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Palestra estratégia para projetos de inovação  inatel  30 set  2011 eduardo grizendi v 1.`0
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Palestra estratégia para projetos de inovação inatel 30 set 2011 eduardo grizendi v 1.`0

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  • 1. Estratégias para Projetos de Inovação Eduardo Grizendi egrizendi@inatel.br Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011
  • 2. Agenda• O conceito de inovação• O processo e modelos de inovação;• O modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”);• O conceito de gestão da inovação e a importância da gestão da propriedade intelectual;• O Marco Legal de Inovação no País• Instrumentos de inovação de agências de fomento• Os caminhos para inovação• Conclusões@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 2
  • 3. A Inovação segundo Schumpeter (TDE, 1911)• Novas combinações de meios produtivos (“materiais e forças”) aparecendo descontinuamente, gerando desenvolvimento (“realização de novas combinações”): – Introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de um bem – Introdução de um novo método de produção – Abertura de um novo mercado – Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens manufaturados – Estabelecimento de uma nova organização de qualquer indústria• Invenção # Inovação@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 3
  • 4. A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008• Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional• Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado• Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing• Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 4
  • 5. A Inovação segundo as Leis de Inovação e do Bem• Lei de Inovação Federal: – Art. 2º, IV , “Inovação: Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços”• Lei Mineira de Inovação: – Art.2º, I , inovação tecnológica: “concepção de novo produto ou processo de fabricação e a agregação de utilidades ou características a bem ou processo tecnológico existente, que resultem em melhoria de qualidade, maior competitividade no mercado e maior produtividade”• Lei do Bem – Art. 17º, § 1º, “Considera-se inovação tecnológica a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado”@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 5
  • 6. A Inovação Tecnológica para a Empresa Novo Produto Melhoria em Produto Novo Processo Melhoria em Processo =@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 6
  • 7. O Processo de Inovação Funil da Inovação Idéias Idéias Idéias Projetos Idéias Protótipo Projetos Idéias Idéias Projetos Protótipo Idéias Idéias Produto Idéias Projetos Idéias Idéias Idéias Idéias@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 7
  • 8. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Closed Innovation Open Innovation@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 8
  • 9. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”)@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 9
  • 10. Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 10
  • 11. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc.• O que não é: – Execução da P&D&I• Pode incluir ou não a Gestão da P&D @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 11
  • 12. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc.• O que não é: – Execução da P&D&I• Pode incluir ou não a Gestão da P&D @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 12
  • 13. Processo de Inovação Modelo Interativo Idéias Idéias MM Produto Idéias ee Idéias Projetos Idéias Produto rr Projetos Protótipo Idéias Idéias cc Projetos Protótipo Idéias Idéias aa Idéias Projetos Produtod Projetos d Idéiaso Idéias Produto o Idéias @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 13
  • 14. Stages and Gates Fonte: http://www.futurelab.be@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 14
  • 15. As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 15
  • 16. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc.• O que não é: – Execução da P&D&I• Pode incluir ou não a Gestão da P&D @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 16
  • 17. Importância da Gestão da Propriedade Intelectual• Propriedade intelectual de: – Invenção, Modelo de Utilidade; Software, Topografia de CI – “Know-how; – Marcas; – Autoral• Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica; – Protege e recompensa o esforço de P&D; – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos • Inverso: segredo industrial – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias; – Protege contra a proteção por terceiros;• Banco de patentes – Importante fonte de conhecimento – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de patentes nacionais e internacionais;• Jogo jogado mundialmente!@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 17
