UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ       LICENCIATURA EM PEDAGOGIA        ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA           APRENDIZAGEM  EST...
ANDRESSA RAVENNA           EFIGÊNIA NERES     TARCÍSIO ARAÚJO                          DR. CLEÂNIA SALES SILVA       fapep...
1. INTRODUÇÃO2. PROCESSO DA LEITURA2.1 Dificuldades na Leitura2.2 Causas mais frequentes das dificuldades naLeitura2.3 Dis...
3.2 Causas mais frequentes das dificuldades naescrita3.3 Disgrafia3.4 Disortografia3.5 Programa de Escrita3.6 Exercícios p...
O presente trabalho visa apresentar algumasestratégias de suporte e como deve ser a atuaçãodidática e pedagógica do profes...
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COMO AJUDAR A CRIANÇA DISLÉXICA NA ESCOLA1. Explique à criança quais são seus problemas;2. Tente restaurar a confiança do ...
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 Programas que podem ser utilizados com crianças que apresentam dificuldades na leitura, que possuem têm diferentes enfoq...
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 Procedimentos de Mundell:      Método que consta uma sequencia de atividadesque tem como objetivo ajudar as crianças a c...
 Estratégia Configuracional       Estratégia em que os alunos podem agrupar aspalavras mediante livre associação.Exemplo:...
 Método Neurológico       Consiste numa leitura oral, num ritmo rápido,por parte de alunos (a partir de 10 anos de idade ...
1. Reconhecimento e identificação das letras;2. Reconhecimento e identificação de palavras de usofrequente;3. Discriminaçã...
1. Reconhecimento e identificação das letras: Ensinaràs crianças as letras- iniciar este processo com base no nome do alu...
2. Reconhecimento e identificação de palavras deuso frequente: Palavras que o leitor reconhece imediatamente quando as ve...
3. Discriminação auditiva: Habilidade   para diferenciar sons. EXEMPLO        DE ATIVIDADE: Escute-me, veja-me e circule...
4. Percepção visual: Capacidade  que o aluno tem de diferenciar objetos, figuras e letras, estabelecendo semelhanças e di...
5. Análise fonética: Uso dos elementos fonéticos de uma palavra para determinar sua pronúncia e significado. EXEMPLO    ...
6. Análise estrutural: Uso da estrutura ou de partes da palavra para determinar sua pronúncia e significado. EXEMPLO    ...
7. Análise semântica:   Técnica de identificação de palavras na qual o leitor    deduz o significado de palavras desconhe...
7. Compreensão leitora: Compreensão    e reconstrução do significado de um texto escrito. Considera-se:  Características ...
Escrever significa relacionar o signoverbal, que já é um significado, a um signo gráfico. Éplanejar e esquematizar a coloc...
As dificuldades de aprendizagem em escritapodem se manifestar por: confusão de letras,lentidão na percepção visual, invers...
 Conhecimento       insuficiente dos componentes    envolvidos no processo da escrita, a saber:    geração, organização e...
 Conhecimento    insuficiente dos componentes da linguagem: aqui se enquadram os sinais de pontuação, as construções sint...
Conceito      Dificuldade em passar para a escrita o estímulovisual da palavra impressa. Caracteriza-se pelo lentotraçado...
Interferências Pedagógicas na Sala de Aula1. Reforço positivo da caligrafia da criança;2. Não deixar de elogiar a criança ...
Interferências Pedagógicas na Sala de Aula6. Aperfeiçoamento das habilidades relacionadas com aescrita, através de ativida...
Exemplo de atividade: Caligrafia do Alfabeto Maiúsculo e Minúsculo  pontilhado; Caligrafia de frases; Cobrir e pintar ...
Conceito:       Incapacidade de transcrever corretamente alinguagem oral, havendo trocas e erros ortográficos etambém con...
Interferências Pedagógicas na Sala de Aula1. Variedade de técnicas que levem em conta a correção dos errosortográficos, ma...
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Exemplo de atividade: Uso adequado segundo a gramática normativa da letra m e n.                          ideiacriativa....
