Observação

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Aula do curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio. Mais informações em http://www.eduardobrandao.com/aulas/tecnicas-pesquisa/observacao/

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  • Vou fazer uma prova amanhã e entregar um trabalho tmb sobre observação. Esse slid m foi útil, pena não ter visto ele antes, agora já ta em cima!
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Observação

  1. 1. observaçãoEduardo Rangel Brandão, M.Sc.A reprodução, total ou parcial, dos textos e imagens deste documento só é permitida para fins não comerciais,sendo obrigatória a citação da fonte.
  2. 2. O conteúdo desta aula foi ministrado no Curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  3. 3. observaçãoObservar significa:•  Aplicar os sentidos.•  A fim de obter uma determinada•  informação.•  Sobre algum aspecto da realidade.
  4. 4. observaçãoNão é possível observar muitas coisas aomesmo tempo.Logo, uma das condições fundamentaispara a observação é:•  Limitar e definir o que se deseja•  observar.
  5. 5. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) observação Limitar e definir o que se deseja observar
  6. 6. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação Limitar e definir o que se deseja observar
  7. 7. observaçãoUma vez captada:•  A informação é selecionada.•  A informação é categorizada.•  A informação é expressa sob a forma de•  dados.
  8. 8. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação informação captada - selecionada - categorizada Os dados são mais “tomados” do dados que dados.
  9. 9. * Imagem retirada da internet (através da busca por imagens do Google) observação visão Engana-se quem acha que usamos apenas a visão durante a técnica de observação...
  10. 10. * Imagens retiradas da internet (através da busca por imagens do Google) observação visão audição olfato Engana-se quem acha que usamos apenas a visão durante a técnica de observação...
  11. 11. observaçãoObservar exige do pesquisador umainformação intelectual bastante amplapara poder colocar as coisas emperspectiva, perceber ou apreender osaspectos do real de um modo que sejarelevante em função de determinadopropósito científico.
  12. 12. observaçãoSem nenhuma concepção a priori, semintenção, mesmo vagamente definida,não se pode entender nada pela simplesobservação.
  13. 13. observaçãoA observação compreende:•  Observação assistemática.•  Observação sistemática.•  Registros de comportamento.
  14. 14. observação: observaçãoassistemática
  15. 15. observação assistemáticaA observação assistemática também échamada de ocasional ou não-estruturada.É realizada sem planejamento e semcontrole previamente definidos, sobrefenômenos que ocorrem de modoimprevisto.
  16. 16. observação assistemáticaO fato de um acontecimento ocorrer demodo imprevisto não significa que omesmo seja repentino, sem algumaprevisão do pesquisador.Este acontecimento até pode seresperado, no entanto, se desconhece omomento em que ocorre, assim comotodas as suas características.
  17. 17. observação assistemáticaA observação assistemática é definidapelo fato do conhecimento ser obtidoatravés de uma experiência casual.Os aspectos relevantes a seremobservados e os meios utilizados paraobservar tais aspectos não sãopreviamente determinados.
  18. 18. observação assistemáticaÉ papel do pesquisador estar atento aoque acontece a cada momento durantetoda a observação.O registro da observação deve sertotalmente fiel ao fato que se observa.Anotam-se apenas os fatos que foramobservados, sem misturá-los com desejose avaliações pessoais.
  19. 19. observação assistemáticaCaso o pesquisador deseje anotar o seuponto-de-vista, opiniões e interpretação,deve fazê-lo separadamente, seminterferir com o registro dos fatosobservados.
  20. 20. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação assistemática Registro da observação assistemática: •  Deve haver grande fidelidade. •  Anotar apenas os fatos observados. •  Se houver opiniões pessoais, devem ser •  anotadas separadamente.
  21. 21. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação assistemática O uso da observação assistemática na ergonomia: •  Na problematização e sistematização do •  SHTM (sistema homem-tarefa-máquina) •  estudado. •  Como preparação para a formulação do •  problema, explicitação de hipóteses e •  definição de variáveis.
  22. 22. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação assistemática O uso da observação assistemática na ergonomia (continuação): •  No planejamento dos instrumentos da •  observação sistemática, do registro de •  comportamento e preparação de •  questionários e escalas de avaliação.
