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Aula do curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio. Mais informações em ...

Aula do curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da PUC-Rio. Mais informações em http://www.eduardobrandao.com/aulas/tecnicas-pesquisa/avaliacao-heuristica/

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Avaliação heurística Presentation Transcript

  • 1. avaliação heurísticaEduardo Rangel Brandão, M.Sc.A reprodução, total ou parcial, dos textos e imagens deste documento só é permitida para fins não comerciais,sendo obrigatória a citação da fonte.
  • 2. O conteúdo desta aula foi ministrado no Curso de Pós-Graduação em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  • 3. avaliação heurísticaAlguns métodos para a avaliação deinterfaces não utilizam usuários. Taismétodos são conhecidos como não-empíricos.Nestes casos, o pesquisador forneceapenas uma opinião (como perito) sobrea interface, ou realiza algumaschecagens estruturadas na mesma.
  • 4. avaliação heurísticaTambém existem as circunstâncias ondenão há a possibilidade de envolvimentodos usuários. Isto acontece:•  Quando um caráter confidencial•  apresenta-se como algo relevante para•  a avaliação da interface.
  • 5. avaliação heurísticaTambém existem as circunstâncias ondenão há a possibilidade de envolvimentodos usuários. Isto acontece(continuação):•  Quando há dificuldade para encontrar•  usuários com características•  apropriadas (usuários em potencial de•  determinado produto).
  • 6. avaliação heurísticaA avaliação heurística é um método não-empírico de avaliação da usabilidade eminterfaces.Mas, antes de apresentar osprocedimentos utilizados neste tipo deavaliação, vale ressaltar o significado dotermo “heurística”.
  • 7. avaliação heurísticaPara resolver a maioria dos problemas,as pessoas utilizam estratégias intuitivaschamadas de heurísticas:•  Regras informais.ou•  Linhas guias generalizadas.
  • 8. avaliação heurísticaAlgumas pessoas, através de anos deexperiência ou treinamento, tornaram-seperitos na resolução de alguns tipos deproblemas situados em áreasparticulares.
  • 9. avaliação heurísticaAlguns peritos em utilizar heurísticaspodem:•  Diagnosticar rapidamente o mal-•  funcionamento de equipamentos.•  Conduzir campanhas militares•  brilhantes.•  Descobrir novos princípios científicos.
  • 10. avaliação heurísticaUm conhecimento deste calibre é defornecimento restrito, pois esta é umahabilidade que requer anos detreinamento e experiência de trabalhopara ser desenvolvida.A utilização da heurística é, geralmente,tão complexa e definida de forma vaga,que os próprios peritos não conseguemexplicar como fazem isso.
  • 11. avaliação heurísticaÉ importante lembrar que existem outrossignificados para o termo “heurística”:•  Nos estudos de História, o termo é•  utilizado para se referir à pesquisa e•  crítica de documentos para a•  descoberta de fatos.
  • 12. avaliação heurísticaÉ importante lembrar que existem outrossignificados para o termo“heurística” (continuação):•  Em educação, o termo é utilizado para•  definir a linha pedagógica que possibilita•  que os alunos adquiram conhecimento•  através da descoberta pessoal.
  • 13. avaliação heurísticaA partir da década de 1990, a expressão“heurística” passou a ser freqüentementeutilizada por Jakob NIELSEN e RolfMOLICH.
  • 14. avaliação heurísticaNIELSEN e MOLICH propuseram ummétodo de avaliação da usabilidadeatravés do qual um pequeno grupo deperitos em projeto de telas examina umadeterminada interface e procura porproblemas que violem alguns princípiosgerais de projeto.
  • 15. avaliação heurísticaPede-se que estes peritos (tambémchamados de avaliadores) avaliem ainterface isoladamente, evitando que osachados de um sejam influenciados pelosde outro indivíduo.Posteriormente, comparam-se osresultados.
  • 16. avaliação heurísticaVale ressaltar que este método pode seraplicado em qualquer estágio dodesenvolvimento da interface, desde aprototipagem até mesmo após aimplementação.