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 Os tipos de letras: Letra   de forma ou script: é o tipo de letra dos teclado e dos livros. É vertical e as letras não ...
 Exercícios para desenvolver a letra de forma: O ensino deve ser iniciado com atividades para exercitar linhas horizonta...
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Estrategias de suporte para os transtornos ou dificuldades de leitura e escrita ou lectoescrita

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O presente trabalho visa apresentar algumas estratégias de suporte e como deve ser a atuação didática e pedagógica do professor diante de crianças que apresentam dificuldades ou transtornos no desenvolvimento da leitura e escrita ou Lectoescrita.

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Estrategias de suporte para os transtornos ou dificuldades de leitura e escrita ou lectoescrita

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ LICENCIATURA EM PEDAGOGIA ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA APRENDIZAGEM ESTRATÉGIAS DE SUPORTE PARA OSTRANSTORNOS DE LEITURA E ESCRITA OU LECTOESCRITA
  2. 2. ANDRESSA RAVENNA EFIGÊNIA NERES TARCÍSIO ARAÚJO DR. CLEÂNIA SALES SILVA fapepi.pi.gov.br
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO2. PROCESSO DA LEITURA2.1 Dificuldades na Leitura2.2 Causas mais frequentes das dificuldades naLeitura2.3 Dislexia2.4 Programas ou métodos de ensino corretivo daleitura2.5 Estratégias e atividades para apoiar aaprendizagem da leitura3. O PROCESSO DA ESCRITA3.1 Dificuldades na escrita
  4. 4. 3.2 Causas mais frequentes das dificuldades naescrita3.3 Disgrafia3.4 Disortografia3.5 Programa de Escrita3.6 Exercícios para reforçar o formato e adirecionalidade das letras3.7 Técnicas para a aprendizagem e interiorizaçãodos grafemas para a letra de forma e cursiva4. CONCLUSÃO5. REFERÊNCIAS
  5. 5. O presente trabalho visa apresentar algumasestratégias de suporte e como deve ser a atuaçãodidática e pedagógica do professor diante decrianças que apresentam dificuldades outranstornos no desenvolvimento da leitura e escritaou Lectoescrita.
  6. 6. A fala, a leitura e a escrita não podem serconsideradas como funções autônomas e isoladas, mascomo elementos interdependentes que são ensinadossimultaneamente e que fazem parte do sistemafuncional da linguagem.(POPPOVIC, 1968) revistaescola.abril.com.br
  7. 7. O processo da leitura está relacionado aoreconhecimento das palavras, conhecido comodecodificação, e à compreensão daquilo que sereconhece. Portanto, ler e compreender implica noreconhecimento das estruturas gramaticais, naconsideração da ordem das palavras, no papelfuncional das palavras e no uso adequado dos sinaisde pontuação. ( ZUCOLOTO, 2001). aldeianissi.blogspot.com
  8. 8. As dificuldades de leitura implicamnormalmente em uma falha no reconhecimento dapalavra falada, isto é, na percepção de como começae termina a palavra e para diferenciar vogais deconsoantes, na compreensão do material escrito, naconversão da letra em som e na fluidez da leitura.( ZUCOLOTO, 2001).
  9. 9.  Fatores Educacionais Ensino Prematuro da leitura- programas de leitura estruturados e formais à crianças do jardim de infância. Ensino Inadequado – utilização de programa que não seja compatível com as necessidades ou fragilidades de crianças provenientes de ambientes pouco estimulantes, com aprendizagem lenta ou que apresentam problemas emocionais.
  10. 10.  Fatores Educacionais Ensino da leitura em ritmo inadequado – ensino em ritmo muito acelerado sem os reforços necessários. Classes com grande quantidade de crianças nos anos iniciais – são aconselhados classes com no máximo 20 alunos, proporcionando atenção individualizada aos mesmos.
