Sistematização do Sistema Homem-Tarefa-Máquina (SHTM)

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Aula do curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio. Mais informações em http://www.eduardobrandao.com/aulas/aulas-de-ergonomia-e-usabilidade/sistematizacao-do-sistema-homem-tarefa-maquina-shtm/

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Sistematização do Sistema Homem-Tarefa-Máquina (SHTM)

  1. 1. sistematização dosistema homem-tarefa-máquina(shtm)Eduardo Rangel Brandão, M.Sc.A reprodução, total ou parcial, dos textos e imagens deste documento só é permitida para fins não comerciais,sendo obrigatória a citação da fonte.
  2. 2. O conteúdo desta aula foi ministrado no Curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  3. 3. shtmEm sistemas homem-tarefa-máquina(shtm), cabe enfatizar a interação entreos homens e as máquinas.O termo “máquina” significa tudo aquiloque compreende qualquer mecanismocom o qual o indivíduo executa umaatividade com um dado propósito.
  4. 4. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O carro é uma máquina.
  5. 5. * Imagem retirada do site “Design On The Rocks” - <http://www.designontherocks.com.br/?p=27964> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O avião é uma máquina.
  6. 6. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O trem é uma máquina.
  7. 7. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O ônibus é uma máquina.
  8. 8. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O bonde é uma máquina.
  9. 9. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A bicicleta é uma máquina.
  10. 10. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A esteira de montagem é uma máquina.
  11. 11. * Imagens retiradas da internet (através da busca por imagens do Google) sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A cabine de um avião é uma máquina.
  12. 12. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O palm é uma máquina.
  13. 13. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O telefone celular é uma máquina.
  14. 14. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A vassoura é uma máquina.
  15. 15. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A tesoura é uma máquina.
  16. 16. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O espelho portátil é uma máquina.
  17. 17. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A caneta é uma máquina.
  18. 18. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O canudo é uma máquina.
  19. 19. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A escada é uma máquina.
  20. 20. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A bolsa é uma máquina.
  21. 21. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) O pincel é uma máquina.
  22. 22. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) A luva, a joelheira e a caneleira são máquinas.
  23. 23. * Imagem retirada do site “Photo Poligon” - <http://photopolygon.com/> sistema homem-tarefa-máquina (shtm) Os halteres são máquinas.
  24. 24. * Imagens retiradas da internet (através da busca por imagens do Google) sistema homem-tarefa-máquina (shtm) Para a ergonomia, não há distinção entre máquinas simples e complexas. O importante é fazer com que a máquina esteja adaptada ao seu usuário, servindo-o de acordo com os seus objetivos.
  25. 25. shtmEm qualquer sistema de equipamentosutilizam-se ou envolvem-se pessoas, poisesses sistemas sempre são elaboradoscom algum objetivo humano.A natureza essencial do envolvimento depessoas nos sistemas refere-se a umpapel ativo, interagindo com o sistemapara realizar a função para qual essesistema foi projetado.
  26. 26. shtmVaria enormemente a intensidade comque os sistemas homem-tarefa-máquinaenvolvem operadores humanos.Em alguns casos, o papel do homem é deprojetista, construtor, implantador emanutenidor.
  27. 27. shtmTanto homens quanto máquinas sãonecessários para o desempenho dosistema.Não existe um sistema completamenteautomático ou completamente manual.
  28. 28. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) sistema homem-tarefa-máquina (shtm) Mesmo nos sistemas conhecidos como automáticos, homens são necessários para tarefas diretivas, de monitoração, de controle, de regulação e de manutenção.
  29. 29. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) sistema homem-tarefa-máquina (shtm) Mesmo nos sistemas onde o trabalho manual é amplamente realizado, alguns instrumentos sempre são utilizados.
  30. 30. sistematização do shtmConsidera-se todo sistema como parte deum sistema maior que o influencia (estesistema maior, por sua vez, está contidoem algum outro).Logo, o sistema analisado é um sub-sistema de outro sistema maior e,contém, ele próprio, outros sub-sistemas.
