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Palestra olimpíada do empreendedor inovação aberta & modelagem de negócios   canvas  eduardo grizendi novembro 2013.
 

Palestra olimpíada do empreendedor inovação aberta & modelagem de negócios canvas eduardo grizendi novembro 2013.

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    Palestra olimpíada do empreendedor inovação aberta & modelagem de negócios   canvas  eduardo grizendi novembro 2013. Palestra olimpíada do empreendedor inovação aberta & modelagem de negócios canvas eduardo grizendi novembro 2013. Presentation Transcript

    • Inovação Aberta O que tem ocorrido atualmente na prática Modelamento de negócio-Startups Eduardo Grizendi Inatel Santa Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • Agenda • • • • • • • Motivação e conceitos de inovação A TI e a Inovação A Gestão da Inovação Planejamento Tecnológico Estratégico Modelagem de Negócios - Canvas As Oportunidades para Inovação - os caminhos para inovação Conclusões @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 2
    • CONCEITOS DE INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 3
    • A palavra • Inovação – Origem latina “Innovātus” “in”, significando “movimento para dentro” + “novus”, significando novo. • Assim, inovação é o movimento em busca do novo. @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • A Inovação segundo Schumpeter (TDE, 1911) • Novas combinações de meios produtivos (“materiais e forças”) aparecendo descontinuamente, gerando desenvolvimento (“realização de novas combinações”): – – – – Introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de um bem Introdução de um novo método de produção Abertura de um novo mercado Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens manufaturados – Estabelecimento de uma nova organização de qualquer indústria • Invenção # Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 5
    • A Inovação segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) • Inovação tipo TPP (Tecnológica de Produto e Processo + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional – Inovação tipo TPP (Manual de Oslo 2ª Edição): • Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) substancialmente aprimorado ou • Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado – Inovação em Marketing: • Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing – Inovação Organizacional: • Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 6
    • A Inovação para a Empresa Novo Produto Melhoria em Produto Baseado em apresentação do Instituto Inovação Inovação Tecnológica Novo Processo Produtivo Melhoria em Processo Produtivo = Nova Estratégia de Marketing Novo Metódo Organizacional @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • A Inovação segundo o Manual de Oslo (2ª Edição) Grau de Novidade @Eduardo Grizendi 2013 Manual de Oslo, 2ª edição, tradução FINEP Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 8
    • O Processo de Inovação A seleção de idéias e projetos Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Idéias Projetos Protótipo Projetos Projetos Projetos Protótipo Produto Projetos Idéias Idéias Idéias @Eduardo Grizendi 2013 B Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 9
    • O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Closed Innovation @Eduardo Grizendi 2013 Open Innovation Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 10
    • O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 11
    • As oportunidades do modelo de Inovação Aberta “Open Innovation” Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 12
    • A TI E A INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 13
    • A TI e a Inovação • A Inovação atualmente é o principal fator de competitividade no mercado das empresas em geral. – “Inovação é a única fonte sustentável de competitividade” [Sílvio Meira, Folhaweb, 2011] – Ela está em todos os setores econômicos. • A TI está em toda a parte, nas A TI é um setor que permeia todos os setores econômicos e empresas em geral e na contribui, significativamente, para a sua inovação. maioria de essência, sua própria inovação. – Em alguns deles, a TI é, emsuas ainovações. • A TI contribui: – – – – – Para o design de um novo produto, Para a automação de um processo, Para a coleta, sistematização e análise de dados de mercado, Para as melhorias organizacionais, ..... @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 14
    • A GESTÃO DA INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 15
    • A Gestão da Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 16
    • A Gestão da Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, planejamento tecnológico estratégico, modelagem de Negócios, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 17
    • Oportunidades Tecnológicas Empresa @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • As oportunidades do modelo de Inovação Aberta “Open Innovation” Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 19
    • Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” connect + develop @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 20
    • PLANEJAMENTO TECNOLÓGICO ESTRATÉGICO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 21
