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                                   CIRCULAÇÃO NACIONAL




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  1. 1. ISSN 1808-1231 CIRCULAÇÃO NACIONAL número 138 A NATA SCOT CONSULTORIA O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA DO LEITE edição mensal ano 12 setembro de 2009 PREÇOS DO LEITE - Preços brutos pela produção de julho, pagos em agosto de 2009. . Leite B Leite C Médias Regionais MERCADO U.F. Região Mínimo Máximo Mínimo Máximo B C rafael ribeiro de lima filho ZOOTECNISTA R$ / litro de leite R$/l US$/l R$/l US$/l SP Avaré 0,875 0,900 0,650 0,900 0,885 0,4810 0,800 0,4349 Campinas 0,920 0,940 0,640 0,940 0,930 0,5054 0,828 0,4499 · O mercado do leite esfriou. Mococa - - 0,700 0,870 - - 0,774 0,4207 Sorocaba 0,790 0,970 0,750 0,970 0,850 0,4620 0,818 0,4444 · A queda do consumo entre julho e a Vale do Paraíba 0,790 0,920 0,760 0,850 0,856 0,4652 0,808 0,4391 primeira quinzena de agosto (prolongamento Oeste Paulista 0,810 0,860 0,660 0,923 0,835 0,754 São Carlos 0,850 0,900 0,660 0,850 0,875 0,4538 0,780 0,4097 das férias escolares em função da gripe H1N1) 0,4755 0,4239 Alta Mogiana 0,830 0,940 0,600 0,830 0,885 0,4810 0,703 0,3820 contribuiu para a queda dos preços dos lácteos São J. Rio Preto - - 0,680 0,983 - - 0,825 0,4484 no atacado e no varejo. Veja mais na página MG Sul de Minas 0,650 0,910 0,610 0,870 0,779 0,753 Gov. Valadares - - 0,500 0,891 - 0,4231 - 0,770 0,4093 0,4184 16. Belo Horizonte - - 0,550 0,920 - 0,795 Montes Claros - - 0,600 0,808 - - - 0,704 0,4318 0,3827 · Além disso, a produção aumentou no Triângulo Mineiro - - 0,700 0,910 - - 0,813 0,4420 Centro-Sul, fato que diminuiu a concorrência RJ Rio de Janeiro 0,930 0,940 0,640 0,950 0,935 0,5082 0,815 0,4429 entre os laticínios. ES Espírito Santo - - 0,700 0,980 - - 0,861 0,4679 GO Goiânia - - 0,630 0,970 - - 0,775 0,4214 · A captação subiu em 42% dos laticínios Rio Verde - - 0,573 0,880 - 0,769 Catalão - - 0,570 0,782 - - - 0,715 0,4181 0,3888 pesquisados e em 46% deles o volume ficou MS Campo Grande - - 0,600 0,696 - - 0,656 0,3566 estável. MT Mato Grosso - - 0,590 0,820 - - 0,678 0,3687 RO Rondônia - - 0,600 0,740 - - 0,672 0,3652 · Dessa forma, a alta do preço do leite ao PA Pará - - 0,440 0,500 - - 0,470 0,2554 produtor foi menor no pagamento de agosto, PR Maringá 0,776 0,860 0,660 0,900 0,829 0,4504 0,797 0,4334 que diz respeito ao leite entregue em julho. Castro - - 0,560 0,939 - - 0,844 0,4588 SC Santa Catarina - - 0,500 0,820 - - 0,758 0,4122 · A média nacional ficou em R$0,758/litro, RS Porto Alegre - - 0,590 0,900 - 0,746 - 0,4056 aumento de 2% em relação ao mês anterior. BA Feira de Santana - - 0,600 0,750 - - 0,653 0,3548 Itabuna - - 0,490 0,740 - - 0,644 0,3500 Vale destacar que nos dois últimos meses o PE Pernambuco - - 0,690 0,780 - - 0,738 0,4011 reajuste mensal foi de aproximadamente 9%. CE Ceará - - 0,590 0,710 - - 0,666 0,3620 AL Alagoas - - 0,630 0,750 - - 0,707 0,3841 · No Nordeste, a produção caiu por causa da MA Maranhão - - 0,450 0,600 - - 0,520 0,2826 entressafra e o reflexo foi a alta do preço do Fonte: Scot Consultoria leite ao produtor em praticamente todas as Figura 1. Preço do leite “spot”, média de São Paulo, Minas Gerias e Goiás – em R$/litro. praças. 0,90 · No mercado “spot” (leite comercializado R $0,86/l 0,85 R $0,86/l entre as indústrias), considerando as médias de 0,80 São Paulo, Minas Gerais e Goiás, o litro do R $0,79/l leite ficou cotado em R$0,79/litro, queda de 0,75 R $0,70/l 7,8% em relação a julho (figura 1). 0,70 0,65 · Em São Paulo o preço do leite “spot” caiu 0,60 pouco mais de 10% em função do aumento da oferta. 0,55 · Os negócios ocorreram, em média, em ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 jun/09 jul/09 mar/09 abr/09 mai/09 ago/09 R$0,80/litro na maioria das regiões do Estado. Fonte: Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.br · Por fim, a expectativa para o próximo NESTA EDIÇÃO pagamento, a ser realizado em meados de U COLUNA DO OTALIZ: AI... MEUS SAIS MINERAIS U TÉCNICA: CONTROLE LEITEIRO: COMO E POR QUE FAZER setembro, é de queda, de acordo com 56% U INSUMOS: TANQUES DE EXPANSÃO, MOURÕES, COCHO PARA RAÇÃO, COCHO PARA SAL, ARAMES E ACESSÓRIOS, das empresas consultadas. Entretanto, 30% CALCÁRIO, TRONCO DE CONTENÇÃO, FERTILIZANTES, HERBICIDAS, SEMENTES DE FORRAGEIRAS E LEGUMINOSAS, VACINAS, HORMÔNIOS, ANTIMASTÍTICOS, SUCEDÂNEOS, MATA BICHEIRA, VOLUMOSOS, CONCENTRADOS acreditam em manutenção de preços. Fonte: Scot