Your SlideShare is downloading. ×
0
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
SaúDe Coletiva   ConservaçãO De Vacinas   Roteiro
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

SaúDe Coletiva ConservaçãO De Vacinas Roteiro

77,521

Published on

Published in: Business, Technology
0 Comments
19 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
77,521
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
19
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. SAÚDE COLETIVA IMUNIZAÇÃO Conservação de Imunobiológicos Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo – COREN 99792
  • 2. Conservação dos Imunobiológicos <ul><li>É feita por meio de sistema de refrigeração, haja vista que são produtos termolábeis (se deterioram em temperatura ambiente após determinado tempo) </li></ul>
  • 3. Conservação dos Imunobiológicos <ul><li>Os imunobiológicos são sensíveis a agentes físicos como o calor, especialmente por conterem na sua formulação antígenos e adjuvantes </li></ul><ul><li>O calor acelera a inativação das substâncias que entram na composição dos produtos </li></ul>
  • 4. Conservação dos Imunobiológicos <ul><li>As vacinas que contêm adjuvantes não podem ser submetidas a congelamento, ou seja, são conservadas entre +2 e +8ºC </li></ul><ul><li>Vacina tríplice DTP e DTaP, DT e dT, toxóide tetânico, febre tifóide, hepatite B, BCG intradérmica, Haemophilus influenzae (Hib), pneumococo, contra Influenza , meningite A e C, B e C </li></ul>
  • 5. Conservação dos Imunobiológicos <ul><li>Da mesma forma os produtos derivados do plasma heterólogo (espécie diferente) e plasma homólogo como as imunoglobulinas anti-hepatite B, antivaricela zoster, antitetânica e anti-rábica humana </li></ul><ul><li>Soros, antidiftérico, antibotrópico, anticrotálico, antilaquético, antibotrópico/anticrotálico/antilaquético, antielapídico, antiaracnídico, antiescorpiônico </li></ul>
  • 6. Rede de Frio <ul><li>É o sistema de conservação dos imunobiológicos </li></ul><ul><li>Inclui armazenamento, transporte e a manipulação destes produtos em condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que os mesmos são administrados </li></ul>
  • 7. Rede de Frio – 5 Instâncias <ul><li>Nacional </li></ul><ul><li>Central-estadual </li></ul><ul><li>Regional ou distrital </li></ul><ul><li>Municipal </li></ul><ul><li>Local </li></ul>
  • 8. Instância Nacional <ul><li>São instaladas câmaras frias para conservação de imunobiológicos em temperatura a -20ºC (vacina contra poliomielite, sarampo, meningite C, varicela, febre amarela rubéola e tríplice viral) </li></ul><ul><li>Câmaras em temperatura entre +2 e +8ºC para vacinas DTP,DT, dT, TT, febre tifóide, hepatite B, BCG, Hib, Pneumococo, Influenza, Meningite A e C, meningite B e C, imunoglobulinas e soros </li></ul>
  • 9. Instância Estadual <ul><li>Além das câmaras frias, usam-se também, freezers para vacinas que devem ser congeladas (-20ºC) e geladeiras tipo comercial (modelo de 4, 6 ou 8 portas) para produtos que são conservados entre +2 e +8ºC </li></ul>
  • 10. Instâncias Regional e Municipal <ul><li>Os imunobiológicos são conservados em câmaras frias ou em freezers e em refrigeradores, conforme a temperatura indicada para cada produto </li></ul><ul><li>Nestas instâncias, a instalação da câmara fria e a quantidade de freezers e refrigeradores comerciais e domésticos, dependem do volume a ser estocado, do tempo, do armazenamento e da rotatividade dos produtos </li></ul>
  • 11. Instância Local <ul><li>Compreende os centros e postos de saúde, hospitais e ambulatórios </li></ul><ul><li>Todos os produtos são conservados entre +2 e +8ºC </li></ul>
  • 12. Fluxograma da Rede de frio