    • Planejamento Tecnológico Estratégico • Importante como parte das atividades de Planejamento Estratégico em Empresas de Base Tecnológica; • Objetivo: Identificar potenciais produtos inovadores para integrarem o portfólio de produtos • Metodologia: – – – – – Brainstorming Identificação de oportunidades de produtos Estudo prospectivo de tendências tecnológicas Modelagem de Negócio Estudo de Valoração @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 22
    • Etapas do Planejamento Tecnológico Estratégico Área Tecnológica Planejamento Tecnológico Estratégico Fonte: Adaptado de Drumond, P. H., UFMG, 2005 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 23
    • Etapa 1 – Geração de Idéias e priorização dos produtos Área Tecnológica Atividades Recomendadas: • Fazer dinâmicas internas de brainstorming • Pesquisar tendências tecnologias, mercados e produtos atraentes • Levantar oportunidade de produtos e mercados a serem atingidos • Identificar critérios de priorização para as idéias Questão • Quais as melhores ideias Critério: Intuição e experiência Decisão: Identificação de idéias de Áreas Tecnológicas, Produtos e Mercados, Fonte: Adaptado de Drumond, P. H., UFMG, 2005 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 24
    • Etapa 2 – Priorização das Idéias de Produto Atividades Recomendadas: • Dinâmicas internas de brainstorming. • Aplicação da parte inicial dos critérios de priorização. Questão: Questão Quais seriam as idéias a serem priorizadas • Quais ideias devemos e modeladas priorizar? como negócio Critérios: Intuição e experiência de mercado Decisão: Após a priorização, re-analisar os critérios e verificar se o resultado está consistente Fonte: Adaptado de Drumond, P. H., UFMG, 2005 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 25
    • Quadro de Priorização Ideias • Identificação dos Critérios de Priorização • Preenchimento do Quadro de Priorização das Ideias de Produtos @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 26
    • Etapa 3 – Priorização das Plataformas e Produtos Planejamento Tecnológico Estratégico • Elaboração da Modelagem do Negócio • Elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica-Econômica dos produtos decorrentes de idéias priorizadas • Aplicação da parte final (indicadores econômicos) dos critérios de priorização Questão: • Quais devemos ideias devemos empreender? Fonte: Adaptado de Drumond, P. H., UFMG, 2005 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 27
    • MODELAGEM DE NEGÓCIO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 28
    • Modelagem do Negócio - Método Canvas • Baseado em: “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better, − • • Representação simplificada da lógica do negócio; Descreve: − − − − • http://business-model-design.blogspot.com O que a empresa oferece aos seus clientes; Como ela chega até eles e se relaciona com eles; Com que recursos, atividades e parceiros ela faz isto; Como ela ganha dinheiro com isto; Distingue-se do modelo de processo de negócio e do modelo organizacional; @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 29
    • Blocos construtivos do Modelo de Negócio • • • • • • • • • Segmentos de Clientes: grupos de clientes com características distintas; Proposta de Valor (“Value Proposition”): conjunto de produtos e serviços que satisfazem as necessidades de segmentos de clientes; Canais de Distribuição: canais através dos quais se comunica com os clientes e se oferece a Proposta de Valor; Relacionamento com Cliente: tipos de relacionamentos mantidos com cada segmento de clientes; Linhas de receita: linhas de receita através das quais se conquista as receitas dos clientes; Recursos chave ((“core capabilities”) : recursos chaves sobre os quais o modelo de negócio é construído; Atividades chave : atividades mais importantes desenvolvidas para implementação do modelo de negócio; Rede de Parceiros: parceiros e fornecedores que participam do negócio; Estrutura de Custos: custos que se incorrem para rodar o modelo de negócio; @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 30
    • Blocos construtivos do Modelo de Negócio INFRAESTRUTURA OFERTA REDE DE PARCEIROS PROPOSTA DE VALOR RECURSOS CHAVE CLIENTES CLIENTES ALVO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO ATIVIDADES CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS RELACIONAMENTO COM O CLIENTE FINANCEIRO LINHAS DE RECEITA Fonte: How to Describe and Improve your Business Model to Compete Beter, Alexander Osterwalder, http://business-model-design.blogspot.com @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 31
    • Método Canvas @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 32
    • Descrevendo o Modelo de oferta da empresa Negócio Descrevendo a OFERTA PROPOSTA DE VALOR Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar as Propostas de Valor • • • • O que está sendo oferecido para o mercado? Que conjunto de produtos e serviços é oferecido para cada segmento de clientes? Que necessidades dos clientes são atendidas para cada Proposta de Valor? São oferecidos diferentes níveis de serviço para diferentes segmentos de clientes? @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 33
