Revisão – pas.1pptx

6,188 views
5,982 views

Published on

Revisão Vestibular PAS-UEM fase1

Published in: Education, Travel, Business
1 Comment
8 Likes
Statistics
Notes
  • Boa tarde, profa. Elaine. Meu nome é Alessandra, profa. de História na rede pública em Belo Horizonte. Gostei muito de sua apresentação e gostaria de passar para os meus alunos, caso vc venha a disponibilizá-la. Desde já agradeço a atenção. E-mail: ale.hist.escola@gmail.com
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total views
6,188
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
8
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Revisão – pas.1pptx

  1. 1. REVISÃO – PAS/UEM 1500 - 1822 Professora Elaine
  2. 2. OS PRIMEIROS ANOS  A Exploração do pau-brasil - a mão-de-obra indígena - trabalho por quinquilharias = escambo - venda da tinta na Europa = lucros para Portugal  A colonização necessária - ameaça de invasões estrangeiras (piratas holandeses, ingleses e franceses ameaçavam o litoral)  A Conquista do Brasil - 22 de abril 1500: frota portuguesa de Cabral chega a Porto Seguro na Bahia - 1° contato com os índios - 1ª Missa rezada no Brasil
  3. 3. PERÍODO COLONIAL No ano de 1530, o rei de Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil. Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar.
  4. 4. CAPITANIAS HEREDITÁRIAS Em geral, o sistema de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios.
  5. 5. OS GOVERNOS GERAIS  Também existiam as Câmaras Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades.  Após a tentativa fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. A capital do Brasil neste período foi Salvador.
  6. 6. O AÇÚCAR E OS ENGENHOS  A base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.  O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.  As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
  7. 7. MINERAÇÃO A descoberta de ouro nos séculos XVII e XVIII vai provocar uma profunda mudança na estrutura do Brasil colonial. Para administrar a região mineradora foi criada, em 1702, a Intendência das Minas, órgão responsável pela fiscalização e exploração das minas. Realizava a distribuição de datas-lotes a serem explorados, e pela cobrança do quinto ( 20% do ouro encontrado). Em1720, foram criadas as Casas de Fundição- transformavam o ouro bruto ( pó ou pepita ) em barras já quintadas. Quando ocorre o esgotamento da exploração aurífera, o governo português fixa uma nova forma de arrecadar o quinto: 100 arrobas anuais de ouro por município.
  8. 8. CONSEQUÊNCIAS DA MINERAÇÃO A mineração mudou o eixo econômico da vida colonial -do litoral nordestino para a região Centro-Sul; incentivou o comércio interno, garantindo a interligação da região das minas com outras regiões do Brasil. Houve também um grande aumento populacional na região das minas. A sociedade passa a ter um caráter urbano e multiplica-se o número de comerciantes, intelectuais, pequenos proprietários, funcionários públicos, artesãos. A sociedade mineradora passa a apresentar uma certa flexibilidade e mobilidade.
  9. 9. Inconfidência Mineira (1789) O grupo composto pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido por Tiradentes, pelos poetas Tomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa, pelo dono de mina Inácio de Alvarenga e pelo padre Rolim, entre outros representantes da elite mineira decidiu lutar contra os abusivos impostos cobrados pela Coroa portuguesa na região de Minas Gerais. Sobre a questão da escravidão, o grupo não possuía uma posição definida. Estes inconfidentes chegaram a definir até mesmo uma nova bandeira para o Brasil. Ela seria composta por um triangulo vermelho num fundo branco, com a inscrição em latim : Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que Tardia). Influenciados pelos ideais iluministas e pela Guerra de Independência dos Estados Unidos, o objetivo do grupo era conquistar a liberdade definitiva e implantar o sistema de governo republicano em nosso país.
