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    Umbanda Umbanda Presentation Transcript

    • Dentre vários materiais usados habitualmente nas giras deumbanda, Poderíamos citar as ervas, a pemba, osdefumadores, os charutos, os cachimbos e etc. No entanto,hoje nos concentraremos no defumador, no charuto e nocachimbo, os também conhecidos dissipadores ígneo-eólicos.A defumação harmoniza e aumenta o teor das vibraçõespsíquicas, produzindo condições de recepção e inspiração nosplanos físico e espiritual. Além de influenciar em nossasvibrações psíquicas, as ervas e resinas utilizadas nadefumação são poderosos agentes de limpeza vibratória, quetornam o ambiente mais agradável e leve.
    • A defumação deve ser feita em turíbulos de barro (elemento naturalneutro), que mantém as qualidades e os efeitos dos elementosconstitutivos das ervas. Efetuar defumação em recipientes dealumínio, ferro ou similares é um equívoco, pois que estes metais aoentrarem em contato com o carvão em brasa, liberam toxinas que irãoneutralizar, total ou parcialmente, a eficácia das ervas.Ao queimarmos as ervas, liberamos em alguns minutos de defumaçãotodo o poder energético aglutinado em meses ou anos no solo daTerra, absorção de nutrientes dos raios de sol, da lua, do ar, além dospróprios elementos constitutivos das ervas. Deste modo, projeta-seuma força capaz de desagregar miasmas astrais que dominam amaioria dos ambientes humanos, produto da baixa qualidade depensamentos e desejos, como raiva, vingança, inveja, orgulho,mágoa, sensualidade etc.
    •  O fumo é a erva mais tradicional da terapêutica psico- espiritual praticada na Umbanda. Durante o período físico em que o fumo germina, cresce e se desenvolve, arregimenta as mais variadas energias do solo e do meio ambiente, absorvendo calor, magnetismo, raios infravermelhos e ultravioletas do sol, polarização eletrizante da lua, éter físico, sais minerais, oxigênio, hidrogênio, luminosidade, aroma, fluidos etéreos, cor, vitaminas, nitrogênio, fósforo, potássio e o húmus da terra. Assim, o fumo condensa forte carga etérea e astral que, ao ser liberada pela queima, emana energias que atuam positivamente no mundo oculto, podendo desintegrar fluídos adversos à contextura perispiritual dos encarnados e desencarnados. O charuto e o cachimbo, utilizados pelas entidades são tão somente defumadores individuais.
    •  Uma Entidade Astral pode usar a maior facilidade de movimentação do corpo astral do médium umbandista para escudá-Io, no caso de uma consulta carregada de larvas e pensamentos obsessivos. Um dos recursos usados é a volatilização do ambiente ao redor do médium, através da defumação, cachimbo, charuto ou mesmo um líquido aromático volátil. O escudo está em aumentar a velocidade de rotação, agindo em conjunto com as voláteis, produzindo potentes escudos e dardos contra as larvas, pré-bactérias e vírus de várias ordens.
    •  Ao pitarem seus cachimbos, veiculam com a fumaça portentosas vibrações que limpam o aura, desagregando até certas larvas condensadas (pelo pensamento cristalizado) que, se não o fossem, poderiam trazer sérios prejuízos à constituição astrofísica do indivíduo. A fumaça não é, como muitos pensam, deletéria. É deletéria, sim, para aqueles que fumam aspirando nicotina, alcatrão, alcalóides vários e gases nocivos.
    • BEBIDAS – COMO SÃO USADAS O álcool em sua essência é um líquido extremamente volátil sendo portanto, material que facilmente transcende do plano material para o etéreo. Além disso, é também fogo em estado líquido pela sua facilidade de combustão.
    • o álcool ainda possui a propriedade de ser usado como "contraste", quandoa entidade age magnetizando a bebida e faz o consulente ingeri-la empequena quantidade permitindo a visualização, no organismo, das áreas quedeverão receber tratamento específico. Não se pode deixar de citar que o álcool também contribui na maiorflexibilização do corpo astral do médium, liberando substâncias que ativamo cérebro e constituem novo campo de força para os embates eentrechoques psico-espirituais, protegendo o medianeiro de energiasnegativas. Funcionam também como antisépticos para limpar e desinfetar regiões elocais tratados pelas entidades sendo também usadas sobre pontos riscadose tronqueiras.