  • 13. Procedimentos Básicos na Conservação de Imunobiológicos <ul><li>Os refrigeradores destinados à estocagem de imunobiológicos na instância local, é um equipamento vital para conservação </li></ul><ul><li>Deverá ser colocado distante de fonte de calor, como estufa e autoclave e fora do alcance de raios solares </li></ul><ul><li>Deixar o equipamento perfeitamente nivelado </li></ul>
  • 14. Procedimentos Básicos na Conservação de Imunobiológicos <ul><li>Manter afastado da parede, pelo menos 20 cm, permitindo a livre circulação do ar no condensador </li></ul><ul><li>Usar tomada exclusiva, evitando conjugá-lo junto a outros equipamentos, usando o benjamim ou “T” </li></ul><ul><li>Manter sempre regular a temperatura interna de forma que permaneça entre +2 e +8ºC </li></ul>
  • 15. Procedimentos Básicos na Conservação de Imunobiológicos <ul><li>Evitar abrir o refrigerador de estoque toda vez que for administrar uma vacina; </li></ul><ul><li>Abrí-lo somente duas vezes: no início e no final de cada dia de trabalho </li></ul><ul><li>Fazer previsão do número de pessoas que irá procurar o serviço naquele dia e retirar as vacinas, acondicionando no refrigerador de uso diário ou em caixa térmica com gelo e termômetro </li></ul>
  • 16. Procedimentos Básicos na Conservação de Imunobiológicos <ul><li>Manter pacotes de gelo no evaporador (congelador) </li></ul><ul><li>As vacinas devem ser colocadas nas prateleiras superiores </li></ul>
  • 17. Procedimentos Básicos na Conservação de Imunobiológicos <ul><li>As garrafas com água e corante devem ser colocadas nas prateleiras inferiores </li></ul>
  • 18. Organização do Refrigerador <ul><li>No evaporador colocar gelo reciclável ou saco plástico com gelo, na posição vertical, ocupando todo o espaço, para manter mais tempo a temperatura interna do refrigerador </li></ul>
  • 19. Organização do Refrigerador <ul><li>Na primeira prateleira, as vacinas que podem ser congeladas (poliomielite, sarampo, febre amarela) em bandejas perfuradas para permitir a circulação de ar ou nas próprias embalagens do laboratório produtor </li></ul>
  • 20. Organização do Refrigerador <ul><li>Na segunda prateleira, as vacinas que não podem ser congeladas (vacinas bacterianas </li></ul><ul><li>Na terceira prateleira os diluentes </li></ul>
  • 21. Organização do Refrigerador <ul><li>Colocar na prateleira central (em geral na segunda prateleira), o termômetro de máxima e mínima de pé, para evitar a quebra da coluna de mercúrio </li></ul><ul><li>Retiras as gavetas plásticas, caso existam, preenchendo a parte inferior com garrafas de água que contribuem para estabilizar a temperatura </li></ul>
  • 22. Organização do Refrigerador - Observações <ul><li>Nunca guardar imunobiológicos em caixas térmicas dentro do refrigerador, pois as caixas impedem a circulação do frio </li></ul><ul><li>Não colocar imunobiológicos na porta e na parte de baixo do refrigerador, pois quando a porta é aberta estas áreas são as primeiras a sofrerem o impacto da temperatura ambiente </li></ul>
  • 23. Organização do Refrigerador - Observações <ul><li>Não colocar garrafas com água e outros na porta do refrigerador, uma vez que o peso pode prejudicar a regulagem e a ventilação da porta </li></ul><ul><li>O estoque de diluentes pode ser deixado em temperatura ambiente </li></ul><ul><li>No momento da administração o diluente deve estar na temperatura da vacina (+2 e +8ºC); para isto coloca-lo no refrigerador, no dia anterior ou pelo menos, seis horas antes do uso </li></ul>
  • 24. Organização do Refrigerador - Observações <ul><li>Os produtos que permanecerem na embalagem original são arrumados de forma a manter uma distância entre as caixas de dois dedos, aproximadamente, ficando à idêntica distância das paredes do refrigerador </li></ul><ul><li>A manutenção da distância entre as caixas permite a livre circulação do ar frio no interior do equipamento </li></ul>
