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  • 1. IV Encontro E-gov MinasWeb 2.0 e suas Potencialidades na Administração Pública Professor Marconi Martins de LaiaEscola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 2. Perspectiva Integrada do Uso de SIsProdutos e Serviços Processos Sistemas Infra-estrutura Infra-estrutura pública Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 3. A web 2.0 Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 4. Novas perspectivas com a Web. 2.0 Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Idea Aberge Digital. Setembro de 2011. Adaptado
  • 5. E-Gov e a web 2.0n  Web 2.0 n  Sítios eletrônicos em que o conteúdo é trocado de forma multidirecional, a partir do relacionamento entre participantes, e que pode combinar as soluções e os conteúdos de mais de um site para produzir uma experiência integrada (SPYER, 2007). Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 6. Novos relacionamentos na web 2.0 Começo com a web 2.0: web 2.0 é um termo que mostra as mudanças de tendência no uso da internet e do web design que tem o objetivo de incrementar a criatividade, troca segura de informações e colaboração na web. Web 2.0 habilita: n  Colaboração. n  Criação de comunidades. n  Conversação. n  Criatividade. Image source: http://web2.socialcomputingmagazine.com/all_we_got_was_web_10_when_tim_bernerslee_actually_gave_us_w.htm Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado
  • 7. Novos relacionamentos na web 2.0 Conexão permite aos usuários demandar MAIS das Utiliza canais organizações e online e novas ferramentas de COMPARTILHAR opiniões comunicação Confia em sobre produtos e serviços. Procura se conselhos de outros conectar com membros daWeb 2.0 estimulou pessoas da rede, mesmomudanças fundamentais mesma rede. queno comportamento do estranhos.consumidor.Espaço para interação Novoentre o consumidor e as Lê e produz consumidormarcas. reviews, em Rede Tende a rankings de incrementar as produtos, compras on-Novos padrões de postagens em line.comportamento blogs, etc.demandam novaestratégia, melhorsegmentação, novos Espera um Desejacanais. Além disso, a experiência expressar sua opinião sobrerevisão das formas atuais melhor com produtos e ade lidar com as demandas organização. serviços aodo consumidor. consumidor. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado
  • 8. Novos relacionamentos na web 2.0 Novo relacionamento com o público alvo significa mais do que atenção à demanda ou produtos e serviços customizados. Web 2.0 provoca expansão do R!! Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado
  • 9. Novos relacionamentos na web 2.0 Cenário Canais •  Mic Customer Customer rob log •  Price comparison website •  s Customer B l •  RSS •  Podcast •  Phone o •  Phone •  Fax •  Fax •  Wikis g Customer Customer •  Email •  Email s •  Social Networks •  Service •  Service •  Letters •  Letters •  Personal contact •  Personal contact •  Company’s website •  Widgets •  Company’s website + Customer Customer •  SMS •  SMS •  Video sharing •  Instant Messenger •  Instant Messenger •  Chat •  Chat •  Photo sharing •  Media •  Media Competitor Supplier / Partner •  Forums •  Auction website Customer Customer •  Slides sharing •  Reviews and ratings in retail sites •  Wish lists •  Social Bookmarking Your company Customer Customer Customer Customer Mentalidade Tecnologia Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado
  • 10. Novos relacionamentos na web 2.0 - Cenário Web 1.0 Web 2.0 Customer Customer Customer Customer Customer Customer Customer Customer Customer Customer Competitor Supplier / Partner Competitor Supplier / Partner Customer Customer Customer Customer Your company Your company Customer Customer Customer Customer Customer Customer •  Foco no relacionamento colaborativo de uma rede complexa. n Foco no relacionamento individual (empresa – consumidor; empresa – parceiro, et) •  Múltiplas conexões permitem melhor entendimento do n Visão limitda do consumidor e de sua comunidade. consumidor e sua rede de relacionamentos. •  Conversação gera valor. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado.