  31. 31. sistematização do shtmO objetivo do sistema de ordem inferior édeterminado em função da necessidadede se atingir o objetivo do sistema deordem superior.
  32. 32. sistematização do shtmTodo sistema apresenta outros sistemasparalelos a ele próprio.Todo sistema recebe, como entrada,produtos provenientes de outro sistemaque o antecede e produz saídas para osistema que o sucede.Logo, existe uma ordem hierárquica euma posição em série.
  33. 33. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão caracterização e posição serial do sistema RESTRIÇÕES Coações fixas que dificultam a implementação dos requisitos META (missão do sistema) “Para que serve o sistema?” ENTRADAS SAÍDAS SISTEMA Elementos que Resultados do SISTEMA SISTEMA ALVO ALIMENTADOR serão processados processo realizado ULTERIOR Sistema Sistema que fornece pelo sistema pelo sistema-alvo Sistema que recebe homem-tarefa-máquina entradas para o (matérias-primas, (produtos, as saídas do analisado/estudado sistema-alvo informações, informações, sistema-alvo pessoas...) serviços...) DOS OS ULTA D RES POSITA es, PRO acident s, REQUISITOS DES tes, o en ituos “O que deve ter o sistema para funcionar?” Incid tos defe ição u u prod gos, pol refu
  34. 34. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão ordenação hierárquica do sistema ECOSSISTEMA SUPRA-SUPRA SISTEMA SUPRA SISTEMA SISTEMA ALVO SUBSISTEMA 1 SUBSISTEMA 2 SUB-SUBSISTEMA 1 SUB-SUBSISTEMA 1 SUB-SUBSISTEMA 2 SUB-SUBSISTEMA 2 SUB-SUB- SUB-SUB- SUB-SUBSISTEMA 3 SUBSISTEMA 1 SUBSISTEMA 2
  35. 35. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão expansão do sistema SUPRA SISTEMA SISTEMA SERIAL 1 SISTEMA SERIAL 2 Envia entradas para o sistema alvo SISTEMA ALVO Recebe as saídas do sistema alvo (sistema alimentador) (sistema ulterior) SUBSISTEMA 1 SUBSISTEMA 2 SISTEMA PARALELO 1 SISTEMA PARALELO 2 Independente do sistema alvo Independente do sistema alvo SUBSISTEMA 1 SUBSISTEMA 1 SISTEMA REDUNDANTE Realiza as mesmas funções e produz as mesmas saídas que o sistema alvo SUBSISTEMA 2 SUBSISTEMA 2
  36. 36. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão modelagem comunicacional do sistema MÁQUINA HOMEM SISTEMAS HUMANOS CANAIS DE ENVOLVIDOS FONTES DE INFORMAÇÃO TRANSMISSÃO •  Visão •  Sinais visuais •  Audição •  Sinais sonoros •  Tato •  Voz humana •  Olfato •  Paladar TRANSMISSÕES ACIONAMENTOS NEURÔNIOS •  Segurar; Movimentar; Empurrar COMANDOS ATIVADOS •  Pressionar; Puxar RESPOSTAS HUMANAS •  Alças •  Abaixar; Levantar •  Posturas •  Empunhaduras •  Pegar; Colocar; Rotacionar •  Gestos •  Botões •  Conectar; Desconectar •  Palavras •  Alavancas •  Ajustar •  Deslocamentos •  Manivelas
  37. 37. exemplo:trabalho em linhas deembalagens de indústriade alimentos
