FACULDADE RUY BARBOSA    GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS  Plano de Carreira (LEMENES S.A)Análise na ótica das Teorias da I...
Lemenes Nessin  Plano de Carreira (LEMENES S.A)Análise na ótica das Teorias da Informação                     Relatório Té...
RESUMOEste trabalho, é a apuração de todos os resultados do plano de carreira doestudante de contabilidade, Lemenes Nessin...
SUMÁRIO   Introdução.................................................................................................   04...
Introdução:          O presente trabalho visa organizar o plano de carreira de LemenesNessin, que cursa o segundo semestre...
Senso comum das leis:          Estamos cercados de leis. Por mais leigos que somos ainda sim estamosinseridos nela, quem n...
Diagrama:
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Considerações Finais do Trabalho:     A atividade referida, foi um ótimo elo para a exposição dos nossospensamentos e sonh...
Anexos:     Código de ética do Contador           Art. 1º Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma...
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III – auferir qualquer provento em função do exercício profissional que nãodecorra exclusivamente de sua prática lícita;  ...
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Art. 5º O Contador, quando perito, assistente técnico, auditor ou árbitro,deverá;           I – recusar sua indicação quan...
Referências Bibliográficas    1. http://www.crc.org.br/legislacao/codetica.asp;    2. Caderno Pessoal;    3. Lemenessinblo...
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Relatorio tecnico lemenes nessin

  1. 1. FACULDADE RUY BARBOSA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS Plano de Carreira (LEMENES S.A)Análise na ótica das Teorias da Informação Salvador, 2012
  2. 2. Lemenes Nessin Plano de Carreira (LEMENES S.A)Análise na ótica das Teorias da Informação Relatório Técnico apresentado como avaliação parcial da disciplina Teorias da Informação do bacharelado em Ciências Contábeis dos primeiro e segundo semestre no turno matutino. Orientação: Milton Sampaio Salvador, 2012
  3. 3. RESUMOEste trabalho, é a apuração de todos os resultados do plano de carreira doestudante de contabilidade, Lemenes Nessin, onde estar mostrando também o nívelda capacidade de estar no mercado de trabalho com toda ética que é concebida aomesmo.
  4. 4. SUMÁRIO Introdução................................................................................................. 04 Senso comum das leis................................................................................ 05 Visão de futuro Diagrama.................................................................................................... 06 Tabela: Lemenes S.A (Visão atual)........................................................... 07 Considerações Finais do Trabalho....................................................... 08 Anexos: Código de ética do contador..................................................... 09 Referências Bibliográficas......................................................................... 14
  5. 5. Introdução: O presente trabalho visa organizar o plano de carreira de LemenesNessin, que cursa o segundo semestre de ciências contábeis, buscando relacionartudo o que lhe foi compreendido a partir do método de ensino da tecnologia einformação. O projeto mostra os princípios do conhecimento para uma ótimaadministração da vida, partido do nosso senso comum, e assim, podendo avaliar assituações que iremos encontrar tanto na vida profissional como na vida particular,onde podemos desenvolver as habilidades contábeis adquiridas. A partir da demonstração de técnicas de informações para toda turma, foipedida, a elaboração de um relatório e um blog/site para tornar publico ou privadotoda a sua base de investimento numa posição no meio profissional.
  6. 6. Senso comum das leis: Estamos cercados de leis. Por mais leigos que somos ainda sim estamosinseridos nela, quem nunca deixou de fazer algo por não ser correto? Quem nos dizque é errado a não ser a constituição seguida por todas as autoridades legais, é onosso senso comum. ”Faca com o outro aquilo que você quer que façam com você”.Porque, acima das leis judiciarias, estão as leis divinas, e isso faz com que aspessoas tenham ética para estar numa sociedade. Visão de Futuro:Acredito que as pessoas sonham em fazer o que realmente gosta e tem prazer,mas, em vários casos, muitas delas não têm alternativas e correm para o que maislhe de estabilidade financeira de imediato. Eu posso da o exemplo de mim mesmo,porque, se me perguntassem o que eu estou fazendo no curso de contabilidade eudiria que estou apenas indo pelo caminho onde tenho facilidades que são osnúmeros e que me da uma grande variedade para entrar no mercado de trabalho.Anseio em atuar minha profissão com todo desempenho possível, me tornandoassim um profissional qualificado e renomado, cooperando na empresa que atuareivisando o crescimento de ambos.Tenho certeza que estarei preparado para atuar na área contábil, onde eu possa darestrutura a quem me preocupa, e ter futuramente uma estabilidade maior, aexemplo, concursos públicos ate mesmo um auditor fiscal, onde estar meu desejoreal.