  10. 10. Através da delação de Joaquim Silvério dos Reis, que entregou seus companheiros em troca do perdão de suas dívidas, várias pessoas foram presas pelas autoridades de Portugal. O governador da província, Visconde de Barbacena iniciou o processo da devassa. Num primeiro momento, onze foram os condenados à morte pela forca, os outros eram condenados ao degredo perpétuo na África. Ao fim da devassa, somente Tiradentes foi condenado a morte: foi enforcado na cidade do Rio de Janeiro no dia 21 de abril de 1792. Logo depois foi esquartejado, e seus quartos foram espalhados pela estrada real, sendo a cabeça exposta na praça central de Vila Rica
  11. 11. Conjuração Baiana – Revolta dos Alfaiates (1798) Foi um movimento separatista que contou com a participação de sapateiros, alfaiates, bordadores, ex-escravos e escravos. Em alguns momentos, teve o apoio de padres, médicos e advogados. A transferência da capital para o Rio de Janeiro, em 1763 fez com que privilégios fossem retirados de Salvador e os recursos destinados à cidade foram reduzidos. O aumento de impostos prejudicou sensivelmente as condições de vida da população local. O movimento foi fortemente influenciados pelos ideais iluministas propagados pela Revolução francesa, pela luta de independência do Haiti e dos Estados Unidos e pela maçonaria. Formou-se então a sociedade secrete “Cavaleiros da Luz”. Alguns dos participantes do movimento distribuíam panfletos convocando a população a se posicionar contra o domínio de Portugal. Passaram a difundir propostas e ideais radicais entre os regimentos de soldados e a população em geral.
  12. 12. Os membros da elite que estavam envolvidos no movimento foram condenados a penas mais leves ou tiveram suas acusações retiradas. Em contrapartida, os populares que encabeçaram o movimento conspiratório foram presos, torturados e, ainda outros, mortos e esquartejados. O médico Cipriano Barata foi um ativo propagandista do movimento, atuando principalmente entre a população mais humilde e junto aos escravos. Desse modo, a Conjuração baiana foi assumindo feições revolucionárias, tendo em vista a defesa dos interesses das camadas sociais mais pobres, dos humildes e dos escravos. Com a delação do movimento, seus representantes foram presos pelas autoridades Cipriano Barata
  13. 13. A vinda da Família Real para o Brasil Em agosto de 1807, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte. Sem condições militares para enfrentar os franceses, o príncipe regente de Portugal, D. João, resolveu transferir a corte portuguesa para sua mais importante colônia, o Brasil. Contou, neste empreendimento, com a ajuda dos aliados ingleses. Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo.
  14. 14. Abertura dos Portos Uma das principais medidas tomadas por D. João foi decretar a abertura dos portos brasileiros aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil. D. João também incentivou o estabelecimento de indústrias no Brasil, promoveu a construção de estradas e reformas em portos; criou o Banco do Brasil e instalou a Junta de Comércio. Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24% (Tratados de 1810). Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses, prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.
  15. 15. Revolução Pernambucana (1817) Entre as causas da Revolução Pernambucana de 1817 destacam-se o declínio da cultura da cana-de-açúcar e a influência da Maçonaria. Os rebeldes conseguiram conquistar Pernambuco, instalaram um governo provisório que deveria abolir alguns impostos e elaborar uma constituição que estabelecesse a liberdade religiosa e de imprensa, bem como a igualdade de todos perante a lei. O movimento foi liderado por Domingos José Martins, com o apoio de Antônio Carlos de Andrada e Silva e do Frei Caneca, chegando a proclamar a República. D. João VI apressou-se em enviar tropas para combater os rebeldes. Após dois meses, as tropas sufocaram o movimento e os principais líderes foram condenados a morte.
  16. 16. Revolução Liberal do Porto (1820) A chamada Revolução do Porto foi um movimento iniciado na cidade do Porto no dia 24 de agosto de 1820. A burguesia portuguesa se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica da metrópole. O movimento exigia o imediato retorno da Corte para o reino o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial). A junta governativa de Lord Beresford foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal. D. João retornou para Portugal no ano de 1821.
  17. 17. Cedendo às pressões de Portugal, dom João voltou em 26 de abril de 1821. Deixou, contudo, seu filho dom Pedro como regente do Brasil. Assim, agradava aos portugueses e aos brasileiros que tinham lucrado com a vinda da corte portuguesa para o Brasil, especialmente com a abertura dos portos. No final de 1821 chegaram ao Rio de Janeiro decretos da corte que exigiam a completa obediência do Brasil às ordens vindas da metrópole. No dia 9 de dezembro de 1821, o governo brasileiro voltou a ser dependente de Portugal. Dom Pedro recebeu ordens para voltar a Portugal, mas o Partido Brasileiro, grupo formado por grandes fazendeiros, comerciantes e altos funcionários públicos, o convenceu a ficar.