  38. 38. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão caracterização e posição serial do sistema ABIENTE DO SISTEMA RESTRIÇÕES Linha de produção de alimentos •  Arranjo das linhas •  Temperatura e posições do forno •  Exigência da produção para a demanda META (missão do sistema) Acondicionar produtos embalados e a granel em caixas para distribuição SISTEMA SISTEMA ENTRADAS SISTEMA ALVO SAÍDAS ALIMENTADOR ULTERIOR Embalagem com produto Posto de trabalho Caixas abertas Esteira de transporte Esteira de transporte e produtos a granel da linha de embalagem cheias de produtos da saída do forno para selagem REQUISITOS •  Embalagens e produtos a granel no envoltório de alcance DOS OS ULTA D •  Caixas vazias no envoltório de alcance RES POSITA a esteira •  Ritmo de trabalho adequado PRO dutos n ansaço DES e pro ec •  Espaço para a movimentação suficiente lo d rizes úmu lgias, va doras •  Ac ba •  Acomodação confortável era •  Condições do ambiente físico compatível •  Lom das op
  39. 39. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão ordenação hierárquica do sistema ECOSSISTEMA: Indústrias de produtos alimentícios SUPRA-SUPRA SISTEMA: Fábrica “XPTO” de produtos alimentícios SUPRA SISTEMA: Linha de produção de alimentos SISTEMA ALVO: Posto de trabalho da linha de embalagem SUBSISTEMA 1: Produtos embalados SUBSISTEMA 2: Produtos a granel SUB-SUBSISTEMA 1: Massas SUB-SUBSISTEMA 1: Biscoitos SUB-SUB- SUB-SUB- SUB-SUB- SUB-SUB- SUBSISTEMA 1: SUBSISTEMA 2: SUBSISTEMA 1: SUBSISTEMA 2: Esteira de entrada Apoio para a caixa Esteira de entrada Apoio para a caixa SUB-SUB- SUB-SUB- SUB-SUB- SUB-SUB- SUBSISTEMA 3: SUBSISTEMA 4: SUBSISTEMA 3: SUBSISTEMA 4: Apoios para trabalhar Esteira de saída Apoios para trabalhar Apoio para divisórias SUB-SUB- SUBSISTEMA 5: SUB-SUBSISTEMA 2: Biscoitos Esteira de saída SUB-SUBSISTEMA 3: Margarina
  40. 40. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão expansão do sistema SUPRA SISTEMA: Linha de produção de alimentos SISTEMA SERIAL 1 SISTEMA SERIAL 2 Esteira de transporte SISTEMA ALVO Esteira de transporte para selagem da saída do forno Posto de trabalho da linha de embalagem SUBSISTEMA 1: Produtos embalados SUBSISTEMA 2: Produtos a granel SISTEMA PARALELO 1 SISTEMA PARALELO 2 SISTEMA REDUNDANTE Produção da massa Estoque 15 postos de embalagem
  41. 41. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão modelagem comunicacional do sistema MÁQUINA HOMEM CANAIS DE TRANSMISSÃO SISTEMAS HUMANOS FONTES DE INFORMAÇÃO ENVOLVIDOS •  Produtos na esteira •  Visão •  Espaço da caixa •  Tato TRANSMISSÕES NEURÔNIOS ACIONAMENTOS COMANDOS ATIVADOS •  Apanhar na esteira RESPOSTAS HUMANAS •  Colocar nas caixas •  Embalagens •  Com a mão •  Caixa •  Com o corpo (flexão e rotação)
  42. 42. exemplo:postos de trabalho emlavanderia
  43. 43. * Fonte: palestra “Apreciação ergonômica de uma lavanderia”, de Adriana Batista Duarte da Silva , Lúcia Gomes Ribeiro e Yolanda Villa Wanderley caracterização e posição serial do sistema Restrições • Indisponibilidade financeira; • Espaço físico. Meta Lavar, secar e passar as roupas eficazmente. Entradas Sistema alvo Saídas Sistema Sistema Alimentador Roupas: Roupas: Ulterior • Para lavar; • limpas; • Para lavar e • Limpas e • Governança; passar; LAVANDERIA passadas. • Governança; • Usuário; • Usuário; • Para passar. • Cliente. • Cliente Requisitos • Ambiente adequado (temperatura e iluminação); • Mobiliário e equipamentos suficientes; • Circulação entre as máquinas livre; • Local de estocagem adequado.