  11. 11.  Fatores Educacionais Relação Professor-aluno – é difícil descrever a relação ideal, pois depende da personalidade do professor e do aluno. www.facepics.com.br
  12. 12. CARACTERÍSTICAS ESPERADAS DE UM PROFESSOR DE LEITURASão professores que leem bem;Possuem autoestima positiva;Demonstram afeto por seus alunos;São entusiasmados, carinhosos e cooperadores;Valorizam a diversidade entre seus alunos, valorizando seussentimentos e necessidades;São abertos e flexíveis a sugestões dos alunos;São estruturados e consistentes em seu comportamento.
  13. 13.  Dificuldades de Aprendizagem Uma criança com dificuldades de aprendizagem pode apresentar déficits de percepção visual, auditiva, na sua capacidade para responder, na memória, na organização espacial, na lateralidade e capacidade de análise e síntese. elisabetecunha2008.wordpress.com
  14. 14.  As Condições do Lar Existeuma infinidade de situações, desde a falta de incentivo à leitura, pais ausentes, doença ou morte de algum familiar, crianças sem controle em casa, que não dormem suficiente ou que não se alimentam bem. novavidanoreino.blogspot.com
  15. 15.  Fatores Emocionais Um problema emocional por si só dificilmente pode ser a causa única de uma dificuldade na leitura, mas a mesma pode originar ligeiros desajustes emocionais, os quais por seu lado pode gerar maiores dificuldades ao ler, criando sentimentos de frustração e afetando a autoestima dos alunos. prasempreemuitotempo.cassiacohen.com
  16. 16. Conceito Tipo de distúrbio de leitura em que o alunoapresenta incapacidade de reconhecer os símbolosgráficos, isto é, para distinguir ou separar os sons naspalavras faladas. (COELHO, 2013). Exemplo de dislexia com erro no reconhecimento do som e a relação com a letra equivalente (fonema-grafema). Aluno do 3º ano, 9 anos de idade. www.dislexia-pt.com
  17. 17. COMO AJUDAR A CRIANÇA DISLÉXICA NA ESCOLA1. Explique à criança quais são seus problemas;2. Tente restaurar a confiança do aluno em si próprio;3. Sente-se ao lado da criança;4. Nunca force o aluno a aceitar a lição do dia;5. Evite submeter o aluno à pressão de tempo ou competiçãocom outras crianças;6. Seja flexível em relação ao conteúdo da lição;7. Fique ciente da possibilidade de a criança disfarçar seuserros;8. Use a crítica de uma maneira construtiva;
  18. 18. COMO AJUDAR A CRIANÇA DISLÉXICA NA ESCOLA9. Permita vários tipos de ajuda para auxiliar o aluno;10. Estimule a criança a escrever em linhas alternadas;11. Certifique-se que as instruções para determinadas tarefas decasa sejam entendidas pela criança;12. Peça aos pais para que releiam as instruções das tarefas decasa;13. Quando corrigir lições, seja realista mas não exagere;14. Não corrija lições com lápis ou canetas vermelhas;15. Procure identificar áreas de interesse da criança;16. Encontre livros de leitura que interessem a criança mesmoque eles sejam complexos para sua habilidade.
  19. 19.  Procedimento baseado na Cor Técnicas que utilizam a cor como mediadorapara o início da aprendizagem da leitura. Sistema psicolinguístico de fônicos em cor: Método criado objetivando facilitar às criançasdisléxicas a possibilidade de estabelecer conexões pormeio de processos manuais, auditivos e visuais defonemas e letras.
  20. 20.  Procedimentos baseados na Cor Sistema psicolinguístico de fônicos em cor: Nesse caso, as vogais são de cor vermelha e asconsoantes de acordo com a família a qual pertençamsão de diferentes cores. No nosso idioma seriam asseguintes:LABIAIS ( m, b, f, v e p): os lábios se fecham para originar osom correto;PALATAIS (n, d, t, r, rr, l, c suave, z, ch): são as que sepronunciam com a ponta da língua;GUTURAIS ( k, g, j e C forte): são as ditas atrás da língua.