  • 11. Novos relacionamentos na web 2.0 - Canais Web 1.0 Web 1.0 •  Blogs •  Microblogs •  Sites de comparação de preços •  RSS •  Podcast •  Telefone •  Wikis •  Telefone •  Social Networks •  E-mail •  E-mail •  Contato pessoal. •  Contato pessoal. •  Widgets •  Fale Conosco. + •  Fale Conosco. •  Video sharing •  Website. •  Website. •  Photo sharing •  SMS. •  SMS. •  Chat, •  Chat, •  Forums •  Auction website •  Instant Messenger •  Instant Messenger •  Chat •  Chat •  Slides sharing •  Reviews and ratings in retail sites •  Wish lists •  Social Bookmarking •  Perfil do cliente é mais difícil de ser mapeado. Além da n Visão “individual” do cliente baseado no histórico de informação interna, a organização precisa confiar em relações; perfil do consumidor; dados dos sistemas informações externas como o “perfil do consumidor nas internos da organização. redes sociais e seu comportamento nessas redes”. n A organização detêm os dados e eles se limitam a •  Ambientes 2.0 possuem dados importantes. interação prévia realizada pelo próprio consumidor. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado.
  • 12. Novos relacionamentos na web 2.0 - Mentalidade Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado.
  • 13. Novos relacionamentos na web 2.0 - Canais Web 1.0 Web 2.0 ! ! ! ! Interaction Conversation Transaction Contribution Feedback Employee Customer Employees Customers •  Inovação é gerada por todos os empregados, uma vez que eles estão conectatos com os consumidores e entre si n Inovação provocada por fontes especializadas dentro por meio de ferramentas web 2.0. Consumidores exercem da organização. “Pensadores”. papel vilta no ciclo de inovações. n Empregados da linha de frente comunicam-se com os •  Empregados, da linha de frente ou não, se engajam em clientes. conversações com os consumidores. Novo conjunto de habilidades é demandado dos empregados. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adpatado.
  • 14. Novos relacionamentos na web 2.0 - TI Web 1.0 Web 2.0 Conversation tools RSS Forums Process Support Process Support Account Management Account Management Contact Management Contact Management Activity Management Blogs Activity Management Widgets Lead / Opp Management Lead / Opp Management Campaign Management Campaign Management Sales Management Sales Management Service Management… Service Management… Podcast Wikis Social Networks •  Foco na automação de processos internos. •  Foco na criação de comunidades internas e externas Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado.
  • 15. Novos relacionamentos na web 2.0 n  Web 2.0 não substitui a Web 1.0. Ela estende o conceito de forma a abrir canais de participação da organização com o seu público alvo. n  Web 2.0 coloca o consumidor no centro da estratégia da organização. Afeta a cadeia de valor e a cultura organizacional. n  Web 2.0 introduz novos drivers de valor para a estratégia organizacional. n  Web 2.0 significa a definição de uma nova forma de pensar dentro da organização. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e TreinamentoFonte: Fábio Cipriani. Social CRM: Concept, Benefits and Approach to adopt. Nov 2008. Adaptado.