  23. 23. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão o uso da observação assistemática na ergonomia 1. 2. 3. 4. apreciação diagnose projetação validação ergonômica ergonômica ergonômica ergonômica 1.1. 3.1. 4.1. 2.1. problematização conceituação construção análise da tarefa do shtm do projeto de protótipos 2.2. 4.2. 1.2. 3.2. perfil e voz avaliação sistematização soluções dos operadores ergonômica 1.3. 2.3. •  Adaptar as •  Retornar aos estações de usuários as parecer recomendações trabalho, propostas e ergonômico ergonômicas equipamentos e alternativas 1.4. •  Aprofundar os ferramentas às projetuais problemas características sugestões de •  Compreende priorizados e testar físicas, psíquicas e melhoria simulações e predições cognitivas do avaliações através •  Mapeamento dos trabalhador •  Observações de testes problemas sistemáticas •  Os trabalhadores •  Observações •  Entrevistas participam das assistemáticas no estruturadas decisões relativas local de trabalho às soluções a serem •  Questionários e •  Entrevistas implementadas, escalas de avaliação detalhadas e •  Registros •  Registros em vídeo implantadas fotográficos e/ou em vídeo
  24. 24. observação:observaçãosistemática
  25. 25. observação sistemáticaA observação sistemática também éconhecida como planejada, estruturadaou controlada.É realizada em condições controladaspara responder a propósitos previamentedefinidos.Requer planejamento, além deinstrumentos e documentos particulares.
  26. 26. observação sistemáticaSomente a observação sistemática éconsiderada como uma técnica científica.A observação assistemática é realizadadurante os estudos exploratórios,utilizados para o planejamento dapesquisa.
  27. 27. observação sistemáticaA observação sistemática pode serrealizada de modo direto ou indireto.•  Observação sistemática direta:•  aplicam-se diretamente os sentidos•  sobre o fenômeno que se deseja•  estudar.
  28. 28. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão | Imagens retiradas da internet (através da busca por imagens do Google) observação sistemática direta
  29. 29. observação sistemáticaA observação sistemática pode serrealizada de modo direto ou indireto(continuação):•  Observação sistemática indireta: a•  obtenção da informação depende de•  uma interferência, ou seja, é necessário•  fazer uma conclusão a partir dos fatos•  registrados. Geralmente, utilizam-se•  instrumentos para obter a informação.
  30. 30. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão | Imagens retirada das internet (através da busca por imagens do Google) observação sistemática indireta
  31. 31. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática O planejamento da observação sistemática requer: •  Delimitação da área onde as •  informações devem ser obtidas. •  Indicação do campo que compreende •  população, circunstâncias e local. •  Determinação do tempo de duração da •  observação.
  32. 32. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática O planejamento da observação sistemática requer (continuação): •  Definição dos instrumentos a serem •  utilizados e seu modo de operação. •  Preparação do material de apoio •  (planilhas, fichas etc.).
  33. 33. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática Para realizar uma observação sistemática, geralmente, utiliza-se um protocolo de observação: •  Documento onde registra-se os dados •  coletados. Possui uma série de itens •  que fornecem informações gerais e as •  condições em que ocorre a observação, •  bem como registro de comportamento e •  circunstâncias ambientais.
  34. 34. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza protocolo de observação 1) Nome do observador 2) Objetivo da observação 3) Data da observação * Ambiente físico: descrever o formato e dimensões do local, 4) Horário da observação disposição de portas, janelas, móveis, máquinas e equipamentos, condições 5) Diagrama da situação de iluminação, ruídos, temperatura etc. 6) Relato do ambiente físico * ** Ambiente social: identificar as pessoas presentes e o sujeito 7) Descrição do sujeito observado observado (idade, sexo, função), descrever a atividade que ocorre e 8) Relato do ambiente social ** especificar características comuns das pessoas. 9) Técnica de registro utilizada e 9) registro propriamente dito 10) Sistema de sinais e abreviações
  35. 35. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática Recomendações para a realização de uma observação sistemática: •  Preparar a observação (definições e •  material de apoio). •  Observar em equipe. •  Objetividade no registro.
  36. 36. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática Recomendações para a realização de uma observação sistemática (continuação): •  Explicar aos observados o que se •  pretende fazer. •  Ambientar-se à situação e permitir que o •  observado se acostume com a sua •  presença.
  37. 37. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática Recomendações para a realização de uma observação sistemática (continuação): •  Manter uma distância razoável e uma •  atitude discreta. •  Não confiar na memória.
