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Texto: Quão grande És Tu! Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro Música: Quão grande És Tu.
Senhor! Farol da minha vida! Ajuda-me a entender Tua bondade.
Diante de tudo minh’alma canta a  Ti! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
Quando vejo tantas flores, e  surpreende-me uma imensidão de cores, intimamente começo a orar.
E diante de arcos nos céus; do azul coberto  pelos véus; minha alma se curva a Te adorar.
Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande  És Tu!
Como entender tão imenso amor  Que doa tanto, e vem de muitas vidas  Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abr...
E pela lua que espalha prata; pelo perfume que exala a mata; imagino a imesidão do Teu amor.
Pelo cantar de um simples passarinho; a humildade alegre do seu ninho; sei que de tudo és o Senhor.
Então minh’alma canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
E quando a noite adormece tudo; na natureza nada fica mudo. A poesia ainda Te faz verso.
Nada escapa ao teu olhar divino. A natureza mais parece um hino, ao senhor de todo o universo.
Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
Como entender tão imenso amor Que doa tanto, e vem de muitas vidas Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abrir...
Se amanhece o dia, a natureza; preenche tudo de tanta beleza, que entontece qualquer  sonhador.
E diante dos espelhos d’água, o coração  quer despejar as mágoas, para encontrar a Ti, senhor!
Então minh’alma canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
Mesmo ante a montanha majestosa; Tua  Presença meiga e poderosa, mostra  teu tom acolhedor.
E frente ao céu que parece infinito; quase se escuta ecoar um grito: está aqui teu protetor!
Então minh’alma  canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
Como entender tão imenso amor Que doa tanto, e vem de muitas vidas Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abrir...
Em qualquer vale onde o silêncio medra; sinto teu amor em cada pedra; como um abraço em meu  coração.
Mas é diante do oceano imenso; que me  encanto e qual criança penso, o quanto é bela  Tua criação.
Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
O som, o silêncio, a saudade, a vida; meu pesamento quer em Ti guarida, como a semente busca germinar.
Tua presença  me consola e acalma ; enche de luz os cofres da minha alma, que canta livre querendo voar.
Então minh’alma louva a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
Adaptação do poema de Carl Boberg (1885) O refrão está no compasso da melodia Formatação: o caçador de imagens
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Quão Grande és Tu

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Quão Grande és Tu - Apresentação do autor Luiz Gonzaga Pinheiro - Editora EME

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  1. 1. Texto: Quão grande És Tu! Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro Música: Quão grande És Tu.
  2. 2. Senhor! Farol da minha vida! Ajuda-me a entender Tua bondade.
  3. 3. Diante de tudo minh’alma canta a Ti! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  4. 4. Quando vejo tantas flores, e surpreende-me uma imensidão de cores, intimamente começo a orar.
  5. 5. E diante de arcos nos céus; do azul coberto pelos véus; minha alma se curva a Te adorar.
  6. 6. Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  7. 7. Como entender tão imenso amor Que doa tanto, e vem de muitas vidas Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abrir feridas?
  8. 8. E pela lua que espalha prata; pelo perfume que exala a mata; imagino a imesidão do Teu amor.
  9. 9. Pelo cantar de um simples passarinho; a humildade alegre do seu ninho; sei que de tudo és o Senhor.
  10. 10. Então minh’alma canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  11. 11. E quando a noite adormece tudo; na natureza nada fica mudo. A poesia ainda Te faz verso.
  12. 12. Nada escapa ao teu olhar divino. A natureza mais parece um hino, ao senhor de todo o universo.
  13. 13. Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  14. 14. Como entender tão imenso amor Que doa tanto, e vem de muitas vidas Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abrir feridas?
  15. 15. Se amanhece o dia, a natureza; preenche tudo de tanta beleza, que entontece qualquer sonhador.
  16. 16. E diante dos espelhos d’água, o coração quer despejar as mágoas, para encontrar a Ti, senhor!
  17. 17. Então minh’alma canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  18. 18. Mesmo ante a montanha majestosa; Tua Presença meiga e poderosa, mostra teu tom acolhedor.
  19. 19. E frente ao céu que parece infinito; quase se escuta ecoar um grito: está aqui teu protetor!
  20. 20. Então minh’alma canta a Ti, Senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  21. 21. Como entender tão imenso amor Que doa tanto, e vem de muitas vidas Se até diante de meigo mentor Somos tão hábeis em abrir feridas?
  22. 22. Em qualquer vale onde o silêncio medra; sinto teu amor em cada pedra; como um abraço em meu coração.
  23. 23. Mas é diante do oceano imenso; que me encanto e qual criança penso, o quanto é bela Tua criação.
  24. 24. Então minh’alma canta a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  25. 25. O som, o silêncio, a saudade, a vida; meu pesamento quer em Ti guarida, como a semente busca germinar.
  26. 26. Tua presença me consola e acalma ; enche de luz os cofres da minha alma, que canta livre querendo voar.
  27. 27. Então minh’alma louva a Ti, senhor! Quão grande És Tu! Quão grande És Tu!
  28. 28. Adaptação do poema de Carl Boberg (1885) O refrão está no compasso da melodia Formatação: o caçador de imagens
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