Consultoria PROTEICOS, CONCENTRADOS ENERGÉTICOS, SUPLEMENTOS MINERALIZADOS E NÚCLEO, SUPLEMENTO MINERAL COM URÉIA, VITAMINAS E MINERAIS. · O principal fator de baixa daqui para frente U SÉRIE HISTÓRICA: POLPA CÍTRICA PELETIZADA U O LEITE NA SUA REGIÃO: PRODUÇÃO COMEÇA A AUMENTAR NO CENTRO-SUL E O MOVIMENTO DE ALTA PERDE é justamente o aumento da oferta de leite FORÇA conforme se aproxima o fim da entressafra. A U CONJUNTURA: A QUESTÃO DAS COTAS DE PRODUÇÃO DE LEITE NA EUROPA U BALANÇA COMERCIAL DE LÁCTEOS: DÉFICIT NOS PRIMEIROS SETE MESES É O PIOR DESDE 2002 queda das cotações dos lácteos também deve U LEITE NA LINHA: QUEDA DE PREÇO DO FOSFATO BICÁLCICO DA SINAIS DE ESTAR CHEGANDO AO FIM pesar no preço do leite pago ao produtor. U PECUÁRIA DE CORTE: O BOI VAI A R$90,00/@ EM OUTUBRO DE 2009? U O LEITE NO MUNDO: DO URUGUAI PARA O BRASIL U ATACADO E VAREJO SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro - SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br
  2. 2. 2 A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA otaliz de vargas montardo médico otaliz de vargas montardo éémédico veterinário eeinstrutor do senar ––rs veterinário instrutor do senar rs COLUNA DO OTALIZ 55 3332 2209 55 3332 2209 otaliz.iju@terra.com.br otaliz.iju@terra.com.br AI... MEUS SAIS MINERAIS Divulgação A expressão que serve de mais barato que as fontes de cálcio e mineral marca “X” é capaz de: título para este artigo fósforo, alguns fabricantes exageram V Reduzir o conteúdo de células foi utilizada há anos por na relação sal comum X fonte de somáticas no leite; pessoas surpreendidas cálcio e fósforo, a ponto de em V Aumentar a taxa de por observações ou alguns casos, na formulação do sal espermatogênese nos machos e de fatos incoerentes na sua rotina. mineralizado, o sal comum ovulação nas fêmeas; Algo como “Jesus me abana” representar 90% da mistura. V Aumentar em até 20% a produção divulgado diariamente na atual É claro que neste tipo de leiteira; novela da Rede Globo. Pois bem, formulação os minerais essenciais, V Reduzir a presença de bactérias deixando de lado expressões como cálcio e fósforo, participam no leite; idiomáticas, quero me referir em porções ínfimas. Dentro deste V E outras virtudes possíveis apenas diretamente aos sais minerais quadro, o produtor está investindo na fértil imaginação de destinados aos rebanhos leiteiros na mineralização do seu rebanho, e, “empresários” desonestos. deste país. no entanto, esse rebanho continua É claro que as afirmações acima Como não há uma eficiente com deficiências minerais que se não estão e nunca estarão fiscalização dos órgãos oficiais, a refletem no desempenho produtivo amparadas pela pesquisa científica. comercialização de sais minerais se e reprodutivo Ou seja, não têm nenhum transformou numa “zorra total”. Segundo técnicos e pesquisadores, fundamento técnico. Pelo menos na região Sul deste um sal mineralizado deveria conter PAGAMENTO POR QUALIDADE DO LEITE país, sabe-se que a principal 23% de cálcio e 17% de fósforo na carência mineral do rebanho leiteiro sua formulação. Você, leitor, já Brevemente, entre os fatores que está vinculada aos minerais cálcio e mandou analisar o sal mineral que balizam os preços do leite pago aos fósforo. está comprando para o seu rebanho? produtores, será incluído o teor de Como as fontes naturais desses Acredite... essa análise laboratorial sólidos totais. Com certeza elementos são de baixa não é cara. É possível que você aparecerão no mercado sais minerais palatabilidade para os bovinos, é venha a se surpreender que, à título de apelo comercial, natural que sejam misturadas com o negativamente. aumentarão significativamente esse sal comum, que ao contrário das teor. Não acredite nisso. Os minerais ARTIMANHAS UTILIZADAS PELAS fontes de cálcio e fósforo, é não têm nada a ver com o teor de EMPRESAS apreciado pelo paladar dos bovinos. proteína, gordura e carboidratos do Então, num sal mineralizado, o sal Apostando na ingenuidade dos leite. comum entra como tempero para produtores, algumas empresas fazem Produtor leiteiro, fique atento e se estimular o consumo das fontes de propaganda surrealista de seus aproxime cada vez mais de técnicos cálcio e fósforo. Mas não é o que produtos. Não me surpreende mais e instituições idôneas, pois sempre acontece na prática. apelos comerciais irresponsáveis que haverá alguém tentando explorar a Considerando que o sal comum é afirmam categoricamente que o sal sua ingenuidade. A NATA DO LEITE - INFORMATIVO PECUÁRIO MENSAL - SCOT