  7. 7. Diagrama:
  8. 8. Tabela: Lemenes Nessin Leis Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoSenso comum Diariamente Publico As leis são feitas para que aja complacência entre as pes Visão de Futuro Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoMeu pai Constantemente Publico Me tornar o bom contador de órgãos públicos Dinheiro Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoConfidencial Confidencial Confidencial Confidencial Fornecedores Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoMeu pais Constantemente Confidencial Visam sempre qualidade de vida Valores (Ética) Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoMeu pais e familiares Constantemente Publico Ética é a base de uma convivência agradável para qualqu Acionistas Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoMeus pais Constantemente Privado Investem na minha educação para que eu me torne um ó Competência Fonte Frequência Conteúdo InformaçãoDedicação Mensalmente Publico Buscar constantemente o desenvolvimentoFonte: Tabela elaborada pelo autor
  9. 9. Considerações Finais do Trabalho: A atividade referida, foi um ótimo elo para a exposição dos nossospensamentos e sonhos na vida profissional, deixando livre a escolha dedemonstrações publicas ou privadas, fazendo que eu analise as escolhas feitaspara seguir um caminho de sucesso.
  10. 10. Anexos: Código de ética do Contador Art. 1º Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a formapela qual se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade, quando no exercícioprofissional e nos assuntos relacionados à profissão e à classe.(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010); DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES Art. 2º São deveres do Profissional da Contabilidade:(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) I – exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e capacidadetécnica, observada toda a legislação vigente, em especial aos Princípios deContabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade, e resguardados osinteresses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade eindependência profissionais;(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) II – guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissionallícito, inclusive no âmbito do serviço público, ressalvados os casos previstos em leiou quando solicitado por autoridades competentes, entre estas os ConselhosRegionais de Contabilidade; III – zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dosserviços a seu cargo; IV – comunicar, desde logo, ao cliente ou empregador, em documentoreservado, eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele quelhe formular consulta ou lhe confiar trabalho, estendendo-se a obrigação a sócios eexecutores; V – inteirar-se de todas as circunstâncias, antes de emitir opinião sobrequalquer caso; VI – renunciar às funções que exerce, logo que se positive falta deconfiança por parte do cliente ou empregador, a quem deverá notificar com trinta
  11. 11. dias de antecedência, zelando, contudo, para que os interesse dos mesmos nãosejam prejudicados, evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia; VII – se substituído em suas funções, informar ao substituto sobre fatosque devam chegar ao conhecimento desses, a fim de habilitá-lo para o bomdesempenho das funções a serem exercidas; VIII – manifestar, a qualquer tempo, a existência de impedimento para oexercício da profissão; IX – ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional,seja propugnando por remuneração condigna, seja zelando por condições detrabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Contabilidade e seuaprimoramento técnico. X – cumprir os Programas Obrigatórios de Educação Continuadosestabelecidos pelo CFC;(Criado pelo Art. 5º, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XI – comunicar, ao CRC, a mudança de seu domicílio ou endereço e daorganização contábil de sua responsabilidade, bem como a ocorrência de outrosfatos necessários ao controle e fiscalização profissional.(Criado pelo Art. 6º, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XII – auxiliar a fiscalização do exercício profissional.(Criado pelo Art. 7º, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) Art. 3º No desempenho de suas funções, é vedado ao Profissional daContabilidade:(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) I – anunciar, em qualquer modalidade ou veículo de comunicação,conteúdo que resulte na diminuição do colega, da Organização Contábil ou daclasse, em detrimento aos demais, sendo sempre admitida a indicação de títulos,especializações, serviços oferecidos, trabalhos realizados e relação de clientes;(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) II – assumir, direta ou indiretamente, serviços de qualquer natureza, comprejuízo moral ou desprestígio para a classe;