  44. 44. * Fonte: palestra “Apreciação ergonômica de uma lavanderia”, de Adriana Batista Duarte da Silva , Lúcia Gomes Ribeiro e Yolanda Villa Wanderley ordenação hierárquica do sistema Ecossistema: Embratur Supra-supra sistema: Cadeia de hotéis Protel Supra sistema: Apart Hotel Sistema Alvo: LAVANDERIA Subsistema 1: BALCÃO DE ATENDIMENTO Subsistema 4: POSTO DE PASSAR ROUPA Sub- Subsubsistema 1: Telefone Subsubsistema 1: Cesto de roupa limpa sistema 7: Subsubsistema 2: Bancada Subsubsistema 2: Tábua de passar ENTREGA Subsubsistema 3: Cestos Subsubsistema 3: Ferro de passar Subsub- Subsubsistema 4: Boleta Subsubsistema 4: Disjuntor sistema 1: Subsubsistema 5: Reservatório de água Bancada Subsistema 2: POSTO DE LAVAGEM Subsubsistema 6: Produto de passar Subsubsistema 1: Cesto de roupa suja Subsub- Subsubsistema 7: Araras Subsubsistema 2: Pré-lavagem sistema 2: Subsubsistema 8: Boleta Boleta Subsubsistema 3: Máquina de lavar Subsubsistema 4: Produtos para lavar Subsistema 5: EMBALAGEM Subsub- Subsubsistema 5: Boleta Subsubsistema 1:Sacos de embalagem sistema 3: Subsubsistema 2: Local de embalar Armário Subsistema 3: POSTO DE SECAGEM Subsubsistema 1: Cesto de roupa limpa Subsistema 6: ESTOCAGEM Subsub- Subsubsistema 2: Máquina de secar Subsubsistema 1: Armários sistema 4: Arara Subsubsistema 3: Bancada de apoio Subsubsistema 2: Araras Subsubsistema 4: Boleta Subsubsistema 3: Boleta
  45. 45. * Fonte: palestra “Apreciação ergonômica de uma lavanderia”, de Adriana Batista Duarte da Silva , Lúcia Gomes Ribeiro e Yolanda Villa Wanderley expansão do sistema Supra-sistema: Apart Hotel Sistema Serial 1 Sistema Alvo: LAVANDERIA Sistema Paralelo 1 Recepção Subsistema 1: Salão de beleza BALCÃO DE ATENDIMENTO Sistema Serial 2 Sistema Paralelo 2 Subsistema 2: POSTO DE LAVAGEM Governança Sindicância Subsistema 3: Sistema Serial 3 POSTO DE SECAGEM Sistema Paralelo 3 Manutenção Subsistema 4: Administração POSTO DE PASSAR ROUPA Sistema Paralelo 4 Subsistema 5: EMBALAGEM Mercadinho Subsistema 6: Sistema Paralelo 5 ESTOCAGEM Restaurante Subsistema 7: ENTREGA
  46. 46. * Fonte: palestra “Apreciação ergonômica de uma lavanderia”, de Adriana Batista Duarte da Silva , Lúcia Gomes Ribeiro e Yolanda Villa Wanderley modelagem comunicacional do sistema Máquina Homem Canais de Sistemas Humanos Fontes de informação: Transmissão §  Toque do telefone; Envolvidos: •  Audição; •  Pessoa entregando a roupa; •  Visão; •  Vistoria das roupas; •  Tato; •  Barulho da máquina de lavar; •  Audição; •  Identificação dos produtos; •  Visão; •  Verificação das roupas; Acionamentos: •  Tato; •  Barulho da máquina de secar; •  Atender o telefone; •  Audição; •  Umidade da roupa; •  Separar a roupa; •  Visão; •  Textura da roupa; •  Anotar na boleta; •  Tato; •  Temperatura do ferro. •  Conversar com o cliente; •  Colocar a roupa no cesto azul; •  Visão; •  Verificar a sujeira da roupa; •  Tato. TRANSMISSÕES •  Esfregar a roupa; •  Colocar a roupa na lavadora; NEURÔNIOS •  Por a roupa no cesto amarelo; Comandos ativados: •  Colocar a roupa na secadora; Respostas Humanas: •  Dobrar a roupa; •  Telefone; •  Cesto amarelo; •  Ensacar a roupa; •  Com a boca; •  Caneta; •  Máquina de secar; •  Colocar o pacote no depósito; •  Com o corpo; •  Boleta; • Bancada de dobrar; •  Tirar a roupa do saco; •  Com a mão; •  Cesto; •  Sacos de embalagem; •  Ligar o ferro; •  Com o corpo; •  Cesto azul; •  Cabide; •  Borrifar produto de passar; •  Com a mão; •  Escovinha; •  Ferro de passar; •  Passar a roupa na tábua; •  Com o corpo; •  Produtos de limpeza; •  Disjuntor; •  Embalar a roupa. •  Com a mão; •  Máquina de lavar; •  Produto de passar. •  Com o corpo; •  Com a mão.