CONSULTORIA ISSN 1808-1231 Editor-chefe substituto: Rafael R. de Lima Filho Equipe Técnica: Alcides de Moura Torres Jr., Alex Lopes Silva, Cristiane de Paula Turco, Fabiano R. Tito Rosa, Lygia Pimentel, Maria Gabriela Tonini e Rafael R. de Lima Filho Jornalista Responsável: Isabel Torres MTB – 10097 A reprodução de dados e artigos publicados nesta edição é permitida sob consulta formal. Este relatório foi preparado pela Scot Consultoria para uso exclusivo de seus assinantes e colaboradores, não podendo ser reproduzido ou distribuído por estes a qualquer pessoa sem a expressa autorização (Artigo 184 do Código Penal). SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br
  3. 3. A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA 3 rogério m. coan é zootecnista, doutor em produção animal, TÉCNICA diretor da coan consultoria e coordenador da divisão técnica da scot consultoria. rogerio@scotconsultoria.com.br CONTROLE LEITEIRO: COMO E POR QUE FAZER Divulgação O controle leiteiro é uma facilitar o manejo, em grupos de animais c) efetue a ordenha o mais rápido ferramenta de aferição da do mesmo nível de produção. O possível, sem ser excessiva e sem a capacidade de produção volumoso também pode ser preocupação em retirar a última gota. de leite de uma vaca. diferenciado, tanto em qualidade como Um indicador de fluxo poderá mostrar Somente por meio dele é em quantidade, de acordo com o quando o leite deixa de escoar; que se pode ter uma estimativa segura potencial de produção dos animais. d) ordenhe as vacas na mesma ordem, da produtividade. A melhor maneira de V O provimento de informações que todos os dias. se obter informações sobre as auxiliem no melhoramento genético PESAGEM DO LEITE APÓS ORDENHA quantidades de leite e seus constituintes animal. Este melhoramento é decorrente produzidos por uma vaca durante a do acasalamento dos melhores Balança: zere a balança para excluir o lactação é através de pesagens e indivíduos e, para se saber quem são os peso do recipiente com o leite, amostragens diárias. Isto, entretanto, é melhores, é necessário avaliá-los pela registrando-se os pesos em quilogramas impraticável, em virtude dos custos e sua produção. O controle leiteiro (kg), com uma casa decimal; dos transtornos advindos de um controle periódico permite calcular a produção Garrafões medidores: leia o peso do diário. de uma vaca durante toda a lactação, leite na escala do próprio garrafão que O controle de um dia no mês tem sido sendo esta produção utilizada para se reterá todo o leite da vaca recém- considerado suficiente para se obter uma estimar o valor genético dessa vaca, de ordenhada. É preciso esperar a estimativa precisa da produção na seus pais e mesmo de seus irmãos, dissipação da espuma antes da leitura; lactação. Entretanto, alguns cuidados usando-se modelos estatísticos Misture o leite, antes da amostragem. devem ser observados, para se ter específicos. Conhecendo-se a produção O leite, no início da ordenha, é pobre segurança de que os controles mensais dos animais e seu valor genético, pode- em gordura e, no final, é bastante rico. representam as quantidades médias se então selecionar os melhores e usá-los Para se ter uma amostra representativa, diárias de leite e dos constituintes, para intensivamente nos acasalamentos ou todo o leite deve ser ordenhado e um período de 24 horas. Além disso, então descartar aqueles que não são de misturado. uma equipe treinada e o uso adequado interesse. Balde: misture o leite com movimentos dos equipamentos são também Outra finalidade é o uso das de cima para baixo, evitando-se necessários. informações do controle leiteiro para movimentos de rotação que podem propaganda do rebanho, e esta separar gordura na superfície do leite. FINALIDADES DO CONTROLE LEITEIRO Garrafões medidores: inverta o fluxo utilização comercial certamente induzirá O controle leiteiro tem várias a uma maior disseminação dos de vácuo, após a ordenha. O leite no finalidades, mas dentre elas destacam-se: genótipos superiores, principalmente garrafão irá borbulhar, homogeneizando- V O fornecimento de alimentos, através da venda de tourinhos ou de se em poucos segundos. principalmente o concentrado, de sêmen de touros provados. IDENTIFICAÇÃO DOS FRASCOS PARA A acordo com a produção de leite. Conhecendo-se portanto, o potencial QUANDO ORDENHAR COLETA DE AMOSTRAS de produção de uma vaca, não a) observe a regularidade de horários na Os frascos são específicos para as estaremos fornecendo alimentos além do ordenha. Para se ter o controle de um amostras e contêm três divisões de necessário para algumas e aquém para dia, as ordenhas deverão começar mesmo volume, sendo o total de leite de outras. Isso resultará em maiores sempre em um mesmo horário; aproximadamente 60ml. Deve-se rotular produções e custos reduzidos. Este b) estimule a descida do leite, por prazo os frascos com etiquetas, identificando a fornecimento de concentrado pode ser não superior a um minuto; atrasos data da amostragem, o nome e o ... feito individualmente no cocho, ou para podem reduzir o teor de gordura; SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br