  21. 21.  Programas que podem ser utilizados com crianças que apresentam dificuldades na leitura, que possuem têm diferentes enfoques de acordo com que se pensa ser a causa da dificuldade. O projeto de execução deve estar a cargo de um profissional especializado em dificuldades de aprendizagem, o qual pode monitorar o manejo do programa a cargo do professor.
  22. 22. Programa VAC (Programa visual, auditivo, cinestésico) Programa criado por Anna Gillingham e BessieStillman(1960). Esse método é baseado no usoconstante de três canais sensoriais: Auditivo Visual Cinestésico (movimento) revistaescola.abril.com.br revistaescola.abril.com.br revistaescola.abril.com.br
  23. 23.  Procedimentos de Mundell: Método que consta uma sequencia de atividadesque tem como objetivo ajudar as crianças a criar suaspróprias imagens mentais. As sequencias são:1. Apoiá-las para criar imagens mentais a partir de objetosconcretos;2. Apoiá-las para visualizar ou recordar objetos familiares;3. Utilizar histórias para que as crianças possam criar suaspróprias imagens visuais;4. Ajudá-las a criar imagens mentais a partir de uma leitura.
  24. 24.  Estratégia Configuracional Estratégia em que os alunos podem agrupar aspalavras mediante livre associação.Exemplo: é escolhida uma palavra, seja livremente ou comalgum objetivo de estudo. Continua-se escrevendo palavrasrelacionadas no gráfico, por meio de associações. VOAR BEM-ESTAR REALIZAÇÃO PAZ PÁSSARO LIBERDADE TRANQUILIDADE DESENVOLVIMENTO NATUREZA VIDA INDEPENDÊNCIA SUPERAÇÃO
  25. 25.  Método Neurológico Consiste numa leitura oral, num ritmo rápido,por parte de alunos (a partir de 10 anos de idade quenão leem com fluidez) e do professor. O objetivo éler a maior quantidade de páginas possíveis numdeterminado período de tempo. O professor devemotivar o aluno a prosseguir e não preocupar-se como erro.
  26. 26. 1. Reconhecimento e identificação das letras;2. Reconhecimento e identificação de palavras de usofrequente;3. Discriminação auditiva;4. Percepção visual;5. Análise fonética (fônica);6. Análise estrutural;7. Análise semântica;8. Compreensão leitora. revistaescola.abril.com.br
  27. 27. 1. Reconhecimento e identificação das letras: Ensinaràs crianças as letras- iniciar este processo com base no nome do aluno; Desenvolver no aluno a capacidade de distinguir as letras maiúsculas das minúsculas; Aos alunos com dificuldades de leitura é recomendável que ensine uma letra por vez. EXEMPLO DE ATIVIDADE: Quebra-cabeça alfabético, Árvore do alfabeto.
  28. 28. 2. Reconhecimento e identificação de palavras deuso frequente: Palavras que o leitor reconhece imediatamente quando as ver; Reconhecimento da palavra pelo seu formato, letras iniciais, características especiais ou pelo tamanho da palavra. EXEMPLO DE ATIVIDADE: Sopa de palavras.
  29. 29. 3. Discriminação auditiva: Habilidade para diferenciar sons. EXEMPLO DE ATIVIDADE: Escute-me, veja-me e circule-me. Infantilibenezer.blogspot.com
  30. 30. 4. Percepção visual: Capacidade que o aluno tem de diferenciar objetos, figuras e letras, estabelecendo semelhanças e diferenças aos estímulos visuais. EXEMPLO DE ATIVIDADE- Discriminação de formas; completar as partes que faltam no desenho.
