Web Standards

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    Web Standards - Presentation Transcript

    1. www.agni.art.br Santos EduardoEduardo Santos
    2. Porque falar de Padrõ es Web? ● A maior parte da Web e dos profissionais ainda é obsoleta ● Necessidade de acompanhar a evolução da Web ● Necessidade de interoperabilidade ● Necessidade de otimização dos sites ● Necessidade (ainda) de esclarecimentos a respeito 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    3. No início de tudo... A Web é criada em 1989, para ser um padrão de pub licação e distribuição de textos científicos e acadêmicos (URL) Localizador Uniforme de Recursos (HTML) Lingua gem de Marcação de Hipertexto Protocolo de Tran sferência de Hipertexto (HTTP) Tecnologia aberta e gratuita 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    4. A limitação do HTML. .. A Web cresce comercialmente, e veem a necessidade de publicação de conteúdo diagramado, como em revistas e jornais (algo para o qual o HTML não poss uia recursos) Há então a adaptação da linguage m de forma equivocada, com uma preocupaçã o unicamente visual, esquecendo da qualidade d o código 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    5. A Guerra dos Browser s... Aproximadamente entre 1995 e 1999 houve a chamada “Guerra dos Browsers”, onde a Nets cape (e seu Browsers de mesmo nome) e a Microsoft (com o seu Internet Explorer) disputavam o mercado de navegadores. Além de não darem suporte aos padrões do re cém criado World Wide Web Consortium (W3C), ai nda criavam seus próprios padrões, aumentando a bagunça. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    6. Editores WYSIWYG... \"O que você vê é o que você tem\", ou em inglês o \"What You See Is What You Get\" (WYSIWYG) sã programas que lhe permitem ter a visualização nda final de um documento, enquanto o mesmo ai é editado. Editores H TML WYSIWYG como Go Live, Front Page e Dream weaver surgiram por volta de jo e 1996, e são conhecidos por gerar um código su muito maior que o necessário. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    7. Cursos e Profissionais Desatualizados 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    8. Com tudo isso, as pág inas... Cada arquivos de um site acaba sendo um incompreensível emaranhado de Tags com tabelas, formatações, scripts... Tudo muito maior que o necessário. Dessa forma, para que seja feita alguma alteração no site, é necessário alterar todos os arquivos... um a um! 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    9. O resultado de tudo is so... Código sujo e e incompreensíve D ificudade d l Desen volv imento o E Manutençã Falta de padrão spacer.gi f e tação s F orma junta <table> a Est rutur 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    10. O que são os Padrões Web? Padrões Web são um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas, artigos, tutoriais e afins de caráter técnico, produzidos pelo W3C. res e É destinado a orientar fabricantes, desenvolvedo projetistas para o us o de práticas que possibilitem a dos. criação de uma Web acessível a to 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    11. Consórcio World Wide Web (W3C) Fundada por Tim Berners-Lee em 1994 Desenvolve Recomendações abertas, até agora mais de 80 padrões... Engajado em educação, expansão e desenvolvimento de orientações Um fórum neutro para construir consenso em torno de padrões web 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    12. W3C: A evolução da Web para seu potencial máximo...