  • 17. avaliação heurísticaA avaliação heurística é um método fácil,rápido e barato de análise e diagnósticode problemas em interfaces.É um método informal de inspeção deinterfaces onde os avaliadores julgamcada elemento da interface, tendocomo referência os princípios heurísticosde usabilidade.
  • 18. avaliação heurísticaÉ importante ressaltar que um únicoavaliador é incapaz de identificar umnúmero satisfatório de problemas,enquanto um número acima de 5avaliadores não é necessário, pois osproblemas encontrados tendem a serepetir.
  • 19. avaliação heurísticaLogo, a avaliação heurística consiste emreunir um grupo de avaliadores (entre 3 e5 peritos em projeto de telas) paraexecutar a avaliação.Deve-se levar em conta o nível deexpertise de cada indivíduo.
  • 20. avaliação heurísticaA avaliação heurística é um bom métodopara encontrar tanto problemas maioresquanto problemas menores em umainterface.Entretanto, parece ser evidente que aavaliação heurística tende a ser maiseficaz em encontrar problemas menoresem uma interface.
  • 21. avaliação heurísticaVale ressaltar que a gravidade de umproblema de interface é uma combinaçãode 3 fatores:1. Freqüência: implica saber se o1. problema é comum ou raro.
  • 22. avaliação heurísticaVale ressaltar que a gravidade de umproblema de interface é uma combinaçãode 3 fatores (continuação):2. Impacto: deve-se procurar saber se os2. usuários conseguem ultrapassar o2. problema de maneira fácil ou com2. dificuldade.
  • 23. avaliação heurísticaVale ressaltar que a gravidade de umproblema de interface é uma combinaçãode 3 fatores (continuação):3. Persistência: implica saber se os3. usuários poderão ultrapassar o3. problema, uma vez que tenham3. conhecimento de sua existência, ou se3. serão repetidamente incomodados pelo3. problema.
  • 24. avaliação heurísticaAtravés da avaliação heurística, épossível estabelecer o nível de gravidadedos problemas encontrados na interface,fator importante para que, após aavaliação, se possa saber que atitudetomar:
  • 25. avaliação heurística: níveis de gravidade dos problemas0 Não é encarado necessariamente como um problema de usabilidade. Problema estético. Não necessita ser corrigido, a menos que haja tempo1 disponível.2 Problema menor de usabilidade. Baixa prioridade para sua correção.3 Problema maior de usabilidade. Alta prioridade para a sua correção.4 Catástrofe de usabilidade. Imperativo corrigi-lo o mais rápido possível.
  • 26. avaliação heurísticaA escala com níveis de gravidade deveser apresentada aos avaliadores, paraque seja atribuído um valor a cadaproblema encontrado.Como procedimento, recomenda-se quese apresente a escala em uma sessãoposterior à de descoberta dos problemasna interface, para não comprometer adescoberta desses problemas.
  • 27. avaliação heurística:princípiosheurísticos
  • 28. princípios heurísticosA partir da análise de 249 problemas eminterfaces, Jakob NIELSEN e RolfMOLICH definiram 10 princípiosheurísticos.Tais princípios visam abordar osprincipais problemas de usabilidade eminterfaces gráficas digitais.
  • 29. princípios heurísticosOs avaliadores envolvidos na avaliaçãoheurística devem percorrer a interfacemais de uma vez, avaliando seu projeto,posicionamento de elementos,implementação, etc., tendo comoreferência a lista dos 10 princípiosheurísticos:
  • 30. lista dos 10 princípios heurísticos1. Visibilidade do status do sistema.2. Equivalência entre o sistema e o mundo real.3. Controle do usuário e liberdade.4. Consistência e padrões.5. Prevenção de erro.6. Reconhecer ao invés de relembrar.7. Flexibilidade e eficiência de uso.8. Estética e design minimalista.9. Auxílio ao usuário para reconhecer, diagnosticar e recuperar- se de erros.10. Ajuda e documentação.
  • 31. 1º princípio heurísticoO princípio visibilidade do status dosistema afirma que o sistema devesempre manter o usuário informado sobreo que está acontecendo, através defeedback apropriado em período detempo razoável.