  • 18. Exemplos de Invenções e Inovações • Clipe − Apareceu na Inglaterra em 1867, quando já se produzia arame de aço flexível. − Várias patentes foram concedidas (ex. nos EUA ao norueguês Johan Vaaler em 1901 ) • Zíper − O primeiro fecho com fendas foi patenteado em 1851, nos EUA (patente de E. Howes) − O encaixe era feito um a um.@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 18
  • 19. @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 19
  • 20. A Inovação segundo o Manual de Oslo (2ª Edição) Grau de Novidade e Definição de Inovação Manual de Oslo, 2ª edição, tradução FINEP@Eduardo Grizendi 2010 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 20
  • 21. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc.• O que não é: – Execução da P&D&I• Pode incluir ou não a Gestão da P&D @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 21
  • 22. As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 22
  • 23. Exemplo: Plataforma Fiat de “Open Innovation” Fiatmio@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 23
  • 24. Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” connect + develop@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 24
  • 25. Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,Inatel 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 25
  • 26. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc.• O que não é: – Execução da P&D&I• Pode incluir ou não a Gestão da P&D @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 26
  • 27. O Marco Legal de Inovação no País• [Política Industrial: Plano Brasil Maior}• Lei federal de inovação;• Leis estaduais de inovação; – Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe e Goiás• Lei do Bem – Cap. III – Incentivos Fiscais a Inovação – Cap. IV – Isenção de impostos PIS & COFINS para produtos de informática @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 27
  • 28. Plano Brasil Maior Dimensões@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 28
  • 29. Plano Brasil Maior Estímulo à Inovação & Compras Governamentais@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 29
  • 30. A Lei Federal de Inovação • Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004 – “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências”. – Regulamentada pelo decreto nº 5.563 de 10/2005 • Trouxe vários instrumentos para fomentar a inovação no país, principalmente no aproveitamento de resultados de P&D das ICTs. – Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico;@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 30
  • 31. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Visão da Lei de Inovação@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 31
  • 32. A Lei Federal de Inovação Incentivos Diretos e Indiretos IV - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICAArt. 19A União, as ICT e as agências de fomento promoverão e incentivarão o desenvolvimento deprodutos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito Subvençãoprivado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursosfinanceiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura, a serem ajustados em convênios ou Econômicacontratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento, paraatender às prioridades da política industrial e tecnológica nacional. . FINEP VI – DISPOSIÇÕES FINAIS INCENTIVOS INDIRETOS = INCENTIVOS FISCAIS Art. 28 A União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais com vistas na consecução dos objetivos estabelecidos nesta Lei. O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, em até 120 (cento e vinte) dias, contados da Lei do Bem publicação desta Lei, projeto de lei para atender o previsto no caput deste artigo.@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 32
  • 33. Os Editais Finep de Subvenção Econômica Chamada Pública Subvenção Econômica 2010• Objetivo  Recursos de subvenção econômica (recursos não-reembolsáveis) para desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores dentro de áreas consideradas estratégicas nas políticas públicas federais, por empresas brasileiras• Valores por projetos a serem solicitados à FINEP/FNDCT: de R$ 500 mil à R$ 10 milhões.• Contra-partida:• Prazo de execução do projeto: até 36 (trinta e seis) meses.• Prazo de submissão de proposta : 13/10/2010@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 33
  • 34. As Leis Estaduais de Inovação Estado Legislação Entrada em vigor Alagoas Lei Estadual nº 7.117, 12 de Novembro de 2009. Amazonas Lei Ordinária nº 3.095 17 de Novembro de 2006 Bahia Lei Estadual nº 11.174 09 de Dezembro de 2008 Ceará Lei Estadual 14.220 16 de Outubro de 2008 Goiás Lei Estadual nº 16.922, DE 08 de Fevereiro de 2010. Mato Grosso Lei Complementar nº 297 07 de Janeiro de 2008 Minas Gerais Lei Estadual nº 17.348 17 de Janeiro de 2008 Pernambuco Lei Estadual nº 13.690 16 de Dezembro de 2008 Rio de Janeiro Lei Estadual n° 5.361 29 de Dezembro de 2008 Decreto Estadual nº 42.302 12 de fevereiro de 2010 Rio Grande do Sul Lei Estadual nº 13.196 13 de Julho de 2009 São Paulo Lei Complementar nº 1049 19 de Junho de 2008 Decreto nº 53.141, 19 de Junho de 2008 Santa Catarina Lei Estadual nº 14.328 15 de Janeiro de 2008 Sergipe Lei Estadual nº 6.794 02 de Dezembro de 2009@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 34