  47. 47. exemplo:postos de trabalho decontroladores de tráfegoaéreo em aeroporto depequeno porte
  48. 48. * Fonte: monografia “Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte”, de André Mattos e EduardoRangel Brandão caracterização e posição serial do sistema RESTRIÇÕES •  Condições meteorológicas •  Espaço físico da torre META Controle e ordenação do tráfego aéreo e terrestre de aeronaves ENTRADAS •  Chamadas pelo SISTEMA rádio (aeronaves SAÍDAS em terra / vôo) •  Controle do SISTEMA ALIMENTADOR SISTEMA ALVO •  Chamadas pelo espaço aéreo •  Administração telefone (sala S / Postos de trabalho da Barra ULTERIOR (sala S: controle dos controladores de •  Aeronaves em terra outros aeroportos) •  Controle dos dos planos de vôo) tráfego aéreo do •  Equipes em terra •  Contato visual aviões no pátio •  Aeronaves em terra aeroporto de •  Aeronaves em vôo (aeronaves) •  Pouso e •  Aeronaves em vôo pequeno porte •  Outros aeroportos •  Informações decolagem de •  Outros aeroportos meteorológicas aeronaves •  Planos de vôo (sala S) REQUISITOS •  Condições visuais de vôo •  Sistemas meteorológicos, rádio e telefone
  49. 49. * Fonte: monografia “Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte”, de André Mattos e EduardoRangel Brandão ordenação hierárquica do sistema ECOSSISTEMA: Ministério da Aeronáutica SUPRA-SUPRA-SUPRA-SUPRA-SUPRA SISTEMA: COMGAP Comando Geral de Apoio SUPRA-SUPRA-SUPRA-SUPRA SISTEMA: DEPV Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo SUPRA-SUPRA-SUPRA SISTEMA: INFRAERO Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária SUPRA-SUPRA SISTEMA: Aeroporto de pequeno porte SUPRA SISTEMA: Torre de controle SISTEMA ALVO: Postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo do aeroporto de pequeno porte SUBSISTEMA 1: SUBSISTEMA 2: SUBSISTEMA 3: Controle de “Ponte” entre o Controle de aeronaves controle de aeronaves aeronaves em terra em terra/vôo em vôo
  50. 50. * Fonte: monografia “Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte”, de André Mattos e EduardoRangel Brandão ordenação hierárquica do sistema ECOSSISTEMA: Ministério da Aeronáutica SUPRA-SUPRA SISTEMA: Aeroporto de pequeno porte SUPRA SISTEMA: Torre de controle SISTEMA ALVO: Postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo do aeroporto de pequeno porte SUBSISTEMA 1: SUBSISTEMA 2: SUBSISTEMA 3: Controle de aeronaves em terra “Ponte” entre o controle Controle de aeronaves em vôo de aeronaves em terra/vôo SUB-SUBSISTEMA 1: Aparelhos SUB-SUBSISTEMA 1: Aparelhos meteorológicos (pressão, SUB-SUBSISTEMA 1: Aparelhos meteorológicos (pressão, temperatura e vento) meteorológicos (pressão, temperatura e vento) temperatura e vento) SUB-SUBSISTEMA 2: Programa de SUB-SUBSISTEMA 2: Programa de computador para controle do tráfego SUB-SUBSISTEMA 2: Telefone 1, para computador para controle do tráfego órgãos de controle aéreo SUB-SUBSISTEMA 3: Rádio para SUB-SUBSISTEMA 3: Rádio para comunicação com aeronaves em terra SUB-SUBSISTEMA 3: Telefone 2, para comunicação com aeronaves em vôo