  • 16. As políticas de participação. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 17. As políticas de participaçãon  Amplo respaldo constitucional: q  Artigo 14, Incisos I, II e III, acerca dos Direitos Políticos, a Carta Constitucional assegura que "[a] soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: plebiscito; referendo [e] iniciativa popular"; q  Artigo 27, Parágrafo 40 , a respeito dos Estados Federados, estabelece que "[a] lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual"; Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 18. As políticas de participaçãoq  Artigo 29, Incisos XII e XIII, sobre os Municípios - dispõe que "[o] Município reger-se-á por lei orgânica, (...) atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: (...) cooperação das associações representativas no planejamento municipal [e] iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros, através de manifestação de, pelo menos, cinco por cento do eleitorado; (...)" Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 19. As políticas de participaçãoq  Artigo 61, no parágrafo 2º, define que "[a] iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles" Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 20. As políticas de participaçãoq  Artigo 194, Parágrafo Único, Inciso VII, a respeito da Seguridade Social, assegura o "caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados”; Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 21. As políticas de participaçãon  Políticas de participação no Brasil assumiram formatos híbridos (Avritzer e Pereira). q  Evolvem um partilhamento de processos deliberativos entre atores estatais e atores sociais ou associações da sociedade civil. q  Formas de orçamento; conselhos; formas de ratificação etc. q  Foco na distribuição de bens públicos, execução e gestão das políticas públicas e da deliberação sobre prioridades orçamentárias. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 22. As políticas de participaçãon  Formação e ampliação dos espaços públicos: q  espaço público local como os múltiplos processos de concertação e engajamento de parceiros. Atores de direito público e privado, tais como grupos de habitantes, organismos profissionais, ONGs, empresas e órgãos de administração pública municipais, estaduais e federais. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 23. As políticas de participaçãon  Formação e ampliação dos espaços públicos: q  Fortalecimento e ampliação: n  Elaboração conjunta de certas políticas públicas; n  Incorporação às práticas de gestão das políticas públicas de processos de acordos negociados (PEREIRA, 2000:5). n  Organiza do Estado em múltiplos níveis institucionais e em uma multipolaridade de centros de decisão. n  “Protagonismo” do indivíduo e dos movimentos sociais. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 24. As políticas de participaçãon  Políticas de participação: q  De baixo para cima: q  Desenhos participativos constituídos pelo próprio Estado q  Desenho institucional com espaços de ratificação Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 25. As políticas de participaçãon  Iniciativas de baixo para cima: q  Incorporação de um amplo volume de atores sociais. q  Instauração do processo de participação não motivada pelo Estado.n  Processo de partilha de poder: q  Não incorpora grande número de atores sociais. q  Determinado por lei e pressupõe sanções em caso de não cumprimento.n  Processo de ratificação pública: q  Atores não participam do processo decisório, mas são chamados a referendá-lo. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 26. As políticas de participaçãon  Iniciativas de baixo para cima: q  Capacidade democratizante grande, pois tem ampla participação da sociedade civil. q  Alta dependência do sistema político para ganhar protagonismo. q  Constrangimentos do sistema político capazes de freiar essas implementações. n  Necessário centralidade na administração para que seja realizada. n  Web 2.0 – ferramenta de fomento. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 27. As políticas de participaçãon  Partilha de poder: q  Geralmente inicativas implantadas por meio de legislação específica. q  Caso dos conselhos. q  Mecanismos de sancionamento. Necessidade de cumprimento por parte do governo. q  Grau de interesse da administração pública pode prejudicar desempenho dos conselhos. q  Necessidade de alinhamento dos mecanismos de web 2.0 para cumprimento da legislação. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 28. As políticas de participaçãon  Ratificação pública: q  Decisão a partir de uma escolha prévia do Estado. q  Capacidade democratizante menor. q  Ponto positivo – menor dependência do sistema político para manter seu funcionamento. q  Desafio na web 2.0: organização do processo de ratificação pública por meio digital. Crescimento da base e necessidade de preparação. Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 29. Survey ONU 2012 Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 30. A web 2.0 e as políticas de participação“ É necessário ver os cidadãos não somente como receptorespassivos de informações por meio de serviços web, mas comoparceiros ativos que estão dispostos a interagir com o governopor meio de comunidades web.” Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 31. A web 2.0 e as políticas de participaçãoEscola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 32. A web 2.0 e as políticas de participaçãoEscola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 33. Reflexões Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento
  • 34. A web 2.0 e as políticas de participaçãon  Reflexões: q  Iniciativa do Estado em um tipo de programa tipicamente de baixo para cima? Real? Necessário compromisso do Estado. q  Alinhamento da tecnologia com as políticas de participação? q  Distanciamento da tecnologia da informação? Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho - Gerência de Capacitação e Treinamento

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