  • 35. A Lei Mineira de Inovação Lei no. 17.348,/2008. Dispõe sobre o incentivo à inovação tecnológica no EstadoCAPÍTULO I - DA INOVAÇÃOCAPÍTULO II - DA PARTICIPAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS NOPROCESSO DE INOVAÇÃOCAPÍTULO III - DO ESTÍMULO AO PESQUISADOR E ÀS ICTMGSCAPÍTULO IV - DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICACAPÍTULO V - DO ESTÍMULO AO INVENTOR INDEPENDENTECAPÍTULO VI - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESASCAPÍTULO VII - DOS PARQUES TECNOLÓGICOS E DAS INCUBADORAS DE EMPRESA DE BASETECNOLÓGICACAPÍTULO VIII - DOS INCENTIVOSCAPÍTULO IX - DISPOSIÇÕES FINAIS@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 35
  • 36. A Lei Mineira de Inovação CAPÍTULO VIII DOS INCENTIVOS INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICAArt. 20. O Poder Executivo concederá incentivos à inovação tecnológica no Estado, por meio de apoiofinanceiro a EBTs e a ICT-Privadas, e assegurará a inclusão de recursos na proposta de leiorçamentária anual para essa finalidade.@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 36
  • 37. A Lei do Bem 7 Visão Geral• MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005)• Vários capítulos• Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Prevista na Lei de inovação – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica;...”. – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas. – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006. – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de 29/08/2011. – O centro de atenção é a empresa • Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...” – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, .... – Recentemente incluiu o “tablet” – Expira em 2014.@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 37
  • 38. O Cap. III da Lei do Bem Os principais Incentivos Fiscais • Dedução de 100% dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – Dedução de mais 60% (100+60=160%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – Dedução de mais 20% (160+20=180%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, incrementando o número de pesquisadores (RH) – Dedução de mais 20% (180+20=200%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, através de pagamentos vinculados a patente concedida ou cultivar registrado • Redução de 50% de IPI na aquisição de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Depreciação Acelerada integral no ano da aquisição, de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Amortização Acelerada na aquisição de bens intangíveis, vinculados exclusivamente às atividades de destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Redução a zero da alíquota do imposto sobre a renda retido na fonte nas remessas efetuadas para o exterior destinadas ao registro e manutenção de marcas, patentes e cultivares”@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 38
  • 39. Resumo dos Incentivos Fiscais do Cap. III da Lei do Bem Principais Incentivos Fiscais da Lei do Bem Dedução Adicional de 60% automático 10% com incremento de <= 5 % dos pesquisadores 20% com incremento de > 5 % dos pesquisadores BC do IRPJ & CSLL 20% para patente concedida Depreciação Integral no ano de aquisição de equipamentos Amortização acelerada para ativos intangíveis Redução de IPI 50% na aquisição de equipamentos Redução a IR Retido na Fonte 0 (zero) em remessas para registro e manutenção de patentes@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 39
  • 40. Resumo dos benefícios dos incentivos fiscais do Cap. III da Lei do Bem Estimativa dos Benefícios da Lei do Bem Recuperação de Despesas Operacionais com M.O. interna e serviços de terceiros entre 20,4 a 34% Despesas Operacionais com ICTs (Lei Rouanet) entre 17 e 85% Remessas no exterior 10% ou alíquota 0 (zero) Ativos – instalações ganho financeiro da depreciação integral Ativos - máquinas e equipamentos ganho financeiro da depreciação integral ganho financeiro da amortização Ativos intangíveis acelerada Redução de Ativos -máquinas e equipamentos 50% do IPI@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 40
  • 41. Dispêndios contratadas com instituição de pesquisa • Dispêndios com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica contratadas com instituição de pesquisa – § 1º. O disposto no inciso I do caput deste artigo [refere-se ao Art. 3º, I do Decreto] aplica-se também aos dispêndios com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica contratadas no País com universidade, instituição de pesquisa ou inventor independente de que trata o inciso IX do art. 2o da Lei no 10.973, de 2 de dezembro de 2004, desde que a pessoa jurídica que efetuou o dispêndio fique com a responsabilidade, o risco empresarial, a gestão e o controle da utilização dos resultados dos dispêndios. Inatel@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 41