  18. 18. Seu nome completo era: Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon. D. Pedro nasceu em Portugal, em 1798. Morreu em 1834, Foi o primeiro imperador do Brasil e 28° rei de Portugal, ainda que o reinado em Portugal tenha durado sete dias, em 1826. Era filho de D. João VI e Carlota Joaquina. Além disso, foi pai de D. Pedro II, segundo imperador do Brasil. Aos 18 anos casou-se com dona Maria Leopoldina, arquiduquesa d’Áustria,
  19. 19. O Dia do Fico D. Pedro recebeu listas com assinaturas de cerca de 8.000 pessoas pedindo que ele permanecesse no país. Em 9 de janeiro de 1822, apoiado pelas províncias do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, dom Pedro decidiu permanecer. Ele foi à sacada e disse: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico!". Essa data ficou conhecida como o Dia do Fico. Portugal não aceitou pacificamente a decisão de Dom Pedro. As tropas portuguesas sediadas no Rio de Janeiro tentaram forçá-lo a embarcar, o povo reagiu em defesa de Dom Pedro.
  20. 20. A Proclamação da Independência Em maio de 1822, D. Pedro determinou que qualquer decreto das Cortes só poderia ser executado mediante o "Cumpra-se" assinado por ele. Na prática, isso significava conferir plena soberania ao Brasil. Essa medida teve imediato apoio: a 13 de maio, o Senado da Câmara do Rio de Janeiro conferiu ao príncipe regente o título de Defensor Perpétuo do Brasil. Enquanto isso, os liberais radicais sugeriam a D. Pedro a convocação de uma Assembléia Constituinte. O príncipe acatou a sugestão e decretou a sua convocação em junho de 1822. A regência ficou entregue à sua esposa dona Leopoldina. Durante a sua ausência, chega ao Rio de Janeiro uma carta das Cortes Portuguesas, na qual exigia a volta imediata de Dom Pedro à Portugal e a anulação da convocação da Assembléia Nacional Constituinte. No dia 14 de agosto, Dom Pedro partiu para a província de São Paulo que se encontrava agitada por lutas internas.
  21. 21. Leopoldina e José Bonifácio enviaram um correio para levar essa carta a Dom Pedro. José Bonifácio e Leopoldina enviam outra carta, cada um reforçava a idéia de que havia chegado a hora de tomar uma decisão. Às 16 horas e 30 minutos do dia 07 de setembro de 1822, o correio alcançou Dom Pedro nas margens do rio Ipiranga e entregou-lhe as cartas. Depois de ler, amassou e pisoteou as cartas, montou seu cavalo e cavalgou até às margens do Ipiranga e gritou à guarda de honra: "Amigos, as cortes de Lisboa nos oprimem e querem nos escravizar...Deste dia em diante, nossas relações estão rompidas“. O príncipe sacou a espada e gritou: "Por meu sangue, por minha honra e por Deus, farei do Brasil um país livre", em seguida, erguendo a espada, afirmou: "Brasileiros, de hoje em diante nosso lema será: Independência ou Morte!".
  22. 22. TUPI GUARANIS XETÁS JÊ KAINGANGS ANTES - 400 MIL ATUALMENTE – 9 MIL
  23. 23. 1- Ocoí 2- Rio das Cobras 3- Mangueirinha 4- Palmas 5- Marrecas 6- Ivaí 7- Faxinal 8- Rio d’Areia 9- Queimadas 10- Apucaraninha 11- Barão de Antonina 12- São Jerônimo 13- Laranjinha 14- Pinhalzinho 15- Ilha da Cotinga 16- Mococa 17- Tekoha-Añetetê
  24. 24. Com a assinatura do Tratado de Tordesilhas, a maior parte do atual território paranaense passou a pertencer aos espanhóis. A área do litoral que coube aos portugueses, correspondia à capitania de São Vicente
  25. 25. A região que pertencia aos espanhóis ficou conhecida como Província do Guairá. Várias expedições percorreram as terras do Paraná a partir da viagem do Álvares Nuñes Cabeza de Vaca. Os jesuítas fundaram missões ou reduções para catequizar os índios treiná-los para o trabalho. As missões foram destruídas por constantes ataques dos bandeirantes que percorriam os sertões em busca de índios.