sala S (controle dos planos de vôo) SUB-SUBSISTEMA 4: Rádio para SUB-SUBSISTEMA 4: Rádio auxiliar comunicação com o pátio SUB-SUBSISTEMA 4: Telefone 3, com linha externa SUB-SUBSISTEMA 5: Telefone 1, para SUB-SUBSISTEMA 5: Telefone 1, para órgãos de controle aéreo órgãos de controle aéreo SUB-SUBSISTEMA 6: Telefone 2, para SUB-SUBSISTEMA 6: Telefone 2, para sala S (controle dos planos de vôo) sala S (controle dos planos de vôo) SUB-SUBSISTEMA 7: Telefone 3, SUB-SUBSISTEMA 7: Telefone 3, com linha externa com linha externa
  51. 51. * Fonte: monografia “Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte”, de André Mattos e EduardoRangel Brandão expansão do sistema SUPRA-SISTEMA: Torre de controle SISTEMA SERIAL 1 SISTEMA ALVO: Postos de trabalho SISTEMA PARALELO 1 Administração do controle dos controladores de tráfego aéreo Administração geral de planos de vôo (sala S) do aeroporto de pequeno porte SISTEMA SERIAL 2 SISTEMA PARALELO 2 SUBSISTEMA 1 Aeronaves em terra Empresas de manutenção Controle de aeronaves em terra SISTEMA SERIAL 3 SISTEMA PARALELO 3 Aeronaves em vôo SUBSISTEMA 2 Equipe de limpeza “Ponte” entre o controle de aeronaves em terra/vôo SISTEMA SERIAL 4 SISTEMA PARALELO 4 Equipes em terra Equipe de segurança SUBSISTEMA 3 Controle de aeronaves em vôo SISTEMA SERIAL 5 SISTEMA PARALELO 5 Outros aeroportos Restaurante SISTEMA PARALELO 6 Usuários do aeroporto
  52. 52. * Fonte: monografia “Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte”, de André Mattos e EduardoRangel Brandão modelagem comunicacional do sistema MÁQUINA Homem FONTES DE INFORMAÇÃO •  Aparelhos meteorológicos (pressão, temperatura e vento) •  Contato visual com aeronaves •  Programa de computador para CANAIS DE controle do tráfego TRANSMISSÃO •  Rádio auxiliar SISTEMAS HUMANOS •  Rádio para comunicação com ENVOLVIDOS aeronaves em terra •  Audição •  Rádio para comunicação com •  Visão aeronaves em vôo •  Rádio para comunicação com o pátio •  Telefone 1, para órgãos de controle aéreo •  Telefone 2, para sala S (controle dos planos de vôo) •  Telefone 3, com linha externa TRANSMISSÕES ACIONAMENTOS NEURÔNIOS •  Atender o telefone COMANDOS ATIVADOS •  Delegar comandos e procedimentos de vôo •  Binóculo •  Digitar no teclado RESPOSTAS HUMANAS •  Botão do rádio auxiliar •  Falar no rádio •  Com a boca •  Botão do rádio de aeronaves em terra •  Fazer anotações em papel •  Com a mão •  Botão do rádio de aeronaves em vôo •  Fazer ligações telefônicas •  Com o corpo •  Mouse •  Levantar da cadeira •  Com deslocamentos •  Teclado do computador •  Segurar o binóculo •  Com gestos •  Teclado do telefone 1 •  Com posturas •  Teclado do telefone 2 •  Teclado do telefone 3
  53. 53. sistematização do shtm: processo dedesenvolvimento de sistemas
  54. 54. desenvolvimento de sistemasO ergonomista estuda a tarefa numaperspectiva centrada no sistema homem-tarefa-máquina (shtm) para:•  Destacar os requisitos humanos de•  segurança, conforto e bem-estar.•  Determinar procedimentos mais•  racionais e mais produtivos.