    13. Web Standards Projec t O Web Standards Project (WaSP) é um grupo formado em 1998 com o objetivo de promover os Padrões Web, assegurando desse modo um acesso simples e com menos custos para todos. Vem encorajando e persuadindo os fabricantes de Browsers a fornecerem suporte aos padrões, como o XHTML, CSS, ECMAScript (a versão standard do JavaScript) e o DOM. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    14. Mudança de Conceito ... Web dividida em três camadas: ● Conteúdo (XHTML) ● Apresentação (CSS) ● Comportamento (Javascript) Devem ser desenvolvidas de forma independente, porém uma complementa a outra 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    15. Div isão em Camadas.. . Javascript XHTML CSS CSS CSS 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    16. Sem padrões | Com padrões ✗ Extensão da ✔ Acessível de qualquer Mídia Impressa dispositivo ✗ Layout baseado ✔ Layout baseado em Tabelas em CSS ✗ Conteúdo, ✔ Separação entre Apresentação e Conteúdo, Comportamento Apresentação e “aninhados” Comportamento ✗ Código ✔ Código Incompreensível Acessível 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    17. Um “menu” a moda a ntiga... Item 1 Item 2 Item 3 Item 4 <TABLE CELLSPACING=1 CELLPADDING=1 BORDER=0 WIDTH=400> <TBODY> <TR> <TD VALIGN=MIDDLE ALIGN=CENTER BGCOLOR=#006600 WIDTH=100> <FONT FACE=VERDANA SIZE=1><B><A HREF=item1.html>Item 1</A></B></FONT> </TD> <TD VALIGN=MIDDLE ALIGN=CENTER BGCOLOR=#006600 WIDTH=100> <FONT FACE=VERDANA SIZE=1><B><A HREF=item2.html>Item 2</A></B></FONT> </TD> <TD VALIGN=MIDDLE ALIGN=CENTER BGCOLOR=#006600 WIDTH=100> <FONT FACE=VERDANA SIZE=1><B><A HREF=item3.html>Item 3</A></B></FONT> </TD> <TD VALIGN=MIDDLE ALIGN=CENTER BGCOLOR=#006600 WIDTH=100> <FONT FACE=VERDANA SIZE=1><B><A HREF=item4.html>Item 4</A></B></FONT> </TD> <TD VALIGN=MIDDLE ALIGN=CENTER BGCOLOR=#006600 WIDTH=100> <FONT FACE=VERDANA SIZE=1><B><A HREF=item5.html>Item 5</A></B></FONT> </TD> </TR> </TBODY> </TABLE> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    18. Um “menu” seguindo os padrões... Item 1 Item 2 Item 3 Item 4 <ul> <li><a href=”item1.html” title=”Página 1”>Item 1</a></li> <li><a href=”item2.html” title=”Página 2”>Item 2</a></li> <li><a href=”item3.html” title=”Página 3”>Item 3</a></li> <li><a href=”item4.html” title=”Página 4”>Item 4</a></li> </ul> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    19. Um código Semântico ... Semântica refere-se ao estudo do significado. Quando utilizamos cada marcação para o que ela realmente foi criada, estamos construindo um “Código Semântico” Parar de pensar em “isso vem aqui, isso vai ali...” e pensar na “Estrutura da Informação” Criar uma “Marcação com Significado” 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    20. Marcação Semântica res Usar <tab le></table> apenas para dados tabula Usar <h1></h1> até <h6></h6> para títulos Usar <ol></ol> para Listas Ordenadas e <ul></ul> para Listas Não Ordenadas, seguidos do elemento <li></li> Usar <em></em> para Enfase, e <strong></strong> para Enfase Forte Usar <label></label> para identificar campos em formulários 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    21. Vantagens da adoção dos padrões... ● Carregamento mais rápido ● Menores custos com hospedagem ● Melhor Consistência Visual ● Redesign mais barato e eficiênte ● Melhores resultados nos Mecanismos de Buscas ● Maior acessibilidade e interoperabilidade 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    22. Vantagem: Carregame nt o mais rápido... Páginas com menos código, consequentemente com menos Kbytes Estando a Apresentação (CSS) e o Comportamento rão (Javascript) em arquivos separados, eles se carregados apenas uma vez. A cada página do acessada, esses arquivos já estarão no Cachê Na vegador, e não precisarão ser carregados novamente. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    23. Vantagem: Menores c ustos de hospedagem ... Páginas com menos Kbytes, além de mais leves para o usuário, ocupam menor espaço no servidor, e com isso se reduz a Largura de Banda utilizada 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    24. Caso Mike Davidson foi o responsável pelo Re design do site da ESPN, seguindo os Padrões W eb Média de redução de 50Kb por página Com isso, a economia de banda foi de : 2 Terabytes/dia 61 Terabytes/mês 730 Terabytes/ano 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    25. Melhores resultados n as buscas Um dos fatores considerados pelos Mecanismos de Busca para a ordenação dos resultados é a Relevância das páginas encontradas com relação as palavras-chave buscadas Usar corretamente as marcações, como por exemplo <h1></h1> até <h6></h6> para títulos e <strong></strong> para Ênfase Forte, pode aumentar a relevância dos seus documentos na Web e melhorar o posicionamento nas buscas. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    26. Maior Acessibilidade A Camada de Conteúdo (HTML) bem estruturada Tela e ordenada, possibilita o acesso através de Leitores de s Criando Camadas de Apresentação separadas, podemo As, fornecer acesso ao site através de Tvs, Celulares e PD fornecer versões para impressão, etc Páginas mais leves facilitam o acesso de conexões mais lentas (Dial Up) 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    27. Conhecendo os Padrões 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    28. HTML: HyperText Mark up Language Criada por Tim Berners-Lee, baseada no SGML (Standard Generalized Markup Language) Primeira especificação formal publicada em 1993, como uma aplicação formal para SGML Desde 1996 tem suas especificações mantidas pela W3C Apesar de ser uma “Linguagem de Marcação”, possui algumas Tags para formatação Não possui uma sintaxe rigorosa. HTML 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    29. HTML: Hype rText Markup Language O HTML sofreu várias mudanças em suas diferentes versões, com o objetivo de estender a linguagem para que pudesse acompanhar a evolução da Web e das tecnologias nela inseridas. A última versão especificada foi o HTML 4.1 Existe atualmente um grupo de trabalho desenvolvendo o HTML 5 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    30. XML: eXtensible Marku p Language Criada para suprir a falta de flexibilidade do HTML Separação do conteúdo da formatação Simplicidade e Legibilidade, para humanos e computadores Criação de arquivos para validação de estrutura (DTD, posteriormente também o padrão Schema) Interligação de bancos de dados distintos Concentração na estrutura da informação 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    31. XML: eXtensible Markup Language O desenvolvedor tem a possibilidade de criar suas próprias marcações Isso dá a ele flexibilidade e liberdade na hora da implementação do documento Por outro lado, fica a cargo do desenvolvedor a tarefa de definir o significado dos elementos que ele utiliza (através de DTDs ou Schemas) 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    32. Exemplo: <?xml version=\"1.0\" encoding=\"UTF-8\"?> <agenda-telefonica> <contato tipo=”pessoa”> <nome>João Aurélio</nome> <endereco>Rua XV de Novembro, 1234</endereco> <telefone>1234-5678</telefone> </contato> <contato tipo=”pessoa”> <nome>Ana Maria</nome> <endereco>Avenida São João, 111</endereco> <telefone>4321-8765</telefone> </contato> <agenda-telefonica> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    33. XHTML: eXtensible Hy perText Markup Langua ge Uma reformulação da linguagem de marcação HTML baseada em XML Pode ser interpretado por qualquer dispositivo, independentemente da plataforma utilizada, pois as marcações possuem sentido semântico para as máquinas XHTML deverá ser o sucessor do HTML 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    34. HTML vs XHTML: Princ ipais diferenças ● As marcações devem ser escritas em letras minúsculas ● As marcações devem estar corretamente aninhadas ● Os documentos devem ser bem formados ● Marcações de fechamento são obrigatórias ● Elementos orfãos devem ser fechados ● Diferenças para os atributos. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    35. HTML vs XHTM L: Principais diferenças As marcações devem ser escritas em letras minúsculas... Exemplo errado: <P>Meu texto vem aqui!</P> Exemplo correto: <p>Meu texto vem aqui!</p> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    36. HTML vs XHTML: Princ ipais diferenças As marcações devem estar corretamente aninhadas... Exemplo errado: <p>Meu texto vem <strong>aqui!</p></strong> Exemplo correto: <p>Meu texto vem <strong>aqui!</strong></p> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    37. HTML vs XHT ML: Principais diferenças Os documentos devem ser bem formados... Todos os elementos XHTML devem estar corretamente aninhados seguindo a estrutura básica conforme abaixo: <html> <head> ... </head> <body> ... </body> </html> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    38. HTML vs XHTML: Princ ipais diferenças Marcações de fechamento são obrigatórias... Exemplo errado: <p>Um parágrafo.