  4. 4. 4 A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA ...número da vaca. de Controle Leiteiro, para serem DATA E CAUSA DA SECAGEM DOS ANIMAIS OBTENHA AMOSTRAS SIGNIFICATIVAS oficializados, ou pelo próprio criador, Assim como a data do parto, quando para uso próprio ou em pesquisa; Quando o sistema de ordenha for com se inicia a lactação é importante anotar a 3- Ao iniciar o controle leiteiro em um o uso de balde, obtém-se a amostra por data e causa da secagem, o que define a rebanho, recomenda-se controlar meio de coletor. Quando for por duração e a normalidade ou não daquela inicialmente apenas as vacas recém- tubulação, abre-se o registro dos lactação. paridas, isto é, com mais de cinco e garrafões medidores ou desvia-se o leite Entre as principais causas de secagem, menos de 45 dias pós-parto, que serão para um aparelho (milk meter) que, além podemos citar: controladas até o fim desta lactação. de fornecer o peso do leite, possibilita a Mensalmente, novas vacas recém- V Secagem - por estar próxima ao parto retirada de amostra de leite para análise. paridas entrarão em controle e, ao final (60 dias para o próximo parto); Duas ordenhas: use 2/3 do frasco para de aproximadamente um ano, todas as V Secagem - por baixa produção amostra do leite da primeira ordenha da vacas já estarão sob controle leiteiro; (produzindo pouco, de acordo com a manhã e o restante para amostra da 4- Todos os animais devem ser bem raça ou critérios do produtor; secou ordenha da tarde. identificados, fazendo-se uso de sozinha; secou normal; secou Três ordenhas: Uue 1/3 do frasco por tatuagens, de brinco na orelha, ou naturalmente; vaca não deu leite etc.); ordenha. marcação a ferro etc., para que as V Aborto após o nono mês de lactação Verifique, ao final de cada coleta, os anotações sejam precisas; ou sétimo mês de gestação, com início frascos para se ter certeza de que o leite 5- Como a produção é medida em 24 de nova lactação; de todas as vacas foi amostrado e de que V Morte ou separação do bezerro; horas, recomenda-se, dentro do possível, os frascos correspondentes às vacas um intervalo próximo a 12 horas entre V Doença, morte ou venda da vaca; secas, que deixaram o rebanho, estão V Parto subseqüente, sem período seco; as duas ordenhas e oito horas entre as vazios. três ordenhas, para melhor padronização V Peitos perdidos por mastite, etc. Garanta qualidade da amostra. dos dados; No Brasil, poucas são as fazendas que Cada frasco deverá conter uma 6- Recomenda-se como ideal que, tanto realizam o controle leiteiro, enquanto pastilha de dicromato de potássio, como na ordenha de esgota como nas nos países desenvolvidos a maioria delas conservante do leite. Para se obter a ordenhas do controle leiteiro, as vacas o faz rotineiramente. eficiência esperada, a concentração de sejam ordenhadas aleatoriamente, isto é, É necessário que o controle seja dicromato na amostra deve ser de 1 sem nenhuma preferência para implementado no maior número mg/ml de leite. possível de fazendas, determinadas vacas serem ordenhadas Agite levemente o frasco após a adição independentemente da raça ou grau de no início ou fim da ordenha; do leite. A pastilha irá se dissolver em sangue do animal, devido à sua grande 7- As ordenhas devem ser completas, ou poucos segundos. importância para o melhoramento seja, retirar todo o leite possível, não Cuide para que a amostra não animal e gerência das fazendas. deixando nada para o bezerro no caso esquente muito. Principalmente nos Para obtenção higiênica do leite e de ordenhas com bezerros ao pé. meses mais quentes, é muito importante manutenção da saúde do úbere da vaca, Trabalhos experimentais comprovam que o conservante se dissolva e a linha de ordenha e a completa higiene que o jejum de um dia por mês não desapareça no leite. das tetas e dos utensílios utilizados são prejudica, nem interfere na criação de Cuide para que