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Ac308 ambiente de computação e internet 2 s 2011
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Ac308 ambiente de computação e internet 2 s 2011

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  • 1. AC308 – Atividades Curriculares ComplementaresGestão de Negócios de TecnologiaAmbiente de Negócios de Computação e Internet 2 S 2011 Eduardo Grizendi 1
  • 2. Negócio em Computação & Internet• Industriais – Componentes Eletrônicos – Computadores (desktop, notebooks, netbooks, tablets, impressoras, acessórios, etc. – Softwares “sob encomenda” e “de prateleira” (COTS)• Comerciais – Venda, assistência técnica, representação• Serviços – Portais & e-Services – Redes Sociais; – Computação nas nuvens, virtualização – Desenvolvimento de Software – Provedores de Internet• Internet como Mídia 2 S 2011 Eduardo Grizendi 2
  • 3. Tipos de Software• Software de Sistemas – Sistemas Operacionais – Programas Utilitários• Software aplicativo• Software embarcado• Software de simulação• Jogos• Etc. 2S 2011 Eduardo Grizendi 3
  • 4. Sistemas OperacionaisLinux X Windows X Android X iOS (Apple) 2S 2011 Eduardo Grizendi 4
  • 5. Programas UtilitáriosMS Office X OpenOffice X Google docs 2S 2011 Eduardo Grizendi 5
  • 6. Software embarcadoEletrônica automotivaEletrônica aeronáutica e aeroespacialEletrônica de transporteEquipamentos eletrônicosDefesa, 2S 2011 Eduardo Grizendi 6
  • 7. Software embarcado2S 2011 Eduardo Grizendi 7
  • 8. Jogos (“Games”)2S 2011 Eduardo Grizendi 8
  • 9. Tipos de Licença de Software• Software Freeware : – Software de uso livre, gratuito. – Qualquer programa cuja utilização não implica o pagamento de licenças para a sua utilização. – Usuário deve concordar com o seu contrato de licenciamento que normalmente acompanha o programa; – Pode existir restrições de uso;• Software Shareware: – Software pago que depois um tempo irá expirar e há necessidade de pagar uma taxa para ativá-lo.• Software Demo – Software incompleto, gratuito para demonstrações e que não expiram. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 9
  • 10. Tipos de Licença de Software• Software proprietário – Cópia, redistribuição ( “passar a alguém”),ou modificação são proibidas,• Software livre – Software de código aberto (“open source”) – Uso, cópia, estudo, modificação e redistribuição podem ser feitas, sem nenhuma restrição. – Conceito contrapõe-se ao de “software proprietário”, mas não ao termo de “software comercial”. – Baseia-se em quatro liberdades: 1. Liberdade de executar o programa, para qualquer propósito; 2. Liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Para tal o acesso ao código – fonte é necessário. 3. Liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo. 4. Liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, para que deste modo, toda a comunidade se beneficie deles. Para tal o acesso ao código – fonte é necessário. 2S 2011 Eduardo Grizendi 10
  • 11. Tipos de Licença de Software• GNU General Public License (GPL) – Mais utilizada em projetos de software livre, em grande parte pela sua utilização no mundo Linux. – Pode ser distribuída e comercializada por qualquer pessoa, mas o distribuidor tem de avisar o receptor acerca dos termos GPL – Qualquer pacote de software derivado de software protegido pela GPL, também tem de estar abrangido pela GPL – Código fonte de todo o software protegido pela GPL tem de estar acessível publicamente• Software comercial – Uso com pagamento – “Comercial” ≠ “proprietário” 2 S 2011 Eduardo Grizendi 11
  • 12. Classificação do MCTISegmentação das empresas desenvolvedoras de software brasileiras(http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/3254.html ) 2S 2011 Eduardo Grizendi 12
  • 13. Tipos de Software• Contract-driven product development – Software desenvolvido sob encomenda• Market-Driven product development – Software desenvolvido para o mercado• Commercial-off-the-shelf (COTS) – Software de “prateleira”• Embedded Sofware – Sofware embarcado• COTS Based Systems – Software desenvolvidos, baseados em software de “prateleira” (COTS). 2S 2011 Eduardo Grizendi 13
  • 14. Tipos de SoftwareKarlsson, J. Gurd, A. “Introduction to Market-Driven Product Management”. TelelogicWhite Paper. 2006. 2S 2011 Eduardo Grizendi 14
  • 15. Arquiteturas de Software• Componentização e reuso – Desenvolvimento de software como componentes para reuso no desenvolvimento de novos softwares• Service-Oriented Architecture (SOA): – Arquitetura de software – Princípio fundamental : funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços 2 S 2011 Eduardo Grizendi 15
  • 16. Ciclos dos Equipamentos de Computação 2 S 2011 Eduardo Grizendi 16
  • 17. Evolução da Interface do Usuário 2 S 2011 Eduardo Grizendi 17
  • 18. Computação nas nuvens2 S 2011 Eduardo Grizendi 18
  • 19. Computação nas nuvens2 S 2011 Eduardo Grizendi 19
  • 20. Usuários de Internet2 S 2011 Eduardo Grizendi 20