<p>Outro parágrafo. Exemplo correto: <p>Um parágrafo.</p><p>Outro parágrafo.</p> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    39. HTML vs XHT ML: Principais diferenças Elementos orfãos devem ser fechados... Exemplo errado: <br> <img src=\"imagem.gif\" alt=\"minha imagem \"> Exemplo correto: <br /> <img src=\"imagem.gif\" alt=\"minhaimagem \" /> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    40. XHTML: Recomendaçõ es Aplicamos “Itálico” em um texto para dar ênfase... Ao invés da marcação <i></i>, use <em></em>, ou então <cite></cite> o) se for uma citação (de um livro, por exempl Para uma ênfase forte, ao invés de <b></b>, Use a marcação <strong></strong> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    41. XH TML: Recomendações Um menu nada mais é ● L ink 1 do que uma lista de opções... ink 2 ● L ● L ink 3 Então, use as marcações de ● L ink 4 Lista não-ordenada ● L ink 5 <ul> <li><a href=”pagina1.html” title=”Página 1”>Link 1</a></li> <li><a href=”pagina1.html” title=”Página 1”>Link 1</a></li> <li><a href=”pagina1.html” title=”Página 1”>Link 1</a></li> <li><a href=”pagina1.html” title=”Página 1”>Link 1</a></li> <li><a href=”pagina1.html” title=”Página 1”>Link 1</a></li> </ul> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    42. CSS: Cascading Style S heets Cascad ing Style Sheets (ou simplesmente CSS) é uma lin guagem de estilo utilizada para definir a a apresentação de documentos escritos em um linguagem de marcação, como HTML ou XML. Seu principal benefício é prover a separação entre o formato e o conteúdo de um documento. Pode-s e definir apresentações especificas para , diferentes dispositivos (Tvs, Celulares e PDAs Impressoras, etc) apenas criando folhas de estilo alternativas. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    43. CSS: Cascading Style S heets Pode mos inserir código CSS diretamente dentro de uma marcação (inline) ou entre as marcações <head></head> (Interno). Porém, a forma mais correta é criar um link (ligação) para uma página que contém os estilos, procedendo de forma idêntica para todas as páginas do site. s\" /> <link href=\"estilo.css\" rel=\"stylesheet\" type=\"text/cs 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    44. Exemplo da Sintaxe C SS seletor { propriedade: valor; } seletor: Marcação HTML ou identificador propriedade: O que será alterado valor: O valor de alteração body { font-family: Arial, Verdana, sans-serif; background-color: #FFF; margin: 5px 10px; } 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    45. Caso: CSS Zen Garden www.cssze ngarden.com r O Zen Garden tem como alvo entusiasmar, inspira e encorajar a sep aração do Conteúdo (HTML) da Apresentação (CSS) r Mostrar as eno rmes possibilidades de se obte belos Layouts através do CSS Como exem plo, podemos Acessar os links e o visualizar diversos Layouts diferentes. O códig HTML permane ce o mesmo, a única coisa que muda é o arquivo CSS externo. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    46. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    47. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    48. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    49. Web Content Accessib ility Guidelines doras Acessibilidade à Web significa que pessoas porta de necessidades especiais (incluindo as visuais, s), au ditivas, físicas, de fala, cognitivas e neurológica pesoas idosas, usuários de diferentes Sistemas , Oper acionais, browsers antigos ou conexões lentas sejam capazes de usar a Web. Co mo guia de desenvolvimento acessível, a W3C fornece as Diretivas para a acessibilidade de conteúdo da Web 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    50. Algumas Recomendações de Acessibilidade Fornecer conteúdo textual para imagens <img src =”imagem.png” alt=”descrição da imagem” /> Fornecer equivalente textual para scripts <noscript>Equivalente textual</noscript> navegação Links com título, tecla de atalho e ordem de o” <a href=”pagina.html” title=”titulo informativ a> accesskey=”m” tabindex=”1”>Página de destino</ lo Associar cada controle do formulário ao rótu <label for=\"nome\">Nome:</label> \"nome\" /> <in put type=\"text\" value=\"Entre com o nome\" id= 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    51. Exemplos de Tecnolog ia Assistiva ● Dispositivos apontadores alternativos ● Teclados alternativos ● Ponteiras de cabeça ● Sistema para entrada de voz ● Ampliadores de telas ● Leitores de tela com síntese de voz ● Linhas braile ● Impressoras braile Ponteira de cabeça Impressora Braile Sistema Operacional DOSVOX 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    52. 