  31. 31. 5. Análise fonética: Uso dos elementos fonéticos de uma palavra para determinar sua pronúncia e significado. EXEMPLO DE ATIVIDADE- Ensinar uma letra relacionando ao objeto. sueili-maniaaeducaçao.blogspot.com
  32. 32. 6. Análise estrutural: Uso da estrutura ou de partes da palavra para determinar sua pronúncia e significado. EXEMPLO DE ATIVIDADE- Desvendando a palavra. sueili-maniaaeducaçao.blogspot.com
  33. 33. 7. Análise semântica: Técnica de identificação de palavras na qual o leitor deduz o significado de palavras desconhecidas por meio do contexto. Essa dedução é feita pela:• Experiência e conhecimentos prévios;• Associação;• Sinônimos;• Comparação ou contraste. EXEMPLO DE ATIVIDADE- Analogias; adivinhações.
  34. 34. 7. Compreensão leitora: Compreensão e reconstrução do significado de um texto escrito. Considera-se: Características e conhecimentos prévios do leitor; Interesse e motivo da leitura; Habilidade para decodificar e compreender o sentido do texto. EXEMPLO: Análise e interpretação do desenho.
  35. 35. Escrever significa relacionar o signoverbal, que já é um significado, a um signo gráfico. Éplanejar e esquematizar a colocação correta e asequencia de palavras ou ideias no papel. Assim, paraescrever o sujeito deve saber articular as letras demodo a produzir uma mensagem dotada designificado e conhecer as regras de representação.(ZUCOLOTO, 2001). www.fabulasecontos.com.br
  36. 36. As dificuldades de aprendizagem em escritapodem se manifestar por: confusão de letras,lentidão na percepção visual, inversão de letras,transposição de letras, substituição de letras, errosna conversão símbolo-som, ordem de sílabasalteradas, entre outros. Essas dificuldades podem semanifestar em áreas distintas como ao soletrar ouescrever uma palavra ditada. ( ZUCOLOTO, 2001).
  37. 37.  Conhecimento insuficiente dos componentes envolvidos no processo da escrita, a saber: geração, organização e revisão; Ensino Inadequado – utilização de programa que não seja compatível com as necessidades ou fragilidades de crianças provenientes de ambientes pouco estimulantes, com aprendizagem lenta ou que apresentam problemas emocionais;
  38. 38.  Conhecimento insuficiente dos componentes da linguagem: aqui se enquadram os sinais de pontuação, as construções sintáticas, a estrutura fonológica, as regras ortográficas e gramaticais, a representação da linguagem a nível grafêmico. Dificuldade na produção escrita sem ajuda externa;
  39. 39. Conceito Dificuldade em passar para a escrita o estímulovisual da palavra impressa. Caracteriza-se pelo lentotraçado das letras, que em geral são ilegíveis.(COELHO, 2013). Exemplo de disgrafia com ligação entre as letras distorcida e ilegibilidade. (aluno do 4º ano com 9 anos de idade). psico09.blogspot.com.br
  40. 40. Interferências Pedagógicas na Sala de Aula1. Reforço positivo da caligrafia da criança;2. Não deixar de elogiar a criança pelo seu esforço, mesmoque os resultados não sejam os esperados;3. Estabelecer uma boa relação com a criança e fazê-laperceber a importância da sua presença lhe apoiando quandoprecisa;4. Utilizar estratégias/métodos visando estimular e atrair ointeresse da criança pela escrita;5. Treinar aspetos relacionados com a postura, controlecorporal, representação mental do gesto necessário para otraço, lateralização e coordenação visomotora;
  41. 41. Interferências Pedagógicas na Sala de Aula6. Aperfeiçoamento das habilidades relacionadas com aescrita, através de atividades de pintura, modelagem edesenhos e também a utilização do lápis e papel paramelhorar os movimentos e posição gráfica;7. Corrigir erros específicos do grafismo, como aforma/tamanho/inclinação das letras, o aspeto do texto, ainclinação da folha e a manutenção das margens/linhas;8. Contemplar técnicas de relaxamento global e segmentar,que podem ajudar a criança a reduzir os índices deansiedade, estresse, frustração e também baixa autoestima.