  55. 55. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) processo de desenvolvimento de sistemas Aspectos semânticos ecognitivos da informação Percepção dos dados e as Conteúdo do trabalho Conformação do teclado que aparece na tela decisões implicadas Altura, espessura edesenho dos caracteres Alcances alfanuméricos Visibilidade ecompreensibilidade dos Dimensões do mobiliário símbolos De ... >:~( Cor da tela Radiação Iluminação Temperatura ambiente
  56. 56. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) processo de desenvolvimento de sistemas Aspectos semânticos ecognitivos da informação Percepção dos dados e as Conteúdo do trabalho Conformação do teclado que aparece na tela decisões implicadas Altura, espessura edesenho dos caracteres Alcances alfanuméricos Visibilidade ecompreensibilidade dos Dimensões do mobiliário símbolos ... para :-D Cor da tela Radiação Iluminação Temperatura ambiente
  57. 57. desenvolvimento de sistemasUm processo simples e tradicionalconsidera as etapas descritas a seguir:•  Definição de objetivos e critérios.•  Definição dos sub-sistemas.•  Coleta de informações.•  Formulação de alternativas.
  58. 58. desenvolvimento de sistemasUm processo simples e tradicionalconsidera as etapas descritas a seguir(continuação):•  Seleção de alternativas.•  Avaliações e testes.•  Configuração final.
  59. 59. objetivos e critériosOs critérios normalmente:•  Estabelecem os limites aceitáveis para o•  desempenho do sistema.•  Servem para selecionar as alternativas•  de solução.
  60. 60. objetivos e critériosO objetivo pode ser o desenvolvimento deuma mesa para computador. Os critériosdevem estabelecer•  As dimensões mínimas e máximas da•  mesa.•  O peso a ser suportado e regulagens.•  O preço máximo ao consumidor, etc.
  61. 61. definição dos sub-sistemasNo exemplo da mesa para computador:•  O sub-sistema humano é o usuário, que•  interage com o computador pelo•  teclado, vídeo e drivers.•  Os sub-sistemas técnicos são•  constituídos pelos componentes da•  mesa, como, por exemplo, os pés e o•  tampo.
  62. 62. coleta de informaçõesPode ser realizada a partir de:•  Bibliografias especializadas•  Bancos de dados•  Conhecimentos pessoais•  Fornecedores de materiais,•  componentes, etc.
  63. 63. coleta de informaçõesNo exemplo da mesa, as informações aserem coletadas incluem:•  No sub-sistema humano, as dimensões•  antropométricas, posturas, movimentos•  corporais, etc.•  No sub-sistema técnico, os materiais•  disponíveis para fabricação, os•  processos de fabricação, fornecedores,•  custos, etc.
  64. 64. formulação de alternativasNo exemplo da mesa, as alternativascorrespondem às diversas combinaçõespossíveis, como:•  Tampo (madeira, fórmica, plástico).•  Pés (madeira ou metal).•  Configurações, regulagens (2 ou 3•  alturas) e outros aspectos do projeto.
  65. 65. seleção de alternativasÉ feita mediante a aplicação dos critériosdefinidos na etapa 1.
  66. 66. avaliações e testesAs avaliações e testes servem para aescolha final da alternativa a ser adotada.Em geral, são construídos protótipos emescala natural (tamanho real).Estes protótipos são utilizados paracorrigir os eventuais defeitos do projeto.
  67. 67. configuração finalQuando o sistema é colocado em uso,ocorre o seu teste definitivo.Uma avaliação contínua do sistema, coma colaboração dos usuários, podefornecer dados importantes para:•  O aperfeiçoamento do próprio sistema.•  Futuros projetos de sistemas afins.