  • 42. A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e o Marco Legal de Inovação• Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional• Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) Marco Legal da Inovação substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado (atual)• Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing• Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 42
  • 43. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc. @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 43
  • 44. Estratégia de “Spin-in” Lista de Aquisições • Google http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_acquisitions • Yahoo: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Yahoo%21 • Microsoft http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_companies_acquired_by_Microsoft_Corporati on@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 44
  • 45. Estratégia de “Spin-in” “Spin-in’s” do Google@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 45
  • 46. Estratégia de “Spin-in” Exemplo de Aquisição do Facebook@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 46
  • 47. Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 47
  • 48. Programas de Financiamento a Inovação FINEP, CNPQ, BNDES, FAPEMIG, • FINEP – Programa Juro Zero – Programa Subvenção Econômica – Programa PRIME – Programa PAPPE Subvenção/Integração – Programa Inova Brasil • CNPQ – Programa RHAE • BNDES – Linha Capital Inovador (Foco na Empresa) – Linha Inovação Tecnológica (Foco no Projeto) – Linha Inovação Produção – Programa PSI (Programa de Sustentação do Investimento) – Fundo Tecnológico - FUNTEC • FAPEMIG – Programa PAPPE em parceria com a FINEP – Pró-inovação@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 48
  • 49. Programas de Financiamento a Inovação FINEP@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 49
  • 50. Programas de Financiamento a Inovação BNDES@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 50
  • 51. Fapemig Fonte: FIEMG@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 51
  • 52. As 30 mais importantes inovações em 30 anos1. Internet WWW 16. Media file compression (e.g., jpeg, mpeg, mp3)2. PC/Laptop computers 17. Microfinance3. Mobile phones 18. Photovoltaic Solar Energy4. Email 19. Large scale wind turbines5. DNA testing and sequencing/Human genome 20. Social networking via internet mapping 21. Graphic user interface (GUI)6. Magnetic resonance imaging (MRI) 22. Digital photography/videography7. Microprocessors 23. RFID and applications (e.g. EZpass)8. Fiber optics 24. Genetically modified plants9. Office software (Spreadsheets, word processors) 25. Bio fuels10. Non-invasive laser/robotic surgery (laparoscopy) 26. Bar codes and scanners11. Open source software and services (e.g., Linux, Wikipedia) 27. ATMs12. Light emitting diodes (first real devices in 1960s; 28. Stents in products in mid-70s) 29. SRAM flash memory13. Liquid Crystal Displays 30. Anti retroviral treatment for AIDS14. GPS Systems15. Online shopping/ecommerce/auctions (e.g., http://www.pbs.org/nbr/site/features/special/top-30-innovations_home/ eBay) @Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 52
  • 53. “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942]• Destruição do velho, como conseqüência do surgimento do novo. “... que revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro, destruindo incessantemente o antigo e criando elementos novos...” “Este processo de destruição criativa é básico para se entender o capitalismo. É dele que se constitui o capitalismo e a ele deve se adaptar toda a empresa capitalista para sobreviver” “... esforço para enfrentar uma situação que tudo indica que mudará, ou seja, como uma tentativa dessas empresas de firmar-se em um terreno que lhe foge sob os pés”.@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 53
  • 54. Conclusões• A Inovação tecnológica tem que gerar riqueza – Trazer “dim dim”, “bufunfa”, ...• O Modelo de “Open Innovation” e o Marco Legal da Inovação trazem novos caminhos para a Inovação;• A Gestão da Inovação e, em especial, a Gestão da Propriedade Intelectual, são importantes para a competitividade da Empresa.• A realidade do “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942] , principalmente em TIC;@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 54
  • 55. Manual de Inovação http://www.finep.gov.br/dcom/manualinovacao.pdf@Eduardo Grizendi 2011 Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011 55
  • 56. Obrigado !!! Eduardo Grizendi egrizendi@gmail.com egrizendi@inatel.brBlog: www.eduardogrizendi.blogspot.comSlideshare: www.slideshare.net/egrizendi Santa Rita do Sapucaí, 30 de Setembro de 2011