: Maria do Carmo No naturalismo grego, a obra é be...
2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Na Europa ocidental, na idade médi...
2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo A arte anterior a esta época era v...
2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Aproveitando-se do alto nível de a...
2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo O naturalismo é abandonado em prol...
2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Na estética medieval o conceito de...
3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira Com o Renascimento, o trabalho do artis...
3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira A arte passa a utilizar-se de todo conh...
3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira Pinturas e esculturas ainda focam a rel...
4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira No século XVII, a herança metodológica e conclusiva de De...
4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira A arte passa a seguir normas técnicas que são vistas como...
4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira A estética normativa limita a criatividade e a individual...
5. Kant e a crítica do juízo estético Um novo conceito para o belo Por: Helder Oliveira Em 1790 Immanuel Kant elabora a C ...
6. A estética romântica A arte como expressão das emoções Por: Amanda Rodrigues O romantismo concebe a arte como expressão...
6. A estética romântica A arte como expressão das emoções Por: Amanda Rodrigues <ul><li>As idéias do romantismo: </li></ul...
7. A ruptura do naturalismo A arte com identidade própria Por: Amanda Rodrigues O assunto ou tema das obras são menospreza...
8. O pós-modernismo A desconstrução da forma Por: Amanda Rodrigues Não existe um estilo único.
O que diz a obra de arte? Por: Elan Lopes
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História da Arte - Concepções Estéticas

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Apresentação sobre concepções estéticas para a disciplina de Estética e História da Arte.

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História da Arte - Concepções Estéticas

  1. 1. Concepções Estéticas As correntes que determinaram o estatuto e a função da obra de arte. Estética e História da Arte – FA7 – 09/03/2010
  2. 2. <ul><li>O naturalismo grego Conceito de Naturalismo </li></ul><ul><li>Segundo Harold Osborne: </li></ul>Por: Maria do Carmo É a ambição de colocar diante do observador uma semelhança convincente das aparências reais das coisas.
  3. 3. <ul><li>O naturalismo grego Variações do naturalismo </li></ul><ul><li>Realismo: retrata o mundo de forma real com suas imperfeições. </li></ul>Por: Maria do Carmo <ul><li>Idealismo: retrata o mundo de forma idealizada aperfeiçoando o real </li></ul>Lacoonte e seus filhos, c. 200 a.C.
  4. 4. <ul><li>O naturalismo grego </li></ul>Por: Maria do Carmo Kouros Anavyssos , c. 530 a.C. Ânfora retratando escravos gregos realizando seus trabalhos. A Vitória de Samotrácia, c. 190 a.C.
  5. 5. <ul><li>O naturalismo grego </li></ul>Por: Maria do Carmo Dos estudos sobre o corpo humano para reproduzi-lo de forma realista, surgiu a teoria das proporções humanas.
  6. 6. <ul><li>O naturalismo grego A obra apreciada pelo realismo </li></ul>Por: Maria do Carmo No naturalismo grego, a obra é bela quando consegue reproduzir o mais real possível o objeto que se quer retratar, mesmo que o objeto retratado seja algo feio.
  7. 7. 2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Na Europa ocidental, na idade média, a arte perde a função naturalista mantendo apenas a função pragmática ou utilitária.
  8. 8. 2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo A arte anterior a esta época era vista como uma má influência que podia prejudicar o fortalecimento da alma e do espírito.
  9. 9. 2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Aproveitando-se do alto nível de analfabetismo, a Igreja utiliza-se da arte para infundir o temor do julgamento final e das penas do inferno.
  10. 10. 2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo O naturalismo é abandonado em prol da estilização. Traços simples, abandono de detalhes e esquematização das figuras.
  11. 11. 2. A estética medieval e a estilização A arte a serviço da religião Por: Maria do Carmo Na estética medieval o conceito de belo está ligado ao divino.
  12. 12. 3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira Com o Renascimento, o trabalho do artista passa a ser dignificado e o mesmo é elevado a condição intelectual. Leonardo DaVinci Raphael Michelangelo
  13. 13. 3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira A arte passa a utilizar-se de todo conhecimento científico para gerar a ilusão visual de algo real.
  14. 14. 3. O naturalismo renascentista A volta do naturalismo a arte. Por: Helder Oliveira Pinturas e esculturas ainda focam a religião Cristã, porém os artistas buscam influências no naturalismo grego-romano.
  15. 15. 4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira No século XVII, a herança metodológica e conclusiva de Descartes na teoria do conhecimento geral influencia fortemente a arte.
  16. 16. 4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira A arte passa a seguir normas técnicas que são vistas como “naturais” devido a natureza do homem ser racional.
  17. 17. 4. Iluminismo e academismo A arte idealista Por: Helder Oliveira A estética normativa limita a criatividade e a individualidade porém, permite ser ensinada nas academias o que resulta no academismo.
  18. 18. 5. Kant e a crítica do juízo estético Um novo conceito para o belo Por: Helder Oliveira Em 1790 Immanuel Kant elabora a C rítica do Juízo , onde realiza o julgamento estético. No processo define que: “ O belo é aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente.”
  19. 19. 6. A estética romântica A arte como expressão das emoções Por: Amanda Rodrigues O romantismo concebe a arte como expressão das emoções pessoais de um artista cuja personalidade genial se torna o centro de interesse.
  20. 20. 6. A estética romântica A arte como expressão das emoções Por: Amanda Rodrigues <ul><li>As idéias do romantismo: </li></ul><ul><li>O gênio: o artista </li></ul><ul><li>A imaginação: faculdade captadora da verdade </li></ul><ul><li>O simbolismo: a obra a encarnação material de um significado espiritual. </li></ul>
  21. 21. 7. A ruptura do naturalismo A arte com identidade própria Por: Amanda Rodrigues O assunto ou tema das obras são menosprezados em contrapartida a valorização do fazer a obra.
  22. 22. 8. O pós-modernismo A desconstrução da forma Por: Amanda Rodrigues Não existe um estilo único.
  23. 23. O que diz a obra de arte? Por: Elan Lopes
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