  • 32. 2º princípio heurísticoO princípio equivalência entre osistema e o mundo real afirma que osistema deve falar a linguagem dousuário, com palavras, frases e conceitosque lhes sejam familiares, ao invés determos orientados ao sistema. Deve-seseguir convenções do mundo real,fazendo a informação aparecer em umaordem natural e lógica.
  • 33. 3º princípio heurísticoO princípio controle do usuário eliberdade afirma que os usuários podemescolher funções do sistema por enganoe precisarão de uma “saída deemergência” bem marcada para deixar oestado não desejado sem ter que passarpor um extenso diálogo. Deve-sepossibilitar que o usuário possa desfazere refazer ações.
  • 34. 4º princípio heurísticoO princípio consistência e padrõesafirma que os usuários não devem terque imaginar se palavras, situações, ouações diferentes significam a mesmacoisa. Deve-se seguir as convenções daplataforma.
  • 35. 5º princípio heurísticoO princípio prevenção de erro afirmaque muito melhor que boas mensagensde erro é um projeto cuidadoso que, emprimeiro lugar, previna a ocorrência deproblemas.
  • 36. 6º princípio heurísticoO princípio reconhecer ao invés derelembrar afirma que deve-se tornarobjetos, ações e opções visíveis. Ousuário não deve ter que relembrarinformação de uma parte do diálogo emoutra parte. Instruções para uso dosistema devem estar visíveis oufacilmente recuperáveis sempre quenecessário.
  • 37. 7º princípio heurísticoO princípio flexibilidade e eficiência deuso afirma que os aceleradores da tarefa(muitas vezes não percebidos pelosusuários novatos) podem aumentar avelocidade de interação para o usuárioexperiente, de forma que o sistema possaatender tanto aos usuários experientesquanto aos inexperientes.
  • 38. 8º princípio heurísticoO princípio estética e designminimalista afirma que os diálogos nãodevem conter informação que sejairrelevante ou raramente necessária.Toda unidade de informação extra em umdiálogo compete com unidades deinformação relevantes e diminui suavisibilidade relativa.
  • 39. 9º princípio heurísticoO princípio auxílio ao usuário parareconhecer, diagnosticar e recuperar-se de erros afirma que as mensagens deerro devem ser expressas em linguagemclara (sem códigos), indicar precisamenteo problema e sugerir construtivamenteuma solução.
  • 40. 10º princípio heurísticoO princípio ajuda e documentaçãoafirma que ainda que seja melhor que osistema possa ser usado semdocumentação, pode ser necessárioprover ajuda. Qualquer informação destetipo deve ser fácil de buscar, ser focadana tarefa do usuário, relacionar passosconcretos a serem desenvolvidos e nãoser muito longa.
  • 41. princípios heurísticosÉ importante ressaltar que durante arealização de uma avaliação heurística,novos princípios podem ser incorporadospor indicação dos avaliadores.Logo, a realização de diferentes estudosde usabilidade pode gerar um modelo deavaliação para um determinado tipo deinterface.
  • 42. princípios heurísticosEste modelo pode ser consideradoadequado quando as avaliaçõesevidenciarem problemas de usabilidadesem uma heurística associada.
  • 43. avaliação heurística:resultados obtidos
  • 44. resultados obtidosDurante a avaliação heurística, é possívelobter os seguintes tipos de resultado:•  Relatório estruturado: os avaliadores•  descrevem os problemas encontrados•  ao longo da avaliação. Vale lembrar que•  a elaboração de um relatório estruturado•  pode levar muito tempo, devido a•  necessidade de compilar vários•  relatórios em um único documento.
  • 45. resultados obtidosDurante a avaliação heurística, é possívelobter os seguintes tipos de resultado(continuação):•  Registro de verbalizações: alguém•  anota as falas dos avaliadores,•  permitindo a descoberta de problemas•  que poderiam ficar encobertos no caso•  dos avaliadores terem que registrar•  tudo. Muito útil para capturar•  comentários não estruturados.
  • 46. resultados obtidosDurante a avaliação heurística, é possívelobter os seguintes tipos de resultado(continuação):•  Relatório segundo categorias: os•  problemas devem ser compilados em•  um único documento e apresentados•  aos avaliadores. Esses problemas•  devem ser descritos com razoável•  profundidade, inclusive com imagens•  das ocorrências.