  42. 42. Exemplo de atividade: Caligrafia do Alfabeto Maiúsculo e Minúsculo pontilhado; Caligrafia de frases; Cobrir e pintar desenho; psico09.blogspot.com.br
  43. 43. Conceito: Incapacidade de transcrever corretamente alinguagem oral, havendo trocas e erros ortográficos etambém confusão de letras. As dificuldades centram-sena organização, estruturação e composição de textosescritos. (COELHO, 2013). Exemplo de disortografia com omissões, adição e separação indevida de palavra. (aluno com 9 anos, no 4º ano). psico09.blogspot.com.br
  44. 44. Interferências Pedagógicas na Sala de Aula1. Variedade de técnicas que levem em conta a correção dos errosortográficos, mas também a perceção auditiva, visual e espaço-temporal, bem como também a memória auditiva e visual;2. Fatores associados ao fracasso ortográfico podem sertrabalhados:• Discriminação e memória auditiva: Exercícios de discriminação de ruídos, reconhecimento e memorização de ritmos, tons e melodias;• Discriminação e memória visual: Exercícios de reconhecimento de formas gráficas e identificação de erros;• Linguístico-visual: Exercícios de formação das sílabas, soletração, formação de famílias de palavras, análise de frases;• Exercícios que enriqueçam o vocabulário da criança.
  45. 45. Interferências Pedagógicas na Sala de Aula2. Fatores associados a correção dos erros ortográficosespecíficos podem ser trabalhados:• Ortografia natural: exercícios de substituição de um fonema por outro, letras semelhantes, omissões/adições, inversões/rotações, uniões/separações;• Ortografia visual: exercícios de fonemas com dupla grafia, diferenciação de sílabas, reforço da aprendizagem;• Omissão/adição do “h” e das regras de ortografia: letras maiúsculas/minúsculas, “m” antes de “b”/“p”, “r”/“rr”;3. Privilegiar a expressão oral do aluno;4. No momento da avaliação, é importante dar ao aluno tempopara responder às questões e/ou certificar-se de que osenunciados/questões foram compreendidos.
  46. 46. Exemplo de atividade: Uso adequado segundo a gramática normativa da letra m e n. ideiacriativa.blogspot.com
  47. 47. Aprendizagem Significativa das Letras1. Enfatizar a significatividade dos exercícios, daspalavras, frases e histórias contadas em sala de aula,que devem ser retirados do universo linguístico eafetivo da criança;2. A aprendizagem deve se feita, preferencialmente,de letra em letra;3. Orientar a criança sobre a direcionalidade dotraçado para escrever uma letra.
  48. 48.  Os tipos de letras: Letra de forma ou script: é o tipo de letra dos teclado e dos livros. É vertical e as letras não são ligadas umas as outras. www.pirlimpimpimbrinquedos.com.br
  49. 49.  Exercícios para desenvolver a letra de forma: O ensino deve ser iniciado com atividades para exercitar linhas horizontais, verticais, círculos e semicírculos; É importante ligar as atividades de ensino da letra de forma com a aprendizagem dos fonemas; Podem ser utilizados exercícios com letras de forma pontilhadas. Iniciando com letras grandes e no desenvolver do processo ir diminuindo o tamanho das letras.
  50. 50.  Os tipos de letras: Letra manuscrita ou cursiva: as letras estão unidas entre si. Ptax.dyndns.org
  51. 51.  Exercícios para desenvolver a letra cursiva: É aconselhável iniciar as atividades de ensino da letra cursiva praticando os movimentos necessários para o traçado das letras; Pretende-se que todas as letras cursivas, com exceção da letra “x”, sejam realizadas num só traço, sem erguer o lápis; Podem ser utilizados exercícios com letras cursivas pontilhadas. Iniciando com letras grandes e no desenvolver do processo ir diminuindo o tamanho das letras.
  52. 52. Atividades Pedagógicas para reforçar o formato e a direcionalidade das letras1. Reproduzir a letra no ar seguindo o ritmo de umacanção;2. Escrever a letra com giz na lousa;3. Escrever numa folha grande;4. Mostrar o ponto de início da letra e indicar por meio deflechas a direção que traço deve seguir;5. Usar um círculo de tamanho grande e ensinar a criançao formato iniciando no ponto de partida e seguindo o traçopara a esquerda e a direita.