  • 25. Organização do Refrigerador - Observações <ul><li>A água colocada nas garrafas deve ter um corantes (azul de metileno, anil, violeta de genciana) para evitar que seja bebida </li></ul>
  • 26. &nbsp;
  • 27. Situações de Emergência <ul><li>O refrigerador pode deixar de funcionar por motivo de corte de energia elétrica ou por defeito que, por um período prolongado pode inutilizar totalmente os imunobiológicos </li></ul><ul><li>Nestas situações, deve-se mantê-lo fechado até que a corrente seja reativada ou até que se verifique o tipo de problema, comunicando esse fato, de imediato, ao responsável pel serviço de saúde </li></ul>
  • 28. Situações de Emergência <ul><li>O período ou prazo a ser tolerado depende das condições climáticas locais podendo perdurar até seis horas se o refrigerador: </li></ul><ul><li>Esta funcionando em perfeitas condições </li></ul><ul><li>Tem vedação perfeita da borracha da porta </li></ul><ul><li>Tem controle diário da temperatura </li></ul><ul><li>Contém gelo reciclável, sacos plásticos ou recipientes com gelo no evaporador </li></ul><ul><li>Contém garrafas na última prateleira </li></ul>
  • 29. Situações de Emergência <ul><li>Quando o defeito não é solucionado em até seis horas, providenciar para que os imunobiológicos sejam colocados em caixas térmicas, mantendo a temperatura entre +2 e +8ºC </li></ul><ul><li>Transferir para outro equipamento ou um serviço mais próximo, seja no próximo município ou na instância regional </li></ul>
  • 30. Cuidados com Imunobiológico sob Suspeita <ul><li>Nas situações de emergência a instância imediatamente superior da rede de frio (central estadual – Secretaria Estadual ou Regional) é informado sobre detalhes dessas ocorrências </li></ul><ul><li>A Secretaria Estadual de Saúde informa à coordenação nacional, ou seja, ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) </li></ul>
  • 31. Cuidados com Imunobiológico sob Suspeita <ul><li>Suspender de imediato, a utilização do produto mantendo-o sob refrigeração adequada </li></ul><ul><li>Registrar no formulário para solicitação de reteste de imunobiológicos </li></ul>
  • 32. Informações Registradas <ul><li>Número do lote </li></ul><ul><li>Quantidade </li></ul><ul><li>Data de validade do lote </li></ul><ul><li>Apresentação </li></ul><ul><li>Laboratório produtor </li></ul><ul><li>Local condições de armazenamento </li></ul>
  • 33. Informações Registradas <ul><li>Registrar o problema identificado e, se for o caso, o tempo em que o equipamento ficou sem funcionar, anotando a temperatura verificada na última leitura, bem como a temperatura máxima e mínima atingida </li></ul>
  • 34. Informações Registradas <ul><li>Contatar a rede de frio imediatamente superior (local para regional, regional para estadual e esta para nacional) </li></ul><ul><li>Discutir com estas instâncias o destino a ser dado ao imunobiológico, aguardando, se for o caso, os resultados da reanálise e orientação para utilizar ou não o produto (impresso apropriado) </li></ul>
  • 35. Observações <ul><li>O descarte de um imunobiológico sob suspeita, ou mesmo a reutilização ou envio para reteste são decisões que só podem ser adotadas em conjunto, nunca isoladamente </li></ul>
  • 36. Observações <ul><li>A instância local, onde houve a ocorrência, informa o fato ao distrito ou regional à saúde, que definirá com a instância estadual e este com o PNI a conduta adotada </li></ul><ul><li>Independente de qualquer decisão, todos os dados sobre a ocorrência são registrados no impresso para solicitação de reteste de imunobiológicos sob suspeita </li></ul>