    • Descrevendo para quem a empresa Descrevendo o Modelo de Negócio oferece a proposta de valor OFERTA CLIENTE PROPOSTA DE VALOR CLIENTE ALVO Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Cliente alvo 1 Cliente alvo 2 … Questões chave para identificar os Clientes Alvo? • • Para quem se está criando valor? Qualquer que seja a forma de se agrupar os clientes em categoria,... o ...propõe-se a eles ofertas diferenciadas? o ...alcança-se eles através de diferentes canais de distribuição e comunicação? o ...mantêm-se com eles diferentes relacionamentos ( p. ex. mais pessoal)? o ...tem-se lucratividades substancialmente diferenciadas entre eles? @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 34
    • Descrevendo o Modelo de empresa alcança seus clientes Negócio Descrevendo como a OFERTA CLIENTE PROPOSTA DE VALOR CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CLIENTE ALVO Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Canal de distribuição 1 Canal de distribuição 2 … Cliente alvo 1 Cliente alvo 2 … Questões chave para identificar os Canais de Distribuição: • • • • • Através de quais canais de distribuição e comunicação atingimos o mercado? Quão bem cada canal trabalha? Quão caro ou eficiente em custo é cada canal? Através de quais canais de distribuição e comunicação promove-se e entrega-se cada proposta de valor? Através de quais canais alcança-se cada segmento de clientes? @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 35
    • Descrevendo o relacionamento que a empresa Descrevendo o Modelo de Negócio constrói com o cliente OFERTA CLIENTE PROPOSTA DE VALOR RELACIONAMENTO COM O CLIENTE CLIENTE ALVO Proposta de valor1 Proposta de valor 2 … Relacionamento tipo 1 Relacionamento tipo 2 … Cliente alvo 1 Cliente alvo 2 … Questões chave para identificar os tipos de Relacionamentos com o Cliente: • • • Desenvolve-se e mantêm-se diferentes tipos de relacionamento com cliente no modelo de negócio (mais ou menos intenso, mais ou menos pessoal)? Quão intensivo em consumo de recursos ou outros custos é cada um destes tipos de relacionamento com cliente? Para cada segmento de cliente, quais tipos de relacionamento e mecanismos são desenvolvidos e mantidos com o cliente? 36
    • Descrevendo oDescrevendo como aNegócio dinheiro Modelo de empresa ganha OFERTA FINANCEIRO CLIENTE PROPOSTA DE VALOR LINHAS DE RECEITA CLIENTES ALVO Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Linha de receita 1 Linha de receita 2 … Cliente alvo 1 Cliente alvo 2 … Questões chave para identificar as Linhas de Receita • • • Quais são as linhas de receita do negócio? Quais são as linhas de receita para cada segmento de clientes e proposta de valor? Quanto cada linha de receita contribui para a receita total em porcentagem? 37
    • Descrevendo o Modelo de Negócio demandados Descrevendo como os recursos são INFRAESTRUTURA OFERTA RECURSOS CHAVE PROPOSTA DE VALOR Recurso chave 1 Recurso chave 2 … Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar os Recursos Chave envolvidos: • • Quais são os recursos chave sobre os quais o modelo de negócio se desenvolve? Como cada um destes recursos chave se relacionam com as propostas de valor e com seus correspondentes segmentos de clientes, canais e relacionamentos? 38
    • Descrevendo Descrevendo quais atividades são demandadas o Modelo de Negócio INFRAESTRUTURA OFERTA RECURSOS CHAVE ATIVIDADES CHAVE PROPOSTA DE VALOR Recurso chave 1 Recurso chave 2 … Atividade 1 Atividade 2 … Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar as Atividades Demandadas: • • • Quais são as principais atividades demandadas pelo modelo de negócio? Com quais recursos chave elas se apóiam? Para quais propostas de valor, canais ou relacionamento elas contribuem? 39
    • Descrevendo os parceiros Descrevendo o Modelo de que participam do modelo de Negócio negócio INFRAESTRUTURA OFERTA RECURSOS CHAVE REDE DE PARCEIROS PROPOSTA DE VALOR Recurso chave1 Recurso chave 2 … Parceiro 1 Parceiro 2 … Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar a Rede de Parceiros • • • Com quais parceiros e fornecedores o modelo de negócio trabalha? Quais são os recursos chave relacionados a eles? Para quais propostas de valor, canais e relacionamento eles contribuem? 40
    • Descrevendo o Modelo custos do modelo de negócio de Negócio Descrevendo os INFRAESTRUTURA FINANCEIRO OFERTA RECURSOS CHAVE ESTRUTURA DE CUSTOS PROPOSTA DE VALOR Recurso chave 1 Recurso chave 2 … Centro de custos 1 Centro de custos 2 … Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar os Custos Envolvidos • • • Quais são os custos mais ofensores do modelo de negócio? Os custos são facilmente identificados no modelo de negócio? Os custos podem ser calculados para cada segmento de cliente? 41
    • Exemplo de Modelo de Negócio do Skype Skype “eBay” deliver voice & video quality website free VoIP & value added services global (non segmented) software development internet software development large scale low margin free voice-over-IP VoIP telephony & value-added services 42
    • PLANEJAMENTO TECNOLÓGICO ESTRATÉGICO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 43
    • Estudo de Viabilidade Técnica-Econômica dos produtos decorrentes de idéias priorizadas • Elaboração do estudo • Preenchimento das Planilhas de Valoração do Negócio @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 44
    • A GESTÃO DA INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 45