  12. 12. III – auferir qualquer provento em função do exercício profissional que nãodecorra exclusivamente de sua prática lícita; IV – assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem,alheios à sua orientação, supervisão e fiscalização; V – exercer a profissão, quando impedido, ou facilitar, por qualquer meio,o seu exercício aos não habilitados ou impedidos; VI – manter Organização Contábil sob forma não autorizada pelalegislação pertinente; VII – valer-se de agenciador de serviços, mediante participação desse noshonorários a receber; VIII – concorrer para a realização de ato contrário à legislação oudestinado a fraudá-la ou praticar, no exercício da profissão, ato definido como crimeou contravenção; IX – solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem quesaiba para aplicação ilícita; X – prejudicar, culposa ou dolosamente, interesse confiado a suaresponsabilidade profissional; XI – recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem,comprovadamente, confiadas; XII – reter abusivamente livros, papéis ou documentos, comprovadamenteconfiados à sua guarda; XIII – aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressasem lei ou contra os Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras deContabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade;(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XIV – exercer atividade ou ligar o seu nome a empreendimentos comfinalidades ilícitas; XV – revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador paraacordo ou transação que, comprovadamente, tenha tido conhecimento;
  13. 13. XVI – emitir referência que identifique o cliente ou empregador, comquebra de sigilo profissional, em publicação em que haja menção a trabalho quetenha realizado ou orientado, salvo quando autorizado por eles; XVII – iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente, empregador ou deterceiros, alterando ou deturpando o exato teor de documentos, bem comofornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas; XVIII – não cumprir, no prazo estabelecido, determinação dos ConselhosRegionais de Contabilidade, depois de regularmente notificado; XIX – intitular-se com categoria profissional que não possua, na profissãocontábil; XX – executar trabalhos técnicos contábeis sem observância dosPrincípios de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas peloConselho Federal de Contabilidade;(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XXI – renunciar à liberdade profissional, devendo evitar quaisquerrestrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seutrabalho; XXII – publicar ou distribuir, em seu nome, trabalho científico ou técnicodo qual não tenha participado; XXIII – Apropriar-se indevidamente de valores confiados a sua guarda;(Criado pelo Art. 12, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XXIV – Exercer a profissão demonstrando comprovada incapacidadetécnica.(Criado pelo Art. 13, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) XXV – Deixar de apresentar documentos e informações quando solicitadopela fiscalização dos Conselhos Regionais.(Criado pelo Art. 14, da Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010)Art. 4º O Profissional da Contabilidade poderá publicar relatório, parecer ou trabalhotécnico-profissional, assinado e sob sua responsabilidade.(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010)
  14. 14. Art. 5º O Contador, quando perito, assistente técnico, auditor ou árbitro,deverá; I – recusar sua indicação quando reconheça não se achar capacitado emface da especialização requerida; II – abster-se de interpretações tendenciosas sobre a matéria queconstitui objeto de perícia, mantendo absoluta independência moral e técnica naelaboração do respectivo laudo; III – abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicçãopessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas, ou da justiça dacausa em que estiver servindo, mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aosquesitos propostos; IV – considerar com imparcialidade o pensamento exposto em laudosubmetido à sua apreciação; V – mencionar obrigatoriamente fatos que conheça e repute emcondições de exercer efeito sobre peças contábeis objeto de seu trabalho,respeitado o disposto no inciso II do art. 2º; VI – abster-se de dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientementeinformado e munido de documentos; VII – assinalar equívocos ou divergências que encontrar no que concerneà aplicação dos Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidadeeditadas pelo CFC;(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10, de 09/12/2010) VIII – considerar-se impedido para emitir parecer ou elaborar laudos sobrepeças contábeis, observando as restrições contidas nas Normas Brasileiras deContabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade;
  15. 15. Referências Bibliográficas 1. http://www.crc.org.br/legislacao/codetica.asp; 2. Caderno Pessoal; 3. Lemenessinblogspot.com.br;

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