o tempo entre a coleta condições indispensáveis, pois reduzem bezerros; e a entrada das amostras no laboratório os índices de infecção nos rebanhos e de análises seja o mínimo, devendo-se 8- As produções de leite em cada ordenha (em kg, com um decimal), possibilitam obter leite de boa também, se possível, conservá-las qualidade. resfriadas em geladeira, caso não sejam assim como o sistema de alimentação e ocorrências diversas observadas no A ocorrência de mastite será enviadas para o laboratório no mesmo diretamente ligada ao manejo correto da dia. O prazo máximo entre a coleta e a intervalo de um controle com o anterior (assim como parto, secagem, venda, ordenha. análise é de sete dias. Os cuidados higiênicos necessários só Encaminhe os frascos ao laboratório de doença, aborto, etc.) devem ser anotadas individualmente, em formulário ou livro poderão ser tomados mediante análises em recipientes (caixas de participação efetiva de ordenhadores papelão, maletas, etc.) com separações próprio; 9- Sempre que possível, coletar amostra capacitados. internas, tendo-se o cuidado de mantê- individual de leite para determinação de Resultados de pesquisa nos Estados los na posição vertical. gordura, proteína ou outro tipo de Unidos indicam que os rebanhos COMO EXECUTAR O CONTROLE LEITEIRO análise, como por exemplo a contagem participantes do controle leiteiro oficial 1- O controle leiteiro deve ser feito em de células somáticas. têm maior produtividade por vaca do duas ou três ordenhas diárias, conforme Deve-se utilizar frascos apropriados, que aqueles que não o executam, o sistema adotado na propriedade e, em limpos, previamente marcados com as certamente devido ao retorno em quaisquer dos casos, recomenda-se fazer proporções de leite a serem coletadas informações que lhes possibilitam a esgota total na tarde anterior ao dia do em cada ordenha (2/3 pela manhã e 1/3 aplicar as vantagens do controle controle leiteiro; à tarde), e devidamente etiquetados para leiteiro. 2- O controle deve ser feito em todas as identificação dos animais, e enviados vacas em lactação do rebanho, e por para análise no laboratório, cooperativa controladores credenciados pelas mais próxima ou na própria fazenda. VVV organizações responsáveis pelo Serviço SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.
  5. 5. A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA 5 INSUMOS AGROPECUÁRIOS TANQUES DE EXPANSÃO MOURÕES R$/Dúzia US$/Dúzia Capacidade Horas R$ Depreciação anual R$/ litro armazenável (Litros) AROEIRA - ESTICADOR 2,5m 1.200,00 652,17 200 24 6.623,00 819,60 0,0112 AROEIRA - LASCA 280,00 152,17 200 48 6.623,00 819,60 0,0112 ESTICADOR DE CIMENTO - 1,5m 372,00 202,17 250 24 7.805,00 965,87 0,0106 ESTICADOR DE CIMENTO - 2,5m 408,00 221,74 250 48 7.805,00 965,87 0,0106 ESTICADOR DE CIMENTO - 2,8m 432,00 234,78 300 24 10.185,00 1.260,39 0,0115 ESTICADOR DE CIMENTO – 3 m 528,00 286,96 300 48 8.513,10 1.053,50 0,0096 EUCALIPTO - 12 a 15cm 144,00 78,26 350 24 8.784,00 1.087,02 0,0085 EUCALIPTO - 17 a 20cm 336,00 182,61 350 48 8.763,00 1.084,42 0,0085 EUCALIPTO - 6 a 8cm 63,60 34,57 500 24 9.438,00 1.167,95 0,0064 EUCALIPTO - 9 a 12cm 110,00 59,78 500 48 8.800,00 1.089,00 0,0060 EUCALIPTO - ESTICADOR 10 a 13cm; 2,5m 110,00 59,78 650 24 11.002,00 1.361,50 0,0057 EUCALIPTO - ESTICADOR 12 a 14cm; 2,5m 185,00 100,54 650 48 10.714,00 1.325,86 0,0056 EUCALIPTO - ESTICADOR 13 a 16cm; 2,5m 252,00 136,96 750 24 12.138,50 1.502,14 0,0055 EUCALIPTO - ESTICADOR 14 a 17cm; 2,5m 280,00 152,17 750 48 10.527,00 1.302,72 0,0048 EUCALIPTO - ESTICADOR 16 a 20cm; 2,5m 336,00 182,61 800 24 12.960,00 1.603,80 0,0055 EUCALIPTO - LASCA 72,00 39,13 800 48 12.125,00 1.500,47 0,0051 ITAÚBA - ESTICADOR 2,7m 1.320,00 717,39 1.000 24 13.339,60 1.650,78 0,0045 ITAÚBA – LASCA 250,00 135,87 1.000 48 12.463,00 1.542,30 0,0042 MASSARANDUBA - LASCA 240,00 130,43 1.250 24 15.188,00 1.879,52 0,0041 MOURÃO DE AÇO - 2,20m 302,11 164,19 1.250 48 14.209,00 1.758,36 0,0039 1.270 24 15.638,00 1.935,20 0,0042 MOURÃO DE AÇO - 2,20 m galvanizado 433,35 235,52 1.270 48 14.947,00 1.849,69 0,0040 MOURÃO DE CIMENTO - 2,2m 288,00 156,52 1.300 24 17.701,95 2.190,62 0,0046 MOURÃO DE CIMENTO - 2,5m 372,00 202,17 1.300 48 16.692,90 2.065,75 0,0044 MOURÃO DE CIMENTO - 2,8m 336,00 182,61 1.500 24 15.730,00 1.946,59 0,0036 MOURÃO DE CIMENTO - 3m 432,00 234,78 1.500 48 15.125,00 1.871,72 0,0034 1.600 24 17.424,00 2.156,22 0,0037 COCHOS PARA RAÇÃO Material Módulo R$/Módulo R$/m 1.600 48 16.589,00 2.052,89 0,0035 2.000 24 