    • PONTOS CANTADOS E PONTOSRISCADOS Uma musica simples se compõe apenas de melodia e ritmo. É uma sucessão de sons organizados em uma seqüência rítmica. Se a estes sons acrescentamos outros, de acordo com as leis da combinação dos sons, teremos a mesma melodia, só que numa música mais rica, mais elaborada em quantidade de sons harmônicos. São três os elementos básicos da música: a melodia, o ritmo e a harmonia, a saber:
    • Melodia - é a sucessão rítmica de sons musicais, de formasuave e agradável; diz-se também de uma peça musicalsuave, para apenas uma voz ou para um coro uníssono; Harmonia - é a arte de criar e relacionar acordes (qualquercombinação de duas ou mais notas musicais, que soamsimultaneamente); Ritmo - é a alternância de sons no tempo; em outras palavras, é o agrupamento dos diversos valores de tempo durante um período musical, havendo uma harmoniosa correlação das partes. Há quem diga que tal movimento foi baseado na afluência das águas do mar.
    • Existe toda uma ciência e uma magia altamentecomplexa por trás dos Pontos Cantados, sendopor isso algo delicadíssimo dentro de umaChoupana ou Agrupamento de Umbanda.Dentro da ritualística da Umbanda, os PontosCantados são indispensáveis; sãocaracterísticas marcantes que definem umritual.Os Pontos são a trilha sonora, são o roteiro oucaminho por onde anda a Gira. Assim sendo, éobrigação nossa enquanto numa gira, de ajudara traçar um caminho seguro e ameno para queas Entidades Superiores façam um bomtrabalho junto à Coletividade- Terreiro
    •  Podemos notar que os Pontos Cantados sempre trazem uma mensagem, um alerta, uma imagem, uma emoção, e cabe a nós, cantantes, reforça-los, fazer valer de verdade. É de suma importância que sejam entoados com o coração e a vontade de se entrar em contato com o Astral Superior, ao mesmo tempo desejando que tudo que estamos cantando, tome realidade, usando nosso poder de vontade. Quando cantamos com o coração, a mensagem do Ponto provoca em nós um estado de alma que faz com que vibre positivamente todo o nosso ser, e com isto, movimentamos energias poderosas que, atuando sobre os nossos chacras, fazem com que eles secretem elementos renovados, importantíssimos para nosso corpo físico, nos sentimos bem.
    •  Como nos diz a ciência oficial, a música e a combinação harmoniosa de sons, e todo som tem sua freqüência e cor, serve para emitir, atrair ou impregnar certas energias e também para dissipar ou desempregar outras, de acordo com cada um deles, uma vez que cada linha representa uma imagem, traduz um sentimento. Numa correlação inicial, temos:
    • OXALÁ=miOGUM =fáOXOSSI = réXANGÔ=dóYORIMÀ=siYORI = solYEMANJÀ=lá
    •  Podemos também observar que existem características peculiares a cada Linha de Trabalho na Umbanda. Os Pontos de Crianças são alegres, os de Caboclos são vibrantes e os de Pais-Velhos são dolentes, evocando saudades. Assim temos: OXALÁ = sons místicos, predispõe à paz e às coisas dos espíritos; OGUM = sons vibrantes, lembram as lutas, batalhas, demandas; OXOSSI = sons que lembram as matas, os ventos, imitam a natureza; XANGÔ = sons graves, são cantados baixo e falam de justiça; YORIMÁ = sons melancólicos, dolentes, falam de cativeiro; YORI = sons alegres, predispõe ao bom ânimo; YEMANJÁ = sons suaves que nos levam à renovação afetivo-emocional.
    •  >- nunca entoar pontos aos berros, ou de forma acelerada demais, ou letra errada. Todo ponto possui sua harmonia e cada uma das 7 Linhas de Umbanda tem seus ritmos e melodias próprios, como descritos; a firmeza do ponto não está na altura com que ele é cantado, mas sim, na força interior que imprimimos à voz ao cantannos; >- entoar somente os pontos que são de raiz, ou seja, pontos que são apresentados por uma Entidade Superior, devidamente incorporada ou quando intuído a um bom médium; >- existem muitos Pontos e é fácil de reconhecê-los por sua beleza, pelo que despertam aos que cantam ou ouvem; muitos destes pontos são antiguíssimos e tradicionais, eles realmente movimentam energias poderosíssimas quando bem entoados; >- eles não devem ser entoados em locais pouco recomendados, tais como bares ou lugares profanos, que são totalmente adversos às suas boas vibrações.
