Your SlideShare is downloading. ×
VER, NÃO VER E APRENDER
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

VER, NÃO VER E APRENDER

5,251
views

Published on

Apresentação repassada para a disciplina de SEMINÁRIO: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS …

Apresentação repassada para a disciplina de SEMINÁRIO: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo

VER, NÃO VER E APRENDER
O aluno portador de visão subnormal na escola regular: desafio para o professor


1 Comment
6 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
5,251
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
6
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. SEMINÁRIO VIRTUAL: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo
  • 2. VER, NÃO VER E APRENDER O aluno portador de visão subnormal na escola regular: desafio para o professor
  • 3. Possíveis alterações oculares Visão Normal Perda da Visão Central (Ex: DMRI, Stargardt) Perda da Visão Periférica (Ex: Glaucoma, Retinose Pigmentária) Perda Difusa de Campo Visual  (Ex: Retinopatia Diabética) Diminuição Global da sensibilidade (Ex: Catarata)
  • 4. Aluno com Visão Subnormal
    • De que modo a deficiência visual interfere no desenvolvimento e na aprendizagem?
    • Como ensinar alunos com deficiência visual?
    • Qual é o lugar dos recursos pedagógicos e dos auxílios na sala de aula?
    • Como escolher o recurso indicado para cada situação?
  • 5. Aluno com Visão Subnormal A pessoa com baixa visão ou visão subnormal apresenta uma redução na sua capacidade visual que interfere ou limita seu desempenho, mesmo após a correção de erros de refração comuns. A baixa visão pode ocorrer por traumatismos, doenças ou imperfeições no órgão ou no sistema visual. Um dos seus traços principais é a diversidade de problemas visuais que ela pode gerar. As pessoas com baixa visão podem ter baixa acuidade visual, dificuldade para enxergar de perto e/ou de longe, campo visual reduzido e problemas na visão de contraste, entre outros (Carvalho et al., 1992; Veitzman, 2000).
  • 6. Casos em sala de aula:
    • Dificuldade na leitura ou em outro trabalho que exija o uso concentrado dos olhos;
    • Levantar para ler o que está escrito no quadro negro, em cartazes ou mapas;
    • Copiar do quadro negro faltando letras;
    • Tentar retirar manchas;
    • Esfregar excessivamente os olhos;
    • Franzir a testa;
    • Fechar e cobrir um dos olhos;
    • Piscar mais que o habitual;
  • 7.
    • Chorar com freqüência ou irritar-se com a execução de tarefas;
    • Balançar a cabeça ou movê-la para frente ao olhar para um objeto próximo ou distante;
    • Tropeçar ou cambalear diante de pequenos objetos;
    • Tendência de trocar palavras e mesclar sílabas;
    • Aproximar livros ou objetos para perto dos olhos;
    • Desconforto ou intolerância à claridade.
    Casos em sala de aula:
  • 8. O desempenho
    • Ainda há interpretação errada quanto a atitudes e condutas de alunos com baixa visão que oscilam entre o ver e o não ver, pois estes alunos trocam a posição do livro, perdem a seqüência das linhas em uma página ou até mesclam letras semelhantes.
    • Constante falta de interesse ou dificuldade em participar de jogos que exijam visão de distância.
    • Ocorrência de conflitos emocionais, psicológicos e sociais, que influenciam o desempenho visual, a conduta do aluno, e refletem na aprendizagem.
  • 9.
    • Luz do ambiente – muito claro ou ensolarado;
    • Objetos ou materiais que não possuem contraste;
    • Impressões ou figuras que não condizem com o potencial da visão.
    • Objetos e seres em movimento;
    • Visão de profundidade;
    • Objetos tridimensionais;
    • Percepção de formas complexas;
    Dificuldades no aprendizado:
  • 10. A utilização de recursos ópticos e não-ópticos envolve uma análise e o trabalho conjunto da pedagogia, da psicologia, da oftalmologia e da orientação e mobilidade. As escolhas e os níveis de adaptação desses recursos em cada caso devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores. Entre eles destaca-se as necessidades específicas de cada caso, diferenças individuais, preferências, interesses e habilidades que vão determinar as modalidades de adaptações. Recursos Ópticos e Não-Ópticos
  • 11. Recursos Ópticos
    • Recursos ópticos para longe:
    • telescópio: Permite montagem em óculos (telelupa) ou manuais e permitem uma leitura de longe.
    Telescópio Manual
  • 12.
    • Recursos ópticos para perto:
    • Óculos: Temos vários casos de visão subnormal com prescrição de óculos comuns, além de utilizar auxílios ópticos, sendo que nestes óculos há lentes de grande aumento que servem para melhorar a visão de perto.
    Recursos Ópticos Óculos Especiais Asféricos
  • 13.
    • Lupas manuais ou lupas de mesa e de apoio:
    • São úteis para aumentar o material de leitura, mapas, gráficos, etc. Estão demonstradas nas figuras abaixo.
    • Maior o aumento da lupa menor o campo de visão, permitindo a diminuição da velocidade de leitura e maior fadiga visual.
    Recursos Ópticos
  • 14. Recursos Não-Ópticos
    • Estes recursos modificam os materiais com a finalidade de aumentar a resolução visual.  Podem ser usados  em conjunto com o recurso óptico ou não, com o objetivo de melhorar a função visual. Exemplos:
    Big Braille e Braillito Caneta ponta porosa,lápis 6B e folha de pauta ampliada
  • 15.
    • Controle de iluminação :
      • Foco da iluminação dirigida ao material de leitura e escrita, evitando a luz direta nos olhos.
      • Criação de ambientes menos iluminados para os casos de alunos que possuem fotofobia (sensibilidade à luz).
      • Redução de ofuscamento e aumento de contraste com o uso de lentes e filtros.
    Recursos Não-Ópticos
  • 16.
    • Apoio para leitura : permite aproximar o material dos olhos e possibilita o melhor posicionamento do corpo.
    • Aumento do contraste : utilizar giz branco ou amarelo para dar maior contraste nas lousas verdes; canetas de pontas porosas, pincel atômico preto que dá contraste nos cadernos ou nas folhas brancas; cores fortes em papel branco, lápis 5B ou 6B; em material mimeografado, reforçar os traços com caneta preta se necessário.
    Recursos Não-Ópticos
  • 17.
    • Controle de reflexão : visores, tiposcópios, oclusores laterais e lentes polarizadas.
    • Ampliação: livros, jogos, baralhos, agendas. Existe também máquina de escrever com tipos ampliados.
    • Acessórios : Com o guia de leitura destaca-se uma ou mais linhas, pode ser feito com papel cartão preto ou escuro e sem brilho, na forma retangular, tipo régua. Substituir papel com pautas pretas por cadernos de pautas pretas e ampliadas.
    Recursos Não-Ópticos Materiais Pedagógicos Soroban Guia de Leitura
  • 18. Recursos eletrônicos
    • CCTV (sistema de circuito fechado de televisão): permite aumento do que os óculos podem proporcionar. Também é útil para quem necessita de maior distância para ler, escrever, desenhar ou datilografar.
    • Lupa Eletrônica – constituído basicamente de uma micro-câmera aliada a um circuito eletrônico que amplia textos e imagens reproduzindo-os em qualquer televisão convencional.
  • 19.
    • Computador – com as inovações em softwares temos maior acessibilidade a textos e materiais gráficos, pois os mesmos permitem ampliação de caracteres e sintetizadores de voz que podem ser usados de maneira conjunta ou não.
    Recursos eletrônicos Aplicativos oferecidos pelo Windows - Lente de aumento e Acessibilidade.
  • 20. Sugestão de Trabalho
    • Acompanhar todo o processo de identificação, avaliação e desempenho do aluno através do PDI – Plano de desenvolvimento individual do aluno.
    • Evitar a incidência de claridade diretamente nos olhos da criança ou iluminação excessiva.
    • Sentar o aluno a uma distância de aproximadamente um metro do quadro na parte central da sala e, no caso de fotofobia em lugar sombrio.
    • Adaptar o trabalho de acordo com a condição visual do aluno.
  • 21.
    • Estimular o uso constante dos óculos, caso seja esta a indicação médica.
    • Conceder maior tempo para o término das atividades propostas.
    • Ter clareza de que o aluno enxerga as palavras e ilustrações mostradas.
    • Utilizar papel fosco, para não refletir a claridade.
    • Posicionar a carteira de maneira que o aluno não escreva na própria sombra e nem tenha reflexo de iluminação no quadro.
    Sugestão de Trabalho
  • 22. Conclusão
    • VER, NÃO VER E APRENDER
    • Todo o conhecimento e avaliação sobre o desenvolvimento do aluno, o diagnóstico, a avaliação funcional da visão, o contexto familiar e social, bem como as alternativas e os recursos disponíveis, facilitam o planejamento de atividades e a organização do trabalho pedagógico.
  • 23. Referencias Bibliográficas
    • http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunoscegos.pdf
    • http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf
    • http://www.vejam.com.br/baixavisao-acuidade-visual/
    • http://www.auxiliosopticos.fcm.unicamp.br/links.php
    • http://www.vejam.com.br/baixavisao-campo-visual/campoflash.php
    • http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf
  • 24. Seminário Virtual - Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo
    • CURSO: Especialização Tecnologias em Educação
    • DISCIPLINA: Inclusão e Tecnologias Assistivas
    • ATIVIDADE 02: A Organização do Seminário Virtual
    • TURMA: MG03ITA
    • MEDIADOR: André Barbosa
    • NOMES:
    • Alessandra Kelly de Carvalho
    • Edmara Magalhães Pereira (Coordenadora)
    • Roseney Gonçalves de Melo – Diamantina
    • Adriana Farias Feitosa
    • Diana Correa de Brito
    • Andréa Procópio Lourenço