  38. 38. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática Recomendações para a realização de uma observação sistemática (continuação): •  Diferenciar o momento de obtenção dos •  dados e o momento de tratamento dos •  mesmos. •  Procurar fatos que sejam contrários às •  suas idéias.
  39. 39. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza observação sistemática O uso da observação sistemática na ergonomia: •  No diagnóstico ergonômico, durante a •  análise da tarefa (registros •  comportamentais).
  40. 40. * Fonte: livro “Ergonomia: conceitos e aplicações”, de Anamaria de Moraes e Cláudia Mont’Alvão o uso da observação sistemática na ergonomia 1. 2. 3. 4. apreciação diagnose projetação validação ergonômica ergonômica ergonômica ergonômica 1.1. 3.1. 4.1. 2.1. problematização conceituação construção análise da tarefa do shtm do projeto de protótipos 2.2. 4.2. 1.2. 3.2. perfil e voz avaliação sistematização soluções dos operadores ergonômica 1.3. 2.3. •  Adaptar as •  Retornar aos estações de usuários as parecer recomendações trabalho, propostas e ergonômico ergonômicas equipamentos e alternativas 1.4. •  Aprofundar os ferramentas às projetuais problemas características sugestões de •  Compreende priorizados e testar físicas, psíquicas e melhoria simulações e predições cognitivas do avaliações através •  Mapeamento dos trabalhador •  Observações de testes problemas sistemáticas •  Os trabalhadores •  Observações •  Entrevistas participam das assistemáticas no estruturadas decisões relativas local de trabalho às soluções a serem •  Questionários e •  Entrevistas implementadas, escalas de avaliação detalhadas e •  Registros •  Registros em vídeo implantadas fotográficos e/ou em vídeo
  41. 41. observação: registros decomportamento
  42. 42. registros de comportamentoDurante o levantamento de dados nasfases de apreciação e/ou diagnósticoergonômico, interrogam-se os usuáriosde um sistema sobre as suas atividades esobre as exigências da tarefa.No entanto, este procedimento não ésuficiente.
  43. 43. registros de comportamentoÉ necessário realizar alguns registros decomportamento, como:•  Posturas assumidas, exploração visual e•  tomadas de informação.•  Manipulações acionais e deslocamentos.•  Comunicações.
  44. 44. registros de comportamentoA postura adotada como respostacomportamental do usuário passa a serum critério essencial, por ser um fatoobservável.
  45. 45. * Imagens retiradas da internet (através da busca por imagens do Google) registros de comportamento
  46. 46. * Fonte: monografia “Avaliação da usabilidade do canal Shoptime Interativo da SKY, segundo ótica dos usuários”, de Katja Aquino registros de comportamento
  47. 47. * Fonte: dissertação de mestrado “Publicidade on-line, ergonomia e usabilidade: o efeito de seis tipos de banner no processo humano de visualização do formato do anúncio na telado computador e de lembrança da sua mensagem”, de Eduardo Rangel Brandão registros de comportamento
  48. 48. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza registros de comportamento Para a observação de comportamentos é importante estabelecer definições prévias dos comportamentos que se deseja registrar. Isso torna o trabalho do observador mais objetivo e evita que um mesmo comportamento seja interpretado de maneira diversa por diferentes observadores.
  49. 49. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza registros de comportamento Essas definições de comportamento podem ser: •  Morfológicas. •  Funcionais. •  Mistas.
  50. 50. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza definições de comportamento Morfológicas: ressaltam a descrição da forma do comportamento. Descrevem o que ocorre com o sujeito (movimentos, posturas e expressões) tendo o próprio sujeito como referência. Exemplo: balançar o tronco - estando uma pessoa sentada, move o tronco ritmicamente para frente e para trás ou de um lado para o outro.
  51. 51. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza definições de comportamento Funcionais: enfatizam o efeito produzido no ambiente. Referem-se a alterações no estado, na posição ou na localização de objetos ou pessoas e também a produção de sons ou ruídos. Exemplo: pressionar a barra - qualquer pressão sobre uma barra que seja seguido de um clique característico do aparelho.
  52. 52. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza definições de comportamento Mistas: consideram aspectos morfológicos e funcioais. Exemplo: atirar - estando um objeto preso dentro de uma mão fechada, consiste em estender o antebraço abruptamente e, simultaneamente, abrir a mão.