  53. 53. Atividades Pedagógicas para aprendizagem e interiorização dos Grafemas para a Letra de Forma e Cursiva1. Na lousa podem ser desenhadas letras em tamanho grandeuma a uma, indicando o ponto onde se inicia a letra;2. Em papel grande se apresenta a letra desenhada para acriança repassar várias vezes com pincel grosso;3. Desenhar as letras com marcador em um espelho e pedir acriança para repassá-la várias vezes;4. Desenhar as letras no chão e a criança deve caminhar sobreelas;
  54. 54. Atividades Pedagógicas para aprendizagem e interiorização dos Grafemas para a Letra de Forma e Cursiva5. Pintar e recortar letras em tamanho grande;6. Colocar as letras recortadas em ilustrações;7. Trabalhar com massinha de modelar;8. Brincadeira de desenhar letras umas nas outras emalguma parte do corpo e a criança deve adivinhar a letra;9. Atividades de discriminação visual- fazer fichas comletras variadas e pedir para as crianças unirem as letras queforem iguais;
  55. 55. Atividades Pedagógicas para aprendizagem e interiorização dos Grafemas para a Letra de Forma e Cursiva10. Atividades de discriminação figura-fundo- em papelquadriculado colocar as crianças para diferenciar as letrasque são semelhantes e pintá-las em cores diferentes;11. Atividades de integração significativa- pedir para ascrianças colorir desenhos que tenham determinado som;12. Exercícios de associação e composição- a criançadever fazer um círculo em volta da palavra que correspondeao desenho.
  56. 56. A partir da realização do presente estudopodemos concluir que qualquer que seja a estratégiapedagógica de ensino a adotar, é importante que oprofessor tenha consciência das reais habilidades edificuldades da criança e seja capaz de planejar umconjunto de atividades que vão ao encontro dessas(in)capacidades específicas. Tal como afirma Micaelo(2005, p. 59) “o trabalho a desenvolver passa, acima detudo, por conhecer as características individuais de cadaaluno e o seu modo de funcionamento, de forma aencontrar as respostas pedagógicas adequadas”.
  57. 57. É extremamente importante que pais eprofessores estejam em constante comunicação, sóassim se garantirá o rigor e qualidade do trabalhoefetuado e se evita, por exemplo, que as criançasestejam constantemente a realizar os mesmosexercícios, pois para elas: “Há uma grandenecessidade de atividades diversificadas queenvolvam tanto a expressão corporal como o sabor,o cheiro, a cor e a expressão plástica. Aprender nãoé falar sobre, é fazer!” e “para aprender bem, énecessário estar envolvido” (SILVA, 2004).
  58. 58.  CIASCA, Sylvia Maria. Distúrbios de aprendizagem: proposta de avaliação interdisciplinar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. GÓMEZ, Ana Maria Salgado; TÉRAN, Nora Espinosa. Dificuldades de Aprendizagem: detecção e estratégias de ajuda. Grupo Cultural. GOURLART, Iris B. Os distúrbios da fala. Editora Afiliada, 2002. MICAELO, M. Os alunos com baixa visão na sala de aula. In______ Necessidades Educativas Especiais: Dificuldades da Criança ou da Escola? Lisboa: Coleção Educação Hoje, 2005. ZUCOLOTO, Karla Aparecida. A compreensão da leitura em crianças com dificuldades de aprendizagem na escrita . 2001. 102 f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual de Campinas, São Paulo. CAPOVILLA, A.G. S.; CAPOVILLA, F. C. Problemas de leitura e escrita. Ed.Memnon, São Paulo, 2000. POPPOVIC, Ana Maria. Alfabetização: disfunções psiconeurológicas. Ed.269 pp. Editor Vetor, 1968. COELHO, Diana Tereso. Dificuldades de aprendizagem específicas: Dislexia, Disgrafia, Disortografia e Discalculia. Porto Alegre, Areal Editores, 2013.
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