18.205,00 2.252,87 0,0031 ITABIRA Concreto 1,5 m 300,00 200,00 2.000 48 17.228,00 2.131,97 0,0029 ITABIRA Concreto 2 m 335,00 167,50 2.500 24 22.858,00 2.828,68 0,0031 ITABIRA Concreto 3 m 450,00 150,00 2.500 48 18.812,00 2.327,99 0,0026 PRÁTICO MAXXI 2.0 Madeira 2 m 1.760,00 880,00 3.000 24 24.250,00 3.000,94 0,0027 PRÁTICO TRADICIONAL 2.0 Madeira 2 m 1.590,00 795,00 3.000 48 21.446,00 2.653,94 0,0024 R$/ 4.000 24 35.000,00 4.331,25 0,0030 COCHOS PARA SAL Material Módulo Módulo R$/m 4.000 48 29.155,00 3.607,93 0,0025 ITABIRA Concreto 2,5 m 1.075,00 430,00 5.000 24 39.000,00 4.826,25 0,0026 PRÁTICO MAXXI 2.0 Madeira 2 m 1.760,00 880,00 5.000 48 34.305,00 4.245,24 0,0023 PRÁTICO TRADICIONAL 2.0 Madeira 2 m 1.590,00 795,00 6.000 24 50.054,00 6.194,18 0,0028 UNICOCHO Polietileno 1,91 m 122,02 63,88 6.000 48 42.077,00 5.207,03 0,0024 ZILOTTI Concreto 2,5 m 220,00 88,00 ARAMES Marca Referência R$ R$/km 1 CALCÁRIO R$/t US$/t E ACESSÓRIOS CALCÍTICO - CENTRO OESTE 42,00 22,83 BALANCIM BELGO BEKAERT cento 111,00 444,00 CALCÍTICO - MINAS GERAIS 23,50 12,77 BALANCIM GERDAU cento 140,00 560,00 CALCÍTICO - PARANÁ 35,00 19,02 CATRACA HM unidade 2,90 23,20 DOLOMÍTICO - CENTRO OESTE 32,00 17,39 CATRACA CAÇULA unidade 3,00 24,00 DOLOMÍTICO - MINAS GERAIS 23,00 12,50 CORDOALHA BELGO BEKAERT 250 m 456,00 - DOLOMÍTICO - PARANÁ 13,00 7,07 CORDOALHA BELGO BEKAERT 500 m 1.210,00 - DOLOMÍTICO - SÃO PAULO 33,00 17,93 CORDOALHA GERDAU 500 m 1.030,23 - MAGNESIANO - CENTRO OESTE 42,00 22,83 CORDOALHA GERDAU 250 m 375,00 - MAGNESIANO - MINAS GERAIS 23,50 12,77 FARPADO MOTTO - BELGO BEKAERT 500 m 155,80 1.246,40 FARPADO MOTTO - BELGO BEKAERT 400 m 162,00 1.620,00 TRONCOS DE Marca Preço Preço R$ US$ FARPADO VARJÃO - BELGO BEKAERT 400 m 175,00 1.750,00 CONTENÇÃO FARPADO RODEIO - BELGO BEKAERT 500 m 144,90 1.159,20 Americano Fixo* Coimma 9.650,00 5.244,57 FARPADO NELORE - MORLAN 500 m 200,00 1.600,00 Americano Fixo* Açores 9.000,00 4.891,30 GRAMPO AROEIRINHA GIOMETTI kg 7,39 44,34 Convencional Fixo* Coimma 10.700,00 5.815,22 GRAMPO GALVANIZADO GERDAU kg 4,90 29,40 Convencional Fixo* Açores 9.500,00 5.163,04 GRAMPO GALVANIZADO BELGO BEKAERT kg 5,20 31,20 Fixo* Beckhauser 10.848,00 5.895,65 GRAMPO POLIDO BELGO BEKAERT kg 5,61 33,66 Padrão* Valfran 9.970,00 5.418,48 GRAMPO POLIDO GERDAU kg 4,40 26,40 Parede móvel* Beckhauser 12.288,00 6.678,26 LISO Z-700 - BELGO BEKAERT 1.000 m 260,00 1.040,00 Trapézio* Beckhauser 14.285,00 7.763,59 LISO PANTANAL - MORLAN 1.000 m 310,00 1.240,00 Tronco PH* Beckhauser 14.333,00 7.789,67 LISO OVALADO - GERDAU 500 m 149,30 1.194,40 VF Premium Parede móvel* Valfran 7.990,00 4.342,39 LISO OVALADO - GERDAU 1.000 m 279,30 1.117,20 * Preço na fábrica PARA CERCA ELÉTRICA ** GERDAU 500 m 136,92 547,68 PARA CERCA ELÉTRICA** GERDAU 1.000 m 261,00 522,00 PARA CERCA ELÉTRICA ** BELGO ELETRIX 500 m 114,87 459,48 Scot Consultoria PARA CERCA ELÉTRICA ** BELGO ELETRIX 1.000 m 197,00 394,00 Cerca com 4 fios de Arame ** Cerca elétrica com dois fios Desenvolver e fortalecer o agronegócio 1 Os custos por quilometro de cerca correspondem apenas aos gastos com cada item separadamente. SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br
  6. 6. 6 A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA INSUMOS AGROPECUÁRIOS FERTILIZANTES % Nutriente R$/t R$/kg US$/t US$ SEMENTES DE FORRAGEIRAS VC R$/kg US$/kg US$/kg de VC NITROGENADOS N% kg N E LEGUMINOSAS Nitrato de Amônio 32,0 590,00 0,59 320,65 1,00 ALFAFA CRIOULA 70 25,00 13,59 19,41 Sulfato de Amônio 20,0 415,00 0,42 225,54 1,13 ANDROPOGON 18 3,76 2,04 11,35 Uréia 44,0 690,00 0,69 375,00 0,85 ANDROPOGON CV Baet 15 3,50 1,90 12,68 POTÁSSICO K2O % kg K2O ARIES 35 10,08 5,48 15,65 Cloreto de Potássio 60,0 1.310,00 1,31 711,96 1,19 ARUANA 35 5,40 2,93 8,39 Cloreto de Potássio granulado 60,0 1.200,00 1,20 652,17 1,09 AVEIA PRETA 70 1,00 0,54 0,78 FOSFATADOS Solúveis P2O5 % (água +CNA) kg P2O5 AVEIA PRETA 80 1,50 0,82 1,02 Dap 45,0 800,00 0,80 434,78 0,97 B. BRIZANTHA 60 4,65 2,53 4,21 Map 48,0 800,00 0,80 434,78 0,91 B. BRIZANTHA 50 3,90 2,12 4,24 Super Simples Gr. 18,0 400,00 0,40 217,39 1,21 B. BRIZANTHA 40 3,15 1,71 4,28 Super Simples Pó 18,0 420,00 0,42 228,26 1,27 B. DECUMBENS 40 2,82 1,53 3,83 Super Triplo 41,0 640,00 0,64 347,83 0,85 B. DECUMBENS 50 3,90 2,12 4,24 FOSFATADOS DE BAIXA SOLUBILIDADE kg P2O5 B. HUMIDÍCOLA 25 14,35 7,80 31,20 Reativos P2O5 % (total+ác. Cítrico) B. HUMIDÍCOLA 30 14,00 7,61 25,36 F.R. Daoui 32,0 950,00 0,95 516,30 1,61 B. RUZIZIENSIS 40 3,38 1,84 4,59 F.R. Gafsa 29,0 480,00 0,48 