  • 37. Controle de Temperatura <ul><li>É feito mediante termômetros </li></ul><ul><li>Na sala de vacinação, nos postos de vacinação fixos e volantes, por ocasião de campanhas, intensificação e bloqueios, bem como no transporte, os imunobiológicos, devem ficar entre +2 e +8ºC, que é a temperatura a ser mantida no interior do refrigerador e de caixas térmicas </li></ul>
  • 38. Controle de Temperatura <ul><li>Para controle utiliza-se os seguintes termômetros: </li></ul><ul><li>De máxima e mínima </li></ul><ul><li>Linear </li></ul><ul><li>Termômetro de cabo extensor </li></ul>
  • 39. Controle de Temperatura <ul><li>O recomendado para ser usado é o de máxima e mínima, pois pode-se verificar a temperatura máxima, a temperatura mínima ocorrida em um espaço de tempo e a temperatura no momento da verificação </li></ul>
  • 40. Termômetro de Máxima e Mínima <ul><li>Temperatura mínima (mais fria) </li></ul><ul><li>Temperatura máxima (mais quente) </li></ul><ul><li>Temperatura do momento </li></ul>
  • 41. Temperatura Mínima <ul><li>Está indicada no nível inferior do filete azul da coluna esquerda </li></ul>
  • 42. Temperatura Máxima <ul><li>Está indicada no nível inferior do filete azul da coluna direita </li></ul>
  • 43. Temperatura do Momento <ul><li>Está indicada pela extremidade superior das colunas de mercúrio (colunas prateadas) em ambos os lados </li></ul>
  • 44. Termômetro Máxima e Mínima
  • 45. Termômetro Linear <ul><li>Utilizado principalmente para verificar a temperatura da caixa térmica que acondiciona os imunobiológicos previstos para o dia de trabalho </li></ul><ul><li>Na falta do termômetro de máxima e mínima </li></ul><ul><li>Seu uso em geladeiras é desaconselhado pois só nos dá a temperatura do momento </li></ul>
  • 46. Termômetro Linear
  • 47. Termômetro de Cabo Extensor <ul><li>Formado por um termômetro tipo linear ligado a um fio metálico, em cuja extremidade encontra-se um cilindro, também de metal, chamado sensor </li></ul><ul><li>O sensor é introduzido entre as vacinas e a outra parte, com o visor do termômetro, é fixada sobre a tampa da caixa </li></ul><ul><li>Utilizado para verificar temperatura da caixa térmica </li></ul>
  • 48. Termômetro de Cabo Extensor
  • 49. Controle de Temperatura <ul><li>A temperatura dos equipamentos é verificada pelo menos duas vezes, no início e no final do dia de trabalho </li></ul><ul><li>Cada verificação, a temperatura é registrada no formulário de Controle de Temperatura </li></ul>
  • 50. Caixas Térmicas <ul><li>Utilizadas para conservar imunobiológicos previstos no dia de trabalho </li></ul><ul><li>Em situações de emergência, quando o corte de energia elétrica ultrapassa o prazo de quatro a seis horas </li></ul><ul><li>Transporte de imunobiológicos de uma instância da rede de frio para outro </li></ul><ul><li>Vacinação extramuros em campanhas, intensificações ou bloqueios </li></ul>
  • 51. Organização da Caixa Térmica
  • 52. Referências Bibliográficas <ul><li>Manual de Procedimentos para Vacinação / elaboração de Clelia Maria Sarmento de Souza Aranda et al. 4. ed. - Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde ; 2001 316 p. il. 1. Imunização I. Aranda, Clelia Maria Sarmento II. Brasil. Ministério da Saúde III. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. </li></ul><ul><li>Capacitação de pessoal em sala de vacinação - manual do treinando.Organizado pela Coordenação do Programa Nacional de Imunizações. 2a ed. rev. e ampl. – Brasília : Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, 2001. 154 p. : il. 1. Imunização. 2. Recursos humanos para a saúde. 3. Capacitação de pessoal. I.Brasil. Ministério da Saúde. II. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. III. Brasil. Coordenação do Programa Nacional de Imunizações. </li></ul>
  • 53. &nbsp;

×