  • 47. resultados obtidosDurante a avaliação heurística, é possívelobter os seguintes tipos de resultado(continuação):•  Atribuir níveis de gravidade: os•  avaliadores devem fornecer níveis de•  gravidade para os problemas, mesmo•  os que não foram encontrados por eles.•  Os avaliadores devem poder reexaminar•  a interface, para não se basearem•  somente na sua memória.
  • 48. avaliação heurística:tabulação dos dados
  • 49. tabulação dos dadosA tabulação dos dados propicia umavisão da quantidade de problemas e suadistribuição em relação aos níveis degravidade.A partir dos resultados, é possíveldeterminar quais os problemas maisgraves e que precisarão ser corrigidosprioritariamente.
  • 50. avaliação heurística: roteiro para aavaliação heurística
  • 51. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas:•  Etapa 1: escolher a interface a ser•  avaliada.•  Etapa 2: escolher os avaliadores•  (peritos em projeto de telas) que irão•  participar da avaliação heurística.
  • 52. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 3: escolher a técnica de registro•  das verbalizações.
  • 53. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 4: fornecer para os avaliadores•  informações sobre a pesquisa e o•  objetivo da avaliação, além de•  apresentar os princípios heurísticos,•  com uma breve explicação dos•  conceitos.
  • 54. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 5: permitir que os avaliadores se•  familiarizem com a interface, visitando-a•  pelo menos 2 vezes. A 1ª para conhecer•  o fluxo de interação e o escopo geral•  (sem realizar tarefas). A 2ª para buscar•  problemas (quando são realizadas•  tarefas específicas).
  • 55. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 6: estimular os avaliadores a•  listar cada problema separadamente,•  fazendo com que eles sejam o mais•  específicos possível, sempre•  considerando a relação destes•  problemas com os princípios•  heurísticos.
  • 56. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 7: transcrever os problemas•  detectados nas falas dos avaliadores.
  • 57. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 8: compilar, em uma única lista,•  os problemas encontrados por cada um•  dos avaliadores. Esta lista deve ser•  organizada no formato de tabela, com•  colunas que representam a escala dos•  níveis de gravidade a serem atribuídos a•  cada problema.
  • 58. etapa 8: compilar os problemas em uma única listaPrezado avaliador,Esta é a segunda etapa da avaliação heurística. Esta etapa consiste no julgamento de cada um dos problemas percebidos nafase anterior, quando procedeu-se a inspeção da interface.Este documento é composto por uma tabela que contém a relação dos problemas mais relevantes encontrados pelos avaliadorese uma escala que varia de 0 a 4. Esta escala representa os níveis de gravidade de cada problema.Para cada problema deve ser atribuído um valor da escala, marcando a coluna correspondente ao nível de gravidade percebido.Na legenda abaixo estão discriminados os valores de cada nível da tabela de avaliação. Níveis de Gravidade 0 Não é encarado necessariamente como um problema de usabilidade. 1 Problema estético. Não necessita ser corrigido, a menos que haja tempo disponível. 2 Problema menor de usabilidade. Baixa prioridade para sua correção. 3 Problema maior de usabilidade. Alta prioridade para a sua correção. 4 Catástrofe de usabilidade. Imperativo corrigi-lo o mais rápido possível. Níveis de Problemas Gravidade Descrição do problema 1. 0 1 2 3 4 Descrição do problema 2. 0 1 2 3 4
  • 59. etapa 8: compilar os problemas em uma única lista Níveis de Problemas GravidadeDescrição do problema 3. 0 1 2 3 4Descrição do problema 4. 0 1 2 3 4Descrição do problema 5. 0 1 2 3 4Descrição do problema 6. 0 1 2 3 4Descrição do problema 7. 0 1 2 3 4Descrição do problema 8. 0 1 2 3 4Descrição do problema 9. 0 1 2 3 4Descrição do problema 10. 0 1 2 3 4
  • 60. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 9: distribuir, para cada avaliador,•  uma cópia idêntica da tabela com os•  problemas e a escala com os níveis de•  gravidade.