  53. 53. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza registros de comportamento As observações sistemáticas e/ou registros de comportamento são fundamentais para compreender as atividades dos usuários e as exigências da tarefa, sendo mais detalhadas que a descrição fornecida por esses usuários.
  54. 54. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza registros de comportamento Dependendo dos comportamentos e/ou atividades a serem observados, podem ser adotados instrumentos e/ou técnicas mais específicas para a observação e registro.
  55. 55. exemplos:tipos de registro
  56. 56. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza exemplos: tipos de registro Registro cursivo minuto a minuto A definição dos intervalos de tempo da observação deve ser feita de acordo com as características dos eventos a serem observados.
  57. 57. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza exemplos: tipos de registro Registro diacrônico de frequência temporal do evento A definição dos intervalos de tempo da observação deve ser feita de acordo com as características dos eventos a serem observados.
  58. 58. * Fonte: palestra “Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora: Observação”, de Rodrigo Alcântara de Souza exemplos: tipos de registro Registro de evento minuto a minuto A definição dos intervalos de tempo da observação deve ser feita de acordo com as características dos eventos a serem observados.
  59. 59. observação: referênciasbibliográficas
  60. 60. referências bibliográficas: livros
  61. 61. referências bibliográficas: livros •  Ergonomia: conceitos e aplicações •  Anamaria de Moraes •  Cláudia Mont’Alvão
  62. 62. referências bibliográficas: monografias,dissertações e teses
  63. 63. referências bibliográficas: monografias, dissertações e teses•  Publicidade on-line, ergonomia e usabilidade: o efeito de seis tipos•  de banner no processo humano de visualização do formato do•  anúncio na tela do computador e de lembrança da sua mensagem•  Eduardo Rangel Brandão•  Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Design: Ergonomia e Usabilidade da Interação•  Humano-Computador (PUC-Rio - 2006)•  Avaliação da usabilidade do canal Shoptime Interativo da SKY,•  segundo ótica dos usuários•  Katja Aquino•  Monografia do curso de Especialização em Ergonomia, Usabilidade e Interação Humano-Computador:•  Ergodesign e Avaliação de Interfaces (2005)
  64. 64. referências bibliográficas: palestras
  65. 65. referências bibliográficas: monografias, dissertações e teses•  Ergonomia - Métodos e Técnicas da Intervenção Ergonomizadora:•  Observação•  Rodrigo Alcântara de Souza
  66. 66. observação:sobre o professor
  67. 67. sobre o professor Eduardo Rangel Brandão atua desde 1995 na criação de produtos digitais. É gestor da equipe de UX (User eXperience) na área de novas mídias da Globosat, onde desenvolve projetos de sites e aplicativos (smartphones, tablets, smart-TVs, set-top boxes, consoles de games, etc.) para canais de televisão como GNT, SporTV, Multishow, Viva, Gloob, Telecine, Universal Channel, GloboNews, Canal Brasil, MegaPix, SyFy, Futura, PremiereFC, Combate, Sexy-Hot, Off, Muu, Philos, entre outros. É professor em cursos de pós-graduação, em disciplinas correlatas a arquitetura de informação, design de interfaces, usabilidade, interação humano-computador e metodologia de pesquisa. Participa do comitê organizador e do comitê técnico científico de congressos internacionais nas áreas de ergonomia, usabilidade, design de interfaces e interação humano-computador. Trabalhou como arquiteto de informação na Globo.com e como designer de interfaces nas empresas Agência Click, Starmedia, Cadê?, MTEC Informática e Rio Datacentro. Atuou em projetos para Amil, Banco do Brasil, Brasil Telecom, Oi, Petrobras, White Martins, Fundação Planetário, Museu Villa-Lobos, Projeto Portinari, Plaza Shopping Niterói, Pinto de Almeida Engenharia, Decta Engenharia, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Programa de Despoluição da Baía de Guanabara. Publicou diversos trabalhos (entre capítulos de livros, monografias, dissertações e artigos em congressos), concluiu 7 orientações e 38 co-orientações de monografias de alunos de pós-graduação lato sensu e participou de 44 bancas examinadoras em cursos de pós-graduação lato sensu. TITULAÇÃO: mestre em interação humano-computador, especialista em ergonomia e usabilidade e bacharel em desenho industrial, nas habilitações de comunicação visual e projeto de produto.
  68. 68. fim :-)Eduardo Rangel Brandão, M.Sc.brandaoedu@gmail.comwww.eduardobrandao.com

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