260,87 0,90 B. RUZIZIENSIS 56 4,42 2,40 4,29 Fosmag 464 18,0 444,00 0,44 241,30 1,34 BRAC. DICTYONEURA 35 12,90 7,01 20,03 Fosmag 509 24,0 469,00 0,47 254,89 1,06 BRAC. DICTYONEURA 50 22,90 12,45 24,89 Fosmag 530 M4 16,0 707,00 0,71 384,24 2,40 BRAC. MG-4 51 5,77 3,14 6,15 Fosmag 572 M4 18,0 760,00 0,76 413,04 2,29 BRAC. MG-5 51 4,40 2,39 4,69 Termofosfatos P2O5 % (total+ác. Cítrico) BRAC. MG-5 Xaraes 34 3,04 1,65 4,86 Yoorin Master 17,5 800,00 0,80 434,78 2,48 CALOPOGÔNIO 65 4,95 2,69 4,14 Yoorin Master S 17,0 820,00 0,82 445,65 2,62 CALOPOGÔNIO 60 4,89 2,66 4,43 Natural P2O5 % total CROTALÁRIA 64 6,00 3,26 5,10 Fosfato de Araxá (ensacado) 24,0 225,00 0,23 122,28 0,51 CROTALÁRIA 65 6,00 3,26 5,02 Fosfato de Araxá (granel) 24,0 125,00 0,13 67,93 0,28 FEIJÃO DE PORCO 65 3,50 1,90 2,93 MICRONUTRIENTES Soma de Micronutrientes kg * FEIJÃO DE PORCO 70 2,75 1,49 2,14 FTE - BR 12 16,8 680,00 0,68 369,57 2,20 GIRASSOL CATISSOL 01 71 4,50 2,45 3,44 FTE - BR CENTROESTE 23,2 790,00 0,79 429,35 1,85 GUANDÚ 65 3,00 1,63 2,51 FORMULADOS Soma de Nutrientes kg * GUANDÚ 73 3,53 1,92 2,63 04-14-08 26,0 538,00 0,54 292,39 1,12 GUANDÚ-ANÃO 64 2,75 1,49 2,34 04-14-08 + Zn 26,0 558,00 0,56 303,26 1,17 LAB - LAB 70 2,75 1,49 2,14 04-20-20 44,0 700,00 0,70 380,43 0,86 LAB - LAB 76 3,47 1,89 2,48 04-30-10 44,0 650,00 0,65 353,26 0,80 LEUCENA 74 10,00 5,43 7,34 04-30-16 50,0 800,00 0,80 434,78 0,87 MASSAI 20 8,48 4,61 23,04 04-30-16 + Zn 50,0 820,00 0,82 445,65 0,89 MASSAI 34 9,70 5,27 15,51 05-20-20 45,0 720,00 0,72 391,30 0,87 MILHETO BRS1501 75 1,60 0,87 1,16 05-25-25 55,0 830,00 0,83 451,09 0,82 MILHETO COMUM 70 1,00 0,54 0,78 08-20-20 + Zn 48,0 720,00 0,72 391,30 0,82 MILHETO COMUM 76 3,50 1,90 2,50 08-28-16 52,0 750,00 0,75 407,61 0,78 MOMBAÇA 32 4,40 2,39 7,47 08-28-16 + Zn 52,0 770,00 0,77 418,48 0,80 MOMBAÇA 40 5,69 3,09 7,73 10-10-10 30,0 640,00 0,64 347,83 1,16 MUCUNA ANÃ 60 2,50 1,36 2,26 10-15-15 40,0 800,00 0,80 434,78 1,09 MUCUNA PRETA 76 4,50 2,45 3,22 14-07-28 49,0 850,00 0,85 461,96 0,94 NABO FORRAGEIRO 75 3,50 1,90 2,54 15-20-20 55,0 900,00 0,90 489,13 0,89 PENSACOLA 57 12,96 7,04 12,36 20-05-05 30,0 730,00 0,73 396,74 1,32 PIATÃ 50 4,90 2,66 5,33 20-00-15 35,0 700,00 0,70 380,43 1,09 POJUCA 35 6,26 3,40 9,72 20-00-20 40,0 806,00 0,81 438,04 1,10 PUERÁRIA 60 22,50 12,23 20,38 20-00-30 50,0 1.060,00 1,06 576,09 1,15 PUERÁRIA 90 25,94 14,10 15,66 25-00-25 50,0 900,00 0,90 489,13 0,98 SOJA PERENE 70 32,00 17,39 24,84 GESSO úmido - 21,00 0,02 11,41 - SOJA PERENE 90 26,00 14,13 15,70 * Soma dos Elementos da fórmula TANZÂNIA 32 4,30 2,34 7,30 HERBICIDAS Produto Fabricante Princ. Ativo Embalagem R$/Embalagem US$/Embalagem US$/ha Dose/ha AMINOL Milenia 2,4 D 20 l 204,69 111,24 8,34 1,5 l/ha DMA 806 Dow 2,4 D 20 l 241,00 130,98 9,82 1,5 l/ha GESAPAX 500 Novartis Ametryne 20 l 215,00 116,85 23,37 4,0 l/ha HERBIPAK Milênia Ametryne 20 l 200,00 108,70 16,30 3,0 l/ha DOMINUM Dow Aminopiralide+Fluroxipir 20 l 1.432,00 778,26 97,28 2,5 l/ha TRUPER Dow Fluroxipir meptílico+Triclopir butotílico 20 l 1.626,00 883,70 132,55 3,0 l/ha PLENUM Dow Fluroxipir MHE+Picloram 5 l 450,00 244,57 122,28 2,5 l/ha GLIFOSATO NORTOX Nortox Glyphosate 10 l 106,22 57,73 11,55 2,0 l/ha GLIZ 480 CS Dow Glyphosate 20 l 160,00 86,96 13,04 3,0 l/ha ROUNDUP Monsanto Glyphosate 20 l 200,00 108,70 10,87 2,0 l/ha ROUNDUP WG Monsanto Glyphosate 1 kg 22,44 12,20 24,39 2,0 kg/ha PADRON Dow Picloram 20 l 2.020,00 1.097,83 - indefinido TORDON Dow Picloram+2,4 D 20 l 820,00 445,65 89,13 4,0 l/ha TOGAR Dow Piridiniloxialconóico+Picloram 5 l 200,00 108,70 130,43 6,0 l/ha SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br
  7. 7. A NATA DO LEITE O INFORMATIVO DE MERCADO DA PECUÁRIA LEITEIRA 138 setembro de 2009 SCOT CONSULTORIA 7 INSUMOS AGROPECUÁRIOS R$ R$ R$/ R$/ VACINAS Fabricante ml Frasco Dose Indicação HORMÔNIOS Fabricante Princípio Ativo Volume Frasco Dose ABORVAC Fort Dodge 30 4,41 0,29 Brucelose CONCEPTAL Intervet A-Buserelina 10 ml 73,00 18,25 AFTOBOV OLEOSA Merial 250 55,00 1,10 Aftosa CRESTAR - APLICADOR Intervet aplicador 1 uni 162,00 162,00 AFTOBOV OLEOSA Merial 50 12,16 1,22 Aftosa CIDR - aplicador Pfizer aplicador 1 uni 52,79 52,79 ALURABIFFA Merial 40 5,00 0,25 Raiva PRIMER - APLICADOR Tecnopec Aplicador 1 uni 15,00 15,00 ANABORTINA B 19 Merial 30 7,24 0,48 Brucelose CRONIBEST Biogenesis B-estradiol 20 ml 5,45 0,55 BIOABORTOGEN H Biogenesis 125 96,50 3,86 IBR/BVD/Vibrio/HS ECP Pfizer C-estradiol 10 ml 9,00 1,80 BIOBRUCELOSE Biogenesis 20 4,89 0,49 Brucelose PRELOBAN