  26. 26. O primeiro proprietário português de terras paranaenses foi o bandeirante Diogo de Unhate, que em 1614 tomou posse da sesmaria na região de Paranaguá, entre os rios Ararapira e Superagüi. Em 1617, Gabriel de Lara, descendente de espanhóis, veio para a região com a bandeira de Antônio Pedroso, interessado em faiscar ouro. Lara fundou uma povoação na ilha de Cotinga, que depois transferiu para a margem esquerda do Taquaré (hoje Itiberê).
  27. 27. Gabriel de Lara ocupa a Ilha da Cotinga e em 1656 torna-se capitão-mor da capitania de Paranaguá. Paranaguá, Antonina, Morretes e Guaraqueçaba são cidades que se formaram com a presença de faiscadores atraídos pela descoberta de veios auríferos. Em 1649, a Vila de Nossa Senhor do Rosário de Paranaguá torna- se a primeira vila do Paraná.
  28. 28. Avançando pelos rios Ribeira e Nhundiaquara mineradores provenientes de São Paulo ocupam o Primeiro Planalto. Com a formação de um povoado, Gabriel de Lara manda erguer o pelourinho em 1668.
  29. 29. A casa Vermelha e o bebedouro do Largo da Ordem O aumento da população, a ausência de autoridades necessárias, e os pedidos dos populares, levaram o capitão-povoador Matheus Leme, em 1693, a promover a primeira eleição de autoridades públicas. O povoado é elevado à categoria de vila, sendo chamada de Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em homenagem à Padroeira. Com o passar do tempo, a Vila foi crescendo e em 1701 passou a ser chamada Vila de Curitiba. Em 1842, foi elevada à categoria de cidade e, em 1853, tornou-se a capital da Província do Paraná
  30. 30. •PEABIRU  estrada milenar utilizada pelos indígena, ligando Cusco, no Peru a São Vicente, São Paulo, estendendo-se por cerca de três mil quilômetros atravessando os territórios dos atuais Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil. •ITUPAVA  Também conhecido como Estrada de Cubatão, foi uma das primeiras vias de comunicação entre o litoral e o Planalto de Curitiba.
  31. 31. •ARRAIAL  Liga Morretes a Curitiba passando por São Jose dos Pinhais. •VIAMÃO  Era o Caminho das Tropas que ligava Viamão, no Rio Grande do Sul até Sorocaba, também conhecido como Estrada da Mata, passando pela região dos Campos Gerais. •GRACIOSA  Caminho que ligava Curitiba e Antonina, passando por Morretes e Porto de Cima.
  32. 32. A cidade de Viamão-RS tornou-se um dos principais centros de comércio e formação de tropas que tinham como destino os mercados de São Paulo. Nesses trajetos, os tropeiros procuravam seguir o curso dos rios ou atravessar as áreas mais abertas, os “campos gerais”. Ao final de cada dia era aceso o fogo, improvisado o "encosto" (o pouso em pasto aberto) ou o "rancho" quando já havia um abrigo construído. Ao longo do tempo os principais pousos se transformaram em povoações e vilas. Surgiram cidades no Paraná como Ponta Grossa, Lapa, Castro, Palmeira, Rio Negro.
  33. 33. A erva-mate foi uma das principais atividades econômicas do Paraná e manteve-se como principal produto paranaense durante o período entre a Emancipação Política do Paraná (1853) e a Grande Crise de 1929, chegando a representar 85% da economia paranaense. As mudanças que ocorreram nos meios de transporte se intensificaram com o desenvolvimento da economia ervateira a partir do século XIX. A erva- mate era conduzida pelo homem, do lugar da colheita até o engenho, através do raído - fardo de erva-mate que chegava a pesar 200 Kg.

×