4 Decreto n° 5.296 de 2 de dezembro de 200 de Art. 47 .  No prazo de até doze meses a contar da data sibilidade nos pu blicação deste Decreto, será obrigatória a aces blica na rede portais e sítios eletrônicos da administração pú ssoas mundial de computadores (internet), para o uso das pe s o pleno acesso po rtadoras de deficiência visual, garantindo-lhe às informações disponíveis. ções: qualquer Art. 8 – II – d. Barreiras nas comunicações e informa são ou entrave ou ob stáculo que dificulte ou impossibilite a expres sitivos, o recebim ento de mensagens por intermédio dos dispo massa, bem meios ou sistemas de comunicação, sejam ou não de o acesso à como aqueles que dificultem ou impossibilitem informação. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    53. Caso duzidos Um dos primeiros sites acessíveis pro por uma empresa comercial a Todo o Redes ign foi baseado nas Diretivas par da W3C a acessibilidade de conteúdo da Web, Com isso, as taxas de conversão aumentaram 300%, ral custos de manut enção caíram 66%, listagem natu nas buscas aumentou 5 0%, e o tempo de carregamento da página caiu 75% 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    54. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    55. DTD: Document Type D efinition Um padrão que define as partes de um documento, e descrevem como eles po dem ou não ser usados, o que pode ser colocado em seus interiores, e se são ou não elementos obrigatórios do documento As diversas declarações de co mponentes determinam como o documento será estruturado. 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    56. XHTML 1.0 - Exemplo de DOCTYPE: Strict <!DOCTYPE html PUBLIC \"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN\" \"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd\"> Transitional <!DOCTYPE html PUBLIC \"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN\" \"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd\"> Frameset (fuja disso!) <!DOCTYPE html PUBLIC \"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Frameset//EN\" \"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-frameset.dtd\"> 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    57. Validadores Validador de HTML, XHTML, XML e outras linguagens de marcação http://validator.w3.org Validador de Folhas de Estilo CSS http://jigsaw.w3.org/css-validator/ Validador de Acessibilidade http://www.dasilva.org.br/ Outros validadores e ferramentas http://www.w3.org/QA/Tools/ 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    58. Tableless Vs Web Stand ards Tableles s é um termo que ficou muito popular no e. Br asil, e que acaba por confundir muita gent e Tableless significa (resumidamente) um sit las para desenvolvido sem o antiquado uso das tabe organizar o layout, e sim usando CSS. teja Criar um site Tableless não significa que es de um segu indo os Padrões Web, que vão muito além como a código válido, e tem preocupações maiores Semântica e a Acessibilidade 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    59. Então, daqui por diante... Estude, estude e estude... e depois disso, estude mais um pouco Utilize os padrões XHTML e CSS Separe as camadas de Conteúd o, Apresentação e Comportamen to Valide seu código Se preocupe com a Semântica e a Acessibilidade Participe de comunidades e list as: Discuta, aprenda e ensine 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    60. Referências... www.w3.org - site oficial da W3C – Inglês www.w3c.br - site do escritório no Brasil www.webstandards.org - Inglês www.webstandardsgroup.org - Inglês www.maujor.com www.revolucao.etc.br www.brunotorres.net www.tableless.com.br 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    61. + Referências... www.bengalalegal.com www.serpro.gov.br/acessibilidade/ www.acessibilidadelegal.com www.acessobrasil.org.br/ pt.wikipedia.org/wiki/XHTML pt.wikipedia.org/wiki/Cascading_Style_Sheets www.plasmadesign.com.br/stupidtables/index.html br.groups.yahoo.com/group/webstandards-br - Lista 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos
    62. Muuuuito obrigado! Eduardo Santos eduardo@agni.art.br www.twitter.com.br/edu_agni Cel: 11 7309-7303 20/01/2009 www.agni.art.br Eduardo Santos

    + Eduardo SantosEduardo Santos, 10 months ago

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