  68. 68. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão processo de desenvolvimento de sistemas 1. 2. 3. 4. apreciação diagnose projetação validação ergonômica ergonômica ergonômica ergonômica 1.1. 3.1. 4.1. 2.1. problematização conceituação construção análise da tarefa do shtm do projeto de protótipos 2.2. 4.2. 1.2. 3.2. perfil e voz avaliação sistematização soluções dos operadores ergonômica 1.3. 2.3. •  Adaptar as •  Retornar aos estações de usuários as parecer recomendações trabalho, propostas e ergonômico ergonômicas equipamentos e alternativas 1.4. •  Aprofundar os ferramentas às projetuais problemas características sugestões de •  Compreende priorizados e testar físicas, psíquicas e melhoria simulações e predições cognitivas do avaliações através •  Mapeamento dos trabalhador •  Observações de testes problemas sistemáticas •  Os trabalhadores •  Observações •  Entrevistas participam das assistemáticas no estruturadas decisões relativas local de trabalho às soluções a serem •  Questionários e •  Entrevistas implementadas, escalas de avaliação detalhadas e •  Registros •  Registros em vídeo implantadas fotográficos e/ou em vídeo
  69. 69. sistematização do shtm: referênciasbibliográficas
  70. 70. referências bibliográficas: livros
  71. 71. referências bibliográficas: livros •  Ergonomia: conceitos e aplicações •  Anamaria de Moraes •  Cláudia Mont’Alvão
  72. 72. referências bibliográficas: monografias,dissertações e teses
  73. 73. referências bibliográficas: monografias, dissertações e teses•  Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos•  controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte•  André Luiz Medeiros Mattos•  Eduardo Rangel Brandão•  Monografia do curso de Especialização em Ergonomia e Usabilidade: Qualidade de Vida no Trabalho, em•  Casa, na Cidade (2004)
  74. 74. sistematização do shtm:sobre o professor
  75. 75. sobre o professor Eduardo Rangel Brandão atua desde 1995 na criação de produtos digitais. É gestor da equipe de UX (User eXperience) na área de novas mídias da Globosat, onde desenvolve projetos de sites e aplicativos (smartphones, tablets, smart-TVs, set-top boxes, consoles de games, etc.) para canais de televisão como GNT, SporTV, Multishow, Viva, Gloob, Telecine, Universal Channel, GloboNews, Canal Brasil, MegaPix, SyFy, Futura, PremiereFC, Combate, Sexy-Hot, Off, Muu, Philos, entre outros. É professor em cursos de pós-graduação, em disciplinas correlatas a arquitetura de informação, design de interfaces, usabilidade, interação humano-computador e metodologia de pesquisa. Participa do comitê organizador e do comitê técnico científico de congressos internacionais nas áreas de ergonomia, usabilidade, design de interfaces e interação humano-computador. Trabalhou como arquiteto de informação na Globo.com e como designer de interfaces nas empresas Agência Click, Starmedia, Cadê?, MTEC Informática e Rio Datacentro. Atuou em projetos para Amil, Banco do Brasil, Brasil Telecom, Oi, Petrobras, White Martins, Fundação Planetário, Museu Villa-Lobos, Projeto Portinari, Plaza Shopping Niterói, Pinto de Almeida Engenharia, Decta Engenharia, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Programa de Despoluição da Baía de Guanabara. Publicou diversos trabalhos (entre capítulos de livros, monografias, dissertações e artigos em congressos), concluiu 7 orientações e 38 co-orientações de monografias de alunos de pós-graduação lato sensu e participou de 44 bancas examinadoras em cursos de pós-graduação lato sensu. TITULAÇÃO: mestre em interação humano-computador, especialista em ergonomia e usabilidade e bacharel em desenho industrial, nas habilitações de comunicação visual e projeto de produto.
  76. 76. fim :-)Eduardo Rangel Brandão, M.Sc.brandaoedu@gmail.comwww.eduardobrandao.com

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