    • PONTOS RISCADOS Para falar de Pontos Riscados, temos que abordar sua origem, que a grosso modo se divide em duas: Origem Espiritual - Representa a grafia sagrada em sua essência. Em síntese são os aspectos Teogônico (luz), Cosmogônicos (som), e Androgônicos (movimento). São as ordens e direito de trabalho estendida aos emissários do Cristo, o comando Espiritual através do uso da pêmba. Identifica principalmente a vibração do Orixá, na qual está vinculado o espírito; Origem Histórica - Está no Alfabeto Vatan ou Devanagário. São sinais, que mesmo após terem sidos adulterados, pela evolução histórica da sociedade, podem ser identificados a partir, dos sinais rupestre, preservados como patrimônio cultural dos povos.
    •  Ao longo dos milênios, o conhecimento adquirido precisava ser perpetuado, daí surgiram desenhos primitivos em cavernas no tempo da pré-história, onde antepassados deixavam registrados seus aprendizados, que foram considerados mágicos por propiciarem melhora de vida e sobrevivência. O homem evoluiu dos até a obtenção de um alfabeto convencional. Quando o homem já havia dominado os conhecimentos básicos da natureza, da sobrevivência e da morte, seus desenhos passaram a expressar suas idéias e a sua vontade. Assim foi que a recordação - a capacidade de acumular conhecimentos, a ideação - a faculdade de prever os acontecimentos, e a vontade - a força de deliberação da vontade, constituíram a base de todo o conhecimento da humanidade.
    •  Na antiguidade, o Verbo era considerado como o dom mais precioso dado ao homem. e a formação de nomes era coordenada por leis místicas regidas pelos números, obedeciam às forças da natureza, representadas pelos planetas, signos astrológicos e pela vibração sonora. Eram palavras sagradas cujo som resultante tinha de encerrar, em si própria, as faculdades ativas e produtivas daquilo que se queria denominar e invocar. Assim, cada palavra correspondia a uma força mágica e passaram a ser privilégio de Sacerdotes e vieram a transformar-se em Escritas Sagradas. Conservada assim, puramente espiritualizada, esta Grafia Sagrada teve sua máxima aplicação da grafia na dinamização da vontade humana - A Lei de Pemba.
    • A Escrita Cósmica, a Verdadeira Escrita, a Grafia Cósmica, é também chamada de Lei de Pemba ou Ponto Riscado. É a verdadeira escrita ou grafia dos Orixás, sendo composta de 3 sistemas, a saber:I) Sistema Mnemônimo - sinais mnemônicos: sinais destinados a ativar a memória;2) Sistema Ideogrático - sinais ideográficos: abrange sinais que representam uma idéia.podendo representar uma qualidade, uma função;3) Sistema Fonético - sinais sonoros: sinais representativos de determinados sons, inclusive sons da própria natureza - é o alfabeto que expressa o próprio verbo da natureza.
    •  Através destes 3 Sistemas muito usado pela Pura Raça Vermelha, que surgiu o grafismo do Abanheenga, a primeira expressão fonética concatenada da humanidade. Para exemplificar, o Trono Tupy também teve esse conhecimento cósmico que se perdeu no decorrer do tempo e que é revivido gradativamente, pelo Movimento Umbandista.
    •  Sacerdotes guardaram as morfologias-sons das palavras, que expressam quantidade e qualidades, sendo um alfabeto que produz termos cósmicos: é a Coroa do Verbo, é a própria Ciência do Verbo Vivo, expressando os ciclos e os ritmos da concretização vibracional dos Orixás e constituem sinais-sons que representam estes Orixás. Com estes Sacerdotes, tivemos o surgimento de um alfàbeto ligeiramente trabalhado em relação ao original, que se encontra nos Arquivos Planetários Superiores e muito se relaciona com a Lei de Pemba - era o Alfabeto Vatânico ou Adâmico ou Devanagário, que é uma adaptação do verdadeiro alfabeto da Língua Raiz ou Matriz denominada Abanheenga (Abá - homem, humanidade, Nheen - língua; Ga - alma, essência, a raiz fundamental da linguagem). Foi uma forma de velar a verdadeira escrita cósmica, sendo urna equivalência astral e substitui a Lei de Pemba. Resumindo, o alfabeto Vatânico, através de sutis modificações, constitui a base para o alfabeto da Pemba. Nele, a letra latina tem sua correspondente no alfabeto devanagário (ou adâmico ou vatânico) e com o sânscrito, com astros/planetas/signos e valor numérico.