  • 61. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 10: garantir que cada avaliador•  atribua níveis de gravidade•  isoladamente dos demais indivíduos•  envolvidos na avaliação heurística, a fim•  de evitar que as opiniões destes•  indivíduos possam influenciar suas•  decisões.
  • 62. roteiroAo aplicar a avaliação heurística, épossível desenvolver um roteiro com asseguintes etapas (continuação):•  Etapa 11: realizar a tabulação dos•  níveis de gravidade e posterior análise•  dos resultados.
  • 63. avaliação heurística: referênciasbibliográficas
  • 64. referências bibliográficas: livros
  • 65. referências bibliográficas: livros•  Human factors in system engineering•  Alphonse Chapanis
  • 66. referências bibliográficas: artigos
  • 67. referências bibliográficas: artigos•  How to conduct a heuristic evaluation•  Jakob Nielsen•  http://www.useit.com/papers/heuristic/heuristic_evaluation.html•  Severity ratings for usability problems•  Jakob Nielsen•  http://www.useit.com/papers/heuristic/severityrating.html•  Ten usability heuristics•  Jakob Nielsen•  http://www.useit.com/papers/heuristic/heuristic_list.html•  Avaliação heurística de usabilidade de interfaces no jornalismo•  online•  Antonio Luis Lordelo Andrade•  5º Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade, Design de Interfaces e Interação Humano-•  Computador (2005)
  • 68. referências bibliográficas: artigos•  Ergonomia e usabilidade - um enfoque heurístico sobre manuais de•  instrução de dois produtos domésticos•  Anamaria de Moraes•  Claudio Noronha Vaz de Melo•  Henrique de Souza Gomma•  5º Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Tecnologia: Produtos,•  Informação, Ambiente Construído, Transporte (2005)
  • 69. referências bibliográficas: monografias,dissertações e teses
  • 70. referências bibliográficas: monografias, dissertações e teses•  Abordagem heurística para avaliação da usabilidade de interfaces•  Robson Luís Gomes dos Santos•  Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Design: Ergonomia e Usabilidade da Interação•  Humano-Computador (PUC-Rio - 2000)
  • 71. avaliação heurística:sobre o professor
  • 72. sobre o professor Eduardo Rangel Brandão atua desde 1995 na criação de produtos digitais. É gestor da equipe de UX (User eXperience) na área de novas mídias da Globosat, onde desenvolve projetos de sites e aplicativos (smartphones, tablets, smart-TVs, set-top boxes, consoles de games, etc.) para canais de televisão como GNT, SporTV, Multishow, Viva, Gloob, Telecine, Universal Channel, GloboNews, Canal Brasil, MegaPix, SyFy, Futura, PremiereFC, Combate, Sexy-Hot, Off, Muu, Philos, entre outros. É professor em cursos de pós-graduação, em disciplinas correlatas a arquitetura de informação, design de interfaces, usabilidade, interação humano-computador e metodologia de pesquisa. Participa do comitê organizador e do comitê técnico científico de congressos internacionais nas áreas de ergonomia, usabilidade, design de interfaces e interação humano-computador. Trabalhou como arquiteto de informação na Globo.com e como designer de interfaces nas empresas Agência Click, Starmedia, Cadê?, MTEC Informática e Rio Datacentro. Atuou em projetos para Amil, Banco do Brasil, Brasil Telecom, Oi, Petrobras, White Martins, Fundação Planetário, Museu Villa-Lobos, Projeto Portinari, Plaza Shopping Niterói, Pinto de Almeida Engenharia, Decta Engenharia, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Programa de Despoluição da Baía de Guanabara. Publicou diversos trabalhos (entre capítulos de livros, monografias, dissertações e artigos em congressos), concluiu 7 orientações e 38 co-orientações de monografias de alunos de pós-graduação lato sensu e participou de 44 bancas examinadoras em cursos de pós-graduação lato sensu. TITULAÇÃO: mestre em interação humano-computador, especialista em ergonomia e usabilidade e bacharel em desenho industrial, nas habilitações de comunicação visual e projeto de produto.
  • 73. fim :-)Eduardo Rangel Brandão, M.Sc.brandaoedu@gmail.comwww.eduardobrandao.com