    • As oportunidades do modelo de Inovação Aberta “Open Innovation” Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling INATEL, UNIFEI, ... External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 46
    • A Gestão da Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 47
    • Aproveitamento dos Resultados de Pesquisa Modelo de “Open Innovation” Resultados de Pesquisas Tecnológicas Competências Comercializados (licenciados) para empresas existentes no mercado Comercializados (licenciados) para Empresas Nascentes da própria instituição/empresa (“Spin-offs”) Conhecimento Tecnologias não patenteáveis Patentes, etc... Incorporadas em produtos (bens e serviços) pela instituição/empresa e levadas ao mercado Estoque * (banco de patentes, competências, etc...) (*) As tecnologias não licenciadas (patentes ou não) não geram valor econômico @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • A Geração de Spin-offs Empresa ou Universidade @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • O aproveitamento de “Spin-off” – Estratégia de “Spin-in” Lista de Aquisições • Google http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_acquisitions • Yahoo: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Yahoo%21 • Microsoft http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_companies_acquired_by_Microsoft_Corporati on @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 50
    • Estratégia de “Spin-in” Google @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 51
    • As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta “Open Innovation” Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling INATEL, UNIFEI,, ... External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 52
    • As 30 mais importantes inovações em 30 anos 1. Internet WWW 16. Media file compression (e.g., jpeg, mpeg, mp3) 2. PC/Laptop computers 17. Microfinance 3. Mobile phones 18. Photovoltaic Solar Energy 4. Email 19. Large scale wind turbines 5. DNA testing and sequencing/Human genome mapping 20. Social networking via internet 6. Magnetic resonance imaging (MRI) 7. Microprocessors 8. Fiber optics 9. Office software (Spreadsheets, word processors) 22. Digital photography/videography 23. RFID and applications (e.g. NFC) 10. Non-invasive laser/robotic surgery (laparoscopy) 11. Open source software and services (e.g., Linux, Wikipedia) 12. Light emitting diodes (first real devices in 1960s; in products in mid-70s) 13. Liquid Crystal Displays 24. Genetically modified plants 25. Bio fuels 26. Bar codes and scanners 27. ATMs 28. Stents 29. SRAM flash memory 30. Anti retroviral treatment for AIDS 14. GPS Systems 15. Online shopping/ecommerce/auctions (e.g., eBay) @Eduardo Grizendi 2013 21. Graphic user interface (GUI) http://www.pbs.org/nbr/site/features/special/top-30-innovations_home/ Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 53
    • “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942] • Destruição do velho, como conseqüência do surgimento do novo. “... que revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro, destruindo incessantemente o antigo e criando elementos novos...” “Este processo de destruição criativa é básico para se entender o capitalismo. É dele que se constitui o capitalismo e a ele deve se adaptar toda a empresa capitalista para sobreviver” “... esforço para enfrentar uma situação que tudo indica que mudará, ou seja, como uma tentativa dessas empresas de firmar-se em um terreno que lhe foge sob os pés”. @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 54
    • Conclusões • A Inovação tecnológica tem que gerar riqueza – Trazer “dim dim”, “bufunfa”, ... • A Inovação pode ser na Empresa, na região/nacional ou no mundo • A TI está em toda a parte, nas empresas em geral e na maioria de suas inovações. • A Gestão da Inovação e, em especial, a Gestão da Propriedade Intelectual, são importantes para a competitividade da Empresa. – O Gestor de TI é principalmente um Gestor da Inovação • O Modelo de “Open Innovation” e o Marco Legal da Inovação trazem novos caminhos para a Inovação; • O Gestor de TI é principalmente um Agente da Inovação • A realidade do “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942], é ainda mais estarrecedora em TIC; @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 55
    • MANUAL DE ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE INOVAÇÃO Ministério das Relações Exteriores Itamaraty Eduardo Grizendi Janeiro de 2011 http://www.finep.gov.br/dcom/manualinovacao.pdf @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013
    • MANUAL DE INOVAÇÃO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS DE TIC “Orientações Gerais sobre Inovação para Empresas do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação” SOFTEX Eduardo Grizendi Dezembro de 2012 http://arquivos.publit.com.br/Manual_de_Inovacao_em_Empresas_TIC_Eduardo_Grizendi_SOFTEX.pdf @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 57
    • Eduardo Grizendi Inovação Cervejeira Youtube http://www.youtube.com/watch?v=C6vs9n8ZzME @Eduardo Grizendi 2013 Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013 58
    • Obrigado !!! Eduardo Grizendi egrizendi@gmail.com egrizendi@inatel.br Blog: www.eduardogrizendi.blogspot.com Slideshare: www.slideshare.net/egrizendi Sta. Rita do Sapucaí, 19 de Novembro de 2013