Intervet D-Cloprostenol 10 ml 36,27 7,25 BIOCLOSTRIGEN J5 Biogenesis 125 14,25 0,57 Clostridioses + J5 CRONIBEN Biogenesis D-Cloprostenol 20 ml 28,50 2,85 BIOLEPTOGEN Biogenesis 125 12,68 0,51 7 Leptospiras CIOSIN Coopers D-Cloprostenol Sódico 2 ml 12,95 12,95 BIOQUERATOGEN Biogenesis 120 65,84 1,65 Ceratoconjuntivite CIOSIN Coopers D-Cloprostenol Sódico 20 ml 55,00 5,50 BOTULINA Vallée 100 8,63 0,43 Botulismo NOVORMON Syntex eCG 25 ml 114,76 6,89 BOTULINA Vallée 250 10,00 0,20 Botulismo FOLLIGON Intervet eCG 25 ml 120,00 7,20 BOVICEL Vallée 50 11,00 1,10 Aftosa PLUSET Calier FSH/LH 20 ml 286,00 71,50 BOVICEL Vallée 250 62,67 1,25 Aftosa FOLLTROPIN Bioniche FSHp 20 ml 258,00 64,50 BRUCELINA B-19 Vallée 20 7,63 0,76 Brucelose FERTAGYL Intervet GnRH 5 ml 49,00 24,50 CATTLE MASTER 4 Pfizer 50 94,17 3,77 IBR - BVD - PI3 - BRSV GESTRAN PLUS ARSA GnRH 20 ml 78,00 3,90 FORTRESS 7 Pfizer 250 29,68 0,59 Clostridiose LUTROPIN Bioniche LHp 5 ml 66,00 52,80 LEPTOBAC 6 Fort Dodge 90 18,28 0,61 Leptospirose LUTROPIN Bioniche LHp 20 ml 59,00 11,80 LEPTO-BOV-6 Vallée 100 13,03 0,65 Leptospirose PROGESPON Syntex Medroxiprogesterona 25 uni 116,00 4,64 LINOVAC Merial 100 15,84 0,79 Botulismo CRESTAR Intervet Norgestomet/V-estradiol 5 uni 107,60 21,52 OLEOVAC Schering Plough 250 56,00 1,12 Aftosa OCITOCINA Univet Ocitocina sintética 5 ml 1,24 0,50 POLISINTO-VAC Fort Dodge 90 15,00 0,50 Clostridiose CIDR Pfizer Progesterona 10 uni. 266,70 26,67 POLI-STAR Vallée 100 17,82 0,89 Clostridiose DIB Pfizer Progesterona 10 uni. 175,00 17,50 POLIVACINA Vallée 100 4,65 0,14 Clostridiose CRONIPRESS Biogenesis Progesterona 10 uni. 217,00 21,70 RAIVACEL Vallée 100 11,03 0,55 Raiva PRIMER Tecnopec Progesterona 1 uni. 17,00 17,00 ROTATEC J5 Biogenesis 120 96,20 2,41 Diarréia neonatal +J5 SINCROCIO Ouro Fino Prostaglandina 4 ml 12,70 6,35 SINTOXAN Merial 100 12,50 0,63 Clostridiose SINCROCIO Ouro Fino Prostaglandina 20 ml 35,00 3,50 SINTOXAN (polivalente) Merial 40 12,72 0,64 Clostridiose PROLISE ARSA Prostaglandina 20 ml 29,50 2,95 TRIANGLE 9 Fort Dodge 250 272,07 5,44 IBV-BVD-BRSD VETEGLAN Calier Prostaglandina 20 ml 41,50 4,15 VAXALL Fort Dodge 500 66,36 0,66 Botulismo LUTALYSE Pfizer Prostaglandina 30 ml 35,00 5,83 ANTIMASTÍTICOS Fabricante Embalagem Via R$/Frasco Princípio Ativo CEFA-DRI Fort Dodge 10 ml Tetos 4,39 Cefapirina benzatina CEFA-LAK Fort Dodge 10 ml Tetos 4,90 Cefapirina sódica SPECTRAMAST LC Pfizer 10 ml Tetos 6,00 Ceftiofur FLUMAST Fort Dodge 100 ml Tetos 24,27 Flumetasona NEWMAST Pearson 100 ml Tetos 19,04 Flumetasona GENTOCIN MASTITE 250mg Schering Plough 10 ml Tetos 6,12 Gentamicina GENTOCIN MASTITE VACA SECA Schering Plough 5 g Tetos 4,80 Gentamicina GENTATEC Chemit 10 ml Tetos 2,80 Gentamicina GENTATEC VACA SECA Chemit 10 g Tetos 3,50 Gentamicina TERGENVET Univet 250 ml Tetos 9,30 Lauril dietileno glicol sulfato de sódio MASTIJET VACA SECA Intervet 9 g Tetos 6,40 Penicilina+Neomicina GENTOCIN - 150mg Schering Plough 10 ml Tetos 5,01 Sulafto de Gentamicina MASTIFIN Ouro Fino 10 ml Tetos 3,34 Sulafto de Gentamicina MASTIFIN Vaca seca Ouro Fino 10 ml Tetos 5,00 Sulafto de Gentamicina MASTIJET FORTE Intervet 8 g Tetos 7,20 Tetraciclina+Neomicina+Prednisolona+Bacitracina TYLAN 200 Elanco 50 ml Injetável 12,30 Tilosina SUCEDÂNEOS Saco MS% PB% R$/saco R$/kg US$/kg Diluição em água R$/Litro R$/dia/Bezerra US$/dia/Bezerra BEZELAC 10 kg 88 22 54,00 5,40 2,49 1 : 14 0,39 1,54 0,71 BOVILAC 10 kg 98 20 28,62 2,86 1,32 1 : 9 0,32 1,27 0,59 EUROMILK 15 10 kg 86 20 35,00 3,50 1,61 1 : 14 0,25 1,00 0,46 LACTAL 10 kg 98 20 47,73 4,77 2,20 1 : 9 0,53 2,12 0,98 MILKSWEET 10 kg 96 20 36,64 3,66 1,69 1 : 9 0,41 1,63 0,75 PURILAC 10 kg 88 25,5 31,80 3,18 1,47 1 : 9 0,35 1,41 0,65 TERNERON 10 kg 94 15 23,00 2,30 1,06 1 : 9 0,26 1,02 0,47 TERNERON plus 10 kg 94 18 25,00 2,50 1,15 1 : 9 0,28 1,11 0,51 TERNERON stander 10 kg 94 20 22,00 2,20 1,01 1 : 9 0,24 0,98 0,45 MATA BICHEIRA Fabricante Princípio Ativo ml R$/Frasco US$/Frasco AVOTAN LA Intervet ABAMECTINA 1.000 100,00 54,05 LEPECID BR Dow CLORPIRIFÓS 300 4,75 2,57 CREOLINA Pearson CREOSOTO 1.000 16,45 8,89 COOPER Cooper DICLORFENTION 500 14,00 7,57 CIDENTHAL Mogivet FENITROTHION 250 3,50 1,89 TANIDIL Bayer TIOFOSFATO METILCARBAMATO 200 18,48 9,99 BERTAC Allvet Química TRICLORFON+DICLORVÓS+VG 500 6,24 3,37 SCOT CONSULTORIA - 17 3343 5111 ou fax 17 3342 5590 - Caixa postal 14 - 14700-970 - Bebedouro-SP - scotconsultoria@scotconsultoria.com.br – www.scotconsultoria.com.br

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