  • 21. Serviços de TI• Desenvolvimento• Help desk• CRM – Customer Relationship Management• Outsourcing de Serviços de TI – Offshore – Nearshore 2 S 2011 Eduardo Grizendi 21
  • 22. Mapa mundial de Outsourcing de Serviços de TI www.sourcingline.com2 S 2011 Eduardo Grizendi 22
  • 23. Latin America Emerges as a Key Outsourcing Destination for 2011Don Jones , Partner , Technology Practice of BDOIndian outsourcing giant Tata has leveraged its presence in fourteen countries in Latin America with offshorecenters in Brazil, Uruguay, Mexico and Chile to serve emerging organizations with local and global IT resources.Historically, the top four criteria for selecting an IT outsourcing location include cost (both initial and ongoing),education and skill level of the local workforce, scalability (i.e., the ability of an IT outsourcing provider tohandle growth), and political stability. The values placed on these criteria may vary based on the need of thecompany seeking to outsource its IT. As countries in Latin America become more developed they also becomemore attractive as potential IT outsourcing jurisdictions based on these four criteria.2010 saw Latin America officially emerge as a new destination for IT outsourcing. Based on recent surveys LatinAmerica is number three overall in jobs outsourced from the U.S. The strategy implemented by U.S. companiesthat outsource IT functions to Latin America is often referred to as “near-shoring.” This near-shoring trend isexpected to continue as South and Central American economies have been growing steadily over the last decadeand are poised to become business and IT outsourcing forces in 2011. We have seen local companies in theseemerging markets quickly become multinationals, such as Politec Global IT Services (based in Brazil) andDBAccess (based in Venezuela). Even Indian outsourcing giant Tata has leveraged its presence in fourteencountries in Latin America with offshore centers in Brazil, Uruguay, Mexico and Chile to serve emergingorganizations with local and global IT resources.China and India continue to be the major players in the IT outsourcing market; however, Latin America is … 2 S 2011 Eduardo Grizendi 23
  • 24. Serviços de Telecomunicações• Serviços Fixos – Serviços de Voz • Convencional • VoIP – Serviço de Dados • “links de rádio” • Serviço de Dados via xDSL • Serviço de Dados via Cable Modem Banda Larga • Serviços FTTH 2 S 2011 Eduardo Grizendi 24
  • 25. Serviços de Telecomunicações• Serviços Móveis – Serviços de Voz – Serviços de Dados • WAP • SMS/MMS • Internet Móvel • M- Services (M-Commerce,M-payment, M-Banking,...) • L-Commerce (Location Based Systems) 2 S 2011 Eduardo Grizendi 25
  • 26. Serviços de Internet• Serviço de Hosting – Data Centers• Serviços de Acesso (ISP) – Dial-up – Banda Larga – Óptico• Serviço de Transporte (Backbone IP)• Serviço de Conteúdo (ASP)• e-Services – e-Commerce (B2C) – e-Business (B2B) – e-Banking – e-Learning, – ... 2 S 2011 Eduardo Grizendi 26
  • 27. Redes Sociais2 S 2011 Eduardo Grizendi 27
  • 28. Redes Sociais2 S 2011 Eduardo Grizendi 28
  • 29. Mídia Internet
  • 30. 302 S 2011 Eduardo Grizendi 30
  • 31. 8/04/2010Internet passa revista e já é terceira mídia no mundoEstudo da Zenith constata que a mídia online abocanhou um pedaço maior da verbamundial do que as revistas em 2009, e já inicia aproximação aos jornaisJá não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguemcrescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia onlineultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo omundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficandoatrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agoraem quarto lugar, com 10,3%.A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos.Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuarámostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 31
  • 32. Internet já é a segunda mídia de massa do BrasilÀ frente da TV por assinatura (13 milhões de pessoas), jornais (3,1 milhões) e revistas(13 milhões), a internet ainda não é dona da maior fatia do bolo publicitário. A rede,apesar de seus mais de 32 milhões de usuários detêm apenas 1,9% da receita publicitáriabrasileira (versus 5,5% nos EUA e 10,5% na Inglaterra), de acordo com dados doprimeiro semestre do Projeto Intermeios e da notícia de Ralphe Malzoni Jr. do IDGNow.Talvez a explicação para tão pouca atenção dos anunciantes em relação à web estejavinculada às agências de publicidade. Tais agências lucram muito mais ao colocar umanunciante no horário nobre da TV ou nas páginas consagradas de uma revista ou jornalde grande circulação do que na internet. Em minha opinião, esta postura está com osdias contados.Como segunda mídia de massa no país e com expectativas de dobrar o acesso dosmunicípios à grande rede (segundo informações do Ministro das Comunicações HélioCosta), o cenário dos investimentos publicitários dos grandes anunciantes tende a meuver, ao menos, equilibrar-se com outros meios. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 32

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