    •  Para o Ponto Riscado, que traduz a Lei de Pemba, usa-se um giz mineral, que pode ser colorido ou branco. Este objeto, se não estiver imantado dentro dos princípios sagrados e velados, os fundamentos herméticos de Umbanda, toma-se apenas um giz comum e não é capaz de movimentar a verdadeira magia dos Orixás e Mentores Espirituais, além de ter que ser usado por aqueles raros médiuns que, ao incorporarem verdadeiros Mentores Espirituais, que tem o conhecimento verdadeiro de movimentar as forças etéreo-físicas, astrais e mentais, formam verdadeiros "clichês astrais", atuando nos 3 campos, em benefício da humanidade, e neste sentido, os Pontos Riscados expressam a natureza nos aspectos sutilíssimo - mental. sutil - astral e denso - físico. Desde que se tem conhecimento de Umbanda, tem-se notícias do uso da pemba.
    • o fundamental sobre o Ponto Riscado é entender que ele se compõe de 3 partes ou princípios:Flecha, Chave, Raiz, e que um Ponto Riscado completo tem 5 Partes ou Setores. (figura - Elo Perdido)Na figura a seguir , temos que:Setor A = refere-se ao sinal que diz quem é a Entidade;Setor B = refere-se a quais são as Ordens e Direitos que ela traz;
    •  Setor C = refere-se as atividades ou atribuições; ordena ou é ordenada; é chefe ou é integrante; Setor O = refere-se aos elementos fixadores ou repulsivos/desagregadores; Setor E = refere-se ao tipo de movimento, ou seja, para que serve o sinal ou conjunto. Os Princípios da Lei de Pemba:
    •  I) FLECHA = Vibração = É a representação gráfica das 7 vibrações dos Orixás: Identifica uma das 3 formas de apresentação das Entidades Espirituais na Corrente Astral de Umbanda. Também pode identificar ou dizer da função do ponto riscado. A Flecha tem em sua ponta, o ângulo, cuja função é concentrar, direcionar, impulsionar, dinamizar, ser entrada ou saída de forças ou correntes. A flecha também indica se a Entidade é genuína - vem da raça vermelha, reajustada - trabalha em forma que não é a sua originária ou em missão sacrificial.- seres de outro lócus astrais que nunca encarnaram na Terra.
    • 1.1 - Crianças = flecha sinuosa (Yori): função de bloqueio ativo e passivo; reflete as correntes.1.2 - Caboclos = flecha curva (Orixalá, Ogum, Oxossi, Xangô, Yemanjá): função é a depromover bloqueios vibracionais, reflexões, conduzir ou ser emissiva e remissiva de correntes; condensar correntes1.3 - Pais-Velhos = flecha reta (Yorimá): função de bloquear ou neutralizar sem refletir; agircomo condutor e condensador.Estão relacionadas diretamente com os protetores quando riscadas isoladamente. Quase sempre, os mentores que dominam o conhecimento utilizam-se de médiuns de Karma probatório.
    • 2) CHAVE = Grau = Relacionado aos 7 graus dentro da Hierarquia espiritual de Umbanda: Identifica em primeira instância, a Linha Espiritual da Entidade, tal como uma descentralização do poder estendido pelo Orixá, bem como, o plano dimensional onde atua e o grau 14 da Entidade. Na Linha de Caboclo atuam em 5 Faixas distintas - Orixalá, Ogum, Oxossi, Xangô e Yemanjá; na linha de Criança uma faixa - Yori, e na linha de "Preto Velho" a faixa vibracional ligada ao Orixá Yorimá. Estão relacionadas quando em combinação com os mentores no grau de guia. Neste caso, os seus sensitivos são médiuns de Kanna evolutivo.
    •  3) RAIZ= Ordem = Relacionada aos 21 arcanos maiores: Identifica as Entidades (Orixás menores), que verdadeiramente podem movimentar os aspectos têogônicos. Geralmente são combinações que denotam unidade em suas as ordens e direitos de trabalho, etc .. É a grafia sagrada, afeta aos espíritos no grau de Orixás Menores. Estes espíritos necessitam de veículos mediúnicos que já demonstra certa maturidade, para recepcioná-los. São médiuns de Kanna missionários ou sacrificais.
    •  Campos de forças Como o próprio nome já diz, é a proteção vibratória criada por clichês manipulados pela magia dos espíritos responsáveis pela defesa do templo e dos seus médiuns, que integram a corrente mediúnica. São imprescindíveis, à manutenção do ambiente ritualístico, principalmente durante as cerimônias litúrgicas, primando que as giras internas e externas aconteçam sem a interferência dos agentes do mal. Bibliografia – estudos A.U.E.A – Agrupamento de Umbanda da Estrela Azul – grupo Cabloco cobra Coral – Mestre Araniananda