A Igreja Virtual - Slides para a Aula 3
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A Igreja Virtual - Slides para a Aula 3

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Discussão do alcance possível das mudanças decorrentes da introdução da tecnologia na Igreja

Discussão do alcance possível das mudanças decorrentes da introdução da tecnologia na Igreja

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  • 1. A Igreja Virtual A Igreja, a Tecnologia e as Redes Sociais - III Eduardo Chaves chaves@virtualchurch.c o http://ecclesiavirtualis.co Faculdade de Teologia de São Paulo Igreja Presbiteriana Independente 22 a 24 de Julho de 2014 Programa “Faculdade Aberta” Slides disponíveis em http://pt.slideshare.net/edwardkeys
  • 2. Dois Anúncios de Cigarro “Experimente Carlton: o prazer de fumar” “Se você fuma, experimente Carlton” O que muda, de um anúncio para o outro?
  • 3. Comparação: Aula 1 e Aula 2 Na primeira aula, quase só eu falei (como pastor no púlpito...) Na segunda aula, todo mundo teve oportunidade de falar e muitos falaram, havendo um maior nível de interação, diálogo, discussão, debate O que foi mais produtivo? O que eu falei na terça-feira vocês podem encontrar no site O que foi dito por todos ontem aqui é bem mais difícil reconstruir O que gerou maior desconforto ou incômodo? O que mexeu mais com a gente? No primeiro dia, quase ninguém quis falar; ontem houve
  • 4. Tecnologia e Mudança Quando contemplamos usar a tecnologia em nossa vida pessoal, ou introduzir a tecnologia em alguma instituição, como a Igreja, contemplamos, necessariamente, um processo de mudança Ou vamos ter de fazer coisas novas, que não fazíamos antes Ou vamos ter de deixar de fazer coisas que fazíamos anteriormente Ou vamos ter de fazer as coisas que fazíamos de forma diferente Não há escapatória: quem não está disposto a enfrentar algum tipo de mudança, ou em sua vida pessoal, ou na instituição em que está envolvido, é melhor nem começar a pensar no uso da tecnologia
  • 5. Mudanças, Fins e Meios Começar a fazer coisas novas ou deixar de fazer coisas velhas é (vamos estipular) fazer uma mudança nos nossos fins Começar a fazer de forma diferente as mesmas coisas que sempre fizemos é (vamos estipular) fazer uma mudança nos nossos meios Vamos manter isso em mente: tudo o que a gente discutiu ante-ontem e ontem sobre o uso de tecnologia na Igreja foi do ponto de vista da mudança de meios, não de mudança de fins Isso não quer dizer que mudança de meios não seja importante: a mudança da missa católica do Latim para o vernáculo
  • 6. Mudança: Desejo e Insatisfação Para que a gente mude é preciso, em primeiro lugar, que a gente queira mudar... Para que uma instituição razoavelmente democrática mude é preciso, em primeiro lugar, que sua liderança e seus membros queiram mudar Para que uma pessoa ou uma instituição queira mudar é preciso que haja algo nela que incomoda, que nos deixa insatisfeitos Se nos achamos perfeitos, ou se achamos perfeita a instituição com a qual estamos envolvidos, não teremos motivação para mudar A razão pela qual Deus é imutável é que ele é também
  • 7. Mudança: A Realidade Mudar não é fácil, mesmo quando se reconhece a necessidade de mudar e se deseja mudar O ser humano é uma criatura de hábitos, que se acostuma a fazer algumas coisas, ou a fazer algumas coisas de determinada forma, e esses hábitos facilmente se tornam arraigados, difíceis de extirpar Para mudar, precisamos APRENDER a fazer outras coisas (fins), ou a fazer as mesmas coisas de forma diferente (meios) Mas, e mais importante, para mudar precisamos DESAPRENDER de fazer as coisas que queremos mudar, ou desaprender de faze-las da forma em que estávamos acostumados a faze-las
  • 8. Tipos de Mudança Localizada (setorizada, parcial, focada) Exemplo na área de mudança física Exemplos (na Igreja): Mudar a nossa forma de evangelizar Mudar o estilo do nosso culto Mudar a forma de lidar com os adolescentes Sistêmica (abrangente, generalizada, envolvendo todos os aspectos) Exemplo na área de mudança física Exemplo (na Igreja) Mudar o conceito de Igreja, os objetivos da Igreja, a forma como ela atua, etc. Mudança de meios é, basicamente, mudança do primeiro
  • 9. Mudança pequena, parcial, lenta, incremental, superficial Mudança ampla, total, rápida, sistêmica, profunda Mudança dentro do paradigma vigente: próxima do pensamento e/ou da prática atual Mudança que subverte o paradigma: distante do pensamento e da prática atual REFORMA TRANSFORMAÇÃO Mudança: Reforma, Inovação e Transformação [Adaptado de David Hargreaves, Education Epidemic ] + −
  • 10. Tecnologia e Mudanças A tecnologia pode servir a três propósitos básicos à medida em que entra em uma organização qualquer (como a Igreja): Sustentar, isto é, sustentar e apoiar o que já se faz ali Suplementar, isto é, enriquecer e expandir o que já se faz ali Subverter, isto é, solapar e transformar o que se faz ali Em outras palavras, a tecnologia pode entrar em uma organização com um dos seguintes objetivos: Conservador Reformador Transformador
  • 11. Conservar, Reformar, Transformar Se estamos totalmente satisfeitos com o desempenho de uma instituição, agimos de forma conservadora – “não se mexe em time que está ganhando”, ou, “quando algo já está perfeito, qualquer mudança será para pior” Se estamos insatisfeitos com alguns aspectos do desempenho de uma instituição, mas achamos que, no geral, ela está bem, agimos de forma reformadora, tentando mudar apenas aqueles aspectos que deixam algo a desejar, preservando e melhorando os demais Se, porém, estamos totalmente insatisfeitos com o desempenho de uma instituição, agimos de forma transformadora, removendo as barreiras ou os freios que impedem ou reduzem a inovação
  • 12. Voltando à Analogia Comparar com Jeff Bezos e a Amazon Alguma coisa do que Jeff Bezos propôs para a Amazon envolve alguma mudança no conceito de livro em si, nas finalidades do ato de escrever, nos hábitos e costumes dos autores? Ou, apesar de todas as mudanças, Jeff Bezos e a Amazon estão deixando o texto e o livro intactos, estão apenas facilitando o acesso a eles e expandindo o seu alcance e a possibilidade de seu impacto?
  • 13. Voltando para a Igreja Alguém aqui está insatisfeito com algum dos objetivos ou funções da Igreja atual e está disposto a tentar muda-los? Alguém aqui tem desejo e interesse de acrescentar algum objetivo ou função à Igreja como a conhecemos? Alguém aqui acha que a forma de fazer as coisas que a Igreja atual adota é perfeita, não comporta nenhuma mudança? Lidando apenas com os meios, não com os fins, alguém acha que eles podem melhorados, aprimorados, aperfeiçoados? Quais os meios que podem ser melhorados?
  • 14. Um Lembrete Importante “Quando você pensar sobre como as mídias sociais podem ajudar o seu ministério, evite pensar em termos ‘ou isto / ou aquilo’. Em vez de perguntar ‘Devemos fazer isso virtualmente em vez de continuarmos a fazer como atualmente o fazemos?’, pergunte: ‘Como pode a comunicação virtual melhorar e enriquecer as formas em que atualmente executamos esse ministério?’ As mídias sociais são um conjunto de ferramentas que aumentarão exponencialmente sua capacidade de executar os ministérios da Igreja. As mídias sociais são tanto um estetoscópio, que magnifica sua habilidade de ouvir a sua congregação e a sua comunidade, como um megafone, que magnifica sua habilidade de se fazer ouvido quando você leva a palavra de Deus para a sua comunidade. Sua pergunta sempre deve ser ‘Como eu posso usar essas novas ferramentas para melhorar o nosso desempenho como membros da igreja?’”
  • 15. Consequências não Intencionadas A tecnologia em geral produz mudanças nas pessoas e nas instituições que não faziam parte das intenções daqueles que inicialmente contemplaram e propuseram o seu uso Em geral subestimamos o impacto que a introdução de uma tecnologia pode causar Computador  uso na guerra E-mail  não pretendia substituir o correio tradicional Televisão  teleteatro, teleconcerto, telesporte Telefone Móvel  Chamadas feitas e recebidas em qualquer lugar
  • 16. Eduardo Chaves E-mail: chaves@virtualchurch.co Blog: http://ecclesiavirtualis.com Telefone: (11) 97984--0000 Obrigado!